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Reality

“A Fazenda 18” elimina Igor com apenas 10,07% dos votos

Ator é o 4º eliminado do reality e provoca a primeira baixa na Alcateia, grupo liderado por Jottapê

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16 de outubro de 2026
Filme

Steven Soderbergh assume filmagens de Batman: Parte II após afastamento de Matt Reeves

Diretor de “Onze Homens e um Segredo” concluirá gravações enquanto Matt Reeves enfrenta problema familiar

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15 de outubro de 2026
Série

Spin-off de Tulsa King com Samuel L. Jackson ganha teaser e data de estreia

“Frisco King” acompanha um assassino profissional que decide criar seu próprio império criminoso no Texas, com participação de Sylvester Stallone

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15 de outubro de 2026
Reality

Alfredo peita Murilo em briga por tarefa em A Fazenda 18: “Eu que mando aqui”

Novo Fazendeiro coloca namorada de Murilo para cuidar da égua Serena e provoca confronto com troca de ameaças e acusações

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15 de outubro de 2026
Etc

Vorcaro controlava Jornalismo da grande imprensa com dinheiro do Master

Mensagens revelam interferência em pautas do Metrópoles, O Globo, Valor, IstoÉ, Vogue, Brazil Journal e outros sites, com pagamentos milionários e vetos editoriais

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15 de outubro de 2026
  • Filme

    Compositor de Game of Thrones fará a trilha de “Eternos”

    2 de fevereiro de 2020 /

    O compositor alemão Ramin Djawadi, que criou a trilha premiada de “Game of Thrones”, será o responsável pela música de “Eternos”, próxima superprodução da Marvel. Djawadi venceu o Emmy de Melhor Trilha Sonora por seu trabalho em “Game of Thrones” por dois anos seguidos, em 2018 e 2019. Ele também foi indicado ao troféu da Academia da Televisão pelas trilhas de “Westworld” e “Prison Break”. Seus trabalhos mais recentes são as trilhas da séries “Jack Ryan”, na Amazon, e da vindoura “Amazing Stories”, na Apple. Mas embora seja mais celebrado por obras televisivas, ele já musicou filmes, inclusive da própria Marvel. Foi dele a trilha do primeiro lançamento do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU, na sigla em inglês), o filme “Homem de Ferro”, em 2008. Outros longas de seu currículo incluem “Uma Dobra no Tempo” (2018), “Warcraft” (2016), “Drácula: A História Nunca Contada” (2014), “Círculo de Fogo” (2013), “Protegendo o Inimigo” (2012), “Fúria de Titãs” (2010) e “Blade: Trinity” (2004). “Eternos” é dirigido pela chinesa Chloé Zhao (“Domando o Destino”) e tem estreia marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Festival de Sundance 2020 premia filme com ator de The Walking Dead e cineastas femininas

    2 de fevereiro de 2020 /

    O drama “Minari”, de Lee Isaac Chung, foi o vencedor do Festival de Sundance 2020. Além do troféu principal, o Grande Prêmio do Júri, entregue na noite gelada de sábado (1/2) em Park City, Utah (EUA), o filme sobre um menino coreano-americano de 7 anos de idade, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando seu pai decide mudar sua família para a zona rural do Arkansas, também ganhou o Prêmio do Público. A história de “Minari”, que destaca em seu elenco o ator Steven Yeun (“The Walking Dead”) no papel do pai, é baseada na própria vida do diretor e coincide com o sucesso recente de cineastas asiáticos nos EUA, tanto em filmes americanos, como as chinesas Chloé Zhao (“Domando o Destino”), Cathy Yan (“Dead Pigs”) e a descendente Lulu Wang (“A Despedida”), quanto internacionais, caso do premiadíssimo Bong Joon Ho, de “Parasita”, vencedor de vários prêmios dos sindicatos da indústria cinematográfica americana. Mas esse não foi o detalhe que mais chamou atenção na entrega dos prêmios, e sim o grande predomínio de mulheres vitoriosas, principalmente nas categorias de Direção. Entre as americanas, Rahda Blank conquistou o troféu por sua estréia no cinema, “The 40-Year-Old Version”, que ela escreveu, dirigiu e estrelou, e Garrett Bradley ficou com o prêmio de direção em documentário por seu filme “Time”. A competição internacional ainda consagrou a francesa Maimouna Doucouré, outra diretora estreante, pela realização de “Cuties” (Mignonnes). Além disso, a estreia na ficção da premiada documentarista Heidi Ewing, “I Carry You with Me”, rendeu dois prêmios paralelos, algumas das críticas mais positivas do evento e um contrato de US$ 10 milhões de distribuição junto a Sony. Para completar, os documentários americanos premiados foram codirigidos por casais. “Boys State”, de Amanda McBaine e Jesse Moss, levou o Grande Prêmio do Júri e uma das maiores boladas do festival. A Apple comprou o filme por US$ 12 milhões, valor recorde para um documentário de festival – qualquer festival. Já o Prêmio do Público para Melhor Documentário ficou com “Crip Camp”, nova produção do casal Barack e Michelle Obama, dirigido por Nicole Newnham e Jim Lebrecht. O filme já entrou em Sundance com distribuição fechada da Netflix. A cerimônia de encerramento do festival, que foi aberta por um show da banda indie punk Skating Polly, ainda premiou o iraniano “Yalda, a Night for Forgiveness”, de Massoud Bakhshi, como o melhor filme da competição internacional.

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  • Filme

    WGA Awards: Parasita e Jojo Rabbit vencem prêmio do Sindicato dos Roteiristas dos EUA

    2 de fevereiro de 2020 /

    O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) revelou os vencedores de seu prêmio anual, consagrando as histórias de “Parasita” e “Jojo Rabbit”. Enquanto o suspense de Bong Joon Ho recebeu o prêmio de Melhor Roteiro Original, a comédia de Taika Waititi ficou com o troféu de Roteiro Adaptado na cerimônia, realizada na noite de sábado (1/2) em Nova York. Ambos foram escritos por estrangeiros – os sul-coreanos Bong Joon Ho e Jin Won Hane e o neozelandês Taika Waititi – e vão disputar o Oscar nas mesmas categorias. O roteiro de “Parasita” concorria com “1917”, “Fora de Série”, “Entre Facas e Segredos” e “História de um Casamento”. Mas vale ressaltar que Quentin Tarantino, vencedor do Globo de Ouro de Melhor Roteiro por “Era Uma Vez em Hollywood”, não disputou o prêmio por não ser membro do Sindicato – graças a uma briga antiga, ele se recusa a participar do WGA. Isto nunca o impediu de conquistar o Oscar de Roteiro Original – já tem dois e é novamente favorito neste ano. Na categoria de “Jojo Rabbit”, por sua vez, estavam também “Um Lindo Dia na Vizinhança”, “O Irlandês”, “Coringa” e “Adoráveis Mulheres”. O WGA Awards ainda premiou o documentário “The Inventor: Out for Blood in Silicon Valley”, e várias categorias televisivas. As séries “Succession” e “Barry” venceram como Melhores Roteiros de Drama e Comédia, enquanto “Watchmen” ficou com o troféu de Melhor Roteiro de Série Nova. Foi uma lavada da HBO, que ainda conquistou, entre as minisséries, o prêmio de Roteiro Original por “Chernobyl”. Completa a lista “Fosse/Verdon”, do canal pago FX, como Melhor Roteiro Adaptado de Minissérie. “Parasita” estreou em novembro no Brasil e “Jojo Rabbit” finalmente chega na quinta (6/2), quase quatro meses depois de passar pelos cinemas americanos.

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  • Série

    Todxs Nós: Nova série brasileira da HBO ganha primeiro teaser

    2 de fevereiro de 2020 /

    A HBO divulgou o primeiro teaser de “Todxs Nós”, nova série brasileira, que apresenta o trio de protagonistas dançando de forma descontraída. Criada pelos cineastas Vera Egito (“Amores Urbanos”), Heitor Dhalia (“Tungstênio”) e Daniel Ribeiro (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”), a série abordará, ao longo de oito episódios de 30 minutos, a temática LGBTQIA+ e questões como racismo e assédio. O elenco é encabeçado por Clara Gallo (“Mãe Só Há Uma”), Kelner Macêdo (“Corpo Elétrico”) e Julianna Gerais (do vindouro “Selvagem”). Clara vive Rafa, jovem de 18 anos, pansexual e não-binário que decide deixar a família no interior de São Paulo e mudar-se para a casa de seu primo, Vini (Kelner Macêdo), na capital. Vini, que já divide o espaço com Maia (Julianna Gerais), fica surpreso ao descobrir que Rafa se identifica com o pronome neutro e não com o gênero feminino ou masculino. Realizada com investimentos próprios da HBO Latin America, a série tem estreia marcada para 22 de março.

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  • Série

    My Brilliant Friend: Trailer da 2ª temporada mostra continuação de A Amiga Genial

    2 de fevereiro de 2020 /

    A HBO divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “My Brilliant Friend”, série italiana que adapta a coleção de best-sellers inaugurada por “A Amiga Genial”, de Elena Ferrante. Os novos episódios são baseados no segundo volume do chamado “Quarteto Napolitano” de Ferrante e mostra as protagonistas como jovens adultas. Em “História do Novo Sobrenome”, Lila escolhe o caminho de ascensão social pelo casamento com um comerciante, enquanto Elena dedica-se aos estudos. O título se refere ao fato de Lila assumir o nome do marido, o que lhe deixa com a sensação de ter perdido a identidade. Mas Elena também não se sente feliz na sociedade napolitana do começo dos anos 1960. O elenco destaca Margherita Mazzucco e Gaia Girace, que interpretaram as versões adolescentes de Elena e Lila na 1ª temporada e agora aparecem um pouco mais maduras – mas ainda muito jovens. A série é uma coprodução da HBO com a rede pública italiana RAI e a produtora Wildside (também responsável por “The Young Pope”), e deve durar, ao todo, quatro temporadas, cada uma focada num livro diferente de Ferrante. Por curiosidade, o sucesso de “A Amiga Genial” também envolve um mistério de bastidores. Elena Ferrante é um pseudônimo e o(a) autor(a) verdadeiro(a) se nega a revelar sua identidade, o que tem gerado muitas teorias. A 2ª temporada terá seis episódios dirigidos pelo cineasta Saverio Costanzo (“A Solidão dos Números Primos”), que assinou todos os capítulos do primeiro ano, e mais dois episódios comandados por Alice Rohrwacher (“Feliz como Lázaro”). A estreia está marcada para 16 de março nos EUA, após a exibição italiana. No Brasil, a 1ª temporada foi transmitida com uma semana de atraso em relação ao mercado americano.

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  • Série

    The Plot Against America: Trailer legendado imagina EUA presididos por nazista em 1940

    1 de fevereiro de 2020 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer legendado de “The Plot Against America”, minissérie sobre História alternativa, estrelada por Morgan Spector (“The Mist”), Winona Ryder (“Stranger Things”), John Turturro (“Transformers”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”). A produção adapta o livro homônimo de 2004 do renomado autor Philip Roth (“Pastoral Americana”), lançado no Brasil como “Complô Contra a América”, e imagina o que aconteceria se o aviador Charles Lindbergh tivesse se candidatado a presidente e vencido Franklin D. Roosevelt em 1940. Considerado um herói nacional após realizar a primeira travessia aérea do Atlântico, Lindbergh simpatizava com a filosofia nazista, manifestando-se contra a miscigenação racial e a “predominância” dos judeus nos EUA, além de ser contra a participação do país na 2ª Guerra Mundial. A narrativa acompanha uma família judia de classe média, que mora em Nova Jersey, enquanto acontecem as eleições presidenciais. Ryder interpreta Evelyn, que não pode aproveitar sua juventude porque estava cuidando de sua mãe, gravemente doente. Quando um apoiador de Lindbergh se apaixona por ela, Evelyn fica dividida entre sua herança cultural e este novo amor. Tururro vive o apaixonado Lionel Bengelsdorf, que apesar de ser rabino apoia Lindbergh. Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) vive a irmã mais nova de Evelyn, uma dona de casa dedicada que vê seu mundo desmoronar com as tensões criadas pelo novo presidente. Morgan Spector (“Homeland”) interpreta seu marido, que sente na própria pele como o preconceito contra os judeus começa a crescer, sob a sombra do nazismo. A minissérie é criação do premiado roteirista-produtor David Simon (criador de “A Escuta/The Wire” e “The Deuce”) em parceria com o ator-produtor-roteirista-diretor Edward Burns (criador de “Public Morals”). A estreia está marcada para 16 de março.

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  • Reality,  TV

    Flipped: Nova série de comédia com Will Forte e Kaitlin Olson ganha primeiro trailer

    1 de fevereiro de 2020 /

    A plataforma de streaming Quibi divulgou o trailer de sua primeira série de comédia, “Flipped”. E é hilário. A prévia resume a premissa, que mistura gângsteres e reality show de renovação de interiores. A série traz Will Forte (“The Last Man on Earth”) e Kaitlin Olson (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) como um casal que entra num concurso para apresentar um programa televisivo de renovação de interiores, e ao invadir uma casa abandonada para gravar seu piloto, descobrem uma fortuna de traficantes nas paredes da residência. Com o dinheiro, resolvem contratar uma equipe profissional para fazer o trabalho para eles, ganhando o programa de TV. Mas o gângster dono da bolada logo aparece para cobrar a dívida. Eles terão que pagar cada centavo… reformando casas de todo o cartel. É que o traficante adorou o que o casal fez em seu antigo esconderijo e os coloca sob “contrato” privado. Os criadores da série, Steve Mallory (“A Chefa”) e o estreante Damon Jones, inspiraram-se no casal de apresentadores do programa americano “Fixer Upper” para conceber “Flipped”, que também traz em seu elenco os atores Andy Garcia (“Doze Homens e um Segredo”) e Eva Longoria (“Desperate Housewives”). A série estará disponível junto com o lançamento da Quibi, em abril. O detalhe é que todas as produção desse serviço tem episódios de curta duração, com 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular, tanto que o conteúdo será disponibilizado via aplicativo, exclusivamente para aparelhos móveis. Saiba mais sobre a Quibi aqui.

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  • Série

    O Fugitivo: Nova versão da série clássica ganha trailer com Boyd Holbrook e Kiefer Sutherland

    1 de fevereiro de 2020 /

    A plataforma de streaming Quibi divulgou o primeiro trailer da nova versão de “O Fugitivo” (The Fugitive), série clássica dos anos 1960 que também rendeu um filme premiado em 1993. O novo fugitivo do título é interpretado por Boyd Holbrook (“O Predador”), ex-presidiário acusado de um crime que não cometeu, que passa a ser perseguido pelo detetive vivido por Kiefer Sutherland (“24 Horas”) – situação vivida por Harrison Ford e Tommy Lee Jones no cinema. Como mostra a prévia, a trama básica será atualizada com a paranoia terrorista dos dias atuais. E também com uma boa dose de fake news. A sinopse divulgada diz que, quando uma bomba explode no metrô de Los Angeles, tuítes sugerem que o personagem de Holbrook foi o responsável pelo atentado. Acusado injustamente – e muito publicamente -, ele deve provar sua inocência descobrindo o verdadeiro criminoso, antes que o lendário policial que lidera a investigação possa prendê-lo. O reboot foi criado por Nick Santora (criador de “Scorpion”) e a direção estará a cargo do cineasta Stephen Hopkins (“Raça”). A série estará disponível junto com o lançamento da Quibi, em abril. O detalhe é que todas as produção desse serviço tem episódios de curta duração, com 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular, tanto que o conteúdo será disponibilizado via aplicativo, exclusivamente para aparelhos móveis. Saiba mais sobre a Quibi aqui.

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  • Filme

    Plataforma Quibi ganha seu primeiro comercial

    1 de fevereiro de 2020 /

    A vindoura plataforma de streaming Quibi divulgou seu primeiro comercial. O vídeo foi produzido para exibição no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA, mas já pode ser visto abaixo, antecipado no YouTube. Criada especificamente para celulares, a Quibi vai apresentar programas de até 10 minutos de duração. Seu nome, usado como sinônimo de atividade rápida no comercial, vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que construiu um portfólio impressionante de projetos para seu lançamento. Entre outras produções em desenvolvimento, há desde séries de terror de Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos, incluindo reality shows. Cada programa terá capítulos de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo alimentados pela Netflix, que popularizou longas maratonas de séries. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., MGM e Alibaba, e pretende oferecer 175 conteúdos semanais e 8,5 mil episódios ao longo de seu primeiro ano. Apesar da aposta no formato, as iniciativas de emplacar séries curtas e exclusivas de dispositivos móveis não deram certo até o momento – veja-se, como exemplo, a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A plataforma Quibi será inaugurada em 6 de abril nos EUA.

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  • Etc

    Sarah Michelle Gellar e Freddie Prinze Jr. comemoram 20 anos de sua história de amor

    1 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Sarah Michelle Gellar comemorou os 20 anos de romance com seu marido, o também ator Freddie Prinze Jr., com um post no Instagram. Ela compartilhou uma montagem com duas fotos do casal, uma de 2000 e outra de 2020, escrevendo sobre elas: “Há 20 anos, nesta semana, meu amigo e eu deveríamos jantar com uma amiga em comum de fora da cidade. Essa amiga perdeu o voo, mas decidimos continuar nos conhecendo”, escreveu sobre a primeira imagem. “Agora, 20 anos juntos, 17 de casados e com duas crianças”, completou a atriz, que agradeceu ainda a amiga que não apareceu para o jantar. Gellar e Prinze se conheceram durante as filmagens do terror “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, em 1997, e depois ainda estrelaram juntos dois filmes live-action do “Scooby-Doo”, em 2002 e 2004. O ator vai estrelar a seguir o revival da série “Punky, a Levada da Breca” na vindoura plataforma Peacock (da Comcast, isto é: NBCUniversal), enquanto a atriz tem dois projetos de série em desenvolvimento, um deles para a rede Fox. Ver essa foto no Instagram 20 years ago this week, my friend @realfreddieprinze and I were supposed to have dinner with a mutual friend from out of town. That friend missed her flight, but we decided to still meet and catch up. Now 20 years together, 17 plus married and two kids, we still go to that restaurant for dinner. So thank you @sloaney77 for not showing up for dinner. Uma publicação compartilhada por Sarah Michelle (@sarahmgellar) em 31 de Jan, 2020 às 9:26 PST

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  • Série

    Soundtrack: Criador de série cancelada critica divulgação inexistente da Netflix

    1 de fevereiro de 2020 /

    Inconformado com o cancelamento de “Sountrack” poucas semanas após seu lançamento, o criador e produtor executivo da série, Joshua Safran (criador de “Quantico ), desabafou suas frustrações com a Netflix nas redes sociais, reclamando da falta de atenção recebida pela atração. “E se você fizesse uma série e ninguém soubesse?”, ele escreveu, para introduzir o problema de divulgação que enfrentou. Dizendo que ele e a equipe “trabalharam incansavelmente” em “Soundtrack”, sentindo “que tínhamos feito algo único, novo, diferente e ótimo”, ele apontou que a série não teve repercussão alguma. “Ela simplesmente desapareceu. Quase não rendeu críticas. Pessoalmente, sinto que nem sequer estreou”. Safran reparou que, mesmo assim, “a série encontrou fãs. E normalmente eles indagavam: ‘Como é que ninguém conhece essa série?’, o que só aumentava nossa dor”. Apesar do cancelamento, ele ainda incentivou quem não viu a série a conhecê-la, porque os episódios não terminam em gancho para algo que nunca virá. “Embora tenha uma única temporada, ‘Sountrack’ tem começo e fim, e encerra sua jornada. É realmente como aquele termo temido: um filme de 10 horas de duração. E eu espero que você consiga vê-lo algum dia.” O desabafo de Safran revela que não é apenas dinheiro que a Netflix está queimando com sua atual prática de lançar séries sem divulgação em sua plataforma. A empresa também está comprando brigas com criadores de conteúdo e sinalizando para o mercado que trata sua programação com desaso. O romance passado em meio à indústria musical e estrelado por Callie Hernandez (“La La Land”), Paul James (“Greek”), Jenna Dewan (“Ela Dança, Eu Danço”) e Madeline Stowe (série “Revenge”) foi cancelado sem jamais ter rendido trailer para o mercado brasileiro. E, poucos dias depois, a mesma prática foi ensaiada com a série nacional “Onisciente”, gerando polêmica nas redes sociais. De modo significativo, o próximo trabalho de Safran será numa concorrente da Netflix, a vindoura plataforma HBO Max. Ele é cocriador e showrunner do revival de “Gossip Girl” para o serviço de streaming da WarnerMedia, que será inaugurado em maio nos EUA. Some thoughts on today. pic.twitter.com/wbFKpx90tg — Joshua Safran (@Anthologist) February 1, 2020

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  • Etc,  Série

    Gwyneth Paltrow é acusada de promover charlatanismo em série sobre saúde da Netflix

    1 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Gwyneth Paltrow (“Vingadores: Ultimato”) está às voltas com uma nova polêmica envolvendo seu negócio como empresária-celebridade. A série da Netflix em que divulga sua grife de produtos femininos e dá dicas para mulheres foi considerada um “risco considerável à saúde” por Simon Stevens, diretor-executivo do respeitado Serviço Público de Saúde Britânico (NHS, na sigla em inglês). Durante um evento acadêmico realizado na quinta (30/1) em Oxford, Stevens condenou os “produtos duvidosos de bem-estar e tratamentos suspeitos” oferecidos pela Goop, empresa de Paltrow, que são abordados na série de streaming “The Goop Lab”, apresentada pela atriz. Para ele, a série serve apenas para espalhar “mitos” e “desinformação”. A crítica contundente levou a Netflix a divulgar uma nota, em que afirma que o programa foi “criado para entreter e não para fornecer orientações médicas”. “The Goop Lab”, que estreou em 24 de janeiro, testa a suposta eficácia de terapias alternativas para doenças físicas e mentais — e é gravada na sede da Goop. Uma porta-voz da empresa também disse que eles são “transparentes ao abordar tópicos que podem não ter respaldo científico ou estar em estágios iniciais de avaliação”. Ao longo da série de seis capítulos, Paltrow se cerca de médicos, pesquisadores e profissionais de medicina alternativa para avaliar práticas que variam de “exorcismos energéticos” ao uso de drogas psicodélicas no tratamento de distúrbios de saúde mental. Mas, para Stevens, o resultado é a simples promoção do charlatanismo às custas da saúde dos espectadores. “A Goop acaba de lançar uma nova série de TV, na qual Gwyneth Paltrow e sua equipe testam tratamentos como ‘facelift do vampiro’ e apoiam um massagista que afirma curar tanto traumas psicológicos agudos quanto efeitos colaterais, simplesmente ao mover as mãos duas polegadas acima do corpo do cliente”, disse o chefe do NHS. “A marca dela vende repelente para vampiros, diz que filtro solar químico é uma péssima ideia, promove a lavagem intestinal e máquinas para enema de café, apesar de apresentarem riscos consideráveis à saúde.” “Enquanto antes as notícias falsas costumavam passar de boca em boca, agora todo mundo sabe que mentiras e informações incorretas podem circular pelo mundo com um clique”, continuou Stevens. “Os mitos e a desinformação foram turbinados pela disponibilidade de informações equivocadas online. Embora o termo ‘fake news’ leve a maioria das pessoas a pensar em política, a preocupação natural com a própria saúde e, especialmente, com a de seus entes queridos, torna esse terreno particularmente fértil para charlatães, impostores e excêntricos”, acrescentou. A Goop surgiu em setembro de 2008 como uma newsletter sobre estilo de vida produzida por Paltrow para seus amigos. Desde então, se transformou em um negócio de beleza e estilo de vida avaliado em US$ 250 milhões, com um site, loja online, lojas físicas, uma revista e, agora, a série da Netflix. Mas todo esse crescimento foi acompanhado por polêmicas e até processos judiciais. Em 2018, a Goop fez um acordo para pagar uma multa de US$ 145 mil por ter feito “afirmações não científicas” sobre o uso de “ovos vaginais” de pedras e cristais, que estava vendendo. A empresa dizia que os ovos de jade e quartzo rosa, inseridos no canal vaginal, eram capazes de equilibrar os hormônios e regular o ciclo menstrual, entre outras coisas. Segundo especialistas médicos, o uso de tais ovos não tinha embasamento científico e poderia até ser perigoso para a saúde. O pagamento foi feito rapidamente num acordo dentro de um processo de propaganda enganosa movido pelo Departamento de Proteção ao Consumidor da Califórnia, que acusou a Goop de fazer afirmações infundadas sobre supostos benefícios para a saúde do ato de inserir pedras na vagina. Apesar disso, os chamados “ovos de jade” continuam a ser comercializados até hoje no site da companhia. Veja abaixo o trailer da série de Paltrow.

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  • Etc

    Quinto casamento de Pamela Anderson ameaça acabar após 12 dias

    1 de fevereiro de 2020 /

    Durou 12 dias a alegria de Pamela Anderson por ocasião de seu quinto casamento. Ela se casou com o produtor de cinema Jon Peters numa cerimônia privada em 20 de janeiro. E neste sábado surgiu a notícia de que o casal está em crise e praticamente se separando. Em comunicado à imprensa, a atriz disse que “separou um tempo para reavaliar o que queremos da vida e um do outro. A vida é uma jornada e o amor é um processo. Com essa verdade universal em mente, decidimos mutuamente adiar a formalização de nossa certidão de casamento e depositar nossa fé no processo”, disse, pedindo privacidade. Uma fonte próxima à atriz confirmou à revista The Hollywood Reporter que o casal não chegou a protocolar a documentação legal para obter uma certidão de casamento após a cerimônia realizada na praia de Malibu, na grande Los Angeles, na qual participaram os dois filhos de Anderson e as três filhas de Peters, além da ex-esposa do produtor, Christine Forsyth-Peters. Peters não fez nenhum comentário. Embora os dois viessem de quatro casamentos diferentes, Anderson e Peters tinham uma ligação antiga, já que namoraram há mais de 30 anos. O produtor conheceu Anderson em meados dos anos 1980 na Mansão Playboy, quando a atriz acabara de chegar em Los Angeles, vindo da Columbia Britânica. “Entrei e vi esse anjinho sentado no bar. Era Pammy. Ela tinha 19 anos. Eu sabia que ela seria uma grande estrela”, contou o produtor, por ocasião de um tributo a Hugh Hefner, criador da Playboy, falecido em 2017. Anderson acabou posando para 13 capas da Playboy, um recorde que a tornou a personificação da mítica loira da publicação, e ajudou a popularizar seu nome. Peters pagou por suas aulas de teatro e aulas de dança e voz, ajudando a lançar sua carreira na tela, primeiro na série “Home Improvement” e depois como a salva-vidas CJ Parker no hit internacional “Baywatch” (“SOS Malibu” no Brasil), que a transformou em ícone dos anos 1990. Os ex de Anderson incluem o roqueiro Tommy Lee, do Mötley Crüe, com quem ela tem dois filhos adultos, outro rockeiro, Kid Rock, e Rick Salomon (duas vezes). Mais recentemente, ela se juntou à estrela do futebol francês Adil Rami, num relacionamento que acabou em denúncia de violência doméstica. Já a vida amorosa de Peters não fica atrás. Ele acabou seu segundo casamento, com a atriz Lesley Ann Warren, em meio a um caso público com Barbra Streisand, que o então cabeleireiro conheceu no set da comédia “Nossa, que Loucura!” (1974). O affair tórrido durou 12 anos e gerou a versão de “Nasce uma Estrela” estrelada por Streisand em 1976, que lançou a carreira de produtor de Peters (ele também produziu o remake de 2018 com Bradley Cooper e Lady Gaga). Depois disso, produziu inúmeros sucessos comerciais, como e “Um Lobisomem Americano em Londres”, “Flashdance”, “Batman”, “O Homem de Aço” e foi casado com a produtora Christine Forsyth-Peters. Este casamento acabou pacificamente, tanto que ela foi convidada para acompanhar a cerimônia em Malibu.

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