Sandra Oh é assombrada por sua mãe em trailer de terror
A Sony divulgou o pôster e o trailer de “Umma”, terror estrelado por Sandra Oh (“Killing Eve”). “Umma” quer diz mãe em coreano e a prévia mostra a personagem de Oh assombrada por sua mãe falecida e aterradora. Na trama, a atriz vive uma apicultora que vive isolada em sua fazenda com a filha (Fivel Stewart, de “Atypical”), mas o clima pacífico é encerrada pela chegada de um homem com as cinzas de sua mãe. A partir daí, a filha começa a fazer perguntas nunca antes feitas sobre a avó e o terror se instala, com o espírito da morta passando a atormentá-las. Primeiro longa de ficção dirigido por Iris K. Shim (do premiado documentário “The House of Suh”), o filme também inclui em seu elenco Dermot Mulroney (“Hanna”) e Odeya Rush (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”). A produção é do diretor Sam Raimi (“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”) e a estreia está marcada para 18 de março nos EUA. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Ryan Reynolds viaja no tempo em novo trailer de “O Projeto Adam”
A Netflix divulgou novos pôster e trailer legendado de “O Projeto Adam” (“The Adam Project”), sci-fi estrelada por Ryan Reynolds (o “Deadpool”). A prévia mostra imagens inéditas e revela o objetivo do protagonista ao viajar no tempo. “O Projeto Adam” acompanha Adam, o personagem de Reynolds, viajando ao passado numa nave espacial para encontrar a si mesmo quando tinha 13 anos, numa aventura com DNA dos anos 1980. Mas o verdadeiro motivo da jornada temporal é impedir seu falecido pai de inventar as viagens no tempo. O elenco também inclui o estreante Walker Scobell como o Adam mirim, Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”) e Jennifer Garner (“O Dia do Sim”) – que foram um casal de sucesso em “De Repente 30” (2004) – como os pais do protagonista e Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”) como sua esposa. Além disso, a produção volta a juntar Reynolds e o diretor Shawn Levy após o sucesso de “Free Guy: Assumindo o Controle”, que se tornou um dos grandes êxitos da Disney durante a pandemia. A estreia está marcada para 11 de março.
Netflix fará mais filmes com Lindsay Lohan
A Netflix anunciou ter fechado contrato para dois novos filmes com a atriz Lindsay Lohan. A plataforma revelou ter ficado “muito feliz” com o resultado da comédia romântica de Natal “Falling for Christmas”, prevista para o fim do ano, que inaugurou sua parceria com a atriz. “Estamos muito felizes com nossa colaboração com Lindsay até o momento e entusiasmados por continuar nossa parceria com ela”, disse a diretora de filmes independentes da Netflix, Christina Rogers, em comunicado. “Estamos ansiosos para trazer mais de seus filmes para nossos membros ao redor do mundo”, completou. “Falling for Christmas” marca a volta de Lindsay Lohan às comédias românticas, 12 anos depois da péssima “Meu Trabalho É um Parto”. Desde então, ela vinha sendo vista apenas em filmes B e em noticiários sensacionalistas sobre seus vícios, problemas legais e relacionamentos escandalosos. O filme traz Lohan como uma herdeira de hotel mimada que sofre um acidente de esqui e fica com amnésia total. Durante sua recuperação, na época do Natal, ela se vê sob os cuidados do belo proprietário de uma pousada (Overstreet) e sua filha precoce. A premissa lembra muito uma comédia popular dos anos 1980. Em “Um Salto para a Felicidade” (1987), a herdeira mimada vivida por Goldie Hawn sofria um acidente e perdia a memória, acabando sob os cuidados de um carpinteiro bonitão (Kurt Russell), que decide se vingar da dondoca convencendo-a de que eles eram casados e ela era mãe de seus filhos. O filme atual tem direção de Janeen Damian, produtora-roteirista de “O Príncipe e Eu”, que também escreveu o roteiro em parceria com Jeff Bonnett, Ron Oliver e Michael Damian. Todos trabalharam em vários telefilmes de Natal do canal pago Hallmark.
Sam Elliott reclama de “Ataque dos Cães”: “Pedaço de merd*”
O ator Sam Elliott, que atualmente estrela a série western “1883” e protagonizou vários filmes de faroeste em seus 77 anos de idade, resolveu atacar o aclamado longa-metragem “Ataque dos Cães”, líder em indicações ao Oscar 2022, criticando os elementos homossexuais da trama e até a diretora Jane Champion por não ser americana. Elliott demonstrou todo o seu descontentamento com o filme numa entrevista ao podcast “WTF With Marc Maron”, em que definiu a produção da Netflix como um “pedaço de merd*”. Sua principal objeção foi contra as alusões à homossexualidade no universo viril dos cowboys. No filme, o protagonista Phil Burbank, vivido pelo ator Benedict Cumberbatch, reprime sua orientação sexual justamente devido ao contexto da ambientação. “Eu não gostei. Este é o cara que fez westerns para sempre. Foi a evisceração do Oeste americano. Lembra daqueles caras que usam gravatas-borboleta e não muito mais [os strippers masculinos Chippendales]? É assim que todos os malditos cowboys daquele filme pareciam. Eles ficam correndo sem camisas. Há todas essas alusões de homossexualidade ao longo do filme.” Ele também reclamou que Cumberbatch aparece poucas vezes cavalgando, e disse ter levado isso para o lado pessoal. “Onde está o faroeste nesse faroeste? Levei isso para o pessoal, amigo”, declarou. E completou que Jane Champion não poderia comandar um filme sobre o Velho Oeste por ter nascido na Nova Zelândia e não nos EUA. “Ela é uma diretora brilhante. Adoro seus trabalhos anteriores. Mas que caral** essa mulher de lá debaixo, da Nova Zelândia, sabe sobre o Oeste Americano? E por que caral** o filme foi rodado na Nova Zelândia, mas chama aquilo de Montana e diz ‘é assim que era’?”, questionou, em tom de indignação. Após a repercussão das falas de Sam Elliott, a Netflix publicou no Twitter uma imagem do filme com uma fala da personagem Rose Gordon, interpretada por Kirsten Dunst. Na cena, ela diz que “é só um homem, só mais um homem”. Aclamado pela crítica, “Ataque dos Cães” recebeu 12 indicações ao Oscar e já venceu mais de 200 prêmios internacionais, incluindo o troféu de Melhor Direção para Jane Campion no Festival de Veneza passado. pic.twitter.com/WSXhlmBszB — NetflixFilm (@NetflixFilm) March 1, 2022
Apple TV+ vai lançar série baseada no clássico sci-fi “Metropolis”
A Apple TV+ fechou contrato com o criador de “Mr. Robot”, Sam Esmail, para lançar uma minissérie baseada na cultuada sci-fi “Metrópolis”, clássico revolucionário do cinema mudo, dirigido por Fritz Lang em 1927. Esmail concebeu o projeto em 2016, mas só agora encontrou espaço em sua ocupada agenda para se comprometer inteiramente com sua execução. Em seu caso, “inteiramente” significa escrever, produzir e dirigir cada um dos episódios da minissérie. “Metropolis” foi o filme mais caro feito durante o cinema mudo e seu tema distópico é considerado muito à frente de seu tempo. A trama escrita por Thea von Harbou imaginava o futuro da humanidade em 2026 (100 anos após sua produção), onde o mundo seria dividido rigorosamente em duas castas: a Superfície, onde os ricos usufruem dos avanços da tecnologia, e o Mundo dos Trabalhadores, no subterrâneo, onde os pobres trabalham 10 horas por dia em péssimas condições, sustentando as máquinas que fornecem conforto à população da superfície. Claro que há uma rebelião, inaugurando um tema que “Elysium” (2013), “Jogos Vorazes” (2012) e tantos outras distopias totalitárias acabaram reprisando nos cinemas. A série será produzida pela Universal Cable Productions, mas ainda não tem cronograma de produção conhecido ou previsão de estreia. Veja o trailer do filme clássico abaixo.
Atriz de “Amor, Sublime Amor” será supervilã do Homem-Aranha
A atriz Ariana DeBose, que venceu no domingo (27/3) o SAG Awards de Melhor Atriz Coadjuvante por “Amor, Sublime Amor”, entrou no elenco de “Kraven, o Caçador”, próximo filme da Marvel produzido pela Sony. Fontes de diversos sites sugerem que ela vai interpretar Calypso, uma supervilã haitiana que pratica vodu e foi introduzida nos quadrinhos em 1980 como aliada/amante de Kraven e inimiga do Homem-Aranha. O filme também vai introduzir outro vilão clássico dos quadrinhos: o Camaleão, primeiríssimo antagonista do Homem-Aranha (desde 1963), que é meio-irmão de Kraven. O elenco destaca Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) no papel-título, Fred Hechinger (“The White Lotus”) como o Camaleão e Russell Crowe (“Gladiador”) num papel que ainda não foi revelado. Kraven será o terceiro antagonista do Homem-Aranha a ter seu próprio longa. Ele segue “Venom”, que lançou seu segundo filme em outubro passado, e “Morbius”, que estreia em 31 de março. Intitulado em inglês “Kraven the Hunter”, o filme foi escrito por Richard Wenk (“O Protetor”), teve seu roteiro revisado por Art Marcum e Matt Holloway (dupla de “Homem de Ferro”), e será dirigida por JC Chandor (“Operação Fronteira”). Além desta produção, Taylor-Johnson assinou um contrato múltiplo para retratar o personagem em várias obras, prevendo um encontro com o Homem-Aranha em seu futuro.
Academia Europeia de Cinema anuncia boicote de filmes russos
A Academia Europeia de Cinema (EFA, na sigla em inglês) atendeu ao apelo da Academia Ucraniana de Cinema para realizar um boicote aos filmes russos. Em um comunicado enviado nesta terça (1/3), a EFA anunciou que filmes russos serão excluídos de sua premiação anual, European Film Awards, marcada para dezembro, e que a organização concorda e apoia com cada elemento do pedido de boicote. A principal entidade do cinema ucraniano pediu aos festivais internacionais de cinema que não permitam filmes russos em suas programações, que os produtores de cinema encerrem negócios com o país, parando de contribuir com a arrecadação de impostos para o governo russo, e que os distribuidores internacionais não lancem filmes na Rússia. O comunicado da EFA veio um dia após o premiado cineasta ucraniano Sergei Loznitsa renunciar à sua participação na EFA, criticando a organização pela brandura de sua resposta inicial, que incluía uma promessa de apoio aos cineastas ucranianos. Nesta terça, a EFA assumiu que deveria ter sido mais enérgica e rápida em sua resposta, admitindo que “esta reação deveria ter ocorrido em um momento anterior nos últimos dias” e que o processo democrático do órgão a atrasou. “A Academia condena veementemente a guerra iniciada pela Rússia – a soberania e o território da Ucrânia devem ser respeitados. As ações de Putin são atrozes e totalmente inaceitáveis, e as condenamos veementemente”, acrescenta o comunicado da entidade. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por European Film Awards (@eurofilmawards)
Veronica Carlson (1944–2022)
A atriz inglesa Veronica Carlson, que estrelou clássicos de terror da Hammer, morreu no domingo (27/2) de causas naturais na Carolina do Sul, EUA. Ela estreou no cinema em 1967 como figurante na sátira de 007 “Cassino Royale” e na comédia musical “As Psicodélicas”, antes de ganhar seu primeiro papel de destaque num terror da Hammer, como vítima preferencial do vampiro interpretado por Christopher Lee em “Drácula, o Perfil do Diabo” (1968). Carlson nunca escondeu que foi sua beleza que lhe rendeu seu primeiro grande papel. “Um tabloide publicou uma foto em que eu saia da praia em um biquíni branco e [o executivo da Hammer] Jimmy Carreras viu aquela fotografia e disse que me queria em seu próximo filme. Então, fiz um teste e acabei nos braços de Drácula”, contou numa entrevista de 2014. A atriz também coestrelou dois filmes de Frankenstein da Hammer, contracenando com Peter Cushing em “Frankenstein Tem que Ser Destruído” (1969) e com Alan Bates em “O Horror de Frankenstein” (1970). A cena com Cushing era pesadíssima: um estupro. Mas, na mesma entrevista de 2014, ela contou que o ator a ajudou a passar sem traumas pela experiência daquela “cena que foi jogada no filme”. “Trabalhamos juntos e resolvemos os problemas da melhor forma possível”. Os dois atores voltaram a se encontrar em “O Carniçal” (1975) e ela ainda estrelou uma paródia de Drácula em 1974, chamada “Vampira”, antes de se afastar temporariamente do cinema para se dedicar à carreira de artista plástica, na qual foi muito bem-sucedida. Nos últimos anos, aceitou voltar a atuar para participar de filmes-tributos, como “House of the Gorgon”, lançado em 2019 com vários atores antigos da Hammer.
Ralph Ahn (1926–2022)
O ator Ralph Ahn, conhecido por sua atuação na série “New Girl”, morreu aos 95 anos. A informação foi confirmada pela Federação Coreano-Americana de Los Angeles, mas a causa da morte não foi revelada. Ahn iniciou a carreira nos anos 1950 com figurações em filmes sobre a Guerra da Coreia, como “Campo de Batalha” (1953), “Sob o Céu da Coreia” (1953) e “Atrás da Cortina de Bambu” (1954). Cansado desse tipo de papel, resolveu parar de lutar na Coreia hollywoodiana em “Sede de Vingança” (1963), preferindo dedicar-se ao ofício de professor de matemática e técnico de futebol em uma escola na Califórnia. Após o Vietnã substituir a Coreia nos filmes de guerra americanos, ele decidiu retomar a atuação, o que aconteceu em 1988 na comédia “Uma Questão de Escolha”. A partir daí, emendou várias participações em filmes e séries, sem novos intervalos. Ele apareceu em séries como “Super Gatas”, “Plantão Médico/E.R”, “Suddenly Susan”, “O Rei do Queens”, “Gilmore Girls” e muitas mais. Seu papel mais marcante foi justamente o último. Em “New Girl”, ele interpretou Tran, personagem que simbolizava uma figura paterna para Nick Miller (Jake Johnson). Mas apesar do status de recorrente, o ator apareceu em apenas sete episódios bastante espaçados da trama, entre 2012 e 2018, e tinha pouquíssimas falas. Em seu perfil no Instagram, o ator Jake Johnson prestou uma homenagem a Ralph Ahn. “Descanse em paz. Foi sempre algo bastante divertido trabalhar com ele, que fez tanta coisa com literalmente nenhuma fala. Amava quando ele estava no set e sempre esperei poder trabalhar com ele de novo”, escreveu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por jake johnson (@mrjakejohnson)
Sean Penn sai da Ucrânia em meio a invasão do país pela Rússia
O ator americano Sean Penn revelou em seu Twitter que saiu da Ucrânia, onde estava filmando um documentário sobre o conflito do país com a Rússia. Ele publicou uma foto em seu Twitter sobre a reta final de sua jornada, carregando malas a pé numa estrada, ao lado de um engarrafamento gigantesco de carros em fuga. Junto da imagem, ele descreveu a situação. “Eu e dois colegas andamos quilômetros até a fronteira polonesa depois de abandonar nosso carro na beira da estrada. Quase todos os carros nesta foto levam apenas mulheres e crianças, a maioria sem nenhuma bagagem, e o seu carro é o único bem de valor”, contou. Enquanto estava na Ucrânia, Penn captou imagens e bastidores das reação das autoridades ucranianas aos ataques que culminaram numa invasão armada do país pela Rússia. Na semana passada, Penn chegou a publicar um apelo aos Estados Unidos para que entrasse na guerra em defesa da Ucrânia. “Já é um erro brutal, com vidas ceifadas e corações destroçados, e se ele não ceder, acredito que Putin terá cometido um erro terrível para toda a humanidade (…). A Ucrânia é a ponta da lança para o abraço democrático dos sonhos. Se permitirmos que ela lute sozinha, nossa alma como Estados Unidos da América está perdida.” Diante de seus esforços para auxiliar a Ucrânia, o gabinete do presidente Volodymyr Zelensky elogiou o ator e agradeceu seu apoio. Myself & two colleagues walked miles to the Polish border after abandoning our car on the side of the road. Almost all the cars in this photo carry women & children only, most without any sign of luggage, and a car their only possession of value. pic.twitter.com/XSwCDgYVSH — Sean Penn (@SeanPenn) February 28, 2022
Disney+ vai exibir séries da Marvel que estavam na Netflix
A Disney+ anunciou que as séries da Marvel que estavam na Netflix vão estrear em sua plataforma em 16 de março. Por enquanto, a data não está confirmada no Brasil. Inicialmente, os episódios de “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro”, “Justiceiro” e “Os Defensores” serão disponibilizados nos EUA, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia, e a previsão é que os demais países tenham recebam as produções em algum momento de 2022. As séries da Marvel deixaram a Netflix nesta terça-feira (1/3), após a CFO da Disney, Christine McCarthy, revelar que a empresa espera perder US$ 200 milhões em receita de licenciamento ao recuperar os direitos destas e outras produções que estavam em outras plataformas. Além destas séries, “Agentes da SHIELD” também estreará no streaming da Disney no mesmo momento. A chegada dos programas da Netflix na Disney+ sinaliza uma grande mudança de foco da plataforma juvenil, que até então não tinha nenhum conteúdo para maiores. As estreias serão acompanhadas por alertas para atualização de controles parentais, impedindo que crianças possam assistir aos novos conteúdos, que contém cenas de sexo, drogas e violência gráfica. Vale observar ainda que a iniciativa acontece na véspera do lançamento de “Cavaleiro da Lua”, previsto para 30 de março, que está sendo considerada uma produção mais madura que as atrações anteriores da Marvel feitas para o streaming da Disney. A chegada das séries da Netflix na Disney+ coincide com outro acontecimento: o retorno de alguns personagens daquelas atrações, interpretados pelos mesmos atores, em novas produções do Marvel Studios. Charlie Cox encarnou Matt Murdock, o Demolidor, numa breve aparição em “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, lançado em dezembro passado, enquanto Vincent D’Onofrio voltou a viver o Rei do Crime, antagonista do Demolidor, na série “Gavião Arqueiro”, também lançada em dezembro na Disney+. Em entrevista recente à revista The Hollywood Reporter, Cox brincou que sabia “um pouco” sobre o que estava reservado para seu personagem no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) após a aparição de Matt Murdock no filme do Homem-Aranha. Os fãs tem muitas teorias. Quando as séries foram canceladas, o antigo presidente da Marvel Television, Jeph Loeb, emitiu um comunicado informando que havia planos para resgatá-las no futuro. “Nosso parceiro pode ter decidido não mais contar essas histórias com esses personagens incríveis… mas vocês conhecem a Marvel melhor que isso”, afirmou Loeb. “Como o pai de Matthew Murdock disse uma vez, ‘A medida do homem não é como ele é derrubado na lona, mas sim como ele se levanta’. Continuará…!” Available in the U.S., Canada, U.K., Ireland, Australia, and New Zealand. Updated parental controls available in the U.S. on March 16. — Disney+ (@disneyplus) March 1, 2022
Paramount suspende lançamento de “Sonic 2” na Rússia
A Paramount anunciou nesta terça (1/3) a suspensão de seus lançamentos cinematográficos na Rússia em meio à invasão da Ucrânia. Seus próximos títulos que deveriam estrear no país eram a adaptação de videogame “Sonic 2: O Filme”, em 31 de março, e a comédia “Cidade Perdida”, em 7 de abril. “Enquanto testemunhamos a tragédia em andamento na Ucrânia, decidimos pausar o lançamento de nossos próximos filmes de cinema na Rússia, incluindo ‘Sonic 2: O Filme’ e ‘Cidade Perdida’. Apoiamos todos os afetados pela crise humanitária na Ucrânia, Rússia e nossos mercados internacionais e continuaremos monitorando a situação à medida que ela se desenrola”, disse o estúdio em comunicado. A medida foi anunciada um dia depois que Disney, Warner Bros. e Sony tomaram a mesma iniciativa.
Cannes proíbe delegações russas em seu festival
O Festival de Cannes tornou-se a mais recente organização internacional a expressar sua solidariedade com a Ucrânia e anunciar boicotes contra a Rússia. Em um comunicado divulgado nesta terça-feira (1/3), a organização do evento apontou que, a menos que a invasão russa termine com condições aceitáveis para a Ucrânia, não receberia nenhuma delegação russa ou qualquer pessoa ligada ao governo russo em sua edição de 2022. Ao mesmo tempo, estendeu seu apoio a artistas e profissionais de cinema russos que “nunca deixaram de lutar contra” o regime de Putin, e não comentou se iria banir filmes russos da seleção oficial. Outros festivais de cinema, como os realizados em Estocolmo, na Suécia, e Glasgow, na Escócia, atenderam de forma integral ao apelo da Academia Ucraniana de Cinema e barraram a exibição de filmes russos em seus eventos, enquanto os maiores estúdios de cinema de Hollywood tem se solidarizado num boicote ao circuito exibidor russo, suspendendo seus lançamentos no país. O início do Festival de Cannes deste ano está marcado para o dia 17 de maio. Leia abaixo a íntegra do comunicado do evento. “Como o mundo foi atingido por uma forte crise em que uma parte da Europa se encontra em estado de guerra, o Festival de Cannes deseja estender todo o seu apoio ao povo da Ucrânia e a todos aqueles que estão em seu território. Por mais modesto que sejamos, unimos nossas vozes aos que se opõem a essa situação inaceitável e denunciamos a atitude da Rússia e de seus líderes. Nossos pensamentos vão em particular para os artistas e profissionais da indústria cinematográfica ucraniana, bem como para suas famílias, cujas vidas estão agora em perigo. Há aqueles que nunca conhecemos, e aqueles que conhecemos e recebemos em Cannes, que vieram com obras que dizem muito sobre a história e o presente da Ucrânia. Durante este inverno de 2022, o Festival de Cannes entrou em sua fase de preparação. A menos que a guerra termine em condições que satisfaçam o povo ucraniano, foi decidido que não receberemos delegações oficiais russas nem aceitaremos a presença de qualquer pessoa ligada ao governo russo. No entanto, gostaríamos de saudar a coragem de todos aqueles na Rússia que correram riscos para protestar contra o ataque e invasão da Ucrânia. Entre eles estão artistas e profissionais do cinema que nunca deixaram de lutar contra o regime contemporâneo, que não podem ser associados a essas ações insuportáveis e aqueles que estão bombardeando a Ucrânia. Fiel à sua história que começou em 1939 na resistência à ditadura fascista e nazista, o Festival de Cannes sempre servirá artistas e profissionais da indústria que levantam suas vozes para denunciar a violência, a repressão e as injustiças, com o objetivo principal de defender a paz e a liberdade”.












