Eminem retoma a carreira com clipe baseado em teoria matemática
Eminem divulgou seu primeiro clipe em dois anos, que integra o disco “Revival”, lançado quase cinco após “The Marshall Mathers LP 2” (2013). E esta primeira música de trabalho assume a crise criativa e existencial que atormentou o rapper no espaço entre os lançamentos. Ao contrário dos tradicionais raps arrogantes e megalômanos – eu sou o maior, o melhor, o mais mais – , “Walk On Water” é uma confissão de humildade. Sozinho num palco, com uma luz celestial pousada sobre o microfone no momento em que se ouve a voz de Beyoncé entoar o refrão gospel, Eminem explica sua vacilação, medos, luta contra vícios, insignificância e confessa sua surpresa por ter chegado tão longe, enquanto outros ficaram pelo caminho – e a câmera acelerada ilustra o texto com as mudanças de figurino de sua carreira, além de um holograma do falecido rapper Proof. Repleto de efeitos visuais, o clipe também destaca uma cena em que diversas cópias de Eminem datilografam incansavelmente letras aleatórias para demonstrar uma famosa teoria matemática. Trata-se do teorema do macaco infinito, de Émile Borel, que postula que um macaco que toca teclas aleatoriamente num máquina de escrever por um período de tempo infinito seguramente digitará alguma frase que faça sentido. E, ao final do clipe, Eminem levanta com uma folha de papel datilografada para apresentar com orgulho a letra de “Stan”, um de seus maiores sucessos.
Diretores de Bom Comportamento assinam novo clipe de Jay-Z
O rapper Jay-Z lançou três novos clipes do disco “4:44”. O mais curto e mais bem produzido é “Marcy Me”, que acompanha o cotidiano noturno de um bairro de periferia, sob a perspectiva de pilotos de helicóptero de polícia e de um menino que corre pelas ruas. A direção é dos irmão Ben e Josh Safdie, diretores do ótimo thriller “Bom Comportamento”. Bem mais dramático, “Smile” conta uma história de amor proibido passada anos 1970, trazendo a perspetiva da mãe de Jay-Z, Gloria Carter. Foi escrito e realizado pelo canadense Miles Jay, que ficou conhecido pelo seu trabalho no videoclipe “River”, de Leon Bridges, e mostra como duas mães se apaixonam e sofrem por precisar negar o seu amor. Apesar do título, há muitas lágrimas. As atrizes Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”) e Isi Laborde (“Return to Montauk”) protagonizam a história e Gloria Carter aparece na última cena lendo um poema. Por fim, “Legacy” não é bem um clipe, já que quase não tem música. Trata-se de um curta passado na prisão, dirigido por Jeymes Samuel (do terror “They Die by Dawn”) que reúne diversos astros famosos. Susan Sarandon (“Perfeita É a Mãe 2”) é a diretora do estabelecimento e os prisioneiros incluem Ron Perlman (série “Sons of Anarchy”), Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Edi Gathegi (“The Blacklist: Redemption”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”) e Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”).
Dominic Frontiere (1931 – 2017)
Morreu Dominic Frontiere, compositor de temas clássicos de séries televisivas, como “Quinta Dimensão”, “A Noviça Voadora” e “Patrulha do Deserto”. Ele faleceu aos 86 anos na quinta-feira (21/12) em Tesuque, Minnesota, mas só agora a notícia chegou à imprensa americana. Frontiere marcou época como compositor televisivo entre os anos 1960 e 1980, sendo responsável por centenas de horas de músicas inesquecíveis. Além de trabalhar em séries, ele também criou trilhas para muitos filmes do período. A carreira do músico, nascido em Connecticut em 17 de de junho de 1931, incluiu ainda passagens pela big band de Horace Heidt, no final da década de 1940, e um disco solo cultuadíssimo de 1959, “Festival Pagano”, considerado um clássico do gênero conhecido como exotica. Ele se mudou para Hollywood no início da década de 1950, ao ser contratado por Alfred Newman, então diretor musical da 20th Century Fox, para trabalhar como músico na orquestra do estúdio. Os dois forjaram grande amizade e Newman incentivou Frontiere a começar a compor no começo dos anos 1960. Ao fazer sua terceira trilha, para a comédia “Eu, Ela e o Problema” (1961), Frontiere encontrou outro parceiro importante, o roteirista e produtor Leslie Stevens, que em 1962 o convocou para compor o tema de sua primeira produção televisiva: o western “Stoney Burke”, estrelado por Jack Lord (o futuro Steve McGarrett de “Havaí 5-0”). Mas foi a segunda série da parceria, “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), que determinou o rumo da carreira do compositor. A música da abertura era bastante experimental, criando “white noise” e ambiências para sugerir que a TV estava fora do ar – “Não há nada de errado com sua TV”, alertava a narração – , alimentando um clima crescente de mistério e tensão. Vieram outras séries que ajudaram a definir a época, como “Os Invasores”, “Noviça Voadora”, “Patrulha do Deserto”, “Cavalo de Aço”, “Que Garota”, “Os Audaciosos”, “O Imortal”, “Missão Heroica”, “Controle Remoto” e “Vega$”. Ele também compôs a trilha do western “A Marca da Forca” (1968), primeiro western americano de Clint Eastwood, e conseguiu a proeza de manter o nível estabelecido por Ennio Morricone na trilogia spaghetti do ator. A façanha fez com que John Wayne o convidasse a orquestrar seu especial televisivo de cunho patriótico, “Swing Out, Sweet Land” (1970), que rendeu um Emmy para Frontiere e uma nova amizade importante em sua carreira. A parceria acabou se estendendo a mais três filmes de Wayne: “Chisum, Uma Lenda Americana” (1970), “Os Chacais do Oeste” (1973) e “A Morte Segue Seus Passos” (1975). O compositor continuou fazendo trilhas diversas para filmes de ação e comédia e até venceu o Globo de Ouro pela música do cultuadíssimo thriller “O Substituto” (1980), de Richard Rush. Mas sua trajetória foi bruscamente interrompida em 1986, quando foi sentenciado a um ano de prisão por sonegação fiscal, efeito colateral de seu casamento com a enrolada proprietária do time de futebol americano Los Angeles Rams. Além de trilhas de cinema, ele também produziu discos de Gladys Knight, Dan Fogelberg, Chicago e The Tubes, até encerrar a carreira com a composição do filme “A Cor da Noite” (1994), que lhe rendeu nova indicação ao Globo de Ouro. Relembre abaixo 15 temas e trilhas da carreira de Dominic Frontiere.
A Escolha Perfeita 3 é demolida pela crítica em sua estreia nos Estados Unidos
Um foi pouco, dois foi bom, mas três parece ter sido demais para a franquia “A Escolha Perfeita”. O terceiro filme da saga colegial musical chegou aos cinemas americanos na sexta-feira (22/12) sob o impacto de críticas demolidoras. A produção do estúdio Universal contabiliza apenas 29% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Isto é menos da metade da cotação do segundo filme, que foi recebido com aval de 65% da crítica norte-americana. E vale lembrar que o primeiro foi uma unanimidade, com 80% de resenhas positivas. Além de ser considerada a comédia mais fraca das três, “A Escolha Perfeita 3” também foi taxada de imatura, pela falta de crescimento pessoal de cada uma das personagens. Para as poucas avaliações positivas, salva-se a atriz Rebel Wilson e sua personagem divertida, Fat Amy. “‘A Escolha Perfeita 3’ parece um bis que ninguém pediu”, escreveu o célebre crítico Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times. “Estas são presumivelmente mulheres jovens adultas – a maioria das atrizes principais já tem 30 anos – , mas continuam a lutar com problemas típicos de quem 18 anos de idade. Assim, quando elas finalmente tomam o palco, é difícil se importar”, avaliou Peter Hartlaub, do jornal San Francisco Chronicle. “É exatamente o mesmo filme, repetido outra vez, mais uma vez, até o final dos tempos”, fuzilou Moira MacDonald, do Seattle Times “O filme desafina todo o conceito que funcionou no original”, lamentou Susan Wloszczyna, do Washington Post. “Serve como lembrete forçado, horroroso e sem sentido de que cada sucesso moderado deve ser convertido, pela lógica comercial de Hollywood, num caça-níquel sem alma”, completou Justin Chang, do Los Angeles Times. “Qualquer charme que os primeiros filmes possuíam (e era considerável graças ao talentoso elenco), foi irremediavelmente perdido nesta sequência sem alma”, decretou Frank Scheck, da revista The Hollywood Reporter. “O show acabou”, resumiu Brian Truitt, de USA Today. Detalhe: a estreia no Brasil sumiu do cronograma da distribuidora, que lançou o último trailer legendado em setembro.
Katy Perry vai de Maria Antonieta a Joana D’Arc em clipe que ataca a cultura do assédio
Katy Perry lançou seu novo clipe, “Hey Hey Hey”, em que acorda na França pré-revolucionária do século 18 para viver um pesadelo das mulheres do século 21. Encarnando uma Maria Antonieta pós-moderna, com uma peruca gigante, muito poá, camareiras solícitas, espartilho e a respectiva dieta para caber no modelito, Katy se arruma toda para ser assediada por um príncipe nada encantado. E enquanto não usa o smartphone para se distanciar de seu destino, imagina-se como Joana D’Arc enfrentando injustiças, da dieta opressora ao homem-porco que irá decapitá-la se ela não se sujeitar a seus desejos. O visual de glacê pop evoca o filme “Maria Antonieta”, mas o intertexto é puro Harvey Weinstein, com um refrão que provoca a cultura do assédio: “Você pensa que eu estou rachando, mas você não pode me quebrar”. A direção é de Isaac Rentz, responsável por vários clipes da boy band australiana 5 Seconds of Summer, e que este ano estreou no cinema com a comédia “Noite de Abertura”.
Planet Hemp disponibiliza documentário sobre os 20 anos de sua prisão
A banda Planet Hemp disponibilizou nessa sexta-feira (22/12) um documentário em curta-metragem para marcar os 20 anos de prisão de seus integrantes, que aconteceu em novembro de 1997, após um show para 7 mil pessoas em Brasília. Com direção e roteiro por Matias Maxx (cinematógrafo de “Sou Feia Mas Tô na Moda”) e direção de arte e edição a cargo de Felipe Benoliel (“Ouro Negro”), o curta monta uma linha do tempo com imagens de reportagens e shows, contando a repressão sofrida pelo grupo, acusado de fazer apologia às drogas, ao cantar músicas em favor da descriminalização da maconha no Brasil. Além da prisão, que durou cinco dias, a banda teve vários shows cancelados e CDs recolhidos, alimentando um debate sobre a liberdade de expressão e a política de drogas em um país recém-saído da ditadura. A repercussão do caso acabou servindo de combustível para o surgimento das chamadas Marchas da Maconha, passeatas que pedem a legalização da droga. Elas também foram proibidas e violentamente reprimidas, até a discussão chegar ao STF, que declarou sua legitimidade em 2011, em uma audiência histórica, na qual a prisão do Planet Hemp foi citada como uma “interferência brutal do processo de produção intelectual e artística”. Planet Hemp também ganhou um filme em longa-metragem, “Legalize já”, de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que dramatiza com atores a origem da banda. A produção foi premiada na Mostra de São Paulo 2017 e estreia em fevereiro nos cinemas do Brasil. Por enquanto, fique com o curta que recorda o momento mais polêmico da trajetória da banda.
Diretor de Logan participou em sigilo de refilmagens de O Rei do Show
A revista Variety revelou que o diretor James Mangold foi convocado a ajudar seu velho amigo Hugh Jackman nos bastidores de “O Rei do Show”, novo longa estrelado pelo astro de “Logan”. Ele teria sido chamado em sigilo para supervisionar a produção e refilmar algumas cenas cruciais, após a 20th Century Fox se mostrar preocupada com o fato de o diretor Michael Gracey se mostrar intimidado pelo tamanho do filme. Gracey, que está fazendo sua estréia no cinema, tem um extenso currículo de trabalhos publicitários, mas, segundo a Variety, teve dificuldades para se ajustar à pressão de comandar um filme orçado em US$ 84 milhões. Prevendo problemas, a Fox estabeleceu contratualmente que ele poderia ser acompanhado por um cineasta veterano no processo de pós-produção. Além de realizar refilmagens, Mangold também ajudou a editar o longa. Mas, curiosamente, seu nome aparecerá no filme entre os produtores executivos. Além de créditos de produção, ele recebeu um salário de sete dígitos por suas contribuições. Uma fonte ouvida pela revista, porém, contesta a versão de que Gracey teria perdido o controle da produção. Esta fonte afirma que o diretor original completou toda a filmagem principal dentro do cronograma, e depois ainda acompanhou o trabalho de Mangold. Desta forma, a contribuição do “substituto”, embora extensa, foi bastante colaborativa, quase como uma consultoria. Vale lembrar que o filme só existe por causa de Gracey, que lutou por mais de cinco anos para que “O Rei do Show” recebesse sinal verde da Fox. Ele conheceu Jackman no set de um comercial de chá em 2010, e desde então mantinha o objetivo de fazer o musical com o ator. A escolha por Mangold para completar o trabalho se deu por o cineasta ter dirigido “Johnny & June” (2005), que tinha elementos musicais, e por sua longa associação com Jackman. Os dois trabalharam juntos em três filmes: “Logan” (2017), “Wolverine – Imortal” (2013) e “Kate & Leopold” (2001). Segundo a Variety, a aprovação do filme, em testes de audiência, teria melhorado após a incorporação das cenas refilmadas. “O Rei do Show” acabou conquistando nota A no CinemaScore, pesquisa que registra a opinião do público, mas dividiu a crítica, com apenas 50% de aprovação. Mesmo assim, recebeu três indicações ao Globo de Ouro 2018. Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum (papel de Hugh Jackman), empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por apresentar freaks – anões, mulher barbada, etc – como se fosse um espetáculo. Ele também criou um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e bichos exóticos, que revolucionou os shows circenses – e o maltrato aos animais. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A história é transformada num musical alegre, ao mesmo tempo revisionista e anacrônico, e com composições inéditas de Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”. O elenco ainda inclui Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Zac Efron (“Baywatch”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) e Keala Settle (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”). O filme entrou em cartaz nesta quinta-feira (21/12) no Brasil.
Luke Skywalker vira rapper e viraliza em clipe-paródia hilário com cenas de O Império Contra-Ataca
Uma nova paródia de “Star Wars” do canal do YouTube Bad Lip Reading (BLR) se tornou sensação viral. O vídeo recria a batalha de Hoth, do clássico “O Império Contra-Ataca”, como um clipe de rap, editando as cenas do filme de 1980 para sugerir que Luke Skywalker e os pilotos rebeldes estão cantando a música “Hostiles on the Hill”, em meio ao ataque contra as forças imperiais. A letra reflete a trama. E é tudo feito de forma tão profissional que é impossível não ficar de queixo caído e sorriso aberto, especialmente pelo final zumbi. Ninguém sabe quem é o responsável pelo BLR, especializado em dublagens insólitas de cenas de filmes, séries e eventos, mas circula um rumor de que se trata de uma figura conhecida da produção musical. O canal tem mais de 6 milhões de seguidores e o clipe de “Hostiles on the Hill” foi visto mais de 800 mil vezes em 48 horas. E não adianta pesquisar de onde vem a música, porque, apesar de soar como um hip-hop das antigas, ela é inédita e foi criada para acompanhar o vídeo pelos misteriosos donos do canal. O curioso é que a projeção foi tanta que “Hostiles on the Hill” está ganhando um lançamento como single digital no iTunes. Assim, o que era brincadeira começa a virar projeto musical sério. Fãs de “Star Wars” já conheciam o canal pela zoação em cima da franquia. Há vários clipes musicais com Luke e companhia, mas nenhum tão contagiante. Além disso, o BLR já contou até com participação vocal do próprio Mark Hamill numa zoação em cima de “Star Wars: O Despertar da Força”, na qual ele dublou a voz de… Han Solo! Por sinal, este vídeo é o maior sucesso do canal, com mais de 8,7 milhões de visualizações. Confira abaixo o clipe e se entregue à força do hip-hop de Luke Skywalker. Ah, sim, na época de “O Retorno de Jedi”, havia um rapper chamada Luke Skyywalker. Era o pseudônimo de Luther Campbell, líder do grupo 2 Live Crew, dono também da Luke Skyywalker Records e alvo de um processo de George Lucas.
Governo carioca pega carona no novo clipe de Anitta para fazer campanhas de trânsito e saúde
O governo do estado do Rio de Janeiro aproveitou a enorme popularidade do novo clipe de Anitta para chamar atenção para alguns detalhes que não renderam a mesma polarização das bundas nas redes sociais – com ou sem celulites. O Detran carioca elogiou Anitta por servir de bom exemplo. Após criticar o apresentador Luciano Huck por publicar vídeo na garupa de uma moto sem capacete, o Twitter do órgão de trânsito publicou um trecho do clipe “Vai Malandra” em que a cantora pega carona num moto-táxi e não se esquece do assessório de segurança. “Malandra que é malandra só vai de capacete”, elogiou o tuíte, que ainda usou a hashtag #SejaEssaPessoa. Já a Secretaria de Saúde chamou a atenção para a água parada sobre a laje onde o clipe foi gravado, ideal para a proliferação de mosquitos. “Tu tá louca?! Não dá mole pra dengue, zika e chikungunya!”, criticou o Twitter da Secretaria da Saúde. Em outro tuíte, ilustrado pela foto da cantora refletida no espelho d’água da lage no Morro do Vidigal, a Secretaria frisou: “Malandro mesmo é o aedes aegypti, que, enquanto você curte distraído o novo hit da Anitta, ele aproveita essa água parada para se reproduzir”. Veja abaixo como Anitta se tornou importante para salvar o Rio de Janeiro. Anitta para governador em 2018? Malandra que é malandra só vai de capacete. #VaiMalandra #SejaEssaPessoa pic.twitter.com/rWdOFDJFjL — Detran-RJ (@DetranRJ) 18 de dezembro de 2017 Malandro mesmo é o Aedes aegypti, q, enquanto vc curte distraído o novo hit da @Anitta, ele ta aproveita essa água parada pra se reproduzir. Se liga: combatendo o mosquito, você cuida da sua saúde! Bora manter a menor taxa de mortalidade por dengue no RJ desde 2005! #VaiMalandra pic.twitter.com/8tc5TBLyS9 — Conexão Saúde RJ (@SaudeGovRJ) December 19, 2017
O Rei do Show: Vídeo de bastidores mostra Hugh Jackman rompendo pontos cirúrgicos para cantar
A Fox divulgou um vídeo de bastidores de “O Rei do Show”, que mostra como Hugh Jackman desobedeceu ordens médicas e arrebentou pontos cirúrgicos ao cantar a plenos pulmões num ensaio da produção. Conforma o ator e o diretor explicam, ele tinha acabado de realizar uma operação para eliminar um câncer de pele no nariz, e o combinado era que apenas atuaria no ensaio, mas acabou se entusiasmando. O resultado pode ser visto abaixo. Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum (papel de Jackman), empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, que revolucionou os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A história é transformada num musical alegre com composições inéditas de Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”, e direção de Michael Gracey, que faz sua estreia no cinema após se destacar na publicidade. O elenco também inclui Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Zac Efron (“Baywatch”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) e Keala Settle (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”).
Hugh Jackman, Zac Efron e Zendaya cantam em comercial ao vivo de O Rei do Show
A Fox inovou com o marketing de “O Rei do Show”, exibindo um comercial ao vivo do filme na TV americana. A transmissão aconteceu na noite de domingo (17/12), durante um intervalo do especial natalino “A Christmas Story Live”, outra produção apresentada ao vivo. Disponibilizado também no Facebook, o evento juntou as estrelas do filme, Hugh Jackman (“Logan”), Zac Efron (“Baywatch”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Keala Settle (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”) cantando uma das músicas da trilha sonora, “Come Alive”, em meio a 150 dançarinos nos estúdios da Warner Bros em Burbank. Confira abaixo, com direito a problemas de equalização do som – Settle mais estridente que os demais – , mas coreografia contagiante. O elenco também inclui Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”). Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum, empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, que revolucionou os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A história é transformado num musical alegre com composições inéditas de Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”, e direção de Michael Gracey, que faz sua estreia no cinema após se destacar na publicidade. A estreia está marcada para 25 de dezembro.
Anitta requebra e provoca em clima de baile funk no clipe de Vai Malandra
Anitta lançou seu aguardado clipe de “Vai Malandra”, gravado na comunidade do Vidigal em agosto. O vídeo mostra a cantora requebrando o bumbum (como diz a letra) com celulite, sobre um moto-táxi e num biquíni de fita isolante, ao som de um funk eletrônico e pesadão. E funk é realmente o que ela faz melhor. “Tive a oportunidade de mostrar minhas origens neste clipe. Um pouco do que eu mesma curtia e onde eu morava. O bronze na laje, o baile funk, o mototaxi e a alegria, claro. O clipe é pra cima, cheio de vida. O funk mora em mim e faz parte de quem eu sou”, ela afirmou antes do lançamento. A música é resultado de uma parceria com o grupo de música eletrônica Tropkillaz, do Dj Yuri Martins e Mc Zaac, e inclui batidas de samba, que traduzem para turistas o sincretismo do pop brasileiro moderno. E com direito a visita de gringo, o rapper americano Maejor. O lançamento marca o fim do projeto ChequeMate em 2017, em que Anitta prometeu divulgou uma música e um clipe novos por mês. Este evento virtual foi uma brilhante ideia de marketing, que a deixou em evidência por meses a fio. Mas escorregou no detalhe final. O clipe repleto de bumbums é típico de seu diretor, o americano Terry Richardson, conhecido por despir suas modelos em clima provocante – foi ele quem gravou Miley Cyrus nua em “Wrecking Ball”. Mas entre as gravações e a estreia do clipe, Richardson foi envolvido nos escândalos sexuais que sacodem Hollywood. Acusado de abuso sexual e chamado de “o Harvey Weinstein da moda” pelo jornal britânico The Times, perdeu diversos contratos com grifes de luxo e foi banido das publicações de moda que utilizavam seus serviços como fotógrafo. “Vai Malandra” pode ter sido seu último trabalho.
Zendaya canta música do filme O Rei do Show
A Fox divulgou um clipe da trilha de “O Rei do Show” (The Greatest Showman), em que a atriz Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) demonstra seus talentos vocais. Ela interpreta uma trapezista no musical, que é passado no mundo do circo, e canta “Rewrite the Stars”. O vídeo registra a gravação e o clima dos bastidores. O filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum, empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, que revolucionou os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A prévia mostra que o filme deixará a parte controversa – dos animais – de lado, concentrando-se no show de talentos produzido por Barnum (vivido por Hugh Jackman), que originou o showbusiness moderno. A produção tem grande elenco e ainda destaca Zac Efron (“Baywatch”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”). Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme tem direção de Michael Gracey, que fará sua estreia no cinema após se destacar na publicidade, além de músicas dos compositores Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”. A estreia está prevista para 25 de dezembro.











