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Reality

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  • Filme

    Daisy Ridley vai estrelar nova sci-fi futurista

    30 de outubro de 2021 /

    A atriz inglesa Daisy Ridley vai voltar a estrelar uma ficção científica. A intérprete de Rei em “Star Wars” entrou em “Mind Fall”, longa do cineasta francês Mathieu Kassovitz (“Na Companhia do Medo”) sobre um futuro em que as pessoas usam memórias alheias como drogas. O filme mostrará uma viciante tecnologia ilegal que retira memórias de indivíduos e repassa para outras pessoas, misturando-se ao subconciente dos usuários. O papel de Ridley será Ardis Varnado, uma traficante que compra “mems” de pessoas em dificuldades financeiras e as revende para seus clientes. Acusada de assassinato e lutando contra o próprio vício, ela será obrigada a tentar distinguir suas memórias verdadeiras das adquiridas para provar sua inocência. O roteiro foi escrito pelo americano Graham Moore, que venceu o Oscar por “O Jogo da Imitação” (2014). E por falar em imitação, a premissa do novo filme é muito parecida com a de “Estranhos Prazeres” (1995), escrita por um certo James Cameron (ele mesmo, de “Avatar”). “Mind Fall” será a segunda sci-fi de Daisy Ridley após o final da mais recente trilogia de “Star Wars”. Ela também estrelou “Mundo em Caos”, lançada no começo do ano. Atualmente em fase inicial de busca de parcerias internacionais pela produtora francesa Wild Bunch, o filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Estrela de “Sabrina” vai estrelar série sobre Wall Street

    30 de outubro de 2021 /

    A atriz Kiernan Shipka já definiu sua próxima série após o cancelamento de “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix. A produção também será para uma plataforma de streaming, mas não pode ser mais distante do universo da fantasia sobrenatural. Shipka vai estrelar um drama sobre Wall Street, o coração do Distrito Financeiro de Nova York, chamado de “The Golden Cage” (a gaiola de ouro), em desenvolvimento na Hulu. Descrita como uma mistura da série “Suits” com o filme “Wall Street – Poder e Cobiça” (1987), a atração irá explorar os esforços de uma jovem mulher (Shipka) para esconder seu passado, enquanto escala os picos sociais e financeiros de Wall Street. “The Golden Cage” foi criada e escrita por Oskar Nordmark, um contador forense que estreia na nova profissão, e o piloto terá direção da britânica Susanna White, indicada ao Emmy pela minissérie “Generation Kill”. Por hora, a Hulu encomendou apenas o piloto, que precisa ser aprovado para a série ganhar lançamento oficial. Enquanto isso, Kiernan Shipka poderá ser vista retomando seu papel de Sabrina numa participação especial na próxima temporada de “Riverdale”, prevista para dezembro nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Etc,  Série

    Camille Saviola (1950–2021)

    30 de outubro de 2021 /

    A atriz Camille Saviola, conhecida por interpretar Kai Opaka em “Star Trek: Deep Space Nine”, morreu na sexta (29/10) aos 71 anos, de causa não divulgada. Ela começou no show business como cantora da banda de rock Margo Lewis Explosion nos anos 1970, mas logo mudou de tom, fazendo sua estreia na Broadway como Mama Maddelena no musical “Nine”, em 1982. O sucesso da produção abriu-lhe as portas do cinema, por onde entrou pelas mãos do conterrâneo nova-iorquino Woody Allen. Sua primeira aparição nas telas foi num pequeno papel em “Broadway Danny Rose” (1984), seguido por outro filme de Allen, “A Rosa Púrpura do Cairo” (1985), e a partir de então teve uma carreira prolífica na TV e no cinema. Ela ainda voltou a trabalhar com o diretor mais uma vez em “Sombras e Neblinas” (1991). Outros papéis no cinema incluíram “Noites Violentas no Brooklyn” (1989), “O Casamento de Betsy” (1990), “Entre Amigos” (1991) e “A Família Addams 2” (1993), mas ela logo começou a conquistar mais espaço na TV, passando a interpretar Kai Opaka em “Star Trek: Deep Space Nine” em 1993. A líder espiritual de Bajor acabou se tornando personagem da série até 1996. Saviola também estrelou as séries “The Heights” e “First Monday”, que duraram apenas uma temporada – respectivamente em 1992 e 2002 – , e apareceu em “Jogo Duplo” (Remington Steele), “A Juíza” (Judging Amy), “Becker”, “Plantão Médico” (E.R.), “JAG: Ases Invencíveis”, “Saving Grace”, “Without a Trace”, “Nip/Tuck” e foi a mãe de Turtle (Jerry Ferrara) em “Entourage”, entre muitos outras participações televisivas. Seu último papel foi na série “Younger”, onde interpretou Filomena, a mãe de Enzo de Luca (Chris Tardio) entre 2018 e 2019.

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  • Série

    Servant: Trailer traz reviravoltas na série de terror de M. Night Shyamalan

    30 de outubro de 2021 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer da 3ª temporada da série de terror “Servant”, produzida pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Tempo”). A série acompanha gira em torno de uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”) contratada para cuidar de uma criança recém-nascida. O detalhe é que o bebê morreu no parto e a família o substituiu por um boneco. Para espanto do pai, a babá achou tudo normal e até compactua com a situação, concebida para contornar um surto da mãe, que não suportou a perda da criança. Mas quando ela some com o boneco, o arranjo conduz ao caos. Desde então, a história passou por uma reviravolta atrás da outra. O elenco também destaca Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) como os pais e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) como o tio (irmão da personagem de Ambrose) do bebê de brinquedo. A atração recebeu a encomenda de sua 3ª temporada, um mês antes da estreia dos episódios de seu segundo ano de produção, tornando-se a quarta série original da Apple TV+ renovada para a 3ª temporada, após “For All Mankind”, “Dickinson” e “Ted Lasso”. Além de produzir, Shyamalan também assina alguns episódios da atração, criada por Tony Basgallop, autor da série inglesa “Hotel Babylon” e roteirista de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”. A 3ª temporada estreia em 21 de janeiro na plataforma de streaming da Apple.

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  • Série

    Anime de Michael B. Jordan ganha trailer da 2ª temporada

    30 de outubro de 2021 /

    A HBO Max divulgou o trailer e o pôster da 2ª temporada de “gen:Lock”, série anime dublada e produzida pelo ator Michael B. Jordan (“Pantera Negra”). Inspirada em animes japoneses de ficção científica, a criação de Gray G. Haddock (“Camp Camp”) se passa no futuro, quando a última sociedade livre da Terra está perdendo uma guerra global e uma equipe com diversos pilotos jovens é recrutada para controlar a próxima geração de mechas (robôs gigantes) e proteger o local de qualquer ameaça. Além de Michael B. Jordan, a animação traz as vozes de Dakota Fanning (“The Alienist”), Maisie Williams (“Game of Thrones”), David Tennant (“Doctor Who”), Golshifteh Farahani (“Invasion”) e Asia Kate Dillon (“Billions”). “gen:Lock” foi produzida originalmente para a plataforma americana Rooster Teeth, lançada na Crunchyroll e agora chega na HBO Max, após a estratégia de terra devastada da – prestes a ser extinta – WarnerMedia fechar a primeira e vender a segunda. A 2ª temporada de “gen:Lock” estreia em 4 de novembro pela HBO Max.

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  • Etc

    Fim de meia-entrada é vetado pelo governo de São Paulo

    30 de outubro de 2021 /

    O governador de São Paulo em exercício, deputado Carlão Pignatari, vetou integralmente o projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa que propunha o fim da meia-entrada em eventos culturais no estado. A decisão saiu no Diário Oficial do estado deste sábado (30/10). A justificativa do veto apresentada por Pignatari no Diário Oficial é a de que o projeto conflita com disposições federais sobre o tema, uma vez que o benefício da meia-entrada para estudantes e idosos é garantido por lei federal. Músicos sertanejos e Dedé Santana chegaram a pedir a Jair Bolsonaro que revogasse a lei nacional, com a justificativa de que prejudicava lucros de artistas e empresas do setor cultural. O projeto paulista era de outro representante da direita brasileira, o deputado Arthur do Val, do Patriota, que afirmou não ver lógica em uma pessoa com menor poder aquisitivo pagar mais para que um estudante rico pague menos. O parlamentar citou o exemplo de um universitário rico que paga meia-entrada enquanto a “faxineira que trabalha na casa desse estudante paga inteira” no ingresso. Neste exemplo, ele não considerou que a faxineira pudesse ter um ou mais filhos estudantes, nem que a maioria da população do brasil (inclusive estudantes) é pobre. O projeto definia que todas as pessoas de 0 a 99 anos pudesse ter acesso à meia-entrada, criando, na prática, uma nova inteira. Todo mundo pagaria o mesmo. Mas não seria metade do preço, como alega a justificativa, uma vez que o próprio proponente indica que o fim da meia-entrada é uma reivindicação de empresários do setor. “Todo mundo sabe que a meia-entrada destrói todo um setor cultural”, escreveu Arthur do Val em seu Twitter, revelando o interesse financeiro por trás da “benesse”. “Foi o setor de eventos que me pediu, inclusive, me fez cartas de apoio de que queria a aprovação desse PL porque, basicamente, quando você tem uma casa de show ou é produtor de eventos, você precisa ter previsibilidade de quanto vai arrecadar, e você só fica sabendo disso sabendo quanto pode cobrar de ingresso”, detalhou o político, reforçando que o objetivo não é diminuir o preço. Assim, o preço médio subiria até atingir o atual valor cobrado por uma entrada inteira. Todos pagariam inteira para construir “todo um” setor cultural, na definição do deputado. Trata-se, como costumam ser os projetos da direita brasileira que dizem pensar nos mais pobres, uma tentativa de acabar com direitos adquiridos da população para beneficiar os mais ricos – notadamente, os promotores de evento. O deputado e todos que votaram a favor do projeto na Assembleia Legislativa de São Paulo também demonstram profunda ignorância sobre a função social da meia-entrada, instituída como incentivo para os mais pobres estudarem e não abandonarem a escola ao obter a Carteira de Trabalho, além de permitir a socialização e acesso a Cultura para aposentados constantemente prejudicadas por reformas insensíveis no Congresso. Se todos pagassem o mesmo, a função social inexistiria.

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  • Série

    “Bridgerton” encerra gravações da 2ª temporada

    30 de outubro de 2021 /

    Chegaram ao fim as gravações da 2ª temporada de “Bridgerton”. O anúncio foi feito nas redes sociais por Nicola Coughlan, intérprete da fofoqueira misteriosa Lady Whistledown. “Mal posso esperar para compartilhar esta temporada de ‘Bridgerton’ com vocês, foi uma alegria completa”, ela escreveu. “Estou muito orgulhosa e animada para vocês todos verem isso. Vejo vocês em 2022/1814”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que conta a cada exemplar a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton. No segundo volume, “O Visconde que Me Amava”, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Ela será interpretada por Simone Ashley, dando sequência à reformulação racial do universo de Julia Quinn, onde todos são brancos – como realmente era a aristocracia do século 19. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Ao contrário das reclamações que esse tipo de inciativa gerava há alguns anos, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”. Os novos capítulos chegarão em 2022 e a Netflix já renovou a atração para 3ª e 4ª temporadas, além de ter anunciado a produção de uma série derivada com foco na Rainha Charlotte. Any that’s a wrap on Pen 🌼 I can’t wait to share this season of Bridgerton with you, it’s been a complete joy. I’m so proud and so excited for you all to see it. See you in 2022/1814 Yours Truly,Lady Whistledown🪶 pic.twitter.com/ILtEyah4CW — Nicola Coughlan (@nicolacoughlan) October 29, 2021

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  • Filme

    Kit Harington curtiu reunião de “Game of Thrones” com Richard Madden em “Eternos”

    29 de outubro de 2021 /

    Uma das curiosidades de “Eternos”, novo filme da Marvel que estreia na próxima quinta (4/11), é que o filme conta com um reencontro entre dois astros de “Game of Thrones”, Kit Harington, o Jon Snow, e Richard Madden, o Robb Stark. Intérpretes de “irmãos” (ou primos) na série da HBO, os dois atores desenvolveram uma amizade fraternal nos bastidores da produção, que Harington salientou nesta semana em entrevista à revista Variety, ao demonstrar a felicidade pelo reencontro do colega nas filmagens de “Eternos”. “Demos um grande abraço”, descreveu Harington sobre o momento. “Somos amigos próximos há muito tempo”, acrescewntou. “Nós compartilhamos uma experiência de ‘Thrones’ nas primeiras três temporadas – as temporadas em que Richard esteve – que foi quando a série explodiu e se tornou imensa. Ambos tínhamos apenas 23 anos. Por isso, nós meio que ‘nascemos’ juntos e isso cria um vínculo muito especial. Então, sim, temos uma amizade muito próxima”. Um dos motivos desta proximidade foi o fato de ambos terem viajado o mundo juntos promovendo a série. A dupla chegou a vir ao Brasil em abril de 2012, logo no começo do programa. Apesar disso, quem for contabilizar apenas as aparições da dupla na tela não será capaz de perceber o quanto os dois são amigos. O próprio Harington apontou este paradoxo. “Se você somar todas as cenas que eu e Richard filmamos em qualquer coisa, seja em ‘GOT’ ou ‘Eternos’, acho que soma apenas umas quatro. Não é estranho?”, sinalizou o ator. “Mas há muito foco, da minha parte pelo menos, nas interações com Richard. E isso só mostra que as pessoas criam histórias e histórias mais longas para esses personagens do que realmente existem. Acho isso fascinante”, ponderou. De fato, antes de “Eternos”, a última vez que Harington e Madden compartilharam a mesma cena foi há dez anos, na 1ª temporada de “Game of Thrones”, em 2011. Fascinante, realmente.

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  • Filme

    Ataque extremista à “Marighella” gera reação de site americano

    29 de outubro de 2021 /

    Um ataque coordenado contra o filme brasileiro “Marighella” fez o portal americano IMDb, conhecido por reunir avaliações do público sobre lançamentos de cinema, TV e streaming, alterar os pesos das notas dadas à produção. Após a constatação de que a maioria dos comentários negativos vinha do Brasil, onde o filme permanece inédito, o IMDb passou a valorizar mais os comentários positivos do resto do mundo, fazendo com que a nota do filme saltasse de 4 na última quarta-feira (25/10) para 6,5. Ao todo, “Marighella” já recebeu mais de 47 mil avaliações, com 34 mil marcando nota 1 (a mais baixa) e 11 mil dando nota 10 (a mais alta). A maioria esmagadora das notas negativas vem de homens brancos com mais de 30 anos. Para deixar claro seu veto à prática de “review bombing”, bombardeio de comentários negativos com tendência ideológica, o IMDb passou a publicar uma mensagem na página de avaliações do filme, que avisa: “Nosso mecanismo de avaliação detectou atividade incomum de votação para este título. Para preservar a confiabilidade do nosso sistema de avaliação, um cálculo alternativo de notas foi aplicado”. A fórmula usada para este cálculo segue padrões internos e não é divulgada para o público, justamente para evitar que bolsominons ou outros grupos extremistas aprendam como sabotá-la. Em comunicado ao jornal Folha de S. Paulo, o IMDb declarou: “A forma mais simples de explicar é que, apesar de aceitarmos e considerarmos todas as notas enviadas por usuários, nem todas elas têm o mesmo impacto — ou peso — na média final. Quando uma atividade incomum é detectada, nós alteramos os pesos desse cálculo”. Esta é a segunda vez que sites americanos reagem a ataques ideológicos coordenados contra “Marighella”. Em 2019, os primeiros ataques fizeram outro portal famoso de cinema dos EUA, o Rotten Tomatoes, estabelecer uma nova política para a publicação de comentários em sua sessão aberta ao público, barrando “críticas” sobre filmes inéditos – isto é, que ninguém viu. Na época, “Marighella” e outros alvos da extrema direita, como “Capitã Marvel” (!), receberam notas negativas do público antes mesmo de serem exibidos para a crítica especializada. Ao perceber o terrorismo virtual, o Rotten Tomatoes zerou todas as notas e impediu novos comentários até os filmes visados ganharem estreia comercial. “Não queremos que as pessoas usem os comentários como plataforma política”, disse um comunicado do site. Após ser exibido em festivais e estrear nos EUA, “Marighella” atingiu 88% de aprovação entre a crítica americana, conforme registro atualizado nesta semana no Rotten Tomatoes. Estreia de Wagner Moura como diretor, “Marighella” teve sua première mundial no Festival de Berlim de 2019 e foi recebido com muitos aplausos e elogios da crítica internacional. Mas desde sua concepção desagrada bolsonaristas, uma vez que sua trama romanceia a luta armada contra a ditadura no Brasil. A trama foca nos últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele liderou ataques contra o regime e foi executado em uma emboscada da polícia. Transformado em herói na tela, Marighella é considerado um bandido comum pelos negacionistas da ditadura. Protagonizado por Seu Jorge (“Cidade de Deus””), o elenco também conta com Adriana Esteves (“Benzinho”), Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”), Bruno Gagliasso (“Todas as Canções de Amor”) e Herson Capri (“Minha Mãe é uma Peça 3”). A estreia nacional está marcada para a próxima quinta-feira, dia 4 de novembro.

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  • Etc

    Sílvio de Abreu vai gerir núcleo de novelas na HBO Max

    29 de outubro de 2021 /

    A HBO Max anunciou a criação de um núcleo de desenvolvimento de “telesséries” para a América Latina, comandado pela chefe de Talentos Artísticos da WarnerMedia Latin America, Mônica Albuquerque, e supervisionado por ninguém menos que Silvio de Abreu, ex-diretor do departamento de Dramaturgia da Globo e autor de filmes e novelas bem-sucedidas. O comunicado também faz uma descrição curiosa do que são essas “telesséries” que Sílvio de Abreu vai ajudar desenvolver. “É um formato que representa muito a criação artística da América Latina”, segundo Tomás Yankelevich, Chief Content Officer da WarnerMedia Latin America, que em seguida diferencia “telesseries” das séries americanas. “Nossa dramaturgia tem muito para compartilhar com o mundo. E nos últimos anos, com o desenvolvimento das séries americanas, assistimos claramente a busca pelo arco longo, tão característico dos folhetins que já habitavam as telas da América Latina há muito tempo”, completou. O que a HBO Max está anunciando, sem assumir, é que vai fazer novelas! Novelas “com cerca de 50 capítulos, trazendo conteúdo de ficção em formato híbrido que combina a base do melodrama com o ritmo de série”, descreve o texto. “As telesséries [leia-se novelas] têm o objetivo de se conectar de forma única à audiência brasileira e de toda região que tanto vibra, torce e se emociona com histórias nesse formato [isto é, com novelas]”. 50 episódios é justamente a duração da primeira novela de streaming da Globo, “Verdades Secretas 2”. Na nova função, descrita em comunicado como “showrunner”, Silvio de Abreu trabalhará em contato com autores e diretores de novos projetos do gênero na plataforma. “Estou muito feliz com esta nova caminhada e já me sinto em casa com um time tão competente, que já tive o prazer de conhecer em outras oportunidades. Criar narrativas e trazer temas relevantes que façam com que a audiência se envolva, se identifique e gere impacto na sociedade são combustíveis para este desafio que, tenho certeza, vai render muitos projetos incríveis”, afirmou o profissional. Dos filmes da pornochanchada dos anos 1970 à carreira televisiva, Sílvio de Abreu trilhou vários estilos, que se refletiram na versatilidade de suas novelas, como “Guerra dos Sexos” (1983), “Rainha da Sucata” (1990) e “A Próxima Vítima” (1995). A carreira executiva, porém, é bem mais recente. Ele se tornou Diretor de Dramaturgia da Globo em 2015, e neste cargo ajudou a revelar mais de 20 novos autores, abrindo espaço para novas ideias e formatos. O lançamento do núcleo de desenvolvimento da HBO Max faz parte de um projeto para lançar 100 novas produções latino-americanas até 2023. Todos esses novos títulos serão disponibilizados com exclusividade pela plataforma sob a marca Max Originals.

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  • TV

    Cissa Guimarães deixa a Globo após mais de quatro décadas

    29 de outubro de 2021 /

    A Globo perdeu mais uma apresentadora nesta sexta (29/10). Cissa Guimarães não teve seu contrato renovado após mais de quatro décadas na emissora. Com isso, a artista de 64 anos não vai mais apresentar o “É de Casa”, juntando-se a Fausto Silva e Thiago Laifert nas despedidas do ano, que têm acarretado mudanças radicais na programação do canal. Em comunicado oficial, a Globo destacou a longa parceria com Cissa, ressaltando que a não renovação se deve a seu novo modelo de negócios, que prioriza contrato por obra, ao mesmo tempo em que reforça estar aberta a projetos futuros com a artista. “O ‘É de Casa’ se despede de Cissa Guimarães, que deixa a Globo após uma parceria alegre e de sucesso de mais de quatro décadas. A atriz e apresentadora, que esteve no comando do matinal desde a estreia, em 2015, continua com as portas abertas na Globo para futuros projetos em nossas múltiplas plataformas, mas em um novo modelo de parceria”, pronunciou-se a emissora. O texto oficial também inclui uma declaração da artista: “Fui muito feliz nesse casamento de mais de 40 anos. E é isso que vou levar: as boas parcerias, os imensos aprendizados, os momentos felizes, emocionantes e compartilhados, que ficaram para a história – minha, do público e da TV Globo. A minha gratidão mora aí, nesse sentimento lindo e nessa vida que construímos juntos”. Mais que a apresentadora do “É de Casa”, a Globo perde um sorriso que marcou sua programação desde os anos 1980, quando Cissa assumiu com muito sucesso o “Vídeo Show” (1983-2019), dividindo-se entre apresentação e reportagens. Em entrevista ao projeto Memória Globo, ela demonstrou orgulho dessa fase. “Eu fico muito orgulhosa porque ajudei a criar no ‘Vídeo Show’ uma nova maneira de narrar, sem aquela coisa certinha, pasteurizada”, declarou ela em entrevista para o Memória Globo. De fato, seu padrão – por sua vez inspirado por locutoras de rádio da época – , acabou influenciando os primeiros apresentadores da MTV, uma década depois. Antes mesmo disso, ela já tinha chamado atenção como atriz – em novelas como “Coração Alado” (1980) e “Jogo da Vida” (1981), e filmes como “Menino do Rio” e “Beijo na Boca” (ambos de 1982) – , e continuou desenvolvendo trabalhos de atuação em paralelo ao “Video Show”, com destaque para participações em “Direito de Amar” (1987), “O Clone” (2001), “América” (2003), “Caminho das Índias” (2005) e “Salve Jorge” (2012), as quatro últimas escritas pela amiga Gloria Perez. O tempo para atuação diminuiu com o lançamento do “É de Casa” em 2015, mas ela ainda apareceu brevemente em “Amor de Mãe” no ano passado, interpretando a si mesma.

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  • Série

    “The Witcher” ganha novo trailer repleto de lutas e monstros

    29 de outubro de 2021 /

    A Netflix divulgou um novo pôster nacional e o segundo trailer legendado da 2ª temporada de “The Witcher”, repleto de lutas, batalhas épicas e muitos monstros. Entre as novas criaturas, destaca-se a participação maquiada de Kristofer Hivju, intérprete de Tormund em “Game of Thrones”. Assim como “Game of Thrones”, “The Witcher” também é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. Na trama da 2ª temporada, o caçador de monstros Geralt de Rivia (Henry Cavill) decide cuidar da jovem princesa perdida Ciri (Freya Allan), levando-a ao lugar mais seguro que conhece, seu lar de infância, Kaer Morhen, onde tem início um treinamento que a transformará numa guerreira. Paralelamente, a feiticeira Yennefer (Anya Chalotra) também embarcará em nova jornada, enfrentando ainda mais perigos. Em seu cronograma original, a Netflix pretendia lançar a 2ª temporada em fevereiro de 2021. Mas, graças à pandemia, as gravações levaram mais de um ano. Por isso, a estreia só vai acontecer no dia 17 de dezembro. Para evitar maiores atrasos, a série já teve sua renovação antecipada para a 3ª temporada.

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  • Filme

    Trailer de “Lightyear” é o mais visto da Disney em 2021

    29 de outubro de 2021 /

    O primeiro trailer de “Lightyear”, animação derivada de “Toy Story”, atingiu o infinito e além em suas visualizações. Segundo informação da Disney, a prévia disponibilizada na quarta-feira (27/10) foi vista 83 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas. Trata-se do trailer mais visto dentre todos os já produzidos da franquia “Toy Story”, bem à frente do antigo recordista, “Toy Story 4”, que teve 62 milhões de visualizações. Considerando todos os trailers já feitos pelo estúdio Pixar, perde apenas para “Os Incríveis 2”, que atingiu a impressionante marca de 114 milhões de views em 2018. Neste ano, porém, nenhum outro trailer da Disney gerou tanto tráfico. “Lightyear” bateu até o primeiro vídeo de “Eternos”, da Marvel, assistido 77 milhões de vezes em sua estreia no final de maio. Na época, a prévia de “Eternos” foi apontada como o trailer mais visto de todo o conglomerado desde o começo da pandemia. Além de liderar as visualizações da Disney no YouTube, “Lightyear” também entrou nas principais tendências globais do Twitter, alcançando o 1ª lugar como o tópico mais comentado durante a maior parte de seu dia de estreia. Além disso, ainda gerou cinco tópicos derivados, incluindo Chris Evans, “Toy Story” e “To Infinity and Beyond”. O vídeo também foi o assunto mais comentado nos fórums do Reddit, além de ter se tornado o principal vídeo global do YouTube (nas seções “geral” e “filmes”). Completamente diverso de “Toy Story”, em “Lightyear” o personagem-título não é um boneco, mas um astronauta numa aventura sci-fi legítima, durante a primeira jornada nas estrelas que irá torná-lo lendário. Outra diferença marcante é a voz do protagonista. Dublador oficial do personagem em “Toy Story”, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Uma curiosidade sobre os dois é que ambos fazem aniversário no mesmo dia. “Lightyear” tem direção de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story” – dirigiu dois curtas da franquia e animou “Toy Story 3”. A estreia está marcada para junho de 2022. E aqui está o trailer novamente:

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