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Marina Ruy Barbosa viverá primeira esposa de Roberto Carlos no cinema
Atriz entra para o elenco do filme que narra a trajetória do Rei, desde o acidente na infância até o auge nos anos 1970
Marina Ruy Barbosa no cinema
A atriz Marina Ruy Barbosa (“Tremembé”) foi escalada para interpretar uma das figuras mais marcantes da vida de Roberto Carlos no cinema. Ela estará na cinebiografia do cantor no papel de Cleonice Rossi (1940-1990), a Nice, primeira mulher do artista e mãe de seus filhos. Segundo informações da coluna Play, do jornal O Globo, o longa deve retratar o relacionamento que durou entre 1968 e 1979, período fundamental na consolidação da carreira do Rei.
Quem foi Nice?
Nice Rossi foi uma presença central na vida pessoal de Roberto Carlos, acompanhando-o durante a explosão da Jovem Guarda e o início de sua fase romântica. Ela morreu em 1990, vítima de câncer de mama. Além de Luciana e Dudu Braga (1968-2021), o casal criou Ana Paula, filha de um relacionamento anterior de Nice que o cantor assumiu como sua própria filha.
Sophie Charlotte completa triângulo de inspirações
Além de Marina Ruy Barbosa, a cinebiografia conta com Victor Medeiros (“Malhação: Toda Forma de Amar”) no papel de Roberto Carlos e Sophie Charlotte (“Três Graças”) como Magda, uma das primeiras grandes paixões do cantor no início dos anos 1960. O romance, marcado pela distância após a mudança de Magda para o exterior, serviu de combustível para composições que se tornaram hinos da música brasileira, como “Quero que Vá Tudo pro Inferno” (1965), “Não Quero Ver Você Triste” (1964) e “A Volta” (1966).
Do acidente na infância ao palco do Canecão
O longa-metragem promete uma abordagem abrangente da trajetória do ídolo. A narrativa terá início em 1947, mostrando o traumático acidente que resultou na amputação da perna direita do artista ainda na infância. A partir dali, o público acompanhará seus primeiros passos na música, o estouro na Jovem Guarda e o auge da fama nos anos 1970, culminando no histórico primeiro show grandioso com orquestra realizado no Canecão, no Rio de Janeiro.
O projeto é tratado como uma das maiores apostas do cinema brasileiro para os próximos anos, unindo o apelo popular da obra de Roberto Carlos a uma produção de época detalhista.
A direção é de Maurício Farias, que já fez sucesso com o gênero das cinebiografias ao lançar “Hebe: A Estrela do Brasil” (2019). O roteiro é assinado por Patrícia Andrade, escritora de vários sucessos biográficos, incluindo o fenômeno “2 Filhos de Francisco” (2005) e “Gonzaga: De Pai para Filho” (2012), além da minissérie “Senna” (2024), da Netflix.