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5 de novembro de 2026
  • Música

    Adriana Calcanhotto lança novo clipe artístico e impactante com tema da poluição do mar

    2 de fevereiro de 2019 /

    A cantora Adriana Calcanhotto divulgou um novo clipe impactante. Em “Ogunté”, aparece com um vestido “infinito” de saco de lixo preto, que se estende por todo o cenário em ondulações constantes, feito o alto-mar. A faixa fala sobre a poluição de rios e mares, enquanto Cacanhotto manifesta seu significado no próprio corpo, como uma instalação viva, revelando, ao final, que sob o plástico negro escuro existe vida vibrante. Combinação de artes plásticas, coreografia e encenação teatral, o vídeo remete ao trabalho anterior da cantora, “O Cu do Mundo”, igualmente forte e dirigido pelo mesmo Murilo Alvesso. Também merece aplausos o criador do figurino, Antônio Gomes, que transformou lixo num traje de deusa. As convergências entre os dois trabalhos mais recentes da cantora vão além do vigor artístico e estético. Compartilham temas do apocalipse cotidiano, referências de umbanda e beats eletrônicas, numa reinvenção completa do estilo da cantora, que se tornou muito mais jovem, energizada e contemporânea após completar 50 anos. “Ogunté” chega no Dia de Iemenjá (2/2) como um manifesto. Há vitalidade na música brasileira, sob o véu negro de estupidez que cobre rádios e TV.

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  • Música

    Leela troca tecnologia por xamanismo em novo clipe

    2 de fevereiro de 2019 /

    A banda Leela lançou o clipe de “Momento Presente”, que integra a leva de parcerias entre o grupo, o poeta multimídia Fausto Fawcett e a psicóloga Andrea Borges. Como as anteriores (“YouTube Mine” e “Fanáticos Online”), a música cita redes sociais e a necessidade de aprovação num mundo de “polegar pra cima, polegar pra baixo”. Tudo muito conceitual. Só que o clipe se passa numa floresta sem wifi, oferecendo o avesso de seu tema, via exoterismo, cartas de tarô e xamanismo. Foi gravado na cidade de São Francisco Xavier (SP), com direção de Carolina Righetti Corrêa, e mostra um ritual energético ao redor do fogo, em noite de lua cheia. O tema da letra é atual e Bianca Jhordão esbanja expressividade em cada close. Mas propor a desconexão da tecnologia para se conectar à natureza – ou ao momento presente do título – não deixa de ser pregação do ludismo. Bailam corujas e pirilampos, mas, lá no fundo azul da noite da floresta, a lua hoje esconde uma sonda da China em seu lado escuro.

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  • Filme,  Música

    Lady Gaga teria forçado Oscar 2019 a incluir apresentações de todos os candidatos a Melhor Canção

    2 de fevereiro de 2019 /

    A mudança de planos da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em relação à apresentação dos candidatos de Melhor Canção ao vivo durante a cerimônia do Oscar 2019 teria sido resultado de pressão de Lady Gaga. O site Deadline apurou que a cantora não gostou nada de saber que apenas ela e Kendrick Lamar cantariam durante a premiação e exigiu que os demais candidatos também tivessem esse direito. Inicialmente, os produtores pretendiam cortar as músicas para diminuir a duração da cerimônia. A ideia era trazer apenas as duas canções mais populares da lista como forma de atrair a audiência para a transmissão televisiva da premiação. Assim, estavam confirmadas apenas as apresentações de “Shallow”, tema de “Nasce Uma Estrela”, cantada por Lady Gaga e Bradley Cooper, e “All The Star”, tema de “Pantera Negra”, em interpretação de Kendrick Lamar e SZA. Gaga e seus representantes entraram em contato com os produtores do evento, Donna Gigliotti e Glenn Weiss, e comunicaram que a cantora não se apresentaria caso os outros indicados não fossem incluídos na cerimônia. Assim, nesta semana a Academia confirmou que Jennifer Hudson também vai cantar “I’ll Fight”, indicada pelo documentário “RBG”, sobre a juíza Ruth Bader Ginsburg. As outras músicas indicadas como Melhor Canção Original são “The Place Where the Lost Things Go”, cantada por Emily Blunt em “O Retorno de Mary Poppins”, e “When a Cowboy Trades His Spurs for Wings”, com interpretação de Tim Blake Nelson e Willie Watson em “A Balada de Buster Scruggs”. Elas também devem ser apresentadas ao vivo. A premiação do Oscar 2019 vai acontecer em 24 de fevereiro em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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  • Música

    Nicki Minaj vira rainha das trevas em novo clipe sombrio

    1 de fevereiro de 2019 /

    Nicki Minaj divulgou o clipe da música “Hard White”. E em vez de closes rebundantes, o vídeo surpreende com uma estética de metal gótico. Totalmente sombrio, traz a rapper coroada como rainha das trevas, em meio a dançarinos endemoniados, que se contorcem, mostram dentes e garras sob uma maquiagem branca contrabandeada de Marilyn Manson. O cenário de “American Horror Story” também inclui escorpiões desmembrados, freiras seminuas, velas flamejantes e corvos mortos com bicos sangrentos, enquanto Nicki Minaj desfila figurinos trevosos e um traje metálico de Jean Paul Gaultier, estilista referenciado na letra numa rima com “go cheer”. A música é do álbum “Queen” e ela reina absoluta em cena, com direito a coroa e trono dourado com entalhes de caveira, “customizado por Lagerfeld”, em meio à escuridão. A direção é de Mike Ho, que anteriormente trabalhou com a rival favorita da cantora, Cardi B – por sinal, o vídeo de “Ring” também tinha um visual cavernoso.

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  • Música

    Anitta e Kevinho inauguram a era dos remakes de videoclipes

    1 de fevereiro de 2019 /

    “Terremoto”, a parceria entre Anitta e Kevinho, ganhou clipe. E o curioso é que se trata de remake de outro clipe: feito para a música “I’m Still in Love With You”, de Sean Paul e Sasha, lançado em 2002. Com direção de João Papa, o vídeo teve a benção de Sean Paul, que autorizou as referências. E assim “Terremoto” pôde abalar as placas de paradigmas. Como as séries e filmes, clipes também passam a ter remakes. Claro que os fãs já gravam a si mesmos, há anos, imitando clipes de seus ídolos. Mas faltava uma produção oficial que assumisse a vontade de ser igual a quem veio antes. Uma fã famosa como Anitta para copiar o ídolo – até já esquecido, no caso. “Eu A-M-A-V-A esse clipe. A ideia surgiu porque planejamos esse lançamento há mais de um ano, mas sempre acontecia alguma coisa e precisávamos adiar. Demorou tanto para sair que decidimos fazer um remake (risos). Deu um trabalhão, mas ficou exatamente como queríamos. Espero que vocês gostem!”, disse Anitta em comunicado reproduzido por todo mundo. A cantora diz ter feito questão de reproduzir quadro a quadro as cenas da obra original de Director X (diretor também do sucesso “Work from Home”, do Fifth Harmony). Mas se são as mesmas cores, cenografia, figurino e detalhes coreográficos, por mais parecido que tenha ficado, a vibe resulta bem diferente. Simplesmente porque Anitta e Kevinho têm mais ginga que Sean Paul e Sasha, mesmo quando tentam repetir poses e passos do clipe original. Passa por funk/reggaton ser mais dançante que reggae tradicional. E isso se manifesta de forma ainda mais clara nas cenas que são exclusivas do vídeo nacional, gravadas fora do cenário inicial. Compare os dois vídeos abaixo.

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  • Filme,  Música

    Oscar 2019 confirma apresentação ao vivo dos candidatos a Melhor Canção

    31 de janeiro de 2019 /

    O Oscar 2019 terá apresentações musicais dos candidatos a Melhor Canção Original. Inicialmente, os produtores pretendiam cortar as músicas para diminuir a duração da cerimônia. A ideia era trazer apenas as duas canções mais populares da lista como forma de atrair a audiência para a transmissão televisiva da premiação. Assim, estavam confirmadas apenas as apresentações de “Shallow”, tema de “Nasce Uma Estrela”, cantada por Lady Gaga e Bradley Cooper, e “All The Star”, tema de “Pantera Negra”, em interpretação de Kendrick Lamar e SZA. Mas agora a Academia confirmou que Jennifer Hudson também vai cantar “I’ll Fight”, indicada pelo documentário “RBG”, sobre a juíza Ruth Bader Ginsburg. O anúncio oficial apontou uma mudança de planos. Segundo fontes da revista Variety, após confirmar Jennifer Hudson, a Academia deve incluir na cerimônia todas as cinco músicas indicadas. Ou sofrer muita pressão dos que se sentirem excluídos, especialmente se um deles vencer o Oscar da categoria. As outras músicas indicadas como Melhor Canção Original são “The Place Where the Lost Things Go”, cantada por Emily Blunt em “O Retorno de Mary Poppins”, e “When a Cowboy Trades His Spurs for Wings”, cantada por Tim Blake Nelson e Willie Watson em “A Balada de Buster Scruggs”. A premiação do Oscar 2019 vai acontecer em 24 de fevereiro em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Relembre abaixo as músicas indicadas.

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  • Música

    Clipe de Claudia Leitte erra o timing em homenagem a Michael Jackson

    30 de janeiro de 2019 /

    A cantora Claudia Leitte estava com saudade. Seu novo clipe entrelaça várias cenas de seu baú particular, de 18 anos de carreira, mas também reencena imagens conhecidas do clipe “brasileiro” de Michael Jackson, “They Don’t Care About Us”, gravadas em Salvador. “Minha infância foi em Salvador! Minhas raízes, meu lar! Eu sou o que sou porque cresci no Pelô, brincando de Sara, cantando Luiz, vendo Michael. É lá, com meus pés no chão. Sempre foi lá, com a cabeça no céu!”, disse a cantora, durante a divulgação. O timing é medonho, já que as denúncias de abusos de menores contra o cantor voltaram com força nos últimos dias, graças à première mundial de “Leaving Neverland”, documentário sobre suas vítimas, exibido no Festival de Sundance. A baiana “don’t care” e joga o baú para cima, misturando tudo, pois “Saudade” elogia o samba reggae com participação de um rapper (Hungria Hip Hop) e, onde se espera um refrão, embala um ô-ô-ô-ô de tema de Copa do Mundo/comercial da Coca-Cola. Enquanto isso, as imagens desse som recriam o figurino e as locações usadas por Spike Lee para estabelecer a Salvador turística de Michael Jackson. Já é carnaval, aparentemente. A direção do vídeo é do publicitário Chico Kertész, que em 2016 realizou o documentário “Axé: Canto do Povo de um Lugar”. Repare na homenagem abaixo.

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  • Música

    Clipe clássico de O Rappa é revisitado em homenagem à Marcelo Yuka

    30 de janeiro de 2019 /

    O clipe clássico de “Minha Alma (A Paz que Eu Não Quero)”, um dos primeiros registros da banda O Rappa, foi revisitado por um dos integrantes da equipe que produziu o vídeo, em homenagem ao músico Marcelo Yuka, morto no dia 18 de janeiro, aos 53 anos. Luciano Vidigal, diretor do grupo Nós do Morro e que trabalhou como assistente de direção do clipe original, recriou o vídeo com seu parceiro Fernando Barcellos, trazendo o ator Ramon Francisco para cantar/narrar a letra de Yuka, numa versão acústica da canção. Ramon interpretou o garotinho Gigante no clipe original, dirigido pelos cineastas Kátia Lund e Breno Silveira antes de ficarem famosos – ela por “Cidade de Deus” (2002), ele por “2 Filhos de Francisco” (2005). A participação do ator como adulto contrasta com a imagem do menino que ele era no ano 2000, em cenas intercaladas no vídeo. Desde que apareceu do clipe do Rappa, Ramon esteve no filme “Cidade de Deus”, teve papéis em “Malhação” e na série “Sob Pressão”. Vale destacar que outro integrante de “Cidade de Deus” também teve participação importante no vídeo original: Jonathan Haagensen, que atualmente pode ser visto nas séries “Ilha de Ferro” e “O Mecanismo”. Além de projetar os envolvidos em sua produção, o clipe de “Minha Alma” ajudou a transformar o verso “paz sem voz não é paz, é medo” em bandeira de protestos sociais no Brasil. Veja abaixo a homenagem e relembre o clipe original – com o visual de “pirata” que é cortesia da Warner, responsável por disponibilizar imagens de baixíssima qualidade como “vídeo oficial”.

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  • Música

    Sam Smith é assombrado por hologramas em seu novo clipe

    30 de janeiro de 2019 /

    Sam Smith divulgou o clipe de “Dancing With a Stranger”, sua parceria com a cantora Normani. O vídeo mostra os dois em um grande casa modernista, assombrados por hologramas de relacionamentos casuais. O cantor e a ex-Fifth Harmony são assediados pelas imagens incorpóreas, enquanto lembram, com semblante triste, de uma noitada em que tentaram superar um amor antigo. “Olha o que você me fez fazer/ Estou com alguém novo/ Oh, baby, baby/ Dançando com um estranho”, cantam no refrão. “Escrevi [a música] na turnê ‘The Thrill Of It All’ no ano passado. Para mim, ela engloba tudo o que eu estava sentindo enquanto fazia malabarismos com minha vida pessoal e em turnê. É um momento lindo para mim, por eu ser um grande fã de Normani, e por tudo o que ela significa para mim. Estou muito animado para ver sua luz brilhar. Espero que todos gostem de ouvir essa música tanto quanto eu”, declarou Smith sobre o lançamento. Ele vai se apresentar no Brasil em abril como uma das principais atrações do Lollapalooza. O vídeo tem direção de Vaughan Arnell, que virou especialista em clipes de aspirantes à vaga de novo George Michael do pop britânico. Além de Sam Smith, ele também dirigiu trabalhos recentes de Robbie Williams, James Blunt, John Newman e Olly Murs, sem esquecer do último vídeo de… George Michael.

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  • Filme,  Música

    Diretor demitido vai ganhar US$ 40 milhões de bônus pelo sucesso de Bohemian Rhapsody

    30 de janeiro de 2019 /

    O sucesso de “Bohemian Rhapsody” vai deixar Bryan Singer milionário, graças aos termos de seu contrato com o estúdio 20th Century Fox. De acordo com apuração da revista The Hollywood Reporter, Singer vai receber um “bônus” de US$ 40 milhões pelo desempenho do longa nas bilheterias. Apesar de ter sido demitido duas semanas antes do final das filmagens e substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), o contrato do diretor estabelecia uma compensação extra caso o filme atingisse algumas metas. “Bohemian Rhapsody” superou os US$ 800 milhões de faturamento mundial e se tornou a cinebiografia musical mais bem-sucedida de todos os tempos, além de ter vencido o Globo de Ouro – não como musical, mas na categoria de drama. Singer foi dispensado da produção graças a supostos conflitos com a equipe e o elenco, provocados por atrasos, sumiços e outros comportamentos pouco profissionais do cineasta. Segundo boatos, uma briga entre Singer e o ator Rami Malek, intérprete de Freddie Mercury, foi tão grave que o diretor jogou um adereço do cenário no ator. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. A tensão nos bastidores foi exposta quando Singer não voltou para o trabalho após o feriado do Dia de Ação de Graças em 2017. O diretor alegou que enfrentava problemas com doença na família e pediu para só retomar as filmagens após os feriados de fim de ano, mas a Fox optou por dispensá-lo e contratar um substituto para encerrar a produção. O nome de Singer gerou ainda mais desgaste para o estúdio com o ressurgimento de novas denúncias contra ele, envolvendo sexo com menores de idade. O diretor se defendeu das acusações publicadas na semana passada pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Anteriormente, Singer foi alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Apesar da demissão e das polêmicas, Singer sai fortalecido com o sucesso de “Bohemian Rhapsody” nas bilheterias e no Oscar 2019, onde o longa foi indicado a cinco prêmios, incluindo melhor filme. Ele também foi garantido pelo produtor Avi Lerner à frente da adaptação dos quadrinhos de “Red Sonja”, pelo qual assinou outro contrato milionário.

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  • Música,  Série

    Peter Jackson desenvolve documentário sobre os bastidores do último disco dos Beatles

    30 de janeiro de 2019 /

    O diretor Peter Jackson, das trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, dirigirá um documentário sobre a gravação do último álbum dos Beatles, “Let It Be”. Ele teve acesso a quase 55 horas de filmagens inéditas dos bastidores da produção, segundo anunciou nesta quarta-feira (30/1) a gravadora Universal Music. As filmagens foram realizadas entre 2 e 31 de janeiro de 1969 por Michael Lindsay-Hogg e renderam um documentário famoso, também chamado “Let It Be”, que culmina no lendário show dos Beatles no terraço do escritório do estúdio de gravação da Apple em Savile Row. A apresentação está completando 50 anos nesta semana. O filme original foi lançado junto do disco em 1970, meses depois de o grupo se separar. Mas muito material ficou de fora e as cenas contam uma história rica e muito diferente do que a maioria dos fãs imagina. “É simplesmente um tesouro histórico incrível”, afirmou Jackson, no comunicado oficial do projeto. “Há momentos de drama, mas não há nada das desavenças às quais este projeto sempre foi associado. Olhar John, Paul, George e Ringo trabalhar juntos, criando o que são agora já clássicos, do nada, não é só fascinante, é divertido, inspirador e surpreendentemente íntimo”. “É como ter uma máquina do tempo que nos transportasse a 1969. Pudemos nos sentar em uma cadeira do estúdio e simplesmente ver estes quatro amigos fazendo música juntos”, completou. Ainda sem título, o documentário está em fase de produção e conta com o total cooperação de Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono Lennon e Olivia Harrison, segundo a gravadora. Jackson trabalhará com os mesmos parceiros de seu documentário sobre a 1ª Guerra Mundial “They Shall Not Grow Old”, a produtora Clare Olssen e o editor Jabez Olssen, e serão utilizadas as mesmas técnicas surpreendentes de restauração de imagens para dar ao filme uma aparência de produção atual. Não há previsão para o lançamento.

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  • Música,  Série

    Minissérie documental sobre a banda Wu-Tang Clan ganha primeiro trailer

    28 de janeiro de 2019 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o trailer de “Of Mics and Men”, minissérie documental sobre a banda de hip-hop Wu-Tang Clan. Originalmente concebida como um documentário tradicional, a produção foi adquirida pelo Showtime na semana passada, na véspera de sua première mundial no Festival de Sundance. Dirigida por Sacha Jenkins, cuja relação com o grupo remonta ao início dos anos 1990 – quando editava um dos primeiros zines do hip-hop, Beat Down – , a obra revisita a carreira da banda, que comemora 25 anos do lançamento de seu primeiro álbum, o clássico “Enter the Wu-Tang (36 Chambers)”. Combinando entrevistas íntimas e reflexivas de cada um dos nove membros vivos da banda – RZA, GZA, Inspectah Deck, Raekwon the Chef, U-God, Ghostface Killah, Method Man, Masta Killa e Cappadonna -, com imagens de arquivo e cenas de shows, a minissérie vai contar como uma dezena de amigos de infância se uniram para superar a pobreza e a violência de seus bairros por meio da música, assim como mostrar a difícil convivência após o estrelato e o destino trágico de Ol’ Dirty Bastard. Ainda não há previsão de estreia. E vale lembrar que, além dessa produção, a carreira do Wu-Tang Clan também vai virar uma série de ficção, atualmente em desenvolvimento para a plataforma Hulu, com produção do cineasta Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”).

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  • Música

    Vidro aguenta as pedradas e lidera bilheteria dos EUA pelo segundo fim de semana

    27 de janeiro de 2019 /

    “Vidro” não se estilhaçou e manteve a liderança da bilheteria em seu segundo fim de semana de exibição nos Estados Unidos e Canadá. O longa arrecadou US$ 19 milhões entre sexta e domingo (27/1), chegando ao total de US$ 73M (milhões) no mercado doméstico. O baixo orçamento, na casa dos US$ 23M, significa que a produção já é lucrativa. O que é uma boa notícia para o diretor Night M. Shyamalan, pois todo o filme foi financiado por ele mesmo, aguentando pedradas sem misericórdia da crítica, com apenas 36% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Em 2º lugar, a dramédia “Amigos para Sempre”, remake americano de “Intocáveis”, também manteve a mesma posição da semana anterior. O longa estrelado por Kevin Hart faturou mais US$ 12 milhões para atingir US$ 63,1M na América do Norte, mas ainda não cobriu seu orçamento, estimado em US$ 37,5 milhões, e vai precisar do público internacional para empatar as despesas. E aí reside o problema, já que esta é a terceira versão da mesma história e o original foi um maiores sucessos mundiais recentes do cinema francês entre o público que lê legendas. No Brasil, onde foi lançado em 17 de janeiro, não entrou nem no Top 10. Surpresa da semana passada, “Dragon Ball Super: Broly” desabou para o 10º lugar do ranking norte-americano, após abrir em 3º. Com isso, “Aquaman” voltou ao Top 3. O longa do super-herói marinho fez mais US$ 7,3M, que o ajudou a atingir US$ 1,09B mundiais e bater o recorde de arrecadação de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), virando a adaptação de maior bilheteria da DC Comics em todos os tempos. As más notícias começam em 4º lugar, pois as estreias de sexta (25/1) não tiveram um desempenho tão bom. “O Menino Que Queria Ser Rei”, versão infantil da lenda do Rei Arthur passada nos dias de hoje, fez apenas US$ 7,2 milhões em seu 1º fim de semana. A crítica aprovou, com 86% no Rotten Tomatoes, mas o longa protagonizado pelo filho de Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”) vai precisar fazer mágica no exterior. O lançamento no Brasil acontece na quinta (31/1). Já “Calmaria” foi por água abaixo, abrindo em 8º lugar com apenas US$ 4,8M. Trata-se de recorde negativo para Anne Hathaway: pior bilheteria de estreia da carreira da atriz. O noir tropical, que também é estrelado por Matthew McConaughey (que já fez coisa pior), também foi torpedeado pela crítica, afundando com 22% de aprovação. Chega nos cinemas brasileiros em 28 de fevereiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: US$ 73,5M Total Mundo: US$ 162,6M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 63,1M Total Mundo: US$ 69,2M 3. Aquaman Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 316,5M Total Mundo: US$ 1B 4. O Menino que Queria Ser Rei Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 7,2M Total Mundo: US$ 10,4M 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 169M Total Mundo: US$ 338,1M 6. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA e Canadá: US$ 49M Total Mundo: US$ 59,3M 7. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 30,8M Total Mundo: US$ 41,3M 8. Calmaria Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 4,8M Total Mundo: US$ 4,8M 9. Escape Room Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 47,9M Total Mundo: US$ US$ 76,4M 10. Dragon Ball Super: Broly Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 28,9M Total Mundo: US$ 98,8M

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