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Música

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  • Música

    Vida de Emicida vai virar filme do produtor de Me Chame pelo Seu Nome

    20 de março de 2018 /

    A vida do rapper Emicida vai virar filme. E com produção de Rodrigo Teixeira, o produtor brasileiro por trás de sucessos marcantes do cinema indie americano, como “A Bruxa”, “Frances Ha” e o drama indicado ao Oscar 2018 “Me Chame pelo Seu Nome”. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o projeto está sendo escrito pelo próprio Emicida, que ainda deverá estrelar a produção, interpretando a si mesmo. A direção está a cargo de Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”), que também divide o roteiro com Emicida, a roteirista Jessica Candal (com quem Muritiba trabalhou em “Ferrugem”) e o escritor Toni C., ligado à cena hip-hop. As primeiras reuniões entre o rapper e o produtor foram em abril do ano passado. As negociações chegaram até o Natal, quando o contrato para a produção foi assinado na casa de Teixeira. O filme vai se concentrar nos primeiros anos da carreira do rapper e marcará a segunda cinebiografia de músico brasileiro da carreira de Teixeira, após “Tim Maia”. Mas ele também produziu, nos EUA, “Patty Cake$”, sobre uma aspirante a rapper. A expectativa é que o roteiro final esteja pronto até o final do mês, para rodar o filme entre novembro e janeiro. A estreia vai acontecer em 2019.

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  • Música

    Banda de ator da Liga da Justiça vai tocar no Brasil em junho

    19 de março de 2018 /

    A banda Sons of an Illustrious Father, liderada por Ezra Miller, o Flash de “Liga da Justiça”, vem tocar em São Paulo em junho, em show marcado para o Espaço das Américas, no dia 2 de junho. Miller é o cantor do power trio, formado ainda por Josh Aubin e Lilah Larson. Recentemente, a banda lançou um novo clipe, “Extraordinary Rendition”, com direção de Rafe Scobey-Thal e coreografia da mãe do cantor/ator, a aclamada dançarina Marta Miller. Confira abaixo. Os ingressos para o show já estão à venda no Ticket 360.

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  • Música

    Rouge contracena com coelhos animados no clipe da trilha do filme Pedro Coelho

    19 de março de 2018 /

    O grupo Rouge lançou nesta segunda-feira (19/3) o clipe da música “Confia Em Mim”, criada para a trilha nacional do filme “Pedro Coelho” (Peter Rabbit, no original). O vídeo tem direção de João Monteiro e Fê Moares, dupla responsável também pelo clipe de “Bailando”, e apresenta as cantoras interagindo com o cenário e os personagens animados da história. O filme é um híbrido de animação e live action, que combina o famoso coelho falante criado em 1902 pela escritora Beatrix Potter com humanos interpretados por atores de carne e osso. Como o lançamento vai acontecer com dublagem nacional no país, o Rouge adaptou para a versão nacional outras duas músicas da trilha original – que forma criadas em inglês. A Sony Music lançará todas as faixas nas plataformas Spotify e Deezer no dia 22 de março, data do lançamento do filme nos cinemas brasileiros.

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  • Música

    Emicida canta cover de Charlie Brown Jr. em vídeo extraído de DVD ao vivo

    17 de março de 2018 /

    O rapper Emicida lançou em seu canal do YouTube um vídeo extraído de seu futuro DVD ao vivo. Trata-se de “Como Tudo Deve Ser”, um cover de Charlie Brown Jr., dedicado ao cantor Chorão, falecido em 2013. A gravação registra um show de Emicida realizado em novembro, no Dia da Consciência Negra, na Audio em São Paulo. Todo o show foi gravado para lançamento em DVD, num registro comemorativo dos “10 Anos de Triunfo” – título da obra, que tem duplo sentido, já que trata da primeira década desde o lançamento do primeiro single, “Triunfo”, em 2008, como também do sucesso da carreira do rapper paulista. “Como Tudo Deve Ser” é o segundo clipe extraído do show. Anteriormente, Emicida liberou “Levanta e Anda”, com participação de Rael. Além dele, o show contou com diversos convidados – Caetano Veloso, Pitty, Karol Conka, Rashid, Guimê, entre outros A direção musical é de Dudu Marote e a direção do DVD de Fred Ouro Preto. O lançamento está previsto para abril.

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  • Música

    Trailer apresenta documentário pós-gravidez da cantora Pitty

    17 de março de 2018 /

    O documentário “Do Ventre à Volta”, sobre a cantora Pitty, ganhou o primeiro trailer. O filme é um registro do retorno da artista ao palco, um ano e meio após dar à luz à sua primeira filha, mostrando como a maternidade a transformou. Além de rock, o filme é marcado pelas dúvidas existenciais que afligem as mães do século 21, que tentam conciliar filhos pequenos e carreiras. Isso alimenta em Pitty inspiração para uma nova fase em sua carreira. Com direção de Otavio Sousa, o vídeo será disponibilizada na íntegra, de graça, nesta segunda (19/3), nos canais do Facebook e do YouTube da cantora.

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  • Música

    Rick e Morty enfrentam aliens com a violência de Tarantino no novo clipe de Run the Jewels

    17 de março de 2018 /

    Os heróis da animação “Rick e Morty” embarcam em uma aventura interdimensional no novo clipe da dupla de rap Run the Jewels, no qual enfrentam alienígenas com a violência de um filme de Quentin Tarantino. O vídeo de “Oh Mama” foi dirigido por Juan Meza-León, que assina os episódios da série “Rick e Morty”. Na trama, o cientista louco Rick e seu neto Morty (ou uma versão alternativa dele) viajam pelo espaço para resgatar um embrião alienígena de uma boate sombria. Enquanto os protagonistas eliminam seus inimigos de outro mundo, Meza-León mescla referências visuais de “Pulp Fiction” e “Cães de Aluguel” com citações às franquias “Homens de Preto” e “Star Wars”. O lançamento antecipa o envolvimento do Run the Jewels com o primeiro festival do canal pago Adult Swim, que exibe a criação de Dan Harmon e Justin Roiland. O evento, que vai misturar música e animação, só vai acontecer em outubro. Mas os ingressos começaram a ser vendidos nesta semana.

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  • Música

    Documentário resgata vida e morte intensas de Torquato Neto

    17 de março de 2018 /

    A escolha do personagem Torquato Neto para um documentário não poderia ser mais feliz. O poeta, que viveu pouco, mas teve intensa e profunda atuação cultural, estava mesmo precisando ser lembrado e resgatado em sua obra, que envolvia música, como letrista, cinema, como criador e intérprete, jornalismo, com seus textos e poemas, e a produção cultural, de modo geral. Isso foi feito. O filme de Eduardo Ades e Marcus Fernando resgata a poesia e a prosa de Torquato Neto, na voz do ator Jesuíta Barbosa, e compreende a sua atuação por meio de muitos depoimentos e trechos de filmes em que ele participou, com o personagem do curta “Nosferato no Brasil” (1970), dirigido por Ivan Cardoso, e muitos exemplares do cinema marginal, com quem ele interagia, e do cinema novo. Sua vida cultural envolveu trabalhos com Edu Lobo, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Zé, Jards Macalé, Wally Salomão, Hélio Oiticica, e muitos outros que compunham com ele a geleia geral brasileira do período em que ele viveu. Esse piauiense tão talentoso, inovador e provocador, suicidou-se aos 28 anos de idade, em 1972, e falar da sua vida é, inevitavelmente, falar dessa escolha, que sempre o acompanhou como ideia e que ele acabou por concretizar. Não há respostas, há tentativas de aproximação e entendimento. O que importa hoje é a obra que ficou, que é muito relevante e merece ser revisitada. Não faltam elementos, informações, referências visuais ao documentário “Torquato Neto – Todas as Horas do Fim”, mas ele seria mais interessante se tivesse se preocupado um pouquinho mais em ser didático, o que costuma ser mal visto pelos documentaristas atuais, mas que faz falta, muitas vezes. E não é nenhum pecado mortal, convenhamos. As falas, os depoimentos, são ouvidos quase o tempo todo, enquanto as imagens mostram filmes e fotos. Algumas vezes, aparece o nome da pessoa que fala, outras, não. Quem não identificar o tom de voz, fica sem saber quem está falando. Caetano, Gil, Tom Zé, têm timbres bem conhecidos e divulgados, outros, nem tanto. É possível dizer que o importante é o que se diz, não quem disse. Mas, sem dúvida, o espectador quer saber e tem esse direito. Outro aspecto que causa estranheza é a ausência de Edu Lobo no filme. A música de Torquato Neto que mais se ouve ainda hoje é “Pra Dizer Adeus”, parceria com Edu, tocada duas vezes no filme. Porém, a única referência a Edu Lobo na vida de Torquato é uma foto, junto com outras pessoas, e o crédito na música citada, ao final. Enquanto isso, Caetano e Gil aparecem prodigamente. Nada contra. Mas há um descompasso que poderia ter sido pelo menos compensado por alguma citação, se é que Edu não pôde ou não quis dar depoimento para o filme. Ficou faltando a sua presença, que certamente é menos provocadora, mas não menos importante. O tropicalismo, movimento que Torquato Neto ajudou a criar e militou culturalmente, tem grande destaque no documentário e as imagens dele, no papel de vampiro, perpassam todo o filme. As palavras que ele manejava como poucos inundam a tela. Ao final, um resgate bonito e necessário.

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    Valesca Popozuda se veste como Uma Linda Mulher em novo clipe de funk

    16 de março de 2018 /

    Valesca Popozuda teve uma noite de Julia Roberts na produção do clipe de “Desce um Gin”. No vídeo da música, gravada em parceria com MC TH, ela aparece com o figurino da atriz no clássico “Uma Linda Mulher”. O filme de 1990 é um dos favoritos da funkeira carioca, que se inspirou na garota de programa Vivian, interpretada por Roberts, da peruca até a ajeitadinha na calcinha que marcou a personagem. Gravado na Vila Mimosa, no Rio de Janeiro, uma das mais famosas áreas de prostituição do Brasil, o clipe traz Valesca passando a noite em uma boate e resistindo às investidas de MC TH, deixando bem claro que “não é não” – frase escrita em seu braço. “Comecei 2018 com o pé direito, gravando meu clipe ‘Desce um Gin’ com inspiração em um famoso filme de Hollywood!”, escreveu Valesca nas redes sociais. “Quando tivemos a ideia de fazer o clipe na Vila Mimosa, a primeira coisa que me veio à cabeça foi ‘Uma Linda Mulher’. É o meu filme favorito até hoje, e eu sempre quis fazer algo baseado nele. Foi incrível recriar o figurino, me senti a própria Julia Roberts dos novos tempos”, ela explicou, sobre a produção. Dirigido por Fred Ouro Preto (sobrinho do cantor do Capital Inicial), as gravações duraram cerca de 14h e contaram com a participação dos funcionários da boate Mosaico, do comediante David Brazil (“Vai que Cola: O Filme”) e de cerca de 15 figurantes. A produção também disponibilizou um “making of”. Confira abaixo, também, a comparação entre o visual da cantora e da atriz no filme de 1990.

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    Arcade Fire lança clipe-duplo com Toni Collette e músicas de seu último disco

    16 de março de 2018 /

    Arcade Fire lançou em seu canal no YouTube o vídeo de “Money + Love”, que é um clipe-duplo de 14 minutos com duas canções do último disco da banda, “Everything Now”. O vídeo contempla as performances completas de “Put Your Money on Me” e “We Don’t Deserve Love” e, além dos integrantes da banda e vários figurantes, conta com participação da atriz australiana Toni Collette (“xXx: Reativado”). A narrativa mostra Arcade Fire assinando contrato com a corporação fictícia Everything Now, representada por Collette, em troca de uma grande quantidade de dinheiro. Mas os músicos acabam se revoltando com a exploração de sua imagem, o que gera quebradeira, correria e prisão. Ao final, eles são forçados a se apresentar de graça durante sua condenação. A metáfora pouco sutil foi escrita e dirigida por David Wilson, que já tinha trabalhado anteriormente com a banda num clipe mais tradicional, “We Exist” (de 2014). O vocalista Win Butler falou sobre o projeto num comunicado. “O conceito de um vídeo duplo realmente nos atraiu, sempre gostamos de colocar músicas juntas como lado A e lado B … e essas músicas pareciam perfeitas juntas. David tem sido um grande colaborador desde ‘Reflektor’ e, finalmente, conseguimos trabalhar com Toni, com quem queríamos trabalhar há algum tempo”. A atriz Toni Collete também comentou seu papel na produção. “O Arcade Fire é uma das minhas bandas preferidas de todos os tempos. Fiquei surpresa quando me convidaram para participar do vídeo. Foi um grande prazer atuar ao lado deles e um prazer maior ainda poder conhecê-los. Eles continuam a inspirar e eu continuo a admirar. Sou tão sortuda!”.

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    Novo clipe de Taylor Swift é comparado a comercial de perfume de 2016

    12 de março de 2018 /

    A cantora Taylor Swift lançou um novo clipe dirigido por Joseph Kahn, no qual demonstra como é chato ser famosa. Se a crise existencial da artista é de inspirar bocejos de tédio, a execução se mostra perigosamente preguiçosa, ao lembrar uma propaganda recente de perfume. Compare abaixo como o clipe de “Delicate” coincide com o comercial da fragrância da Kenzo dirigido por Spike Jonze em 2016 – em conceito, locação, caretas e até em elementos coreográficos. Detalhe: o comercial do cineasta que venceu o Oscar pelo Roteiro Original de “Ela” (2013) é muito melhor. O que diferencia as duas histórias curtas é a opção de transformar Swift numa donzela sonhadora de fábula encantada – enquanto a atriz Margaret Qualley (da série “Leftovers”) chuta seu tédio no comercial de forma empoderada, com direito a raios laser. Dando um tempo nos excessos que marcaram os vídeos anteriores da parceria da cantora com Kahn, carregados de efeitos visuais, o principal truque do diretor desta vez é um velho artifício teatral: fingir que ninguém vê a protagonista. Ela vira invisível, após desejar sumir. E assim aproveita seus primeiros minutos sem se sentir sufocada pelos fãs. Mas logo se arrepende, ao se perceber solitária, para entregar de bandeja a lição de moral da história. Este centro narrativo torna as duas obras diferentes. Mas não é a primeira vez que Joseph Kahn, diretor favorito de Swift e do Video Music Awards da MTV, é acusado de se apropriar de elementos alheios. Confrontado nas redes sociais, o diretor desconversou, alegando que o tema do clipe foi inspirado pelo súbito desaparecimento de Taylor Swift da mídia nos últimos meses. E, de fato, ela sumiu neste começo de 2018. A questão é que ninguém tinha sentido sua falta.

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    Banda do astro mirim de Stranger Things lança seu primeiro clipe

    11 de março de 2018 /

    A banda Calpurnia, liderada por ninguém menos que Finn Wolfhard (intérprete de Mike na série “Stranger Things”), lançou seu primeiro clipe, “City Boy”. A música é também o primeiro single do grupo, que as imagens revelam ser tão jovem quanto o ator de 15 anos. O vídeo acompanha os garotos – e uma garota – entrando em estúdio para uma tarde de ensaio, gravação e descontração musical, ao som da canção, que surpreende pelo rumo indie. O cartão de visitas remete às baladas despojadas de Velvet Underground, Television e Replacements, o que faz de Calpurnia herdeiro de um legado clássico, que conduz até aos Strokes. O clima lúdico do clipe complementa a estética de forma adequada, exaltando uma bem-vinda falta de pretensão. A faixa conta com produção de Caiden Lake James, guitarrista da banda Twin Peaks – outra representante da mesma estirpe musical. A Calpurnia, por sinal, já tinha disponibilizado um cover da Twin Peaks em seu canal no YouTube. A banda assinou contrato com a gravadora canadense Royal Mountain Records e deve lançar seu primeiro disco neste ano.

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    Graphic novel O Quinto Beatle vai virar minissérie com músicas originais dos Beatles

    11 de março de 2018 /

    A graphic novel “O Quinto Beatle” (The Fifth Beatle: The Brian Epstein Story) vai virar série no canal pago americano Bravo, mais conhecido por exibir reality shows. O autor da história em quadrinhos, Vivek J. Tiwary, fará a própria adaptação. E ele conta com algo que nenhum outro produtor já conseguiu: autorização para usar as músicas originais dos Beatles na atração. Embora novato na indústria televisiva, Vivek goza de bastante prestígio nos meios teatrais. Suas produções para a Broadway já foram indicadas a 44 Tony Awards e renderam 25 troféus. Entre seus créditos, estão as montagens de “A Família Addams” e “American Idiot”, baseado no disco homônimo da banda Green Day. O chamado “quinto beatle” é Brian Epstein (1934-1967), primeiro empresário dos Beatles e um dos responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. A expressão foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. A minissérie será produzida pela Universal Cable Productions e a Sonar Entertainment, e a trama acompanhará a jornada do empresário para levar a banda ao sucesso. Epstein já foi retratado numa minissérie anteriormente. Ele foi vivido por Ed Stoppard na produção britânica “Cilla” (2014), sobre outra artista que ele ajudou a estourar, a cantora Cilla Black. Não há detalhes adicionais sobre o projeto ou previsão para a estreia. Com desenhos de Andrew Robinson (dos quadrinhos de “Star Wars” e “Batman”) e contribuições adicionais do premiado artista Kyle Baker (da graphic novel “Why I Hate Saturn”), “O Quinto Beatle” foi editado pela Dark Horse nos EUA e recebeu uma edição nacional pela Editora Aleph em 2014. Veja a capa abaixo.

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    Figuraça Tommy Wiseau estrela clipe da banda The Neighbourhood

    11 de março de 2018 /

    O ator, diretor, roteirista, produtor e figuraça Tommy Wiseau, criador do trash “The Room” (2003), que inspirou o filme “O Artista do Desastre”, está aproveitando seus minutos extras de fama. Ele estrela o clipe de “Scary Love”, da banda The Neighbourhood, como um caçador de recompensas/amante rejeitado, que vai a um diner armado com um laser para acertar as contas com uma garçonete-monstro. O clipe dirigido por Jennifer Juniper Stratford (da série “Multinauts”) emula uma sci-fi B dos anos 1980, com a indispensável iluminação neon e defeitos visuais da era do VHS, para recriar uma Los Angeles pós-apocalíptica. E minimiza a própria música em favor de diálogos melodramáticos, para valorizar ao máximo a interpretação canastrona que consagrou Wiseau. A banda americana lançou o seu terceiro álbum de estúdio na sexta (9/3) e vem tocar no Brasil, no festival Lollapalooza, em 25 de março.

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