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  • TV

    Advogada de Dani Calabresa diz que atitude de Marcius Melhem é lamentável

    7 de dezembro de 2020 /

    A advogada de Dani Calabresa e de outras cinco mulheres que acusam o ex-diretor do departamento de Humor da Globo, Marcius Melhem, de assédio sexual e moral, deu uma entrevista exclusiva ao jornalista Roberto Cabrini, exibida no domingo (6/12) no programa “Domingo Espetacular”, da Record. Na conversa, Mayra Cotta abordou o fato de Melhem ter dito que vai processá-la, após uma entrevista em que ela o acusou de ter cometido diversos abusos morais e sexuais nos bastidores da Globo. Melhem teria dado entrada na ação na quinta-feira passada (3/12). “Eu acho lamentável que uma advogada, representando vítimas de assédio sexual, seja também colocada na posição de vítima, diante de uma ameaça desse tipo. Acho perigoso que a função de advogada esteja sendo ameaçada desse jeito”, Cotta afirmou. Sobre a tentativa de desvalorizar as denúncias, ela alegou não ter ficado surpresa. “É uma tática antiga entre os assediadores, de tentar desacreditar, de reduzir a dor das vítimas. [Existem como provas] As palavras das vítimas, uma investigação interna e testemunhas. [Da Globo] Faltou reconhecimento da gravidade do caso delas”, disse. Em mensagem enviada a Roberto Cabrini por escrito, e exibida na reportagem de domingo (6/12), Melhem voltou a se defender e reforçar que está processando a advogada: “Em respeito a você e a seus telespectadores, preciso esclarecer que mais uma vez a advogada Mayra Cotta vai à imprensa ao invés de ir à Justiça para buscar a reparação às mulheres que ela representa. Venho a público reafirmar que são acusações mentirosas. Nunca tranquei ninguém, nunca chantageei ninguém, nunca forcei ninguém a nada. Por essa razão, estou processando a advogada Mayra Cotta.” Além de processar Mayra Cotta, Melhem afirmou no sábado (5/12) que também fará uma interpelação judicial a Dani Calabresa, pedindo que ela confirme ou desminta relatos de assédio que teria sofrido, revelados em reportagem da revista Piauí publicada na sexta (4/12). A advogada se posicionou sobre a interpelação, dizendo que isso também era “esperado”. “É lamentável que ele tente reduzir a violência do que aconteceu com ela.” Melhem chefiou a área de humor da Globo nos últimos anos, sendo responsável pela criação de programas como “Zorra”, “Tá no Ar” e “Fora de Hora”, além do quadro “Isso a Globo Não Mostra”, exibido no Fantástico. Mais recentemente, também foi responsável pela “Escolinha do Professor Raimundo”. Após seu afastamento da emissora, todos estes programas foram cancelados.

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  • Etc,  Filme

    Atriz de Tudo Bem no Natal que Vem diz ter sentido julgamento do público

    7 de dezembro de 2020 /

    Um dos destaques de “Tudo Bem no Natal que Vem”, primeiro filme do comediante Leandro Hassum na Netflix, a atriz Arianne Botelho, de 27 anos, diz ter enfrentado o julgamento do público ao aparecer com a cabeça raspada nas ruas, por causa de sua personagem. No filme, ela interpreta Aninha, filha do protagonista, que é vítima de câncer. Para o papel, ela precisou raspar a cabeça e disse ter sentido os olhares das pessoas. “Quando eu raspei, a primeira coisa que fiz foi ir à praia e depois ao shopping. Foi proposital. Eu reparei no olhar das pessoas. Eu queria entender na pele o que as vítimas de câncer passam. As pessoas te olham e já te colocam o estigma da doença. Há um certo julgamento. Não é nosso padrão estético, as mulheres sempre tiveram cabelo comprido”, disse atriz, em entrevista ao Notícias da TV – sem lembrar da cantora Sinéad O’Connor. De acordo com Arianne, a decisão pelo corte foi feita em comum acordo entre ela e o diretor do longa, Roberto Santucci. Mas sem muita antecedência. “Eu fiquei sabendo dois meses antes de começar a gravar que rasparia a cabeça”, contou. A atriz também disse ter estudado muito sobre o câncer de mama e conversado com algumas mulheres que foram diagnosticadas com a doença para abordar o assunto de maneira responsável. “Foi um projeto que me exigiu bastante. Não sei se foi o mais desafiador porque todas as minhas personagens foram desafiadoras, mas com certeza foi um processo muito forte. Durante esse tempo, eu pensei, pesquisei e amadureci muito como atriz e pessoa”, relembra. Na entrevista, ela também comentou o que a chegada da Netflix no mercado representa para sua geração de atores, que cresceu imaginando que no máximo faria novelas da Globo. “É um leque de oportunidades que surgem para nós, artistas. Acho maravilhoso. São vários projetos, trabalhos, tudo ficou mais acessível. A Netflix é uma empresa incrível de se trabalhar. Eu sempre admirei os produtos internacionais e conseguiram manter o nível com os nacionais”, ela elogia. Mas isso não a impede de continuar sonhando com as novelas. “Longe de mim desmerecer a Globo, até porque eu vim de lá. Essa liberdade é ótima e veio para somar, mas eu ainda gostaria de interpretar uma protagonista de novela, uma personagem que fosse forte e tivesse representatividade. Eu ainda mantenho esse sonho”, conclui. Na época da filmagem, em janeiro passado, ela divulgou fotos e vídeos em seu Instagram do momento do corte zero. Veja abaixo – quase um ano depois, o cabelo de Arienne já cresceu de volta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Arianne Botelho 🌻 (@arianne.botelho)

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  • Filme

    Tudo Bem no Natal que Vem, com Leandro Hassum, vira sucesso internacional

    7 de dezembro de 2020 /

    Lançada na quinta passada (3/12), a comédia “Tudo Bem no Natal que Vem”, estrelada por Leandro Hassum, já virou um sucesso internacional. Segundo o site Flixpatrol, especializado em rankings de audiência de streaming, o filme brasileiro, que foi batizado de “Just Another Christmas” no exterior, foi o 3º mais visto da Netflix no fim de semana, em todo o mundo. Além disso, a produção assumiu o 1º lugar da audiência em vários países europeus, como Portugal, Alemanha, Suíça, Áustria e Luxemburgo. O filme também lidera o ranking brasileiro, é claro. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum trabalhou nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha a história do rabugento Jorge, que após um tombo desmaia e acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Desta vez, Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes.

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  • Série

    3ª temporada de Cobra Kai ganha primeiras fotos

    7 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos da 3ª temporada de “Cobra Kai”, continuação do filme clássico “Karatê Kid” (1984), que, segundo a auditoria da empresa Nielsen, tornou-se o conteúdo mais visto da plataforma em seu mês de lançamento. Enquanto as duas primeiras temporadas, disponibilizadas em 28 de agosto, não eram inéditas – porque já tinham sido disponibilizadas no antigo projeto premium do YouTube – , o terceiro ano vai estrear com exclusividade na Netflix. Para quem não sabe, “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube, mas as demais não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto premium do portal, com conteúdo pago em streaming. Com isso, a Sony, que produz o programa, acertou sua transferência para a Netflix. E o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou para ajudar a produção a encontrar uma segunda vida na plataforma rival. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid” mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e com o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Mas a volta da rivalidade não acaba bem para nenhum dos envolvidos, com direito a efeitos colaterais para seus alunos, como demonstram as novas fotos. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A 3ª temporada, que já estava sendo produzida pelo YouTube quando a Netflix adquiriu a atração, ganhou data de estreia em 8 de janeiro.

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  • Série

    Fábio Assunção fará parte da 2ª temporada de Desalma

    7 de dezembro de 2020 /

    O ator Fábio Assunção vai participar da 2ª temporada de “Desalma”, série de terror da Globoplay. Em novembro passado, ele rasgou elogios à 1ª temporada em suas redes sociais. “Assisti a série assim que lançou. Em um dia”, ele postou, descrevendo “Desalma” como “uma obra linda e densa” em que “todo o elenco arrebenta”. Depois de parabenizar atores, direção e roteiro, ainda acrescentou: “Fui tragado pela série”. As gravações estão previstas para o início de 2021. Mas a data exata da produção só deve ser anunciada após a finalização e aprovação dos roteiros da autora Ana Paula, que incluirá novos personagens em Brígida, cidade fictícia onde a trama é ambientada. São esperadas as voltas de Claudia Abreu, Ismael Caneppele, Cássia Kis e Camila Botelho, mas a trama pode sofrer algumas baixas por programar um retorno tão rápido aos trabalhos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabio Assunção (@fabioassuncaooficial)

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  • Filme

    Astros de Mulher-Maravilha 1984 agradecem paciência dos fãs pela estreia

    6 de dezembro de 2020 /

    O elenco e a diretora de “Mulher-Maravilha 1984” encerraram uma CCXP sem muitas novidades, reprisando a visita que fizeram ao evento no ano passado. Eles voltaram à CCXP para divulgar novamente o filme que, após muitos adiamentos, finalmente vai estrear nos cinemas brasileiros em 17 de dezembro. A diretora Patty Jenkins e o elenco central, formado por Gal Gadot, Chris Pine, Kristen Wiig e Pedro Pascal, agradeceram a paciência dos fãs, que esperaram o filme por tanto tempo – antes do coronavírus, a estreia estava prevista para junho. “Estamos todos passando por uma jornada louca no mundo, é um desafio internacional, todos nós estamos tentando entender como lidar com isso. Então, quero dizer: obrigada por nos apoiar até aqui e obrigada por esperar por esse filme”, disse a cineasta. “Obrigada a todos por serem tão pacientes. É um filme maravilhoso, prometo que a espera vai valer a pena”, acrescentou Chris Pine. E este foi basicamente o único trecho diferente do bate-papo em relação à visita do ano passado, embora desta vez a conversa seja por videoconferência e inclua mais pessoas. Isto porque o painel não trouxe novidades. Ninguém quis abordar detalhes do filme para não dar spoilers, mas Gadot contou que Diana e Barbara Minerva, a vilão interpretada por Kristen Wiig (e que vira a Mulher-Leopardo no filme) se conhecem trabalhando juntas no Museu Smithsonian, em Washington, e logo estabelecem uma conexão. “O modo como a Patty Jenkins desenvolveu a história toda é muito cativante, bonito e complexo. E a tensão está lá o tempo todo. E amei trabalhar com você, Kristen”, afirmou a atriz israelense. “E eu amei trabalhar com você, Gal”, rasgou de volta a intérprete da vilã. Wiig detalhou um pouco mais a evolução de sua personagem no filme. “No começo do filme, ela tem dificuldade para socializar, é invisível, e no resto do filme ela se torna bem visível. Foi muito emocionante interpretá-la, porque era quase como interpretar três personagens diferentes, porque ela começa super quieta, daí começa a mudar e se torna completamente a Mulher-Leopardo”. Mas o resto da conversa foi só rasgação de seda. “A coisa mais interessante de interpretar o meu personagem, e digo isso de todo coração, foi poder trabalhar nesse personagem com você Patty, foi uma das melhores experiências que já tive”, derramou-se Pedro Pascal. E Jenkins retribuiu o carinho. “Pedro, trabalhar com você foi sensacional, e trabalhar com todo esse elenco é algo que não vou esquecer. Vocês são minhas pessoas, meus atores preferidos. Também são talentosos, e somos todos amigos e nos divertimos muito”, elogiou a diretora. A conversa-fiada foi curta, mas depois que o resto do elenco se despediu, Pedro Pascal acabou estendendo sua permanência para responder perguntas. Foi neste momento que ele contou que sentiu muita conexão com a época em que se passa o filme, os anos 1980. “Passei uma boa parte dos anos 1980 em San Antonio, no Texas, com a minha irmã, e tínhamos TV a cabo e íamos ao cinema e a shows o tempo todo, então eu absorvi como uma esponja muitas das coisas que são lindamente representadas nesse filme. Era uma casa onde a MTV ficava ligada como se fosse uma estação de rádio. E muito da minha imaginação e das minhas esperanças e sonhos foram construídos em torno dos filmes dos anos 1980. É uma era que me moldou. Não sei se isso é bom, mas é basicamente a razão porque sou quem eu sou”, explicou. Ele manteve o tom de mistério da produção, recusando-se a dar muitas informações sobre seu personagem, Maxwell Lord, mas disse que ele é um tipo diferente de vilão. “Tudo nesse filme é surpreendente, desde grandes revelações na trama até detalhes sutis sobre o personagem. Acho que tem muitas coisas inesperadas. Sem revelar muito, ele é excepcionalmente diferente do vilão típico”. Para completar, Pascal abordou a experiência de se juntar a um time que já estava entrosado, devido ao filme anterior. “A química deles era incrível, e eu e Kristen criamos muitas expectativas sobre se teríamos a mesma química, se chegaríamos ao mesmo patamar do primeiro filme. Mas Gal, Patty e Chris criaram a experiência mais acolhedora que já tive”. Além do bate-papo, o painel ainda revelou um novo vídeo curto do filme – com 30 segundos – , que também não revelou nenhuma novidade.

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  • Filme

    Veja o vídeo de Mulher-Maravilha 1984 revelado na CCXP World

    6 de dezembro de 2020 /

    A Warner divulgou um comercial exclusivo de “Mulher-Maravilha 1984”, que foi apresentado durante a CCXP World. A prévia é narrada pela mãe da heroína, a Rainha Hipolita, mostra cenas da infância de Diana, seu reencontro com Steve Trevor, além de diversas cenas de luta contra inimigos pouco identificados. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, Connie Nielsen como Hipólita e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve seu lançamento adiado para 17 de dezembro, devido à pandemia do novo coronavírus.

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  • Filme

    Produtora de Monster Hunter pede desculpas à China por piada considerada racista

    6 de dezembro de 2020 /

    A produtora alemã Constantin Film emitiu um pedido de desculpas ao público chinês pelo diálogo de “Monster Hunter” que foi considerado racista e, após disparar uma reação online, levou o filme a ser retirado de cartaz na China neste fim de semana. Em comunicado, a Constantin diz que “pede desculpas sinceramente ao público chinês por uma frase de diálogo contida em uma das primeiras cenas de ‘Monster Hunter’. Não houve absolutamente nenhuma intenção de discriminar, insultar ou ofender qualquer pessoa de hereditariedade chinesa. A Constantin Film ouviu as preocupações expressas pelo público chinês e removeu a frase que levou a esse mal-entendido inadvertido”. A polêmica se resume a uma conversa de 10 segundos do rapper asiático-americano Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, com um ator branco até o momento não identificado (o filme ainda não foi exibido para a imprensa ocidental), na qual o primeiro faz uma piada de mau gosto, num trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying escolar sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a estreia, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas, num primeiro momento, não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. O filme estrelado por Milla Jovovich poderia ter liderado as bilheterias chinesas no fim de semana, pois faturou cerca de US$ 5,3 milhões na sexta-feira, mas desapareceu das telas em meio à polêmica. A empresa chinesa Tencent, que cuida da distribuição do filme na China e é parceira da Constantin na produção, tem trabalhado com o governo chinês e as agências envolvidas para remediar a situação. Mas ainda não está claro se o filme será relançado sem a cena considerada ofensiva nos cinemas locais. Também não está claro se a frase controversa também será removida das versões que seráo exibidas em outros mercados. “Monster Hunter” tem estreia marcada para 25 de dezembro na América do Norte e 31 de dezembro no Brasil.

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  • TV

    Dani Calabresa vai comandar seu próprio programa e pode até estrear em novelas

    6 de dezembro de 2020 /

    Em meio à repercussão da denúncia de assédio sexual que teria sofrido de Marcius Melhem, segundo reportagem da revista “Piauí”, a comediante Dani Calabresa está cheia de projetos no conglomerado Globo. O colunista Fefito apurou que ela tem encaminhada uma produção concreta e pelo menos mais duas possibilidades. Em março, ela estreia seu primeiro programa solo, que irá ao ar no canal pago GNT, pertencente ao grupo Globo. O programa vai se chamar “Dani-se” e foi criado pela própria atriz, em conjunto com uma equipe de roteiristas. Na atração, além de receber convidados famosos, Calabresa fará esquetes e algumas imitações, uma de suas especialidades. O diretor Calvito Leal já estaria escalado para o projeto. Além disso, a atriz ainda teria convite da Globo para estrear em novelas. Segundo Fefito, ela poderia entrar em “Olho Por Olho”, nova trama de João Emanuel Carneiro, autor de “Avenida Brasil”, para formar um triângulo amoroso com Miguel Falabella e Vera Fischer no núcleo cômico da história. As gravações estão previstas para começar no final de outubro. Para completar, ela deve ser uma das prováveis estrelas do novo projeto de humorístico que substituirá o “Zorra” nas noites de sábado, a partir de maio do ano que vem.

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  • Filme

    Versão live-action de A Pequena Sereia volta a ser filmada em janeiro

    6 de dezembro de 2020 /

    As gravações da versão live-action de “A Pequena Sereia” devem ser retomadas em janeiro. A informação foi dada pela atriz Melissa McCarthy, que viverá a vilã Úrsula no longa, durante participação no programa “Watch What Happens Live with Andy Cohen”, do canal pago americano Bravo. “Com esperança, se tudo estiver bem e seguro, voltaremos a gravar em janeiro, em Londres, o que é muito animador”, ela declarou. A atriz também falou um pouco sobre o que se pode esperar da sua versão da bruxa do mar. “Eu tenho apreço pela Úrsula. Eu sei que ela é a vilã, mas ela é deliciosa de interpretar. Eu meio que estou fazendo ela como a apresentação de clube noturno que eu sempre quis fazer”. Veja a íntegra da resposta abaixo. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Vale lembrar que a versão da Disney difere bastante do conto original de Hans Christian Anderson, que não tem final feliz. A adaptação de live-action será estrelada pela atriz e cantora Halle Bailey (da série “Grown-ish”), intérprete de Ariel, e Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), que viverá o Príncipe Eric. Outros atores citados na produção incluem Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). O filme começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), mas foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”.

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  • Filme

    Os Croods 2 aumenta domínio do estúdio Universal nas bilheterias dos EUA

    6 de dezembro de 2020 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve sua liderança nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 2.205 telas, o filme da DreamWorks Animation/Universal faturou US$ 4,4 milhões entre sexta e domingo (6/12). Lançado em 25 de novembro, na véspera do feriadão do Dia de Ação de Graças, o longa já soma US$ 20,3 milhões nos EUA e Canadá. Muito pouco para 12 dias em qualquer outro ano, mas o suficiente em tempos de pandemia. De acordo com estimativas da Comscore, apenas 35% dos cinemas estão funcionando na América do Norte e, mesmo assim, os que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social. Em termos de comparação, há sete anos o primeiro “Croods” (2013) arrecadou US$ 89 milhões durante seus dois primeiros fins de semana, com lançamento em 4 mil salas. Apesar do predomínio da sequência animada, o circuito recebeu algumas estreias neste fim de semana, como a comédia “Half Brothers”, coprodução mexicana que abriu em 2º lugar, mas fez apenas US$ 720 mil em 1.369 locais, e o romance “All My Life”, estrelado por Jessica Rothe e Harry Shum Jr., que ficou em 4º lugar, com US$ 350 mil em 970 salas. O detalhe é que estas duas estreias são produções da Universal, assim como “Os Croods 2” e o 3º lugar do ranking, o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (US$ 460 mil em 1.502 telas). De forma impressionante, das oito maiores bilheterias do fim de semana, apenas um título não foi produzido pela Universal, a comédia indie “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro, que aparece em 5º lugar. O estúdio reina sozinho nos cinemas, enquanto os demais fogem do circuito como o diabo da cruz, preferindo adiar seus filmes à arriscar as arrecadações pífias da pandemia. A coragem da Universal, na verdade, reflete um acordo do estúdio com duas das principais redes de cinema dos EUA, a AMC e a Cinemark, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, o estúdio acertou mantê-los em tela grande por apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Não há outros filmes para exibir. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. A Warner pretende se juntar em breve ao circuito com um modelo de distribuição ainda mais radical: lançamentos simultâneos em cinema e streaming (via HBO Max) nos EUA. A iniciativa vai começar com “Mulher-Maravilha 1984”, que recebeu comentários elogiosíssimos no fim de semana, após as primeiras sessões para a crítica americana. Além deste filme, a Sony manteve o lançamento de “Monster Hunter” para o Natal nos EUA, mas sua estratégia digital ainda não é conhecida.

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  • Filme

    Morbius: Filme do vilão do Homem-Aranha ganha novo trailer internacional

    6 de dezembro de 2020 /

    A Sony divulgou um novo trailer de “Morbius” para o mercado japonês, com introdução do ator Jared Leto (o Coringa do “Esquadrão Suicida”), intérprete do personagem-título. No filme do Aranhaverso, Michael Morbius é um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel que, ao tentar descobrir a cura para um doença terminal, transforma-se acidentalmente num vampiro. Introduzido nos quadrinhos do Homem-Aranha em 1971, o personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Após se destacar como vilão do Homem-Aranha, Morbius chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom, outro vilão do Aranha que ganhou filme recente da Sony. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”), a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”) e o elenco inclui ainda Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 8”), Jared Harris (“Chernobyl”), Adria Arjona (“Círculo de Fogo 2: A Revolta”), Matt Smith (de “Doctor Who” e “The Crown”) e, como revela o trailer, Michael Keaton, aparentemente retomando o papel de Abutre, vilão de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). A participação do Abutre seria o primeiro sinal de coesão entre os filmes do Aranhaverso. Boatos indicam que outros personagens também podem aparecer, como J.J. Jameson (J.K. Simmons) e o próprio Peter Parker (Tom Holland). Por sinal, o trailer mostra um grafite do Homem-Aranha pichado com a palavra “Assassino”, que remete ao final de “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019). A estreia de “Morbius” estava originalmente marcada para o final de julho, mas a pandemia de coronavírus adiou o lançamento para março de 2021.

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  • Série

    Netflix rejeita apelos para alertar que The Crown é ficção

    6 de dezembro de 2020 /

    A Netflix anunciou que não pretende enfatizar que “The Crown” é ficção, por considerar que qualquer um pode perceber que não se trata de um documentário. Com isso, a empresa rejeitou os pedidos por um aviso antes dos episódios para alertar o público para o fato de a série ser uma obra ficcional. A proposta do alerta partiu de Oliver Dowden, secretário de Cultura do Reino Unido, que escreveu uma carta para a Netflix na semana passada solicitando que a empresa avisasse seus 195 milhões de assinantes que a série é “parcialmente uma obra de ficção”. “Nós sempre apresentamos ‘The Crown’ como uma série dramática e temos confiança que nossos assinantes entendem que é uma obra de ficção largamente baseada em eventos históricos”, disse o serviço de streaming em comunicado, publicado pelo site Deadline. “Por causa disso, não temos planos – nem vemos necessidade – de adicionar esse aviso.” O conteúdo da carta de Dowden à Netflix não foi revelado. Em entrevista ao jornal The Mail de domingo passado (29/11), ele chegou a fazer alguns elogios à série, junto com sua ressalva. “É uma obra de ficção muito bem produzida. E, como tantas outras atrações, a Netflix deveria deixar claro logo no início que é só isso. Sem o aviso, eu temo que uma geração de espectadores que não viveu esses eventos podem confundir a ficção com fatos reais”, alertou. O pedido do representante do governo britânico também encontra eco em apelos do irmão de Lady Di, Charles Spencer, que pediu uma mensagem de aviso no início de cada episódio. A 4ª temporada da série, disponível desde 15 de novembro, tem dado mais o falar que as anteriores por incluir a história do conturbado casamento do Príncipe Charles com a princesa Diana, que aconteceu nos anos 1980 e ainda está na memória de muitas pessoas.

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