Veja os primeiros minutos de Mulher-Maravilha 1984
A Warner divulgou um vídeo com os primeiros minutos de “Mulher-Maravilha 1984”. A prévia é narrada por Gal Gadot, que interpreta a personagem-título, mas acompanha a heroína em sua infância, durante um torneio das amazonas. A versão mirim da Mulher-Maravilha é vivida por Lilly Aspell, que já tinha interpretado a pequena Diana no primeiro filme. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e ainda traz de volta Connie Nielsen como Hipólita e Robin Wright como a guerreira Antiope. As duas são vistas na abertura do filme. Além delas, Chris Pine também retorna como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme foi adiado devido à pandemia do novo coronavírus e finalmente vai estrear nesta quinta (17/12), acompanhado de críticas elogiosas da imprensa internacional.
(Des)encanto: Trailer mostra personagens em novas Terras Encantadas
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada de “(Des)encanto”, série animada de Matt Groening, o criador de “Os Simpsons”. A prévia mostra a princesa Bean indo a outras terras encantadas, como a Terra das Máquinas, onde recebe a oferta de uma aliança entre a magia e a ciência. A trama se passa em um lugar mágico chamado Terra dos Sonhos (Dreamland), descrito como “um reino medieval em ruínas”, e acompanha três protagonistas: a Princesa Bean, o elfo chamado Elfo e o demônio Luci. Eles são dublados em inglês por Abbi Jacobson (série “Broad City”), Nat Faxon (“Friends from College”) e Eric Andre (série “2 Broke Girls”), respectivamente. Com 10 episódios, a 3ª temporada estreia em 15 de janeiro em streaming. Uma boa notícia para os fãs é que a produção já está confirmada até a 4ª temporada. Uma má notícia para os fãs é que a Netflix costuma cancelar as séries quando elas atingem essa duração.
Trailer revela os perigos da 2ª temporada de Jurassic World: Acampamento Jurássico
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Jurassic World: Acampamento Jurássico”, série animada derivada da franquia “Jurassic Park”. A continuação foi confirmada após três semanas da estreia da 1ª temporada, disponibilizada em 18 de setembro. A trama de “Acampamento Jurássico” (Jurassic World: Camp Cretaceous) é basicamente a mesma de “Jurassic World” (2015), com crianças correndo perigo após ataques de animais pré-históricos, à solta no parque temático. De fato, a história acontece simultaneamente aos eventos do primeiro filme da nova trilogia, antes do parque da ilha Nublar, mais conhecida como ilha dos dinossauros, ser desativado, evacuado e destruído durante uma explosão vulcânica – em “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018). Na nova prévia, as crianças da série descobrem que não estão sozinhas, sugerindo o aparecimento da versão animada de alguns dos protagonistas da franquia. A animação foi desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”), e conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). A 2ª temporada estreia em 22 de janeiro.
Namorados de Karatê Kid 2 se reencontram em cena de Cobra Kai
A Netflix divulgou uma cena da 3ª temporada de “Cobra Kai”, que registra o reencontro de Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Kumiko (Tamlyn Tomita). Os dois chegaram a namorar no longa “Karatê Kid 2: A Hora da Verdade Continua”, de 1986, mas terminaram antes dos eventos de “Karatê Kid 3”. A cena do reencontro sugere que a separação foi amigável. Mas o mais interessante é que, quando Daniel lamenta não poder contar mais com os conselhos do Sr. Miyagi (Pat Morita), Kumiko diz algo surpreendente, sugerindo alguma forma de reuni-lo novamente com o falecido sensei. Confira abaixo. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro ao streaming.
Servant é renovada para 3ª temporada
A Apple TV+ antecipou a renovação da série de terror “Servant”, produzida pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”). A atração recebeu a encomenda de sua 3ª temporada, um mês antes da estreia dos episódios de seu segundo ano de produção. “Servant” é a quarta série original da Apple TV+ renovada para a 3ª temporada, juntando-se a “For All Mankind”, “Dickinson” e “Ted Lasso”. Além de produzir, Shyamalan também assina alguns episódios da atração, criada por Tony Basgallop, autor da série inglesa “Hotel Babylon” e roteirista de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”. A série acompanha gira em torno de uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”) contratada para cuidar de uma criança recém-nascida. O detalhe é que o bebê morreu no parto e a a família o substituiu por um boneco. Para espanto do pai, a babá achou tudo normal e até compactua com a situação, concebida para contornar um surto da mãe, que não suportou a perda da criança. Mas quando ela some com o boneco, o arranjo conduz ao caos. O elenco também destaca Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) como os pais e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) como o tio (irmão da personagem de Ambrose) do bebê de brinquedo. A 2ª temporada estreia em 15 de janeiro na plataforma de streaming da Apple. Veja abaixo o trailer dos próximos capítulos.
Lily James vai viver Pamela Anderson em minissérie biográfica
Um dos casais de Hollywood que mais rendeu assunto na imprensa sensacionalista no fim do século passado vai ganhar sua primeira minissérie, intitulada “Pam & Tommy”. A atriz Lily James (“Rebecca, a Mulher Inesquecível”) e o ator Sebastian Stan (“Vingadores: Ultimato”) vão viver Pamela Anderson e Tommy Lee na produção, que terá oito episódios e será exibida na plataforma Hulu. A minissérie, que pode ser encarada como uma espécie de continuação de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe” (2018), vai se concentrar no relacionamento do baterista da banda Mötley Crüe e a estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) durante os anos 1990, incluindo na trama o famoso vazamento do vídeo de sexo de sua lua de mel particular”. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual dos anos 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento do casal, que levou a um casamento após apenas alguns dias de namoro oficial, vendeu mais tabloides que qualquer outro no período. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel, com a comercialização da sex tape mais famosa de todos os tempos. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E Rogen também está escalado para viver o homem que roubou a fita infame. Além deles, o diretor Craig Gillespie (“Eu, Tonya”) participa da produção. Já Pamela Anderson e Tommy Lee não estão envolvidos, mas cientes do que vem por aí.
Artistas da Globo recebem multa milionária da Receita Federal
Depois de devassa da Receita Federal, 43 artistas que mantinham vínculos como PJ (pessoa jurídica) com a Globo nos últimos anos começaram a receber as primeiras autuações fiscais. Nos documentos, o órgão do governo federal aponta um suposto conluio entre os artistas e insinua existir uma “associação criminosa” nos acordos. Outras emissoras que procedem de forma similar não foram enquadradas. Já a Globo é apontada “como solidariamente responsável pelo pagamento da autuação”, o que significa que a cobrança pode ser feita para os artistas ou para a empresa. Advogado tributarista que defende os 43 artistas da Globo, Leonardo Antonelli, irmão da atriz Giovanna Antonelli, disse ao blog Notícias da TV que a tentativa da receita “de imputar a prática de crime contra a ordem tributária praticado pela emissora em conluio com o ator… não faz o menor sentido”, já que a “pejotização” é uma relação de trabalho que o próprio órgão do governo federal reconhece como “comum”. Ele lembra que, pela lei brasileira, “os serviços intelectuais, de natureza artística ou cultural, em caráter personalíssimo, sujeitam-se ao regime de tributação de pessoas jurídicas”. Em agosto, quando ficou claro que o governo atacaria os artistas da Globo, Deborah Secco lembrou: “Com oito anos eu já trabalhava. Fiz filmes, peças de teatro, campanhas publicitárias e coproduções de longas. E, para fazer tudo isso, no Brasil ou no mundo, tem que ser através de uma pessoa jurídica”. As multas aplicadas, em alguns casos, ultrapassam R$ 10 milhões por artista. Para evitar o pagamento, a defesa entrou com um recurso administrativo na própria Receita Federal. Além das multas, a Receita encaminhou as investigações ao Ministério Público Federal, sob a alegação de crimes contra a ordem financeira. “Não bastasse o artista ser obrigado a devolver mais do que recebeu nos últimos cinco anos, ainda poderá ser processado criminalmente e quiçá condenado à prisão. Parece uma novela mexicana de ficção”, lamentou Antonelli, que classifica a ação como um exemplo de “insegurança jurídica” do país. “Estamos ingressando paralelamente em juízo e confiantes de que o Poder Judiciário irá, ao final, reconhecer que essa diferença não é devida e que o uso de pessoa jurídica (pejotização) está previsto em lei e é lícito”, disse o tributarista, sobre sua estratégia para impedir supostos abusos cometidos no que pode ser uma ação (não fiscal, mas) política. De fato, apesar de outras grandes emissoras, como SBT, Record, Band e RedeTV!, terem parte de seus artistas, executivos e jornalistas contratados como PJ, não há informações que os profissionais dessas empresas tenham recebido notificações para prestar contas ao fisco. Também não há indícios de que a ex-secretária de Cultura, Regina Duarte, e o atual, Mário Frias, ex-funcionários da Globo, tiveram as contas examinadas. O presidente Jair Bolsonaro já declarou que considera o Grupo Globo seu “inimigo” e chegou a sugerir que pode não renovar a concessão para que a empresa continue a operar seus canais de TV. Após acusar a Globo de praticar “jornalismo sujo”, Bolsonaro registrou sua ameaça num vídeo, divulgado em novembro do ano passado. “Pague tudo o que deve. Certidões negativas, tudo. Para não ter problema. Não vou passar a mão na cabeça de ninguém. Da Globo nem de ninguém. Vocês têm que tá em dia para renovar a concessão. Tô avisando antes para não dizer que estou perseguindo vocês”, declarou o presidente na ocasião, mais transtornado que o costume, mas em seu habitual estilo retórico de dizer que não está fazendo o que está fazendo.
Billie Eilish revela sua intimidade em trailer de documentário
A Apple TV+ divulgou o trailer de “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry”, documentário que mergulha no processo criativo e na intimidade da cantora adolescente, que venceu o Grammy – e gravou um tema de 007! – aos 18 anos de idade. O diretor R.J. Cutler (“Se Eu Ficar”) e sua equipe fizeram um trabalho exaustivo, acompanhando Billie durante a composição, gravação e apresentação ao vivo da turnê de seu primeiro álbum, “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?” (2019). Ou seja, ela ainda tinha 17 anos quando a produção começou. Billie, que completa 19 anos na sexta-feira (18/12), excursionou até março, quando houve a paralisação completa das atividades culturais ao vivo devido à pandemia do coronavírus – o que levou ao cancelamento, inclusive, de shows marcados para São Paulo e Rio de Janeiro. O trailer do documentário mostra o que público brasileiro perdeu, além de muitas cenas íntimas, como as sessões de Billie com o irmão Finneas em seu quarto e da relação dela com os pais. A estreia está marcada para 26 de fevereiro.
Estrela de Aladdin vai estrelar série do criador de Big Little Lies
Depois de estrelar os blockbusters “Aladdin” e “As Panteras”, a atriz Naomi Scott será protagonista de uma nova série da Netflix. Ela entrou num dos papéis principais de “Anatomy of a Scandal”, atração baseada no best-seller homônimo de Sarah Vaughan, que está sendo adaptada pelo prolífico produtor-roteirista David E. Kelley (“Big Little Lies”). Scott não fazia uma série desde que se projetou na curta, mas cultuada sci-fi “Terra Nova”, em 2011. Ela se junta a um elenco que também inclui Sienna Miller (“Crime sem Saída”), Michelle Dockery (“Downton Abbey”) e Rupert Friend (“Homeland”). A série está sendo apresentada como uma antologia sobre consentimento e privilégio sexual, e vai contar uma história diferente por temporada. A produção inicial terá apenas seis episódios. Ambientada em Londres, a trama vai trazer Scott como Olivia Lytton, uma pesquisadora parlamentar com um futuro brilhante que enfrenta um poderoso adversário. Os roteiros são de David E. Kelley e Melissa James Gibson (“The Americans”), e a direção está a cargo de SJ Clarkson (“Jessica Jones”).
Mulher-Maravilha 1984 estreia com elogios da crítica internacional: “Um presente de Natal”
Depois de meses de adiamentos, a tão esperada continuação de “Mulher-Maravilha” finalmente chega aos cinemas brasileiros nesta quinta (17/12). E as primeiras críticas publicadas nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá dizem que a demora é mais que compensada por um filme excelente. “Mulher-Maravilha 1984” recebeu uma resposta extremamente positiva da crítica internacional, mesmo dos que apontaram problemas no roteiro. Entre os elogios, o filme é descrito como “um presente de Natal” (Chicago Sun-Times) e “o tipo de escapismo que precisamos neste momento” (Financial Times). A maioria das críticas segue esse tom, destacando que o otimismo do longa, novamente estrelado por Gal Gadot e Chris Pine, e dirigido por Patty Jenkins, ressoa com particular importância em 2020, como distração e como mensagem para a humanidade, diante dos problemas do mundo atual. Kate Erbland, do site IndieWire, descreveu o lançamento como “algo alegre, maluco e profundamente agradável”. “E ainda está transbordando com a mesma maravilha e alegria do primeiro filme, um filme raro – de qualquer faixa – que não quer apenas acreditar na bondade das pessoas, mas está disposto a fazê-las realmente trabalhar para isso. Isso é super-heróico. ” Hoai-Tran Bui, do site Slash Film, ressalta que “os encantos otimistas de desenho animado de ‘Mulher-Maravilha 1984’ parecem uma crítica direta da paisagem política e cultural atual, de uma forma que é inquestionavelmente canastrona, mas é – tão banal quanto repetir esta frase repetida demais – um bálsamo muito necessário para 2020.” Brian Truitt, do jornal USA Today, acrescenta: “Grande parte de ‘1984’ é, para usar o vernáculo da época, radical. A química de Gadot e Pine foi um dos melhores aspectos do primeiro ‘Mulher-Maravilha’ e eles trazem muita vida para o novo, enquanto uma alegre Diana apresenta ao deslocado Steve as pochetes e calças paraquedas da época… Adicione uma trilha de Hans Zimmer e, juntos, os dois pombinhos dão ao filme uma vibração emocionante e séria que se materializa no projeto de super-herói recente da DC mais próximo do coração do ‘Superman’ original de Christopher Reeve.” Wendy Ide, do Financial Times, reflete que “com seu enredo emocionante e descrição otimista de uma humanidade que é capaz de aceitar sacrifícios pessoais para um bem maior, ‘Mulher-Maravilha 1984’ é exatamente o tipo de escapismo inebriante de que precisamos agora”. Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times, concorda, escrevendo que o filme é “um presente de Natal, com partes emocionantes, cômicas, românticas e cheias de ação, e um tom que lembra os filmes do ‘Superman’ de Richard Donner e os filmes do ‘Homem-Aranha’ de 2000. Com certeza, temos um enredo clássico de filme de quadrinhos sobre um louco megalomaníaco com a intenção de dominar o mundo, mas muitas vezes há um tom relativamente leve durante todo essa abordagem. O resultado é um espetáculo de puro entretenimento pop à moda antiga.” Ben Travis, da revista Empire, elogia a atriz principal: “Como no último filme, o coração e a alma de ‘Mulher Maravilha 1984’ é Gadot. Sua Diana exala graça e bondade, e seu poder é exibido com uma feminilidade ousada que ainda soa reveladora em meio a uma paisagem repleta de heróis machos dilacerados”. Peter Debruge, da Variety, destaca a diretora: “Jenkins é uma cineasta extremamente talentosa em quem o estúdio arriscou – raramente questionada quando comparada a homens – e ela prova seu valor ao nunca permitir que o espetáculo abafe as performances… Assim como Wakanda representa uma terra livre das restrições da supremacia branca em ‘Pantera Negra’, sua Diana Prince representa o que qualquer mulher poderia alcançar, se elevada acima do patriarcado”. Alex Abad-Santos, do site Vox, acha que o filme é bem-sucedido, mas… “‘Mulher-Maravilha 1984’ são três filmes em um: é ao mesmo tempo um romance sobre o amor perdido; uma história sobre o ciúme em nossas amizades; e a história de um homem triste e destruído, desesperado para dominar o mundo. E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso… Já vimos antes outros adultos tristes e infantilizados que querem dominar o mundo ou conduzi-lo ao apocalipse (Loki em ‘Vingadores’, Ultron em ‘Vingadores: Era de Ultron’, Luthor em ‘Batman vs Superman’). Essa história estereotipada é algo adequado para os outros caras. Quanto mais tempo se gasta nisso, menos tempo ‘Mulher-Maravilha 1984′ passa sendo maravilhoso.” Apesar dessa ressalva, Kevin Maher, do jornal The Times, insiste que tudo dá certo no final: “O roteiro de Jenkins e dos co-roteiristas Geoff Johns e Dave Callaham faz uma coisa notável – ele se desdobra na premissa e trata o material com a maior seriedade. E, de alguma forma, funciona”. Vale ressaltar que, apesar dos elogios, a maioria concorda que o filme tem falhas. “’Mulher Maravilha 1984’ é um filme com uma mensagem bem-intencionada, mas que não tem ideia de como colocar essa mensagem em uma história convincente. O filme é culpado por tentar fazer muito e se torna sobrecarregado por causa disso, e é culpado por fazer pouco com sua trama tênue e motivações confusas de personagens”, avalia Matt Goldberg, do site Collider. Segue Peter Debruge, da Variety: “Muitos dos efeitos são fracos. Alguns são absolutamente constrangedores (como quando a Mulher-Maravilha interrompe uma perseguição no deserto bem coreografada para resgatar duas crianças em perigo). E o grande final é um fracasso… pois Jenkins tenta espremer sua grande ideia em alguns minutos apressados de exibição”. Mas ele alerta que, mesmo assim, o filme é “inspirador”. “Jenkins disse que gostaria que o filme durasse 15 minutos a mais. Alguns espectadores talvez preferissem que fosse 15 minutos mais curto. Mas, na maior parte do tempo, eles ficarão felizes em estar na companhia da Mulher-Maravilha. À sua maneira antiquada e pouco cínica, ‘Mulher-Maravilha 1984’ é um dos melhores blockbusters feitos desde 1984”, conclui Nicholas Barber, da rede britânica BBC.
Ilha da Fantasia vai ganhar remake televisivo
A série “Ilha da Fantasia”, grande sucesso dos anos 1970, ganhará um remake televisivo passado nos dias atuais. A rede Fox encomendou a produção de uma temporada completa do projeto. A nova versão está sendo desenvolvida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”) para a Sony Pictures TV e a Gemstone Studios, braço da Sony criado para a realização de conteúdos independentes. A nova versão terá formato de semi-antologia, com um pequeno grupo de atores compondo o elenco principal e novos convidados fazendo participações especiais em todos os episódios. Na trama, pessoas do mundo inteiro buscam abrigo na famosa Ilha da Fantasia, um lugar com um caríssimo resort em que é possível realizar as mais profundas fantasias, mas nem sempre recebendo o que pagaram – tem uma lição de vida embutida em cada pacote de estadia. “Estamos particularmente focados em fornecer aos telespectadores séries de verão que possam oferecer uma verdadeira fuga da vida cotidiana – com certeza, agora mais do que nunca”, disse Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, em um comunicado . “’Ilha da Fantasia’ é um programa amado, e o mundo que Liz e Sarah criaram para essa adaptação contemporânea é uma série perfeita para os tempos de hoje. Afinal, quem entre nós não gostaria de fazer uma viagem (segura) para a Ilha da Fantasia agora?”, concluiu Exibida originalmente entre 1977 e 1984, “Ilha da Fantasia” teve 154 episódios exibidos ao longo de sete temporadas. A produção era estrelada por Ricardo Montalbán (1920-2009) como o misterioso Sr. Roarke, anfitrião do resort, e Hervé Villechaize (1943-1993), que interpretava Tattoo, seu assistente anão. No Brasil, a série foi exibida na Globo e na extinta TV Manchete. Recentemente, a série foi adaptada para o cinema como um filme de terror de baixíssima qualidade, com Michael Peña (“Homem-Formiga”) no papel do Sr. Roarke e sem Tattoo. Disponível em VOD, o filme tem uma das piores avaliações do ano, com apenas 7% de aprovação no site agregador de críticas Rotten Tomatoes.
Vizinho de Mayana Neiva é condenado após ameaça e tentativa de invasão
Um vizinho da atriz Mayana Neiva foi condenado à prisão após tentar invadir seu apartamento e ameaçar matá-la. O incidente aconteceu na época em que Neiva atuava na novela “Éramos Seis”, exibida até março passado na Globo. Ela contou à Justiça que estava em seu apartamento em Higienópolis, em São Paulo, quando foi surpreendida por um estrondo forte. Era o vizinho Ademir de Andrade, de 69 anos, esmurrando e chutando a sua porta. Segundo relatos, ele gritava “vaca”, “cadela” e “sobra da Globo” e dizia que iria “pegar” a atriz. Assustada, ela se trancou no banheiro e acionou a polícia. O vizinho só não conseguiu arrebentar a porta e invadir o imóvel porque foi contido pelos porteiros. De acordo com o relato dos funcionários do prédio à polícia, ele disse ainda que, se ninguém tomasse uma providência, iria esfaquear Mayana. Em seu depoimento, Mayana Neiva disse que o barulho que motivou a reação do vizinho ocorreu em decorrência do fato de ter, sem querer, arrastado uma cadeira ao se levantar. A atriz, que foi Miss Paraíba em 2003 e ficou conhecida nacionalmente ao interpretar a modelo Desirreé em “Ti Ti Ti” (2010) contou que não foi a primeira vez que o vizinho teve uma reação extrema. Em outro momento, ele já havia reagido com violência, “em surto nervoso”, reclamando de barulho. Ivone Pereira Fleming, síndica do prédio, afirmou à Justiça que, em algumas das ocasiões nas quais Andrade protestou, a atriz nem mesmo estava no edifício. “Mayana é uma pessoa muito educada, mora há tempos no local, e é muito família.” Segundo a síndica, se os porteiros não tivessem chegado a tempo, o aposentado teria agredido a atriz. Em sua defesa, Andrade afirmou que não ameaçou Mayana. Disse que tocou a campainha e bateu na porta com a palma da mão. Negou também ter chutado a porta, alegando que estava de chinelo. Ele ainda se definiu como uma pessoa educada e idosa, que não a insultou, e disse que não recebe o devido respeito. Declarou ainda que a atriz é “pirracenta” e que ela faz muito barulho. Disse ter sido vítima de uma armação e que nunca a ameaçou. “Não convence a sua negativa”, afirmou a juíza Maria Domitila Manssur, que ressaltou, na decisão, que as testemunhas confirmaram a conduta criminosa e a ameaça de morte. O aposentado foi condenado a três meses de detenção, em regime semiaberto (no qual pode trabalhar e frequentar cursos durante o dia, mas precisa retornar à noite para a unidade prisional). Ele poderá recorrer da sentença em liberdade, mas está impedido de se aproximar da atriz (distância mínima de cinco metros), bem como não pode frequentar o andar em que ela mora.
Disney+ (Disney Plus) anuncia série sobre o MCU, Marvel Studios: Legends
O canal pago Disney+ (Disney Plus) anunciou uma nova produção da Marvel. Trata-se de “Marvel Studios: Legends”, uma série documental da plataforma de streaming focada no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). A atração vai revisitar momentos icônicos dos filmes do estúdio, com cada episódio dedicado à jornada de um personagem. Os dois primeiros capítulos, focados na Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e no Visão (Paul Bettany), serão disponibilizados no serviço em 8 de janeiro, uma semana antes da estreia de “WandaVision”, série protagonizada pelo casal. A Marvel não divulgou mais detalhes da série, que adiciona mais uma produção televisiva do estúdio na Disney+ (Disney Plus). A plataforma vai receber só em 2021, além de “WandaVision”, as estreias de “Falcão e o Soldado Invernal” (19 de março), “Loki” (maio), “What If…” (no verão americano) e “Ms. Marvel” (no fim do ano). Ao mesmo tempo, a Marvel pretende lançar três longas nos cinemas: “Viúva Negra” (7 de maio), “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (9 de julho) e “Eternos” (5 de novembro).












