Os Croods 2 fatura menos que Tenet em sua estreia nos EUA
Único grande estúdio de Hollywood que está lançando filmes de forma praticamente semanal desde a reabertura dos cinemas na América do Norte, a Universal manteve o cronograma para sua principal estreia em meio à pandemia de coronavírus. Mas a animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” cumpriu as piores expectativas, faturando bem menos que a estreia de “Tenet” entre sexta e domingo. O desenho animado arrecadou US$ 9,7 milhões nos três dias do fim de semana oficial, menos da metade dos US$ 20,2 milhões de “Tenet” em sua estreia. Mas, em compensação, aumentou bastante seu montante ao longo do feriado estendido do Dia de Ação de Graças nos EUA, devido a uma abertura antecipada na quarta-feira (25/11). Com os dois dias extras, o fim de semana de cinco dias de “Os Croods 2” pode ter rendido entre US$ 14 e US$ 17 milhões, segundo diferentes avaliações publicadas na imprensa especializada dos EUA. Os valores são bem mais elevados que a média recente das estreias no país, a maioria na casa dos US$ 3 milhões. Mas no contexto dos lançamentos históricos do feriadão do “Thanskgiving”, os números são horríveis. Para completar, a animação não é um filme barato, mesmo que tenha sido realizada de forma mais econômica que o longa original de 2013. Sua produção teve custo estimado de US$ 65 milhões – metade do que custou o primeiro filme, porque agora a Universal é dona da DreamWorks Animation. Mas ainda somam-se a isso os valores de P&A, cópias e publicidade. A consultoria iSpot apurou que a Universal gastou mais US$ 27 milhões apenas em anúncios televisivos para promover a estreia nos EUA. Com cinemas vazios ou fechados na América do Norte, a expectativa do estúdio para recuperar o investimento está focada no lançamento em PVOD (aluguel digital premium), que, graças a diversos acordos com exibidores, deverá acontecer em menos de 20 dias. Mas ainda há esperanças de retorno nos cinemas do mercado internacional, especialmente na Ásia, onde o controle da pandemia tem sido melhor administrado. “Os Croods 2” faturou cerca de US$ 20,8 milhões no exterior, dos quais US$ 19,2 milhões vieram da China. Esse retorno faz com que a soma completa de suas bilheterias chegue, numa avaliação otimista, a US$ 37,8 milhões mundiais. O lançamento de “Os Croods 2” também estendeu o reinado da Universal nas bilheterias dos EUA, que agora soma cinco fins de semanas consecutivos (ou um mês completo). O atual Top 5 dos filmes mais vistos no país incluem 4 títulos do estúdio: o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2º), o thriller “Let Him Go” (4º) e o terror “Come Play” (5º), que já saiu em PVOD nos EUA. Entre eles, ainda aparece em 3º lugar a comédia independente “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro (no papel do vovô). No Brasil, a estreia de “Os Croods 2: Uma Nova Era” está, a princípio, marcada para os cinemas no dia 24 de dezembro.
Ministro da Cultura britânico quer aviso de “obra de ficção” na série The Crown
O ministro da Cultura do Reino Unido, Oliver Dowden, vai pedir à Netflix para deixar claro que sua série “The Crown”, sobre a família real britânica, é uma obra de ficção. Segundo o jornal Mail on Sunday, que faz a mesma solicitação, o ministro pedirá formalmente à plataforma que introduza uma advertência no início de cada episódio para destacar que a trama é fictícia. “É uma maravilhosa obra de ficção, mas como outras produções televisivas a Netflix deveria ser muito clara desde o início que é somente isso e nada mais”, disse Dowden ao jornal. “Sem isso, temo que uma geração de espectadores que não viveu estes eventos podem confundir a ficção com a realidade”, afirmou. A 4ª temporada da série, disponível há duas semanas, tem dado mais o falar que as anteriores por incluir a história do conturbado casamento do Príncipe Charles com a princesa Diana. As declarações do ministro da Cultura reforçam as recentes afirmação do irmão de Lady Di, Charles Spencer, que pediu uma mensagem de aviso no início de cada episódio. Rumores publicados pela imprensa britânica também afirmam que a família real estaria horrorizada com a série. Um dos motivos seria a forma como Chales é retratado como um marido frio e infiel, uma descrição que não seria exata, segundo a especialista em realeza Penny Junor, que escreveu uma biografia sobre o príncipe. Provavelmente “foi um pouco insensível às vezes, mas não acredito que era arrogante ou indiferente, acredito que realmente tentou fazer o casamento funcionar”, disse a biógrafa à agência AFP. Já o antigo mordomo da princesa Diana, Paul Burrell, elogiou a produção para o Daily Mail e disse que “é a melhor série já feita até agora, porque mostra a verdade em uma dramatização precisa do que realmente aconteceu”. “Esta é apenas uma espiada atrás das portas do Palácio de Buckingham, que o palácio talvez não queira que você veja”, acrescentou. Sucesso de crítica e público, “The Crown” já ganhou três Globos de Ouro e oito prêmios Emmy, e encontra-se renovada para mais duas temporadas finais.
George Lucas diz que David Prowse fez Darth Vader “saltar das páginas” para o cinema
George Lucas divulgou um comunicado lamentando a morte de David Prowse, o homem por trás da máscara de Darth Vader. O inglês imponente, que interpretou Vader na trilogia original de “Star Wars”, faleceu na manhã de sábado (28/11) após uma curta doença. Ele tinha 85 anos. Embora James Earl Jones tenha dado ao personagem sua voz icônica, foi o ator-fisiculturista quem vestiu o lendário traje do vilão criado por Lucas nos três filmes em que simbolizou o lado negro da Força. “David trouxe uma fisicalidade para Darth Vader que era essencial para o personagem”, disse o diretor e roteirista. “Ele fez Vader saltar das páginas e ir para a tela grande, com uma estatura imponente e desempenho de movimento para combinar com a intensidade e forte presença de Vader.” “David estava pronto para tudo e contribuiu para o sucesso do que se tornaria uma figura memorável e trágica. Que ele descanse em paz”, completou Lucas. Mark Hamill também compartilhou sua tristeza pela morte do ícone de “Star Wars”, que interpretou seu pai nas telas. “É muito triste ouvir que David Prowse faleceu. Ele era um homem gentil e muito mais do que Darth Vader. Ator, marido, pai, membro da Ordem do Império Britânico, três vezes campeão britânico de levantamento de peso e ícone da segurança no trânsito com o super-herói Green Cross Code Man”, listou o ator. “Ele amava seus fãs tanto quanto era amado por ele”, finalizou.
David Prowse (1935 – 2020)
O ator e fisiculturista David Prowse, que interpretou o personagem Darth Vader na primeira trilogia de “Star Wars”, morreu no sábado (28/11) aos 85 anos, de causa não divulgada. Prowse se destacou como fisiculturista nos anos 1970 e foi seu porte físico imponente que levou o diretor George Lucas a escalá-lo para seu filme. Curiosamente, o cineasta tinha pensado nele para o papel de Chewbacca, mas logo mudou de ideia, levando-o a viver o grande vilão da franquia. Por ter um sotaque britânico muito forte, Prowse foi dublado pelo ator James Earl Jones no papel. Foi uma grande frustração para Prowse ter sua voz apagada no filme, porque seu papel mais famoso até então, Julian, em “Laranja Mecânica” (1971), praticamente não falava em cena. Ao longo da carreira, ele se especializou em viver monstros. Prowse estreou no cinema na comédia “Cassino Royale” (1967), uma paródia dos filmes de James Bond, em que viveu a criatura de Frankenstein, personagem que voltou a viver em “Frankenstein e o Monstro do Inferno” (1974). Ainda foi o Homem Forte em “O Circo dos Vampiros” (1972), um minotauro na série “Doctor Who”, um androide num arco de “Os Seres do Amanhã” (The Tomorrow People), um alienígena feito de nuvens num episódio de “Espaço: 1999” (Space: 1999) e um carrasco em “Criaturas que o Tempo Esqueceu”(1977). Mas também viveu um super-herói numa campanha de trânsito do Reino Unido, o Green Cross Code Man. Quando o primeiro “Star Wars”, então conhecido como “Guerra nas Estrelas”, chegou aos cinemas em 1977, muitos acreditavam que James Earl Jones era quem vivia o vilão, para aumentar a frustração de Prowse. Mas o sucesso da produção foi tamanha, que todos os detalhes de seus bastidores acabaram esmiuçados pelos fãs, dando enfim o reconhecimento que ele sempre buscou. Ele acabou se consagrando como o intérprete de Darth Vader, um dos vilões mais famosos da história do cinema. Prowse voltou a representar a encarnação do lado negro da Força em “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). Mas continuou ligado ao personagem anos após a trilogia original. Pode-se dizer que ele continuou sendo Vader pelo resto de sua vida, participando de convenções e até mesmo de um filme de fãs, “Saving Star Wars” (2004). Mesmo assim, segundo rumores, teria rompido com a saga em 2010, quando se desentendeu com o diretor George Lucas. Mark Hamill, que deu vida a Luke Skywalker na primeira trilogia de Star Wars, prestou homenagens a Prowse com uma publicação no Twitter. “É muito triste ouvir que David Prowse faleceu. Ele era um homem gentil e muito mais do que Darth Vader. Ator, marido, pai, membro da Ordem do Império Britânico, três vezes campeão britânico de levantamento de peso e ícone da segurança no trânsito com o super-herói Green Cross Code Man”, listou o ator. “Ele amava seus fãs tanto quanto era amado por ele”, finalizou. Anthony Daniels, intérprete do robô C-3PO, também deixou sua mensagem no Twitter. “A figura icônica de David dominou o filme em 1977 e vem dominando desde então. E seguirá fazendo isso”, escreveu.
Petição para tirar Amber Heard de Aquaman já tem 1,5 milhão de assinaturas
Os fãs de Johnny Depp odeiam tanto Amber Heard que estão lotando de assinaturas uma petição para forçar a Warner a demiti-la da continuação de “Aquaman”. Quando mais reveses sofre o ator, mais eles consideram a atriz culpada por arruinar sua carreira, fazendo o abaixo-assinado crescer. Nos últimos dias, o documento atingiu 1,5 milhão de assinaturas no site Change.org. Na verdade, a petição é antiga, tem mais de um ano, e só ganhou impulso recentemente, em paralelo à derrota de Depp em seu processo contra o jornal The Sun, que o chamou de “espancador de esposa”, e seu consequente afastamento de “Animais Fantásticos 3” por essa descrição ter se tornada judicialmente apropriada. Entretanto, os argumentos da autora da petição afirmam o oposto. Para Jeanne Larson, que também se identifica como Jeanne Depp, Amber Heard é que “foi denunciada como abusadora doméstica por Johnny Depp”. Ela cita como prova um processo de US$ 50 milhões que Depp está movendo contra a ex-mulher, mas ignora o de US$ 100 milhões que ela lançou em resposta. Diz que “Amber Heard é um agressora doméstica conhecida e comprovada”, mas não fala o mesmo de Depp, que após perder seu processo tornou-se reconhecido na Justiça como tal. O texto peticionário também afirma que “desde o divórcio, ela tem sistematicamente lutado para arruinar Depp em Hollywood, repetindo vários relatos de incidentes falsos em que ela realmente abusou de Johnny Depp, mas mentiu que ele era o agressor”. O argumento derrotado de ator e seu advogado, derrotado na Justiça, foi todo baseado na definição de Amber como mentirosa. Não só isso. O próprio Depp tentou pressionar a Warner a demitir Heard de “Aquaman”. Durante o julgamento, a defesa do jornal The Sun revelou que o ator mandou uma mensagem para sua assistente em 4 de junho de 2016, depois que se separou, dizendo: “Quero que ela seja substituída no filme da WB [Warner Bros]”. Embora tenha dito que não foi responsável pela petição, que surgiu no final de 2019, o ator confirmou seus planos diante do tribunal. “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman'”. Pouco depois dele ter dito isso sob juramento, a petição simplesmente dobrou o número de assinaturas.
Star Trek: Discovery presta homenagens a Anton Yelchin e Leonard Nimoy
A 3ª temporada de “Star Trek: Discovery” anda caprichando nas referências ao universo trekker. Passada quase mil anos no futuro da franquia original, após uma viagem no tempo sem volta da nave Discovery, a série já mostrou uma versão avançada da nave Voyager – de “Star Trek: Voyager” – , mas se superou nos últimos capítulos ao homenagear os atores Anton Yelchin e Leonard Nimoy, que faleceram há quatro e cinco anos, respectivamente. A missão da protagonista, Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), em busca de pistas da destruição em massa das naves da Federação – fenômeno conhecido como “the Burn” (a queima) – , a levou à caixa preta de uma nave batizada de USS Yelchin, em homenagem ao intérprete do Sr. Chekov no recente remake cinematográfico da franquia, bem como ao planeta Ni’Var, antigamente conhecido como Vulcano, onde descobre que seu irmão Spock conseguiu realizar seu sonho, unificando as civilizações vulcana e romulana. Intitulado “Unification III”, o episódio inclui imagens de Leonardo Nimoy no papel de Spock, defendendo seu sonho de união dos antigos rivais. Projetada como um holograma, a cena é extraída de um dos melhores episódios de “Star Trek: A Nova Geração”, “Unification”, que marcou o 25º aniversário de “Star Trek” e foi exibida em duas partes – por isso, o “III” no nome do novo capítulo, como se fosse a conclusão da história exibida em 1991. Em “Unification III”, é revelado que Spock deixou um legado profundo e influenciou o destino de todo o seu povo. Considerada a melhor das temporadas da série, a 3ª temporada de “Star Trek: Discovery” está sendo disponibilizado no Brasil pela Netflix, com um episódio novo a cada sexta-feira. Veja abaixo o trecho da participação de Spock no capítulo desta semana.
DMZ: Ava DuVernay revela primeiras fotos da adaptação da DC Comics
A cineasta Ava DuVernay divulgou as primeiras fotos de “DMZ”, minissérie baseada em quadrinhos da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics, que está sendo desenvolvida para a plataforma HBO Max. Responsável pela premiada “Olhos que Condenam” na Netflix, DuVernay vai novamente produzir e dirigir os episódios. Ainda sem previsão de estreia, a atração terá apenas quatro episódios, estrelados por Rosario Dawson (“Luke Cage”), Benjamin Bratt (“Star”), Freddy Miyares (“The L Word: Generation Q”) e Hoon Lee (“Banshee”), que são os destaques das fotos reveladas. “DMZ” se passa num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos, e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa “zona desmilitarizada” em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo. É nesse cenário que Matty Roth, um jornalista e fotógrafo, se infiltra na área, onde conhece Zee, uma ex-estudante de medicina que ficou para trás após o exército abandonar a ilha. A premissa envolve combates com gangues e milícias, e tem vários pontos em comum com o cenário distópico de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. Este é o segundo projeto da diretora envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela também desenvolve um filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro. Sure am! Here’s what our vision of #DMZ looks like. More to come. Let’s go! https://t.co/QWXRQyFmz5 pic.twitter.com/Q2RRrXfPr0 — Ava DuVernay (@ava) November 19, 2020
Beleza Negra: Drama da Disney+ (Disney Plus) ganha trailer dublado e legendado
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o trailer de “Beleza Negra”, em versões legendada e dublada em português. Lançado na sexta (27/11) nos EUA, a nova versão da história clássica só vai estrear em 18 de dezembro no Brasil. Várias vezes adaptado para o cinema e a TV, o romance inglês escrito por Anna Sewell em 1877 ganhou versão contemporânea da cineasta Ashley Avis (“Paixão Rebelde”), que trouxe a história para os dias atuais e também concentrou a trama na protagonista feminina, vivida pela jovem Mackenzie Foy (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”). A obra original era narrada pelo ponto de vista do cavalo, conforme ele mudava de donos, manifestando-se como um dos primeiros textos a dar voz – literalmente – à defesa dos direitos dos animais. Neste sentido, o filme de 1994 é mais fiel. Já a versão da Disney é mais parecida com a filmagem de 1946, centrando-se da tristeza de um viúvo que tenta consolar a filha ao lhe apresentar um cavalo indomável, acreditando que cuidar dele pode ajudá-la a abandonar a tristeza. Mas enquanto o drama dos anos 1940 destacava um romance tradicional, a versão moderna dispensa totalmente esse contexto, preferindo focar-se nos laços de amizade entre a garota e seu cavalo. Divulgado com um subtítulo em português, “Beleza Negra: Uma Amizade Verdadeira”, o filme também destaca em seu elenco Kate Winslet (“A Série Divergente: Insurgente”), Iain Glen (“Game of Thrones”) e Claire Forlani (“A Cinco Passos de Você”).
Falando de Amor: Filme de Whitney Houston pode virar série
O longa-metragem romântico “Falando de Amor” (Waiting for Exhale), de 1995, pode virar série. A rede ABC encomendou o roteiro de um projeto baseado no filme da 20th Century Fox, desenvolvido pelas irmãs Attica e Tembi Locke. A primeira escreveu vários episódios de “Empire”, enquanto a segunda é mais conhecida como atriz da série “Eureka”. Embora tenha sido considerado medíocre pela crítica (56% no Rotten Tomatoes), o filme dirigido pelo ator Forest Whitaker (“Pantera Negra”) fez sucesso de público nos EUA, abrindo em 1ª lugar das bilheterias em dezembro de 1995. O grande atrativo da produção era seu elenco, encabeçado pela cantora Whitney Houston, ao lado de Angela Bassett, Lela Rochon e Loretta Devine. Elas viviam quatro amigas que se ajudavam em suas lutas na vida e no romance. Além disso, a trilha sonora estourou com canções da protagonista Whitney Houston, além de Mary J. Blige, Brandy e Toni Braxton. Caso seja confirmada, a série terá relação direta com o longa, ao acompanhar as filhas do quarteto original, mantendo o humor, a sinceridade e a sensualidade do filme. O cineasta Lee Daniels, produtor de “Empire”, vai assinar a produção para a 20th Television ao lado das irmãs Locke e o diretor Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”), que deve comandar o piloto, se a ABC gostar do roteiro inicial. O projeto reflete uma intenção da ABC de diversificar sua programação. Entre outros projetos encomendados pela rede de TV do grupo Disney para a temporada de outono de 2021 estão uma nova versão de “Anos Incríveis” com uma família negra, o drama familiar latino “Chicano”, uma comédia familiar ainda sem título focada em um casal LGBTQIA+ e “Old-ish”, um novo spin-off de “Black-ish”, que será estrelado pelos veteranos Laurence Fishburne e Jenifer Lewis. Confira abaixo o trailer do filme e o grande sucesso de Whitney Houston que o acompanhou nos cinemas em 1995.
Produtores de Galera do Barulho pedem desculpas a Selena Gomez por piada sobre sua saúde
A hashtag #RespectSelenaGomez explodiu no Twitter nesta semana, graças a uma piadinha do reboot da série “Galera do Barulho” (Saved By the Bell), lançada na quarta-feira (25/10) na plataforma americana de streaming Peacock – ainda não disponível no Brasil. O sexto episódio, de um total de 10 disponibilizados simultaneamente, mostra os alunos da Bayside High entediados e sem ter acesso à internet, após terem seus celulares roubados. Em uma cena, dois estudantes discutem sobre quem doou um rim para a cantora em 2017, após ela ter sido diagnosticada com lúpus anos antes, já que eles não podiam conferir a informação online para tirar suas dúvidas. Os fãs de Selena Gomez criticaram o programa nas redes sociais durante todo o sábado, fazendo com que “Respeite Selena Gomez” virasse tendência no Twitter. Diante da repercussão, a Peacock emitiu uma desculpa oficial pela referência do episódio e ainda anunciou uma doação para a instituição de caridade da cantora, dedicada a apoiar outros pacientes com lupus. “Pedimos desculpas. Nunca foi nossa intenção menosprezar a saúde de Selena. Entramos em contato com sua equipe e faremos uma doação para sua instituição de caridade, The Selena Gomez Fund for Lupus Research, na USC (Universidade da Califórnia do Sul)”, disseram a Peacock, o estúdio NBCUniversal e os produtores executivos da série, em um comunicado conjunto. Selena Gomez precisou fazer um transplante de rim em 2017, devido à sua batalha contra o lúpus, uma doença autoimune que ela já enfrentava há cinco anos. A cantora compartilhou a identidade de sua doadora, a atriz Francia Raisa (da série “Grown-Ish”), nas redes sociais e se abriu sobre a cirurgia que, segundo ela, salvou sua vida.
Taissa Farmiga revela que se casou em segredo em agosto passado
Taissa Farmiga, estrela do terror “A Freira” e da série “American Horror Story”, revelou na sexta (27/11) em seu Instagram que se casou secretamente com o produtor Hadley Klein (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”)… em agosto passado! A atriz de 26 anos compartilhou uma foto em que aparece ao lado do noivo de 37 anos, posando ao lado de um bolo de casamento. Na foto, a atriz, que usava uma máscara branca em meio à pandemia do coronavírus, pode ser vista exibindo sua aliança de casamento enquanto Klein sorri para a câmera. “Me casei com meu melhor amigo”, ela legendou, acrescentando a data do matrimônio: “08.08.2020” Klein postou a mesma foto em sua conta do Instagram, escrevendo, “ainda me sinto grato este ano”. Amigos e familiares acessaram a seção de comentários do post de Farmiga para dar os parabéns, incluindo Billie Lourd e Leslie Grossman, que trabalham em “AHS” com Farmiga, além de AJ Michalka (“Os Goldbergs”), Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”), Karen Gillian (“Guardiões da Galáxia”) e até a conta oficial do universo de “Invocação do Mal”, entre muitos outros. Em agosto, Klein já tinha sugerido que ele e Farmiga tinham se casado, quando ele se referiu à atriz como sua “esposa” em um post no Instagram em homenagem ao aniversário dela. “Feliz, feliz aniversário para minha esposa superhotbutalsocool”, ele legendou.
Elizabeth Tulloch revela fotos dos filhos de Superman
A atriz Elizabeth Tulloch, que vive Lois Lane no Arrowverso, postou em suas redes sociais algumas fotos dos bastidores de “Superman & Lois”, nova série da DC Comics da rede The CW. No Twitter, ela registrou o monitor das gravações, que estão acontecendo em Vancouver, no Canadá, e a imagem oferece um vislumbre dos filhos do casal Clark Kent/Superman (Tyler Hoechlin) e Lois Lane, os adolescentes Jonathan (Jordan Elass) e Jordan Kent (Alexander Garfin). Já no Instagram, há imagens mais antigas em que ela posa individualmente ao lado de cada um dos “filhos”, mas usando máscaras. Foi a segunda vez que ela compartilhou fotos com os rapazes usando máscaras de proteção. Segundo a sinopse oficial, “Superman & Lois” “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. Vale lembrar que a paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. Rumores apontam que a trama irá acompanhar a evolução dos jovens até se transformarem em super-heróis como o pai. “Superman & Lois” será a primeira série protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Curiosamente, Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena de “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark após o final de “Smallville”. Nesse encontro, também foi revelado que ele teve filhos com sua Lois (Erica Durance). #behindthescenes #superfam @cwsupermanlois pic.twitter.com/MpCTMoJ4x5 — Elizabeth Tulloch (@BitsieTulloch) November 25, 2020 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Elizabeth Tulloch (@bitsietulloch)
Leandro Hassum aparece desanimado para divulgar sua primeira comédia de Natal
A Netflix divulgou um novo teaser de “Tudo Bem no Natal que Vem”, comédia natalina protagonizada por Leandro Hassum. Na prévia, o ator aparece ao estilo Grinch, mal-humorado por ter que vestir apetrechos ligados ao Natal, em referência ao seu personagem, que no longa também detesta as festividades. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum trabalhou nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha a história do rabugento Jorge, que após um tombo desmaia e acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Desta vez, Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes. A estreia está marcada para 3 de dezembro e compõe a mais longa programação temática de Natal de todos os tempos, que neste ano começou já no Halloween na Netflix.












