Maisa Silva vive sua primeira “vilã” no trailer de Ela Disse, Ele Disse
A Imagem Filmes divulgou fotos, o pôster e o trailer de “Ela Disse, Ele Disse”, comédia adolescente que marca o primeiro papel de “vilã” de Maisa Silva e a estreia da apresentadora Fernanda Gentil e da “influencer” Bianca Andrade como atriz. O filme é baseado no livro homônimo de Thalita Rebouças, escritora que virou fenômeno de bilheterias com três adaptações anteriores de cinema, entre elas “Tudo Por Um PopStar”, que também foi estrelada por Maisa. Ficou tão famosa que – além de assinar contrato com a Netflix – é ela mesma quem narra o trailer. A trama acompanha um grupo de adolescentes em seu primeiro ano no Ensino Médio em um novo colégio. Maisa vive Júlia, a garota popular da escola, que decide namorar o menino mais bonitinho, Leo, interpretado por Marcus Bessa. Para isso, atravessa o possível relacionamento do jovem com outra garota, Rosa, papel de Duda Matte. A sofrência da menina preterida é o foco da história, que também aborda o tema da popularidade, atualizando a história do livro de 2011 para a época atual, em que as redes sociais têm protagonismo. Fernanda Gentil vive a mãe da menina sensível e Bianca Andrade, a Boca Rosa, uma professora. Mas é Maisa quem se destaca como a vilã egocêntrica, que gosta de ser o centro das atenções, fazendo rir ao não perceber que na verdade é bem burrinha. A comédia marca a estreia na direção de Claudia Castro (diretora assistente de “Tim Maia”) e chega aos cinemas em 3 de outubro.
Mãe e Muito Mais: Netflix divulga trailer de comédia com Felicity Huffman
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Mãe e Muito Mais” (Otherhood), comédia feminina sobre mães carentes de filhos adultos. Após serem esquecidas pelos filhos no Dia das Mães, três amigas suburbanas resolvem embarcar numa viagem para Nova York, onde pretendem surpreendê-los com visitas inesperadas e também se divertir na cidade, já que não tem mais responsabilidades maternas. Prevista para abril, a produção teve seu lançamento adiado pela plataforma, porque uma das mães é Felicity Huffman. A atriz de “Desperate Housewives” e “Olhos que Condenam” virou notícia nos últimos meses após ser indiciada por subornar funcionários de uma universidade norte-americana para que uma de suas filhas fosse aceita na instituição, e pode pegar quatro meses de prisão. Huffman contracena com Patricia Arquette (“Boyhood”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”) no filme, que marca a estreia na direção de longas de Cindy Chupack, criadora da série “Love Bites” e roteirista de “Sex and the City”. A estreia vai acontecer em 2 de agosto em streaming.
Valentina Cortese (1923 – 2019)
Valentina Cortese, atriz italiana indicada ao Oscar por sua interpretação em “A Noite Americana” (1973), clássico de François Truffaut, morreu nesta quarta (10/7) em Milão, aos 96 anos. Nascida em Milão em 1923, Cortese foi uma das principais “mocinhas” do cinema italiano dos anos 1940, lançada à fama com o papel de Lisabetta em “A Farsa Trágica” (1942), de Alessandro Blasetti. Ela fez nada menos que 26 filmes em sua primeira década de atividade, boa parte deles aventuras de capa e espada, conquistando aclamação para além das fronteiras nacionais ao interpretar tanto Fantine quanto Cosette na versão italiana de “Os Miseráveis”, lançada como dois filmes diferentes em 1948. A repercussão rendeu um contrato com a 20th Century Fox, que a lançou nos Estados Unidos no clássico noir “Mercado de Ladrões” (1949), de Jules Dassin. Fez vários filmes americanos, entre eles “Terrível Suspeita” (1951), de Robert Wise, e “A Condessa Descalça” (1954), de Joseph L. Mankiewicz. Mas a ironia é que Hollywood a tornou ainda mais popular na Europa, o que a levou de volta à Itália. Em seu retorno triunfal, a atriz passou a trabalhar com os grandes mestres do cinema italiano. Os convites não eram mais para papéis de donzelas em aventuras ligeiras, mas para participar de obras dos mais variados gêneros, do drama ao terror, a maioria cultuadíssima, como “As Amigas” (1955), de Michelangelo Antonioni, “Olhos Diabólicos” (1963), de Mario Bava, “Julieta dos Espíritos” (1965), de Federico Fellini, e “Irmão Sol, Irmã Lua” (1972), de Franco Zeffirelli, A atriz ainda participou de filmagens americanas na Itália, como “Barrabás” (1961), passado na Roma antiga, o drama “A Visita” (1964) e o filme de guerra “O Segredo de Santa Vitória” (1969). E trabalhou em produções inglesas, francesas, alemãs, espanholas, etc, como “Onde o Mundo Acaba” (1956), de Luis García Berlanga, “O Assassinato de Trotsky” (1972), de Joseph Losey, e “O Primeiro Amor” (1970), de Maximilian Schell. O papel de Severine, uma estrela de cinema envelhecida e alcoólatra, no clássico francês “A Noite Americana” (1973), de Truffaut, foi um dos pontos mais altos de sua carreira. Além da indicação ao Oscar, o trabalho lhe rendeu indicação ao Globo de Ouro e o prêmio de Melhor Atriz da BAFTA, a Academia britânica. Ela ainda contracenou com Paul Newman no filme norte-americano de desastre “O Dia em que o Mundo Acabou” (1980) e foi dirigida pelo inglês Terry Gilliam na comédia de época “As Aventuras do Barão Munchausen” (1988), entre dois trabalhos de Zeffirelli, a minissérie “Jesus de Nazaré” (1977) e seu último longa, “Sonho Proibido” (1993), antes de aposentar das telas, com a fama de ter sido uma das maiores divas da história da Cinecittà.
Rip Torn (1931 – 2019)
O ator veterano Rip Torn, que foi indicado ao Oscar e venceu um Emmy, morreu na terça-feira (9/7) de causas naturais em sua casa em Connecticut, aos 88 anos. Ao longo de sua carreira de seis décadas, Torn apareceu em quase 100 longas-metragens, incluindo grandes clássicos do cinema, entre eles “A Mesa do Diabo” (1965), “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e “MIB – Homens de Preto” (1997). Ele nasceu Elmore Rual Torn Jr. em 6 de fevereiro de 1931, em Temple, Texas. O apelido “Rip” veio da infância e o acompanhou ao ingressar no Instituto de Artes Performáticas de Dallas, onde teve como professor Baruch Lumet, o pai do diretor Sidney Lumet, e no Actors Studio, de Nova York, onde estudou ao lado de sua futura esposa, a atriz Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”). Seu estilo de interpretação foi comparado a James Dean e Marlon Brando pelo diretor Elia Kazan, que deu a Torn sua primeira grande oportunidade – como o substituto de Ben Gazzara na montagem teatral de “Gata em Teto de Zinco Quente”, de Tennessee Williams, em 1955. Kazan foi quem também o levou ao cinema, dando-lhe pequenos papéis em “Boneca de Carne” (1956) e “Um Rosto na Multidão” (1957), antes de escalá-lo ao lado de Paul Newman e Page na montagem teatral de “Doce Pássaro da Juventude”, outra peça de Williams, que rendeu a Torn uma indicação ao Tony em 1960. Todos os três reprisaram seus papéis na filmagem da história lançada nos cinemas em 1963. Seus primeiros papéis de destaque nas telas vieram em filmes de guerra, “Para que os Outros Possam Viver” (1957) e “Os Bravos Morrem de Pé” (1959). Em seguida, apareceu como Judas na superprodução “O Rei dos Reis” (1961), de Nicholas Ray, e participou de muitos programas de TV da época, incluindo “Os Intocáveis”, “Rota 66” e “O Agente da UNCLE”, geralmente como “ameaça” da semana. Torn costumava ser escalado como vilão em dramas sombrios, personagens sem escrúpulos como o psiquiatra que filmava suas amantes em “Coming Apart” (1969) ou o chantagista de “A Mesa do Diabo” (1965), que tenta obrigar Steve McQueen a participar de um jogo de pôquer manipulado. Como intérprete que seguia o “método” de incorporação de personagens do Actors Studio, isso também resultava em períodos de instabilidade mental, que acabaram lhe rendendo uma reputação de criador de problemas. Diz a lenda que ele estava pronto para o papel de sua vida em “Easy Rider – Sem Destino” (1969), quando puxou uma faca para o ator e diretor Dennis Hopper numa lanchonete. Foi demitido e Jack Nicholson assumiu seu personagem. Como todos sabem, a carreira de Nicholson explodiu com a aparição no filme de Hopper. Torn contestou essa história, dizendo que foi Hopper quem puxou a faca e o processou por difamação. Ganhou US$ 475 mil por perdas e danos. Mas aquela não foi a única altercação do ator com um de seus diretores. Durante uma luta improvisada em “Maidstone” (1970), Torn atacou Norman Mailer com um martelo e teve o ouvido mordido na confusão que se seguiu. Seu casamento com Geraldine Page não passou pela mesma turbulência. Os dois ficaram juntos de 1963 a 1987, até ela morrer de ataque cardíaco, aos 62 anos. Homem de família, Torn também ajudou a lançar a carreira de sua prima, a atriz Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original). E se casou novamente com Amy Wright, atriz conhecida por “Stardust Memories” (1980) e “O Turista Acidental” (1988). Entre os muitos sucessos da primeira fase de sua carreira, destacam-se ainda “O Homem que Caiu na Terra” (1976), como um amigo e confidente de David Bowie, e “Retratos de uma Realidade” (1983), pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Mas uma participação em “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu 2” (1982) inaugurou um novo capítulo em sua filmografia, mostrando que o lendário homem mau podia ser engraçadíssimo. Sem planejamento aparente, Torn começou a incluir comédias entre seus thrillers. Em meio a “O Limite da Traição” (1987) e “Robocop 3” (1993), começaram a aparecer títulos como “Nadine – Um Amor à Prova de Bala” (1987), “Um Visto para o Céu” (1991), “Por Água Abaixo” (1996) e “Advogado por Engano” (1997), que mostraram sua versalidade. Rip Torn virou comediante de vez ao entrar na famosa série “The Larry Sanders Show”, primeiro grande sucesso do canal pago HBO, no papel de Artie, o produtor desonesto do talk show fictício de Larry Sanders (personagem de Garry Shandling). A comédia inovadora foi exibida de 1992 a 1998, e Torn foi indicado ao Emmy por cada uma das seis temporadas, vencendo o troféu de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia em 1996. Mas, curiosamente, ele relutou em fazer a série, pois àquela altura se considerava ator de cinema. Acabou aceitando o emprego porque, segundo contou, devia muito dinheiro aos familiares. Mesmo assim, se recusou a fazer teste para o papel. Shandling teve paciência para convencê-lo a ler um trecho do roteiro do piloto com ele, e saiu da reunião para informar aos produtores que estava vindo do “melhor sexo” da sua vida. Os produtores toparam, porque se basearam nas comédias que Torn tinha feito no cinema, especialmente “Um Visto para o Céu”, de Albert Brooks. Entretanto, quando a série foi ao ar, muitos ainda se surpreenderam em descobrir que o malvadão Rip Torn era engraçado. Ele conquistou a indústria, a crítica e o público. E deixou de ser levado tão a sério – no bom sentido. Após vencer o Emmy, a carreira cinematográfica de Torn continuou crescendo, em vez de se encerrar como ele temia. Sua filmografia acrescentou o blockbuster “MIB – Homens de Preto” (1997), no qual desempenhou o papel de Zed, o chefe dos Homens de Preto, que voltou na continuação de 2002. Ele também fez uma participação no terceiro filme, de 2012, filmou três dramas indicados ao Oscar, “O Informante” (1999), “Garotos Incríveis” (2000) e “Maria Antonieta” (2006), além de diversas comédias, entre elas “Com a Bola Toda” (2004) e “Os Seus, os Meus e os Nossos” (2005). Seu sucesso acabou com o estigma do “ator de TV” e inspirou vários outros astros do cinema a seguir seus passos. Pioneiro, Torn ajudou a dar peso cinematográfico às séries e a dar à HBO o padrão de qualidade que revolucionou a indústria televisiva. Ele ainda voltou à TV em participações recorrentes nas séries “Will & Grace” e principalmente em “30 Rock”, na qual viveu Don Geiss, chefe do protagonista Jack Donaghy (Alec Baldwin). Este papel lhe rendeu sua última indicação ao Emmy em 2008, a 9ª de sua carreira.
Olha Quem Está Falando vai ganhar remake do diretor de Padrinhos Ltda.
A Sony contratou o cineasta Jeremy Garelick (“Padrinhos Ltda.”) para escrever e dirigir uma nova versão de “Olha Quem Está Falando”, comédia infantil estrelada por Kirstie Alley e John Travolta em 1989. O detalhe é que esta não é a primeira vez que a Sony anuncia o projeto, que tenta sair do papel desde 2010. Para quem morou em algum lugar sem televisão nos últimos 30 anos, “Olha Quem Está Falando” é aquela Sessão da Tarde do bebê falante. Na trama, o público acompanha o cotidiano de um casal (Travolta e Alley) sob o ponto de um bebê (que tinha seus pensamentos dublados por Bruce Wiilis). O detalhe mais importante é que “Olha Quem Está Falando” estreou em uma época em que ainda havia poucas mães solteiras retratadas no cinema, e o filme conseguiu tratar o tema com naturalidade e bom humor. Em comunicado, Garelick disse que considera o remake um desafio “porque foi um filme realmente bom”. “Travolta e Kirstie Alley tiveram uma ótima química e Amy Heckerling escreveu um ótimo roteiro. Estamos nos estágios iniciais de descobrir qual é a versão moderna daquela história”, explicou. Com um orçamento de US$ 7,5 milhões, o filme original arrecadou mais de US$ 300 milhões no mundo todo. Fez tanto sucesso que teve duas continuações: “Olha Quem Está Falando Também”, sobre o nascimento da irmãzinha do bebê original, e “Olha Quem Está Falando Agora”, onde os dois cães da família começavam a ter seus pensamentos narrados – sério. Relembre o trailer do filme original abaixo.
Felicity Jones vai se juntar a George Clooney em sci-fi da Netflix
A primeira sci-fi dirigida por George Clooney, “Good Morning, Midnight”, definiu sua protagonista feminina. Segundo fontes do site Deadline, a atriz Felicity Jones (“Rogue One”) já teria assinado contrato para atuar no longa ao lado de Clooney, que além de dirigir vai coestrelar a produção. Conhecida pelo papel de Jyn Erso, a rebelde protagonista de “Rogue One: Uma História Star Wars”, a atriz britânica já tem uma indicação ao Oscar (por sua performance em “A Teoria de Tudo”) e neste ano estrelou a cinebiografia “Suprema”, baseada na juventude da juíza Ruth Bader Ginsburg. “Good Morning, Midnight” é uma adaptação do livro de mesmo nome de Lily Brooks-Dalton, que está sendo desenvolvida para a plataforma Netflix. A trama pós-apocalíptica acompanha duas histórias paralelas: a de Augustine (Clooney), um cientista solitário no Ártico, que tenta fazer contato com a tripulação da nave espacial Aether, e da astronauta Sullivan (possivelmente Jones, ainda não confirmada), que retorna de uma missão pioneira à Júpiter sem saber que a Terra já não é mais a mesma. A adaptação foi escrita por Mark L. Smith, roteirista de “O Regresso” (2015) e “Operação Overlord” (2018). O último filme dirigido por Clooney foi a comédia de humor negro “Suburbicon: Bem-vindos ao Paraíso”, de 2017, que não foi bem-recebida por público e crítica. Depois disso, ele estrelou, produziu e dirigiu a série “Catch 22” na plataforma de streaming Hulu.
Ator da série Warrior vai viver Sub-Zero no novo filme de Mortal Kombat
O ator indonésio Joe Taslim foi escalado num dos papéis mais icônicos dos games de “Mortal Kombat” no novo filme da franquia. Ninguém menos que o lutador superpoderoso Sub-Zero. Ele ficou conhecido justamente por conta de suas habilidades de luta demonstradas no cultuadíssimo “Operação Invasão” (The Raid, 2011). O sucesso do filme lhe abriu as portas em Hollywood e ele já apareceu em filmes das sagas “Velozes e Furiosos” e “Star Trek”, além de integrar o elenco da série “Warrior” – exibida no Brasil pelo canal pago Max Prime. Taslim é o primeiro nome confirmado na produção, que será o primeiro filme do veterano diretor de comerciais Simon McQuoid. A produção está a cargo de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”) e as filmagens vão acontecer ainda este ano na Austrália. A ideia de resgatar “Mortal Kombat” circula por Hollywood desde 2011, quando a Warner contratou o diretor Kevin Tancharoen, após o sucesso de seu vídeo do YouTube “Mortal Kombat: Rebirth”. O projeto acabou rendendo uma série para o YouTube, mas o filme nunca saiu do papel, levando Tancharoen a buscar “outras oportunidades criativas”. Wan embarcou na produção em 2015, mas avisou que não iria apressar o desenvolvimento. Tanto que Simon McQuoid foi contratado para dirigir o filme em 2016, a partir de um roteiro desenvolvido por Dave Callaham (“Os Mercenários”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). A franquia já rendeu dois filmes nos anos 1990. O primeiro foi dirigido por Paul W.S. Anderson (franquia “Resident Evil”) em 1995 e é considerada a primeira adaptação bem-sucedida de um videogame. A sequência, “Mortal Kombat: Aniquilação” (1997), ficou a cargo de John R. Leonetti, que por coincidência trabalhou com James Wan como diretor de fotografia de “Invocação do Mal” (2013). Mas o filme foi um fracasso. Depois disso, a franquia também teve uma série de TV, “Mortal Kombat: Conquest”, com apenas uma temporada em 1998, e a série de streaming de Kevin Tancharoen, “Mortal Kombat: Legacy”, que durou duas temporadas em 2011 e 2012.
Festival de Gramado divulga seleção de 2019 com Hebe e filme de Miguel Falabella
O Festival de Gramado anunciou a lista de títulos de sua mostra competitiva de 2019, marcada por um detalhe triste. Dois dos curadores responsáveis pela seleção faleceram recentemente: a argentina Eva Piwowarski, que morreu em janeiro, e Rubens Ewald Filho, falecido em junho. Apesar da nota fúnebre, o jornalista Marcos Santuario, que também assina a curadoria desde 2013, celebrou um recorde de filmes inscritos (195, contra 111 no ano passado) e o fato de o orçamento se manter o mesmo da edição anterior, R$ 4 milhões, apesar do caos criado pelo governo, com o corte dos apoios estatais – “Há festivais com centenas de inscritos com situação de não acontecer”, afirmou ele durante entrevista coletiva. O evento gaúcho, que acontece entre 16 e 24 de agosto, exibirá ao todo 19 longas e 34 curtas em competição. Além disso, o festival também homenageará quatro personalidades: o ator Lázaro Ramos, a atriz e cineasta Carla Camurati, o ator argentino Leonardo Sbaraglia e o artista Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica. Confira abaixo os longas selecionados. Filmes Brasileiros “Hebe – A Estrela do Brasil” (São Paulo) Direção: Maurício Farias “O Homem Cordial” (Distrito Federal) Direção: Iberê Carvalho “Pacarrete” (Ceará) Direção: Allan Deberton “Raia 4” (Rio Grande do Sul) Direção: Emiliano Cunha “Veneza” (Rio de Janeiro) Direção: Miguel Falabella “Vou Nadar Até Você” (São Paulo) Direção: Klaus Mitteldorf e Luciano Patrick “30 Anos Blues” (São Paulo) Direção: Andradina Azevedo e Dida Andrade Filmes Latino-Americanos “A Son of Man – La Maldición del Tesoro de Atahualpa” (Equador) Diretor: Jamaicanoproblem “Dos Fridas” (México e Costa Rica) Direção: Ishtar Yasin “El Despertar de las Hormigas” (Costa Rica) Direção: Antonella Sudasassi Furnis “En el Pozo” (Uruguai) Direção: Bernardo e Rafael Antonaccio “La Forma de las Horas” (Argentina) Direção: Paula de Luque “Muralla” (Bolívia) Direção: Rodrigo Alfredo Alejandro Patiño Sanjines “Perro Bomba” (Chile) Direção: Juan Caceres
Trailer de Vai que Cole 2 – O Começo mostra prólogo da série do Multishow
A Conspiração Filmes divulgou o pôster e o trailer do segundo filme derivado da série “Vai que Cole”. Desta vez, é um prólogo. “Vai que Cole 2 – O Começo” conta como a turma do Méier se conheceu e se passa antes da trama da série do canal pago Multishow, lançada em 2013 – embora os atores sejam os mesmos e estejam seis anos mais velhos. A trama apresenta a casa de Dona Jô (Catarina Abdalla), quando ela ainda não era uma pensão e a personagem vivia sozinha com Jéssica (Samantha Schmütz). Ferdinando (Marcus Majella) e Máicol (Emiliano d’Avila), neste ponto, apenas sonhavam em morar no Rio, enquanto Terezinha (Cacau Protásio) morava no Morro do Cerol com Tiziu. O grupo se encontra em uma feijoada que Terezinha organiza para o bicheiro. O humor segue o padrão caricatural de série, repleto de gente burra, sem educação, que não sabe falar direito a própria língua e age como criança. O que, por sinal, justifica o título gramaticalmente errado da franquia. Mas também pinta um quadro pouco lisonjeiro da vida nos subúrbios cariocas – ao contrário, por exemplo, do retrato digno de “A Grande Família”. O elenco ainda conta com Fiorella Mattheis, Silvio Guindane, Érico Brás, Alice Morena, Paulinho Serra, Mary Sheyla, Sergio Mallandro e Marcelo Medici. Dirigido por César Rodrigues, que também faz parte da equipe da série, o longa chega aos cinemas no dia 12 de setembro.
Dora e a Cidade Perdida ganha trailers diferentes para o Brasil e os Estados Unidos
A Paramount divulgou o terceiro pôster e dois novos trailers do filme live-action de “Dora, a Aventureira” (Dora the Explorer), que foi batizado de “Dora e a Cidade Perdida”. Curiosamente, a versão dublada em português é diferente da lançada para o público americano. O vídeo nacional enfatiza mais o humor infantil e bichos criados com efeitos especiais, que não deviam estar prontos na época do primeiro trailer. Já a prévia americana explica a trama e mostra mais a vida de Dora com “seus amigos na cidade”. Mas ambos acabam do mesmo jeito, com piada de pum, item aparentemente contratual nas produções para crianças. Desde que estreou em 2000, a série original animada do canal infantil Nickelodeon já exibiu quase 200 episódios em formato educativo, no qual os personagens resolvem desafios que geram perguntas para os espectadores mirins. Fez tanto sucesso que gerou um spin-off, “Dora e Seus Amigos na Cidade”. O filme junta as premissas das duas séries, mas deixa o aspecto educativo de lado para apresentar a jovem como uma espécie de Lara Croft adolescente, filha de um casal Indiana Jones latino, que vai precisar de todas as suas habilidades para salvar a si e a seus colegas de escola de um sequestrador que os arrasta para os trópicos em busca de um tesouro perdido. A produção traz a atriz Isabela Moner (de “Transformers: O Último Cavaleiro”) no papel-título – por coincidência, a jovem de 17 anos já fazia parte do universo de Dora, como a dubladora original de Kate, uma das amigas da protagonista na série derivada. O elenco ainda destaca Eva Longoria (“Desperate Housewives”) e Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”) como os pais da pequena aventureira, além de Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), Madeleine Madden (“Tidelands”), Temuera Morrison (“Aquaman”), Adriana Barraza (“The Strain”), Q’orianka Kilcher (“The Alienist”), Nicholas Coombe (“The Magicians”), Jeffrey Wahlberg (sobrinho de Mark Wahlberg ) e Danny Trejo (“Machete”) como a voz do macaco Botas. O roteiro foi escrito por Nicholas Stoller (“As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme”) e a direção está a cargo de James Bobin (“Alice Através do Espelho”), que voltam a se juntar após a parceria de “Os Muppets” (2011). “Dora e a Cidade Perdida” tem estreia marcada para 15 de agosto no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.
Trailer de Mulan teria sido visto 175,1 milhões de vezes em 24 horas
O trailer completo do remake live-action de “Mulan” teria sido visto 175,1 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas. A informação é da própria Disney e não pode ser checada, porque conta número de visualizações nas várias contas do estúdio no YouTube ao redor do mundo, além de redes sociais como Facebook e Twitter. Com base nesses números oficiosos, “Mulan” só não bate, entre os remakes da Disney, o primeiro trailer de “O Rei Leão”, que somou mais de 224 milhões de visualizações em 24 horas. A Disney também afirma que o trailer de “Mulan” foi visto 52 milhões de vezes apenas na China, onde o título do filme entrou entre os assuntos mais comentados da internet chinesa. A versão animada de “Mulan” foi lançada de forma discreta na China, quase um ano depois de sua estreia no restante do mundo, e enfrentou críticas do público chinês por suas mudanças na história de Mulan, uma lenda popular no país. O trailer do remake, por outro lado, foi recebido de forma positiva pelo público, possivelmente por lembrar um filme chinês de época, com direito a kung fu voador e lutas de espadas. Liu Yifei, a estrela do novo filme, foi saudada como “a primeira princesa chinesa da Disney” nas redes sociais. A estreia de “Mulan” está marcada para 26 de março de 2020.
Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds vão estrelar filme da Netflix
A Netflix adquiriu os direitos do filme “Red Notice”, que vai juntar atores Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Ryan Reynolds (“Deadpool”) e Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”). A produção da Universal estava sendo desenvolvida para o cinema com direção de Rawson Marshall Thurber, que já trabalhou com Johnson em “Um Espião e Meio” (2016) e “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite” (2018). “Rawson Marshall Thurber entregou um roteiro dinâmico, que eu e os meus companheiros e cúmplices, Gal Gadot e Ryan Reynolds, queremos filmar”, afirmou Johnson, que também trabalhará como produtor no filme com sua companhia Seven Bucks Productions. “Admiro a ambição da Netflix em se transformar em um dos maiores estúdios no mundo todo. Seu entusiasmo com ‘Red Notice’ corresponde igualmente ao seu compromisso para entreter o público em escala internacional”, acrescentou o ator em comunicado. Por sua vez, o chefe do setor de filmes originais da Netflix, Scott Stuber, afirmou que a plataforma “deseja levar esta história e seu ‘dream team’ de estrelas, Dwayne, Ryan e Gal, ao público de todo o mundo”, além de elogiar o “espetacular” roteiro assinado por Thurber. A premissa, que estava sendo mantida em sigilo, foi revelada por Johnson em seu Instagram, ao definir os personagens de Gadot e Reynolds como “os maiores e mais sofisticados ladrões de arte do mundo”. “Eles têm todas as respostas. Até que eu mude as perguntas, porque também sou muito bom no meu trabalho”, completou, sugerindo que irá persegui-los. As filmagens vão começar em janeiro. “Red Notice será o segundo longa consecutivo de Reynolds para a Netflix, após filmar “6 Underground”, dirigido pelo especialista em cinema de ação Michael Bay (“Transformers”). Ver essa foto no Instagram The world is officially on NOTICE. Myself and my co-star partners-in-heist @gal_gadot & @vancityreynolds invite you to join us for the @netflix global event movie known as RED NOTICE. They’re the greatest and most sophisticated art thieves the world has even known and have all the answers. Until I change the questions – because I’m really good at my job too. 190+ countries and growing will all join us to witness at the same time. #REDNOTICE #GlobalEvent #NETFLIX @sevenbucksprod @flynnpictureco Shooting begins JAN 2020 Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 8 de Jul, 2019 às 2:36 PDT
Deborah Secco revela ter perdido dinheiro com o filme Bruna Surfistinha
A atriz Deborah Secco disse em entrevista ao programa TV Fama, da Rede TV, que perdeu dinheiro com “Bruna Surfistinha” (2011). Isto porque decidiu pagar do próprio bolso parte do orçamento para estender o período de filmagens. “As pessoas não sabiam, é uma coisa que eu acho que não tem sido divulgada. Estávamos no meio das filmagens e eu queria mais uma semana de filmagens, só que não tinha dinheiro para filmar. Então eu falei: ‘Quanto é para mais essa semana?’ e banquei, virando sócia do filme”, revelou. Deborah disse que o filme não deu lucro e ela levou prejuízo. “Banquei o filme e a gente não teve lucro. Foi um filme diferente do que todo mundo fala. Leio sempre na internet que falam: ‘Nossa, ela deve estar ganhando muito dinheiro’, mas, no final das contas, eu perdi dinheiro com o Bruna [Surfistinha]”, contou. Mas ela garante que a experiência valeu a pena e ajudou sua carreira. “Ganhei muito em realização artística e crescimento de imagem. Talvez naquele momento eu não tivesse noção do investimento que estava fazendo, mas eu estava investindo nessa revolução da minha carreira”. Veja a entrevista abaixo.











