Spice Girls vão voltar ao cinema como desenho animado
A Paramount anunciou o desenvolvimento de um novo filme das Spice Girls, desta vez em formato de animação. O estúdio conta com o envolvimento das cinco integrantes do grupo feminino, inclusive Victoria Beckham, que não participa da nova turnê musical das Spice Girls. “Elas tiveram uma ideia e foram desenvolvendo. Estão muito envolvidas”, explicou a presidente da Paramount Animation, Mireille Soria, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. A animação vai trazer os hits conhecidos do grupo, mas também incluirá músicas inéditas – logicamente, será acompanhada por um disco de trilha sonora. O roteiro está a cargo de Karen McCullah e Kirsten Smith, dupla que trabalhou junta na famosa comédia “Legalmente Loira” (2001). Este será o segundo longa-metragem das cantoras inglesas. O anterior foi “O Mundo das Spice Girls”, lançado em 1997, no auge da popularidade do quinteto que popularizou a expressão “girl power” no mundo inteiro. O novo lançamento está previsto para 2020.
Elton John e Taron Egerton cantam juntos em clipe de música de Rocketman
O cantor Elton John divulgou em sua página no YouTube o clipe da música “(I’m Gonna) Love Me Again”, que ele canta com o ator Taron Egerton, seu intérprete no filme “Rocketman”. A faixa foi composta especialmente para a trilha do longa-metragem e o clipe é repleto de cenas da cinebiografia, atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, combinadas com imagens de arquivo do próprio Elton John, além de incluir animações e cenas do cantor e do ator em estúdio, nos bastidores da gravação. Taron Egerton surpreendeu no filme ao cantar as músicas do ídolo pop, em vez de apenas dublá-las como fez Rami Malek em “Bohemian Rhapsody”. A parceria na gravação de “(I’m Gonna) Love Me Again” é um reconhecimento do músico ao esforço e talento do ator. Por sinal, os dois já cantaram várias vezes juntos ao vivo desde que “Rocketman” começou a ser divulgado pela Paramount – inclusive durante a première mundial no Festival de Cannes.
Miley Cyrus vira Ashley O em clipe de sua personagem da série Black Mirror
A Netflix divulgou o clipe de “On a Roll”, o hit de Ashley O, personagem interpretada por Miley Cyrus em um dos episódios de “Black Mirror”. A musiquinha descartável, por incrível que pareça, é uma versão de “Head Like a Hole”, da banda de rock industrial Nine Inch Nails. O criador de Black Mirror, Charlie Brooker, diz que o líder da banda, Trent Reznor, gostou da nova versão. “Ele quis ver o roteiro do episódio, e eu reescrevi a letra para parecer algo feliz. Ele ficou satisfeito”. O vídeo também parece uma paródia de clipe, com a cantora bastante artificial. Intitulado “Rachel, Jack and Ashley Too”, o episódio da traz Miley como uma popstar manipulada pela tia, que também é sua agente. A 5ª temporada da série de antologia sci-fi foi disponibilizado em 5 de junho em streaming.
Daniela Mercury celebra Dia dos Namorados com clipe romântico LGBTQIA+
A cantora Daniela Mercury lançou o clipe de “Duas Leoas”, música que inclui vocais de sua mulher Malu Verçosa. A canção romântica fala sobre o relacionamento amoroso do casal, formado por duas leoninas – daí o título da canção. “Nós duas, nós nuas, e o nosso amor à toa”, canta Daniela. Para completar, o clipe chega na internet no Dia dos Namorados (12/6). E também é uma celebração do Mês do Orgulho LGBTQIA+, comemorado em junho. O casal dedicou o vídeo, que traz várias cenas de intimidade delas, à comunidade LGBTQIA+ e aos ministros do STF que recentemente votaram por criminalizar a homofobia. O julgamento, por sinal, será retomado nesta semana, a tempo de ser festejado na Parada de Orgulho LGBTQIA+.
Festival Cine-Edit Brasil faz festa de documentários musicais com filmes e shows
O Festival Cine-Edit Brasil chega a sua 11ª edição nesta quarta (12/6) em São Paulo, fazendo um panorama abrangente da produção de documentários musicais no país e no mundo. Até 25 de junho, o evento vai exibir, ao todo, 57 filmes em cinco salas – Spcine Olido, CCSP, Cinemateca e Matilha Cultural, com entrada gratuita, e no CineSESC, com ingressos a R$ 12. Também estão programadas sessões especiais do lançamento da série “História Secreta do Pop Brasileiro”, de André Barcinski, sobre músicas da Xuxa, Gretchen e as picaretagens que fizeram sucesso nos anos 1970 e 1980. Sem esquecer de atividades paralelas, como uma Feira de Vinil e muitos shows, que levam o festival a ocupar novos espaços, como a Sala Olido, Sala Adoniran Barbosa (CCSP), Cine Joia, Blue Note São Paulo e Z Largo da Batata. O fato de se tornar um projeto de fôlego, com expansão para mais locais e com shows de alguns dos artistas documentados, demonstra seu fortalecimento, mesmo tão próximo do É Tudo Verdade, o festival de documentários mais proeminente do Brasil – que acontece em abril, sempre lançando muitos filmes musicais. O longa de abertura é “My Generation”, um passeio pela era mod de Londres nos anos 1960, guiado pelo ator Michael Caine, com depoimentos de Paul McCarney, Roger Daltrey, Marianne Faithfull, Lulu e outros. A seleção internacional inclui mais 20 títulos de diversos países, a maioria produções inéditas no Brasil e sem previsão de estreia no circuito comercial, que abordam artistas tão diferentes quanto Joan Jett, Miles Davis, New Order, Ryuichi Sakamoto, Agnostic Front, Elvis Presley, Luther Pendergrass e Suede, além de gravadoras históricas, como Trojan e Blue Note, referências do reggae e do jazz, e até a lendária discoteca Studio 54, de Nova York. A lista nacional é ainda mais eclética, com diversas estreias nacionais. Há obras sobre artistas como Alceu Valença, Arrigo Barnabé, Dorival Caymmi, Arnaldo Antunes, Clementina de Jesus, Edy Star, grupo Rumo, A Grande Trepada, Nação Zumbi e também sobre gravadoras nacionais, como a Deck Discos, e movimentos musicais, do underground indie de “Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music”, à história da música eletrônica nacional, em “Eletronica:Mentes”, sem esquecer de “O Barato de Iacanga”, que lembra o lendário Festival de Iacanga, responsável por juntar em 1975 Os Mutantes, Som Nosso de Cada Dia e Jorge Mautner. Entre os curtas, destacam-se registros de artistas femininas, como “Beat É Protesto – O Funk Pela Ótica Feminina” e “Feito por Elas”, sobre bandas de rock femininas do underground paulistano. A programação completa, com todos os títulos, horários e endereços, pode ser conferida no site oficial.
In-Edit protesta contra decreto de liberação de armas em vídeo oficial do festival
O vídeo que divulga o In-Edit Brasil, Festival Internacional do Documentário Musical que começa na quarta (12/6) em São Paulo, traz um mensagem embutida contra o Projeto de Decreto n° 9785, de 2019, que facilita a venda de armas de fogo para a população brasileira. A peça traz imagens de quatro músicos que perderam suas vidas após receberem tiros: Sabotage, MC Daleste, Speedfreaks e Evaldo Rosa. Eles aparecem em meio de imagens de munição, com os rostos formados por uma montagem de balas. Sabotage foi morto por quatro tiros, em São Paulo, em janeiro de 2003, aos 29 anos, após provocar uma revolução no rap nacional com seu primeiro álbum solo, “Rap é Compromisso”, além de ter atuado nos filmes “Carandiru” e “O Invasor”. MC Daleste foi morto durante uma apresentação, em Paulínia, em 2013, aos 20 anos. Um dos precursores do funk paulista, ajudou a popularizar o gênero com canções como “Angra dos Reis”, “Água na Boca” e “Mina de Vermelho”. Speedfreaks foi encontrado em um valão, com marcas de tiros, em Niterói, em 2010, aos 36 anos. Considerado um dos pioneiros do hip-hop no Rio de Janeiro, gravou com Black Alien, Planet Hemp, Fernanda Abreu e Marcelo D2, entre outros, e teve canções remixadas por artistas como Afrika Bambaataa e Fat Boy Slim. Evaldo Rosa teve o carro alvejado por mais de 200 tiros, dados por militares do Exército, em frente ao quartel de Guadalupe, no Rio de Janeiro, quando passeava com sua família em abril passado, aos 51 anos. Era cavaquinista no grupo de pagode Remelexo da Cor. Todos eles deixaram um vazio enorme em suas famílias e no mundo artístico. Com esta ação, o In-Edit Brasil pretende convidar a sociedade a refletir melhor sobre o decreto e também se posicionar em pesquisa do Portal e-Cidadania do Senado Federal – este é o link para para dar sua opinião. Veja o vídeo abaixo.
Guitar Days: Documentário sobre rock indie brasileiro ganha trailer para estreia no In-Edit
Depois de ser exibido na Europa, Ásia, EUA e ser premiado na Espanha em setembro, o documentário “Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music” vai finalmente ter sua première no Brasil, na programação do Festival In-Edit. Em antecipação à exibição, a produção ganhou um novo trailer, que pode ser conferido abaixo. O filme o diretor paulistano Caio Augusto Braga traça as linhas do tempo das chamadas “guitar bands” e da construção do rock indie brasileiro cantado em inglês, desde seus primórdios, ali no final dos anos 1980, passando pelo boom nos anos 1990 e seguindo até a atualidade. O diretor colheu depoimentos de personagens centrais do indie rock nacional e gringo para tratar das grandes histórias (e também dos detalhes) de um cenário musical que mudou toda a estética do rock brasileiro. Entre os entrevistados estão músicos das bandas Maria Angélica, Pin Ups, Second Come, Killing Chainsaw, Mickey Junkies e PELVs, os saudosos Kid Vinil e Carlos Miranda, e os internacionais Thurston Moore (Sonic Youth), Mark Gardener (Ride), Stephen Lawrie (The Telescopes), além do jornalista que cunhou o termo “grunge”, Everett True. O festival In-Edit começa sua 11ª edição na quarta-feira (12/6) em São Paulo, e a exibição de “Guitar Days” vai acontecer em três datas, no Cinesesc (15), Cine Olido (18) e Centro Cultural São Paulo (22). Após a exibição do dia 22, haverá o show Guitar Days, com participação das bandas Pin Ups, Wry, Twinpine(s), Sky Down e convidados. Para total transparência: o editor da Pipoca Moderna é um dos entrevistados do filme.
Madonna lança clipe com Joana d’Arc gay queimada viva por cristãos
Madonna divulgou o clipe de “Dark Ballet”, faixa de seu novo álbum, “Madame X”. Realizado pelo diretor de publicidade Emmanuel Adjei, traz o artista performático e rapper Mykki Blanco como Joana d’Arc a caminho da fogueira. A produção é uma metáfora para a perseguição contra a comunidade LGBTQIA+, feita com justificativa religiosa. O disco será lançado em 14 de junho e conta com participação da brasileira Anitta. O álbum anterior de Madonna, “Rebel Heart”, foi lançado em 2015.
O jovem Bob Dylan canta “Hard Rain” em clipe de documentário da Netflix
A Netflix divulgou um “clipe” do filme “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese”, que o título longo revela ser um novo documentário sobre o cantor Bob Dylan dirigido por Martin Scorsese. O vídeo traz Dylan e sua banda tocando a íntegra do clássico “Hard Rain”. A performance dos anos 1970 é inédita em vídeo ou filme e foi totalmente restaurada por Scorsese. “Rolling Thunder Revue” é o segundo documentário do cineasta sobre Dylan, 14 anos após o épico “No Direction Home”, que cobriu a carreira do cantor. Mas a relação entre os dois é muito mais antiga. Scorsese dirigiu em 1978 um dos documentários mais famosos da história do rock, “O Último Concerto de Rock” (The Last Waltz), que registrou a despedida da The Band, a banda que acompanhava os shows de Dylan e que também teve uma importante carreira paralela. O próprio Dylan foi destaque do show de despedida registrado pelo diretor. O novo trabalho do cineasta cobre uma turnê que aconteceu dois anos antes de “O Último Concerto de Rock”. Entretanto, os músicos que acompanham Dylan já não são The Band, mas os que gravaram o disco “Desire”, lançado em janeiro de 1976. A turnê “Rolling Thunder Revue” surgiu da vontade de Dylan de tocar para a “América profunda”, indo a cidades do interior e locais que não costumavam receber grandes shows de rock. Com isso em mente, convidou alguns amigos famosos, artistas tão diferentes quanto as cantoras folks Joan Baez e Joni Mitchel e a punk Patti Smith, sem esquecer do ex-Byrds Roger McGuinn, o ex-Beatle Ringo Starr e o ex-Spiders from Mars Mick Ronson, além do poeta Allen Ginsberg e os atores Sam Shepard, Dennis Hopper e Bette Midler, entre outros, que embarcaram com o cantor numa “caravana musical”. Além de cenas do show, a nova obra de Scorsese combina entrevistas com os participantes da turnê, imagens de Dylan e companhia na estrada e até algumas cenas ficcionais “similares a um sonho febril”, segundo o release. Até Dylan concedeu entrevista para o longa, rompendo um longo isolamento auto-imposto. Notavelmente recluso, o músico raramente fala com a imprensa. Mas Scorsese não é imprensa. Os dois são realmente amigos. O lançamento de “Rolling Thunder Revue” também consolida o relacionamento do cineasta com a Netflix, por onde irá lançar seu próximo longa de ficção, o aguardadíssimo “The Irishman”, drama sobre mafiosos estrelado por Robert De Niro e Al Pacino – previsto para o final deste ano. O documentário ainda será exibido em alguns cinemas dos Estados Unidos, em busca de qualificação para competir no Oscar 2020, e estará disponível no catálogo da Netflix a partir de 12 de junho.
Emicida lança clipe de rap sobre a série Good Omens
A Amazon divulgou um clipe com o rapper Emicida para promover sua nova série “Good Omens”. A música se chama “Final dos Tempos” e remete à trama da atração, mostrando Emicida como dois personagens, um anjo e um demônio. Criado pela agência WMcCann, o clipe/campanha é um projeto colaborativo com o rapper, que é fã declarado do escritor Neil Gaiman, autor de “Good Omens” e também de “American Gods”, outra adaptação exibida pela plataforma Prime Video, da Amazon. O rapper teve liberdade completa para criar a música. Além do lançamento do clipe no canal do YouTube de Emicida, a Amazon também está utilizando a música nos comerciais da série. “Good Omens” estreou na sexta-feira em streaming. Com tom de comédia, a minissérie acompanha a aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos e decidem e se juntam para impedir o apocalipse. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Eles resolvem encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”) antes do pior acontecer. Mas terão que lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Autor do livro em que a série se baseia, Neil Gaiman também assina a produção como roteirista e showrunner.
Rocketman presta tributo empolgante à carreira de Elton John
O garoto Reginald Dwight (ou Reggie) tinha muitos problemas afetivos em família. Um pai incapaz de abraçar e elogiar. Uma mãe complicada e infiel. Brigas em casa, posterior separação. O elemento salvador seria a avó, que sempre pensou nele e o colocou para a frente, ajudando-o a vencer a timidez que seu corpo, algo rechonchudo, só complicava. No entanto, esse garoto tinha ouvido absoluto, uma capacidade de captar e reproduzir instantaneamente as músicas, que logo descobriu como fazer no piano de casa. Colocá-lo para estudar música foi lapidar um diamante bruto. Foi a partir daí, do encontro de um parceiro e de uma descoberta pessoal de como se libertar das amarras convencionais e lidar com a homossexualidade, que surgiu um grande astro pop: Elton John. Uma virada impressionante, uma explosão no palco, a partir de um figurino excessivo, exagerado, muita fantasia e imaginação levaram o músico, cantor e compositor de imenso talento a um sucesso internacional retumbante. Tudo muito turbinado. Quando uma trajetória assim se constrói, também cobra seu preço. Geralmente alto. A dependência de álcool, cocaína e outras drogas, de sexo, do próprio sucesso e da exposição pública. Passando, ainda, pela aprendizagem em gerenciar e colocar limites na própria loucura em que se converte uma carreira tão vertiginosa. Tudo isso está claramente contemplado no ótimo musical biográfico “Rocketman”, que leva o título de um dos maiores sucessos musicais do cantor. O trabalho cinematográfico de Dexter Fletcher (“Voando Alto”) faz jus à importância do astro e, sobretudo, à sua criação artística. Targon Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) vive Elton John de forma visceral, entregando-se plenamente ao papel e com performances empolgantes. E o que é melhor, cantando muito bem o repertório de Elton. Com tanta música boa, acompanhada também de danças bem coreografadas e vozes complementares, o musical se enche de brilho e tende a conquistar o público. Segundo o próprio biografado, o filme mostra os baixos bem baixos e os altos bem altos e era assim mesmo que ele queria. De fato, “Rocketman” passa longe de um produto chapa branca ou falseado. Permite-se a fantasia, propõe-se épico, mas isso faz um retrato coerente e apropriado da figura de Elton John. É da batalha dos anos de formação, progresso e comprometimento com os vícios, não só das drogas, mas de tudo o mais, que trata a trama. O sucesso já está todo lá, mas a decadência pessoal também. Curiosamente, grandes contribuições de Elton John em questões como a prevenção da Aids, a oficialização do casamento gay e a adoção de crianças por casais homossexuais só são citadas nos créditos finais. Assim como o fato de que ele está há 28 anos sóbrio. O título de Sir que lhe foi outorgado pela rainha da Inglaterra nem é lembrado, só o fato de que ela gosta de sua música é mencionado. Até seus lances de moda já encontraram caminhos mais equilibrados, não diria discretos, claro, mas um pouco mais suaves. Maturidade, velhice? A música de Elton John empolga, como sempre, sua presença no palco é muito forte. Já há, no entanto, muito a comemorar e rememorar, talvez ressignificar. “Rocketman” cumpre bem esse objetivo, ao focalizar Elton John com realismo e profundo respeito à sua música e à sua trajetória artística de ídolo pop.
Ludmilla disponibiliza seu primeiro “DVD” na íntegra no YouTube
Ludmilla divulgou seu “DVD” inteiro no Youtube e nos serviços de streaming. Anunciado como primeiro DVD da cantora, “Hello Mundo” virou iframe numa época em que disquinhos físicos são considerados artigos de sebo. Gravado em fevereiro no Rio de Janeiro, o show foi divido em “faixas” e disponibilizado nesta sexta (31/5). Entre as músicas inéditas, há parcerias com Simone e Simaria (“Desce Com Maldade, Sobe Com Autoridade”), Ferrugem (“De Rolê”) e Léo Santana (“Invocada”), além das antecipadas com Anitta (“Favela Chegou”) e Jão (“A Boba Fui Eu”). Há, inclusive, um cover acústico de “Halo”, hit de Beyoncé, que remete à época em que a cantora se apresentava como MC Beyoncé, no início da carreira. O resultado é… complicado. Veja e ouça abaixo na íntegra.
Música romântica de Aladdin ganha versão brasileira com clipe dos irmãos Melim
A Disney divulgou um clipe da versão brasileira da música “A Whole New World”, da trilha de “Aladdin”. Chamada de “Um Mundo Ideal”, a canção em português é cantada pelo trio Melim, formado pelos irmãos Rodrigo, Gabriela e Diogo. É pop brega de influência sertaneja, estilo que vem formando gerações de ouvintes desde Sandy & Júnior. E curiosamente não soa tão diferente do pop brega de influência R&B da interpretação original de Zayn e Zhavia Ward. Duro de escolher, mas a versão brasileira é menos Celine Dion. E Gabriela é mais Jasmine que Zhavia. Compare abaixo o clipe em que Melim canta em estúdio e o vídeo em que Zayn e Zhavia passeiam por Nova York à noite enquanto cantam a balada de amor de Aladdin e Jasmine. O filme “Aladdin” está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros.








