Atriz de Fuller House é libertada após dois meses de prisão
A atriz Lori Loughlin, estrela de “Full House”, foi libertada da prisão federal de São Francisco após cumprir sua pena de dois meses por fraude universitária, envolvendo o pagamento de US$ 500 mil para colocar suas duas filhas na USC (Universidade do Sul da Califórnia) sob falsos pretextos. Seu marido, Mossimo Giannulli, continua encarcerado, após ter sido condenado a cinco meses de prisão. Loughlin também foi multada e condenada a serviços comunitários pelo escândalo de 2019. Apesar de ter cumprido sua pena na prisão, Loughlin não tem novo trabalho agendado. A outra atriz famosa implicada no escândalo, a vencedora do Emmy Felicity Huffman (“Desperate Housewives”), já começou a retomar sua carreira após um período muito breve de detenção – apenas 12 dias, por ter se declarada culpada desde o início e cooperado com as autoridades. Huffman entrou no piloto de uma sitcom da rede ABC inspirada na vida real da dona de um time de beisebol. Após inicialmente declarar-se inocente, Loughlin acabou afastada de todas as produções de que participava, ausentando-se da 5ª e última temporada de “Full House”, perdendo seu papel em “Quando Chama o Coração: A Série” e recebendo a notícia do cancelamento de “Garage Sale Mysteries”. Mas ao ver como Huffman lidou com a situação, ela fechou um acordo para se declarar culpada e cumprir dois meses de prisão, sendo liberada nesta segunda-feira (28/12), a tempo de passar o Ano Novo com as filhas.
Luccas Neto vai lançar seu 10º filme em janeiro
O criador de conteúdo infantil Luccas Neto vai lançar seu 10º filme em janeiro, “Luccas Neto em Acampamento de Férias 3”. São 10 filmes em praticamente dois anos de produção. O primeiro, “Luccas Neto em Perdidos na Noite de Natal”, saiu em dezembro de 2018. Depois, foram quatro títulos em 2019 e mais quatro neste ano. As produções geralmente contam com participação da atriz Giovanna Alparone e ainda exploram os lançamentos musicais de suas trilhas sonoras. Além de atuar, Luccas Neto produz a nova obra e divide o roteiro com Marcio Vianna. Veja abaixo uma cena musical de “Luccas Neto em Acampamento de Férias 3”, que chega nas plataformas de VOD a partir do dia 13 de janeiro.
George Clooney tenta ler tuítes em português
George Clooney foi o escalado da semana para pagar mico na Netflix. No que já virou uma tradição da plataforma, o ator e diretor foi convidado a ler tuítes em português e tentar adivinhar seus significados. O resultado não tem surpresas, além da própria surpresa do ator, que ficou lisonjeado com os elogios escritos pelos fãs brasileiros. Na semana passada, quem pagou o mico foi o elenco da série “Bridgerton”. A dicção indecifrável de Clooney entrou na conta da divulgação de “O Céu da Meia-Noite”, sci-fi estrelada e dirigida pelo ator, que estreou na quarta (23/12) passada. A grande ironia dessa “ideia genial” da Netflix é que todos os vídeos divulgados pela empresa para alardear o filme foram dublados em português. O único vídeo em que Clooney fala em inglês no marketing nacional de “O Céu da Meia-Noite” é justamente este, em que ele tenta falar em português.
Diretor da DC planeja lançar seis filmes de super-heróis por ano – dois deles na HBO Max
O chefe da DC Films, Walter Hamada, deu uma entrevista ao jornal The New York Times no domingo (27/12), numa reportagem sobre o futuro dos filmes de super-heróis da Warner. Segundo o executivo, a partir de 2022 haverá até quatro estreias da DC Comics nos cinemas por ano. Os títulos serão baseados nos quadrinhos mais populares da editora, filmados com grande orçamento e projetados para a tela grande. Além disso, o plano inclui mais dois filmes adicionais “focados em personagens mais arriscados, como Batgirl e Super Choque (Static Shock)”, para lançamento anual na HBO Max. Séries derivadas de filmes também serão tratadas como prioridade e Hamada admite que, “com cada filme que estamos vendo agora, pensamos: ‘Qual é o potencial spin-off para a HBO Max?'” Os primeiros projetos dessa linha se relacionarão aos filmes “Batman” (um spin-off focado no departamento de polícia de Gotham City) e “O Esquadrão Suicida” (uma série do vilão Pacificador). Hamada acredita que os cinéfilos e os assinantes da HBO Max não deverão ter problemas para entender que todos esses projetos existem no Multiverso da DC, um conceito que o filme do Flash vai apresentar quando for lançado – por isso, ele incluirá duas versões diferentes de Batman, vividas por Ben Affleck e Michael Keaton. A exceção entre os projetos que se multiplicam em streaming deve ficar por conta da nova versão de “Liga da Justiça”, do diretor Zack Snyder. O estúdio avalia essa produção “como uma narrativa que não leva a lugar nenhum”, de acordo com o jornal nova-iorquino. Em outras palavras, as chances da nova “Liga da Justiça” ganhar uma sequência, derivados ou mesmo influenciar futuros projetos são mínimas. Isso não é muito surpreendente e pode explicar por que Snyder tem mencionado continuar sua história em quadrinhos (provavelmente com arte do chefão da editora DC Jim Lee). O simples lançamento do “Snyder Cut” já pode ser considerado uma grande vitória para os fãs, é claro – que a Warner tenha topado fazer essa versão já é um grande choque. Mas se a minissérie de quatro horas estourar em audiência na HBO Max, tudo pode acontecer – o estúdio pode simplesmente mudar sua postura e continuar a história. “Acho que ninguém mais tentou isso”, diz Hamada, sobre as diferentes abordagens dos projetos da DC. “Mas o público é sofisticado o suficiente para entender. Se fizermos bons filmes, eles virão assisti-los.”
Tuck Tucker (1961 – 2020)
O animador, roteirista e diretor Tuck Tucker, que trabalhou em desenhos icônicos como “A Pequena Sereia”, “Bob Esponja”, “Hey Arnold” e “Padrinhos Mágicos”, morreu na terça passada (22/12) anos 59 anos. A notícia foi confirmada por familiares à imprensa americana, sem citar a causa da morte. Tucker começou sua carreira como animador na Disney, onde trabalhou em “A Pequena Sereia” (1989), antes de se destacar na TV, em séries como “Rugrats: Os Anjinhos” (1991), “Ren & Stimpy” (1992-1993) e “Os Simpsons” (1990-1995). Sua primeira oportunidade como diretor foi em “Hey Arnold”, comandando vários episódios da série e também o longa-metragem lançado em 2002. Como diretor, também assinou episódios de “A Casa Animada” (2005-2006), recém-disponibilizada na Paramount+, e “Padrinhos Mágicos” (2013-2014). O seu trabalho como animador, roteirista e pau para toda obra de “Bob Esponja Calça Quadrada”, entre 2007 e 2014, lhe rendeu um Annie, o Oscar da animação, em 2011, por suas contribuições para a trilha sonora da série. Seus últimos créditos vão chegar ao cinema em 2021. Ele estava trabalhando em “Bob’s Burgers: O Filme”, baseado na série homônima da rede americana Fox.
Demon Slayer vira maior bilheteria de todos os tempos no Japão
A animação baseada no mangá e no anime “Demon Slayer” bateu recorde de bilheteria do cinema japonês no fim de semana, ao ultrapassar “A Viagem de Chihiro”, animação de Hayao Miyazaki vencedora do Oscar, que desde 2001 se mantinha no topo de arrecadações com US$ 295,5 milhões. “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train” atingiu, ao todo, US$ 313,9 milhões, de acordo com a distribuidora Aniplex. Graças aos baixos níveis de infecção de covid-19 no Japão, que mantém os cinemas em pleno funcionamento, o filme quebrou quase todos os recordes de bilheteria do Japão, tornando-se um fenômeno cultural inescapável no país. Lançada em 16 de outubro, a animação teve o maior faturamento bruto em um único dia (US$ 11,3 milhões) no Japão, o maior fim de semana de estreia (US$ 44 milhões), o título que chegou mais rapidamente a US$ 100 milhões (em apenas 10 dias) e o maior sucesso de Imax no país (com US$ 21 milhões). Vários meios de comunicação japoneses também especularam que o sucesso do Demon Slayer pode ter algo a ver com seus temas de resiliência em tempos difíceis. A produção é baseada em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o filme é uma continuação direta da 1ª temporada do anime “Demon Slayer” e tem o mesmo diretor da série, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A história acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Além de perder todos seus familiares, Tanjiro viu sua irmã se transformar também em um demônio. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, o menino se transforma em um matador de demônios.
Warner oficializa Mulher-Maravilha 3
O receio de que o lançamento simultâneo na HBO Max pudesse implodir a franquia da Mulher-Maravilha foi dissipado com o anúncio da produção de “Mulher-Maravilha 3”. O chefão do departamento cinematográfico da Warner Bros., Toby Emmerich, deu a notícia num comunicado efusivo, que celebrou o bom desempenho mundial do filme – US$ 85 milhões de bilheteria global – e também os recordes quebrados pela estratégia de disponibilizar o filme na HBO Max, ao mesmo tempo de sua estreia nos cinemas. “À medida que fãs ao redor do mundo continuam a abraçar Diana Prince, rendendo uma forte presença no fim de semana de abertura da ‘Mulher-Maravilha 1984’, ficamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que voltarão para concluir a longamente planejada trilogia cinematográfica”, disse Emmerich. Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha, chegou a dizer, no sábado (26/3), que esperava concluir a trilogia. Mas Patty Jenkins também está contratada para dirigir o filme “Star Wars: Rogue Squadron”, que a Disney planeja lançar no Natal de 2023. Com isso, não está claro quando as duas poderão voltar a se juntar para filmar “Mulher Maravilha 3”. De todo modo, a cineasta já falou abertamente sobre os planos para uma terceira história por vários anos, observando que, ao contrário dos dois primeiros longas, o final da trilogia se passará nos dias atuais.
Mulher-Maravilha 1984 lidera bilheterias e quebra recorde da HBO Max nos EUA
“Mulher-Maravilha 1984” teve uma arrecadação estimada em US$ 16,7 milhões em sua estreia no fim de semana de Natal, nos EUA e Canadá. Com isso, não superou os US$ 20,2 milhões de “Tenet”, o campeão da pandemia, e ainda entrou para a História como a pior estreia em décadas de um líder de arrecadação de Natal. Mas vale lembrar que “Tenet” teve exibição em 2,8 mil salas, enquanto a continuação de “Mulher-Maravilha” (2017) entrou em cartaz em 2,1 mil cinemas, num circuito que mantém somente 40% das salas em operação – e os cinemas que estão abertos trabalham com metade de suas lotações, devido aos protocolos da pandemia. O filme da super-heroína teve desempenho melhor no exterior, onde atingiu US$ 68,3 milhões, fazendo sua bilheteria total chegar a US$ 85 milhões. “Tenet” faturou só US$ 53 milhões em sua estreia internacional, mas o montante de “Mulher Maravilha 1984” já contabiliza duas semanas de exibição. O desempenho foi comemorado pela Warner, que também lançou o longa na plataforma HBO Max. A empresa estaria imensamente satisfeita com o volume de assinaturas criado com a estratégia de distribuição simultânea do filme em sua plataforma. Quase metade dos assinantes da HBO Max assistiram ao filme no dia de sua estreia, e o total de horas de utilização do serviço triplicou na sexta-feira (25/12), segundo afirmou a Warner em comunicado. “'”Mulher-Maravilha 1984′ quebrou recordes e superou nossas expectativas em todas as nossas principais visualizações e métricas de assinantes nas primeiras 24 horas no serviço, e o interesse e o impulso que estamos vendo indicam que isso provavelmente continuará além do fim de semana”, disse o chefe da plataforma da WarnerMedia, Andy Forssell. É impossível saber quanto mais o filme teria feito na bilheteria se não tivesse sido exibido na HBO Max, mas a Warner tem enfrentado a pandemia com uma estratégia focada no fortalecimento de seu espaço digital. Após “Mulher Maravilha 1984”, toda a lista de estreias de cinemas de 2021 do estúdio seguirá o mesmo caminho, com distribuição simultânea nos cinemas e na HBO Max. A decisão gerou fúria em Hollywood, mas os números podem estar do lado da Warner. As outras estreias da semana acabaram ofuscadas pela produção da super-heroína. O western dramático “Relatos do Mundo” (News of the World), estrelado por Tom Hanks, abriu com US$ 2,4 milhões em 1,9 mil cinemas. A Universal esperava arrecadar pelo menos US$ 3 milhões. Mas sua bilheteria foi suficiente para lhe garantir o 2º lugar. Já a segunda produção da Universal da semana, o thriller “Bela Vingança” (Promising Young Woman), estrelado por Carey Mulligan, fez US$ 680 mil em 1,3 mil salas e fechou o Top 5 – atrás de “The Croods 2: Uma Nova Era” e “Monster Hunter”. A Universal é o estúdio que mais estreia filmes na pandemia, devido a um acordo com os exibidores que lhe permite disponibilizar os títulos em PVOD (para locação digital premium) apenas três fins de semana após seus lançamentos cinematográficos.
Tarsila do Amaral terá novo documentário nos 100 anos da Semana de Arte Moderna
A diretora Lina Chamie (“Via Lactea”, “Os Amigos”) prepara um documentário sobre a pintora modernista Tarsila do Amaral. Chamado de “Tarsila no Espelho”, o filme tem previsão de lançamento para 2022, junto dos 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922. A produção conta com curadoria de Tarsilinha do Amaral, sobrinha-neta da artista, que deu à cineasta acesso às pinturas, cartas, roupas e pertences preservados de Tarsila. Segundo adiantou a coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, o longa terá uma estrutura narrativa com duas atrizes (ainda não escolhidas), uma mais velha e outra mais jovem, representando a artista em diferentes fases da vida dela. A ideia é que o espectador se sinta conversando com Tarsila. As filmagens devem acontecer no segundo semestre de 2021.
Estreia de Klara Castanho na Netflix já começou a ser filmada
A atriz Klara Castanho contou que as filmagens de sua nova comédia adolescente, a adaptação do livro de Thalita Rebouças “Confissões de uma Garota Excluída Mal-Amada e (um Pouco) Dramática”, já começaram. E seguem protocolos rígidos contra a covid-19. “Tudo está sendo cumprido à risca. Só tiramos a máscara e os óculos no momento da filmagem. Por saber de toda essa cautela, eu topei participar”, ela contou, em entrevista à coluna de Patrícia Kogut, no jornal O Globo. Será a terceira parceria entre a Klara e Thalita, após “É Fada!” (2016) e “Tudo por um Pop Star” (2018), que também adaptaram livros infanto-juvenis famosos da escritora. Na produção, que será disponibilizada na Netflix (possivelmente no final de 2021), ela fará par com Lucca Picon, da última temporada de “Malhação”. “Minha personagem se apaixona pelo personagem do Lucca Picon na história, mas acontece uma reviravolta”, ela revelou. Os atores Fernanda Concon (“Carrossel”), Júlia Gomes (“Chiquititas”) e Kiria Malheiros (“Cinderela Pop”) também estão no elenco.
Nivea Stelmann passa por cirurgia de emergência
A atriz Nivea Stelmann (“A Terra Prometida”) passou por uma cirurgia de emergência neste sábado (26/12) para a retirada de um mioma no útero. No Stories de seu Instagram, a atriz contou que a operação precisou ser antecipada por conta de uma hemorragia. “Estou aqui no meu pijamão, com essa cara, com olheira aqui, com anemia, com cabelo branco, com tudo, pra dizer pra vocês que operei meu mioma hoje. Várias pessoas falaram assim: “Nivea, conta pra gente como vai ser, o que você vai fazer”. Eu falei: “Tá, vou contar”. Achei que tivesse tempo pra isso. O que aconteceu? Minha cirurgia estava marcada para terça-feira (29/12) e, ontem à noite (25/12), comecei a ter uma hemorragia muito grande. Foi tão grande que perdi meu DIU na hemorragia, pra vocês terem noção do tanto que o colo do útero estava aberto. Tive que ir às pressas para a Casa de Saúde São José e operei hoje, mas foi tudo bem, tudo maravilhoso. Já estou na minha casa. É uma cirurgia muito simples, muito rápida. A atriz, que há anos mora nos Estados Unidos e está passando férias no Rio de Janeiro, acrescentou que, mesmo existindo a possibilidade, preferiu não retirar útero e trompas. “Tirando útero e trompas, eu teria uma recuperação um pouco mais lenta. E eu volto para os EUA no dia 3. Eu queria voltar com a minha família. Vocês sabem como sou agarrada à Bruna, ao Miguel (seus filhos), ao Marcus (Rocha, seu marido). Eu não queria deixá-los lá. As crianças com aula, futebol, isso e aquilo, e eu aqui me recuperando. Claro que seria muito bem tratada, mimada pelos meus pais, mas eu queria estar com eles nos EUA. Então, a gente tomou essa decisão, e eu estou supersatisfeita, superfeliz. O mioma já não existe mais dentro de mim. Ele foi fatiado e arrancado. Então, maravilhoso”. Segundo Nivea, o marido não pôde fazer companhia a ela após a cirurgia. “Eu fiquei no quarto sozinha, fui muito Highlander. Fiquei o tempo todo sozinha. O Marcus, meu marido, não pôde me acompanhar por causa dessa questão do corona”, contou.
Nancy Drew encontra novo mistério sobrenatural no trailer da 2ª temporada
A rede americana The CW divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Nancy Drew”. Com clima aterrorizante, a prévia introduz um novo mistério e a maldição do além que passa a perseguir a protagonista e seus amigos após eles investigarem o caso. Tudo começa quando uma jovem não identificada é atacada… e diz o nome de Nancy (Kennedy McMann) antes de perder a consciência. As cenas envolvem muitas luzes de lanterna, assombrações, sustos de terror e situações literais de cliffhanger – expressão popularizada na era dos seriados de aventura (anos 1930 e 1940), que em inglês significa ficar agarrado na beira de um abismo. A 2ª temporada de “Nancy Drew” também vai introduzir o personagem Tom Swift, que pode ganhar sua própria série, baseada na coleção literária iniciada em 1910 pelo editor Edward Stratemeyer – o mesmo que, duas décadas depois, lançou o primeiro livro de Nancy Drew. Bem diferente da versão literária, o personagem será negro, gay e bilionário, mas continuará a manter sua principal característica, como um jovem gênio inventor perseguido por indivíduos mal-intencionados. Ele será lançado em um mundo de conspiração de ficção científica após o desaparecimento de seu pai e precisará deixar para trás o conforto de seu estilo de vida cheio de dinheiro para escapar de um grupo misterioso em seu encalço. O plano é fazer com que o personagem colida com uma das investigações de Nancy, num caso que ela interpreta como sobrenatural e que ele acredita ter explicação científica. Os novos episódios estreiam em 21 de janeiro na rede The CW.
Power Book III: Raising Kanan volta aos anos 1990 no primeiro teaser
O Starz divulgou o primeiro teaser de “Power Book III: Raising Kanan”, segunda série derivada da campeã de audiência do canal, “Power”, encerrada em fevereiro passado. O breve vídeo dá aos fãs um vislumbre do que está por vir no prólogo da série original de Courtney Kemp. A atração leva os espectadores de volta aos anos 1990, época do pager, boombox e A Tribe Called Quest, que canta a música “Excursions” (1991) na trilha sonora. A série vai se passar na juventude de Kanan Stark, retratado em “Power” pelo rapper, ator e produtor da franquia Curtis “50 Cent” Jackson. Em “Raising Kanan”, o personagem será vivido por Mekai Curtis (“Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso”). A trama vai acompanhar sua criação na região conhecida como Jamaica, no Queens, em Nova York, os amigos e as conexões que levaram à seu destino trágico. “Esta é a minha história, esta é a história de Southside Jamaica, Queens”, narra Kanan, ainda com a voz de Jackson na prévia, mostrando que o ator vai continuar associado ao personagem, como condutor da trama. O elenco da nova atração também vai incluir Patina Miller (“Madam Secretary”), Omar Epps (“House”), London Brown (“Ballers”), Malcolm M. Mays (“Snowfall”), Shanley Caswell (“NCIS: Nova Orleans”), Lovie Simone (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”), Toby Sandeman (“The Royals”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”). “Power Book III: Raising Kanan” tem produção de Courtney Kemp e Curtis Jackson, mas é uma criação de Sascha Penn (que trabalhou como produtor em “Power”). Rob Hardy assina o episódio de estreia, que tem estreia prevista para o verão norte-americano de 2021 (entre maio e agosto).












