Cats ganha novo trailer com mais humor e menos closes anatômicos
A Universal divulgou um novo trailer de “Cats”, adaptação de um dos mais famosos musicais da Broadway. O anterior surtou a internet por conta dos efeitos visuais, que transformaram o elenco em gatos humanizados e totalmente nus, além de deixar a bailarina negra Francesca Hayward (como uma gata) branca. Desta vez, o vídeo evita os closes de anatomia “felina”, inclui mais cenas de humor e esquece que a produção é um musical. A versão cinematográfica é dirigida por Tom Hooper (de “Os Miseráveis”, outro filme baseado em musical de sucesso) e também inclui em seu elenco Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”), Ian McKellen (“O Hobbit”), Idris Elba (“A Torre Negra”), Judi Dench (“Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”), James Corden (“Caminhos da Floresta”), Ray Winstone (“O Franco-Atirador”), a cantora Taylor Swift e o cantor Jason Derulo em seu primeiro filme, além de diversos dançarinos de diferentes estilos – de hip-hop a balé. A protagonista Francesca Hayward é, por sinal, a prima ballerina do Royal Ballet, de Londres, que também faz sua estreia como atriz de cinema. Composto por Andrew Lloyd Webber a partir da coleção de poemas escritas por T.S. Eliot, “Cats” conta a história dos gatos jellicle (palavra que só eles sabem o seu significado), que se reúnem uma vez ao ano para decidir quem deve ir para um lugar melhor. O espetáculo estreou no West End londrino em 1981 e teve longa temporada de sucesso na Broadway, entre 1987 e 2006. A versão de cinema vai chegar às telas em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Málevola — Dona do Mal lidera bilheterias do Brasil pela quinta semana
Contrariando tendência mundial, “Málevola — Dona do Mal” é um enorme sucesso no Brasil. O filme arrecadou R$ 75 milhões em ingressos vendidos durante suas cinco semanas de exibição no país e lidera até hoje as bilheterias nacionais, segundo levantamento da consultoria Comscore. A produção da Disney também se mantém como o filme com maior distribuição entre os cinemas brasileiros, o que ajuda a explicar seu sucesso local. Exibida em 446 salas, a produção foi assistida por 339 mil pessoas e obteve R$ 5,9 milhões entre quinta e domingo (17/11). Na América do Norte, “Málevola — Dona do Mal” teve desempenho bem diverso. Após as mesmas cinco semanas, ocupa atualmente o 9º lugar na bilheteria, tendo recém-cruzado os US$ 100 milhões de arrecadação doméstica. O ranking da Comscore ainda registra uma anomalia típica do parque exibidor nacional, ao qualificar um filme que ainda não estreou oficialmente em 2º lugar. A comédia brasileira “Os Parças 2” tem lançamento marcado apenas para a próxima semana, no dia 28 de novembro, mas já está entre os longas mais vistos. Fenômeno paranormal? Viagem no tempo? Brecha interdimensional? Apenas o velho truque de marcar uma data e lançar bem antes, com ampla distribuição, e chamar a venda de ingressos aberta a todo o público e em todos os horários de “pré-estreia”. “Coringa” completa o Top 3 com a comemoração de um recorde. Desde a estreia, há sete semanas, o filme acumula renda de R$ 149,7 milhões e público de 4,6 milhões de pessoas. Neste fim de semana em que o longa alcançou US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornou-se o filme de maior arrecadação no Brasil com classificação etária para maiores de 16 anos. Para completar, o principal lançamento do fim de semana passado, “As Panteras”, fez fiasco maior no Brasil que nos Estados Unidos, abrindo apenas em 6º lugar. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 14 – 17/Nov:1. Malévola-Dona do Mal2. Os Parças 2 ( Pré Estreia) 3. Coringa4. A Família Adams5. Dora e a Cidade Perdida 6. As Panteras7. Invasão ao Serviço Secreto8. Ford vs Ferrari9. Exterminador do Futuro9. Doutor Sono — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 18, 2019
Spike Lee grava vídeo sobre assassinato de Marielle Franco
O cineasta Spike Lee gravou um vídeo em que pede explicações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco. “O mundo quer saber, quem mandou matar Marielle Franco?”, pergunta o diretor e roteirista americano, vencedor do Oscar 2019 por “Infiltrado na Klan”. A gravação do vídeo aconteceu depois de Spike Lee participar de uma sessão do documentário “Democracia em Vertigem”, da brasileira Petra Costa, no Museu de Arte Moderna, em Nova York. Símbolo da luta contra a violência policial, contra a discriminação de raça e gênero e a favor da inclusão LGBTQIA+, Marielle Franco foi executada a tiros em 14 de março de 2018, quando voltava de uma palestra no Rio de Janeiro. Além dela, o motorista Anderson Gomes também morreu e uma assessora da vereadora sofreu ferimentos no atentado. O caso já completou um ano, mas ainda não foi revelado o motivo do assassinato e nem quem foi o mandante, apesar da pressão popular. Recentemente, o nome do presidente Jair Bolsonaro apareceu ligado à investigação do crime e sua reação ao mexer em provas levou a ABI (Associação Brasileira de Imprensa) a entrar com ação no STF (Supremo Tribunal Federal) contra ele por obstrução de justiça. Spike Lee mostrou seu apoio à investigação do crime e também contou o que achou do filme de Petra Costa. “Esse filme nos dá outro olhar sobre a escalada do fascismo. Não é só aqui, é global”, afirmou. #SpikeLee também pergunta: Quem mandou matar Marielle Franco? pic.twitter.com/UPgJDtTkv6 — Pablo Nunes (@pblnns) November 17, 2019
Ben Affleck e Gal Gadot se juntam à campanha pelo “Snyder Cut” da Liga da Justiça
No fim de semana em que se comemorou dois anos do lançamento de “Liga da Justiça”, dois integrantes do filme se juntaram à campanha de liberação do “Snyder Cut”. Ben Affleck e Gal Gadot, intérpretes de Batman e Mulher-Maravilha na produção, tuitaram a hashtag #ReleaseTheSnyderCut e foram repercutidos pelo próprio diretor Zack Snyder. “Snyder Cut” é a versão que preserva a versão do diretor original de “Liga da Justiça”. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. O resultado híbrido não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre como seria a versão de Snyder. Desde então, a Warner vem afirmando que não existe nenhum “Snyder Cut”. Mas o cineasta parece ter em suas mãos uma versão diferente do filme, que o ator Jason Momoa, o Aquaman, jura ter visto – e adorado. Apesar de especulações de que a versão do diretor poderia ser um atrativo para o lançamento do serviço de streaming da HBO Max, a Warner não fez nenhum anúncio neste sentido. Mas chama atenção o timing do engajamento do elenco do filme, todos com contratos longos com a Warner, na campanha pelo “Snyder Cut”. #ReleaseTheSnyderCut pic.twitter.com/wssMmlPqEK — Gal Gadot (@GalGadot) November 17, 2019 This ancient Amazonian can’t be wrong. #releasethesnydercut https://t.co/XBdaE1ynkL — Zack Snyder (@ZackSnyder) November 17, 2019 #ReleaseTheSnyderCut — Ben Affleck (@BenAffleck) November 17, 2019 Neither can Batman. #releasethesnydercut https://t.co/3Y0FxTy5Qp — Zack Snyder (@ZackSnyder) November 17, 2019
James Mangold desabafa sobre sua luta para colocar Ford vs. Ferrari no cinema
Após a vitória de “Ford vs. Ferrari” nas bilheterias do fim de semana, o cineasta James Mangold fez um longo desabafo para o jornalista Anthony D’Alessandro, do site Deadline, contando neste domingo (17/11) como precisou lutar para dirigir o filme e a dificuldade que esse tipo de drama enfrenta atualmente na própria indústria cinematográfica para chegar às telas. Ele revelou que queria filmar essa história há 10 anos, mas sempre foi bloqueado. “Era um filme que eu perseguia, que existia de outras formas com outras pessoas ligadas a ele. Não exatamente esse roteiro, mas um projeto sobre esse período e história. Eu ficava ouvindo que a produção não estava disponível ou não era para mim. Comecei a demonstrar interesse em 2010. Depois de cada filme que terminava, consultava a Fox para dizer que estava disponível, mas sempre parecia que outras pessoas estavam envolvidas”, disse. De fato, uma versão anterior do projeto tinha Joseph Kosinski (“Tron: O Legado”) vinculado à direção, além de Tom Cruise e Brad Pitt negociando os papéis principais. “Até que, depois de ‘Logan’, não sei se foi o sucesso daquele filme ou apenas boa sorte, perguntei novamente e de repente foi possível pegar o projeto. E eu entrei com tudo e comecei a trabalhar como louco com os roteiristas Jez e John-Henry Butterworth”. “A razão pela qual o filme teve tantos problemas para sair do papel anteriormente foi o custo. Tenho certeza que você está ciente, é difícil conseguir fazer um filme voltado para adultos, com temas adultos, atualmente. Existimos em um mundo segregado, em que filmes adultos não podem custar mais de US$ 30 milhões, enquanto os grandes orçamentos são reservados para produções voltadas a adolescentes ou para streaming”, acrescentou o cineasta. “A ideia de fazer um filme caro de cinema para adultos é um desafio real e árduo”. “Ford vs. Ferrari” foi orçado em US$ 95 milhões. “Todo estúdio planeja as finanças de um filme baseado na expectativa do fracasso, de que seu filme vai ser ruim. Assim, eles calculam como não perder dinheiro se o filme for uma merda… Faz sentido, já que, na prática, as chances de um filme se provar excelente são de apenas 20%”, explicou Mangold. “Por isso, eles precisam pensar no que acontece se o filme for considerado ruim: ‘Podemos lucrar com isso?’. Um filme como ‘Ford vs Ferrari’ não dá margem de cálculo se não for bom. Porque pessoas com mais de 30 anos não saem de casa a menos que ouçam que é bom.” As críticas positivas, portanto, foram de grande incentivo para transformar o filme em sucesso. “Ford vs. Ferrari” recebeu 92% de aprovação da crítica norte-americana. Mas para ser elogiado, o filme precisou ser feito. Por conta disso, Mangold fez questão de estender os créditos do sucesso aos produtores, que podem ter colocado seus empregos em risco ao bancarem o projeto. Ele agradeceu efusivamente a equipe da Fox. “Eles mostraram muita fé, por causa da aposta nesse filme. Tinha que ser uma estreia decente para eles não terem problemas [com a Disney]. É por isso que a equipe da Fox – Emma Watts e Steve Asbell – e outras pessoas merecem crédito por isso, porque esse é o tipo de filme que cria problemas quando não funciona. É o tipo de filme que, quando fracassa, inspira questionamentos de cima: ‘Por que vocês fizeram isso?’. Pelos critérios atuais, com base em quem vai ao cinema atualmente, não deveria funcionar. Então, eles merecem muito crédito.” Após o sucesso, a Disney rapidamente pegou carona no resultado positivo. “Desde o início, nós amamos este filme. Em todo lugar que mostramos, as pessoas se apaixonaram por ele, então não é surpreendente ver a resposta positiva. Toda vez que o mostramos, tivemos a mesma reação”, disse Cathleen Taff, chefe do setor de distribuição de filmes da Disney. Com o resultado, a Disney deve reforçar o orçamento de divulgação de “Ford vs. Ferrari” de olho na temporada de premiações, com destaque para o trabalho de Mangold e para os desempenhos de Matt Damon e Christian Bale nos papéis principais.
John Boyega confirma que vem ao Brasil promover Star Wars: A Ascensão Skywalker
O ator John Boyega usou sua conta no Twitter neste domingo (17/11) para confirmar que vem ao Brasil promover o lançamento de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que chega em 19 de dezembro aos cinemas nacionais. A confirmação aconteceu com um simples “sim”, acompanhado por bandeiras brasileiras, em resposta a uma pergunta de fã sobre uma provável vinda ao país. Por conta disso, não há detalhes sobre a visita. Não se sabe se ele vem sozinho ou acompanhado por outros integrantes do elenco, nem a data de sua chegada, que pode fazer parte da programação da Comic Con Experience (CCXP) 2019 ou ser uma iniciativa independente da Disney. Nem a organização da CCXP nem a Disney divulgaram planos específicos de divulgação do filme no Brasil até o momento. Yesssss ???????? https://t.co/LPP21uH8dj — John Boyega (@JohnBoyega) November 17, 2019
Aaron Taylor-Johnson mergulha nas drogas no trailer do novo filme da diretora de Cinquenta Tons de Cinza
A Momentum Pictures divulgou o segundo trailer de “A Million Little Pieces”. Apesar do título lembrar uma série, trata-se de um drama protagonizado por Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: A Era de Ultron”), que adapta o livro homônimo de James Frey, lançado no Brasil como “Um Milhão de Pedacinhos”. Na história, em que o autor narra a sua luta contra o vício, Taylor-Johnson interpreta um jovem alcoólatra e viciado em drogas, que é levado à força para a reabilitação e reluta em se tratar. O tema pesado, já bastante explorado no cinema, ganha imagens surrealistas na prévia, que mergulha no delírio mental do protagonista. O próprio Aaron Taylor-Johnson assina o roteiro da adaptação, em parceria com sua esposa, a cineasta Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), que também é responsável pela direção do filme. É a primeira vez que os dois trabalham juntos em dez anos, desde que se conheceram nas filmagens de “O Garoto de Liverpool” (2009), em que Aaron viveu John Lennon. O elenco inclui vários atores famosos, como Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”), Billy Bob Thornton (“Papai Noel às Avessas”), Juliette Lewis (“Camping”), Giovanni Ribisi (“Sneaky Pete”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga e a Vespa”) e Odessa Young (“Assassination Nation”). Mas o resultado não convenceu a crítica. Exibido no Festival de Toronto, o filme foi massacrado, com 32% de aprovação no Rotten Tomatoes. Quando considerados apenas os críticos da imprensa tradicional, a cotação cai ainda mais: para impressionantes 0%. A estreia está marcada para 6 de dezembro nos Estados Unidos e não há previsão para a explosão da bomba no Brasil.
The Wolf Hour: Naomi Watts enfrenta blecaute e paranoia em trailer de suspense
A Brainstorm Media divulgou dois pôsteres e o trailer de “The Wolf Hour”, suspense estrelado por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”). Ela interpreta uma romancista nova-iorquina que se tornou reclusa, praticamente agorafóbica, e que se vê diante de um grave estresse emocional durante o blecaute que tomou conta da cidade no verão de 1977, período também conhecido como “Summer of Sam”, em referência ao serial killer David Berkowitz, mais conhecido como Son of Sam, que aterrorizou a população. Com ligações estranhas no porteiro eletrônico, ruídos no corredor do prédio, mortes na vizinhança e um apagão total de energia em todo o bairro, ela se torna mais paranoica que nunca. Com clima que remete ao clima do clássico “Repulsa ao Sexo” (1965), o filme escrito e dirigido por Alistair Banks Griffin (“Two Gates of Sleep”) teve première no Festival de Sundance e registra 70% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco também inclui Jennifer Ehle (“A Hora Mais Escura”), Jeremy Bobb (“Jessica Jones”), Kelvin Harrison Jr. (“Godfather of Harlem”), Emory Cohen (“Lords of Chaos”) e Brennan Brown (“The Man in the High Castle”). A estreia comercial está marcada para 6 de dezembro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Ford vs Ferrari atropela As Panteras nas bilheterias da América do Norte
O drama automobilístico “Ford vs. Ferrari” conquistou uma vitória surpreendente nas bilheterias da América do Norte, com uma arrecadação muito acima do especulado por analistas da indústria cinematográfica. Ao subir no alto do pódio com US$ 31M (milhões), também rendeu o primeiro sucesso da Fox sob a administração da Disney, após sucessivos fracassos (“Alita: Anjo de Combate”, “X-Men: Fênix Negra”, etc). O filme dirigido por James Mangold (“Logan”) foi recepcionado por aplausos entusiasmados da crítica, atingindo 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas agradou ainda mais ao público, atingindo nota máxima, A+, no Cinemascore, a pesquisa feita com os espectadores após a exibição. Com Christian Bale (“Vice”) e Matt Damon (“Perdido em Marte”) nos papéis principais, “Ford vs. Ferrari” virou uma unanimidade e deve continuar acelerando até o Oscar. Não foi uma produção barata. A reconstituição de época (anos 1960), com uso de carros de corrida de verdade, teve orçamento de US$ 95 milhões. Mas suas virtudes cinematográficas e o prestígio que traz para a Disney são inestimáveis, num momento em que Martin Scorsese reclama do estúdio por priorizar filmes de super-heróis e diminuir o espaço no mercado para o “cinema de verdade”. “Ford vs. Ferrari” só não é cinema com C maiúsculo porque é cinema classe A+. Com sua liderança folgada, “Ford vs Ferrari” afundou “Midway – Batalha em Alto Mar”, a surpresa da semana passada, que conseguiu apenas US$ 8,7M em seu segundo fim de semana em cartaz, e atropelou a estreia de “As Panteras”, um distante 3º lugar com US$ 8,6M. Como os números estão muito próximos, as posições de “Midway” e “As Panteras” podem se inverter na contagem final dos ingressos vendidos, durante a segunda-feira (18/11). Apesar disso, os valores não sofrerão grande mudança. A Sony investiu menos que a Fox em seu filme, em torno de US$ 50M, mas deve ter gasto o equivalente em P&A (cópias e publicidade), pois o marketing de “As Panteras” foi muito agressivo. Projeções sugerem que o longa dirigido por Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita 2”) deve faturar em torno de US$ 25 milhões, ao todo, na América do Norte, o que representaria a pior bilheteria de continuação/reboot/remake do ano – e talvez da década. Para piorar, não empolgou a crítica, com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes, e nem o público internacional. No exterior, o faturamento atingiu US$ 19,3M, com nova decepção na China, onde rendeu US$ $7,7M. Relatos de problemas no roteiro, escrito por muitas mãos, começam a vir à tona. Mas o post-mortem sugere equívoco de conceito. Para começar, a ideia de transformar uma franquia policial da TV dos anos 1970 numa comédia adolescente de ação. Além disso, escalar uma completa desconhecida no trio principal. E, como cereja no bolo, alterar a premissa básica, de uma agência de detetives local para uma organização de espionagem internacional, após o resultado de outro fracasso recente do estúdio com ideia similar – “MIB: Homens de Preto – Internacional”. Terceira estreia do fim de semana, o suspense “A Grande Mentira”, com Helen Mirren (“A Rainha”) e Ian McKellen (“X-Men”), abriu em 7º lugar, rendendo US$ 5,6M e 63% de aprovação. O filme da Warner chega na quinta-feira (21/11) no Brasil, após entrar quase desapercebido na lista das grandes decepções. Para completar, as arrecadações de sexta a domingo (17/11) registraram a saída de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” do Top 10 após apenas três semanas, em outro desempenho pífio de franquia antiga/antiquada. Diante deste quadro, fica claro porque a Paramount celebrou ter conseguido passar os direitos de produção de “Um Tira da Pesada 4” para a Netflix. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 31M Total EUA e Canadá: US$ 31M Total Mundo: US$ 52,4M 2. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 8,7M Total EUA e Canadá: US$ 35,1M Total Mundo: US$ 53,7M 3. As Panteras Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA e Canadá: US$ 8,6M Total Mundo: US$ 27,9M 4. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 8,5M Total EUA e Canadá: US$ 25,4M Total Mundo: US$ 29,9M 5. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 22,5M Total Mundo: US$ 35,5M 6. Doutor Sono Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 25M Total Mundo: US$ 53,8M 7. A Grande Mentira Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 5,6M Total Mundo: US$ 9,5M 8. Coringa Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 322,5M Total Mundo: US$ 1B 9. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 106M Total Mundo: US$ 458,9M 10. Harriet Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 31,8M Total Mundo: US$ 31,8M
Knives and Skin: Suspense comparado a Donnie Darko e Twin Peaks ganha trailer surreal
O estúdio indie IFC divulgou o pôster final e o trailer de “Knives and Skin”. A prévia destaca os elogios da imprensa ao filme da diretora Jennifer Reeder (“Signature Move”), que passou por vários festivais e recebeu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. Comparado a “Donnie Darko” e “Twin Peaks” por combinar o ritual de passagem da adolescência com uma trama de suspense surreal, o filme reflete como o desaparecimento misterioso de uma estudante do Ensino Médio impacta uma cidadezinha americana. O elenco inclui alguns jovens em ascensão, como Raven Whitley (“Hala”), Kate Arrington (“O Irlandês”) e Ty Olwin (“Personal Shopper”). A estreia está marcada para 6 de dezembro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Disney adia estreia de King’s Man: A Origem em sete meses
A Disney adiou a estreia de “King’s Man: A Origem” (The King’s Man) em sete meses. O filme ia chegar aos cinemas em fevereiro, mas agora só vai estrear em novembro de 2020. O adiamento foi anunciado na sexta-feira (15/11), quando a Disney divulgou um novo cronograma de estreias, com mudanças de datas da 20th Century Fox e inclusão de cinco novos lançamentos da Marvel. “King’s Man: A Origem” é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Mark Millar. Escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, o filme pretende contar a origem da agência de espionagem britânica que funciona nos fundos de uma alfaiataria de Londres, e abrange batalhas no front da 1ª Guerra Mundial e até duelos de espada com Rasputin, o monge louco. O elenco destaca Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, um dos líderes dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu aprendiz, além de Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Djimon Honsou (“Capitã Marvel”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”). A produção já chegou a ganhar um primeiro trailer legendado, que pode ser conferido abaixo.
Disney anuncia mais Marvel. Serão 13 filmes de super-heróis nos próximos 4 anos
Prestes a entrar em sua Fase 4, a Marvel Studios adicionou cinco novos filmes ao seu calendário de lançamentos. As novas datas, divulgadas pela Disney na sexta-feira (15/11), incluem os lançamentos de mais um longa em 2022 e quatro em 2023. Isto significa que o estúdio vai lançar mais 13 filmes de super-heróis nos próximos quatro anos. A lista oficial dos próximos filmes da Marvel, com as datas de estreia nos Estados Unidos, é a seguinte: 1 de maio de 2020 – Viúva Negra (Black Widow) 6 de novembro de 2020 – Os Eternos (The Eternals) 12 de fevereiro de 2021 – Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings 7 de maio de 2021 – Doctor Strange in the Multiverse of Madness 5 de novembro de 2021 – Thor: Love and Thunder 18 de fevereiro de 2022 – Sem Título 6 de maio de 2022 – Pantera Negra 2 (Black Panther 2) 29 de julho de 2022 – Sem Título 7 de outubro de 2022 – Sem Título 17 de fevereiro de 2023 – Sem Título 5 de maio de 2023 – Sem Título 28 de julho de 2023 – Sem Título 3 de novembro de 2023- Sem Título Sete filmes, mais da metade da lista, não foram identificados, mas devem ser projetos que já estão em desenvolvimento, como “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, “Homem-Formiga 3”, “Capitã Marvel 2”, “Deadpool 3”, um filme de (ou com) “Blade” estrelado por Mahershala Ali (“Green Book”) e as novas versões de “X-Men” e “Quarteto Fantástico”. Além destes, ainda há “Homem-Aranha 3”, que apesar de integrar o MCU tem seu cronograma atrelado à programação da Sony – como os vindouros “Venom 2” e “Morbius”. Até o momento, o Universo Cinematográfico da Marvel já lançou 23 filmes conectados. A Fase 4 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) começará oficialmente com “Viúva Negra”, que tem estreia marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Além disso, os filmes também terão conexão com as séries live-action da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus) – “Falcão e o Soldado Invernal” (Falcon and the Winter Soldier), “Loki”, “WandaVision” e “Gavião Arqueiro” (Hawkeye) – , que estreiam a partir de 2020.
Disney lança trilha de Frozen 2 em versão original e dublada em português
“Frozen 2” teve suas trilhas sonoras – tanto a original quanto a “dublada” em português – divulgadas pela Disney. Os dois álbuns estão disponíveis nas plataformas de streaming e podem ser ouvidos abaixo. Além da trilha orquestral de Christophe Beck e novas composições de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez, dupla vencedora do Oscar de Melhor Canção por “Let It Go”, o grande hit do primeiro filme, o disco original traz gravações de artistas populares, como as bandas Panic! At the Disco e Weezer, além da cantora Kacey Musgraves. Panic! At the Disco grava uma versão da canção “Into the Unknown”, primeira música revelada da trilha, que no filme será entoada por Idina Menzel no papel de Elsa. Musgraves canta “All Is Found”, que no filme é interpretada por Evan Rachel Wood (mãe de Elsa e Anna). E Weezer interpreta “Lost in the Woods”, canção do personagem de Jonathan Groff, Kristoff. Vale lembrar que Demi Lovato gravou “Let It Go” para os créditos finais do primeiro “Frozen”, mas as vendas e números de streaming demonstraram que os fãs preferiram os vocais originais de Menzel – também conhecida como Adele Dazeem na apresentação de John Travolta para sua performance premiada no Oscar 2014. A trilha inclui as versões das músicas cantadas pelos dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). Mas apesar da versão nacional ter sido liberada junto da trilha original, há uma notícia ruim para quem quer ver logo o filme. O Brasil será o último país do mundo a exibir a animação. A estreia nacional foi marcada para 2 de janeiro, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.











