Florence Pugh publica “manifesto” após comentários machistas sobre seus seios
A atriz Florence Pugh, intérprete de Yelena Belova, a nova Viúva Negra da Marvel, desafiou a política do Instagram referente à exposição de seios nus com a publicação de uma série de fotos num vestido rosa transparente da grife Valentino. “Tecnicamente, eles estão cobertos”, ela provocou, comentando as primeiras fotos, em que aparece posando para paparazzi em um desfile de moda em Roma, Itália, na semana passada. O que ela não esperava era receber uma avalanche de críticas machistas em relação ao tamanho e formato de seus seios. Os comentários foram rebatidos num segundo post, com mais fotos e closes no vestido transparente. E um textão e tanto. O que era para ser um momento de “sonho de princesa cor-de-rosa” acabou virando um verdadeiro manifesto. Leia a íntegra do texto da atriz abaixo. “Escutem, eu sabia que, ao usar aquele incrível vestido de Valentino, não teria como escapar de comentários. Fossem negativos ou positivos, sabíamos o que estávamos fazendo. Eu estava animada para usá-lo, nem um pouco nervosa. Nem antes, durante ou mesmo agora depois. O que acabou sendo interessante foi testemunhar como é fácil para os homens destruir totalmente o corpo de uma mulher, publicamente, com orgulho, para todos verem. Vocês fazem isso até com perfis de Instagram que descrevem seus cargos e publicam seus e-mails de trabalho… Não é a primeira vez e certamente não será a última que uma mulher vai ouvir comentários sobre que há de errado com seu corpo, dito por uma multidão de estranhos. O que é preocupante é como alguns homens podem ser vulgares. Felizmente, cheguei a um bom termo sobre as particularidades do meu corpo, que me fazem, eu, feliz com todas as ‘falhas’ que não suportava quando tinha 14 anos. Muitos de vocês quiseram me dizer agressivamente como estavam desapontados com meus ‘peitos pequenos’, ou como eu deveria ficar envergonhada por ser tão ‘peito chato’. Eu vivo no meu corpo há muito tempo. Tenho plena consciência do tamanho dos meus seios e não tenho problema com isso. O que é mais preocupante é…. Por que vocês têm tanto medo de seios? Pequenos? Grandes? Esquerdo? Direito? Apenas um? Talvez nenhum? Isto. É. Tão. Aterrador. Isso me faz pensar o que será que aconteceu com vocês para ficarem tão chateados com o tamanho dos meus seios e o meu corpo? Sou muito grata por ter crescido em uma casa com mulheres muito fortes, poderosas e cheias de curvas. Fomos criados para encontrar poder nas dobras do nosso corpo. Para falar alto sobre estar confortável. Sempre foi minha missão nesta indústria dizer ‘foda-se isso e fodam-se vocês’ sempre que alguém espera que meu corpo se transforme em um tópico para definir o que é quente ou sexualmente atraente. Eu usei aquele vestido porque eu sei disso. Se ser abusivo publicamente em relação às mulheres em 2022 é tão fácil para vocês, então a resposta é que vocês não sabem das coisas. Cresçam. Respeitem as pessoas. Respeitem seus corpos. Respeitem todas as mulheres. Respeitem todos os seres humanos. A vida vai ficar muito mais fácil, eu prometo. E tudo por causa de dois mamilos bonitinhos…” View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Florence Pugh (@florencepugh) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Florence Pugh (@florencepugh)
Irmãos Duffer planejaram morte de Max em “Stranger Things”
A 4ª temporada de “Stranger Things” deu mais destaque para Max Mayfield que qualquer outro personagem. Mas o motivo para isso, originalmente, foi uma expectativa de despedida. Num vídeo do after show oficial da série, os irmãos Duffer revelaram que iniciaram a temporada preparando a morte de Max. “Por um tempo, era isso que ia acontecer”, disse Ross Duffer no “Stranger Things After Show” sobre o fim de Max na 4ª temporada. “Mas acabamos nisso… queríamos terminar com um pouco mais de perguntas no final da temporada. Ainda está muito nebuloso se Max vai ficar bem, nós simplesmente não sabemos. Queríamos deixar seu destino no ar, avançando para a 5ª temporada.” A personagem de Sadie Sink terminou a 4ª temporada cega, com os ossos dos braços e das pernas quebrados e em coma. A própria atriz declarou em entrevistas que os criadores de “Stranger Things” ainda não lhe informaram se Max estará na reta final da série – que só começará a ser escrita em agosto. A declaração sobre o destino de Max pode ser conferida no vídeo abaixo, na altura dos 7 minutos de conversa com a apresentadora Felicia Day (a Charlie de “Supernatural”).
Novo trailer da Arlequina recria cena do filme “Coringa”
A HBO Max divulgou um novo trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. Completamente diferente da prévia anterior, o vídeo traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da segunda de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Mas a Arlequina não é a única a passar por uma crise de consciência. Até o Coringa surge transformado, querendo virar prefeito de Gotham e fazendo pedidos de desculpas. Sua participação também inclui referências ao filme “Coringa”, com direito à dancinha feita numa escadaria. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a série animada reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.
Jamie Foxx é matador de vampiros no trailer de “Dupla Jornada”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Dupla Jornada”, que traz Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha: A Ameaça de Electro”) como caçador de vampiros. A prévia mostra o tom da produção, que se materializa como uma comédia de muita – na verdade, extrema – ação. Na trama, Foxx é um limpador de piscinas que, nas horas de folga, faz seu verdadeiro trabalho: matar os vampiros do Vale de San Fernando, na Califórnia. A jornada dupla é resultado de vários erros cometidos em sua função principal, o que o levou a ser afastado do sindicato dos matadores de vampiros. Mas nada que uma ajudazinha de Snoopy Dogg (“Black Mafia Family”) não possa remediar. Com uma última chance para exterminar vampiros profissionalmente, Foxx alista seu parceiro de limpezas, vivido por Dave Franco (“Esquadrão 6”), que pelo amadorismo na missão é responsável pelas cenas de humor da trama. O filme marca a estreia na direção de J.J. Perry, conhecido por seu trabalho como coordenador de dublês em franquias como “Velozes & Furiosos” e “John Wick”, e tem produção de Chad Stahelski, outro ex-dublê que hoje é mais conhecido como diretor da saga de “John Wick”. Por sinal, o roteiro é de Shay Hatten, também da franquia “John Wick”, e tantos integrantes da produção de ação juntos explicam as cenas insanas de violência do novo filme. O elenco ainda inclui Meagan Good (“Monster Hunter”), Karla Souza (“How to Get Away with Murder”), Natasha Liu Bordizzo (“The Society”), Steve Howey (“Shameless”), Scott Adkins (“Hércules”) e Tetiana Gaidar (“Resident Evil: A Série”). A estreia está marcada para 12 de agosto.
“Only Murders in the Building” é renovada para 3ª temporada
A plataforma americana Hulu anunciou a renovação de “Only Murders in the Building” para sua 3ª temporada. O anúncio chega três semanas após a estreia da 2ª temporada, exibida simultaneamente no Brasil pela Star+. “’Only Murders in the Building’ é a verdadeira joia da coroa da nossa programação. Seu apelo para diferentes gerações, a interseção de humor e emoção e sua abordagem verdadeiramente original são uma marca registrada e um testemunho do bom trabalho de Dan [Fogelman], John [Hoffman], Steve [Martin], Martin [Short] e Selena [Gomez]”, disse Craig Erwich, presidente da Hulu Originals e ABC Entertainment, no comunicado sobre a renovação. A série foi criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), tem produção de Dan Fogelman (criador de “This Is Us”) e traz Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez como três vizinhos obcecados por documentários criminais. Na trama, os três fãs de “true crime” resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir, o que também, por azar, os transforma em principais suspeitos do crime real. Na 2ª temporada, eles se veem confrontados por uma pessoa misteriosa interessada em incriminá-los e vê-los presos, enquanto surge um podcast rival e todos no prédio passam a olhá-los com desconfiança. A atração é a primeira série da carreira de Steve Martin e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel.
“Thor: Amor e Trovão” leva quase 2 milhões de brasileiros aos cinemas
Em cartaz na maioria dos cinemas do país, “Thor: Amor e Trovão” foi visto por quase 2 milhões de brasileiros em seus primeiros dias de exibição. A todo, foram 1,98 milhões de pessoas, incluindo as sessões de pré-estreia. O desempenho só perde para uma outra abertura da Marvel em 2022: “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, que teve 2,8 milhões de espectadores em seu lançamento. A arrecadação do quarto filme de “Thor” atingiu R$ 35,1 milhões, considerando apenas o fim de semana estendido de quinta a domingo (10/7). O resultado desbancou o título mais visto da semana passada, “Minions 2: A Origem de Gru”, que ficou em 2º lugar com 705 mil espectadores e R$ 14,1 milhões em ingressos vendidos. “Top Gun: Maverick” fecha o Top 3 com pouco mais de 102 mil espectadores e renda de R$ 2,66 milhões. Em cartaz há quase dois meses, o filme de Tom Cruise já se aproxima dos R$ 100 milhões nos cinemas brasileiros. Confira abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil, de acordo com dados da Comscore. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 7-10/Julho:1. #ThorLoveAndThunder #thoramoretrovao 2. #MINIONS2 3. #TopGunMaverick 4. #JurassicWorldDominio 5. #Lightyear 6. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 7. #LolaESeusIrmãos8. #AmigoSecreto9. #SonicMovie2 10.#OsPrimeirosSoldados — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 11, 2022
Monty Norman: Autor da música-tema de 007 morre aos 94 anos
O compositor inglês Monty Norman, que compôs a música-tema dos filmes de James Bond, morreu nesta segunda-feira (11/7) aos 94 anos, “após uma curta doença”, segundo comunicado em seu site oficial. Nascido Monty Noserovitch em 4 de abril de 1928, no East End de Londres, Norman ganhou sua primeira guitarra, uma Gibson, aos 16 anos. Seu começo de carreira foi como integrante de bandas de espetáculos de variedades. Mas logo progrediu para compositor de musicais do teatro, como “Irma La Douce”, que ficou cinco anos em cartaz no West End e 18 meses na Broadway antes de se tornar um filme de Billy Wilder de 1963 – que usou suas músicas. Ele se voltou para o cinema justamente quando as músicas de suas peças foram parar nas telas, a partir da adaptação de “Expresso Bongo”, com o roqueiro Cliff Richards, em 1959. Logo depois disso, o estúdio de terror Hammer o convenceu a fazer sua primeira trilha cinematográfica, para “O Monstro de Duas Caras” (1960), uma atualização da história de “O Médio e o Monstro” dirigida por Terence Fisher. Norman também compôs a trilha da sci-fi “O Dia em Que a Terra se Incendiou” (1961) antes de ser procurado pelo produtor Cubby Broccoli, com quem já havia trabalhado no teatro, no musical “Belle”. Investindo no cinema, o produtor havia recém-adquirido os direitos de adaptação cinematográfica dos livros de Ian Fleming, e pediu ao compositor que criasse a trilha para o primeiro lançamento, “007 Contra o Satânico Dr. No”, de 1962. O acordo foi fechado quando os produtores convidaram Norman e sua então esposa, a atriz e cantora Diana Coupland, para uma viajem até a Jamaica, onde o filme estava sendo filmado, com todas as despesas pagas. “Bem, esse foi o argumento decisivo para mim!”, disse Norman, num texto publicado em seu site. “Eu pensei que, mesmo que ‘Dr. No’ fosse uma bomba, pelo menos teríamos sol, mar e areia para aproveitar disso!” Encarando o tema como efeito secundário de férias, o músico usou como base uma de suas composições anteriores, “Bad Sign Good Sign”, de uma montagem teatral de “A House for Mr. Biswas”, que nunca saiu do papel. Tudo o que fez foi mudar o riff principal, originalmente concebido para uma cítara, para acordes de guitarra elétrica. No entanto, Broccoli considerou que faltava algo para completar a canção e convidou o maestro John Barry para finalizar o arranjo. O resultado foi usado em todos os 25 filmes de James Bond. Por ter mexido no tema, Barry chegou a ser considerado o verdadeiro autor da música, mas Norman processou o jornal The Sunday Times, que fez esta afirmação em 1997, e venceu a ação por difamação. Além do tema, Barry trabalhou em mais duas faixas para a trilha de “007 Contra o Satânico Dr. No” – “Underneath the Mango Tree”, que ele ensinou a Sean Connery e Ursula Andress, e um arranjo para “Three Blind Mice” na cena de abertura com os três assassinos cegos. Curiosamente, o sucesso da música dos filmes de “007” não direcionou Norman para Hollywood. Ele criou só mais uma trilha de cinema, para a comédia “Rififi no Safári”, estrelada por Bob Hope e também produzida por Broccoli em 1963. Costa que ele ficou desgostoso com a falta de reconhecimento e pelo resultado financeiro de seu acordo com Broccoli, e preferiu continuar dedicando-se às produções teatrais. No começo da década de 1980, chegou a ser indicado ao Tony (o Oscar do teatro) por seu trabalho no musical “Songbook”, que ainda venceu o Ivor Novello (o Tony britânico).
10 clipes novos influenciados pelo pós-punk mais sombrio
A cena gótica/dark wave tem conquistado muito espaço entre as tribos indies com artistas cada vez menos caricaturais, que investem no lado mais pop do movimento, enquanto se afastam das fantasias de Halloween, hoje mais identificadas com Marilyn Manson e vertentes metaleiras. A seleção abaixo representa 10 artistas que assumem influência do lado mais sombrio do pós-punk dos anos 1980, incluindo, além do som gótico mais conhecido, a variação cold wave dos baixos graves e teclados glaciais. Os vídeos são disponibilizados de duas formas: tradicional, com breves informações sobre os artistas junto de cada clipe, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). | DUCTAPE | TURQUIA Uma das melhores bandas da nova geração gótica, Ductape gravou o clipe de “Gregor” no México, durante sua primeira turnê pela América Latina. A faixa é o novo single de “Ruh”, o segundo álbum do projeto musical formada em 2019 em Istambul pelo guitarrista Furkan Güleray e a cantora-tecladista Çagla Güleray. | PLOHO | RÚSSIA O novo single, “Plattenbauten”, é a primeira gravação em alemão do trio russo, mas se trata de uma música antiga de seu repertório pós-punk. A versão original, “Новостройки”, foi a música-título do álbum de estreia do Ploho, em 2015. | GIVE MY REMAINS TO BROADWAY | CANADÁ A dupla de Toronto é uma das mais novas da cena dark wave moderna. “What a Horrible Night” foi extraído de seu EP de estreia de 5 faixas, lançado no início do ano. | BABY STRANGE FT. HAYLEY MARY | ESCÓCIA A banda pós-punk de Glasgow se juntou à cantora australiana Hayley Mary (ex-The Jezabels) nesse novo single, extraído de seu segundo álbum, “World Below”, lançado no mês passado – e sete anos depois do álbum de estreia! | KILL SHELTER FT. AGENT SIDE GRINDER | ESCÓCIA Kill Shelter é o projeto musical do produtor britânico Pete Burns, mais conhecido por seus remixes da cena gótica (Christian Death, The Wake, Aleister Crowley e She Past Away), que se juntou ao trio sueco Agent Side Grinder na gravação de “The Necklace”. A faixa está no segundo álbum do Kill Shelter, “Asylum”, que será lançado oficialmente na sexta-feira (15/7). | GOD IN A BLACK SUIT | ITÁLIA O quinteto italiano foi formada durante a pandemia e os temas de caos e isolamento permeiam suas primeiras músicas, apresentadas no EP “Nails”. A faixa-título ganhou clipe no final do ano passado e desde então os músicos estão trabalhando no primeiro álbum, combinando influências de cold wave e pós-punk. | EDITORS | INGLATERRA Formada já tem duas décadas, a banda britânica lançou há poucos dias o primeiro single de seu sétimo álbum. “Karma Climb” retoma a cold wave que inspirou seu primeiro álbum, num arranjo que também evoca a fase synthpop do Simple Minds nos anos 1980. Batizado de “EBM”, o novo álbum chega apenas em setembro, após um hiato de quatro anos e a entrada de Blanck Mass (o pseudônimo do compositor Benjamin John Power, ex-Fuck Buttons) em sua formação. | ACTORS | CANADÁ “Killing Time (Is Over Now)” é o mais recente single da álbum “Acts of Worship”, segundo da banda de Vancouver, lançado no final do ano passado. Bastante representativa do som dos Actors, a faixa faz pop gótico com sintetizadores, num clima de new wave sombria capaz de reviver as velhas danceterias abandonadas dos anos 1980. | CHILD SEAT | EUA Outra banda nova, Child Seat foi formado em 2021 pela cantora Madeleine Mathews (MAWD) e o músico Josiah Mazzaschi (Light FM, Bizou), mais conhecido por seu trabalho de 20 anos como produtor musical – The Jesus and Mary Chain, Built to Spill, Rilo Kiley e muito mais. O repertório é influenciado pela new wave de vocais femininos dos anos 1980 (Til Tuesday, Motels, Go-Go’s, Berlin, etc), mas também o gótico de Siouxie and the Banshees e o alt rock de Yeah Yeah Yeahs. O clipe de “Burning” foi gravado ao vivo no estúdio de Mazzaschi (Cave Studios) com Jeff Schroeder (do Smashing Pumpkins) na guitarra. | JE T’AIME | FRANÇA A banda parisiense é fortemente influenciada por The Cure, como mostra essa gravação ao vivo de “Dance”. O vídeo é de maio, mas a música é do primeiro álbum, lançado em 2019. Je T’aime lançou seu segundo disco em fevereiro passado. | PLAYLIST |
Vídeo revela ensaio de Joseph Quinn para tocar “Master of Puppets”
O perfil oficial dos roteiristas de “Stranger Things” no Twitter revelou um vídeo que encerra de vez a discussão sobre se Joseph Quinn realmente tocou “Master of Puppets” em “Stranger Things”. O vídeo mostra o intérprete de Eddie num ensaio, tocando todos os acordes da base da música. Ele decorou cada detalhe dos acordes de James Hetfield e o próprio Metallica reconheceu esse esforço, ao dizer em seu Instagram: “Foi tão extremamente bem feito, que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo alguns segundos das mãos de Joseph Quinn no trailer!” Extremamente humilde, Quinn não se vangloriou disso. Ao contrário, fez questão de dizer que não fez o solo – a parte musical de Kirk Hammett. “O solo não foi meu. Eu não sou um guitarrista de heavy mental”, ele admitiu em entrevista ao site Collider, revelando que a produção contratou um “faixa preta dos guitarristas de metal” para o solo insano e veloz. “Tive sorte de tocar desde jovem. Mas, quando li os roteiros, comprei a guitarra e comecei a praticar loucamente”, ele acrescentou. O vídeo abaixo mostra essa prática. practice makes perfect pic.twitter.com/yjv63A1pfp — stranger writers (@strangerwriters) July 10, 2022
Johnny Depp fez música para atacar Amber Heard
A briga de Johnny Depp contra Amber Heard virou rock. O ator compôs uma canção sobre o processo judicial que venceu contra a ex-esposa, considerada culpada por difamação, e vai lançá-la no disco de sua parceria com o guitarrista britânico Jeff Beck. Intitulado “18”, o álbum tem lançamento marcado para a próxima sexta-feira (15/7). “Acho que você já disse o suficiente para a p*rra de uma noite”, canta Depp na faixa, chamada “Sad Motherf***in’ Parade”. Segundo apurou o jornal Sunday Times, as críticas vão além. Aludindo à forma como a atriz de “Aquaman” se postou no tribunal, a música diz: “Você está aí sentada como um cachorro com uma crise de relacionamento”, e acrescenta: “Se eu tivesse um centavo, não cairia na sua mão”. Assim, o ator não poderá reclamar quando o acusarem de dar shows de misoginia. Ao menos, as letras não falam em afogar, queimar e estuprar o cadáver da ex-esposa, como ele escreveu – segundo disse no julgamento, de forma poética – em mensagens de texto sobre Amber Heard. O ator também não cita o nome da ex-esposa. Mas vale lembrar que ele a processou por difamação por conta de um artigo, em que ela também não citou o nome dele. Detalhes nada pequenos desses dois. Depp está colaborando com Beck há bastante tempo e em 2020 a dupla lançou o primeiro single da parceria: uma versão de “Isolation”, composição de John Lennon, de 1970. Antes mesmo do veredito, o ator viajou ao Reino Unido para participar de shows do guitarrista e, após sua vitória, lançou um novo single do projeto, a música inédita “This Is A Song For Miss Hedy Lamarr”. Apesar do material original, a maior parte do álbum é composta por covers (incluindo “Venus In Furs” do Velvet Underground, “Let It Be Me” dos Everly Brothers e “What’s Going On” de Marvin Gaye) e gravações instrumentais (como duas faixas dos Beach Boys). Segundo os artistas, o nome “18” se refere à idade espiritual que eles sentiram ao trabalharem nas gravações. A capa do disco é um desenho da esposa de Beck que registra a dupla como adolescentes – ou como David Bowie e Elvis Presley jovens. Veja abaixo. O lançamento vai acontecer pelo selo Rhino em CD e nas plataformas digitais no dia 15 de julho, mas, depois disso, o disco também sairá em vinil em 30 de setembro.
Miles Teller revela conversas para “Top Gun 3”
A regra é clara: se um filme faz sucesso, Hollywood vai querer uma continuação. E nenhum filme fez mais sucesso em 2022 que “Top Gun: Maverick”, com mais de US$ 1,1 bilhão de arrecadação mundial e a maior bilheteria da carreira do astro Tom Cruise. Embora o estúdio Paramount ainda não tenha se manifestado, o ator Miles Teller, que atua na produção, revelou que já está “conversando” com Tom Cruise sobre um novo filme da franquia. “Eu tenho conversado com ele sobre isso. Veremos”, revelou o ator, em entrevista ao programa “Entertainment Tonight”. “Isso seria ótimo, mas tudo depende do TC”, disse Teller. “Tudo depende de Tom”, ele acrescentou, lembrando que Cruise demorou a se comprometer com “Maverick”, sequência do “Top Gun” original de 1986. No momento, o astro está se dedicando à produção de seu último filme da franquia “Missão: Impossível”, atualmente sendo filmado em Londres. Ele também está comprometido com um thriller de ação no espaço, dirigido por Doug Liman, e planeja filmar a sequência de “No Limite do Amanhã” (2014) com o mesmo diretor. Entretanto, será difícil ignorar a empolgação do estúdio em torno de “Top Gun: Maverick”, que rendeu milhões não só para a Paramount, mas para o próprio astro – além de seu trabalho como ator, ele é creditado como produtor do longa, com direito a percentagens da bilheteria.
“Stranger Things” transforma “Master of Puppets” em hit
A Parte 2 de “Stranger Things 4” está fazendo com Metallica o que a Parte 1 fez com Kate Bush. Após o sucesso de “Running Up That Hill”, é a vez de “Master of Puppets” da banda de heavy metal estourar nas paradas musicais. De acordo com a Billboard, a música de 1986 teve um aumento de 400% nas buscas em serviços de streaming, entre as diversas plataformas. “Master of Puppets” é atualmente o 1º lugar da parada de rock do iTunes e outros rankings devem consagrar sua ascensão nos próximos dias. Detalhe: a gravação original nunca tinha entrado em nenhuma parada de sucessos. A música é tocada por Eddie Munson, o personagem de Joseph Quinn, em um momento crucial no capítulo final, numa cena épica passada no Mundo Invertido. O próprio Metallica aproveitou o sucesso para lançar um “dueto” com Eddie, tocando seus acordes em estúdio para acompanhar as cenas da série no TikTok. Publicado na sexta (8/7), o vídeo do dueto já foi visto por 8 milhões de pessoas, a segunda maior audiência da banda na rede social. Quer saber qual é a maior? Uma versão da mesma música num show ao vivo, publicada no fim de semana de estreia da Parte 2 de “Stranger Things 4”, que atingiu 19 milhões de espectadores. Metallica realmente aprovou a forma como a série usou seu clássico metaleiro. “A maneira como os Irmãos Duffer incorporam música em ‘Stranger Things’ sempre foi de outro nível, então ficamos mais que empolgados por eles não apenas incluírem ‘Master of Puppets’, mas por terem uma cena tão crucial construída em torno da música. Estávamos todos loucos pra ver o resultado final e, quando vimos, ficamos totalmente impressionados”, disse a banda em seu Instagram oficial. “Foi tão extremamente bem feito, que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo alguns segundos das mãos de Joseph Quinn no trailer!”, acrescentou a banda. “Foi uma honra incrível ser uma parte tão importante da jornada de Eddie e fazer companhia a todos os outros artistas incríveis apresentados na série”, completou o texto. @metallica #duet with @netflix Eddie, this is for you! #StrangerThings #StrangerThings4 #MasterOfPuppets #EddieMunson #Netflix ♬ original sound – Netflix
“Amor e Trovão” tem maior estreia de todos os filmes de Thor
“Thor: Amor e Trovão” teve a melhor estreia doméstica da franquia estrelada por Chris Hemsworth, ao abrir com US$ 143 milhões nos EUA e Canadá neste fim de semana. O valor ainda equivale à quarta maior bilheteria de estreia da pandemia, atrás de duas outras produções da Marvel, “Homem-Aranha: Longe de Casa” (US$ 260 milhões) e “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” (US$ 187,4 milhões), e de “Jurassic World: Domínio” (US$ 145 milhões). O sucesso se estendeu a todos os países, fazendo trovejar mais US$ 159 milhões nas bilheterias internacionais, o que levou o quarto “Thor” a atingir um início global de US$ 302 milhões. A Coreia do Sul foi o principal mercado do exterior com US$ 15,3 milhões, seguido pelo Reino Unido (US$ 14,8 milhões), Austrália (US$ 13,8 milhões), México (US$ 11,8 milhões) e Índia (US$ 10,3 milhões). Entretanto, como tem sido regra para a Disney desde o fiasco de “Mulan”, os filmes do estúdio seguem vetados na China, país com mais cinemas do mundo. O que mais chama atenção nesses números é que os lançamentos de Thor costumam disputar com os títulos do “Homem-Formiga” as bilheterias mais baixas da Marvel. A exceção tinha sido “Thor: Ragnarok”, que estreou com US$ 122,7 milhões na América do Norte em 2017. O primeiro “Thor” abriu com US$ 65,7 milhões nos EUA em 2011, enquanto o segundo, “Thor: Mundo Sombrio”, fez US$ 85,7 milhões em 2013. Mas o público e os críticos não amaram tanto a nova continuação quanto o filme anterior, dirigido pelo mesmo cineasta, Taika Waititi. “Amor e Trovão” teve aprovação de 68% no Rotten Tomatoes (avaliação da crítica) e nota B+ no CinemaScore (pesquisa com o público), enquanto “Ragnarok” atingiu 93% no Rotten Tomatoes e A- no CinemaScore. Essa diferença poderia ser um entrave no desempenho futuro da produção, mas a concorrência resolveu ajudar a Marvel e programar apenas lançamentos limitados no próximo fim de semana. Dureza mesmo foi a estreia, tirada de letra. O filme chegou aos cinemas num momento em que vários blockbusters estão cartaz, evidenciando uma recuperação definitiva do mercado. “Minions 2: A Origem de Gru” ficou em 2º lugar na América do Norte com US$ 45,6 milhões. Enorme sucesso, a animação já soma US$ 210,1 milhões no mercado interno e praticamente US$ 400 milhões mundiais, consagrando-se em dois fins de semana como a maior bilheteria infantil desde o advento da covid-19. “Top Gun: Maverick” continuou voando perto do topo com US$ 15,5 milhões. Em 3º lugar, o filme estrelado por Tom Cruise está com um total doméstico de US$ 597,4 milhões e US$ 1,1 bilhão mundiais. Em 4º lugar, a cinebiografia “Elvis” somou mais US$ 11 milhões para chegar neste domingo (10/7) a um total doméstico de US$ 91,2 milhões e US$ 155,1 milhões mundiais. O drama musical estreia no Brasil na quinta-feira (14/7). “Jurassic World: Domínio” fecha o Top 5 com US$ 8,1 milhões e outro desempenho vigoroso: US$ 350,3 na América do Norte e US$ 826,5 milhões em todo o mundo. Com tantos sucessos em cartaz, a receita doméstica do fim de semana deve atingir US$ 235 milhões nos EUA e Canadá – um aumento de 217% em relação ao mesmo período do ano passado, quando “Viúva Negra” chegou aos cinemas. Mas a comparação que realmente revela o estado de remissão atual do mercado é com a era pré-pandêmica. E o valor é apenas 12% inferior ao faturamento saudável de 2019, antes de qualquer quarentena.












