
Divulgação/Lionsgate
“Michael” rompe a barreira dos US$ 300 milhões e se torna a 2ª maior cinebiografia musical
Filme do Rei do Pop supera os números de "Elvis" e persegue o recorde estabelecido por "Bohemian Rhapsody"
Sucesso imediato de público
A cinebiografia “Michael” atingiu a marca de US$ 300 milhões em bilheteria ao redor do mundo. O feito fez a produção desbancar “Elvis” (que arrecadou US$ 288,6 milhões) e assumir o posto de segunda maior cinebiografia musical da história.
A trajetória meteórica é liderada pelo diretor Antoine Fuqua. Apenas entre os dias úteis recentes (segunda a quinta-feira), o longa faturou mais US$ 47,5 milhões no mercado internacional. Antes disso, a distribuição estrangeira comandada pela Universal Pictures já havia registrado US$ 218,8 milhões logo na estreia global. Com os US$ 129,8 milhões somados na América do Norte pela Lionsgate, o montante total chegou aos US$ 299 milhões na véspera de cruzar a nova marca.
Quais os números do filme no Brasil?
O público brasileiro tem contribuído fortemente para o fenômeno. Os cinemas do país já renderam US$ 10,3 milhões para a conta do filme estrelado por Jaafar Jackson, o primo de Michael Jackson que nunca tinha trabalhado como ator antes.
No panorama internacional, o longa surpreendeu os analistas. Apenas na última quinta-feira, a produção levantou US$ 12,8 milhões nos mercados estrangeiros, registrando uma queda de apenas 8% em relação à semana de abertura. O desempenho de retenção é considerado excepcional pelo mercado, sobretudo por enfrentar o bom tempo na Europa e o lançamento de “O Diabo Veste Prada 2”.
Os exibidores projetam que o fim de semana se encerre com mais US$ 45 milhões na conta doméstica. Se as previsões se confirmarem, “Michael” fechará o domingo com US$ 174,8 milhões acumulados em 10 dias apenas nos Estados Unidos.