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Filme

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  • Etc,  Filme,  Série

    Robert Forster (1941 – 2019)

    12 de outubro de 2019 /

    O ator Robert Forster, indicada ao Oscar por “Jackie Brown”, de Quentin Tarantino, morreu na sexta-feira (11/11) em sua casa em Los Angeles de câncer no cérebro. Ele tinha 78 anos. De longa e celebrada carreira, Robert Wallace Forster Jr. era filho de um treinador de animais de circo e fez sua estréia no cinema em 1967, ao lado de Marlon Brando e Elizabeth Taylor em “Os Pecados de Todos Nós”, virando protagonista no cultuadíssimo “Dias de Fogo” (1969), como um cinegrafista em crise ética. A transformação em ator se deu por acaso. Ele estudava na Universidade de Rochester com a intenção de se tornar advogado, mas uma garota surgiu em seu caminho. “Eu estava no último ano. Segui uma garota até o auditório da universidade, tentando pensar em como chegar e falar com ela. Ao entrar lá, vi que eles estavam fazendo testes para uma peça e essa garota já estava no elenco. Eu pensei: ‘É assim que eu vou conhecê-la!'”, Forster contou em um entrevista ao site The AV Club em 2000. Ele conseguiu uma vaga na peça… e também a garota, June Provenzano, com quem se casou e teve três filhas. Depois de se formar, Forster seguiu nos palcos. Ele estreou na Broadway na peça “Mrs. Dally”, em 1965, e sua interpretação elogiada levou a um teste no estúdio 20th Century Fox, onde se tornou um dos últimos artistas contratados pelo lendário chefe do estúdio Darryl F. Zanuck, após ser aprovado pelo diretor John Huston para “Os Pecados de Todos Nós”. No filme, Forster retratava uma pracinha de espírito livre, que se tornava uma obsessão do Major vivido por Brando. Seguindo papéis coadjuvantes em “A Noite da Emboscada” (1968), de Robert Mulligan, e “Justine” (1969), de George Cuckor, Forster foi estrelar o lendário “Dias de Fogo” (Medium Cool), de Haskell Wexler. O filme, que tratava de tópicos políticos e sociais, como o autoritarismo do governo, os direitos raciais, a Guerra do Vietnã e a crescente importância dos noticiários da TV, tornou-se um marco da agitação contracultural do período, resultando numa combinação bombástica de ficção e imagens documentais, captadas pelo diretor durante a tumultuada Convenção do Partido Democrata em Chicago, em 1968. “Muitas das imagens eram reais. Dizem que é o melhor ou talvez o único exemplo real de cinema vérité americano”, disse Forster ao The AV Club. “Eu acho que a frase ‘O mundo inteiro está assistindo’ foi cunhada naquele momento, quando os militares tentaram reprimir a multidão diante da imprensa. Eles estavam empurrando-os, separando-os e a multidão gritava ‘Não deixem, não deixem, o mundo inteiro está assistindo.” Depois desse filme impactante, ele viveu uma coleção de personagens heroicos, como o capitão de uma nave espacial no ambicioso thriller de ficção científica da Disney, “O Buraco Negro” (1979), mas sua carreira não tomou o rumo imaginado, o que acabou conduzindo-o para o lado B do cinema e produções de televisão. “Fiquei 21 meses sem emprego. Eu tinha quatro filhos, aceitava qualquer emprego que pudesse”, confessou ao jornal Chicago Tribune em 2018. “Minha carreira esteve por cima por cinco anos e depois ficou pra baixo por 27. Toda vez que atingia o nível mais baixo que eu pensava que podia tolerar, caía um pouco mais e depois mais um pouco. Até que eu fiquei sem agente, empresário, advogado, nada. Eu pegava o que quer que aparecesse”. Fã de Forster desde criança, Quentin Tarantino ajudou a mudar essa trajetória. Ele chegou a pensar no ator para “Cãos de Aluguel” (de 1992), mas acabou contratando-o apenas para “Jackie Brown” (1997). Ele escreveu a adaptação do romance de Elmore Leonard, “Rum Punch”, com Foster em mente para o papel de Max Cherry. “Anos se passaram desde que conversamos pela primeira vez numa cafeteria. Àquela altura, a minha carreira estava muito, muito morta”, lembrou Forster em uma entrevista em 2018 ao Fandor. “Na primeira vez, nós blá-blá por alguns minutos, mas seis meses depois ele apareceu na mesma cafeteria com um script nas mãos e o entregou para mim. Quando eu li, mal podia acreditar que ele queria que eu vivesse Max Cherry. Então, quando questionei, ele disse: ‘Sim, é Max Cherry que escrevi para você’. Foi quando eu disse pra ele: ‘Tenho certeza que eles não vão deixar você me contratar’. E ele disse: ‘Contrato quem quiser’. E foi aí que eu percebi que conseguiria outra chance na carreira”. E que chance. Foster recebeu sua primeira e única indicação ao Oscar por seu desempenho no filme, e os convites para filmes com bons orçamentos voltaram a aparecer. Forster foi procurado por vários cineastas famosos e trabalhou em filmes como o remake de “Psicose” (1998), de Gus van Sant, na comédia “Eu, Eu Mesmo e Irene” (2000), dos irmãos Farrelly, “Cidade dos Sonhos” (2001), de David Lynch, “Natureza Quase Humana” (2001), de Michel Gondry, “As Panteras: Detonando” (2003), de McG, “Xeque-Mate” (2006), de Paul McGuigan, e o premiado “Os Descendentes” (2011), de Alexander Payne. O ator ainda interpretou o general Edward Clegg no filme de ação “Invasão a Casa Branca” (2013) e sua sequência, “Invasão a Londres” (2016), e deu show no drama indie “Tudo o que Tivemos” (2018), como um marido que tenta cuidar de sua esposa (Blythe Danner) com Alzheimer. Paralelamente, colecionou papéis notáveis em séries. Foi o pai de Carla Gugino em “Karen Cisco”, série que também adaptou uma obra de Elmore Leonard, o patriarca de uma família de pessoas superpoderosas em “Heroes”, o pai de Tim Allen em “Last Man Standing” e o irmão do xerife Harold Truman (Michael Ontkean) no revival de “Twin Peaks” de 2017. Mas o papel televisivo pelo qual é mais lembrado foi do homem conhecido apenas como Ed, que esconde Walter White (Bryan Cranston) no penúltimo episódio da série “Breaking Bad”. Seu último trabalho foi justamente uma reprise do personagem no filme derivado da série, “El Camino”, que estreou no dia da sua morte na Netflix.

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    Idina Menzel, a Elza de Frozen, negocia viver a madrasta malvada da versão musical de Cinderela

    11 de outubro de 2019 /

    A atriz e cantora Idina Menzel, que atuou em “Glee” e dá voz à Elsa na franquia animada “Frozen”, está negociando atuar na nova versão de “Cinderela”, que será estrelada por Camila Cabello. A Sony quer a estrela da Broadway no papel de Evelyn, a maldosa madrasta da princesa. Além dela, Billy Porter (da série “Pose”) também está em negociações para integrar o elenco, como a Fada Madrinha. A nova “Cinderela” vai ser uma versão musical. Além de fazer sua estreia como atriz de cinema, Camila Cabello também vai compor e cantar a trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). A trama está sendo mantida em segredo, mas, convenhamos, quem não conhece a história de Cinderela? Para não dizer que há diferenças em relação ao conto de fadas tradicional, além de ser um musical, a atualização da fantasia feminina vai se passar nos dias atuais. Roteiro e direção estão a cargo de Kay Cannon, criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que estreou como diretora no ano passado com a comédia “Não Vai Dar”. A produção é da Sony Pictures e expectativa é que comece a ser filmada em Londres, na Inglaterra, a partir de fevereiro.

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    Dia de Treinamento vai ganhar prólogo no cinema

    11 de outubro de 2019 /

    O filme “Dia de Treinamento” (2001), que rendeu um Oscar para Denzel Washington, vai ganhar um prelúdio nos cinemas. A Warner Bros. contratou o roteirista estreante Nick Yarborough para escrever a história, que vai se passar em 1992 e deve acompanhar a juventude de Alonzo Harris, personagem interpretado por Denzel no longa. A produção ainda está em seu estágio inicial, portanto ainda não há equipe técnica ou integrantes do elenco confirmados. Escrito por David Ayer (“Esquadrão Suicida”) e dirigido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), o filme original acompanhava 12 horas na vida de um policial novato de Los Angeles (Ethan Hawke), que tem um dia de treinamento com um detetive veterano do departamento de narcóticos (Denzel Washington) e acaba testemunhando os esquemas de corrupção do parceiro. O longa chegou a virar uma série de TV em 2017, que foi cancelada ao final da 1ª temporada. Recorde abaixo do trailer do filme original.

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    Billy Porter negocia virar a Fada Madrinha do novo filme de Cinderela

    11 de outubro de 2019 /

    A categoria é: Fadinha de luxo. A Sony estaria negociando com o ator Billy Porter, que venceu o Emmy por sua performance como o MC dos bailes gays da série “Pose”, para encarnar a Fada Madrinha de uma nova versão de Cinderela, estrelada pela cantora Camila Cabello. O anúncio não é oficial, mas não foi desmentido e várias fontes da imprensa americana dão como negócio fechado. A nova “Cinderela” vai ser uma versão musical. Além de fazer sua estreia como atriz de cinema, Camila Cabello também vai compor e cantar a trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). A trama está sendo mantida em segredo, mas, convenhamos, quem não conhece a história de Cinderela? Para não dizer que há diferenças em relação ao conto de fadas tradicional, além de ser um musical, a atualização da fantasia feminina vai se passar nos dias atuais. Roteiro e direção estão a cargo de Kay Cannon, criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que estreou como diretora no ano passado com a comédia “Não Vai Dar”. A produção é da Sony Pictures. Nascida em Cuba, Cabello será a primeira Cinderela latina do cinema americano. Mas outras estrelas latinas já apareceram no papel na telinha: Selena Gomez no telefilme “Outro Conto da Nova Cinderela”, em 2008, e Dania Ramirez na série “Once Upon a Time”, entre 2017 e 2018. Esta história já teve realmente muitas versões ao longo dos anos, com interpretações tão variadas quanto Leslie Caron (“O Sapatinho de Cristal”), Drew Barrymore (“Para Sempre Cinderela”) e Lucy Hale (“A Nova Cinderela: Era Uma Vez Uma Canção”), mas as mais famosas são mesmo as produções da Disney: a animação clássica “Cinderela”, de 1950, e seu remake live-action, em que Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) interpretou a princesa.

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  • Filme,  Música

    Anitta faz parte da trilha sonora do novo filme das Panteras

    11 de outubro de 2019 /

    A cantora brasileira Anitta está na trilha sonora do filme “As Panteras” com uma faixa inédita, intitulada “Pantera”. A notícia foi compartilhada por Anitta, seu empresário (Brandon Silverstein) e pela cantora pop Ariana Grande, que fez um longo post para falar sobre sua empolgação com o projeto, no qual tem cinco faixas. “Animada e honrada de estar com tantas fenomenais envolvidas neste projeto. Essas músicas são as mais certas para esse filme. Foi uma experiência única para mim e estou animada de ouvir os gritos de todas as minhas amigas”, postou Ariana Grande, com uma imagem do repertório do filme. Entre as cinco músicas de Ariana Grande, a principal é a parceria com Miley Cyrus e Lana Del Rey, “Don’t Call Me Angel”, primeiro single e clipe extraídos da trilha sonora. Mas este não é o único trio musical integrado por Ariana no disco. Ela também gravou “Bad to You”, em que canta com Normani e Nicki Minaj. E ainda faz um dueto com a diva Chaka Khan numa música chamada “Nobody”. Já o trio do cinema, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a novata Ella Balinska (“The Athena”) chega nas telas em 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento do filme nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram the charlie’s angels soundtrack is available for preorder now ! ??? excited and honored to have so many phenomenal, bad ass mf women involved in this incredibly special project. we’re all so excited for you to hear this poppy, mildly trappy at times, action filled, dream of a soundtrack. these songs are so right for this film! this has been such a unique and exciting experience for me and i’m so excited to see it and scream whenever i hear all my friends’ voices. the time is almost here @awsuki @ilya_music ! thank u for having me along on this ride ! Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande) em 10 de Out, 2019 às 9:01 PDT I’m so excited to share that I have a song on the @charliesangels Official Motion Picture Soundtrack! Pre-order now https://t.co/TPcrKZ0VNk pic.twitter.com/cTIQOSkmUv — Anitta (@Anitta) October 11, 2019

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    Zumbilândia 2 ganha vídeo para recordar a história da franquia

    11 de outubro de 2019 /

    A Sony divulgou um novo vídeo de “Zumbilândia 2”, que mistura narração dublada e falas legendadas para recapitular e contextualizar a trama da franquia, explicando quem são os personagens e como eles sobreviveram ao apocalipse zumbi nos últimos dez anos. A continuação traz de volta o quarteto original de protagonistas, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin, que se juntaram em 2009 no começo da praga zumbi e desde então viraram profissionais da sobrevivência pós-apocalíptica. Em sua volta ao cinema, eles cruzam com Rosario Dawson (“Luke Cage”), Zoey Deutch (“Artista do Desastre”), Avan Jogia (“Ghost Wars”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Luke Wilson (“Legalmente Loira”) e até Bill Murray (de novo) e Dan Aykroyd, que interpretam a si mesmos. O filme também tem os mesmos roteiristas, Paul Wernick e Rhett Reese, que estouraram com os filmes de “Deadpool”, e o diretor Ruben Fleischer, também em alta após a bilheteria surpreendente de “Venom”. A produção vai chegar aos cinemas a tempo de pegar o Halloween e o aniversário de dez anos da estreia do primeiro filme, com estreia marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Jungle Cruise: Trailer legendado apresenta aventura divertida com Dwayne Johnson e Emily Blunt

    11 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Jungle Cruise”, aventura estrelada por Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e Emily Blunt (“O Retorno de Mary Poppins”). A prévia é repleta de ação, diversão e referências. Para começar, a introdução do personagem de Johnson alude ao próprio passeio da Disneylândia em que o filme é inspirado, oferecendo um cruzeiro turístico por situações falseadas. “Jungle Cruise” é o nome de um dos passeios mais antigos da Disneylândia, inaugurado em 1955, onde as pessoas viajam a bordo de um barco pitoresco pelo rio de uma selva povoada por animais e tribos “selvagens”. A data de inauguração da atração é significativa, porque é bastante próxima de “Uma Aventura na África” (1951), clássico que foi até referenciado por Johnson em vídeo das filmagens. Não por acaso, o figurino do ator remete ao de Humphrey Bogart naquele filme. Já Emily Blunt atua com uma roupa de “aventureira” similar à vestida por Kathleen Turner em “A Jóia do Nilo” (1985). Mas Johnson já chamou sua personagem de “Indiana Jones” feminino em post das filmagens, e o trailer explica porquê, remetendo à última aventura de Indiana Jones pela Amazônia – aquela floresta onde ficam as cataratas do Iguaçu, de acordo com “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). Se o trailer for um indicativo, essa profusão de referências funciona. E pode incluir mais uma para arrematar. O tom bem-humorado e a ameaça sobrenatural da última cena ainda lembra “A Múmia” (1999). O filme foi escrito pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”), e tem direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”). A estreia está marcada para 23 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento no Brasil.

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    Novo trailer de As Panteras parece clipe de música pop

    11 de outubro de 2019 /

    A Sony divulgou novos pôsteres e o segundo trailer do novo “As Panteras”, em versão legendada e dublada em português. A prévia é bastante genérica, basicamente um clipe, ao som de música pop, com mulheres armadas em poses sensuais. Por sinal, a última cena é literalmente do clipe da nova música-tema-pop, com Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey. Elas também estão no filme ou isso é apenas confuso? O filme traz Kristen Stewart (“Crepúsculo”) e Ella Balinska (“The Athena”) como agentes treinadas, enquanto a recém-recrutada Naomi Scott (“Aladdin”) tem o papel de ingênua da história. A trama vai mostrar que o trio é apenas uma das muitas equipes comandadas pelo misterioso Charlie. E cada equipe tem o seu próprio Bosley. O nome do assistente de Charlie na série clássica seria, na verdade, um “cargo”. Por isso, atores diferentes interpretam o papel. O trailer mostrou dois deles, Patrick Stewart (“Logan”) e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do longa. O elenco se completa com Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Luis Gerardo Méndez (“Mistério no Mediterrâneo”), Jonathan Tucker (“Westworld”) e Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”), que vive outro Bosley. A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Roteirista de Asas do Desejo vence o prêmio Nobel de Literatura

    10 de outubro de 2019 /

    O austríaco Peter Handke foi o grande vencedor do prêmio Nobel de Literatura de 2019. Escritor de renome mundial, considerado “herdeiro de Goethe” pelos acadêmicos suecos responsáveis pela premiação, Handke foi saudado por uma obra “repleta de ingenuidade linguística que explora a periferia e a singularidade da experiência humana”, segundo o comunicado da premiação. O escritor, que vive perto de Paris, disse ter ficado “surpreso” com a premiação, uma decisão que ele considerou “muito corajosa”, “após todas as polêmicas” provocadas por sua obra. Críticos de sua premiação foram mais agudos na Bósnia e no Kosovo, onde ele é visto como um admirador do ex-presidente sérvio Slobodan Milosevic e um “negacionista” dos crimes praticados durante as guerras na antiga Iugoslávia. Com 76 anos de idade, Handke publicou mais de 80 livros desde “As Vespas”, em 1966, e é um dos autores de língua alemã mais lidos e traduzidos do mundo. O mais interessante para o leitor da Pipoca Moderna é que ele também tem uma extensa carreira cinematográfica, tendo feito diversos trabalhos para o cinema e TV. Entre suas obras cinematográficas mais famosas, estão diversas parcerias com o cineasta alemão Wim Wenders, que ele inaugurou com uma adaptação de um de seus livros mais conhecidos, “O Medo do Goleiro Diante do Pênalti”. Publicado em 1970, o livro virou filme em 1972, com participação do próprio Handke na criação de diálogos para o cinema. O sucesso da produção estendeu a colaboração com Wenders, desta vez com roteiros originais escritos para as telas. Ele assinou os clássicos de Wenders “Movimento em Falso” (1975), adaptação de Goethe, e o cultuadíssimo “Asas do Desejo” (1987), que foi premiado no Festival de Cannes. Mais recentemente, teve uma peça de sua autoria adaptada por Wenders em “Os Belos Dias de Aranjuez” (2016). Também dirigiu longas que ele próprio escreveu. Sua estreia como diretor de cinema, “Die linkshändige Frau” (1978), chegou a ser exibida no Festival de Cannes e venceu diversos prêmios do cinema alemão. O último filme que ele dirigiu, “The Absence” (1992), passou no Festival de Veneza. Entre estes, ainda comandou a adaptação de “A Doença da Morte” (em 1985), da escritora Marguerite Duras. Este ano, o Nobel de Literatura consagrou também o vencedor de 2018, depois que a Academia Sueca adiou o anúncio no ano passado após um escândalo de agressão sexual. Assim, o anúncio do prêmio destacou dois escritores. A vencedora de 2018 foi Olga Tokarczuk, autora de dezenas de livros, mas com apenas um publicado no Brasil, “Os Vagantes”. Aos 57 anos, ela é considerada na Polônia a escritora mais talentosa de sua geração.

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    Cascavel: Novo terror do diretor de 1922 ganha trailer legendado

    10 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Cascavel” (Rattlesnake), terror escrito e dirigido por Zak Hilditch, que volta ao gênero após assinar “1922” (2017) na mesma plataforma de streaming. Na trama, Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”) interpreta uma mãe que entra em desespero após a filha ser picada pela cobra do título no meio de uma estrada deserta. Pedindo auxílio para a única moradora da região, ela consegue salvar a criança, mas se vê presa num pacto com o além, precisando matar uma pessoa em 24 horas e oferecer a vítima no lugar da filha, para que a alma da criança não seja reivindicada pelas forças sobrenaturais que a salvaram. O elenco também inclui Theo Rossi (“Luke Cage”) e Emma Greenwell (“The Rook”). A estreia está marcada para 25 de outubro em streaming.

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    Assalto sofrido por Kim Kardashian em Paris vai virar filme

    10 de outubro de 2019 /

    O cineasta e artista de quadrinhos Joann Sfar, que dirigiu a cinebiografia “Gainsbourg, o Homem que Amava as Mulheres” (2010) e a animação “O Gato do Rabino” (2011), vai transformar em filme o assalto que Kim Kardashian sofreu em um hotel em Paris, em 2016. Ele também abordou o tema em uma revista em quadrinhos, que será publicada em março de 2020. Kardashian foi assaltada quando esteve na capital francesa para acompanhar a Paris Fashion Week. Ela foi algemada, amordaçada e trancada no banheiro do quarto do hotel em que estava hospedada durante o assalto. Os ladrões levaram um anel no valor de US$ 4,4 milhões, um cofre com joias avaliado em US$ 5,5 milhões e fugiram de bicicleta. Sfar está escrevendo o roteiro em parceria com Marion Festraets (criadora da série “Chefs”) e também será o diretor do longa, que ele classifica como uma comédia. Intitulado “Fashion Week”, o filme tocará em temas como violência contra a mulher, relacionamento entre pessoas de diferentes classes sociais e questões sobre o mundo da moda. A história vai acompanhar um grupo de ladrões que planejam roubar uma importante influencer durante a viagem dela para Paris para acompanhar a Fashion Week na capital francesa. Provavelmente, o nome de Kardashian não será utilizado na trama.

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    Martin Scorsese acredita que tecnologia digital vai substituir a maquiagem no cinema

    10 de outubro de 2019 /

    Para Martin Scorsese, o futuro do cinema, cada vez mais avançado em termos de tecnologia, é usar efeitos especiais até como substituto de maquiagens – sejam elas mais leves ou trabalhos pesados, como rejuvenescer ou envelhecer um ator. A declaração foi feita durante uma longa entrevista (de três horas de duração) para a revista Sight and Sound, prestigiosa publicação do British Film Institute, e faz parte da jornada do diretor para promover seu novo filme, “O Irlandês”. No longa, produzido pela Netflix, Scorsese usa efeitos visuais para rejuvenescer os astros veteranos Al Pacino e Robert De Niro. O último, por exemplo, aparece como uma pessoa na faixa dos 40 anos – ele tem 76. “Há uma convenção no cinema do uso da maquiagem. Se você assistir a um filme antigo, há a aceitação por parte do público de que aquele cabelo é uma peruca, ou aquele bigode é falso. Mas as pessoas compravam essa ilusão”, disse ele à publicação. “Sempre me lembro da maquiagem para envelhecer o personagem de Dustin Hoffman em ‘Pequeno Grande Homem’. Ou a maquiagem usada em ‘O Homem Elefante’. Onde está a arte? Onde está a performance. Estão ali, porque John Hurt era ótimo. Mas eu sei que é maquiagem, então o espectador aceita a ilusão”, adicionou Scorsese. Para ele, os efeitos especiais estão chegando a um novo nível de ilusão, que pode ser ainda maior. Mas Scorsese não vê isso negativamente. Para o diretor, isso permite um controle melhor da performance. Por exemplo, os efeitos não limitam as expressões faciais, como uma maquiagem ou prótese. Por fim, ele afirma que efeitos especiais não recriam performances nem as substituem. Ao contrário. Em “O Irlandês”, sua função foi evitar a substituição dos atores que ele tinha em mente por jovens desconhecidos. “O principal era que eu não queria fazer um filme em que atores jovens fingissem que eram De Niro, Pacino e Pesci, e depois fossem substituídos no final. Eu não queria isso. Então tentei achar algo que me permitisse ter os atores interpretando versões deles mais jovens – ou mais velhas”, contou. Questionado se essa opção é mesmo viável, já que encarece muito as produções – “O Irlandês” é um dos filmes mais caros da Netflix – , ele concluiu: “Acho que esta é uma primeira vez e ela tem um custo. Mas, quando mais for usada, mais este custo será razoável”. “O Irlandês” terá lançamento limitado nos cinemas em 14 de novembro, chegando ao streaming logo em seguida, no dia 27 de novembro.

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    Dois Irmãos: Nova animação da Pixar ganha trailer dublado em português

    10 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo pôster americano e o trailer nacional da nova animação da Pixar, que chega ao Brasil sem o grande atrativo de seus dubladores originais e com um nome que não tem absolutamente nada a ver com o título da produção nos Estados Unidos. “Onward” virou “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”. Isto mesmo, um titulo minimalista de apenas seis letras virou épico de cinco palavras e um hífen na “tradução”. Já a obrigatória dublagem brasileira para as crianças joga no lixo os dólares investidos para enfatizar seus dubladores famosos americanos, que têm sido o principal destaque do projeto desde seu anúncio. Os irmãos do título nacional são originalmente dublados por Chris Pratt e Tom Holland, intérpretes do Senhor das Estrelas (dos Guardiões da Galáxia) e Homem-Aranha nos filmes da Marvel, que estiveram juntos recentemente em “Vingadores: Ultimato”. Além dos dois atores famosos que os brasileiros não ouvirão, o elenco de vozes do filme conta com Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) como a mãe dos protagonistas, e Octavia Spencer (“A Forma da Água”). O filme tem roteiro e direção de Dan Scanlon, que também fez as duas funções em “Universidade Monstros” (2013). A trama acompanha dois irmãos de uma família de elfos, que abandonam sua confortável vida suburbana ao ganharem um cajado mágico. Decididos a completar o feitiço que trouxe metade de seu pai de volta à vida, eles embarcam numa aventura a bordo de seu carro velho, em busca do resto da magia que já existiu naquele lugar. A estreia está marcada para 5 março de 2020 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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