Evento virtual em defesa da Amazônia vai juntar Wagner Moura, Jane Fonda e Peter Gabriel
Vários artistas brasileiros e estrangeiros vão se juntar para um evento virtual em defesa da Amazônia, em crise tanto pelo avanço do coronavírus quanto de ataques do presidente Jair Bolsonaro e de seu ministro que defende “ir passando com a boiada” sobre a floresta protegida. “Artists United for Amazonia: Protecting the Protectors” (Artistas Unidos pela Amazônia: Protegendo os Protetores) terá apresentação da atriz Oona Chaplin (“Game of Thrones”), neta do genial Charles Chaplin, e contará com as participações de Jane Fonda, Morgan Freeman, Alfre Woodard, Cara Delevingne e Wagner Moura, além de lideranças indígenas, como Sônia Guajajara. Já a música será proporcionada por artistas como Peter Gabriel, Herbie Hancock, Carlos Santana, Kali Uchis, Ivan Lins e Luciana Souza. Novos nomes devem ser anunciados ao longo da semana. O evento vai acontecer na quinta-feira (28/5), a partir das 21h (horário de Brasília), com transmissão pelo site, pelo YouTube e pelo Facebook oficiais da campanha. O programa vai arrecadar doações para o Fundo de Emergência da Amazônia, especialmente para iniciativas que procuram ajudar os moradores da região durante a pandemia do novo coronavírus.
Jennifer Lopez filmou cena de seu próximo filme durante a pandemia
Jennifer Lopez revelou que seu próximo filme, uma comédia em que é abandonada do altar por Maluma, teve uma cena filmada durante a pandemia do novo coronavírus. Ela rodou a última cena de “Marry Me” em sua própria casa. O filme trará Maluma, em sua estreia na atuação, como o noivo de J-Lo. Os dois vivem astros da música pop que planejam se casar. Mas quando a personagem de Jennifer se vê sozinha no altar, ela vai à loucura e escolhe o primeiro estranho que encontra (Owen Wilson) para assumir a vaga de marido. Em entrevista à Variety, Jennifer disse que ela e Maluma começaram a trabalhar na produção, com direção remota. “Tentamos filmar uma cena, cada um em sua casa. Eu aqui [em Nova York] e Maluma na Colômbia. Não tínhamos certeza de que ia funcionar”, confessou Lopez. “Uma pessoa veio até minha casa e colocou a câmera e as luzes no lugar, depois foi embora. Então eu liguei para Maluma, para a diretora [Kat Coiro] e para alguns outros membros da equipe no Zoom.” “Tivemos alguns problemas. No começo, quando estávamos falando durante a cena, ouvíamos os ecos de todo mundo. Então tivemos que pedir para todos se colocarem no mudo. Fomos consertando problemas aos poucos. E a cena estará no filme!”, comemorou. “Marry Me” é inspirada por uma graphic novel de Bobby Crosby. A adaptação foi escrita por John Rogers (“Mulher-Gato”), Tami Sagher (“30 Rock”) e Harper Dill (“The Mindy Project”) e a direção está a cargo de Kat Coiro (“Um Caso de Amor”). As filmagens começaram em outubro e o filme, atualmente, está em pós-produção. Mas Lopez não sabe se haverá adiamento da estreia, originalmente prevista para o segundo semestre deste ano nos EUA. “Vamos ver o que a equipe consegue fazer”, considerou.
Ayer Cut: HBO Max também pode lançar versão do diretor de Esquadrão Suicida
Depois da repercussão do anúncio do lançamento do “Snyder Cut”, versão do diretor Zack Snyder para o filme “Liga da Justiça”, a HBO Max pode lançar também uma nova versão de “Esquadrão Suicida”. A sugestão foi feita pela AT&T, empresa que comprou a Time Warner, transformou-a em WarnerMedia e está por trás da prioridade dada ao lançamento da plataforma de streaming do estúdio. Respondendo a um fã no Twitter, que iniciou a campanha pelo “Ayer Cut”, o perfil oficial da AT&T respondeu, primeiro, que “uma coisa de cada vez” e acrescentou: “Tudo é possível, só é preciso um pouco de mágica”, junto de um gif da personagem Magia no filme. Diante da troca de mensagens, David Ayer, o diretor de “Esquadrão Suicida”, resolveu entrar na campanha, comentando o post da AT&T com um simples “no aguardo”. Confira abaixo. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Após ver o filme dilacerado na imprensa, Ayer chegou a comentar que a produção teve “seis ou sete” montagens diferentes. Ele até detalhou algumas versões, que poderiam facilmente virar o “Ayer Cut”. “Tínhamos uma versão linear do começo ao fim”, disse, há quatro anos. “Começávamos com June na caverna, e depois contávamos a história de cada um dos vilões e suas prisões”, contou. “Depois, tivemos uma versão em que eles estão sentados em suas celas e se lembram do passado, de tudo o que aconteceu com eles. Mas essas versões confundiam um pouco o público-teste, que ficou desorientado, sem saber quem acompanhar e em que prestar atenção”. “Foi aí que bolamos a montagem que você vê no filme, com Amanda Waller apresentando o dossiê de cada um dos personagens”, concluiu, apelidando a versão exibida como a “Versão Dossiê”. Além disso, o ator Jared Leto revelou que o material cortado daria um filme solo do Coringa. Na ocasião, porém, o diretor jogou água fria nos que gostariam de ver uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida é a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Ou seja, ele compartilhou e aceitou cada sugestão de modificação feita em conjunto com os produtores e o estúdio – inclusive a montagem realizada pela equipe que criou o trailer. E ainda afirmou que não existia “uma edição secreta do filme com um monte de cenas do Coringa escondida por aí”. Mas, de acordo com fontes ouvidas na época pela revista The Hollywood Reporter, a versão final de “Esquadrão Suicida” não foi realmente o filme concebido por Ayer. Sua versão era densa e sombria, e foi modificada por terceiros para se tornar mais leve e engraçada. A reportagem confirmava o que diziam os boatos: que todas as piadas do roteiro original estavam nos primeiros trailers e que o resto do filme se levava muito a sério. Para complicar ainda mais a situação, os trailers, que seriam completamente diferentes do filme, fizeram muito sucesso. O que levou a Warner a procurar a empresa responsável por editá-los, a Trailer Park, para produzir uma edição alternativa do “Esquadrão Suicida”, enquanto Ayer ainda estava filmando. Em março, o estúdio começou a testar as duas versões: a séria de Ayer e a mais leve do Trailer Park. E as reações do público foram divididas. Como o diretor se mostrou receptivo a participar do processo, a Warner buscou encontrar um meio termo. Toda a abertura foi alterada, passando a trazer introduções dos vilões e gráficos coloridos – a tal “Versão Dossiê”. No filme original de Ayer, as cenas de “introdução” faziam parte de flashbacks espalhados ao longo da projeção. A mudança deixou a história leve no começo e pesada no fim. Assim, para equilibrar um pouco mais a trama, o estúdio concordou em aumentar seus gastos, com a reconvocação do elenco para filmagens extras. O objetivo foi inserir mais cenas engraçadas, como a blogosfera tinha apurado, e não apenas para aumentar a ação da trama, como a equipe justificou. Ao final, o resultado foi emendado e reeditado por um batalhão de profissionais contratados para dar a forma final ao filme, que se materializou apenas durante a montagem. Portanto, qual seria o chamado “Ayer Cut”? Anything is possible. All it takes is a little magic. 💙 pic.twitter.com/Q418GTJodw — AT&T (@ATT) May 22, 2020
Cachorro de O Artista é eleito melhor astro canino da história do Festival de Cannes
O famoso cachorrinho Uggie, que faleceu em 2015, ganhou uma homenagem póstuma do Festival de Cannes nesta sexta-feira (22/5). O cãozinho da raça Jack Russell, vencedor do troféu de Melhor Ator Canino do festival em 2011, ao roubar as cenas de seus colegas humanos no filme vencedor do Oscar “O Artista”, foi celebrado com o troféu “Palma Canina das Palmas Caninas”, como o melhor vencedor canino dos 20 anos de história desta premiação. “Uggie ficaria muito orgulhoso disso”, disse seu treinador Omar von Muller, ao receber o troféu, em forma de coleira, em sua casa em Los Angeles. Falecido em 2015, aos 13 anos, Uggie ficou mundialmente conhecido pelo papel de companheiro do ator francês Jean Dujardin no filme em preto e branco, sobre a transição do cinema mudo para o falado em Hollywood. Mas ele fez muitos outros filmes, como “Roqueiros” (2005), “Sr. Cupido” (2006), “Água para Elefantes” (2011) e “Os Candidatos” (2012), além de ter aparecido num episódio da série “Key and Peele” (em 2012) pouco antes de se aposentar, para, segundo seu treinador, viver seus últimos anos brincando e descansando. Uggie se tornou o primeiro cachorro a deixar as marcas de suas patinhas ao lado das impressões de astros como Marilyn Monroe e Clark Gable em frente ao Grauman’s Chinese Theater de Hollywood, além de participar das cerimônias do Globo de Ouro e do Oscar. Ele também “escreveu” um livro sobre sua vida.
Filmagens de Avatar 2 serão retomadas na semana que vem
O produtor Jon Landau anunciou que as filmagens de “Avatar 2” já vão ser retomadas, com toda a equipe pronta para retomar seus trabalhos. Ele postou a notícia em seu Instagram, acompanhada por uma foto do set, que mostra dois barcos criados para a produção, batizados de Matador e Picador. Nomes delicados. A sequência de uma das maiores bilheterias de todos os tempos teve suas filmagens paralisadas no meio de março, como prevenção contra a pandemia de coronavírus, e elas serão retomadas na próxima semana, na Nova Zelândia. “Nossos sets de ‘Avatar’ estão prontos – e não poderíamos estar mais animados de voltar à Nova Zelândia na semana que vem”, escreveu Landau. A Nova Zelândia foi um dos poucos países a decretar lockdown logo no começo da pandemia. Fechou tudo e, após a população ficar trancada em casa por dois meses, sua curva de contaminação entrou em queda vertiginosa, permitindo um relaxamento da quarentena. O diretor James Cameron já estava trabalhando no filme desde o ano passado, mas as filmagens são complexas, pois envolvem dois longas, “Avatar 2” e “Avatar 3”, que estão sendo rodados simultaneamente, visando terminar o primeiro para lançamento em dezembro de 2021 e o outro no final de 2023. Ver essa foto no Instagram Our #Avatar sets are ready — and we couldn’t be more excited to be headed back to New Zealand next week. Check out the Matador, a high speed forward command vessel (bottom) and the Picador jetboat (top) — can’t wait to share more. Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 21 de Mai, 2020 às 2:47 PDT
Tenet: Thriller misterioso de Christopher Nolan ganha novo trailer legendado
A Warner divulgou o segundo trailer legendado de “Tenet”, o novo e misterioso thriller de Christopher Nolan (“Interestelar”). A prévia mostra uma organização capaz de inverter o fluxo do tempo e que usa esse poder para salvar pessoas de perigos eminentes e “tentar impedir a 3ª Guerra Mundial”. Não há maiores explicações, mas é possível ver balas que disparam na direção contrária de tiros e carros capotando de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem”. O elenco inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, sem esquecer de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” deveria estrear em 23 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Mas como a pandemia de coronavírus mantém os cinemas fechados, o trailer troca a data definitiva por em “breve”, ao mesmo tempo que ressalta que a estreia será “somente nos cinemas”. Ou seja, o estúdio vai esperar o quanto for necessário para a exibição em tela grande – IMAX, incluso.
Bolsonaro nomeou Regina Duarte para cargo que não existe
Pegadinha do Mallandro? O cargo para o qual Jair Bolsonaro nomeou a ex-atriz e ex-secretária da Cultura Regina Duarte não existe. O presidente da República disse que ela iria presidir a Cinemateca Brasileira, responsável pela preservação e difusão do patrimônio audiovisual brasileiro. Mas a Cinemateca deixou de ser administrada diretamente pelo governo federal há quatro anos, quando teve sua gestão transferida para uma organização social, a Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto). Desde então, o governo faz um repasse anual à Roquette Pinto para gerir o espaço. No ano passado, a previsão era de entrada de R$ 13 milhões, mas só R$ 7 milhões foram transferidos até dezembro. Neste ano, nada. A falta de recursos é um espelho do desgoverno na área da Cultura, administrada de forma deliberadamente incompetente, com demissões em série e cancelamentos de contratos, que visam manter a Secretaria Especial da Cultura desestruturada e paralisada. No Congresso, parlamentares já relataram dificuldades para transferir recursos de emendas para a Cinemateca por impedimento por parte do governo federal em empenhá-las. Enquanto isso, os arquivos da Cinemateca já sofreram com incêndio e inundação nos últimos meses. Muito material precioso já foi perdido. Para piorar, Bolsonaro odeia “ongistas”, a quem já culpou por incendiar a Amazônia e jogar petróleo no litoral brasileiro, sem provas ou razão. Administrada por uma ONG autônoma, a Cinemateca não está ao alcance da caneta nomeadora do presidente. No máximo, Regina poderia participar da coordenação-geral, um cargo de confiança, como representante da Secretaria do Audiovisual para supervisionar as ações do equipamento. Mas até a Secretaria do Audiovisual está desestruturada. Como se não bastasse, a Acerp está em briga declarada com o governo, após o ministro da Educação romper contrato com a associação, que era responsável pelos programas da TV Escola. Uma solução seria o governo “estatizar” a administração da Cinemateca, para desagradar seu desestatizante ministro da Economia. Só após promover o retorno da Cinemateca à administração federal é que o governo poderia alocar sua diretoria. O mais provável, porém, é Bolsonaro fazer o que tem feito com relação a todas as decisões urgentes que precisa tomar na pasta da Cultura: nada. Simplesmente deixar o tempo passar. Responsável por costurar a saída de Regina Duarte da Secretaria Especial da Cultura, a deputada Carla Zambelli, principal bolsonarista da Câmara, confessou na quarta (20/1) para a imprensa que a formalização da ida da atriz para a Cinemateca de São Paulo “ainda está pendente”. E, como se pode apostar, assim ficará por muito tempo. Segundo a própria deputada, a nomeação depende de questões burocráticas que não têm prazo para serem resolvidas. Um detalhe que veio à tona em meio a essa indefinição foi uma indefinição ainda maior na pasta da Cultura. Aparentemente, Regina Duarte foi saída sem realmente sair, deixando um vácuo em seu lugar, que não será preenchido enquanto o governo protelar a questão da Cinemateca. “A secretária [Regina] não saiu ainda [do cargo]. Ela vai fazer a transição”, disse Zambelli no Palácio do Planalto, apontando que ela continua como secretária da Cultura, sem ser mais a secretária de Cultura. Os detalhes do que seriam essa transição não foram esclarecidos nem pela parlamentar, nem pelo Planalto e nem pela atriz. Se não existisse de verdade, o governo Bolsonaro seria um pesadelo digno de Kafka – que não é comida árabe, ao contrário do que acredita o ministro da Educação.
Jackpot: Showrunner do Arrowverso vai escrever filme de heroína do Aranhaverso
A Sony contratou o showrunner do Arrowverso, Marc Guggenheim, para escrever um filme do Aranhaverso. Ele foi encarregado de adaptar a heroína Jackpot para o universo cinematográfico baseado nos quadrinhos do Homem-Aranha. A escolha não foi aleatória. Guggenheim já escreveu uma minissérie da personagem nos quadrinhos. Criada em 2007 pelo roteirista Dan Slott com arte de Phil Jimenez, a personagem é o alter ego de Sara Ehret, uma cientista que ganhou superforça e resistência após ser exposta a um vírus que reescreveu seu DNA. Mãe de um bebê, ela reluta em se dedicar à vida de combatente do crime e, após alguns meses de atividade, permite que outra mulher assuma seu uniforme. Mas Alana Jobson não tinha seus poderes e essa história termina de forma trágica. Não há detalhes sobre a trama cinematográfica. Especialista em quadrinhos, Marc Guggenheim também foi um dos responsáveis pelo roteiro de “Lanterna Verde” e está desenvolvendo outra adaptação do gênero para a Sony, baseada no cultuado mangá “GantZ”. Além de Jackpot, a Sony Pictures trabalha em muitos outros projetos do universo do Homem-Aranha, como a sequência de “Venom”, o vindouro “Morbius”. Nesta semana, o estúdio anunciou a contração da diretora S.J. Clarkson (“Jessica Jones”) para comandar um filme estrelado por uma heroína do Aranhaverso. Pode ser a própria produção de “Jackpot”, mas Madame Teia, Teia de Seda (Silk) e Mulher-Aranha também estão entre as personagens visadas pela Sony para o lançamento de longas individuais.
Esai Morales será vilão do próximo Missão: Impossível
A Paramount contratou Esai Morales, que viveu o vilão Exterminador na 2ª temporada de “Titãs”, para enfrentar Tom Cruise em “Missão: Impossível 7”. Ele viverá o antagonista da continuação, substituindo Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”), anteriormente escalado no papel. A mudança foi determinada pela suspensão das filmagens, devido à pandemia do novo coronavírus, que acabou criando conflito com a agenda de Hoult. Comprometido com outro projeto, houve sobreposição de datas e ele precisou sair da superprodução. Ainda não há previsão para a retomada das filmagens, mas “Missão: Impossível 7” e sua sequência já tiveram seus lançamentos adiados, respectivamente para 19 de novembro de 2021 e 4 de novembro de 2022. Além de Morales, o novo filme terá as voltas de Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg, Vanessa Kirby e até de Henry Czerny, que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Para completar, o elenco ainda incluirá novos personagens interpretados por Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”) e Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”).
Diretor e roteirista de A Favorita farão faroeste de terror
O diretor grego Yorgos Lanthimos e o roteirista australiano Tony McNamara, que trabalharam juntos no premiado “A Favorita” (2018), vão retomar a parceria em “The Hawkline Monster”, adaptação do livro de faroeste gótico de Richard Brautigan, publicado originalmente em 1974. O livro acompanha dois pistoleiros contratados por uma adolescente para eliminar um monstro, que vive em uma caverna no porão da casa de uma mulher. Quando chegam ao local, eles se envolvem em uma aventura muito além de suas imaginações e percebem que o trabalho não era tão simples quanto parecia. Depois de “A Favorita”, McNamara criou a série “The Great”, sobre a imperatriz Catarina, a Grande, estrelada por Elle Fanning para a plataforma Hulu, e escreveu “Cruella”, sobre a vilã da Disney. Já Lanthimos filmou apenas dois curtas musicais. Produção da New Regency, “The Hawkline Monster” ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia.
Liga da Justiça: “Syder Cut” ganha teaser e coleção de pôsteres
Depois de passar três anos negando a existência do “Snyder Cut”, a Warner agora não pára de promovê-lo. Com o lançamento confirmado para 2021 na plataforma HBO Max, a versão reeditada de “Liga da Justiça” ganhou uma coleção de pôsteres individuais e até um teaser, com a reação de alguns fãs, durante a revelação do projeto pelo diretor Zack Snyder. Veja abaixo. Oficialmente intitulado, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será bem diferente daquela exibida nos cinemas. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova empresa, WarnerMedia, a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A diretoria da nova Warner não só topou como vai desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Será curioso comparar o resultado com o filme exibido em 2017.
The Old Guard: Charlize Theron é guerreira imortal no primeiro trailer da adaptação de quadrinhos
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “The Old Guard”, novo filme de ação estrelado por Charlize Theron (“Velozes & Furiosos 8”) e inspirado na história em quadrinhos de mesmo nome. Na trama, Charlize vive Andy, uma guerreira imortal com mais de 6 mil anos de idade, que lutou em diversas guerras ao longo da história da humanidade. Ela lidera a “Velha Guarda”, um pequeno grupo de imortais que se dedica a desfazer injustiças ao redor do mundo. Mas está cansada, desgastada e desiludida por achar que não está atingindo o impacto positivo esperado. Até que descobre uma nova imortal, Nile Freeman (KiKi Layne, de “Se a Rua Beale Falasse”), e a chegada da “novata” é exatamente o que Andy precisava para recuperar a fé em sua missão. O elenco internacional ainda destaca o inglês Chiwetel Ejiofor (“Doutor Estranho”) como um agente da CIA obcecado por encontrar o grupo e descobrir a origem de seus poderes — que, por sinal, nem os próprios imortais conhecem – , além do holandês Marwan Kenzari (o Jafar do live-action de “Aladdin”), o italiano Luca Marinelli (“Martin Eden”), o belga Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), a inglesa Natacha Karam (“9-1-1: Lone Star), a vietnamita Van Veronica Ngo (“Bright”), o inglês Harry Melling (o Dudley da franquia “Harry Potter”) e a romena Anamaria Marinca (“Mars”). O roteiro é assinado pelo autor dos quadrinhos em que o filme se baseia, Greg Rucka (autor também dos quadrinhos que inspiraram a série “Stumptown”). Já a direção está a cargo de Gina Prince-Bythewood (“Além dos Limites”). “The Old Guard” tem estreia marcada para o dia 10 de julho em streaming.
The Last Days of American Crime: Adaptação de quadrinhos ganha trailer e imagens
A Netflix divulgou o pôster, 11 fotos e o trailer legendado de “The Last Days of American Crime”, filme de ação baseado nos quadrinhos homônimos escritos por Rick Remender, autor de “Deadly Class”. A trama se passa no futuro próximo, na véspera da extinção dos crimes. Para acabar com atividades ilegais, o governo americano desenvolveu um tecnologia sonora capaz de inibir qualquer comportamento criminoso. De posse dessa informação, um filho de mafiosos (vivido por Michael Pitt, de “Ghost in the Shell”) se alia a um assaltante (Édgar Ramírez, de “A Garota no Trem”) e uma hacker (Anna Brewster, de “Versailles”) para cometer o último grande assalto do país antes que o sinal seja ativado. A adaptação foi escrita por Karl Gajdusek (“Oblivion”) e a direção está a cargo do francês Olivier Megaton (“Busca Implacável 3”). A estreia está marcada para 5 de junho.









