The Blacklist é renovada para 8ª temporada
A rede americana NBC renovou “The Blacklist” (A Lista Negra) para sua 8ª temporada. A série chegou ao 150º episódio e não há previsão de que o próximo ano seja o último. “Parabéns ao nosso elenco incrível, produtores e equipe, que continuam a alcançar a excelência semana após semana”, disseram Lisa Katz e Tracey Pakosta, co-presidentes de programação de da NBC Entertainment, em comunicado. “Não poderíamos estar mais animados em continuar a história de Red e Liz na 8ª temporada.” A série, que estreou em setembro de 2013, traz James Spader como o criminoso procurado Raymond Reddington e Megan Boone como a agente do FBI Liz Keen, com quem Red tem um relacionamento pessoal complicado. Na trama, enquanto Liz busca respostas (geralmente falsas) sobre a misteriosa conexão dos dois, Red ajuda o FBI a rastrear criminosos perigosos. O elenco também inclui Diego Klattenhoff, Harry Lennix, Amir Arison e Hisham Tawfiq. Atualmente, o programa está em hiato, no meio da 7ª temporada, que recomeça em 20 de março. “The Blackist” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN, pela Rede Globo e pela Netflix.
Spectros: Netflix lança outra série brasileira quase sem divulgação
Depois de jogar no ar a série brasileira “Onisciente”, nova atração de Pedro Aguilera (o criador de “3%”), praticamente sem divulgação, a Netflix repetiu a dose nesta sexta (20/2), liberando mais uma atração nacional sem fazer alarde. A plataforma não divulgou trailer no YouTube, não acionou o mailing de imprensa para lembrar da estreia nem destacou o lançamento no recente evento grandioso que realizou em São Paulo há menos de um mês para promover, supostamente, seus novos lançamentos nacionais. Pelo menos, “Spectros” teve um trailer liberado no Twitter e Facebook (mas não no Instagram) há impressionantes quatro dias da estreia – “Onisciente” não teve nem isso, já que sua divulgação começou e terminou após seu lançamento. Grande parte de divulgação da série tem sido iniciativa da produtora Moonshot Pictures (“Sessão de Terapia”), que coproduz “Spectros” com o americano Douglas Petrie, criador da minissérie “Os Defensores”, da Marvel. A série se passa nos dias atuais no bairro da Liberdade, em São Paulo. A trama acompanha cinco adolescentes acidentalmente atraídos para uma realidade sobrenatural que não compreendem e que se conecta com eventos acontecidos no mesmo local em 1858, conforme espíritos japoneses buscam vingança por erros cometidos no passado. O elenco destaca Danilo Mesquita (“3%”), Enzo Barone (“Amigo de Aluguel”) e os estreantes Claudia Okuno, Pedro Carvalho e Mariana Sena. A série tem oito episódios e já está disponível para os assinantes da Netflix em todo o mundo. Veja abaixo o trailer e o pôster divulgados no Twitter. E vamos de nova série brasileira! Tô um pouco confusa e um tanto quanto apavorada com essa boneca, mas já amando tudo. Spectros estreia dia 20 de fevereiro. pic.twitter.com/twSPuzm1R6 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) February 16, 2020
Angelina Jolie escreve editorial criticando longa duração da guerra na Síria
A edição desta quinta (20/2) da revista americana Time trouxe um texto editoral de Angelina Jolie, criticando a longa duração do conflito na Síria, Embaixadora especial da ACNUR (Agência das Nações Unidas para os Refugiados, Angelina frisou que sua primeira visita ao país foi em 2011 e, na época, já tinha se chocado com a violência que as crianças traziam em seus corpos mutilados, detalhando o caso de um menino que teve a perna arrancada durante um ataque aéreo em sua cidade. “Eu esperava que histórias como a dele pudessem forçar os países ricos e poderosos do mundo a intervir para impedir a violência”, escreveu a atriz, como uma carta aberta aos países integrantes da ONU. “Mas agora, quase uma década depois, isso me parece uma metáfora do próprio conflito sírio: a inocência destruída de uma geração de crianças; o dano irreversível infligido a uma sociedade secular e multiétnica; e os anos de pedidos de ajuda que ficaram sem resposta”. Desde que a guerra na região começou, Angelina visitou refugiados da Síria por pelo menos 10 vezes. “No começo, as famílias que conheci eram esperançosas. Elas diziam: ‘Por favor, conte às pessoas o que está acontecendo conosco’, confiando que, uma vez que a verdade fosse conhecida, o mundo viria em seu socorro”, refletiu. “Mas a esperança se transformou em raiva e luta pela sobrevivência: a raiva do pai que segurou seu bebê comigo, perguntando: ‘Ele é terrorista? Meu filho é terrorista?’ e a dor das famílias que conheci que enfrentavam escolhas diárias sobre quais de seus filhos receberiam alimentos e remédios escassos”, desabafou. No decorrer do texto, Angelina lembrou que o massacre de crianças naquela região não foi suficiente para sensibilizar àqueles que, segundo ela, são interessados na destruição da Síria. Além disso, ela comentou que nenhuma resolução internacional foi suficiente para impedir que o país fosse dizimado, que nem mesmo a ONU tem sido capaz de contar os mortos e criticou a falta de ação do governo americano. “Isso também levanta questões fundamentais para nós, como americanos: quando deixamos de querer defender os menos favorecidos, os inocentes e os que lutam por seus direitos humanos? E que tipo de país seríamos se abandonássemos esse princípio? Hoje há muita atenção na América na autopreservação. Mas a paz é quase sempre lutada com mais força por aqueles que realmente entendem a guerra”, acrescentou. Por fim, ela pediu o cessar-fogo na região, e que os Estados Unidos atuem nesse sentido. “A história mostra que, quando lutamos pela libertação da Europa na 2ª Guerra Mundial, ou contribuímos para a construção da ordem global do pós-guerra, o fizemos por nossos próprios interesses – e colhemos os benefícios. Mas quando os Estados Unidos foram atacados em 11 de setembro, muitos países fizeram uma causa comum conosco porque conquistamos a amizade deles”, apontou a atriz vencedora do Oscar.
Depois de vídeo pornô, Bella Thorne vira freira nas ruas de Los Angeles
Depois de ganhar um prêmio por sua estreia como diretora de filme pornô, a atriz Bella Thorne foi ao outro extremo e apareceu vestida de freira nas ruas de Los Angeles. Videos e fotos flagraram a ex-Disney Channel durante a filmagem de um novo projeto, em que aparece como uma freira, segurando um sino e um pote de plástico ilustrado por um crucifixo, em meio a carros dos anos 1970. Ela confirmou que se trata de um novo filme com uma postagem no Instagram, mas não deu detalhes. “Não te interessa. Nova semana, novo filme”, escreveu como legenda de uma foto em que aparece vestida de freira, fazendo um trocadilho com as palavras nun (noviça, ou freira) e none. Segundo apurou o jornal britânico Daily Mail, o filme se chama “Habit” (hábito, como o vestuário de uma freira), mas não há informações a respeito de nenhuma filmagem com este título no IMDb, que lista cinco projetos diferentes da atriz de 22 anos em pré-produção. Ver essa foto no Instagram Nun -ya-business New week new movie 🌹 Uma publicação compartilhada por BELLA (@bellathorne) em 19 de Fev, 2020 às 12:39 PST
Filmes sobre crime de Suzane Von Richthofen ganham novas fotos
A Galeria Distribuidora divulgou quatro novas fotos de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”, filmes com narrativas paralelas que exploram a polêmica em torno do assassinato dos pais de Suzanne Von Richthofen, comparando as versões dadas pela jovem e por seu namorado, Daniel Cravinhos. Os dois foram condenados pelo crime. O elenco destaca a atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) como Suzane e Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, enquanto a família de Suzane é representada por Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”), Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) e o menino Kauan Ceglio (“Santos Dumont”). O elenco também inclui Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”) como Christian, o irmão e cúmplice de Daniel. Os longas têm direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiros escritos por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy, criminóloga que é considerada a maior especialista em serial killers do Brasil. Ambos vão estrear no dia 2 de abril.
Terror A Órfã vai ganhar prólogo com a história de Esther
O terror “A Órfã” vai ganhar um prólogo. A Warner contratou o diretor William Brent Bell, da franquia “Boneco do Mal”, para comandar “Esther”, que vai contar a história da psicopata mirim adotada por Vera Farmiga (“Invocação do Mal”) no filme original de 2009. O prólogo vai mostrar a personagem quando ela ainda era conhecida como Lena Klammer, uma menina que escapou de um manicômio na Rússia e conseguiu chegar até os EUA. Lá, ela assume uma nova identidade, como a filha desaparecida de uma família rica. O roteiro de “Esther” está a cargo de David Coggeshall (“Evocando Espíritos 2”) e ainda não há previsão de estreia. Politicamente incorreto, o terror “A Órfã” fez grande sucesso ao explorar o temor de que crianças adotadas possam representar perigo em potencial para suas novas famílias. O filme popularizou a atriz Isabelle Fuhrman, que viveu Esther aos 12 anos e depois coadjuvou com destaque “Jogos Vorazes” (2012), além de ter impulsionado a carreira do diretor espanhol Jaume Collet-Serra, atualmente mais conhecido por uma variedade de thrillers de ação estrelados por Liam Neeson.
Westworld: Trailer da 3ª temporada revela quase uma série nova
A HBO divulgou um pôster e o novo trailer legendado da 3ª temporada de “Westworld”. E a prévia, que transforma Guns ‘N Roses em tema para piano, é tão diferente dos episódios anteriores que parece quase uma série nova – uma combinação de “Matrix” e “Blade Runner”, com direito até à visual cinematográfico. Na nova fase, o clima sci-fi toma conta dos cenários, com muitos robôs, carros voadores e outros efeitos, revelando que a trama se passa num futuro muito mais avançado que os passeios no interior do parque Westworld sugeriam. Entretanto, a nova abordagem não é um reboot completo, porque parte da trama continua a acompanhar eventos do parque. Como o cenário do Velho Oeste queimou no incêndio que devastou Malibu no final de 2018, a cidadezinha com cowboys foi substituídos por uma recriação temática da ocupação nazista da França durante a 2ª Guerra Mundial. Isto significa que boa parte do elenco não voltará a aparecer. Mas Rodrigo Santoro continua na série, graças à sua ligação com a personagem Maeve (Thandie Newton), que “volta à vida” como alternativa para deter Dolores (Evan Rachel Wood). Além disso, há novos intérpretes, como Aaron Paul (de “Breaking Bad”) e Vincent Cassel (“O Filme da Minha Vida”), em lados diferentes da luta entre Maeve e Dolores. Um detalhe curioso é que, como o trailer acompanha o ponto de vista da personagem de Evan Rachel Wood, a linha entre heróis e vilões se embaralha. O objetivo final também é muito mais ambicioso. Se antes se tratava de comandar uma rebelião de robôs para fugir do parque, meta atingida no final da 2ª temporada, agora a narrativa se encaminha para um confronto que visa “salvar o mundo”, nas palavras do Homem de Preto (Ed Harris). E na conta de Charlotte (Tessa Thompson), são apenas cinco rebeldes contra o mundo. A 3ª temporada de “Westworld” estreia em 15 de março.
CEO da Disney diz que Tom Holland lhe deve um chope por salvar o Homem-Aranha
Bob Iger, o poderoso CEO da The Walt Disney Company, brincou que Tom Holland lhe deve um chope por salvar o Homem-Aranha. Ele fez a brincadeira numa publicação do Twitter, em que compartilhou fotos com Holland e Chris Pratt no tapete vermelho da première de “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, animação da Pixar que, em inglês, tem título curtinho (“Onward”). “A estreia de ontem à noite do novo filme da Pixar, ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’, me deu a chance de ver amigos da Marvel Studios – Chris Pratt e Tom Holland! Tom me deve um ‘chope’ por salvar Homem Aranha!”, escreveu Iger. O CEO da Disney refere-se, na piada, às negociações entre Disney e Sony para produzir um terceiro filme do Homem-Aranha. O herói chegou a ficar alguns dias fora do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) após os estúdios endurecerem suas posições para renovar a parceria. Os bastidores dessa história foram revelados pela revista The Hollywood Reporter em outubro passado. A publicação informou que o intérprete do herói teve encontros com Bob Iger e Tom Rothman, o chefão da Sony, após o anúncio de que o Aranha não estaria mais no Universo Marvel. Ele usou sua participação na D23, a Comic Con da Disney, para mobilizar fãs e usar essa influência para demonstrar aos dois executivos como a permanência do Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) seria mais lucrativo para ambos, com maior venda de ingressos e nenhum protesto de fãs. Ele também teria usado seu contrato para estrelar “Uncharted”, adaptação de game que a Sony pretende transformar em franquia, para fazer Rothman reconsiderar a separação, e se tornou uma das raras estrelas de cinema a ser recebida pessoalmente por Iger, um dos homens mais poderosos de Hollywood, para discutir o aspecto comercial do lançamento de um filme. Tom Holland tem apenas 23 anos. Graças a seus esforços, os dois estúdios retomaram as discussões. No final, Rothman declarou: “Acho que foi uma vitória para a Sony. Acho que foi uma vitória para a Disney. Acho que foi uma vitória para fãs e espectadores”. Ainda não há previsão de estreia para o terceiro filme do Homem-Aranha estrelado por Holland. Mas “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica” é a próximo lançamento do ator. E se trata de mais um trabalho de dublagem, após “Um Espião Animal” e “Dolittle”. No filme, ele e Chris Pratt são irmãos elfos, que tentam reencontrar a magia perdida num reino de fadas contemporâneo, em que a fantasia foi substituída pela tecnologia. A estreia está marcada para 5 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Last night's premiere of @Pixar latest film, #Onward, gave me a chance to see @MarvelStudios friends–#ChrisPratt and #TomHolland! Tom owes me a "pint" for saving @SpiderMan! pic.twitter.com/JP1UOQJa6h — Robert Iger (@RobertIger) February 19, 2020
Festival de Berlim: Kleber Mendonça Filho diz que governo tenta destruir cinema brasileiro
O diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho acabou concentrando a atenção da imprensa internacional durante a entrevista coletiva do júri do 70º Festival de Berlim, iniciado nesta quinta (20/2) na capital da Alemanha. Após pronunciamento do presidente do júri, o ator britânico Jeremy Irons (“Watchmen”), o cineasta pernambucano virou foco de perguntas de jornalistas estrangeiros perplexos com a situação política do Brasil, após a repercussão mundial do ataque do governo Bolsonaro à Petra Costa, diretora do documentário indicado ao Oscar “Democracia em Vertigem”, e as declarações disparatadas do presidente contra o ator Leonardo DiCaprio. Conhecido por filmes politizados, Kleber Mendonça Filho precisou responder se ainda era bem-vindo no Brasil. “Por sorte, sou bem-vindo em todos os lugares, inclusive aqui”, disse o diretor de “Bacurau” e “Aquarius”. “Vou continuar fazendo meus filmes, viajando com eles e falando o que penso. Nada vai mudar em termos de dizer o que penso”, acrescentou. Mendonça Filho também abordou o paradoxo atual do audiovisual brasileiro, representado pela presença recorde de 19 produções e coproduções brasileiras em Berlim no momento em que a produção de filmes se encontra paralisada no país – desde a posse de Bolsonaro, incentivos foram cortados e nenhuma verba foi liberada para novos projetos cinematográficos. “Estamos no melhor momento da história do cinema brasileiro e é exatamente o momento em que a indústria cinematográfica do país está sendo desmantelada dia a dia”, ele apontou. “Claro que estou preocupado. Temos cerca de 600 projetos entre cinema e televisão completamente congelados pela burocracia. O cinema brasileiro percorreu um longo caminho e tem uma história longa, é muito diverso. Foram mais de 20 anos de trabalho duro para construir isso. Temos uma lista muito diversa de cineastas do Brasil todo, não só do Sudeste, que economicamente e historicamente era onde o dinheiro estava concentrado. E é isso que está sendo destruído agora.” O cineasta contou que muitos cineastas jovens o procuram, preocupados com a perspectiva de conseguir seguir na carreira. “Eu digo que é uma época dura, mas também excelente para fazer filmes, porque a tecnologia ajuda e temos um país ainda mais cheio de contradições, conflitos e drama”, contou. Para completar, Mendonça Filho ainda comentou a morte de José Mojica Marins, o Zé do Caixão. “Ele foi um dos maiores diretores brasileiros na minha opinião, mas muito incompreendido no passado por fazer cinema de gênero. Nas últimas décadas os filmes de gênero, que sempre foram importantes e maravilhosos, ganharam respeitabilidade. Para mim, o cinema de gênero é um dos exemplos mais extremos de fazer cinema, mas não significa que só considero filmes de gênero, porque o cinema é rico o suficiente para ser diversificado.” Os demais integrantes do júri – a atriz franco-argentina Bérenice Bejo (de “O Artista” e “O Passado”), a produtora alemã Bettina Brokemper (parceira dos filmes de Lars von Trier, de “Dogville” a “A Casa que Jack Construiu”), a diretora palestina Annemarie Jacir (“Wajib – Um Convite de Casamento”), o diretor e roteirista americano Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira Mar”) e o ator italiano Luca Marinelli (“Entre Tempos”) – foram questionados apenas sobre o que esperam do festival e qual critério adotarão para escolher os melhores filmes. Jeremy Irons, que se manifestou sobre declarações polêmicas de seu passado, finalizou dizendo-se a favor de pautas progressistas, como direitos LGBTQIA+ e feminismo, e espera que alguns dos filmes da competição abordem esses assuntos e muitos outros problemas enfrentados no mundo. “Estou ansioso por assistir a longas que nos levem a questionar atitudes, preconceitos e mostrem percepções diferentes de mundo.”
Festival de Berlim começa com presença recorde de filmes brasileiros
O Festival de Berlim começa sua sua 70ª edição nesta quinta (20/2) com participação brasileira recorde. O evento alemão vai projetar nada menos que 19 filmes com produção nacional. Destes, apenas quatro trazem o Brasil na condição de parceiro minoritário, entre eles o documentário “Nardjes A.”, dirigido pelo brasileiro Karim Ainouz (“A Vida Invisível”), que registra protestos civis na Argélia. A maioria dos filmes será exibido em seções paralelas à mostra principal, mas o país também está na disputa do Urso de Ouro com “Todos os Mortos”, codirigido por Caetano Gotardo (“O que se Move”) e Marco Dutra (“As Boas Maneiras”). A dupla, que se conheceu há duas décadas no curso de Cinema da USP, divide a direção pela primeira vez, após trabalharem em funções diferentes nos premiados terrores “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras” – Gotardo foi o editor dos filmes dirigidos por Dutra e Juliana Rojas (que agora é editora de “Todos os Mortos”). Os diretores também assinam o roteiro, que se passa logo após a Abolição da Escravatura, no fim do século 19. Ainda sem data de estreia no Brasil, “Todos os Mortos” vai tentar repetir as vitórias históricas de “Central do Brasil” (1998) e “Tropa de Elite” (2008) no famoso festival alemão, onde concorrerá com outros 17 títulos – de diretores como o americano Abel Ferrara (“Siberia”), o taiwanês Tsai Ming-Liang (“Rizi”), o francês Philippe Garrel (“Le Sel des Larmes”), o cambojano Rithy Panh (“Irradiés”) e a britânica Sally Potter (“The Roads Not Taken”). Dos 18 filmes na mostra oficial, seis são dirigidos ou codirigidos por mulheres, um índice menor que o recorde do ano passado (45%), mas acima do registrado em Cannes e principalmente em Veneza, que enfrentou protestos por incluir apenas duas diretoras entre as 21 obras na disputa do Leão de Ouro de sua última edição. Um cineasta brasileiro vai votar na premiação. Kleber Mendonça Filho, de “Aquarius” e “Bacurau”, faz parte do júri principal do festival, responsável por escolher os melhores do evento e entregar o troféu Urso de Ouro ao vencedor da competição cinematográfica. Ao lado dele, estão o ator britânico Jeremy Irons (“Watchmen”), que preside o comitê, a atriz franco-argentina Bérenice Bejo (de “O Artista” e “O Passado”), a produtora alemã Bettina Brokemper (parceira dos filmes de Lars von Trier, de “Dogville” a “A Casa que Jack Construiu”), a diretora palestina Annemarie Jacir (“Wajib – Um Convite de Casamento”), o diretor e roteirista americano Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira Mar”) e o ator italiano Luca Marinelli (“Entre Tempos”). Confira abaixo a lista de filmes brasileiros selecionados para o evento, que vai acontecer até o dia 1º de março na capital da Alemanha. LONGAS MAJORITÁRIOS BRASILEIROS “Todos os Mortos”, codirigido por Caetano Gotardo e Marco Dutra, coprodução da Dezenove Som e Imagem e Filmes do Caixote com a França (competitição do Urso de Ouro) “Alice Junior”, direção de Gil Baroni, produção da Beija Flor Filmes (mostra Generation) “Cidade Pássaro”, direção de Matias Mariani, produção da Primo Filmes”, coprodução com França (mostra Panorama) “Irmã”, direção de Luciana Mazeto e Vinicius Lopes, produção da Pátio Vazio (mostra Generation) “Luz nos Trópicos”, direção de Paula Gaitán, produção da Aruac e Pique-Bandeira (mostra Forum) “Meu Nome É Bagdá”, direção de Caru Alves de Souza, produção da Manjericão Filmes (mostra Generation) “O Reflexo do Lago”, direção de Fernando Segtowick, produção da Marahu Filmes (mostra Panorama) “Vento Seco”, direção de Daniel Nolasco, produção da Panaceia Filmes (mostra Panorama) “Vil, Má”, direção de Gustavo Vinagre, produção da Carneiro Verde e Avoa Filmes (mostra Forum) CURTAS/MÉDIAS “(Outros) Fundamentos”, direção de Aline Motta (mostra Forum Expanded) “Apiyemiyeki?”, direção de Ana Vaz em coprodução com França, Holanda e Portugal (mostra Forum Expanded) “Jogos Dirigidos”, direção de Jonathas de Andrade (mostra Forum Expanded) “Letter From A Guarani Woman In Search Of Her Land Without Evil”, de Patricia Ferreira (mostra Forum Expanded) “Rã”, direção de Julia Zakia e Ana Flávia Cavalcanti, produção da Gato do Parque (mostra Panorama) “Vaga Carne”, direção de Grace Passô e Ricardo Alves Jr, produção da Grãos da Imagem (mostra Forum Expanded) COPRODUÇÕES INTERNACIONAIS “Chico Ventana Tambien Quisiera Ter Un Submarino”, direção de Alex Piperno (Uruguai), coprodução brasileira Desvia (mostra Forum) “Los Conductos”, direção de Camilo Restrepo (Colômbia), coprodução brasileira If You Hold a Stone (mostra Encounters) “Nardjes A.”, direção de Karim Ainouz (Brasil), coprodução com Argélia, França e Alemanha (mostra Panorama) “Un Crimen Común”, direção de Francisco Márquez (Argentina)”, coprodução brasileira Multiverso (mostra Panorama)
Estreias: Cinemas recebem fantasias infantis no Carnaval
O Carnaval começa com fantasias. Os cinemas recebem nesta quinta (20/2) três lançamentos amplos que trazem histórias clássicas infantis repaginadas para as crianças atuais. Curiosamente, apenas uma dessas adaptações foi classificada com censura livre: “O Chamado da Floresta”. A produção da Disney recria a famosa obra literária de Jack London (1876–1916) sobre o cachorro doméstico Buck, que, após sofrer com abandono, precisa reencontrar sua selvageria para sobreviver no Alasca. A trama foi atualizada para o século 21 e não apenas em sua ambientação: o cão que contracena com Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”) é criado por computação gráfica. O longa também estreia neste fim de semana nos EUA, onde conta com 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Dolittle” é baseado nos livros infantis dos anos 1920 de Hugh Lofting, que igualmente renderam inúmeras adaptações – inclusive comédias com Eddie Murphy. A versão da Universal se passa na época vitoriana e traz Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”) como o veterinário que entende literalmente os animais. Considerado um desastre pior que “Cats” pela crítica americana, recebeu apenas 15% de aprovação e implodiu nas bilheterias ao ser lançado na América do Norte em janeiro passado. Por fim, “Maria e João: O Conto das Bruxas” é uma variação da fábula de João e Maria (Hansel e Gretel, no original) que, ao valorizar os elementos macabros da narrativa dos irmãos Grimm, resulta num “terror” impróprio para menores de 14 anos. O filme traz Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”) como a menina Gretel/Maria, que se perde no meio da floresta com seu irmão menor e acaba encontrando abrigo na casa de uma bruxa. Um detalhe curioso é que o diretor Oz Perkins é filho do grande ator Anthony Perkins, que aterrorizou gerações como o Norman Bates de “Psicose” (1960). Sem entusiasmar a imprensa dos EUA (38% entre os críticos tops), o longa agradou aos geeks e atingiu 63% como nota final no Rotten Tomatoes. A lista americana ainda inclui um drama adulto, “Luta por Justiça”, que tem 83% de aprovação e foi indicado a vários prêmios. O longa adapta o livro de memórias de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial no sistema legal racista e que se envolveu num caso de grande repercussão no final dos anos 1980. O elenco reúne três estrelas da Marvel: Michael B. Jordan (o vilão de “Pantera Negra”) como Stevenson, Jamie Foxx (o vilão de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) como um inocente condenado à morte e Brie Larson (a “Capitã Marvel”) como assistente da defesa. A direção é de Destin Daniel Cretton, que também entrou na Marvel – vai dirigir a seguir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. O circuito limitado se completa com quatro estreias europeias – uma delas dirigida por americano: “Frankie”, de Ira Sachs (“O Amor É Estranho”). Cinéfilos vão querer conferir o belga “O Jovem Ahmed”, novo drama social dos irmãos Dardene (“Dois Dias, Uma Noite”), desta vez abordando a radicalização da juventude islâmica. Mas os destaques, na verdade, são duas comédias: a francesa “As Invisíveis”, que também tem temática social e um enfoque quase documental, e a alemã “De Quem É o Sutiã?”, que evoca o humor sem diálogos do saudoso Jacques Tatit. Confira abaixo os detalhes, com todos os títulos, sinopses e trailers das estreias da semana. O Chamado da Floresta | EUA | Aventura Depois de anos vivendo como um cachorro de estimação na casa de uma família na Califórnia, Buck precisa entrar em contato com os seus instintos mais selvagens para conseguir sobreviver no ambiente hostil do Alasca. Com o tempo, seu lado feroz se desenvolve e ele se torna o grande líder de sua matilha. Baseado no livro homônimo de Jack London, lançado em 1903. Dolittle | EUA | Fantasia Doutor Dolittle (Robert Downey Jr) é um veterinário muito competente, que cuida de vários animais e afirma que consegue até se comunicar através de palavras com eles. Maria e João: O Conto das Bruxas | EUA | Terror Há muito tempo, em um campo distante, Maria (Sophia Lillis) leva seu irmãozinho João (Sammy Leakey) a um bosque escuro, em uma busca desesperada por comida e trabalho. Quando eles encontram Holda (Alice Krige), uma misteriosa mulher que reside na floresta, os dois irmãos descobrem que nem todo conto de fadas termina bem. Luta por Justiça | EUA | Drama Bryan Stevenson (Michael B. Jordan) é um advogado recém-formado em Harvard que abre mão de uma carreira lucrativa em escritórios renomados da costa leste americana para se mudar para o Alabama e se dedicar a ajudar prisioneiros condenados à morte que jamais receberam assistência legal justa. Ao chegar lá, Bryan se depara com o caso de Walter McMillian (Jamie Foxx), um homem negro falsamente acusado de um assassinato, mas que nunca teve uma defesa apropriada por conta do preconceito racial na região. As Invisíveis | França | Comédia Após uma decisão da prefeitura, o abrigo feminino Envol é obrigado a fechar as portas. Com apenas três meses em funcionamento, as assistentes sociais fazem de tudo para conseguir reintegrar estas mulheres na sociedade, incluindo crimes como falsificação, roubos e mentiras. De Quem É o Sutiã? | Alemanha | Comédia A última viagem de Nurlan não sai como o esperado. Antes de se aposentar, o solitário maquinista faz mais uma vez o percurso até Baku (Azerbaijão). Mas ele embarca em uma aventura inusitada quando encontra um sutiã azul e parte em busca da dona pelas ruas da cidade. O Jovem Ahmed | Bélgica, França | Drama Ahmed (Idir Ben Addi) é um menino muçulmano de 13 anos de idade que vive na Bélgica. Seguindo as palavras de um imã local, e inspirado nos passos do primo extremista, ele começa a rejeitar a autoridade da mãe e da professora. Quando se convence de que a professora é uma pecadora por ministrar um curso de árabe sem utilizar o Corão, Ahmed decide matá-la para impressionar os líderes religiosos e agradar a Alá. Depois do ato, o adolescente precisa lidar com as consequências. Frankie | França, Portugal | Drama Frankie (Isabelle Huppert) é uma famosa atriz francesa. Quando descobre estar muito doente, com perspectiva de morrer dentro de poucos meses, ela se refugia em Sintra, Portugal, onde pretende passar os seus últimos dias ao lado dos familiares, que aos poucos descobrem a gravidade da situação.
Pearl Jam lança clipe feito por animador punk rock do Instagram
Pearl Jam divulgou o clipe da música “Superblood Wolfmoon”, uma animação criada por Keith Ross como parte expandida de sua iniciativa Tiny Concert, uma das páginas mais punk rock do Instagram. Com o nome de Tiny Concert, Ross vem animando desde 2018 diversos clássicos punks (Ramones, Black Flag, Addicts, The Clash, The Germs, Bad Brains, The Cramps, The Damned, Misfits, Fugazi, The Exploited!), que ele transforma em clipes apenas com traços de caneta preta sobre folhas de papel sulfite branco. O resultado é impressionante, mesmo adotando uma simplicidade quase infantil e uma estética DIY totalmente punk rock. “Superblood Wolfmoon” é o terceiro clipe oficial de Ross (após trabalhos com as bandas Blank Tapes e Dead Furies), e o segundo single do novo álbum do Pearl Jam, “Gigaton”, que será lançado no dia 27 de março. Veja abaixo o clipe oficial e aproveite para conhecer outros “tiny concerts” de Keith Ross. Os mais antigos são basicões, enquanto os novos incorporam linguagem de edição cinematográfica. Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring @ramones Drawn for @johnnyramone #johnnyramonearmy #joeyramone #deedeeramone #tommyramone Thank you @lindaramone ❤️⚡️#heyholetsgo #ramones #punkrock #penandink #sketchbook #tinyconcert #animation Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 9 de Dez, 2018 às 1:37 PST Ver essa foto no Instagram Have a great week! @tinyconcert featuring #fugazi #ianmackaye #guypicciotto #brendancanty #joelally @dischordrecords #dischord #punkhardcore #dchardcore #punk #punkrock #ballpointpen #sketchbook #animation #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 25 de Fev, 2019 às 4:51 PST Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #themisfits #doylewolfgangvonfrankenstein #glendanzig #jerryonly #originalmisfits #nightofthelivingdead #walkamongus #animation #forthefunofit #tinyconcert dedicated to @ksrubins73 Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 13 de Jun, 2018 às 1:35 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #blackflag #nervousbreakdown #1979 #keithmorris #gregginn #chuckdukowski #brianmigdol #hardcore #punkrock #tinyconcert #animation Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 4 de Ago, 2018 às 6:37 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #thegerms #lexicondevil #darbycrash #patsmear #lornadoom #donbolles #GI #punk #tinyconcert #bic #ballpointpen #ink #roughsketch #punkrock #animation Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 17 de Set, 2018 às 5:49 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #thecramps #loveme #rockproject #punk #punkrock #animation #tinyconcert #ballpointpen #ink #art Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 16 de Abr, 2018 às 3:35 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #badbrains #hardcorepunk #punkrock #punk #reggae #rasta #sketchbook #ballpoint #doodle #tinyconcert #animation #hr #hrbadbrains #therealofficialhr #drknow #darryljenifer #earlhudson Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 25 de Jun, 2018 às 4:18 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert presents #thedamned #davevanian #ratscabies #captainsensible @captainsensible1 #algyward #punkrock #lovesong #animation #forthefunofit #sketch #bic #rockproject #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 8 de Abr, 2018 às 8:20 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring @theadictsofficial #droogarmy #keithwarren #monkey #petedee #melellis #kiddee #theadicts #4321 #punkrock #tinyconcert #animation Cheers droogs! Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 27 de Jul, 2018 às 4:34 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #theexploited @wattie_exploited #wattiebuchan #bigjohnduncan #garymccormack #drustix #punksnotdead #punkrock #tinyconcert #animation Enjoy!!! Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 18 de Jul, 2018 às 4:55 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #theclash #ifoughtthelaw #punk #punkrock #sketchbook #animation #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 5 de Mar, 2018 às 6:09 PST Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #theramones #beatonthebrat #punk #punkrock #animation #bic #ballpointpen #sketch #tribute #heros #rockproject #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 30 de Jan, 2018 às 2:26 PST
Filha adotiva de Steven Spielberg vira atriz pornô
A filha adotiva de Steven Spielberg, Mikaela, virou atriz pornô. Adotada ainda bebê pelo diretor e sua esposa, a atriz Kate Capshaw, Mikaela Spielberg revelou, em entrevista ao jornal britânico The Sun, ter anunciado no último fim de semana sua opção de carreira para os pais, que a teriam apoiado totalmente. Segundo a jovem de 23 anos, eles não ficaram tristes, mas intrigados. “Eu estava muito cansada de não poder capitalizar meu corpo e, francamente, eu estou cansada de ouvir que tenho de odiar meu corpo […] Cansada de trabalhar todo dia de uma forma que não satisfazia minha alma”, disse a jovem, que tem 23 anos. Ela relatou que já tem produzido alguns vídeos por conta própria e que planeja atuar como stripper assim que conseguir sua licença para trabalho sexual. Atualmente noiva de Chuck Pankow, um jogador de dardos de 47 anos, Mikaela conta que só pretende fazer vídeos solos para não prejudicar seu relacionamento. Na entrevista, ainda revelou ter sofrido abuso sexual na infância, ato que desencadeou uma série de doenças mentais ao longo da vida, e disse que sua nova profissão a empoderou e lhe deu uma confiança que pensava que jamais teria. Por fim, Mikaela revelou que gosta de trabalhar com pornografia por ter a possibilidade de satisfazer os outros sem ser violada.












