Katy Perry vira robô em clipe de técnico de efeitos de Star Wars
A cantora Katy Perry lançou o clipe de “360”, sua nova música pop em parceria com o DJ Zedd. O vídeo tem clima sci-fi, mostrando a cantora como robô, numa experiência para simular o afeto humano. Idealizada como a companheira perfeita, ela entra em curto ao não conseguir satisfazer os desejos do homem (Zedd) que faz parte de seu teste, e acaba com o coração mecânico partido, desligada com uma lágrima nos olhos. As imagens de submissão futurista acompanham uma letra sobre obsessão – 365 são os dias por ano que ela quer passar ao lado de seu amor, na canção. A direção é de Warren Fu, que além de fazer clipes de Daft Punk, The Strokes e Weezer, também é técnico de efeitos visuais em Hollywood, com uma filmografia que inclui filmes de “Star Wars” e “Star Trek”. Katy Perry não lança um álbum desde “Witness”, em 2017. Já Zedd concorreu ao Grammy em três categorias neste ano, mas não levou nenhuma estatueta.
Banda do Mike de Stranger Things estrela o novo clipe do Weezer
A banda Weezer divulgou o clipe de um novo cover de seu disco-karaokê “The Teal Album”. O primeiro foi “Africa”, versão da música do Toto, e agora é a vez de “Take on Me”, do A-ha. Mas no lugar do Weezer, quem estrela o vídeo é Finn Wolfhard, o Mike de “Stranger Things”, acompanhado de sua própria banda, a Calpurnia. Assim como na série da Netflix, o clipe se passa nos anos 1980 e é cheio de referências da época. Nele, Wolfhard encarna uma versão adolescente de Rivers Cuomo, vocalista do Weezer, que se reúne com os amigos para tocar na sala de sua casa, enquanto brincam de gravar a performance numa câmera de VHS. É interessante observar que a conversa dos garotos inclui referências à “Curtindo à Vida Adoidado” (1986) e a uma manobra de skate inventada por Rodney Mullen em 1986 (o Ollie Airwalk). Além disso, o clipe remete explicitamente ao vídeo original do A-ha, ao transformar os garotos em versões animadas durante a performance musical. Em 1985, época de “Take on Me”, o efeito da “animação à lápis” foi considerado revolucionário, em sua referência à arte dos quadrinhos. A escolha da banda Calpurnia para participar da produção aconteceu após o grupo musical de Wolfhard tocar o clássico do Weezer “Say It Ain’t So” no programa “Under Cover” do Spotify. A direção do clipe é de Carrick Moore Gerety, que também é músico – ex-integrante da banda Everybody Else – e participou do filme “Lovelace” (2013).
Bruna Linzmeyer e Camila Pitanga se beijam no novo clipe de Letrux
A cantora indie Letrux, nome artístico de Letícia Novaes, lançou seu novo clipe, “Ninguém Perguntou por Você”, que traz as atrizes Bruna Linzmeyer (“O Grande Circo Místico”) e Camila Pitanga (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”) protagonizando cenas quentes. Elas começam em clima de flerte numa festa lotada, até que engatam e todo o resto do mundo some ao seu redor. A dança sensual progride para beijos e vai se tornando cada vez mais escaldante. “Ninguém Perguntou por Você” faz parte do álbum “Letrux em Noite de Climão”, lançado ainda em 2017. A direção do clipe é do jornalista Pedro Henrique França.
Clipe de Daniela Mercury e Caetano Veloso desperta a ira da direita brasileira
O novo clipe de Daniela Mercury, “Proibido o Carnaval”, que conta com participação de Caetano Veloso, virou alvo da ira da direita brasileira. Uma campanha no Whatsapp e nas redes sociais está conclamando o público conservador a dar “dislikes” em massa na página do vídeo no YouTube. Lançado na terça-feira passada (12/2), o clipe já conta com 218 mil dislikes contra 86 mil likes. O motivo da irritação são as ironias de Daniela e Caetano disparadas contra o conservadorismo do novo governo brasileiro, com direito a referenciar a já icônica frase da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que afirmou que meninos devem usar azul e meninas, rosa. A música também faz uma defesa apaixonada dos direitos LGBTQIA+ e a liberdade de se assumir o que se quiser, sem sofrer censura ou ameaça de “cura gay”. “Abra a porta desse armário/ Que não tem censura pra me segurar/ Abra a porta desse armário/ Que alegria cura, venha me beijar”, diz a letra. A produção também inclui uma dedicação ao deputado federal Jean Wyllys, defensor de bandeiras LGBTQIA+, que abandonou seu mandato para ir morar no exterior, após sofrer ameaças de morte nas redes sociais – numa reação similar à evocada pelo vídeo atual. Por sinal, o tom agressivo e o baixo nível das reações contra “Proibido o Carnaval” foi tão abissal que os comentários do vídeo precisaram ser desabilitados pelo YouTube. Milhares de mensagens ofensivas e ataques contra a cantora também foram postadas nas redes sociais da cantora e de Caetano Veloso. Muitos comemoram um possível “fracasso” da música e alguns se referem a cantora como decadente e que estaria de “mimimi” por não poder contar com patrocínio do governo para o carnaval. Mas a campanha negativa também ajudou na divulgação da obra, que atingiu quase 2 milhões de acessos. Com isso, virou o vídeo mais visto da página da cantora. Caetano e Daniela ainda não se manifestaram diretamente sobre os protestos, mas a cantora postou em seu Twitter uma citação significativa, atribuída ao poeta Fernando Pessoa: “A finalidade da arte não é agradar. O prazer é aqui um meio, não é neste caso um fim. A finalidade da arte é elevar.” Veja o vídeo “polêmico” abaixo.
The Lonely Island e Seth Rogen planejam comédia inspirada no desastre do Fyre Festival
Uma das maiores roubadas do mundo da música, o Fyre Festival vai virar filme de ficção, após inspirar dois documentários lançados em janeiro nas plataformas rivais Netflix e Hulu. Será uma comédia produzida pela trupe The Lonely Island (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), formada pelos humoristas Jorma Taccone, Akiva Schaffer e Andy Samberg, em parceria com o ator, roteirista, produtor e diretor Seth Rogen (“Vizinhos”). “Eu não quero revelar nada ainda, porque estamos decidindo os detalhes. Mas é algo que partiu principalmente de Seth e Akiva”, disse Taccone ao site Daily Beast. Assim como todo mundo que assistiu ao filme da Netflix, Taccone é grande fã de um personagem especial desta história: Andy King, o executivo que quase fez sexo oral em um distribuidor de água para salvar o Fyre Festival do fracasso. “Eu assisti àquilo e pensei: ‘Alguém contrate esse cara!’. Ele é um campeão”, brincou o comediante. Para quem não viu o documentário: em 2017, celebridades promoviam o festival no Instagram como uma festa de alto padrão que seria realizada em uma ilha paradisíaca nas Bahamas. No entanto, a falta de organização fez com que desse tudo errado e o festival acabou interrompido, com o público perdido no lugar, em alojamentos precários, destruídos pela chuva tropical, e comida insuficiente. O escândalo foi tanto que um dos principais organizadores do evento, Billy McFarland, está cumprindo seis anos de cadeia por fraude. Mas o processo ainda não acabou e pode envolver até as top models que divulgaram o evento em suas redes sociais – entre elas, Kendall Jenner, Bella Hadid, Hailey Baldwin e a brasileira Alessandra Ambrósio.
Bohemian Rhapsody é novelão hollywoodiano sem compromisso com os fatos
Vencedor do Globo de Ouro na categoria Melhor Filme Dramático e com cinco indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme e Melhor Ator, para Rami Malek), “Bohemian Rhapsody” cativou uma grande audiência ao mesmo tempo em que frustrou fãs do Queen por sua narrativa “descuidada”. Com custo de US$ 52 milhões e receita de mais de US$ 800 milhões, o filme pode ser visto por dois prismas: no primeiro, ele é um dramalhão hollywoodiano que não tem compromisso com a realidade e com a documentação dos fatos, embaralhando datas e causos para fins emocionais do roteiro. Neste caso, o filme alcança seu intento de novelão musicado, e tem seu lugar garantido numa futura “Tela Quente”. No segundo prisma, “Bohemian Rhapsody” é totalmente refém da incompetência de seus roteiristas, que não conseguiram criar momentos de clímax a contento com a narrativa temporal extensa de 15 anos (um recorte ajudaria tanto), precisando embolar os fatos, maquiar a realidade e criar tensões que não existiram para fisgar o espectador. A lista de incorreções é enorme e incomoda tanto colocar o Rock in Rio de janeiro de 1985 em 1978 quanto vaticinar que Fred Mercury revelou sua doença aos músicos antes do Live Aid em junho de 1985, sendo esse o decantado “show de retorno” da banda após uma não existente separação – só para lembrar: em 1984 a banda fez 36 shows e em 1985, antes do Live Aid, foram 16 datas, duas delas no Rio de Janeiro. Dito isso, “Bohemian Rhapsody” é uma produção pipoca de bom coração (e de grandes canções), que diverte, emociona e se fortalece com a grande atuação de Rami Malek (ao mesmo tempo em que se enfraquece com as polêmicas do diretor Bryan Singer). Só não deveria estar sendo cotado a prêmios como o Oscar. É para assistir sem analisar, porque, se for para analisar, a decepção vence.
Fevereiros celebra a música e a religiosidade de Maria Bethânia
Maria Bethânia, uma das maiores intérpretes da música brasileira, com 50 anos de uma brilhante carreira, já recebeu inúmeras homenagens, foi cantada em prosa e em verso, por meio de todas as mídias possíveis. Um desafio para o documentarista Márcio Debellian. O que ainda faltaria dizer ou abordar sobre ela? Quem mostrou o caminho foi a escola de samba Estação Primeira de Mangueira. Em 2016, a Verde e Rosa homenageou Bethânia com o enredo “Menina dos Olhos de Oya”, dando destaque ao lado religioso da vida dela. O sincretismo religioso de Maria Bethânia combina o candomblé, a devoção católica, sobretudo, à Nossa Senhora e sabedorias herdadas dos índios. Esse amálgama traz a fé temperada pela diversidade e pela tolerância. E o convívio muito próximo e intenso com o mano Caetano acrescenta os elementos de ceticismo e ateísmo à mistura. Caetano Veloso, aberto a tudo, como ela, compartilhando experiências, mesmo sem crer verdadeiramente. Belos exemplos de respeito à ampla diversidade de cultos, crenças e não crenças. Que celebra a vida e a história, com festa. O filme “Fevereiros” explora bem esse caminho, ao mostrar e tratar do desfile campeão da Mangueira, que levou em conta a história do samba, a tolerância religiosa e o racismo, ao homenagear a carreira da cantora, que explodiu em 1964, no show Opinião, com a célebre interpretação de “Carcará”, de João do Vale. A ave, em grandes dimensões, foi um dos destaques do desfile. Márcio Debellian buscou explorar o universo familiar, festivo e religioso de Bethânia, acompanhando-a a Santo Amaro da Purificação, cidade natal dela, no Recôncavo Baiano, a região brasileira que recebeu mais negros escravizados da África. E a cidade que cultua Santo Amaro, Nossa Senhora da Purificação e outros santos em todos os fevereiros, com grandes rituais e festas populares. Maria Bethânia nunca deixa de estar lá, a partir de 31 de janeiro, em todos os fevereiros, luminares, marcantes de sua vida. “Fevereiros” traz a boa conversa de Bethânia, de Caetano Veloso, de outros familiares dela, participações de Chico Buarque e da turma da Mangueira. Tudo muito bom de se ver e ouvir. Pena que haja pouca música cantada por ela, mas isso se perdoa. Afinal, o que mais se conhece dela são suas canções gravadas, os poemas que ela recita lindamente, suas aparições mágicas nos palcos. O recorte de “Fevereiros” é outro, não exatamente original, mas bastante oportuno. Em tempos de fundamentalismos religiosos idiotas e opressores, é bom celebrar a vida, a festa, a tolerância e, sobretudo, a diversidade. Lançado no festival do Rio 2017 e já exibido em 29 festivais de cinema pelo mundo, “Fevereiros” foi escolhido como o Melhor Filme do 10º. In-Edit Brasil e recebeu menção honrosa do Júri Latino-americano do Festival Internacional do Uruguai.
Ariana Grande brinca de seduzir ator de Riverdale em clipe de pura luxuria
Ariana Grande revelou o clipe de “Break Up With Your Girlfriend, I’m Bored”, que chega junto do lançamento de seu novo disco, “Thank U, Next”, nesta sexta (8/2). Dirigido pela colaboradora habitual Hannah Lux Davis, o vídeo registra Ariana sexy e sedutora, como anfitriã de uma festa luxosa numa mansão em Hollywood Hills. E tem historinha. Uma narrativa de olhares 43, disparados na direção do ator Charles Melton (Reggie em “Riverdale”), que chega à festa acompanhado da namorada, a atriz e modelo Ariel Yasmine (“The Madness Within”), num visual de irmã gêmea de Ariana. A letra alimenta o subtexto sugerindo que o galã asiático termine com a namorada, porque Ariana está entediada. Pouco a pouco, o luxo vira luxuria, acentuada pelo final, numa piscina, em que Ariana finalmente avança, para empurrar Melton de lado e agarrar sua companhia feminina. Com um sample marcante de ‘N Sync (“It Makes Me II”), “Break Up With Your Girlfriend, I’m Bored” tem tudo para arrancar suspiros dos fãs da cantora. Mas o fato de Ariana beijar uma garota e gostar não é tão chamativo, nos dias de hoje, quanto a rapidez do lançamento do novo álbum da cantora, que chega apenas seis meses após o anterior, “Sweetener” – ainda tão recente que concorre ao Grammy no domingo (10/2). Evento que, por sinal, Ariana decidiu boicotar. Junto com outros artistas famosos. Há várias versões sobre os motivos. Em breve, ouviremos o remix.
Veja Emily Blunt cantar a música de O Retorno de Mary Poppins que concorre ao Oscar 2019
A Disney liberou no YouTube o trecho de “O Retorno de Mary Poppins” que traz Emily Blunt cantando “The Place Where Lost Things Go”. A interpretação foi indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. Escrita por Marc Shaiman e Scott Wittman (de “Hairspray”), a música é uma cantiga de ninar, que Mary Poppins (Emily Blunt) entoa para Georgie (Joel Dawson), Anabelle (Pixie Davies) e John (Nathanael Saleh), ao mesmo tempo que tenta confortá-los sobre a morte da mãe. Na versão dublada em português do filme, ela ganhou o título de “Algum Lugar” e é cantada por Bruna Guerin. Apesar de a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas decidir que todas as músicas indicadas serão apresentadas no Oscar, Emily Blunt já confidenciou que prefere não cantar na cerimônia. Segundo informou a Diseny, a performance no Oscar 2019 terá uma “participação especial”. A premiação acontece no dia 24 de fevereiro em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.
Daniela Mercury e Caetano Veloso celebram a diversidade em clipe sobre o carnaval dos conservadores
A cantora Daniela Mercury lançou o clipe de “Proibido o Carnaval”, em que canta e dança com Caetano Veloso a favor da diversidade em tempos conservadores. Misturando ritmos e batidas, a marchinha de samba-frevo-axé-eletrônico celebra a liberdade sexual, que costuma ser exaltada no período do carnaval, ao mesmo tempo que impõe limites feministas às mãos bobas. A maioria das frases, porém, valoriza o orgulho gay. “Abra a porta deste armário/Que não tem censura pra me segurar”, diz a letra, embora o refrão afirme o contrário: “Tá proibido o Carnaval/Neste país tropical”. A narrativa é realmente errática, mas este é o país das idas e vindas. Quando se acha que o futuro finalmente vai chegar, o povo resolve eleger o atraso. Como demonstra a indagação da letra: “Vai de rosa ou vai de azul?”, em referência à ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que manifestou seu desejo de acabar com a homossexualidade no pais – “Menino veste azul e menina veste rosa”… Nos créditos finais, Daniela ainda homenageia Jean Wyllys, deputado federal do PSOL engajado na luta pelos direitos LGBTQIA+, que deixou o cargo e o país após sofrer ameaças de morte. Trata-se de outro contraste com o tom de deboche do clipe dirigido por Jana Leite, que sugere rir sobre um tema que inspira o contrário: vontade de chorar.
Pabllo Vittar dá chicotadas em seu novo clipe
Pabllo Vittar lançou o clipe de “Seu Crime”, que conta com batida do Diplo, muita dança, cores e closes traseiros. O vídeo tem roteiro e direção do fotógrafo de moda Guilherme Nabhan, e em seu fiapo de história Pabblo persegue um rapaz, de caminhonete, até uma festa rural que tem mais cara de tocar música sertaneja que o funk histérico do cantor – que, vale lembrar, faz sucesso como drag queen, mas não é transexual. Aparentemente, Pabblo é uma policial infiltrada, que estala um chicote para intimidar seu alvo, antes de prendê-lo. Ou talvez uma stripper disfarçada, já que o enredo está mais para fantasia sadomasoquista, que termina com beijo entre o cantor e o boy passivo – o papel é realmente descrito como Boy. O figurino pra sambar na cara, a voz aguda ao extremo e os dançarinos de auditório também fazem parte de um esforço comercial para vender camisinha e cerveja – os “product placements” da vez. Dói de brega, como merchandising de novela e chicotadas performáticas.
Playlist: Conheça os 50 melhores clipes indies de janeiro de 2019
Pipoca Moderna mergulhou no “Lado B” do YouTube para selecionar bem mais que “120 Minutes” de clipes indies, tão atuais que mal foram indexados nos mecanismos de busca. “Novas Tendências”, mas também velhos conhecidos como Jon Spencer, The Chemical Brothers, Swervedriver e The Specials, em 50 vídeos lançados em janeiro de 2019. Alguns, definitivamente, não são para crianças. Mas outros são especialmente indicados para mães roqueiras. Como os estilos dos 50 artistas selecionados variam tanto quanto a definição do que é indie, da balada distorcida à batida eletrônica, os clipes foram organizados visando uma transição mais harmônica entre cada um. Assim, o playlist funciona também como trilha sequencial. Veja quem é quem abaixo. E aperte play para ouvir o som que o mundo está fazendo agora. 1 Bad Child – Bad Child (EUA) | 2 Hante. – Wild Animal (França) | 3 White Lies – Tokyo (Inglaterra) | 4 The Ninth Wave – Half Pure (Escócia) | 5 Stephen Malkmus – Viktor Borgia (EUA) | 6 Joy Downer – Plastic Wrap (EUA) | 7 HÆLOS – Kyoto (Inglaterra) | 8 Everyone You Know – Dance Like We Used To (Inglaterra) | 9 The Chemical Brothers – MAH (Inglaterra) | 10 Xiu Xiu – Pumpkin Attack on Mommy and Daddy (EUA) | 11 Sleaford Mods – Kebab Spider (Inglaterra) | 12 Jon Spencer – Beetle Boots (EUA) | 13 Julia Jacklin – Pressure To Party (Austrália) | 14 Estrons – Strangers (País de Gales) | 15 Angel Du$t – Big Ass Love (EUA) | 16 Circa Waves – Movies (Inglaterra) | 17 Stella Donnelly – Old Man (Austrália) | 18 Yacht Punk – Indian Summer (EUA) | 19 Mitski – A Pearl (EUA) | 20 Ex:Re – The Dazzler (Inglaterra) | 21 Hand Habits – Can’t Calm Down (EUA) | 22 Calica – Bitch (EUA) | 23 Houses – Fast Talk (EUA) | 24 Cass McCombs – Absentee (EUA) | 25 The Killers – Land of the Free (EUA) | 26 Sharon Van Etten – Seventeen (EUA) | 27 Priests – The Seduction of Kansas (EUA) | 28 Fat White Family – Feet (Inglaterra) | 29 Half-Alive – Arrow (EUA) | 30 Lambchop – Everything for You (EUA) | 31 Balthazar – Wrong Vibration (Bélgica) | 32 Swervedriver – Spiked Flower (Inglaterra) | 33 Money For Rope – Actually (Austrália) | 34 Orville Peck – Dead of Night (EUA) | 35 Sports Team – M5 (Inglaterra) | 36 Soak – Knock Me Off My Feet (Irlanda do Norte) | 37 Daniele Luppi & Parquet Courts – Talisa (Itália) | 38 Black Leather Jacket – Village People (Bélgica) | 39 Mike Krol – What’s the Rhythm (EUA) | 40 Cherry Glazerr – Wasted Nun (EUA) | 41 Le Butcherettes – Give/Up (México) | 42 Cage The Elephant – Ready to Let Go (EUA) | 43 Samia – Lasting Friend (EUA) | 44 Slaves – Photo Opportunity (EUA) | 45 Beirut – Landslide (EUA) | 46 These New Puritans – Inside the Rose (Inglaterra) | 47 Pond – Daisy (Austrália) | 48 Rosalía – De Aquí No Sales (Espanha) | 49 Mira Calix – Rightclick (Inglaterra) | 50 The Specials – 10 Commandments (Inglaterra)
Ator de Game of Thrones estrela clipe da banda britânica Foals
A banda britânica Foals divulgou o primeiro clipe de seu próximo disco. O vídeo da música “Exit” é um pequeno filme de 6 minutos com atores famosos. Filmado em Budapeste pelo curtametragista espanhol Albert Moya, traz a francesa Christa Théret (“Renoir”) e o inglês Isaac Hempstead Wright (Bran Stark em “Game of Thrones”) como estudantes de uma academia clandestina de esgrima, que são separados por uma série de circunstâncias aleatórias, resultando numa profusão de cenas desconectadas que tentam materializar um efeito surreal. A faixa faz parte do quinto álbum do Foals, “Everything Not Saved Will Be Lost – Part 1”, que só será lançado em março.












