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Filme

“A Morte do Demônio: Em Chamas” ganha trailer sangrento

Sexto filme da franquia de horror faz conexão direta com os eventos de "A Morte do Demônio: A Ascensão"

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8 de maio de 2026
Filme

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7 de maio de 2026
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    Soul: Nova animação da Pixar revela primeiras imagens e elenco de vozes

    24 de agosto de 2019 /

    O painel da Pixar na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, trouxe novidades de “Soul”, um dos projetos anunciados recentemente pelo estúdio de animação. A apresentação divulgou o visual dos personagens principais e seus dubladores: Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”). Foxx vai interpretar Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio que vive frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz. E aparentemente morre antes de conseguir o trabalho de seus sonhos, transformando-se em alma e indo parar no “seminário Você”, que todas as almas precisam cursar. Lá, ele conhece 22 (voz de Fey), uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra. A sinopse de “Soul” sugere uma versão metafísica de “Divertida Mente”, apresentando a trama com perguntas existenciais. E o diretor é o mesmo de “Divertida Mente”. Pete Docter, que assina o roteiro e a direção de “Soul”, venceu o Oscar de Melhor Animação pelo filme de 2015 – e também por sua produção anterior no estúdio, “Up: Altas Aventuras” (2009). O elenco também inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (“Extraordinário”). A estreia foi marcada para junho de 2020. Just Announced: @iamjamiefoxx and Tina Fey will lead the cast of #PixarSoul, coming to theaters June 19, 2020. Here’s a first look at their characters, Joe Gardner and 22, and a new piece of concept art. #D23Expo pic.twitter.com/Ls8JDvOsCe — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) August 24, 2019

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    Novo pôster de Star Wars: A Ascensão Skywalker destaca volta do Imperador Palpatine

    24 de agosto de 2019 /

    A Disney divulgou um pôster de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” na D23 Expo, a “Comic Con” do estúdio que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. A imagem é uma ilustração sem muito brilho, que mostra uma luta entre Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver), e traz o Imperador Palpatine (Ian McDiarmid) ao fundo, em tamanho gigante. A presença de Palpatine confirma teorias de fãs e lança outras. Entre elas, as que defendem que Rey é uma Skywalker esquecida, uma neta de Obi-Wan Kenobi ou até uma descendente do imperador sangrento. Vale lembrar que a morte do personagem foi um dos pontos altos da trilogia original, assassinado por seu pupilo Darth Vader em “O Retorno de Jedi” (1983). Algumas cenas do filme também foram exibidas durante a apresentação. O destaque é justamente um momento em que Rey aparece lutando com Kylo. O detalhe é que Rey usa um sabre de luz vermelho (característicos dos Sith, as contrapartes malignas dos Jedi) com lâminas dos dois lados. Na apresentação, o diretor J.J. Abrams ainda falou sobre a presença de Carrie Fisher na trama. A atriz, que morreu em 2016, vai surgir em imagens de arquivo, que sobraram das gravações de “Os Últimos Jedi” (2017). “A personagem de Leia é o coração dessa história”, disse Abrams. “Não poderíamos fazer o fim desses nove filmes sem Leia”.

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    Disney anuncia nova animação com princesa asiática e dragões

    24 de agosto de 2019 /

    A Disney anunciou a produção de um novo longa animado na D23 Expo, a “Comic Con” do estúdio que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. O filme se chama em inglês “Raya and the Last Dragon” e também ganhou sua primeira imagem conceitual. Veja acima e, em versão com movimento, logo abaixo. A trama vai se passar na fictícia terra de Kumandra, em que os dragões eram venerados por seu poder e sua sabedoria. No entanto, ela foi tomada por forças sombrias e os dragões sumiram. Uma garota chamada Raya sai então em busca do último dragão, que pode salvar o mundo. Apesar do reino ser fictício, a produção viajou até o sudeste asiático para buscar inspirações para a trama do filme. Por conta disso, Raya também foi apresentada como a primeira princesa asiática da Disney desde “Mulan” (1998). “Raya and the Last Dragon” foi escrito pela roteirista Adele Lim, nascida na Malásia, que assinou diversos episódios de séries antes de estrear no cinema com o sucesso “Podres de Ricos” (2018), e vai marcar a estreia na direção da dupla Paul Briggs e Dean Wellins, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A atriz canadense Cassie Steele (da série “Degrassi: A Próxima Geração”), descendente de filipinos, vai dublar Raya, enquanto a americana Awkwafina (“Poders de Ricos”), descendente de chineses e coreanos, ficará com o papel de sua companheira, Sisu, a última “dragoa”. Sisu é inspirada em mitos sobre criaturas da água do sudeste da Ásia. Ou seja, “ela não é como qualquer dragão que você já viu antes”, disse Awkwafina na D23. O que é confirmado pela imagem do personagem exibida no evento, que pode ser conferida abaixo. A estreia foi marcada para novembro de 2020, no Dia de Ação de Graças americano. Just Announced: Disney’s Raya and the Last Dragon, starring @cassandrasteele (Raya) and @Awkwafina (Sisu, the Last Dragon). Check out all-new concept art, and see the film in theaters November 2020. #D23Expo pic.twitter.com/VPqCroDkeH — Disney (@Disney) 24 de agosto de 2019

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    Frozen 2 vai mostrar a mãe das princesas Anna e Elsa

    24 de agosto de 2019 /

    Além de divulgar um novo pôster, a D23 Expo, “Comic Con da Disney” que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, anunciou a inclusão de dois novos dubladores famosos no elenco de “Frozen 2”: Evan Rachel Wood (a Dolores de “Westworld”) e Sterling K. Brown (o Randall de “This Is Us”). A atriz vai dar voz à rainha Iduna, mãe das princesas Anna (Kristen Bell) e Elsa (Idina Menzel). Como os fãs do filme original sabem, iduna morreu em um naufrágio. Por isso, ela deve aparecer apenas em flashbacks. Já o ator vai encarnar um novo personagem militar, conectado aos pais das protagonistas. Um vídeo exibido no evento mostrou Idina cantando uma canção de ninar para as jovens Anna e Elsa. A Disney aproveitou para divulgar uma foto da cena, que pode ser vista acima. A continuação de uma das animações de maior bilheteria de todos os tempos traz de volta os diretores Jennifer Lee e Chris Buck, dupla responsável pelo filme de 2013, além dos dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). A estreia está marcada apenas para 2 janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Frozen 2 ganha novo pôster, quase igual ao anterior

    24 de agosto de 2019 /

    A Disney divulgou um novo pôster da animação “Frozen 2” na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. A imagem é praticamente a mesma do pôster anterior, num ângulo mais distante. Veja abaixo para comparar. A continuação de uma das animações de maior bilheteria de todos os tempos traz de volta os diretores Jennifer Lee e Chris Buck, dupla responsável pelo filme de 2013, além dos dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). A estreia está marcada apenas para 2 janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Emma Stone vira a vilã Cruella na primeira foto da versão “punk rock” dos 101 Dálmatas

    24 de agosto de 2019 /

    A Disney divulgou a primeira imagem de Emma Stone (“La La Land”) como Cruella De Vil, a icônica vilã do filme “101 Dálmatas”. A novidade foi apresentada na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. Intitulado “Cruella”, o filme vai contar a história da personagem, que ficou famosa graças ao desenho animado “A Guerra dos Dálmatas” (1961), primeira adaptação do livro infantil de Dodie Smith realizada pela Disney, que a introduziu no Brasil com o ótimo nome de Malvina Cruela. Os tradutores, porém, abandonaram a denominação nacional quando a personagem ganhou carne-e-osso pela primeira vez, vivida por Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”) na produção de 1996, que também preservou o título original do livro, “101 Dálmatas”. O filme ainda teve uma continuação em 2000, batizada de “102 Dálmatas”. Stone gravou um vídeo para o evento, direto do set da produção, em Londres, explicando que a história vai se passar na época do movimento punk britânico. “É nos anos 1970, e é bem punk rock”, disse a atriz. Escrito por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e com direção de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”), o filme também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”) e Joel Fry (“Yesterday”) em seu elenco. A estreia está marcada para maio de 2021.

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    Kit Harington viverá o herói Cavaleiro Negro no filme dos Eternos

    24 de agosto de 2019 /

    A Marvel oficializou o elenco de “Eternos” na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. E há uma novidade importante em relação ao grupo apresentando na Comic-Con, em San Diego, no mês passado. Kit Harington, o Jon Snow de “Game of Thrones”, foi incluído na produção. A participação confirma rumores que circularam um dia antes, sobre uma negociação de Harington para entrar no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ele vai interpretar um personagem clássico dos quadrinhos, Dane Whitman. Mas o ator não subiu no palco junto com os demais integrantes do filme. Isto porque Whitman não é um dos Eternos, os seres superpoderosos que protagonizam o longa, mas o super-herói Cavaleiro Negro, que, inclusive já foi um dos Vingadores. A espada e o cavalo alado usado pela Valquíria nos quadrinhos pertenciam originalmente ao personagem, que é sobrinho de um supervilão homônimo. Volta e meia, o personagem é transportado no tempo, indo parar na era medieval, ou para outra dimensão. O mais importante para o filme em desenvolvimento é sua relação com Sersi, uma das integrantes mais poderosas dos Eternos, que será vivida por Gemma Chan (a Minn’Erva de “Capitã Marvel”). Os dois formam um par romântico trágico, e Sersi chegou até a integrar os Vingadores por causa desse relacionamento. Outra curiosidade dessa escalação é que ela irá reunir Harington com seu “irmão” (primos, na verdade) de “Game of Thrones”, Richard Maddin (o Robb Stark), que interpretará Ikaris, o principal herói masculino do grupo dos Eternos. Os demais integrantes da produção são Angelina Jolie (“Malévola”) como Thena, Kumail Nanjiani (o Dinesh de “Silicon Valley”) como Kingo, Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”) como Phastos, Ma Dong-seok (“Invasão Zumbi”) como Gilgamesh, Salma Hayek (“Dupla Explosiva”) como Ajak, Lauren Ridloff (“The Walking Dead”) como Makkari, Barry Keoghan (“Dunkirk”) como Druig e a menina Lia McHugh (“American Woman”) como Sprite, que além de ser homem nos quadrinhos teve seu nome traduzido nas edições brasileiras como Duende. As filmagens ainda não começaram, mas a estreia foi marcada para 6 de novembro de 2020. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção. Veja abaixo uma foto e um vídeo da apresentação do elenco de “Eternos” na D23 Expo. The cast of Marvel Studios’ The Eternals takes the stage at the #D23Expo pic.twitter.com/TR1gYEEq1w — Marvel Studios (@MarvelStudios) August 24, 2019 A closer look at the cast of Marvel Studios’ THE ETERNALS on stage at the #D23Expo pic.twitter.com/bTSkoXh6xI — Marvel Studios (@MarvelStudios) August 24, 2019

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    Disney oficializa produção de Pantera Negra 2 com lançamento em 2022

    24 de agosto de 2019 /

    A Disney oficializou a produção de “Pantera Negra 2”. O anúncio foi feito na tarde de sábado (24/8) por Ryan Coogler, que voltará à cadeira de diretor após comandar o primeiro filme. Em sua participação na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, Coogler também revelou a data de estreia da produção: 6 de maio de 2022. Mas nenhum outro detalhe foi divulgado, nem sobre o enredo ou qualquer indício de um subtítulo para o filme. “Pantera Negra 2” é o primeiro filme oficializado pela Marvel após a revelação dos títulos que representarão a Fase 4 de lançamentos do estúdio. É também o primeiro filme confirmado com data de estreia para além de 2021.

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    Produtores independentes protestam contra paralisação do setor audiovisual pelo governo Bolsonaro

    24 de agosto de 2019 /

    Um abaixo assinado de produtoras independentes do Brasil chamou atenção para um fato que apenas a Pipoca Moderna, entre toda a imprensa brasileira, tem destacado desde o primeiro dia da suspensão do edital de financiamento de séries, que incluem produções de temática LGBTQIA+. O fato de que a portaria assinada pelo ministro da Cidadania Oscar Terra “afeta diretamente a cadeia audiovisual em todo o país”. As aspas são do documento publicado na sexta-feira (23/8). Para suspender o edital que permitiria a produção de séries LGBTQIA+ atacadas pelo presidente Jair Bolsonaro, o ministro deu como justificativa a necessidade de recomposição dos membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia), para poder liberar o financiamento. A portaria também afirma que, uma vez recomposto, o comitê revisará os critérios e diretrizes para a aplicação dos recursos do fundo, assim como os parâmetros de julgamento dos projetos e seus limites de valor. O detalhe é que a formação do comitê depende das indicações de seis integrantes do governo, vindos de diferentes ministérios. Em oito meses de governo, Bolsonaro ainda não indicou nenhum representante. O decreto assinado por Osmar Terra prevê a suspensão do edital por 180 dias, podendo prorrogar o prazo caso o comitê gestor continue sem as indicações dos membros do governo. Na prática, isto significa que todo o investimento do FSA foi paralisado pelo governo. Isto não afeta apenas as séries que tiveram seu edital suspense. Todos os projetos audiovisuais estão impedidos de receber financiamento, com base na justificativa apresentada. Para ficar bem claro: trata-se da paralisia completa do setor. A tranca foi feita propositalmente pelo governo, que usou sua incompetência como esperteza para congelar o FSA, ao informar que não há comitê para liberar a verba. E não há comitê porque o próprio governo não o nomeou. A recomposição do Comitê Gestor do FSA (CGFSA) depende da posse do Conselho Superior de Cinema (CSC), que ainda não tem data. E só depois disso será marcada reunião para abordar o tema, sem pressa alguma para cumprir obrigações de janeiro passado. Apesar do abrangência e do impacto desse congelamento, a “grande imprensa” ainda não deu a devida importância para o assunto, assim como ignorou completamente o anúncio do ministro Osmar Terra sobre seus planos para acabar com o cinema de arte feito no Brasil. Apenas a Pipoca Moderna chamou atenção para os dois escândalos de graves consequências para o cinema nacional. As produtoras independentes, por sua vez, repercutiram também a inobservância das regras editalícias, de caráter vinculante para a administração pública, que nortearam a suspensão arbitrária do edital. O ato autoritário já gerou inquérito do MPF (Ministério Público Federal) do Rio de Janeiro. “Passados quase 17 meses do início do processo licitatório e quando diversas etapas já foram rigorosamente cumpridas por todos os concorrentes, não há por que reavaliar os critérios de apresentação de propostas”, lembra o abaixo-assinado, tendo como base a legislação. “É primordial dar seguimento transparente à execução de um processo que estava em curso, à publicação imediata da lista de contemplados, à contratação, à liberação dos recursos, à produção e à consequente difusão das obras selecionadas para o conjunto da sociedade brasileira.” A carta é assinada pelo Coletivo de Empresas Produtoras Independentes Brasileiras, participantes do concursopúblico BRDE/FSA PRODAV – TVS PÚBLICAS – 2018. E conta com o apoio das seguintes entidades: Associação Brasileira de Animação (ABRANIMA); Associação Brasileira de Cineastas (ABRACI/RJ); Associação Brasileira de Documentaristas e Curta Metragistas; Associação Pernambucana de Cineastas (ABD-PE/Apeci); Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV); Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro (API); Associação Mato-grossense de Cinema e Audiovisual (MTCine); Brasil Audiovisual Independente (BRAVI); Comissão de Empregados da Empresa Brasil de Comunicação EBC; Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte, Nordeste (CONNE); Fale Rio Frente Ampla pela Liberdade de Expressão e Direito à Comunicação do Rio deJaneiro; Fórum Audiovisual de Minas Gerais, Espírito Santo e dos estados do Sul do Brasil (FAMES); Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC); Sindicato da Indústria Audiovisual de Minas Gerais (SINDAV); Sindicato da Indústria Audiovisual de Santa Catarina (SANTACINE); Sindicato da Indústria Audiovisual RS (SIAV-RS); Sindicato dos Trabalhadores do Rádio e da Televisão do Estado do Rio de Janeiro (SINRADTV-RJ).

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    Versão live-action de A Dama e o Vagabundo ganha primeiro trailer

    24 de agosto de 2019 /

    A Disney divulgou o pôster e o trailer da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia mostra que, apesar de estrelada por animais de verdade, os cães protagonistas tem, sim, certos movimentos animados por computação, como suas bocas falantes, além de sofrerem ligeiras alterações em suas aparências – o olhar apaixonado durante a célebre cena do jantar italiano, por exemplo – para aproximar as expressões do desenho clássico de 1955. O vídeo também revela forte anacronismo em sua recriação de época. Isto porque a produção manteve o período da animação, passada no ano de 1909, ao mesmo tempo em que mudou a etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos depois, “O Nascimento da Nação” seria elogiado por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. De todo modo, a opção permite uma analogia em relação às diferenças – de raça e de classe – do casal canino. No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e a direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e o vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.

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    Kit Harington vai entrar no Universo Cinematográfico da Marvel

    23 de agosto de 2019 /

    O ator Kit Harington, intérprete de Jon Snow em “Game of Thrones”, vai entrar para o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). A informação foi publicado pelo site Deadline, que nesta semana já tinha dado o furo sobre o fim da parceria entre Disney e Sony nos filmes do Homem-Aranha. Segundo o jornalista Mike Fleming Jr, o ator vai se juntar a um dos filmes da Marvel em desenvolvimento, mas ainda o estúdio ainda guarda a sete chaves qual projeto irá recebê-lo, inclusive se é alguns dos já anunciados ou se a participação vai acontecer na próxima fase. Desde o final de “Game of Thrones”, Harington não fechou contrato com nenhuma outra produção e chegou a passar um tempo em uma clínica de reabilitação para tratar do estresse causado pela produção da HBO. Entre os filmes anunciados oficialmente pela Marvel estão “Viúva Negra”, “Eternos”, “Thor: Love and Thunder”, “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” e “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. Além disso, o MCU vai se expandir em séries da plataforma Disney+ (Disney Plus). De todo modo, vale lembrar que Richard Madden, intérprete de Robb Stark em “Game of Thrones”, já tem um dos principais papéis de “Eternos”, e que o filme de Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, deve incluir diversos atores britânicos, já que a trama dos quadrinhos envolve o serviço secreto do Reino Unido.

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    Diretor de Bumblebee assume a atrapalhada adaptação do game Uncharted

    23 de agosto de 2019 /

    O pastelão dos bastidores de “Uncharted” continua. Mais um diretor atrelado à produção pisou na casca de banana e caiu. E já tem novo cineasta esperando o contínuo jogar a próxima casca de banana no chão. Travis Knight, que fez sua transição da animação para o cinema live-action com “Bumblebee”, no ano passado, é o novo contratado para comandar a adaptação do videogame. Um dos projetos que mais sofre com idas e vindas do estúdio, o filme de “Uncharted” se arrasta na Sony desde 2010. Por conta disso, seu diretor mais recente, Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”), desistiu da produção há poucos dias. Ele já tinha substituído Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que deixou o projeto em dezembro por conflitos de agenda. Mas os problemas vem de muito antes. Recordar é viver. A primeira versão do roteiro foi escrita por Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer (dupla dos péssimos “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” e “Conan, o Bárbaro”), jogada no lixo e substituída por novo texto do casal Marianne e Cormac Wibberley (“A Lenda do Tesouro Perdido”), que se focaria na família do protagonista, também incinerado após “mudança de direção criativa”. Isto levou à criação de nova história por Mark Boal (“Operação Fronteira”). Nesta versão, o protagonista estaria em busca da cidade de El Dorado, mas para chegar lá precisaria competir com mercenários e criaturas mutantes que defendem o local. Não rolou. E outro roteiro foi escrito pelo cineasta Joe Carnahan (“A Perseguição”). Entregue há dois anos, também precisou ser refeito após o produtor Tom Rothman ter a inspiração de fechar com Tom Holland (o Homem-Aranha) para viver o papel principal, após ver “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. É que o personagem do roteiro era um adulto veterano. De fato, fãs do jogo do PlayStation 3 podem ter dificuldades para entender a escalação, já que o protagonista é um arqueólogo de cerca de 30 anos e Holland ainda passa por estudante colegial nos filmes do Homem-Aranha. Mas pelo jeito que a coisa vai, logo logo ele terá a idade de Harrison Ford e pronto para fazer do filme uma “homenagem” à Indiana Jones. Para quem não conhece, o game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake para encontrar relíquias místicas ao redor do mundo. Com Holland a bordo, a Sony desistiu de adaptar os jogos já lançados da franquia. Em vez disso, pretende fazer um prólogo, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor. O roteiro dessa versão foi escrito por uma dupla menos conhecida do que todos os que a antecederam no projeto, Jonathan Rosenberg e Mark Walker, que não tem sequer currículo de roteiristas. Ops, esquece. Já foi pro lixo. A dupla Art Marcum e Matt Holloway (de “MIB: Homens de Preto – Internacional”) juntou-se a Rafe Judkins (da série “Agents of SHIELD”) para assinar o “novo” roteiro final. Detalhe: todo esse trabalho de pré-produção é pago. Todos os roteiros descartados custaram dinheiro. E a despesa vai entrar no orçamento final da produção. Ainda não há, óbvio que não há, previsão de estreia.

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    Ministro da Cidadania revela que pretende acabar com cinema de arte do Brasil

    23 de agosto de 2019 /

    O ministro da Cidadania Osmar Terra alimentou mais o fogo que queima o Brasil com ódio ao dizer que apenas filmes populares deveriam receber financiamento público. Ele foi além, revelando, ao participar de evento do grupo Voto, em São Paulo, que pretende acabar com o cinema de arte no Brasil. Para o ministro, só filmes que lotarem cinemas devem ser apoiados pelo governo. “O cinema tem que buscar o público, não pode ser uma coisa só autoral para os amigos que gostam muito do cineasta gostarem do filme”, atacou. Para o ministro, os filmes que têm recebido recursos públicos não têm apresentado resultados à altura dos investimentos. “No ano passado, foram 151 filmes totalmente financiados pelo fundo do audiovisual. A média de R$ 4,5 milhões por filme. E o público é menos de mil pessoas por filme. Metade dos filmes não teve mil espectadores”, contabilizou. A partir desse silogismo, Terra disse que é preciso haver uma revisão dos mecanismos de financiamento para o cinema, incluindo a exigência de que parte do dinheiro tenha que ser devolvida com arrecadação em bilheteria. “Nós temos que rever a forma de fazer o financiamento. Transformar em um financiamento que tem que ser devolvido. Criar uma forma de buscar o público, se não ficam filmes que ninguém assiste. É um gasto enorme com filmes que ninguém vai ver”, propôs. E para quebrar de vez a indústria cinematográfica brasileira, deu uma sugestão que permitiria a produção apenas de filmes da Igreja Universal, com pré-venda garantida: acabar com a cota de filmes nacionais. A reserva de um espaço mínimo em salas de cinema para filmes nacionais foi alvo de críticas ferozes do ministro. “Aí é obrigado a ter cota para filme nacional no cinema, também não pode durar muito. É uma lei que até ano que vem tem cota. Depois tem que rever isso”, disse, relacionando a reserva de salas para filmes brasileiros com salas de cinemas vazias. Ou seja, o ministro quer tirar o financiamento para a produção de filmes independentes e dificultar que os poucos que consigam ser produzidos sejam exibidos nas salas do circuito cinematográfico nacional. E ainda buscará transformar empresas privadas em sócias do Estado para permitir que realizem filmes com incentivos fiscais. É tanto equívoco, que só poderia vir mesmo do governo Bolsonaro. A lógica deste governo é a lei das selvas, também conhecida como lei dos mais fortes. Nesta lógica, apenas os fortes sobrevivem e os fracos devem morrer. Na teoria, parece justo: todos são tratados iguais, sem vantagens na disputa pelas mesmas vagas/emprego/tratamento/salas de cinema. Na prática, porém, se alguns tem mais condições (dinheiro, educação, contatos, etc) prosperam. Os que não tem, fracassam. E o Estado não se mete para equilibrar as desigualdades. Trata-se de pura e simples aplicação política da seleção natural das espécies, conforme estudada por Charles Darwin, e que está na base da visão de que “o governo é para a maioria e a minoria tem que se conformar”, expressada por vários integrantes da cúpula bolsonarista. Trata-se também da antítese de um conceito chamado civilização – aquilo que diferencia os homens dos animais. Ao contrário da tese defendida pelo sofisma bolsonarista, as leis existem justamente para proteger as minorias perseguidas. Senão, voltamos à barbárie. O holocausto foi uma aplicação da mesma política, que começou retirando direitos de minorias em prol dos bons costumes e boas famílias arianas, e seguiu censurando as artes que não refletiam a visão de mundo de seus líderes. O Estado, vale lembrar, tem como função ajudar os mais fracos a ter melhores condições de competir num mundo desigual, seja com assistência médica para quem não pode pagar, escola pública, segurança contra valentões armados, saneamento básico e, sim, até com incentivos específicos para produtores independentes realizarem filmes que não poderiam fazer de outra forma. É para isso que existem impostos e taxas (no caso do cinema, a Condecine). Não é para pagar corrupção. Os incentivos também alimentam a economia, pois geram empregos. O que é outra função do Estado. Enfim, em vez de adentrar nesse debate filosófico sobre “o que é o Estado”, é menos desgastante lembrar apenas o básico para um governo que não sabe o mínimo: 1) o Estado é fomentador, não investidor em Cultura, portanto não pode exigir lucro nem compartilhar dele; 2) o principal equívoco das leis de incentivo é justamente dar dinheiro a quem não precisa, pois quem é popular pode se bancar sozinho; 3) todos os países de mercado cinematográfico relevante, que não são os Estados Unidos, têm cotas de telas; 4) todos os países de mercado cinematográfico relevante, inclusive os Estados Unidos, incentivam filmes de arte, que trazem prestígio a seus países por meio de participação em festivais internacionais; 5) o Brasil acaba de vencer dois prêmios importantes no Festival de Cannes, o mais prestigioso do mundo, com filmes incentivados, que os critérios de popularidade do ministro não permitiriam que fossem feitos. O ministro ainda defendeu seu ato de censura, ao suspender um edital para a produção de séries de diversidade sexual para TVs públicas, dizendo que o governo deve decidir quais as temáticas que serão incentivadas na produção audiovisual. “Se é um recurso público, é uma exibição em rede pública, o governo pelo menos quer opinar sobre os temas. E esse governo tem proposta para a TV pública, sobre valores que são importantes de serem ressaltados”, disse, esquecendo que uma mudança de governo não pode alterar edital já publicado, com prazo vencido e inscritos que obedeceram as regras claras. O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro abriu inquérito nesta quinta (22/8) para investigar o ato de censura e homofobia do ministro e do governo Bolsonaro ao suspender o edital. Em sua manifestação, o Ministério Público deixa claro que “tal ameaça ou discriminação podem importar em inobservância das regras editalícias, de caráter vinculante para a administração pública, bem como em discriminação constitucional vedada”. O comunicado dos promotores diz que “o MPF expediu ofícios ao Ministério da Cidadania e à Ancine, requisitando informações, no prazo de dez dias, sobre a suspensão do edital, bem como sobre suposta decisão governamental de não aprovar projetos audiovisuais relacionados a temáticas LGBTQIA+”. No evento em que pregou a destruição do cinema de arte nacional, o ministro expôs seus argumentos para exercer censura em editais. “Todo mundo pode fazer o filme que quiser, mas se vai receber recurso público, nós temos direito de opinar sobre os temas que são mais importantes. Até para ter um filme que vai receber um recurso e não tem importância nenhuma para a sociedade”, disse Terra. Por filmes que “não tem importância nenhuma para a sociedade”, deve-se entender, conforme demonstrado ativamente pelo governo Bolsonaro, qualquer um que tenha tema LGBTQIA+.

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