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23 de setembro de 2026
  • Música

    Johnny Depp volta a ser julgado em julho por agressão

    1 de junho de 2022 /

    O processo de difamação movido por Johnny Depp contra Amber Heard chegou ao fim nesta quarta (1/6), mas além de um segundo round inevitável, com a esperada apelação da atriz contra a sentença favorável ao ator, ele tem outra batalha judicial para enfrentar no mês que vem. No dia 25 de julho, Depp deverá comparecer a um tribunal em Los Angeles num processo em que responderá por agressão contra um membro da equipe do filme “Cidade de Mentiras” (2018). Gregg “Rocky” Brooks abriu o processo em junho de 2018, denunciando ter sido agredido fisicamente por Depp no set de filmagens no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles (EUA). Segundo o denunciante, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. Segundo relatou no processo, ele chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo como resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, ele teria ouvido do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp teria desferido dois socos em Brooks. Ele também ofereceu US$ 100 mil para que ele o socasse de volta. Nos documentos do processo, Brooks também diz que Johnny Depp costumava usar drogas no set e estava bêbado durante a gravação – situação corroborada por uma testemunha ao site Page Six na ocasião. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Além de Johnny Depp, ele também processou o diretor Brad Furman, a produtora Miriam Furman e a empresa Good Film Productions por demissão injusta. Furman chegou a afirmar na época que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Entretanto, essa história foi considerada suficiente para um processo. A publicidade negativa do episódio também levou ao cancelamento da estreia do filme dos cinemas. “City of Lies” chegou no Brasil direto em VOD. No filme, Depp vivia Russell Poole, um detetive da polícia de Los Angeles que investigou o assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur nos anos 1990, e que acabou descobrindo o envolvimento de policiais corruptos nos crimes. O ator já prestou um depoimento sobre o caso em 2019 e alegou que interveio após ver que Brooks estava ofendendo uma mulher idosa em situação de rua no set de filmagens. Nos documentos do processo, os advogados de Depp ainda afirmam que Brooks “deliberada e maliciosamente provocou” a briga, fazendo com que o ator sentisse que “sua segurança pessoal estava ameaçada no set”, assim como a do diretor Brad Furman.

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  • Música

    Stranger Things: Música de Kate Bush vai impactar Parte 2 da temporada

    1 de junho de 2022 /

    Depois de cumprir um papel importante na primeira parte da 4ª temporada de “Stranger Things”, a música “Running Up That Hill”, de Kate Bush, vai voltar a ser ouvida na segunda parte. E, segundo os criadores da série, ela tocará num momento significativo do final. Os irmãos Matt e Ross Duffer contaram detalhes desse retorno musical, além de como chegaram nesta música e o apoio de Kate Bush à série, numa nova entrevista ao site Tudum, da própria Netflix. Eles revelaram que tinha outra ideia para tirar Max (Sadie Sink) do transe, mas a pesquisa que fizeram para a série acabou influenciando a decisão. “Estávamos pesquisando sobre pessoas que têm coma e essas coisas, e acho que foi isso que nos levou à canção. A música tem o poder de alcançar as pessoas, mesmo quando elas estão nesses estados catatônicos. Mas então pensamos: ‘Bem, seja qual for a música, tem que ser perfeita’”, explicou Ross. Segundo o showrunner, a faixa ideal precisaria ser cinematográfica para combinar com o momento de tensão do confronto da Max com o Vecna. “Sabíamos que a cena, em que ela está passando pelo que chamamos de camada mental, precisava ter um alcance cinematográfico. Ao mesmo tempo, precisava ser emocional. E as letras de Kate Bush são emocionais”. Assim que se decidiram por “Running Up That Hill”, eles entraram em contato com Kate Bush. “Ela tem sido incrível. Enviamos as cenas para que ela visse como a música é usada na série”, revelou Matt. Foi neste ponto da entrevista que ele revelou: “Há um momento épico de Kate Bush no final [episódio 9] que não esperávamos, meio que descobrimos enquanto estávamos editando”. “A sequência ficou muito legal, mas faltava uma coisinha. E eu fiquei, tipo: ‘Bem, vamos tentar Kate. Quando Kate nos decepcionou?’. Enviamos a cena para ela e ela foi gentil o suficiente para nos deixar usar sua música mais uma vez. A faixa volta de uma maneira importante”, completou. Por conta da sua inclusão em “Stranger Things”, “Running up that Hill”, clássico de Kate Bush, atingiu o topo do iTunes 37 anos após seu lançamento, além de ter ficado em 2º lugar no Spotify americano no fim de semana. Dividida em duas partes, “Stranger Things” teve os primeiros sete episódios de sua 4ª temporada disponibilizados na sexta (27/5), enquanto a segunda parte, com mais dois capítulos, será lançada no dia 1º de julho.

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  • Música,  Série

    Sadie Sink revela que música atual a salvaria de qualquer coisa

    31 de maio de 2022 /

    Um dos momentos mais comentados da volta recordista de audiência de “Stranger Things” é a relação de Max, personagem interpretada pela atriz Sadie Sink, com a música “Running Up That Hill”, da cantora Kate Bush. A música literalmente salva a vida da adolescente na série da Netflix. Graças a seu uso em “Stranger Things”, a música de 1985 atingiu o 1º lugar na parada de sucessos do iTunes e o 2º lugar na parada americana do Spotify neste fim de semana. Além disso, a redescoberta da canção tem despertado interesse na carreira da cantora inglesa, que não lança discos há mais de uma década. Inevitavelmente, Sadie Sink, que pertence a uma geração bem diferente de Max, acabou sendo perguntada sobre o tema. Em entrevista ao site Tudum, criado pela própria Netflix, a atriz revelou que música atual a salvaria na vida real. A resposta foi “August”, de Taylor Swift. Segundo Sink, “essa música honestamente pode me reviver de qualquer coisa”. Vale lembrar que a intérprete de Max já apareceu num clipe de Taylor Swift: o curta que ilustrou a versão de 10 minutos da música “All Too Well” – ao lado do ator Dylan O’Brien (“Maze Runner”), no ano passado. Relembre “August”, a música de salvação de Sadie Sink.

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  • Música

    Banda que venceu Eurovision vende troféu para ajudar exército da Ucrânia

    30 de maio de 2022 /

    A Kalush Orchestra, banda ucraniana que venceu a Eurovision, festival da música europeia deste ano, vendeu seu troféu de campeã por US$ 900 mil (R$ 4,2 milhões na cotação atual) e vai doar o dinheiro para o Exército do país, para ajudar na guerra contra a Rússia. O leilão do microfone de cristal aconteceu enquanto a banda se apresentava num show beneficente no Portão de Brandemburgo, em Berlim, na Alemanha, no domingo (29/5). O apresentador ucraniano de TV Serhiy Prytula anunciou que o dinheiro será usado para comprar três drones PD-2, um equipamento muito usados ​​pelas forças ucranianas, tanto como armas quanto como aeronaves de reconhecimento. Durante o show, o vocalista Oleh Psiuk apelou para que as pessoas não se acostumem com a guerra e passem a considerar os relatos de mortes e destruição como corriqueiros. “Acho que (a guerra) deveria estar sempre nas primeiras páginas, até que a paz seja estabelecida”, disse Psiuk. Lembre abaixo o vídeo da música Stefania, que conquistou o prêmio principal da Eurovision 2022.

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  • Música,  Série

    Kate Bush vira febre com “Stranger Things”. Conheça carreira e hits da artista

    30 de maio de 2022 /

    Lançada em 1985, “Running Up That Hill”, de Kate Bush, voltou a fazer sucesso neste fim de semana. A gravação original foi parar no topo da parada das músicas mais ouvidas do iTunes e disparou em visualizações no YouTube. E o motivo pode ser constatado nos comentários deixados pelo público no portal de vídeos do Google. “Ok, quem mais chorou naquela cena de ‘Stranger Things’? Foi uma tacada de mestre usar esta canção com a história de Max”, escreveu uma usuária em inglês. “‘Stranger Things’ me trouxe aqui! A música ficou ótima na cena da Max. A série nos dá a oportunidade de ouvir e conhecer boas músicas”, comentou outra, em português. “Running Up That Hill” virou o tema de Max, a personagem vivida por Sadie Sink, durante a 4ª temporada de “Stranger Things”. Mais que isso, salvou a vida de Max, literalmente, tornando-se a música mais importante de toda a série. A gravação de 1985 tem uma letra espiritual/fantasmagórica, como boa parte do repertório da cantora inglesa, que se tornou conhecida mundialmente em 1978 com uma música sobre amor assombrado, “Wuthering Heights”, inspirada pelo romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Ela teve muita sorte em seu começo, ao ser descoberta aos 16 anos pelo guitarrista do Pink Floyd David Gilmour, que se impressionou ao ouvir uma fita caseira de suas composições e decidir bancar do próprio bolso uma gravação profissional de três músicas daquele repertório, com o produtor Andrew Powell (do The Alan Parsons Project) e um engenheiro de som que trabalhou com os Beatles. A sessão rendeu um contrato com a gravadora EMI, mas antes de gravar seu primeiro álbum em 1978, Kate Bush precisou esperar a maioridade. Ao mesmo tempo em que se dedicou a se formar na escola, ela formou sua primeira banda e estudou dança interpretativa com uma professora de David Bowie, para criar usa marca registrada: um grande impacto teatral nos palcos. Seu som era considerado altamente experimental, uma espécie de pop operístico de temática sombria, mas na era do rock progressivo as gravadoras eram mais ousadas. E a aposta se pagou de cara, quando Kate Bush emplacou quatro singles no Top 10 da parada de sucessos britânicos logo na estreia. Seu primeiro álbum, “The Kick Inside”, ainda entrou no Livro Guinness dos Recordes por se tornar o primeiro disco composto inteiramente por uma artista feminina a vender mais de 1 milhão de cópias. Em 1980, ela participou do terceiro álbum solo de Peter Gabriel e descobriu os sintetizadores, o que trouxe uma sonoridade mais moderna para seus lançamentos seguintes. Disputas com a gravadora sobre custos de seus discos, cada vez mais ousados, a levou a construir um estúdio em sua própria casa, que resultou em maior liberdade para criar seu álbum de 1985, “Hounds of Love”, o quinto de sua carreira e um dos mais bem-sucedidos, que continha “Running Up That Hill”. Ela venceu o Brit Awards com aquele disco, cuja vendagem inspirou a EMI a lançar a primeira compilação de hits da sua carreira. Mas isso também a acomodou. Ficou quatro anos sem lançar um disco novo e, com a virada de década, seu som vanguardista passou a soar datado, com cada lançamento tendo menos impacto que o anterior. Atualmente com 63 anos, ela não grava há mais de uma década, mas suas músicas nunca foram esquecidas, graças a covers frequentes de artistas das novas gerações. Mas chega de papo, porque agora é hora de aumentar o som. Quem descobriu Kate Bush em “Stranger Things”, tem abaixo a oportunidade de conhecer melhor o repertório clássico da cantora, que apesar de relacionada à turma do rock progressivo era a cantora favorita de Johnny Rotten e também foi pioneira do visual etéreo que marcou a geração indie dos anos 1980. A seleção reúne 15 hits dos dez anos iniciais, a “fase áurea”, e mostra como muitos dos clipes pré-MTV já eram puro “Stranger Things”. Fãs de “The Handmaid’s Tale” também podem reconhecer “Cloudbusting”, que marcou a 3ª temporada dessa série. E fãs da banda brasileira Angra… Ainda está lendo?     | KATE BUSH | 1978 | WUTHERING HEIGHTS     | KATE BUSH | 1979 | WOW     | KATE BUSH | 1979 | THEM HEAVY PEOPLE     | KATE BUSH | 1980 | BABOOSHKA     | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1980 | GAMES WITHOUT FRONTIERS     | KATE BUSH | 1981 | SAT IN YOUR LAP     | KATE BUSH | 1982 | THE DREAMING     | KATE BUSH | 1982 | THERE GOES A TENNER     | KATE BUSH | 1982 | SUSPENDED IN GAFFA     | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL     | KATE BUSH | 1985 | CLOUDBUSTING     | KATE BUSH | 1986 | HOUNDS OF LOVE     | KATE BUSH | 1986 | BIG SKY     | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1986 | DON’T GIVE UP     | KATE BUSH | 1989 | THIS WOMAN’S WORK     BÔNUS: 10 COVERS DE KATE BUSH   | WILLIE NELSON ft. SINEAD O’CONNOR | 1993 | DON’T GIVE UP     | ANGRA | 1994 | WUTHERING HEIGHTS     | PLACEBO | 2003 | RUNNING UP THAT HILL     | FUTUREHEADS | 2004 | HOUNDS OF LOVE     | RA RA RIOT | 2009 | SUSPENDED IN GAFFA     | GEMMA HAYES | 2009 | CLOUDBUSTING     | MAXWELL | 2009 | THIS WOMAN’S WORK     | WOLFMOTHER | 2009 | WUTHERING HEIGHTS     | CHROMATICS | 2011 | RUNNING UP THAT HILL     | FIRST AID KIT | 2018 | RUNNING UP THAT HILL    

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  • Música,  Série

    Conheça as músicas da 4ª temporada de “Stranger Things”

    29 de maio de 2022 /

    A trilha sonora da 4ª temporada de “Stranger Things” surpreendeu os fãs que esperavam apenas hits dos anos 1980. Eles estão lá, mas acompanhados até por composições eruditas. A seleção de faixas que sonoriza a produção dos irmãos Duffer inclui ópera, sinfonias, jazz, surf music, funk, rock, synthpop e até rap recente. O mais curioso é que, apesar da trama se passar em 1986, apenas uma gravação presente na seleção foi lançada naquele ano: a versão de “California Dreamin'” dos Beach Boys, ouvida no primeiro episódio. Algumas músicas se repetem, como “Dream a Little Dream of Me”, de Ella Fitzgerald, mas principalmente “Running Up that Hill”, de Kate Bush, transformada numa espécie de tema da personagem Max (Sadie Sink). Veja abaixo, por ordem cronológica de lançamento, as 20 músicas mais importantes dos sete episódios da primeira parte da 4ª temporada da atração, disponíveis desde sexta (27/5) na Netflix. | ELLA FITZGERALD | 1957 | DREAM A LITTLE DREAM OF ME     | RICKY NELSON | 1961 | TRAVELIN’ MAN     | SURFARIS | 1963 | WIPE OUT     | KISS | 1976 | DETROIT ROCK CITY     | TALKING HEADS | 1977 | PSYCHO KILLER     | THE CRAMPS | 1980 | I WAS A TEENAGE WEREWOLF     | THE CRAMPS | 1980 | FEVER     | MUSICAL YOUTH | 1982 | PASS THE DUTCHIE     | DONNELL PITMAN | 1983 | BURNING UP     | PHILIP GLASS | 1983 | PROPHECIES     | PHILIP GLASS | 1984 | AKHNATEN AND NEFERTITI     | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL     | DEAD OR ALIVE | 1985 | YOU SPIN ME ROUND (LIKE A RECORD)     | FALCO | 1985 | ROCK ME AMADEUS     | BALTIMORA | 1985 | TARZAN BOY     | STARPOINT | 1985 | OBJECT OF MY DESIRE     | BEACH BOYS | 1986 | CALIFORNIA DREAMIN’     | EXTREME | 1989 | PLAY WITH ME     | HIPBONE SLIM & HIS FROGMEN | 2013 | LEGLESS     | ABM CUTTHROAT | 2020 | SURVIVE    

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  • Música

    Rapper de 16 anos é assassinado durante gravação de clipe nos EUA

    29 de maio de 2022 /

    O rapper 23 Rackz foi assassinado a tiros enquanto gravava um novo clipe, em Washington, D.C., nos Estados Unidos. Seu nome real era Justin Johnson, tinha 16 anos e estava em ascensão no mercado norte-americano, integrando a nova vertente de rap da região de Maryland e Virginia, batizada de DMV rap, que é marcada por vocais velozes, exaustivos e gritados, além de batidas pesadas e temática gangsta. Segundo a WTTG-TV, o jovem foi baleado próximo das 11h30 da quinta-feira (26), na região sudeste da capital dos EUA, onde ele vivia. Antes de ser morto, o cantor divulgou sua exata localização em um story do Instagram, num vídeo em que aparecia aguardando o começo das gravações. A postagem pode ter sido fatal. Ele tinha o costume de gravar clipes segurando largos maços de dinheiro, característica presente também na capa de seu primeiro disco, “Rookie of the Year”, lançado no ano passado. Até o momento, não se sabe quem foi o autor dos disparos e a polícia está oferecendo US$ 25 mil — mais de R$ 118 mil na cotação atual — por informações que levem à identificação e captura do culpado. Veja abaixo o último clipe do rapper, lançado há um mês, no final de abril passado.

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  • Música

    Clipe apresenta nova parceria de Calvin Harris e Dua Lipa

    28 de maio de 2022 /

    O DJ e produtor Calvin Harris repetiu a parceria bem-sucedida com Dua Lipa no lançamento do primeiro clipe de seu novo álbum. Ao estilo nu disco dos hits de Dua Lipa, a música se chama “Potion” e também inclui participação do rapper Young Thug. É para dançar, mas sem o mesmo apelo pulsante da colaboração de cinco anos atrás, “One Kiss”, gravação bombástica de house music que ajudou o álbum “Funk Wav Bounces Vol. 1” a estourar nas paradas de dance music em 2017. “Potion” é o cartão de visitas do sexto álbum do DJ, que vai se chamar “Funk Wav Bounces Vol. 2”.

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  • Música

    Harry Styles lança clipe feito por US$ 300 em 3 horas

    27 de maio de 2022 /

    A produção do programa “The Late Late Show” divulgou no YouTube um novo clipe de Harry Styles, que foi produzido pelo apresentador James Corden em 3 horas com um orçamento de US$ 300. O vídeo de “Daylight”, uma das faixas do recém-lançado álbum “Harry’s House”, usa artifícios de produções indie, entre eles a locação pré-existente e multi-utilitária: o apartamento de fãs aleatórias no Brooklyn, Nova York, que tem os cômodos explorados, ganha nova decoração e figurantes entusiasmados para uma festa. O terraço do prédio também serve de “palco” para cenas externas. Já o figurino é a roupa com a qual cantor chegou para a gravação, que recebe chapéu coco, colete vermelho e gravata borboleta de palhaço durante as tomadas do terraço. O clipe tem até efeitos visuais, que permitem a Styles explorar “palhaçadas”, com a ajuda de chroma key e um James Corden “invisível”, disfarçado de “fundo verde”. Os bastidores da produção foram revelados num divertido vídeo extra, exibido durante o “The Late Late Show” da noite de quinta (26/5). Confira abaixo.

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  • Filme,  Música

    Trilha do filme “Elvis” tem Doja Cat, Eminem, Maneskin e Diplo

    23 de maio de 2022 /

    Se você pensa que o filme “Elvis” vai destacar várias gravações clássicas de Elvis Presley em sua trilha sonora, pode se surpreender com a revelação dos artistas que participam do álbum oficial da produção. Elvis Aaron Presley é apenas um deles. Além dos esperados covers do ator Austin Butler, intérprete de Elvis no filme, a relação de artistas tem até DJs e rappers. A relação extremamente eclética foi divulgada nas redes sociais nesta segunda (23/5) e inclui Eminem (em parceria com CeeLo Green), Doja Cat, o DJ Diplo (com Swae Lee), Kacey Musgraves, Stevie Nicks, Jack White, Jazmine Sullivan, Chris Isaak, o trio eletrônico australiano Pnau e as bandas Tame Impala e Maneskin, entre outros. Até o ator Kodi Smit-McPhee (“Ataque dos Cães”), que no filme vive o cantor Jimmie Rodgers, aparece listado. Outros intérpretes que cantam na tela – e na trilha – incluem Yola (no papel de Rosetta Tharpe), Gary Clark Jr. (Arthur “Bigboy” Crudup), Shonka Dukereh (Big Mama Thornton) e Alton Mason (Little Richard). Nem todas as gravações são inéditas. Além de Elvis, o pioneiro do soul Rufus Thomas, que morreu em 2001, também está listado no anúncio, que pode ser visto abaixo. A postagem não foi acompanhada pela revelação da data de lançamento do disco. Já o filme dirigido por Baz Luhrmann chega aos cinemas americanos em 24 de junho, quatro semanas antes da estreia no Brasil, prevista para 14 de julho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ELVIS (@elvismovie)

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  • Filme,  Música

    Documentário revela imagens inéditas da carreira de David Bowie

    23 de maio de 2022 /

    O estúdio indie Neon divulgou o pôster e o trailer de “Moonage Daydream”, novo documentário sobre David Bowie, com imagens inéditas de sua carreira e proposta imersiva. Descrito como uma “odisseia cinematográfica”, o filme tem direção de Brett Morgen, que passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal de Bowie. Com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), o documentário é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012), sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones, e “Cobain: Montage of Heck” (2015), sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999). O filme tem première mundial nesta segunda (23/5) em sessão de gala no Festival de Cannes, mas só deve chegar aos cinemas e em IMAX em setembro nos EUA, antes de ganhar um lançamento mundial em streaming pela HBO Max.

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  • Filme,  Música

    Vangelis (1943–2022)

    19 de maio de 2022 /

    O compositor grego Vangelis, vencedor do Oscar pelo clássico “Carruagens de Fogo” (1981), morreu na terça-feira (17/5) num hospital da França, aos 79 anos, de causa não divulgada. Vangelis era nome artístico de Evángelos Odysséas Papathanassíu, que ele assumiu ao iniciar a carreira como tecladista de bandas de rock progressivo, como Forminx e Aphrodite’s Child (cujo vocalista era Demis Roussos). Ele começou a compor trilhas nos anos 1960, quando ainda era roqueiro, mas logo se viu cheio de trabalho neste segmento, tanto no cinema quanto na TV grega. Em 1976, fez sua primeira trilha internacional, para a produção britânica “O Jogo da Trapaça”, o que o levou a trocar de vez os palcos pelos estúdios de cinema. Apesar da longa carreira, ele só foi estourar em Hollywood após o drama esportivo “Carruagens de Fogo” (1981), de Hugh Hudson, impressionar o público mundial. A história da equipe de atletismo britânica nas Olimpíadas de Paris, de 1924, venceu o Oscar de Melhor Filme, mas foi o Oscar de Trilha Sonora que ficou marcado até hoje, tamanha a popularidade atingida pelo trabalho do compositor grego. A música-tema de “Carruagens de Fogo” acabou se tornando hino esportivo, sendo usada em transmissões de eventos de atletismo em todo o mundo, inclusive na cobertura televisiva das Olimpíadas de Los Angeles e Londres, e a corrida de São Silvestre no Brasil. O sucesso fez Vangelis ser contratado para seu primeiro projeto americano. E foi outro fenômeno: a trilha de “Blade Runner” (1982). As músicas do filme de Ridley Scott passaram a embalar todo o tipo de comercial televisivo e serviram de base para outros trabalhos baseados na franquia, lançados nos últimos anos. O músico voltou a trabalhar com Ridley Scott dez anos depois, em “1492: A Conquista do Paraíso” (1992), e se juntou a vários outros mestres do cinema mundial. Os destaques de sua filmografia incluem “Desaparecido” (1982), que rendeu um Oscar para seu conterrâneo Costra Gavras, “Antártica” (1983), do japonês Koreyoshi Kurahara, “Rebelião em Alto Mar” (1984), do australiano Roger Donaldson, “Francesco: A História de São Francisco de Assis” (1989), da italiana Liliana Cavani, “Lua de Fel” (1994), do franco-polonês Roman Polanski, e “Alexandre” (2004), do americano Oliver Stone. Nos últimos tempos, Vangelis vinha se especializando em músicas para documentários. Chegou a fazer até a trilha do registro da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, conhecida como Rio 92, acompanhando o lendário oceanógrafo-cineasta Jacques-Yves Cousteau. Ele também compôs músicas para missões espaciais da NASA em 2001 e em 2013, trabalho que lhe rendeu uma Medalha de Serviço Público Excepcional. Lembra abaixo os hits mais famosos do compositor.

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  • Filme,  Música

    Jennifer Lopez ganha documentário da Netflix

    18 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Halftime”, documentário que apresenta os altos e baixo da carreira de Jennifer Lopez. O filme é centrado nos bastidores da apresentação de J-Lo no intervalo do Super Bowl 2020 (daí o título, equivalente no Brasil ao final do primeiro tempo), mas a prévia também revela um balanço na carreira da cantora e atriz, mostrando toda a pressão e machismo que ela enfrentou desde sempre, além de sua frustração por não obter a indicação ao Oscar por sua atuação elogiada em “As Golpistas”. A produção teve grande acesso à intimidade da artista, revelando inclusive cenas de sua filha, além de depoimentos das pessoas de sua vida, como o noivo Ben Affleck. A estreia está marcada para 14 de junho.

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