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Filme, Série

Remédio contra overdose é encontrado no local da morte de Hayden Panettiere

Narcan estava sobre um colchão e a causa da morte da atriz segue indefinida

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    Jeffrey Dean Morgan posta foto com a máscara do Comediante e sugere retorno a Watchmen

    1 de janeiro de 2020 /

    O ator Jeffrey Dean Morgan postou uma foto em seu Twitter com a máscara do Comediante, personagem que ele interpretou na versão de cinema de “Watchmen”, em 2009. Com tom de brincadeira, ele apareceu com a máscara sobre seus óculos, dizendo que ela tinha sido encontrada por seu filho Gus, mas sugeriu um “retorno mascarado em 2020”. “Gus encontrou a máscara. Ainda serve como uma luva. E parece ainda maior com meus óculos bifocais. Um brinde para um retorno mascarado em 2020”, escreveu. “Watchmen” virou uma série de sucesso da HBO e poderia incluir Morgan em alguma cena de flashback da 2ª temporada, que ainda não foi confirmada. O showrunner Damon Lindelof afirmou que estava tirando um tempo para descobrir se encontrava uma boa ideia para continuar a história. Morgan, de todo modo, faz parte atualmente do elenco de “The Walking Dead”, na qual vive Negan. Ele poderá ser visto novamente nesse papel a partir de 23 de fevereiro, quando a Fox começa a exibir a segunda metade da 10ª temporada da série de zumbis. Gus found the comedian mask. Still fits like a glove. And looks extra extra with my badass bifocals. Here’s to a masked comeback in 2020. pic.twitter.com/Df7WHuaNnN — Jeffrey Dean Morgan (@JDMorgan) December 31, 2019

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    Um Lugar Silencioso – Parte II ganha trailer legendado repleto de tensão

    1 de janeiro de 2020 /

    A Paramount divulgou o primeiro trailer completo de “Um Lugar Silencioso – Parte II”, em versões legendada e dublada em português. Bastante tensa, a prévia começa com um flashback, mostrando o começo da invasão alienígena, mas logo retoma a história do ponto em que o primeiro filme parou, ao companhar a mãe vivida por Emily Blunt e seus filhos, interpretados por Millicent Simmonds e Noah Jupe, seguindo uma trilha na floresta com a preocupação de não fazer barulho. A família também inclui um bebê, carregado numa caixa de isopor, e a prévia ainda dá bastante destaque ao novo personagem vivido por Cillian Murphy (“Peaky Blinders”). O elenco se completa com Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Wayne Duvall (“Pearson”), sobreviventes do mundo pós-apocalíptico dizimado pelas criaturas alienígenas, que reagem com força extrema ao menor barulho. John Krasinski, que vivia o pai, continua na produção e seu personagem é citado no trecho do flashback, mas sua principal função agora é atrás das câmeras. Ele repete seu trabalho como diretor e roteirista na continuação. As filmagens de “Um Lugar Silencioso – Parte II” começaram em julho e duraram um pouco mais de dois meses. Atualmente em pós-produção, o filme chegará aos cinemas brasileiros em 19 de março, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Adaptação do game Uncharted perde seu sexto diretor

    31 de dezembro de 2019 /

    Uma das últimas “notícias velhas de 2019” confirma que o game “Uncharted” perdeu seu diretor. Esta notícia é velha, porque já foi publicada antes em 2019. E muitas outras vezes desde que a produção foi anunciado pela Sony há uma década. Um dos projetos que mais sofre com idas e vindas do estúdio, o filme de “Uncharted” se arrasta desde 2010. Seu diretor mais recente, Travis Knight (“Bumblebee”), era o sexto da fila e não aguentou a indefinição sobre o cronograma de filmagens, que mudou várias vezes, e acabou juntando-se à lista de desistências da produção. Após o filme ter seu lançamento adiado (novamente), Knight decidiu fazer outro projeto, em vez de ficar em compasso de espera. A razão do novo adiamento teria sido a determinação da Sony de priorizar outro longa com o ator Tom Holland, contratado para estrelar “Uncharted” há… 31 meses! Apesar da programação prévia, o estúdio resolveu filmar primeiro o próximo “Homem-Aranha”, que estreia em julho de 2021. Travis Knight substituía Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”), que desistiu da produção em agosto. Trachtenberg, por sua vez, tinha substituído Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que deixara o projeto em dezembro passado devido… aos mesmos conflitos de agenda. Antes dele, a adaptação ainda esteve a cargo de David O. Russell (“Trapaça”), Neil Burger (“Divergente”) e Seth Gordon (“Baywatch”), uma variedade ampla de estilos. Este ecletismo se deve à indefinição em relação à própria história do filme. A primeira versão do roteiro foi escrita por Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer (dupla dos péssimos “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” e “Conan, o Bárbaro”) logo que o projeto foi anunciado, e jogada no lixo assim que se mostrou exatamente o que se esperava. Em seguida, a Sony encomendou novo texto ao casal Marianne e Cormac Wibberley (“A Lenda do Tesouro Perdido”), que decidiu se focar numa suposta família do protagonista. A ideia também foi descartada após “mudança de direção criativa” – a saída do diretor David O’Russell, que queria escalar Mark Wahlberg no papel principal, Scarlett Johansson como sua irmã e Robert De Niro como o pai da dupla. Fãs do game não gostaram da ideia da “família Uncharted” e isto levou à criação de nova história por Mark Boal (“Operação Fronteira”). Nesta versão, o protagonista estaria em busca da cidade de El Dorado, mas para chegar lá precisaria competir com mercenários e criaturas mutantes que defenderiam o local. Não rolou. E outro roteiro foi escrito pelo cineasta Joe Carnahan (“A Perseguição”). Entregue há três anos, o roteiro “definitivo” também precisou ser refeito após o produtor Tom Rothman ter a inspiração de fechar com Tom Holland (o Homem-Aranha) para viver o papel principal, encantado com o sucesso de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. As mudanças foram radicais, porque o personagem descrito por Carnahan era um adulto veterano. De fato, fãs do jogo clássico do PlayStation podem ter dificuldades para entender a escalação, já que o protagonista é um arqueólogo de cerca de 30 anos e Holland ainda passa por estudante colegial nos filmes da Marvel. Talvez o plano do estúdio seja adiar o filme indefinidamente, até Holland atingir a idade certa. Para quem não conhece, o game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake numa caça a relíquias místicas ao redor do mundo. Com Holland a bordo, a Sony desistiu de adaptar os jogos já lançados da franquia. Em vez disso, pretende fazer um prólogo, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor. O roteiro dessa versão foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker, uma dupla que nem sequer tem currículo de roteiristas. Mas não tem problema. Já foi pro lixo. A dupla Art Marcum e Matt Holloway (de “Homem de Ferro” e “MIB: Homens de Preto – Internacional”) juntou-se a Rafe Judkins (da série “Agents of SHIELD”) para assinar o novo roteiro “final”, quando Travis Knight foi contratado. Mas, como houve mudanças na direção, o próximo cineasta pode optar por uma novo “novo roteiro”. Detalhe: todo esse trabalho de pré-produção é pago. Todos os roteiros descartados custaram dinheiro, assim como os contratos de reserva de mercado com os diretores. Esta despesa ainda vai entrar no orçamento final da produção, mas, nesta altura, “Uncharted” já é um dos filmes mais caros jamais feitos. O mais impressionante é que, uma década depois do anúncio de sua produção, ainda não há – óbvio que não há – previsão de estreia.

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    Critics Choice Awards vai homenagear Eddie Murphy por sua carreira

    31 de dezembro de 2019 /

    O ator Eddie Murphy será homenageado na edição deste ano da premiação Critics Choice Awards, com um troféu pelas realizações de sua carreira. Em comunicado, a Critics Choice Association destacou que Murphy é o ator afro-americano de maior sucesso comercial na história de Hollywood e também um dos cinco atores de maior bilheteria do mundo, graças a hits que vão desde o começo dos anos 1980, como “48 Horas” e “Um Tira da Pesada”, até o século 21, como os longas animados da franquia “Shrek”. Atualmente, ele experimenta uma volta por cima consagradora graças à repercussão positiva de seu novo filme, “Meu Nome É Dolemite”, lançado em outubro pela Netflix, que lhe rendeu indicação ao prêmio de Melhor Ator de Comédia no Globo de Ouro 2020. Para completar, sua participação no humorístico “Saturday Night Live”, que aconteceu em 21 de dezembro passado, rendeu a maior audiência do programa em mais de uma década. Murphy será visto a seguir na continuação de uma das comédias mais famosas de sua carreira. “Um Príncipe em Nova York 2” tem lançamento previsto para 17 dezembro de 2020 nos cinemas brasileiros. O Critics Choice Awards 2020 vai acontecer no dia 12 de janeiro em Santa Monica, na Califórnia, com exibição no Brasil pelo canal pago TNT.

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    Syd Mead (1933 – 2019)

    30 de dezembro de 2019 /

    O artista visionário Syd Mead, especialista em “visuais futuristas” que materializou os mundos de “Blade Runner”, “Aliens” e “Tron” no cinema, morreu na manhã de segunda-feira (30/12) em sua casa em Pasadena, na Califórnia, aos 86 anos, após uma batalha de três anos contra o linfoma. Formado em artes plásticas e design, Mead chegou a projetar carros para a fábrica Ford, antes de criar sua própria empresa de design nos anos 1970, especializando-se em ilustrações para empresas eletrônicas e projetos arquitetônicos. Seu trabalho chamou atenção de Hollywood, rendendo contratos para produzir ilustrações para filmes, incluindo as artes conceituais que originaram os mundos cinematográficos de “Jornada nas Estrelas: O Filme” (1979), “Blade Runner” (1982), “Tron” (1982), “Timecop” (1984), “Aliens” (1986) e muitos outros. Foi em “Blade Runner” que Mead assumiu o título de “futurista visual”, designação que o acompanhou pelo resto da vida. Entre as visões de futuro mais recentes que ele concebeu incluem-se “Elysium” (2013), “Tomorrowland” (2015) e, apropriadamente, “Blade Runner 2049” (2017). Além de imaginar cenários de sci-fi para o cinema americano, Mead também ilustrou cenários de animes japoneses, como o longa “Yamato 2520” (1994) e a série “Turn-A Gundam” (1999). Ele foi consagrado com homenagens e prêmios de dois sindicatos de artistas de Hollywood. Em 2016, recebeu o troféu Visionário pelas realizações da carreira, em premiação da Visual Effects Society (dos técnicos de efeitos visuais). E, em fevereiro passado, venceu o prêmio de Melhor Design de Produção da Art Directors Guild (dos diretores de arte), compartilhado com a equipe de “Blade Runner 2049”.

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    Zachary Levi desabafa no Instagram sobre como Shazam! salvou sua vida

    30 de dezembro de 2019 /

    O ator Zachary Levi publicou um desabafo comovente em suas redes sociais, contando que estrelar “Shazam!” no cinema em 2019 lhe fez recuperar sua autoestima. Num depoimento emocionado, o intérprete do super-herói da DC Comics disse que, antes de assumir o papel, não sabia se queria continuar vivo. “O último ano foi fascinante. Os últimos anos, na verdade. Há dois anos, eu estava me mudando para Toronto para começar a trabalhar em ‘Shazam1’, um dos maiores presentes que eu já recebi. Ironicamente, apenas quatro meses antes eu não tinha certeza se queria estar vivo”, escreveu. “Minhas metas, visões, esperanças, sonhos e expectativas sempre foram muita coisa. Tanto que, quando analisei a minha vida há alguns anos, genuinamente senti que estava fracassando. Estava falhando comigo mesmo. Falhando com a minha família. Falhando com o mundo. Eu sentia que não merecia o amor que recebia”, acrescentou. “Eu não me sentia merecedor de nenhuma das coisas que tinha conquistado até então. E quando tive a chance de fazer um teste para ‘Shazam!’ pela primeira vez, eu recusei porque não me sentia à altura do papel. Então comecei a fazer terapia e comecei a me amar, finalmente”, continuou. “E aí veio o milagre que foi este papel que mudou minha vida. Sem dúvida, eu vou ficar na jornada do amor próprio pelo resto da minha vida, e sou muito grato pelas lições e pela força que encontrei em meio à escuridão. Sempre terei uma dívida com todos que acreditaram que eu merecia vestir esta capa, mesmo quando eu ainda estava aprendendo a acreditar em mim”, concluiu. “Shazam!” foi o segundo filme de super-heróis de Zachary Levi, que antes participou da franquia “Thor”, da Marvel, no papel de Frandal. Mas essa experiência se provou extremamente frustrante, por não ter rendido o esperado, resultando numa morte sem maior cerimônia em “Thor: Ragnarok”. Antes disso, ele tinha feito a cultuada série “Chuck”, cujo cancelamento, com um final divisivo, também lhe deixou decepcionado. Levi vai voltar a viver Shazam! (o herói antigamente conhecido como Capitão Marvel) nos cinemas em 2022, novamente com direção de David F. Sandberg. Ver essa foto no Instagram This last year has been fascinating. The last few, actually. Two years ago today I was moving to Toronto, for the 4th time 3 years, to begin working on @shazammovie, one of the single greatest gifts I’ve ever been handed. Ironically, just 4 months prior, I wasn’t even sure if I wanted to live anymore. My goals, and visions, and hopes, and dreams, and therefore expectations for myself, have always been a lot. So much so that when I surveyed my life a few years back, I genuinely felt like I was failing it. Failing myself. Failing my family. Failing the world. I didn’t feel worthy of the love that was around me. I didn’t feel worthy of any of the things I had achieved up to that point. And, when presented with an opportunity to audition for Shazam! the first time, I turned down the opportunity as I ultimately didn’t feel worthy of such a role. Then came therapy. Then came the beginning of finally loving myself. And THEN came the miracle that was me stepping into this life changing role. I will no doubt be on the journey of self love for the rest of life, and I’m so grateful for the lessons and strength found thru the darkness. But I will also be forever indebted to @ponysmasher, Peter Safran, @rbpix, and everyone at @newlinecinema and @wbpictures and @dccomics, for believing I was worthy of wearing this cape, even while I was still learning to believe that myself. 🙏 . (Thank you, @jimlee, for this incredible artwork. You’ve always been one of my favorite comic artists. And now you’re my friend. 🤯🙌) Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi) em 29 de Dez, 2019 às 4:38 PST

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    Mistério no Mediterrâneo foi a produção mais popular da Netflix em 2019

    30 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou uma lista com suas 10 atrações mais populares de 2019. A seleção não veio acompanhada por dados de audiência, mas traz algumas curiosidades. “Mistério no Mediterrâneo”, comédia que voltou a juntar Adam Sandler e Jennifer Aniston após “Esposa de Mentirinha” (2011), liderou o ranking. Em junho, a empresa alegou que o longa foi assistido por mais de 30 milhões de assinantes durante seu fim de semana de estreia. “É hit que fala?”, brincou o texto do Twitter da Netflix Brasil. Não por acaso, a plataforma já encomendou a sequência, apesar do filme ter sido considerado medíocre pela crítica especializada (apenas 45% de aprovação no Rotten Tomatoes). Outros títulos pouco incensados, mas que claramente foram tratados como prioridades, também aparecem com destaque na seleção. É o caso de “Esquadrão 6”, que obteve o 3º lugar, mesmo sem ter rendido o frisson de “O Date Perfeito” ou maior atenção da crítica especializada, recebendo míseros 37% de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme de Michael Bay aparece à frente do blockbuster “Os Incríveis 2”, derradeira animação da Disney disponibilizada na plataforma. Mais prestigiada das produções da Netflix em 2019, “O Irlandês”, de Martin Scorsese, ficou em 5º lugar, mas “História de um Casamento”, de Noah Baumbach, não ranqueou. Em compensação, o Top 10 inclui “Estrada Sem Lei”, que não gerou a menor repercussão (57% no Rotten Tomatoes), ao mesmo tempo em que deixa de fora todas as comédias românticas que causaram furor entre os fãs do gênero. Para completar, apenas três séries foram mencionadas: “Stranger Things” (2º lugar), “The Witcher” (6º) e “The Umbrella Academy” (9º), o que indica que filmes têm mais público que séries na Netflix. De todo modo, esta seleção muda bastante de mercado para mercado. A versão brasileira, por exemplo, encaixa nada menos que duas das tais comédias românticas na lista, além de ser liderada por “La Casa de Papel” e revelar a popularidade de “Sintonia”, única série nacional a entrar no Top 10 do país. O mais curioso na versão brasileira do ranking, porém, é a ausência do Especial do Natal do Porta dos Fundos, que deve ter explodido de acordo com o “efeito Streisand” – quando uma tentativa de proibição gera ainda mais atenção. O serviço de streaming informou que sua “parada de sucessos” baseou-se no número de lares que assistiram ao menos dois minutos de uma série, filme ou especial durante seus 28 primeiros dias de exibição na Netflix em 2019, e que lançamentos de dezembro tiveram sua inclusão baseada em estimativas de desempenho. Compare abaixo as listas dos programas mais populares da plataforma nos EUA e no Brasil. Happy almost 2020! Here’s a look at the most popular series, films, and documentaries released on Netflix in the US this year. (thread) pic.twitter.com/fSHb39DbIT — Netflix US (@netflix) December 30, 2019 E vamos de listas pra fechar o ano! Aqui os Top 10 filmes, séries e especiais mais populares de 2019. Muito feliz com @whindersson e Sintonia, meus brasileiros sendo aclamados. <3 pic.twitter.com/WY8OiTfXBi — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) December 30, 2019

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    Diretor anuncia novo trailer dos Novos Mutantes, dois anos após a primeira prévia

    30 de dezembro de 2019 /

    Mais de dois anos após a divulgação de seu primeiro trailer, “Os Novos Mutantes” vai ganhar sua segunda prévia. A novidade foi compartilhada pelo diretor do filme, Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), nas redes sociais. O lançamento do trailer vai acontecer na próxima segunda (6/1), e o diretor contou que ele foi feito sob sua supervisão. Ele também confirmou a data de estreia do longa, em abril de 2020, encerrando especulações de um possível lançamento apenas em streaming, na plataforma Disney+ (Disney Plus). “Os Novos Mutantes” estava no limbo desde que a Disney iniciou as negociações para a compra da Fox. O longa ganhou seu primeiro trailer em outubro de 2017 (que ainda está no ar!), prevendo um lançamento original em abril… de 2018. Mas as primeiras sessões de teste revelaram que o público esperava que o filme fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, o que levou a Fox a decidir refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Mas isto não levou em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”), o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Este elenco teria voltado a se reunir em 2019 para refazer e acrescentar algumas cenas à produção. Não se sabe quando essas refilmagens aconteceram, qual foi a extensão, nem o tamanho do envolvimento da Marvel Studios nessa fase do projeto. A filmagem original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. Ver essa foto no Instagram New trailer supervised by myself, co-writer @knatelee and color corrected by the great @peter_deming arrives January 6th. We’re very excited to share it with you! In theaters everywhere April 3rd! Uma publicação compartilhada por Josh Boone (@joshboonemovies) em 30 de Dez, 2019 às 1:17 PST

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    Guerra Cultural: Veto de Bolsonaro à Lei do Audiovisual é publicado no Diário Oficial

    30 de dezembro de 2019 /

    O veto integral da prorrogação do Recine (Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica) e incentivos fiscais da Lei do Audiovisual foi publicado nesta segunda-feira (30/12) no Diário Oficial da União. O projeto de lei foi aprovado na primeira metade de dezembro pelo Congresso Nacional e vetado na sexta (27/12) por Bolsonaro. O autor do projeto, o deputado Marcelo Calero (Cidadania-RJ), ex-ministro da Cultura, considerou a decisão um reflexo do “obscurantismo” do governo em relação à Cultura brasileira. “É inacreditável o obscurantismo do governo e a falta de visão da importância de uma indústria que gera mais de 300 mil empregos e responde por meio ponto percentual do PIB”, criticou o deputado em declaração para a imprensa, prometendo trabalhar para derrubar o veto no Congresso. “Todos os países desenvolvidos têm programas de incentivo, como forma de estímulo a um setor de relevância econômica e cultural. Trabalharemos pela derrubada desse absurdo veto”, disse ele. O veto de Bolsonaro prejudica principalmente cidades que poderiam receber salas de cinema. O parque exibidor nacional tem grande potencial, mas enorme déficit. Enquanto o mercado chinês estourou com incentivos, que multiplicaram as telas do país, Bolsonaro optou pelo inverso do “milagre chinês”, cortando a já pequena ajuda federal que incentivava a abertura de cinemas no Brasil. Criado em 2012, o Recine visa justamente a expansão e a modernização do parque cinematográfico. Graças ao Recine, o número de salas de exibição do país deu um salto quantificativo, chegando ao maior nível da série histórica, com 3.356 telas em 2018, superando o recorde anterior, de 3.276 salas em 1975, quando o Estado tinha maior presença no mercado, via a extinta Embrafilme. Deste total de 2018, 93 salas foram construídas com apoio no mecanismo. O mais importante é que 60 foram construídas em cidades do interior – da Bahia, de Pernambuco, de São Paulo, do Paraná, e do Rio de Janeiro – , muitas das quais não tinham acesso à programação de cinema até então. Isto porque o mecanismo, que oferece incentivos fiscais para abertura de novas salas, visa democratizar o circuito audiovisual, ainda muito restrito às grandes capitais brasileiras. As regiões Norte e Nordeste, além de cidades do interior com poucos ou nenhum cinema, recebem estímulos especiais para investimentos. Só em 2019, o programa destinou aproximadamente R$ 27 milhões em isenção fiscal para compra de bens, máquinas e equipamentos para a construção de novas salas. Dos R$ 11 milhões aprovados para a modernização de salas já existentes, a maior parte foi destinada à aquisição de equipamentos para acessibilidade a portadores de necessidades especiais. Ou seja, o Recine também é (era?) um programa de cidadania. Já os benefícios fiscais previstos na Lei do Audiovisual permitem que pessoas físicas e empresas possam deduzir do imposto de renda valores que financiem projetos de produções de filmes e séries. É “apoio indireto” porque permite que contribuintes tenham abatimento de imposto, ao direcionar recursos a projetos aprovados na Ancine. Para empresas, a dedução prevista é de até 4%, enquanto pessoas físicas podem abater até 6%. Além disso, o patrocinador pode associar sua imagem ao produto resultante do projeto fomentado. A Lei do Audiovisual difere dos mecanismos de “fomento direto”, nos quais a Ancine apoia projetos por meio de editais e seleções públicas, financiando a produção com as verbas do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual). Ao vetar a continuidade desses incentivos, Bolsonaro busca concentrar deliberadamente toda a verba do audiovisual no FSA, que é resultante de uma taxa (Condecine) cobrada diretamente do próprio setor – não é “dinheiro público”, na medida que não sai do orçamento federal para Educação, Saúde e oba-oba eleitoreiro, e sim de empresas de filmes, séries e telefonia – e funciona como uma espécie de imposto regulador do mercado. Bolsonaro já avisou que vai proibir que determinados filmes recebam verba do FSA, transformando esse mecanismo num instrumento de controle analógico à censura. Entre os alvos prioritários citados pelo presidente estariam filmes que contem “mentiras” sobre a ditadura, produções com temática LGBTQIA+, que foram atacadas em várias oportunidades, e provavelmente as produções da Globo, que o presidente considera sua inimiga pessoal. Para realizar esse controle, que ele já chamou de “filtros”, Bolsonaro colocou algumas peças importantes em lugares estratégicos, contando com a participação de um diretor da rede Record, braço televisivo da Igreja Universal, no comitê que administra o caixa do FSA, e de um pastor nomeado como diretor da Ancine, justamente na outra ponta da liberação da verba. Vale lembrar que, ao tomar conhecimento desse projeto em agosto passado, o então secretário da Cultura, Henrique Pires, demitiu-se e acusou o governo de planejar impor censura à expressão artística no Brasil por meio da implantação de “filtros” para a liberação de verbas e incentivos fiscais. Caso o Congresso derrube o novo veto, tornará mais difícil para Bolsonaro concentrar todo incentivo do audiovisual numa única “torneira”, que ele poderia fechar a seu bel prazer, deixando escorrer verba apenas para filmes evangélicos e de “educação moral e cívica”.

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    Minha Mãe É uma Peça 3 supera – e muito – Star Wars nas bilheterias do Brasil

    30 de dezembro de 2019 /

    “Minha Mãe É uma Peça 3” arrecadou mais de R$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz, batendo “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. O blockbuster americano ficou muito atrás, com R$ 10,4 milhões em sua segunda semana, caindo para o 2º lugar. O sucesso da comédia estrelada por Paulo Gustavo é a prova definitiva de que igualdades de condições, como o acesso à distribuição ampla, fazem muita diferença para o cinema nacional. “Minha Mãe É uma Peça 3” teve o maior lançamento já visto no cinema brasileiro, chegando em 1,4 mil salas em 26 de dezembro – 200 a mais que o antigo recordista, “Nada a Perder”, em 2018. Apesar disso, o número de telas ocupadas pelo filme da Dona Hermínia ainda é muito menor que o do próprio “A Ascensão Skywalker”, lançado em quase 2 mil salas na semana passada, e representa metade da ocupação predatória de “Vingadores: Ultimato”, que só foi possível porque o presidente do Brasil “esqueceu” de assinar a Cota de Tela em 2019 – uma proteção ao cinema brasileiro que Bolsonaro pretende extinguir. Vale até uma comparação financeira, para quem acha que “ninguém vê filme nacional”. Em mais salas, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” fez muito menos dinheiro. O lançamento do filme da Disney, na semana passada, não passou dos R$ 21 milhões, cerca de R$ 10 milhões a menos que o faturamento inicial da comédia da Paris Filmes. Por isso, foram necessários dois fins de semana para o novo “Star Wars” somar o mesmo que “Minha Mãe É uma Peça 3” conseguiu num fim de semana apenas. Para completar a análise contábil, os números de “Minha Mãe É uma Peça 3” representam a quinta maior abertura do ano – e isto com a concorrência direta de “Star Wars”. Segundo dados do Filme B, o terceiro filme da franquia perdeu apenas para “Vingadores: Ultimato” (R$ 103 milhões), “O Rei Leão” (R$ 69 milhões), “Capitã Marvel” (R$ 51 milhões), e “Toy Story 4” (R$ 35 milhões). Em termos de público, foram quase 2 milhões de espectadores, num crescimento de 61% na venda de ingressos em relação a “Minha Mãe É uma Peça 2”. Por fim, é importante registrar que “Minha Mãe É uma Peça 3” também representa uma síntese daquilo que o governo Bolsonaro mais reprova no cinema brasileiro. O filme celebra um casamento homossexual e uma família sem preconceitos, que lida com a sexualidade de forma natural, além de ser uma coprodução da Globo, empresa que se tornou alvo da fúria do presidente do Brasil. Confira abaixo o Top 10 dos filmes mais vistos do Brasil, no último levantamento de 2019 da auditoria da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final de Semana 26 a 29 DEZ:1. Minha Mãe É Uma Peça 32. Star Wars: A Ascensão de Skywalker3. Entre Facas e Segredos4. Cats5. Playmobil – O Filme6. Malévola7. Brincando com Fogo8. Os Parças 29. A Familia Adams10. Parasita — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) December 30, 2019

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  • Filme,  Música

    Neil Innes (1944 – 2019)

    30 de dezembro de 2019 /

    O ator e músico inglês Neil Innes, que fez vários trabalhos com a trupe de comédia Monty Python, morreu no domingo (29/12) aos 75 anos, enquanto viajava com a família na França. Segundo seu agente a morte foi inesperada, porque ele não estava doente. A carreira de Innes começou no início dos anos 1960 com a formação da Bonzo Dog Doo-Dah Band, uma combinação de rock e comédia de vanguarda, que em 1968 lançou o single “I’m the Urban Spaceman”, co-produzido por Paul McCartney. Uma das músicas da banda, “Death Cab for Cutie”, de 1967, mais tarde inspirou o nome de uma banda de rock indie americana. A estreia na TV se deu pelas mãos dos Beatles, numa participação no telefilme clássico “Magical Mystery Tour” (1967), que também incluiu uma música de sua banda. A partir daí, a Bonzo Dog Doo-Dah Band passou a fazer participações musicais no programa humorístico “Do Not Adjust Your Set”, que foi o embrião do Monty Python. As duas temporadas da comédia, exibidas entre 1967 e 1969, contava com os futuros pythons Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin. A banda se dispersou na época do lançamento do humorístico “Monty Python’s Flying Circus” em 1969, levando Innes a explorar novas parcerias. Ele se tornou um “associado” dos pythons ao contribuir com músicas originais para esquetes e para dois álbuns de comédia da trupe, além de participar de shows, acompanhando os comediantes em várias turnês. Quando o Monty Python decidiu fazer filmes, Innes estreou como compositor cinematográfico. Ele criou várias músicas e teve pequenos papéis em “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado” (1975) e “A Vida de Brian” (1979) – este último, por sinal, foi produzido pelo ex-beatle George Harrison. Ao final do programa televisivo dos pythons, Innes continuou trabalhando com os integrantes do grupo em diferentes projetos. Ele participou do programa de esquetes “Rutland Weekend Television”, concebido por Eric Iddle em 1975, que exibia a “programação” de um canal de TV de baixo orçamento. A produção não teve o mesmo sucesso do “Flying Circus”, mas originou o personagem mais conhecido de Innes, o músico fictício Ron Nasty, um pastiche de John Lennon que liderava a banda televisiva The Rutles. The Rutles chegou a tocar ao vivo no programa humorístico americano “Saturday Night Live” e ganhou um telefilme especial em 1978, escrito, dirigido e coestrelado por Eric Iddle, que se tornou cultuadíssimo. Intitulado “The Rutles: All You Need Is Cash”, o longa narrava o apogeu e a queda do grupo musical, com depoimentos de artistas famosos (George Harrison e Mick Jagger, por exemplo), satirizando de forma explícita a carreira dos Beatles – e o mais interessante: com aval dos próprios Beatles. Para completar, a banda ainda lançou um disco de verdade. Curiosamente, outra banda “pastiche” dos Beatles, Oasis, foi processada por plágio de uma das músicas de Innes. Os irmãos Gallagher foram obrigados a dar créditos de compositor para ele na canção “Whatever”, de 1994. Essa história real acabou incorporada ao folclore da banda fictícia, inspirou uma música inédita (“Shangri-La”) e promoveu um breve revival dos Rutles, que lançaram um disco de “faixas raras” em 1996 – “The Rutles Archaeology”, paródia de “The Beatles Archaeology”. Innes também participou do filme “Jabberwocky: Um Herói por Acaso” (1977), fantasia estrelada por Michael Palin, Terry Jones e dirigida por Terry Gilliam (responsável pelas animações dos pythons e pela direção do “Cálice Sagrado”), e de outros projetos individuais dos humoristas, como “O Padre Apaixonado” (1982), igualmente estrelado por Palin, e “As Aventuras de Erik, o Viking” (1989), de Terry Jones. Além disso, continuou a acompanhar as turnês dos pythons, como foi registrado no célebre documentário “Monty Python – Ao Vivo no Hollywood Bowl” (1982). Paralelamente, ele ainda teve o seu próprio programa de TV, “The Innes Book of Records”, que durou três temporadas, de 1979 a 1981, antes de migrar para a programação infantil da BBC – compondo músicas e atuando em produções como a fantasia “Puddle Lane” (1985-1988) e similares por vários anos. Um de seus últimos trabalhos foi o documentário “The Rutles 2: Can’t Buy Me Lunch” (2004), uma retrospectiva da carreira dos Rutles. Relembre (ou conheça) abaixo cinco músicas dos Rutles, em clipes extraídos do telefilme clássico de 1978.

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    Depois do Baby Yoda, vem aí o Baby Sonic…

    29 de dezembro de 2019 /

    Depois do fenômeno de popularidade do pequeno “Baby Yoda”, nome dado pelos fãs à “Criança” (The Child) da série do Disney+ (Disney Plus) “The Mandalorian”, a Paramount resolveu apresentar um “Baby Sonic” em seu “Sonic – O Filme”. A versão mirim do ouriço azul ganhou um pôster e apareceu num trailer, ambos feitos para o mercado japonês, que podem ser vistos abaixo. As primeiras imagens do personagem em sua idade mais jovem já se tornaram virais, sempre comparados ao Baby Yoda nas redes sociais. Mas isso não é ruim para o estúdio. No começo do ano, a reação foi oposta em relação ao visual inicial de Sonic no filme. Diante da rejeição, o personagem foi redesenhado e a data de estreia do filme atrasada para garantir a substituição dos efeitos visuais. “Sonic – O Filme” marca a estreia de Jeff Fowler como diretor de longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). O filme também conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. O elenco inclui James Marsden (“Westworld”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”), Adam Pally (“The Mindy Project”), Ben Schwartz (“House of Lies”) como a voz em inglês de Sonic e Jim Carrey (“Sim Senhor”) como o vilão Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo do ouriço nos games. A estreia está marcada para 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Fandango confirma Mulher-Maravilha 1984 como filme mais aguardado de 2020

    29 de dezembro de 2019 /

    A expectativa para o lançamento de “Mulher-Maravilha 1984” está nas alturas. Depois de uma pesquisa da Atom Tickets, a segunda maior rede de ingressos online dos Estados Unidos, revelar que o a continuação de “Mulher-Maravilha” é o filme mais esperado de 2020, uma enquete da rede Fandango, que lidera esse mercado, chegou à mesma conclusão. Na nova pesquisa, “Mulher-Maravilha 1984” é seguido por mais dois filmes de super-heróis na preferência do público: “Viúva Negra” e “Eternos”, duas produções da Marvel. “Viúva Negra” também tinha aparecido em 2º lugar no ranking da Atom Tickets. Os três filmes tem outro detalhe em comum: todos são dirigidos por mulheres, assim como o 4º colocado, “Mulan”. Os quadrinhos da DC tem outra adaptação no Top 10: “Aves de Rapina”, também dirigido por uma cineasta feminina e que estreia já em fevereiro. Veja abaixo os dez filmes mais aguardados de 2020, segundo a Fandango. 1. “Mulher-Maravilha 1984” 2. “Viúva Negra” 3. “Eternos” 4. “Mulan” 5. “007: Sem Tempo para Morrer” 6. “Um Lugar Silencioso 2” 7. “Aves de Rapina” 8. “Em um Bairro de Nova York” 9. “Soul” 10. “Velozes e Furiosos 9”

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