PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

TV

Apresentadora da Globo rebate fala machista de Neymar: “Não pode normalizar”

Atleta usou termo "de chico" para reclamar de árbitro em partida do Santos e levou invertida de Gabriela Ribeiro no Globo Esporte

Leia mais
3 de abril de 2026
Filme

Justiça rejeita acusação de assédio de Blake Lively contra Justin Baldoni

Juiz descartou grande parte do processo movido pela atriz após as filmagens de "É Assim que Acaba", mas manteve queixas de quebra de contrato e retaliação

Leia mais
3 de abril de 2026
Música

Zé Neto se assusta com intimação e comenta proibição de nova música ligada a Daniel Vorcaro

Justiça barrou divulgação da faixa "Oi, Tudo Bem?" após equipe da dupla sertaneja usar imagens de amiga do banqueiro em vídeo promocional

Leia mais
3 de abril de 2026
Reality

Chaiany perde 1.150 estalecas por comer refeição do VIP no BBB 26

Atitude impulsiva da sister resultou em saldo negativo no Vacilômetro e provocou forte discussão sobre as compras da Xepa

Leia mais
3 de abril de 2026
Série

Netflix revela trailer da nova temporada de “Treta” com Oscar Isaac e Carey Mulligan

Segunda temporada da minissérie de sucesso ganha formato antológico, apresenta trama focada em conflitos de classe e reúne elenco de peso no streaming

Leia mais
3 de abril de 2026
  • Série

    Trailer transforma “Rebelde” em drama de competição musical

    9 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer legendado de “Rebelde”, que, como diz um dos personagens, parece “High School Musical”. Também poderia ser comparado com “Glee”. Mas na verdade parece mais o filme “High School Band” (2009), em que um grupo de estudantes se junta para competir num evento chamado “Batalha das Bandas”. É a mesma premissa, como pode ser conferido abaixo. A diferença é que “Rebelde” tem cenas mais quentes, como também pode ser checado no trailer. As gravações de “Rebelde” aconteceram no México, mas ao contrário das versões anteriores, o reboot será multinacional, com representantes de quatro países latinos. Até o Brasil terá uma estudante na Elite Way em 2022: Giovanna Grigio, atriz e cantora que se destacou em “Malhação: Viva a Diferença” e “As Five”, da Globoplay. O elenco também inclui o argentino Franco Masini (“Riviera”), o colombiano Jeronimo Cantillo (“Verdade Oculta”) e diversos astros jovens mexicanos, como o cantor Sergio Mayer Mori, Azul Guaita (“Sobe na Minha Moto”), Alejandro Puente (“El Club”) e as estreantes Andrea Chaparro e Lizeth Selene. A “Rebelde” de 2004 da emissora mexicana Televisa já era um remake – da novela argentina “Rebelde Way”, de 2002. E se tornou um fenômeno ao explorar os talentos musicais de seu elenco. Da novela mexicana, surgiu o grupo musical RBD formado por Anahí, Dulce Maria, Alfonso Herrera, Christian Chávez, Maite Perroni e Christopher von Uckerman. O sucesso foi tão grande, que até rendeu outro remake, desta vez brasileiro, feito pela Record em 2011 com Arthur Aguiar, Chay Suede, Lua Blanco, Sophia Abrahão e a sister do “BBB 21” Carla Diaz. A estreia da nova versão vai acontecer em 5 de janeiro de 2022. SE PREPAREM PRA BATALHA DE BANDAS NA ELITE WAY SCHOOL 🔥🔥🔥 pic.twitter.com/8LRxAhsqHP — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 9, 2021

    Leia mais
  • Série

    Criador confirma 2ª temporada de “Round 6”

    9 de novembro de 2021 /

    O criador e diretor do fenômeno “Round 6”, Hwang Dong-hyuk, confirmou a produção da 2ª temporada da produção sul-coreana que virou a série mais vista da Netflix em todos os tempos. “Há tanta pressão, tantos pedidos e tanto desejo por uma 2ª temporada que quase sinto que vocês não nos deixam escolha! Então vou dizer que realmente haverá uma 2ª temporada”, ele revelou em entrevista em vídeo à agência Associated Press. Dong-hyuk ressaltou que isso não significa que a série seja retomada com rapidez. “Está na minha cabeça agora, eu atualmente estou no processo de planejamento, mas acho que é muito cedo para dizer quando e como isso vai acontecer”, revelou. Sobre os próximos capítulos, o diretor destacou o retorno do personagem principal Seong Gi-hun, interpretado por Lee Jung-jae. “Eu prometo isso a vocês. Gi-hun vai voltar e fazer algo pelo mundo”, disse Hwang. COMEBACK SQUID: Hwang Dong-hyuk, the director, creator, writer of #SquidGame says the show will be back with more Gi-hun adventures. pic.twitter.com/uqC1DIdZqy — AP Entertainment (@APEntertainment) November 9, 2021

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Dean Stockwell (1936–2021)

    9 de novembro de 2021 /

    O famoso ator Dean Stockwell, que teve carreira longuíssima e repleta de clássicos – e até filmou no Brasil – , morreu na manhã do último domingo (7/11) de causas naturais, aos 85 anos. Filho de Harry Stockwell, que dublou o Príncipe Encantado em “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), Dean e seu irmão mais velho, Guy Stockwell (“Beau Gest”), começaram a trabalhar ainda nos anos 1940 como atores mirins. Ao estrear na Broadway com 7 anos, ele chamou atenção da MGM e se mudou para Hollywood, onde passou a filmar e estudar ao lado de colegas de classe famosos, como Roddy McDowall, Elizabeth Taylor, Jane Powell e Russ Tamblyn. A estreia no cinema foi como uma criança fugitiva no famoso musical “Marujos do Amor” (1945) ao lado de Frank Sinatra e Gene Kelly. O sucesso do filme o fez emendar várias produções no período, até começar a ser escalado como protagonista aos 12 anos, em “O Órfão do Mar” (1948), de Henry King, e “O Menino de Cabelos Verdes” (1948), de Joseph Losey, em que viveu os personagens-títulos. Em sua infância, ele foi dirigido por alguns dos maiores mestres da velha Hollywood, em obras como “A Luz é para Todos” (1947), de Elia Kazan, que lhe rendeu um Globo de Ouro juvenil, “Capitães do Mar” (1949), de Henry Hathaway, “O Jardim Encantado” (1949), de Fred M. Wilcox, “O Testamento de Deus” (1950), de Jacques Tourneur, e “Era Sempre Primavera” (1950), de William A. Wellman. Seu papel-título na aventura “Kim” (1950), na qual contracenou com Errol Flynn, chegou a inspirar o lançamento de uma revista em quadrinhos. Mas seu contrato com a MGM acabou quando ele chegou os 16 anos. No auge da popularidade, Stockwell decidiu pausar a carreira para se formar na Hamilton High School em Los Angeles e estudar na faculdade em Berkeley, antes de, inspirado por “On the Road”, viajar pelo país. Só que, após um hiato de cinco anos, encontrou dificuldades para retomar as atividades, passando a atuar na TV, onde fez vários teleteatros, e também nos palcos. Até que seu desempenho na Broadway lhe reconduziu ao cinema. Após uma década vivendo o bom menino, ele reapareceu em “Estranha Obsessão” (1959), de Richard Fleischer, como um dos psicopatas universitários que matam um colega só para provar que era possível cometer um crime perfeito. Stockwell reprisava um papel que tinha vivido nos palcos de Nova York, e que por isso sabia de cor. De fato, foi tão magistral que acabou consagrado no Festival de Cannes de 1959 com o troféu de Melhor Ator. A partir daí, emendou outros papéis dramáticos importantes. Em “Filhos e Amantes” (1960), de Jack Cardiff, foi um jovem artista que busca uma vida diferente de sua família de mineiros. Em outro clássico, “Longa Jornada Noite Adentro” (1962), de Sydney Lumet, foi o filho doente terminal de uma família doentia, inspirado na juventude do escritor Eugene O’Neill. A interpretação depressiva lhe rendeu seu segundo prêmio de Melhor Ator em Cannes, em 1962. Apesar do impacto dessas produções, seu filme seguinte, “Nasce uma Mulher”, só estreou em 1965, e para se manter Stockwell precisou ampliar as participações na TV, conseguindo um papel recorrente na popular série médica “Dr. Kildare” em 1965. Isto, porém, fechou-lhe as portas das produções de prestígio, iniciando outra fase em sua carreira. Stockwell descobriu as drogas, mudou-se para San Francisco e entrou na contracultura como um hippie sábio em “Busca Alucinada” (1968), filme psicodélico de Richard Rush que também trazia Jack Nicholson como guitarrista de uma banda de rock. E após uma rápida transformação em vilão de terror em “O Altar do Diabo” (1970), mergulhou de vez no cinema contracultural. Viveu o pistoleiro Billy the Kid no filme dentro do filme de “O Último Filme” (1971), obra maldita do eterno hippie Dennis Hopper, de quem se tornou amigo inseparável. Foi ainda um repórter-lobisomem nos bastidores do poder político em “O Lobisomem de Washington” (1973), cult marginal de Milton Moses Ginsberg. E voltou a encontrar Hopper como um hipster em “Tracks” (1974), de Henry Jaglom, sobre traumas da Guerra do Vietnã. Foram filmes cultuadíssimos, mas que pagaram bem menos que ele estava acostumado. Por isso, sua carreira televisiva como ator convidado multiplicou-se com participações em “Bonanza”, “Missão: Impossível”, “Mannix”, “Galeria do Terror”, “Columbo”, “Cannon”, “São Francisco Urgente”, “Os Novos Centuriões”, “Casal 20” e “Esquadrão Classe A”, entre muitas outras séries. Sem atenção de Hollywood, Stockwell estrelou “Alsino e o Condor” (1982), produção da Nicarágua que acabou indicada ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, e o mexicano “Matar um Estranho” (1983). Até se desiludir de vez e resolver abandonar o cinema para vender imóveis no Novo México. Entretanto, para complementar a renda, aceitou fazer um último filme de um diretor alemão. Tudo mudou com o filme do tal alemão. Em 1984, ele viveu o irmão de Harry Dean Staton em “Paris, Texas”. O drama do cineasta Wim Wenders acabou vencendo o Festival de Cannes e se tornando um dos longas mais famosos da década. Sua filmografia reviveu com uma coleção de pequenas participações inesquecíveis. Ele apareceu na primeira versão da sci-fi “Duna” (1984), sob a direção de David Lynch, no cult adolescente “A Lenda de Billie Jean” (1985) e no thriller policial “Viver e Morrer em Los Angeles” (1986), de William Friedkin, antes de atingir o ápice com sua melhor pequena participação de todas, o cafetão-traficante Ben de “Veludo Azul” (1986), novamente dirigido por Lynch e ao lado do velho amigo Dennis Hopper. A cena em que ele canta Roy Orbison para o torturado Kyle MacLachlan figura entre as mais icônicas do cinema moderno. Em seguida, ele enfrentou Eddie Murphy em “Um Tira da Pesada II” (1987) e fez uma dobradinha de filmes para Francis Ford Coppola, “Jardins de Pedra” (1987) e “Tucker: Um Homem e seu Sonho” (1988), até ter seu status de ladrão de cenas consagrado pela Academia, com uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho como um chefão da máfia na comédia “De Caso com a Máfia” (1988), de Jonathan Demme. Foi nesse período que acabou vindo filmar no Brasil, onde, sem falar português, viveu o patrão de “Jorge, um Brasileiro” (1988), drama caminhoneiro dirigida por Paulo Thiago, com Carlos Alberto Riccelli e Glória Pires no elenco. Na projeção nacional, foi dublado por Odilon Wagner. Ao voltar aos EUA, Stockwell passou a se dedicar a seu papel mais duradouro na TV, interpretando o almirante Al Calavicci em cinco temporadas da série “Quantum Leap” (1989–1993), que lhe renderam indicações ao Emmy em quatro anos consecutivos. “Ele costumava anunciar sua chegada no estúdio com um grito: ‘A diversão começa agora!’. Palavras mais verdadeiras nunca foram ditas”, lembrou Scott Bakula, seu colega de elenco na série, em depoimento à imprensa nesta terça (9/11). Stockwell ainda fez nova parceria com Dennis Hopper em “Atraída pelo Perigo” (1990), foi um agente de talentos desesperado num dos melhores longas de Robert Altman, “O Jogador” (1992), atuou no thriller de ação “Força Aérea Um” (1997), com Harrison Ford, e até retomou as colaborações com Coppola em “O Homem Que Fazia Chover” (1997), vivendo um juiz corrupto. Mas depois disso seus melhores papéis foram na TV, principalmente como John Cavill, um dos robôs humanoides vilões do reboot de “Battlestar Galactica”, entre 2006 e 2009. Em 2015, ele se aposentou da carreira de ator e passou a se dedicar às artes plásticas. Artista talentoso, Stockwell já tinha se destacado ao projetar a arte da capa de um álbum de Neil Young, “American Stars ‘n Bars”, de 1977, e exibia suas obras por várias regiões nos Estados Unidos com seu nome completo: Robert Dean Stockwell.

    Leia mais
  • Série

    Consultora de “The Crown” se demite em protesto contra tratamento de Diana na série

    8 de novembro de 2021 /

    A consultora de “The Crown” Jemima Khan pediu demissão da série por discordar da forma coo a produção pretende abordar a vida da Princesa Diana em sua 5ª temporada. Amiga próxima de Diana, ela explicou ao jornal britânico Sunday Times que os novos roteiros não retratam a princesa com “respeito e compaixão”. “Era muito importante para mim que os últimos anos de vida da minha amiga fossem retratados com precisão e compaixão, como nem sempre aconteceu no passado”, ela observou. Segundo seu relato, o criador da série, Peter Morgan, pediu que ela fosse a consultora oficial da temporada, mas suas observações acabaram não sendo levadas em conta. “Quando esse acordo não foi honrado e quando percebi que aquele enredo específico não seria necessariamente contado com o respeito ou compaixão que eu esperava, solicitei que todas as minhas contribuições fossem removidas da série e recusei o crédito”, destacou. Questionada pelo jornal, a Netflix emitiu um comunicado sobre o pedido de demissão. “Jemima Khan é amiga, fã e apoiadora pública de ‘The Crown’ desde a 1ª temporada. Ela fez parte de uma ampla rede de fontes bem informadas e variadas que forneceram extensas informações básicas para nossos escritores e equipe de pesquisa, dando o contexto para ‘The Crown’. Mas nunca foi contratada como roteirista da série”, disse o porta-voz da empresa. A 5ª temporada de “The Crown” vai abordar os últimos anos da vida de Diana e suas relações com o cirurgião Hasnat Khan e com o produtor de cinema Dodi Al-Fayed, além de reconstituir a entrevista que ela deu para Martin Bashir, considerada polêmica até os dias atuais. A produção terá Elizabeth Debicki (“Tenet”) como Diana, substituindo a interpretação premiada de Emma Corrin na 4ª temporada, além de Khalid Abdalla (“O Empinador de Pipas”) como Al-Fayed, Dominic West (“The Affair”) como o Príncipe Charles, Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”) como a Rainha Elizabeth II, Lesley Manville (“Trama Fantasma”) como a princesa Margaret e Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como o príncipe Philip. A previsão de estreia é para novembro de 2022.

    Leia mais
  • Filme

    Leonardo DiCaprio vai viver líder da seita do massacre de Jonestown

    8 de novembro de 2021 /

    O ator Leonardo DiCaprio está em negociações avançadas com a MGM para estrelar um filme sobre Jim Jones, o líder de uma seita que, em 18 de novembro de 1978, promoveu o massacre de mais de 900 seguidores. Além de estrelar, DiCaprio negocia participar da produção com sua empresa, Appian Way. O roteiro foi escrito por Scott Rosenberg (das franquias “Venom” e “Jumanji”) e se dedica a contar a história do pastor que fundou o Templo dos Povos na cidade de Indianapolis, nos Estados Unidos, em 1955, e que, depois de realizar supostos milagres, decide construir a cidadela de Jonestown, na Guiana, que ele considerava um paraíso utópico, livre da opressão do capitalismo dos Estados Unidos. Em meio a denúncias de abusos humanos, o governo americano enviou uma delegação liderada pelo congressista Leo Ryan ao local, em novembro de 1978. O político e repórteres da rede NBC que o acompanhavam foram metralhados pelos seguidores de Jones, que em seguida celebraram o ato que entrou para a História. Embora costume ser chamado de suicídio coletivo, muitos seguidores que tomaram veneno não sabiam o que estavam fazendo, já que ele foi servido na bebida. Entre os 918 membros mortos da comunidade, 304 eram crianças. Ainda não há previsão de estreia para “Jim Jones”. DiCaprio será visto a seguir em duas produções de streaming, contracenando com Jennifer Lawrence na comédia “Não Olhe para Cima”, de Adam McKay, prevista para 24 de dezembro na Netflix, e no western criminal “Killers of the Flower Moon”, de Martin Scorsese, que vai chegar na Apple TV+ no fim de 2022. Veja abaixo uma reportagem do programa americano “Today”, da NBC, sobre a tragédia.

    Leia mais
  • Filme

    Clássico “Fuga à Meia-Noite” vai ganhar sequência

    8 de novembro de 2021 /

    A Universal Pictures está desenvolvendo uma sequência de “Fuga à Meia-Noite”, comédia de ação super-influente de 1988, estrelada por Robert de Niro e Charles Grodin. De Niro é um dos produtores da continuação, mas não está confirmada sua volta ao papel do caçador de recompensas Jack Walsh. No filme dirigido por Martin Brest, Charles Grodin vivia um contador da máfia procurado por criminosos e pelo FBI, que acaba sendo capturado pelo caçador de recompensas interpretado por Robert De Niro e conduzido relutantemente de um lado a outro dos EUA. O clima de camaradagem conflituosa dos dois protagonistas acabou inspirando todas as comédias de ação que se seguiram, criando um novo nicho de produções. Charles Grodin faleceu em maio deste ano. A nova produção tem roteiro de Aeysha Carr (“Todo Mundo Odeia o Chris”) e será estrelada por Regina Hall (“A Chefinha”), mas a trama está sendo mantida em sigilo. Ainda não há diretor atrelado, cronograma de produção e previsão de estreia para o longa. Veja abaixo o trailer do filme original.

    Leia mais
  • Filme

    Lady Gaga é destaque em novas fotos de “Casa Gucci”

    8 de novembro de 2021 /

    A Universal divulgou três novas fotos de “Casa Gucci” (House of Gucci), que destacam a participação de Lady Gaga na produção, com direito à registro de seu casamento na trama. O papel representa o primeiro projeto da cantora no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. Ela vive Patrizia Reggiani, que protagonizou o maior escândalo dos bastidores da grife Gucci, ao reagir ao pedido de divórcio de Maurizio Gucci, vivido por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), com a encomenda de seu assassinato para um matador profissional. O elenco grandioso de “Casa Gucci” também inclui Jeremy Irons (“Watchmen”), Al Pacino (“O Irlandês”), Salma Hayek (“Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime”) e Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), que aparece careca e irreconhecível graças a uma pesada maquiagem. A estreia está marcada para 25 novembro nos cinemas brasileiros, um dia depois do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Foo Fighters vai estrelar filme de terror

    8 de novembro de 2021 /

    A banda Foo Fighters vai estrelar seu primeiro filme e será um terror. Em seu perfil oficial do Instagram, o grupo musical liderado por Dave Grohl divulgou o pôster da produção, que foi batizada de “Studio 666”. O longa vai misturar terror e comédia, elementos presentes em vários clipes da banda, e girar em torno da gravação do disco “Medicine at Midnight”. A trama mostrará os músicos se mudando para uma mansão antiga e cheia de história para gravar seu 10º álbum, quando forças ocultas começam a ameaçar os trabalhos — e a vida dos artistas. A história foi concebida por Dave Grohl e virou um roteiro escrito por Jeff Buhler, o autor do remake de “Cemitério Maldito”, em parceria com Rebecca Hughes (da série “Cracking Up”). A direção ficou a cargo de BJ McDonnell, diretor de clipes de heavy metal (Slayer e Exodus) que tem trabalhado como operador de câmera nos filmes do universo “Invocação do Mal”. O elenco inclui Grohl e seus companheiros de banda, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Pat Smear, Chris Shiflett e Rami Jaffee, além de Whitney Cummings (“Whitney”), Leslie Grossman (“American Horror Story”), Will Forte (“Last Man on Earth”), Jenna Ortega (“Pânico 5”) e Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”). A estreia está marcada para fevereiro de 2022 nos EUA, exatamente um ano após o lançamento de “Medicine at Midnight”, com distribuição nos cinemas a cargo da Open Road Films. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Caça-Fantasmas originais aparecem no novo trailer da continuação

    8 de novembro de 2021 /

    A Sony divulgou um novo trailer legendado de “Ghostbusters: Mais Além” com mais monstros, efeitos visuais e Caça-Fantasmas. A prévia tem narração de Dan Aykroyd e apresenta, ao seu final, o retorno dos Caça-Fantasmas originais, sem direito a close, mas com a voz indefectível de Bill Murray perguntando: “Sentiu saudade da gente”? A trama gira em torno de uma mãe e duas crianças recém-chegadas numa cidadezinha. Carrie Coon (“The Leftovers”) se muda para a antiga casa herdada do pai, de quem ela pouco falou para os filhos, vividos por Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”) e Finn Wolfhard (“Stranger Things”), que ao mexerem nos objetos guardados no local descobrem serem netos do Dr. Egon Spengler, o personagem do falecido Harold Ramis nos dois “Caça-Fantasmas” dos anos 1980. Paralelamente, estranhos fenômenos começam a acontecer na região, que inspiram as crianças a virarem Caça-Fantasmas mirins com a ajuda do equipamento abandonado de Spengler e de um professor de sua escola, vivido por Paul Rudd (“Homem-Formiga”). “Ghostbusters: Mais Além” tem direção de Jason Reitman (“Juno”, “Tully”), filho do diretor dos dois primeiros Caça-Fantasmas, Ivan Reitman, e que apareceu como figurante mirim em “Os Caça-Fantasmas II”. A estreia está marcada para 18 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Série

    Nova série da Apple escala casal de “The Americans”

    8 de novembro de 2021 /

    A minissérie “Extrapolations”, em desenvolvimento na Apple TV+, vai promover o reencontro entre Keri Russell e Matthew Rhys após o final de “The Americans”. A atriz é um dos novos nomes confirmados no elenco grandioso da produção, que será encabeçada por ninguém menos que Meryl Streep (“A Festa de Formatura”). Não está claro se ela contracenará com o ex-colega nos episódios da atração, que tem muitos personagens e histórias paralelas. Além dos citados, o elenco estelar inclui Edward Norton (“Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe”), Kit Harington (“Eternos”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Gemma Chan (“Eternos”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Cherry Jones (“The Handmaid’s Tale”), Michael Gandolfini (“Os Muito Santos de Newark”), David Schwimmer (“Friends”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Tahar Rahim (“O Mauritano”) e Adarsh Gourav (“O Tigre Branco”). “Extrapolations” vai explorar as consequências humanas do aquecimento global, refletindo, segundo a sinopse, “sobre como a mudança climática afeta os amores, famílias e atividades profissionais” de diferentes indivíduos. Os personagens terão suas próprias histórias, mesmo assim a minissérie é apresentada como a união de oito episódios interconectados. A série é uma criação de Scott Z. Burns, que já abordou o tema do aquecimento global como produtor do premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente”, vencedor do Oscar em 2007. Entre outros títulos, ele também escreveu “Contágio” (2011) e dirigiu “O Relatório” (2019). Além de produzir, ele assina os roteiros e dirige todos os episódios da minissérie.

    Leia mais
  • Série

    Vida atual de Alanis Morissette deve virar série de comédia

    8 de novembro de 2021 /

    A vida da cantora Alanis Morissette vai servir de base para o projeto de uma série de comédia da rede americana ABC. Intitulada “Relatable”, a atração terá produção executiva da própria cantora. Mas “Relatable” não será a história da ascensão de uma jovem cantora ao estrelato. Muito antes pelo contrário. De acordo com a sinopse, a produção vai acompanhar uma mulher de 40 e poucos anos, casada e com três filhos, que passou sua vida adulta jovem como uma estrela do rock internacional, famosa por suas canções sobre raiva feminina e angústia adolescente. Só que agora, aquela que já foi definida como a “voz de sua geração” não consegue fazer com que a próxima geração — que mora em sua casa — a ouça. A ideia é baseada na vida atual de Morissette, mais ou menos. Ela tem 47 anos, é realmente casada e mãe de três filhos, mas os personagens serão todos fictícios. A protagonista deverá ser apenas marginalmente inspirada em Alanis. Além de produzir, a cantora também vai escrever canções originais para a série, que é uma criação de Elizabeth Beckwith (“The Goldbergs”) e Christopher Moynihan (“Man Up”). Por enquanto, apenas o roteiro do piloto foi encomendado.

    Leia mais
  • Série

    Melissa Benoist comenta sua jornada como “Supergirl”

    8 de novembro de 2021 /

    No clima da despedida de “Supergirl”, a rede americana The CW divulgou um vídeo em que a atriz Melissa Benoist comenta sua jornada como a heroína. Em depoimentos colhidos durante as gravações dos capítulos finais, a estrela revela seus episódios favoritos, o que mais gostou da personagem e ainda resume sua trajetória com o título de uma canção famosa de Neil Diamond, “Girl, You’ll be a Woman Soon”, ao dizer que começou como uma garota e sai adulta e transformada da atração. “Eu me sinto como uma pessoa completamente diferente de quando começamos, e muito disso vem do que aprendi fazendo a série e das pessoas com quem trabalhei, que agora são a minha família”, diz Benoist. E ela não está exagerando ao falar em família. Seu romance com o intérprete de Mon-El continua firme e forte fora da tela. Os dois começaram a namorar durante a participação especial de Chris Wood na série, entre a 2ª e a 3ª temporada, e já aumentaram a família com o pequeno Huxley Robert Wood, de um ano de idade. A série vai se encerrar na terça (9/11) após seis anos de produção, com a exibição de dois episódios consecutivos, e há muitas especulações sobre o destino da heroína no final da série – que é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

    Leia mais
  • Série

    Viola Davis vira Michelle Obama nas primeiras fotos de “The First Lady”

    8 de novembro de 2021 /

    A revista americana Entertainment Weekly publicou as primeiras imagens de “The First Lady”, minissérie do canal pago Showtime que vai retratar as primeiras-damas dos Estados Unidos. As imagens destacam as transformações de Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) em Michelle Obama, Gillian Anderson (“The Crown”) em Eleanor Roosevelt e Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”) em Betty Ford. Os episódios vão se focar na vida pessoal, atuação e influência política das três primeiras-damas citadas. Elas terão companhia dos atores O-T Fagbenle (“Viúva Negra”) como Barack Obama, Kiefer Sutherland (“Designated Survivor”) como Franklin D. Roosevelt e Aaron Eckhart (“Invasão a Casa Branca”) como Gerald Ford. A produção foi desenvolvida pelo roteirista Aaron Cooley (“Melhor. Pior. Finde. De. Todos.”) e conta com direção da dinamarquesa Susanne Bier, que já venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (por “Em um Mundo Melhor”) e o Emmy (pela minissérie “The Night Manager”). Caso a atração se prove um sucesso, novas temporadas devem abordar outras esposas famosas de presidentes americanos. The first look at Viola Davis as Michelle Obama, Michelle Pfeiffer as Betty Ford and Gillian Anderson as Eleanor Roosevelt in ‘THE FIRST LADY’ has been released. (Source: https://t.co/Z1GnlxUjtw) pic.twitter.com/0lCKrmz6ir — DiscussingFilm (@DiscussingFilm) November 8, 2021

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie