MP investiga Adrilles Jorge por suposto gesto nazista
A “demissão” de 40 dias de Adrilles Jorge não foi a única consequência da suposta saudação nazista do comentarista, realizada ao vivo em fevereiro, durante participação no programa “Opinião”, da Jovem Pan. Apesar da manifesta “absolvição” do gesto pela Jovem Pan, que trouxe o ex-BBB de volta ao ar nesta semana, o MP-SP (Ministério Público de São Paulo) deu prosseguimento a uma denúncia criminal. A denúncia foi aberta após manifestações de repúdio de entidades judaicas, dando início a uma investigação para analisar a saudação. Assinada pela promotora de Justiça Maria Fernanda Balsalobre Pinto, o texto alega que Adrilles Jorge teria violado a lei 7716/89, que estipula uma multa e pena de um a três anos. “O contexto em que foi feito o gesto, a absoluta identidade estética, o fato de o denunciado jamais ter usado tal maneira de se despedir nos cerca de 60 programas dos quais participou anteriormente são elementos que evidenciam a utilização da saudação nazista”, diz um trecho do documento. A ação também pede que as imagens do programa, retirado do ar pela Jovem Pan, sejam analisadas antes de uma decisão judicial, porque “o contexto guarda relevância tão somente para evidenciar que o gesto externalizado é a saudação nazista ‘Sieg Heil’, a qual encontra subsunção penal em razão do conteúdo inerente”, aponta a denúncia. Em nota, o Grupo Jovem Pan disse repudiar qualquer manifestação em defesa do nazismo e suas ideias, ressaltando que os comentaristas têm liberdade para emitir opiniões, desde que permaneça nos limites da lei. Adrilles Jorge, por sua vez, compartilhou um vídeo nas redes sociais negando que tenha feito uma saudação nazista, e que as consequências do gesto foram culpa de outros. “Infelizmente, a pressão de uma turba ‘canceladora’ e sua sanha de sangue surtiram efeito”. A investigação pode preocupar a Jovem Pan, que ainda busca credibilidade em sua tentativa de se tornar um canal sério de notícias. Chama muito atenção o fato de não ser a primeira vez que a empresa “demite” um comentarista envolvido em polêmica, apenas para “recontratá-lo” em seguida. O mesmo aconteceu em 2020 com Rodrigo Constantino, após uma fala controvertida sobre estupro.
Versão dramática de “Um Maluco no Pedaço” chega em abril ao Brasil
A série “Bel-Air”, reboot dramático da sitcom “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), ganhou data oficial para chegar ao Brasil. A série produzida por Will Smith estreará no país em 27 de abril na plataforma Star+. O projeto é baseado numa produção de fã que viralizou em 2019. O jovem Morgan Cooper produziu e postou um “trailer” de quatro minutos, apresentando como seria a clássica sitcom se os personagens interpretassem um drama em vez de uma comédia. Na época, o trabalho acabou elogiado por Will Smith e, depois da repercussão, os dois se encontraram para uma conversa, que tomou um rumo inesperado, com Smith se propondo a produzir uma série a partir daquela ideia. O resultado é “Bel-Air”, uma versão dramática do sucesso dos anos 1990. Assim como na série clássica, a trama mostra como Will se envolve em uma briga com membros de uma gangue na Filadélfia e é enviado para morar com seus parentes ricos no afluente subúrbio de Bel-Air, em Los Angeles. Mas tudo o que acontece é apresentado de forma séria. A produção destaca o ator, rapper e jogador de basquete Jabari Banks no papel de Will. Estreante no audiovisual, ele é da Filadélfia como Will Smith. Originalmente, “Um Maluco no Pedaço” foi exibido por seis temporadas, entre 1990 e 1996, tornando-se um sucesso global. No Brasil, porém, só chegou na TV aberta a partir do ano 2000, quando estreou no SBT. A série foi o primeiro trabalho de Will Smith como ator. Antes de entrar na comédia, ele era conhecido como Fresh Prince, seu nome de rapper – e é por isso que a atração ganhou o título original de “The Fresh Prince of Bel-Air”. “Bel-Air” tem produção de Westbrook Studios, a produtora de Smith e de sua esposa Jada Pinkett Smith, em parceria com a Universal TV, e foi lançada em 13 de fevereiro nos EUA, pela plataforma Peacock (não disponível no Brasil). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Star+ Brasil (@starplusbr)
HBO Max contrata criadores da premissa de “Cidade Invisível”
A HBO Max anunciou a contratação do casal de roteiristas Carolina Munhóz e Raphael Draccon, responsáveis pelo desenvolvimento da história base que serviu de premissa para a série “Cidade Invisível”, um dos maiores sucessos nacionais da Netflix. O serviço digital da (a partir de abril) Warner Bros. Discovery (WBD) fechou um contrato de prioridade com a dupla para o desenvolvimento de novas atrações em streaming. O anúncio deixa claro que a intenção é concorrer no setor de produções de fantasia e temática sobrenatural. Além de trabalhar na concepção de “Cidade Invisível”, eles escreveram a série sobrenatural “O Escolhido” na Netflix. “Alinhada às mais recentes contratações, a escolha dessa dupla reflete o desejo de ampliarmos não só o portfólio da plataforma em termos de produções locais, mas também o portfólio de conteúdos de fantasia e adaptações literárias. São profissionais muito talentosos que trarão ainda mais histórias incríveis para contarmos juntos”, destacou Marcelo Tamburri, líder de desenvolvimento de conteúdo roteirizado para a (ainda chamada) WarnerMedia Latin America, em comunicado enviado à imprensa. Os autores também se manifestaram sobre o contrato com a HBO Max em comunicado. “É uma empresa que possui nossos super-heróis favoritos, as séries de fantasia que amamos e os shows mais bem escritos do audiovisual. Então, ter um first-look deal [contrato de prioridade, em inglês] com esse time é realmente uma honra e vamos dar o melhor de nossa criatividade nessa parceria”, comemorou Carolina Munhóz. Complementando, Raphael Draccon declarou: “Trabalhar com esse time é mais que um privilégio, é um sonho de infância realizado”. “Se hoje, além de um escritor de literatura fantástica, sou um criador audiovisual é porque essa empresa me formou um. Então, nada mais justo do que devolver tudo isso hoje ao Grupo Warner, dando o nosso melhor na criação de conteúdo para a HBO Max nos próximos anos”, reforçou o roteirista. “Cidade Invisível” foi lançada no ano passado e fez sucesso em mais de 40 países. A produção está renovada para sua 2ª temporada. Além de roteiristas, os dois também são escritores de best-sellers. Munhóz assinou 11 obras bem-sucedidas de fantasia, entre elas “O Inverno das Fadas”, “Por um Toque de Ouro” e “O Reino das Vozes Que Não Se Calam”, este último em parceria com a atriz Sophia Abrahão. Draccon também segue a mesma vertente e já vendeu mais de 600 mil exemplares de obras como “Espíritos de Gelo” e as trilogias “Dragões de Éter” e “Legado Ranger”. Pela declaração de Marcelo Tamburri, algumas dessas obras podem ser adaptadas pela HBO Max.
Lily Collins celebra último show da carreira de seu pai, Phil Collins
A atriz Lily Collins (“Emily em Paris”) usou suas redes sociais para fazer uma bela homenagem ao pai, o cantor Phil Collins, que anunciou sua aposentadoria no último sábado (26/3), durante um show com a banda Genesis. “Hoje marca o fim de uma era. Ter testemunhado este último show foi realmente a memória de uma vida e um evento que levarei para sempre no meu coração para sempre. Estou infinitamente grata”, ela escreveu, ao lado de várias fotos do show e dos bastidores. “Tanto amor foi deixado naquele palco e uma quantidade ainda maior foi compartilhada entre um público que não queria que acabasse. Obrigada Genesis pelas lembranças, obrigada pai por ser uma inspiração e obrigada Nic Collins por me fazer a irmã mais orgulhosa que existe. 50 anos de músicas depois e várias gerações ainda continuarão a celebrá-lo muito depois desta turnê terminar…”, completar. O artista de 71 anos usou a apresentação de Londres para anunciar que não faria mais shows, devido a sérios problemas de saúde. No encerramento da turnê “The Last Domino?”, ele se juntou ao guitarrista Mike Rutherford e ao tecladista Tony Banks para contar a notícia ao público, dizendo: “Este é o último dia da turnê e o último show do Genesis. Estou emocionado porque vocês ainda vieram nos assistir. Agora vou ter que arranjar um emprego sério”. Debilitado por seus problemas de saúde, o cantor permaneceu sentado durante a apresentação e não tocou bateria, instrumento que o consagrou como integrante do Genesis nos anos 1970. Após passar por uma série de cirurgias, ele ficou com problemas na coluna, mas nas últimas semanas se tornou ainda mais fragilizado, devido a uma pancreatite aguda e uma lesão em uma vértebra do pescoço. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lily Collins (@lilyjcollins)
Governo Bolsonaro chega ao sexto secretário de Cultura
Mario Frias não é mais secretário especial de Cultura. O ex-“Malhação” não foi demitido após as muitas polêmicas de sua passagem pelo cargo, apenas se exonerou para tentar se eleger como deputado federal por São Paulo, onde nunca morou. Em seu lugar, entrou Hélio Ferraz de Oliveira, que assim se torna o sexto secretário de Cultura em três anos de governo Bolsonaro, sem contar dois secretários interinos. O primeiro se demitiu e os demais, à exceção de Frias, foram demitidos. Militar da reserva e advogado especializado em Direito de Família e Sucessões, as maiores credenciais de Hélio Ferraz para ocupar o atual cargo são ser amigo de Mario Frias. Em 2019, ele foi coprodutor do programa de TV “A Melhor Viagem”, que Frias apresentava com baixíssima audiência na RedeTV!. Quando assumiu o cargo que tinha sido de Regina Duarte, o ator-apresentador convidou Ferraz para ser o seu secretário-adjunto na pasta — ou o seu “número 2”, como já afirmou – e um dos responsáveis pela política audiovisual do Brasil. Antes de se tornar o “número 2” da Cultura, Ferraz era praticamente desconhecido no meio cultural. Mesmo tendo prestado serviços jurídicos para a gravadora EMI, ele se especializou nas áreas do Direito Civil, Empresarial, Família e Sucessões e Direito do Trabalho em seu próprio escritório de advogados. Sem maior currículo, ele agora foi promovido por Bolsonaro a “número 1” da Cultura do Brasil. Mas mesmo quem não o conhecia antes de se tornar responsável pelos rumos da política cultural para o cinema e TV brasileiros, logo passou a conhecê-lo por motivos alheios à pasta, graças a uma foto que viralizou no Instagram que o registrava ao lado de Frias e outros representantes do governo Bolsonaro, todos armados com metralhadoras. Seu principal ato no governo foi encabeçar a “comissão” que tomou as chaves na sede da Cinemateca, no bairro Vila Clementino, em São Paulo, após chegar ao local escoltado pela Polícia Federal – de forma “ostensiva”, segundo funcionários do local. Onze meses depois, o acervo da Cinemateca pegou fogo, após a secretaria ignorar diversos avisos de ex-funcionários sobre abandono e falta de manutenção adequada. O responsável pela política audiovisual afirmou não ter havido descaso. Hélio Ferraz também virou notícia ao servir de companheiro a Mario Frias na polêmica viagem a Nova York do fim do ano passado, que teve seu caráter de “urgência” justificado no Portal da Transparência por servir a reuniões com um agente de turismo e um ex-lutador de jiu-jitsu “para apresentarem um projeto cultural envolvendo produção audiovisual, cultura e esporte”. Os dois gastaram mais de R$ 80 mil no passeio, com tudo pago pelos contribuintes.
Framboesa de Ouro reconsidera e tira prêmio de Bruce Willis
A premiação do Framboesa de Ouro decidiu extinguir a categoria especial criada para o ator Bruce Willis em 2021 e retirar seu troféu após o anúncio de sua aposentadoria em razão de um diagnóstico de afasia. O prêmio foi idealizado como forma de zoar sua atuação em nada menos que oito filmes considerados ruins, todos lançados no ano de 2021. “Depois de muito reflexão e consideração, o Framboesa tomou a decisão de rescindir o prêmio dado a Bruce Willis, devido ao seu diagnóstico recentemente divulgado”, informou a organização em um comunicado. “Se a condição médica de alguém é um fator na tomada de decisões e/ou no seu desempenho, reconhecemos que não é apropriado dar-lhes um Framboesa de Ouro”. O Framboesa de Ouro é um prêmio de zoação, dado aos piores trabalhos cinematográficos do ano. Considerado o anti-Oscar, a cerimônia do evento não é televisada, mas repercute em todas as mídias. Neste ano, como em todos os anos anteriores, os troféus foram entregues um dia antes da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. As oito atuações de Bruce Willis indicadas ao prêmio de 2022 aconteceram nos filmes “Emboscada”, “Apex”, “A Fortaleza”, “Deadlock”, “Meia-Noite no Switchgrass”, “Sobreviva ao Jogo”, “Out of Death” e “Invasão Cósmica”. O troféu acabou indo para a performance do ator no último título. Nenhum desses filmes foi exibido nos cinemas brasileiros. Alguns foram lançados diretamente em VOD para locação digital, enquanto outros permanecem inéditos.
Elenco e equipe celebram final das gravações de “The Walking Dead”
As gravações de “The Walking Dead” foram finalizadas. O último dia de trabalho no set aconteceu na quarta-feira (30/3), e a ocasião foi marcada por algumas publicações nas redes sociais. O produtor e diretor Greg Nicotero publicou um vídeo ao lado do astro Norman Reedus, intérprete de Daryl, no qual o ator confessa que “ainda é difícil acreditar” que a série chegou ao seu fim, após 12 anos de produção e 11 temporadas. Reedus também publicou um vídeo em seu Instagram, mas as imagens escolhidas foram do começo da produção, registrando sua longa parceria com Melissa McBride, a Carol, desde 2010. “Nunca me senti tão acabado, mas foi um prazer absoluto. Obrigado a todos vocês que fizeram esse passeio conosco e que passeio!”, escreveu o ator. Por sinal, o final de “The Walking Dead” não encerrará a parceria entre Reedus e McBride, que vão estrelar a seguir uma nova série derivada do universo de zumbis, ainda sem título definido ou previsão de estreia. Dentro das comemorações e despedidas, a showrunner Angela Kang postou um vídeo sem áudio em que aparece ao lado de Lauren Cohan, a Maggie. “Obrigada por todas as mensagens positivas no dia de hoje. Essa foi uma jornada maravilhosa”, ela escreveu ao lado. Cohan, por sua vez, brindou o fim dos trabalhos com uma caneca de café. “Não tenho as palavras agora, mas quero erguer minha caneca para a equipe de ‘The Walking Dead’. Obrigada. 11 temporadas. Meu coração está cheio”, comentou. A personagem da atriz, Maggie, é outra que ganhará uma série derivada ao final de “The Walking Dead”, estendendo sua história ao lado de seu malvado favorito Negan, interpretado por Jeff Dean Morgan. Esta atração já tem título: será chamada de “Isle of the Dead”. Mas não possui previsão para ir ao ar. Para completar, a conta oficial da franquia no Twitter postou quatro fotos de bastidores de diferentes fases e anos da produção, legendado: “Foram 12 anos incríveis, e esperamos que todo o incrível elenco e equipe da série tenham tido um último dia fantástico. Família ‘The Walking Dead’ para sempre!”. Today is the big day! Filming for #TheWalkingDead is coming to an end. It's been an incredible 12 years and we hope all the amazing cast and crew have a fantastic wrap day. #TWDFamily forever! pic.twitter.com/ybGR8jqa9O — The Walking Dead (@TheWalkingDead) March 31, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Greg Nicotero (@gnicotero) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por norman reedus (@bigbaldhead) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Angela Kang 강효신 (@angelakkang) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lauren Cohan (@laurencohan)
Cole Sprouse confessa que elenco ficaria feliz com fim de “Riverdale”
O ator Cole Sprouse, intérprete de Jughead em “Riverdale”, confessou que boa parte do elenco gostaria que a série terminasse, mesmo que o canal The CW não esteja pronto para isso. A revelação foi feita durante uma entrevista à revista GQ. Embora o assunto não tenha sido aprofundado, seu relato demonstra o motivo do desapego pela produção. Em poucas palavras, ele demonstrou que ninguém mais tem tempo sequer de ensaiar os roteiros, muito menos discutir de forma criativa a série. Virou um trabalho mecânico. “A maioria dos atores ficaria feliz em finalizar a série, colocar uma cereja em cima do bolo”, ele contou. “Eu não sou uma força criativa em ‘Riverdale’, não tenho controle. Nós [o elenco] chegamos no set, muitas vezes eles nos dão o roteiro no mesmo dia em que filmamos a cena, e é isso”, completou. Ainda não há previsão para o fim de “Riverdale”, que se encontra na reta final de sua 6ª temporada e já foi renovada para o 7º ano de produção. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner e posteriormente disponibilizada na Netflix.
Stallone, Shyamalan e colegas prestam homenagem a Bruce Willis
O anúncio da aposentadoria de Bruce Willis em razão do diagnóstico de afasia, um transtorno que dificulta a compreensão e a comunicação, fez muitos colegas do ator se manifestarem nas redes sociais em mensagens de gratidão e apoio ao astro. A lista variada inclui desde M. Night Shyamalan, que o dirigiu em três filmes, inclusive naquele que o tornou famoso, “O Sexto Sentido” (1999), até Sylvester Stallone, seu colega na franquia de ação “Os Mercenários”, entre muitos outros. “Todo o meu amor e respeito ao meu irmão mais velho Bruce Willis”, escreveu Shyamalan. “Eu sei que sua família maravilhosa o está cercando com apoio e força. Ele sempre será aquele herói naquele pôster na minha parede quando eu era criança”. “Temos muita história”, comentou Stallone, “rezando pelo seu melhor e pela sua família maravilhosa”. O diretor Kevin Smith chegou a pedir desculpas por ter reclamado publicamente dele em “Tiras em Apuros” (2010). “Muito antes de qualquer coisa de ‘Tiras em Apuros’, eu era um grande fã de Bruce Willis – então isso é realmente doloroso de ler. Ele adorava atuar e cantar e a perda dessa capacidade deve ser devastadora para ele. Eu me sinto um idiota pelas minhas reclamações mesquinhas de 2010. Sinto muito por BW e sua família”, escreveu Smith. “Sinto muito por ouvir as notícias sobre Bruce Willis”, acrescentou o ator Dean Norris. “Trabalhei com ele em ‘Desejo de Matar’ e ele era um homem f*dão incrível. Rezo por ele e sua família. Lenda”. All my love and respect to my big brother Bruce Willis. I know his wonderful family is surrounding him with support and strength. He will always be that hero on that poster on my wall as kid. — M. Night Shyamalan ⌛ (@MNightShyamalan) March 31, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) Long before any of the Cop Out stuff, I was a big Bruce Willis fan – so this is really heartbreaking to read. He loved to act and sing and the loss of that has to be devastating for him. I feel like an asshole for my petty complaints from 2010. So sorry to BW and his family. https://t.co/npSgvkb5v7 — KevinSmith (@ThatKevinSmith) March 30, 2022 So sorry to hear the news about Bruce Willis. Worked with him on Death Wish and he was a lovely awesome badass man. Prayers for him and his family. Legend pic.twitter.com/28QKIoeMac — Dean Norris (@deanjnorris) March 31, 2022
Chris Rock fala pela primeira vez sobre agressão de Will Smith
Chris Rock quebrou o seu silêncio sobre a agressão que sofreu do colega Will Smith durante o Oscar 2022. Em seu primeiro show de stand-up após a cerimônia, o comediante foi aplaudido de pé pela plateia da cidade de Boston, nos EUA. Segundo registro da revista Variety, ele falou brevemente do assunto, bem no começo de sua apresentação. “Bom, como foi o fim de semana de vocês? Eu não tenho muitas piadas sobre o que aconteceu – então, se você veio para ouvir isso, me desculpe, porque tenho todo um outro show que já estava escrito antes desse fim de semana. Ainda estou processando o que aconteceu, então vou falar dessa m*rda em outro momento. Vai ser sério, mas também engraçado”, afirmou. Quando a plateia tentou puxar um coro de “F*da-se Will Smith!”, ele simplesmente ignorou. O comediante, que recebeu um tapa de Will Smith durante a transmissão do Oscar, ao vivo e via satélite para todo o mundo, recebeu um pedido formal de desculpas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que também elogiou sua maneira de lidar com a situação. Ele foi agredido após uma piada sobre a careca da esposa de Will Smith, Jada Pinkett Smith. Após levar o tapa e ser xingado, ele continuou apresentando o Oscar e anunciou os indicados e o vencedor da categoria de Melhor Documentário. “Senhor Rock, pedimos desculpas pelo que experimentou em nosso palco e agradecemos por sua resiliência naquele momento”, disse a Academia em comunicado. A turnê de stand-up de Chris Rock esgotou todos os ingressos na segunda-feira (28/3), um dia após o incidente.
“Obi-Wan Kenobi” ganha nova data de estreia na Disney+
A Disney+ mudou a data de estreia de “Obi-Wan Kenobi”, nova série do universo “Star Wars”. A atração sofreu um pequeno adiamento de dois dias, e agora vai chegar ao streaming no dia 27 de maio. A iniciativa representa uma volta ao costume de lançar séries nas sextas-feiras. Até “Falcão e o Soldado Invernal”, a Disney+ seguia a tendência inaugurada pela Netflix de soltar suas principais novidades no último dia útil da semana. Mas isso mudou a partir de “Loki”, que estabeleceu as quartas como novo dia de estreias da Disney+. Para anunciar a mudança, a plataforma escalou o ator Ewan McGregor, que dá vida ao personagem-título de “Obi-Wan Kenobi”. Num vídeo disponibilizado nas redes sociais, o ator acrescenta que os dois primeiros episódios serão disponibilizados na nova data, além de ser acompanhada por cenas da produção, esperada ansiosamente pelos fãs. A série será uma continuação da trama do filme “Star Wars: A Vingança dos Sith”, e além de Ewan McGregor como Obi-Wan, também trará de volta Hayden Christensen como Darth Vader, e Joel Edgerton e Bonnie Piesse como os tios que criaram Luke Skywalker. Todos repetem os papéis que desempenharam pela última vez no filme de 2005. Escrita por Joby Harrold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e dirigida por Deborah Chow (“The Mandalorian”), a série vai mostrar Obi-Wan como um fugitivo, perseguido pelas forças do Império, enquanto acompanha em segredo o crescimento de Luke Skywalker. Tudo ao som dos acordes icônicos de John Williams, vencedor de cinco Oscars, que assina pela primeira vez a trilha de uma série. Incoming transmission from Obi-Wan Kenobi… pic.twitter.com/Awk8rI3Ayh — Disney+ (@disneyplus) March 31, 2022
Produtor do Oscar teria pedido para Will Smith ficar e receber prêmio
A revista americana Variety foi tirar a limpo a informação de que Will Smith teria sido “convidado a deixar a cerimônia” do Oscar “e se recusou”, como informou a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em comunicado emitido na quarta-feira (30/3). E entrevistando várias testemunhas do evento, a publicação descobriu que a situação não aconteceu desta forma. Durante a transmissão do Oscar 2022, Chris Rock brincou dizendo que a esposa do astro, Jada Pinkett Smith, estava careca para estrelar “Até o Limite da Honra 2”, em referência ao filme em que Demi Moore raspa o cabelo para viver uma militar. Jada sofre de uma doença autoimune, que, segundo o site TMZ, era ignorada pelo comediante. Will Smith subiu no palco para estapeá-lo no momento em que transmissão do Oscar se desenrolava ao vivo e via satélite para todo o mundo. Depois disso, ainda xingou Chris Rock duas vezes com palavrões. Uma pessoa mais próxima do círculo de diretores da Academia informou que, de fato, ligações teriam sido feitas por David Rubin, presidente da Academia, e pela CEO Dawn Hudson, pedindo para Smith ir embora. Mas esta informação foi transmitida de forma confusa ou nem sequer chegou até o ator. Ainda segundo a Variety, o produtor da cerimônia, Will Packer, pode ter sido o responsável por manter Will Smith no Dolby Theatre. Nos cerca de 30 minutos entre a agressão e a entrega do prêmio de Melhor Ator, Packer conversou com Smith, segundo duas testemunhas. De acordo com uma dessas testemunhas, Packer disse que ele e a produção queriam “oficialmente” que Smith ficasse pelo resto da transmissão. Mas a outra fonte negou que o produtor tenha pedido que o ator permanecesse. Packer não quis comentar o caso e porta-vozes de Smith e da Academia também se recusaram a compartilhar suas versões sobre o que, de fato, aconteceu nos bastidores da premiação após o tapa de Will Smith. Vários astros, incluindo Denzel Washington, Tyler Perry e Bradley Cooper, foram vistos conversando com Smith na premiação durante os intervalos comerciais da transmissão do Oscar 2022. Cooper abraçou o ator chateado, enquanto Washington e Perry o consolaram. Por outro lado, nenhum segurança fez qualquer movimento para se aproximar do ator.
Bruce Willis esquecia falas, tinha apagões e disparava revólver fora de hora
O anúncio da aposentadoria de Bruce Willis após ser diagnosticado com afasia foi uma surpresa para os fãs do ator, mas o Los Angeles Times revelou nesta quinta (31/3) que quem trabalhou com ele nos últimos dois anos já percebia claramente que havia algo errado. O jornal entrevistou mais de 20 pessoas que filmaram com Bruce Willis nos últimos anos, e os depoimentos revelam que sua capacidade cognitiva já estava se deteriorando. Segundo os relatos, o ator se esquecia de suas falas, tinha apagões e por vezes não conseguia lembrar o motivo de estar no set, e até disparou uma arma cenográfica fora de hora. As fontes ouvidas pela reportagem afirmam que o ator precisava usar um ponto (fone) na orelha para que alguém ditasse suas falas, que ele não conseguia mais decorar. Dois membros da equipe do filme “White Elephant” dizem que, durante a gravação no ano passado, o ator questionava: “Eu sei por que você está aqui, e eu sei por que você está aqui, mas por que eu estou aqui?”. “Não ficamos irritados, mas foi mais tipo: ‘Como podemos evitar que a imagem de Bruce fique manchada?’. Alguém dizia a fala para ele e ele não conseguia entender o significado. Ele era um marionete”, disse o integrante da equipe, que não foi identificado. O diretor Jesse V. Johnson, responsável por “White Elephant”, disse que, depois dessa experiência, se recusou a trabalhar com o ator novamente: “Todos somos fãs de Bruce Willis, mas o acordo parecia errado e uma forma triste de terminar uma carreira incrível. Nenhum de nós se sentiu confortável”. No filme “Difícil de Matar” (2020), Bruce Willis interpretou o pai da atriz Lala Kent. Em uma das cenas, ele deveria dizer uma determinada fala antes de disparar uma arma cenográfica — a fala seria a deixa da atriz para se abaixar. No entanto, mais de uma vez, ele se esqueceu de dizer a fala e disparou balas de festim nas costas dela: “Da primeira vez, eu disse que tudo bem, vamos começar de novo”, conta a atriz. Ela pediu para o diretor lembrá-lo da fala, mas não funcionou. O diretor não se pronunciou sobre o caso, e o armeiro da produção negou que o acidente tenha acontecido. No entanto, alguns membros da equipe confirmaram o caso sem se identificarem, e um deles acrescentou: “Sempre garantíamos que ninguém estivesse na frente dele quando ele estava manuseando armas”. Mike Burns, o diretor de “Out of Death”, chegou a receber um pedido da produção para simplificar todos os diálogos de Willis. “Após o primeiro dia de trabalho com Bruce, pude ver em primeira mão que havia um problema grave e entender porque me pediram para encurtar suas falas”, disse Burns, que também precisou comprimir todas as cenas de Willis – cerca de 25 páginas de diálogo – em um dia de filmagem para o ator não se esquecer porque estava no set.












