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Filme

Steven Soderbergh assume filmagens de Batman: Parte II após afastamento de Matt Reeves

Diretor de “Onze Homens e um Segredo” concluirá gravações enquanto Matt Reeves enfrenta problema familiar

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15 de outubro de 2026
Série

Spin-off de Tulsa King com Samuel L. Jackson ganha teaser e data de estreia

“Frisco King” acompanha um assassino profissional que decide criar seu próprio império criminoso no Texas, com participação de Sylvester Stallone

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15 de outubro de 2026
Reality

Alfredo peita Murilo em briga por tarefa em A Fazenda 18: “Eu que mando aqui”

Novo Fazendeiro coloca namorada de Murilo para cuidar da égua Serena e provoca confronto com troca de ameaças e acusações

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15 de outubro de 2026
Etc

Vorcaro controlava Jornalismo da grande imprensa com dinheiro do Master

Mensagens revelam interferência em pautas do Metrópoles, O Globo, Valor, IstoÉ, Vogue, Brazil Journal e outros sites, com pagamentos milionários e vetos editoriais

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15 de outubro de 2026
TV

Netflix eleva mensalidade a R$ 71,90 após corte de mil empregos

Streaming reajusta todos os planos no Brasil um dia depois de anunciar a maior demissão em massa de sua história

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15 de outubro de 2026
  • Etc,  Filme

    José Mojica Marins (1936 – 2020)

    19 de fevereiro de 2020 /

    O cineasta José Mojica Marins, mais conhecido como seu personagem Zé do Caixão, morreu nesta quarta (19/2) em São Paulo, aos 83 anos de idade. O cineasta estava internado desde o dia 28 de janeiro para tratar de uma broncopneumonia. A informação foi confirmada por Liz Marins, filha do diretor. Filho de espanhóis, o paulistano Mojica iniciou a carreira em 1949 com uma câmera de 8mm que ganhou de seu pai em seu aniversário de 12 anos, quando fez seu primeiro “filme”: “O Juízo Final”, curta sci-fi sobre uma invasão alienígena. Ele também dirigiu o primeiro longa-metragem em formato Cinemascope (a tela widescreen original) do Brasil: o faroeste “Sina de Aventureiro” (1957). Mas a façanha que mais costuma ser celebrada em sua carreira é o fato de ter virado o maior nome do terror nacional, conhecido mundialmente pela criação de Zé do Caixão – ou Coffin Joe, como chamam os americanos – , personagem icônico que lançou em 1964, no clássico “A Meia Noite Levarei a Sua Alma”. Vilão amoral, sádico e irredimível, Zé do Caixão era o dono de um funerária do interior que desafiava Deus e o diabo com sua única crença: a continuidade do sangue. Ele quer ser o pai de uma criança superior a partir do cruzamento com a “mulher perfeita”, alguém que ele considere intelectualmente à sua altura – isto é, que não se deixe aterrorizar por bobagens, como aranhas vivas caminhando sobre seu corpo, nem acredite em superstições, como a Bíblia. Na busca por esta mulher, ele se mostra sempre pronto a torturar candidatas e matar quem tentar impedir sua missão. O impacto do personagem, uma criação original, rendeu fama a Mojica, que acabou confundido com o próprio Zé do Caixão ao explorar o personagem em novas continuações – como “Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver” (1967) e “Encarnação do Demônio” (2008) – , derivados – como “O Mundo Estranho de Zé do Caixão” (1968) e “Exorcismo Negro” (1974) – , aparições na TV e até nos quadrinhos. Mojica contou que o monstro famoso de unhas compridas lhe apareceu num pesadelo, no início de 1963. Ele já tinha dois longas-metragens no currículo, o citado “Sina de Aventureiro” e o drama “Meu Destino em Suas Mãos” (1961), quando se viu arrastado para uma cova por um homem todo de preto, com seu rosto. Ao acordar, ele decidiu transformar o pesadelo em filme, dando origem ao coveiro Josefel Zanatas, que seus detratores em “A Meia Noite Levarei a Sua Alma” batizaram de Zé do Caixão. Seu último filme como Zé do Caixão foi “Encarnação do Demônio”, de 2008. Originalmente previsto para ser o desfecho da trilogia original, ele deveria ter sido rodado em 1967, mas foi interrompido por problemas com a censura federal. A ditadura militar passou a considerar os filmes de Mojica muito perturbadores e passou a proibir a exibição de novos filmes de terror do diretor, como “Ritual dos Sádicos” (1969), também chamado de “O Despertar da Besta”, e “Finis Hominis” (1971). Mas Mojica se manteve na ativa, dirigindo filme eróticos na Boca do Lixo durante os anos 1970 e 1980 – de títulos sugestivos como “Quinta Dimensão do Sexo”, “48 Horas de Sexo Alucinante”, “Dr. Frank na Clínica das Taras” e “24 Horas de Sexo Explícito”. Um destes filmes, “A Virgem e o Machão”, tornou-se um de seus maiores sucessos comerciais, visto por 1,3 milhão de brasileiros. De vez em quando, porém, voltava ao terror, em alguns curtas e lançamentos em vídeo, até ressurgir com impacto em “Encarnação do Demônio”, seu primeiro filme de grande orçamento, que venceu o Festival de Paulínia. Mas apesar de elogios rasgados da crítica, o filme implodiu nas bilheterias. O diretor conquistou maior público e notoriedade ao expandir a presença de Zé do Caixão para outras mídias, apresentando programas que marcaram quatro décadas de telespectadores, como “Além, Muito Além do Além” (1967-68), na Bandeirantes, “Show do Outro Mundo” (1981), na Record, “Cine Trash” (1996), de novo na Band, e “O Estranho Mundo do Zé do Caixão” (2008), um talk show que durou sete temporadas no Canal Brasil. A presença televisiva inspirou a redescoberta de seus filmes originais. Depois de anos vivendo às margens do mercado cinematográfico brasileiro, Mojica se tornou cultuado e sua obra foi amplamente revisitada, em busca de pérolas perdidas. E havia muitos trabalhos de Mojica que o mercado desconhecia, como “Exorcismo Negro” (1974), talvez a grande obra-prima do diretor. Na virada para o século 21, Mojica virou fenômeno pop. Foi tema de livros, como “Maldito!” (1998), cinebiografia escrita pelos jornalistas André Barcinski e Ivan Finotti, recebeu homenagem do Festival de Sundance, nos EUA, com uma retrospectiva de sua carreira em 2001, inspirou desfiles de escolas de samba – no carnaval carioca de 2011 e no paulista de 2018 – e teve a vida transformada em série televisiva: “Zé do Caixão” (2015), em que foi encarnado por Matheus Nachtergaele. Ele seguia dirigindo e atuando em segmentos de coletâneas de terror, ao lado de outros cineastas, como a produção internacional “The Profane Exhibit” (2013) e a nacional “As Fábulas Negras” (2015). Atuou até na comédia “Entrando Numa Roubada” (2015). Mas a saúde debilitada começou a preocupar a família. Após infarto e paradas cardíacas em 2014, diminuiu o ritmo e passou a ser pouco visto desde então. Seu legado inclui cerca de 40 filmes como diretor e mais de 60 produções como ator, entre longas, curtas, documentários e séries.

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  • Série

    Henry Cavill reencontra Plotka no set de The Witcher

    19 de fevereiro de 2020 /

    As gravações da 2ª temporada de “The Witcher” já começaram, como demonstrou o ator Henry Cavill em seu Instagram. Ele aproveitou os primeiros dias no set para apresentar ao público o intérprete de Plotka/Roach, a égua companheira de seu personagem na série, Geralt de Rivia. “Olha quem eu encontrei! E para quem perguntou. Esse é Zeus, mas a maioria deve conhecê-lo como Roach! E sim, Roach tradicionalmente é uma égua e se o nome quer dizer alguma coisa, Zeus não é… mas isso não deveria ser uma limitação para suas opções de performance. Por que nós não temos um Oscar para Melhor Cavalo Coadjuvante?”. Roach é a tradução americana para o nome que Geralt costuma dar para todos os seus cavalos, geralmente éguas. Mas as legendas da versão brasileira da série da Netflix utiliza o nome original do animal em polonês, Plotka, como nos livros do escritor Andrzej Sapkowski – mesmo quando se ouve Cavill falar claramente Roach. Para complicar ainda mais a compreensão do público nacional, o equino tem ainda outro nome no país. No game “The Witcher III: Wild Hunt”, Plotka foi batizada em português de Carpeado. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada da série da Netflix. Ver essa foto no Instagram Look who I found! And for those asking. This is Zeus pronounced Zey-oos, but most may know this particular horse as Roach! And yes, Roach is a traditionally a mare (lady horse) and if the name is anything to go by, Zeus, is not….but that shouldn't limit his performance options. Why don't we have an Oscar for best supporting horse? #HorseOscar #Zeus #Roach #Witcher2 Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em 19 de Fev, 2020 às 2:25 PST

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  • Filme

    Jennifer Lawrence vai estrear na Netflix em filme do diretor de A Grande Aposta

    19 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Jennifer Lawrence vai estrelar seu primeiro filme na Netflix. Trata-se de “Don’t Look Up”, uma comédia escrita e dirigida por Adam McKay, premiado com o Oscar por “A Grande Aposta” (2015). No filme, Lawrence vai interpretar uma cientista que descobre que um gigantesco meteoro vai se chocar contra a Terra em seis meses. Mas ao saírem alertando o mundo pela imprensa, ela e seu parceiro de descoberta são recebidos com desdém e descrença. A Netflix venceu outros estúdios que estavam brigando pelos direitos de distribuição do projeto. Em comunicado, McKay disse que optou pelo streaming porque “esta é uma comédia de nível global”. “Don’t Look Up” é um dos muitos projetos de Lawrence atualmente em desenvolvimento, após a atriz encerrar um hiato programado para reavaliar sua carreira. Ela se afastou em 2018, depois de encerrar a produção de “Operação Red Sparrow” (“X-Men: Fênix Negra” foi lançado depois, mas filmado muito antes), mas já tem três outras produções encaminhadas, inclusive um primeiro projeto com McCay, “Bad Blood”, sobre a vida de Elizabeth Holmes, uma jovem que virou bilionária na indústria médica, antes de perder (quase) tudo. Não está claro se “Bad Blood” foi adiado ou trocado pela dupla por “Don’t Look Up”, mas, de todo modo, a atriz já filmou uma produção indie do estúdio A24 ainda sem título, que marca a estreia no cinema de Lila Neugerbauer, diretora aclamada do teatro, e prepara-se para iniciar a filmagem de “Mob Girl”, do italiano Paolo Sorrentino (“A Grande Beleza”), sobre uma mafiosa que vira informante da polícia.

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  • Filme

    Diretor de Parasita revela ter recebido carta de Martin Scorsese após vencer o Oscar

    19 de fevereiro de 2020 /

    O diretor Bong Joon-ho revelou nesta quarta (19/2) ter recebido uma carta de Martin Scorsese após vencer o Oscar de Melhor Filme por “Parasita” e derrotá-lo na disputa de Melhor Direção na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. Durante a cerimônia, o cineasta sul-coreano chegou a referir-se a Scorsese em seu discurso de agradecimento, dizendo que uma frase do diretor de “O Irlandês” tinha sido uma das mais importantes na sua formação: “o mais pessoal é o mais criativo”. O americano ficou claramente emocionado pela citação, conforme as câmeras da cerimônia registraram. “Li a carta hoje de manhã e foi uma honra”, disse Bong durante uma entrevista coletiva com o elenco e a equipe de “Parasita” em Seul, a capital da Coreia do Sul, onde abordou a conquista do Oscar 2020. “Ele me disse para descansar, mas só um pouco, e voltar ao trabalho, já que está esperando meu próximo filme”, contou. Bong contou estar trabalhando em dois projetos: um filme baseado em um incidente “assustador” em Seul, que ele já descreveu como terror, e em sua terceira produção falada em inglês (após “Expresso do Amanhã” e “Okja”), um drama inspirado por eventos reais de 2016, que seria filmado nos EUA e no Reino Unido. Além disso, ele também é o produtor de uma minissérie da HBO inspirada em “Parasita”, que ainda está em fase inicial de desenvolvimento. A minissérie derivada de “Parasita” será a segunda adaptação televisiva de um filme de Bong Joon-ho. A TNT vai lançar em maio a série “Snowpiercer”, baseada em “Expresso do Amanhã”, mas sem envolvimento do diretor.

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  • Série

    Feel Good: Série LGBTQIA+ da comediante Mae Martin ganha dois trailers

    19 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix e o Channel 4 divulgaram dois trailers e fotos de sua coprodução “Feel Good”, primeira série criada e estrelada por Mae Martin. A protagonista, que parece uma versão adolescente e loira de Topher Grace (“That ’70s Show”), é na verdade uma comediante canadense de 32 anos, vencedora de vários prêmios como roteirista e artista, que atualmente mora em Londres, onde faz shows e apresenta programas de rádio. Ela já teve seu próprio especial de stand-up na Netflix e na série semi-autobiográfica conta sua história, vivendo uma versão de si mesma, uma jovem comediante canadense chamada Mae, que encontra o amor em Londres após uma apresentação de stand-up. Ela se vê envolvida com outra mulher previamente heterossexual com vergonha de se assumir e, conforme o relacionamento progride, revela que passou pela prisão, tem problemas com a família e precisa ir a reuniões de narcóticos anônimos para lidar com o vício em drogas e álcool. O elenco destaca Charlotte Ritchie (“Call the Midwife”) como a namorada chamada George, além de Adrian Lukis (“Judy”) e Lisa Kudrow (“Friends”) como os pais de Martin. A estreia está marcada para 19 de março em streaming.

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  • Filme

    007: Sem Tempo Para Morrer ganha primeiro trailer legendado com a música-tema de Billie Eilish

    19 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou um novo trailer legendado de “007: Sem Tempo Para Morrer”, que destaca a música-tema cantada pela cantora Billie Eilish, de 18 anos, a mais jovem intérprete das trilhas da franquia (Ouça a música inteira aqui). A canção melancólica casa perfeitamente com as imagens, que envolvem um segredo de Madeleine Swann (Léa Seydoux), a paixão do agente secreto James Bond (Daniel Craig), relacionado ao vilão da vez, o deformado Safin (Rami Malek). O último filme de James Bond estrelado por Daniel Craig tem direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”) e estreia prevista para 9 de abril no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    The Strokes divulga clipes retrôs de inspiração sci-fi

    18 de fevereiro de 2020 /

    A banda The Strokes lançou seus primeiros clipes em quatro anos: a animação “At the Door” e o infomercial trash “Bad Decisions”. Enquanto o primeiro exibe inspirações de fantasias do final dos anos 1970/início dos 1980, como “Heavy Metal” (1981), “Uma Grande Aventura” (1978) e “A História Sem Fim” (1984), o segundo é uma combinação de referências de sci-fi do começo dos 1970, focando em tramas de tecnologia sinistra, como “As Esposas de Stepford” (1975) e “Westworld: Onde Ninguém tem Alma” (1973). Se “At the Door” conta várias histórias paralelas, de coelhos no brejo a uma guerreira espacial, “Bad Decisions se passa no cenário de um infomercial setentista que apresenta um novo sucesso de vendas: The Strokes, uma banda que qualquer um pode fazer em casa, bastando alterar a aparência dos músicos a seu próprio gosto. Só que os produtos são defeituosos e quando as cabeças começam a explodir, o caos se instala nos lares americanos e revela, por trás dos cenários de TV, dezenas de clones mal-formados dos artistas. As músicas fazem parte do primeiro álbum completo da banda em sete anos, “The New Abnormal”, que será lançado no dia 10 de abril.

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  • Série

    On My Block: Teaser anuncia data de estreia da 3ª temporada

    18 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou um teaser de “On My Block” para revelar quando estreia a 3ª temporada. Além da data, a prévia também inclui cenas tensas com os protagonistas, levados com os rostos tapados por sacos para uma mansão cercada de seguranças, onde se prepara um evento grandioso. Parece até anúncio de outra série: “The Purge”. “Eles pensavam que a vida estava prestes a voltar ao normal”, diz a sinopse dos novos episódios, “mas as apostas ficaram ainda mais altas”. A série é uma co-criação de Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”), Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez on Me”, cinebiografia de Tupac Shakur), e acompanha amigos inteligentes e descolados, que enfrentam as dores, os sucessos e os desafios do Ensino Médio em um bairro latino da pesada. O elenco inclui Diego Tinoco (série “Teen Wolf”), Jason Genao (“The Get Down”), Jessica Marie Garcia (“Liv e Maddie”), Brett Gray (“Ardmore Junction”) e a estreante Sierra Capri. Embora o serviço de streaming não compartilhe dados de audiência, a série sobre adolescentes latinos que frequentam a mesma high school de Los Angeles atingiu 100% de aprovação em 2ª temporada no Rotten Tomatoes – após uma estreia com 95%. A 3ª temporada terá 8 episódios com estreia marcada para 11 de março em streaming.

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  • Série

    The Walking Dead: Veja o primeiro minuto tenso da volta da série

    18 de fevereiro de 2020 /

    O canal pago americano AMC divulgou o primeiro minuto da volta da série “The Walking Dead”, que retoma a segunda metade de sua 10ª temporada no próximo domingo (23/2), após hiato de três meses. A prévia mostra o grupo liderado por Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) na caverna cheia de zumbis em que o foram parar, após cair numa armadilha de Alpha (Samantha Morton), e termina com a vilã desafiadora, saboreando sua vingança. Intitulado “Squeaze”, o capítulo também vai ao ar no domingo no Brasil, exibido pelo canal pago Fox.

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  • Filme

    Diretor de Rocketman vai filmar reboot de O Santo

    18 de fevereiro de 2020 /

    A Paramount contratou o diretor Dexter Fletcher para comandar o reboot/remake de “O Santo”, após a bem-sucedida parceria com o cineasta em “Rocketman”. Fletcher, que vem de duas cinebiografias musicais consecutivas – ele também finalizou, sem créditos, “Bohemian Rhapsody” – pode encaixar a seguir dois thrillers de ação e mistério, pois também está envolvido com as filmagens de “Sherlock Holmes 3”, atualmente em pré-produção na Warner. Criado pelo escritor Leslie Charteris, o Santo surgiu na literatura durante os anos 1920, mas deve sua grande popularidade a uma série da década 1960, estrelada por Roger Moore. A atração fez um sucesso tão grande que acabou credenciando o ator a virar James Bond. Identidade “secreta” de Simon Templar, o Santo é basicamente um Robin Hood moderno, um ladrão britânico que rouba criminosos em nome de boas causas, enriquecendo enquanto ajuda os oprimidos. A Paramount já filmou o personagem em 1997, num longa estrelado por Val Kilmer (“The Doors”) e dirigido por Philip Noyce (“Salt”), mas a produção se afastou bastante da premissa original, mostrando o protagonista contratado pela máfia russa para roubar uma fórmula de fusão de energia, quando uma bela cientista entrava em cena para fazê-lo rever seus pecados. Apesar de a nova versão ainda estar em estágio inicial, o projeto se arrasta pelo menos há quatro anos e chegou a motivar negociações com Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) para estrelar o longa. Um dos últimos a entregar roteiro para a atual adaptação foi Seth Grahame-Smith (“Uma Aventura Lego”), mas por enquanto não há maiores informações sobre o rumo da nova trama nem cronograma de produção. Relembre abaixo a abertura da série clássica:

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  • Série

    Globoplay renova Arcanjo Renegado para 2ª temporada

    18 de fevereiro de 2020 /

    A Globoplay, plataforma de streaming da Globo, anunciou a renovação de “Arcanjo Renegado” para sua 2ª temporada. O anúncio foi feito apenas 12 dias após a estreia da série, disponibilizada em 6 de fevereiro. Sem citar números, Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais do Globoplay, informou à imprensa que “Arcanjo Renegado” foi a melhor estreia de série da plataforma. “A série revelou novos criadores e abordou temas sensíveis de maneira arrojada e sem maniqueísmos. Foi bem recebida pela crítica e aclamada pelos assinantes. A confirmação da 2ª temporada consagra esses bons resultados e reafirma nossa estratégia de buscar no mercado independente parceiros capazes de contar boas histórias”, afirmou Brêtas. Criada por José Junior (autor também de “A Divisão”) e dirigida pelo cineasta Heitor Dhalia (“Tungstênio”), “Arcanjo Renegado” gira em torno de policiais do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”, e inclui em seu elenco ex-criminosos de verdade. Arcanjo é o nome de uma equipe do Bope tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga, de “Aspirantes”) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”), que é transferido para uma unidade policial do interior. Dos 16 personagens policiais, 14 são integrantes reais do Bope. Já os papéis de traficantes foram desempenhados por egressos do sistema penal. A série não deve ser exibida na TV aberta, mas há planos para apresentá-la no canal pago Multishow a partir de 2021.

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  • Etc

    Ben Affleck diz ter largado Batman para não beber até morrer

    18 de fevereiro de 2020 /

    O jornal The New York Times publicou uma longa entrevista com Ben Affleck nesta terça (18/2), em que o ator fala de seu vício em álcool, seu divórcio da atriz Jennifer Garner e até o motivo de não seguir como Batman nas adaptações dos quadrinhos da DC Comis. O ator chegou a ser confirmado como roteirista, diretor e protagonista do próximo filme solo do herói, e diz ter finalizado o roteiro que tinha planejado, mas foi aconselhado a não prosseguir. “Mostrei a alguém o roteiro de ‘The Batman'”, contou Affleck. “Ele disse: ‘Eu acho que o roteiro é bom. Eu também acho que você vai beber até morrer se passar mais uma vez pelo que acabou de passar'”. Affleck foi escalado em agosto de 2013 para viver o herói em “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Ele ainda interpretou Batman em “Esquadrão Suicida” (2016) e “Liga da Justiça” (2017), antes de ser substituído por Robert Pattinson, que estreia no papel no próximo filme do personagem, com lançamento previsto para julho de 2021. Os próximos filmes de Affleck, por sua vez, são o thriller político “A Última Coisa que Ele Queria” (2020), que chega na Netflix na sexta (21/2), e o drama esportivo “The Way Back”, no qual ele interpreta um treinador de basquete do ensino médio em luta contra o alcoolismo. A estreia está marcada para 5 de março no Brasil.

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  • Etc,  Série

    Ja’net DuBois (1945 – 2020)

    18 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Ja’net DuBois, conhecida pela série clássica “Good Times”, morreu durante a madrugada desta terça-feira (18/2). Ela foi encontrada morta na cama de sua residência, em Glendale, Califórnia, aos 74 anos. Sua família disse à imprensa que ela morreu dormindo e não se queixava de nenhuma dor. DuBois iniciou a carreira em musicais da Broadway e estreou no cinema na comédia “Um Homem Chamado Adam” (1966), uma produção estrelada pelos músicos Sammy Davis Jr. e Louis Armstrong. Ela se especializou em comédias com astros negros, como “Five on the Black Hand Side” (1973), com Godfrey Cambridge, e “Os Espertalhões” (1977), com Sidney Poitier, mas também apareceu em “Quando Nem um Amante Resolve” (1970), em meio a um elenco branco encabeçado por Richard Benjamin e Frank Langella. Em 1974, ela foi escalada como Willona Woods, a vizinha da família Evans na adorada sitcom “Good Times”. Primeira comédia televisiva focada numa família negra, a série marcou época e durou seis temporadas, entre 1974 e 1979. O sucesso de “Good Times” levou ao lançamento de “The Jeffersons” no ano seguinte. Ambos eram criações do lendário produtor Norman Lear, sobre o cotidiano de famílias da classe média afro-americana. E ainda tinham outro ponto em comum: Ja’net DuBois. Além de atriz, DuBois também era uma talentosa compositora e foi responsável por criar e cantar o icônico tema de “The Jeffersons”, “Movin ‘on Up”. Ele teve carreira como cantora e ainda viveu a mãe de Janet Jackson no célebre clipe da música “Control”, de 1986. No cinema, participou ainda das comédias “Vou Te Pegar Otário” (1988), de Keenen Ivory Wayans, e “Um Espírito Grudou em Mim” (1990), com Bob Hoskins e Denzel Washington, e foi a mãe de Bosley (Bernie Mac) em “As Panteras: Detonando” (2002). Outros destaques que conseguiu na TV foram uma participação recorrente na série “Dupla do Barulho” (The Wayans Bros), entre 1996 e 1997, e um desempenho de dublagem premiado na série animada “The PJs” (1999–2001), pelo qual conquistou dois Emmys. Seus últimos trabalhos foram três temporadas da série animada “Ginger” (2000-2004), na Nickelodeon, e participações em episódios de “Crossing Jordan” e “Arquivo Morto” (Cold Case) em 2007. Depois disso, ela teve um hiato de nove anos até seu papel final, na comédia indie “She’s Got a Plan” (2016).

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