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Filme

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    Produtor revela foto de Kate Winslet no set das sequências de Avatar

    26 de outubro de 2020 /

    O produtor Jon Landau divulgou uma novo foto do set das continuações de “Avatar”, que estão sendo filmadas na Austrália. A imagem pode servir de pista para o papel de Kate Winslet, que aparece dentro de um tanque de água, completamente submersa, segurando itens que se assemelham a asas. Ao lado da imagem, Landau publicou uma declaração da atriz sobre sua experiência no filme. “Queria compartilhar esta foto de Kate Winslet depois de ler sua entrevista no Hollywood Reporter: ‘Eu tive que aprender a mergulhar para desempenhar esse papel em Avatar, e isso foi simplesmente incrível. Minha respiração mais longa foi de sete minutos e 14 segundos, como uma loucura total’. Ela se interrompe, com medo de ter revelado muito sobre o projeto ultrassecreto. ‘Oh não, na verdade, eu não posso… Sim, eu interpreto uma pessoa da água. Eu sou uma pessoa da água’, é tudo o que ela diz, passando a seguir a elogiar Cameron.” Recentemente, o diretor James Cameron revelou que já terminou as filmagens de “Avatar 2” e estaria perto de encerrar “Avatar 3”. Os dois filmes estão sendo rodados simultaneamente para economizar as despesas de orçamento e o tempo de produção. Apesar disso, o trabalho ainda está muito longe de acabar, já que a franquia depende de muitos efeitos visuais, criados na pós-produção. Não por caso, a Disney adiou o lançamento de “Avatar 2” para dezembro de 2022. Isto permite mais de dois anos para aperfeiçoar o visual, com um hiato de mais um par de anos até o lançamento de “Avatar 3”, em dezembro de 2024. Ver essa foto no Instagram Wanted to share this photo of Kate Winslet after reading her interview in The Hollywood Reporter: “I had to learn how to free-dive to play that role in Avatar, and that was just incredible. My longest breath hold was seven minutes and 14 seconds, like crazy, crazy stuff.” She stops herself, afraid that she’s given away too much on the top-secret project. “Oh no, actually, I can’t. Yeah, I play a water person. I am a water person,” is all she will offer, instead shifting to praise of Cameron." Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 26 de Out, 2020 às 9:44 PDT

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  • Filme

    James Gunn diz ter recebido carta branca para matar o Esquadrão Suicida

    26 de outubro de 2020 /

    O diretor James Gunn revelou ter recebido carta branca da Warner e da DC para matar os personagens que quisesse no novo filme do Esquadrão Suicida. A revelação foi feita pelo cineasta ao responder a um seguidor no Twitter, que questionou se a Arlequina, interpretada por Margot Robbie, estaria protegida de qualquer dano colateral da produção. “Nenhum personagem foi protegido pela DC. Eles me deram carta branda para fazer o que eu quisesse. Essa foi uma das coisas nas quais concordamos antes de eu aceitar trabalhar para eles. Eu não estava procurando uma forma de chocar, mas queria que o público soubesse que qualquer coisa poderia acontecer”, afirmou. Aparentemente, o acordo é bem diferente do feito com o diretor do primeiro filme dos personagens, David Ayer, que contou ter sido “podado” pela Warner em vários momentos da produção. Graças ao sucesso de “Guardiões da Galáxia”, Gunn não teve que enfrentar o mesmo problema. Além de Margot Robbie como Arlequina, o filme vai aproveitar poucos integrantes do primeiro “Esquadrão Suicida”: apenas Joel Kinnaman (Rick Flag), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). O resto do elenco é repleto de novidades, incluindo a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”)a, Storm Reid (“Euphoria”), Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Steve Agee (“Superstore”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), a portuguesa Daniela Melchior (“O Caderno Negro”), o argentino Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e até o cineasta neo-zelandês Taika Waititi (“Jojo Rabbit”). Atualmente em fase de pós-produção, o novo filme, batizado apenas de “O Esquadrão Suicida”, tem estreia marcada para agosto de 2021. No character was protected by DC. They gave me carte blanche to do what I wanted. That was one of the things we agreed to before I came to work for them. I wasn't looking for shock value but I wanted the audience to know anything could happen. #StoryReignsSupreme #TheSuicideSquad https://t.co/VxH2ChdqWf — James Gunn (@JamesGunn) October 24, 2020

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    Filme apocalíptico com Gerard Butler e Morena Baccarin ganha novo trailer nacional

    26 de outubro de 2020 /

    A Diamond Films divulgou um novo trailer de “Greenland”, filme de catástrofe apocalíptica que por aqui vai se chamar “Destruição Final – O Último Refúgio”. Disponibilizada em versões dublada e legendada, a prévia destaca que o filme será distribuído nos cinemas no Brasil, após a produtora original, STX Films, trocar esses planos por uma exibição exclusiva em streaming nos EUA. O filme acompanha a explosão de um cometa na atmosfera da Terra, que pode extinguir toda a vida no planeta, e a corrida que se segue em busca de abrigo no meio do caos. Os atores Gerard Butler (“Invasão a Casa Branca”) e Morena Baccarin (“Deadpool”) vivem o casal protagonista, que enfrenta o pânico coletivo e busca sobreviver com o filho pequeno (Roger Dale Floyd, de “Doutor Sono”), apostando tudo numa viagem para a Groenlândia (a Greenland do título americano), onde militares supostamente têm bunkers secretos. O elenco também inclui Scott Glenn (“Demolidor”), David Denman (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Claire Bronson (“Mr. Mercedes”). O filme foi escrito por Chris Sparling, especialista em terrores baratos (“Enterrado Vivo”, “Armadilha”, “Por um Corredor Escuro”), e dirigido pelo ex-dublê Ric Roman Waugh, que recentemente filmou Butler em “Invasão ao Serviço Secreto”. A estreia encontra-se atualmente marcada para 19 de novembro no Brasil, um mês antes do lançamento em streaming nos EUA.

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    Amazon vence facilmente primeiro processo contra novo filme de Borat

    26 de outubro de 2020 /

    O comediante Sacha Baron Cohen e a plataforma de streaming da Amazon superaram sem esforços o primeiro processo movido contra a produção do filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, lançado na sexta passada (23/10) na Amazon Prime Video. O juiz Kevin Farmer, do condado de Fulton, na Geórgia, mandou arquivar a ação de herdeiros de Judith Dim Evans, uma sobrevivente do Holocausto que apareceu no filme e morreu antes da estreia. Os parentes diziam que ela tinha sido “enganada” para participar da produção, mas o juiz encontrou vários problemas no processo, alguns dos quais apontados pela equipe de defesa da Amazon. Pela aparição supostamente “não autorizada” de Judith, seus parentes pediam US$ 75 mil de indenização, declarando que Judith acreditava estar dando entrevista para um documentário “sério” e que ela teria ficado “horrorizada e chateada” ao saber que o filme “era uma comédia destinada a zombar do Holocausto e da cultura judaica”. Entretanto, o jornalista Mike Fleming Jr testemunhou no site Deadline e nas redes sociais seu conhecimento dos bastidores da cena. Baron Cohen não surpreendeu a idosa. Pela primeira vez, ele não quis fazer uma pegadinha, justamente por respeitar Evans como sobrevivente do Holocausto. “Por respeito, alguém disse a Evans e à amiga com quem ela compartilha a cena que o próprio Baron Cohen é judeu e interpretaria um personagem ignorante, que serviria como um meio de educação sobre o Holocausto”, escreveu Fleming Jr. O filme, inclusive, tem uma dedicação especial a Judith Dim Evans em seus créditos finais. O processo foi aberto antes do filme ser lançado, baseando-se em cenas do trailer. O encontro em questão mostra Borat numa sinagoga nos EUA, numa fantasia caricata de judeu, interagindo com duas senhoras judias após sua filha Tutar (Maria Bakalova) descobrir no Facebook que “o Holocausto nunca aconteceu”. “Eu estive no Holocausto, eu vi com meus olhos”, Judith diz para Borat. A cena integra as críticas do filme às fake news, das quais Sacha Baron Cohen é um dos críticos mais contundentes. Os advogados da Amazon divulgaram um comunicado comemorando a rapidez com que o processo foi extinto. “A ação foi extinta, incondicionalmente. O processo acabou. Sacha Baron Cohen ficou profundamente grato pela oportunidade de trabalhar com Judith Dim Evans, cuja compaixão e coragem como sobrevivente do Holocausto tocou o coração de milhões de pessoas que viram o filme. A vida de Judith é uma repreensão poderosa àqueles que negam o Holocausto, e com este filme e seu ativismo, Sacha Baron Cohen continuará sua defesa para combater a negação do Holocausto em todo o mundo.”

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    Criador de Black-ish vai filmar cinebiografia de Richard Pryor

    26 de outubro de 2020 /

    O produtor-roteirista Kenya Barris, criador de “Black-ish” e seus derivados “Grown-ish” e “Mixed-ish”, vai escrever e dirigir a cinebiografia do famoso comediante Richard Pryor (1940–2005). Ainda sem título, o projeto do estúdio MGM marcará a estreia do produtor televisivo como diretor de longas. O filme vai retratar a vida e a época de Pryor, um dos comediantes mais influentes de todos os tempos. Ao longo de sua carreira, ele apareceu em mais de 50 filmes, entre eles “O Expresso de Chicago” (1976), “Loucos de Dar Nó” (1980) e “Chuva de Milhões” (1985), além de ter encabeçado as séries “The Richard Pryor Show” e “Pryor’s Place”, escrito e dirigido filmes e séries. “A maneira como Pryor fez o que fez – com verdade e especificidade autoconsciente, autodepreciativa e com um nível incomparável de vulnerabilidade – representou o poder e o impacto de seu trabalho”, disse Barris em um comunicado. “Pryor tinha uma voz que era distintamente sua e, em muitos aspectos, a comédia desde então foi derivada do que ele criou. Para mim, este é um filme sobre aquela voz, a jornada que a formou e o que foi necessário para ela acontecer. ” A viúva do comediante, Jennifer Lee Pryor, será coprodutora do filme. Ela também se manifestou em comunicado. “Tive um lugar na primeira fila de grande parte da vida de Richard, e estou animada que o mistério de sua genialidade será finalmente explorado, e Kenya Barris é a pessoa perfeita para isso. Richard e Kenya são irmãos criativos”, disse a viúva. O presidente do grupo de cinema da MGM, Michael De Luca, e a presidente do grupo de cinema da MGM, Pamela Abdy, acrescentaram: “O NY Times disse que Richard Pryor foi o ‘comediante de stand-up iconoclasta que transcendeu as barreiras raciais e trouxe um humor mordaz e irreverente para as salas de estar da América, cinemas, clubes e salas de concerto’. Não poderíamos estar mais de acordo. Junto com nossos parceiros, estamos incrivelmente animados em compartilhar a vida extraordinária de Richard com o público em todo o mundo.” A produção ainda não tem cronograma de filmagem nem previsão de estreia.

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  • Filme

    Adam Sandler vai estrelar sci-fi do diretor de Chernobyl

    26 de outubro de 2020 /

    O comediante Adam Sandler vai voltar a se arriscar por outros gêneros, após o sucesso de seu desempenho dramático em “Jóias Brutas” (2019). Ele decidiu ir audaciosamente onde jamais esteve: num filme de ficção científica. Sandler fechou acordo para estrelar uma adaptação do romance sci-fi “Spaceman of Bohemia”, do escritor tcheco Jaroslav Kalfar, que será dirigida pelo sueco Johan Renk, vencedor de dois Emmys pela aclamada minissérie “Chernobyl”, da HBO. O livro de 2017 acompanha um astronauta tcheco enviado em uma missão para investigar uma misteriosa nuvem de poeira espacial perto de Vênus. Durante a missão de oito meses, ele é forçado a enfrentar a solidão, ao mesmo tempo em que vê seu casamento desmoronar. As coisas mudam quando ele se torna amigo de uma aranha alienígena gigante falante, que pode ou não ser uma manifestação de seu colapso mental. O roteiro da adaptação foi escrito por Colby Day (“I Don’t Want to Kill Myself”) e a filmagem também inclui o ator Channing Tatum (“Magic Mike”) entre seus produtores. Assim como os recentes filmes de Sandler, a ficção científica também será lançada pela Netflix. “Enquanto nos preparamos para nossa viagem a Chopra, eu não poderia estar mais satisfeito por ter encontrado o parceiro perfeito em Adam”, disse Renck, em comunicado. “E agora, com o apoio da brilhante família Netflix, estou profundamente animado para iniciar nossa jornada impossível.” Ainda não há previsão de estreia.

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    Netflix revela cenas musicais de A Caminho da Lua

    26 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou algumas nove cenas musicais de “A Caminho da Lua” (Over the Moon), nova animação que está encantando público e crítica (com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes). Apesar do visual CGI moderno – o mais caprichado dentre as animações já feitas para o streaming – , o filme é uma animação à moda antiga, evocando uma fase em que toda produção do gênero precisava ser musical. Por isso, tem muitas canções. As faixas foram compostas por Christopher Curtis (“Chaplin”), Marjorie Duffield (“Betterthandead”) e Helen Park (“KPOP”), e podem ser ouvidas em português nas vozes de Cidália Castro (Chang’e), Thiago Machado (Gobi), Lara Suleiman (mãe), Leandro Luna (pai) e Michel Singer (Chin), conhecidos de diversos trabalhos nos palcos brasileiros. Já a música-tema do filme, “Vou Voar”, é cantada por Priscilla Alcântara, cantora gospel e ex-apresentadora do “Bom Dia & Companhia”. O filme em si gira em torno de Fei Fei, uma garota que desde a infância ouve histórias românticas sobre a existência de uma mulher na lua, separada de seu grande amor há milênios. Conforme ela cresce e os adultos questionam sua fé na fábula, ela decide provar a todos que a história é real. Para isso, constrói um foguete em seu quintal capaz de levá-la até a lua. A direção é de Glen Keane, animador de clássicos da Disney, como “A Bela e a Fera” e “A Pequena Sereia”, e diretor do curta “Dear Basketball”, vencedor do Oscar 2018. E o roteiro foi escrito por Audrey Wells (“Quatro Vidas de um Cachorro”), que enfrentava uma doença terminal e quis deixar o filme como uma “carta de amor” para seu marido e sua filha. Wells conseguiu assistir uma primeira versão do filme, antes de falecer em outubro de 2018, aos 58 anos. A animação estreou na Netflix na sexta (23/10).

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    Demon Slayer: Animação faz US$ 100 milhões e bate recorde de bilheteria no Japão

    26 de outubro de 2020 /

    Enquanto as bilheterias dos EUA experimentam uma crise sem precedentes, o longa animado “Demon Slayer”, baseado no mangá de mesmo nome, quebrou o recorde de arrecadação no Japão, superando os US$ 100 milhões em apenas 10 dias. A velocidade com que a marca foi atingida foi maior que a obtida pelo antigo recordista, que também foi uma animação, a clássica “A Viagem de Chihiro”, de Hayao Miyazaki, que levou 25 dias para atingir a marca em 2001. “A Viagem de Chihiro” acabou vencendo o Oscar de Melhor Animação. O novo filme, cujo título completo é “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train”, também quebrou o recorde de melhor fim de semana de estreia no Japão, registrado na semana passada. Segundo a empresa distribuidora Aniplex, 7,98 milhões de pessoas viram o filme até esta segunda-feira (26/10) no Japão. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, após quase toda sua família ser morta. Veja o trailer abaixo.

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    Tom Holland desembarca em Atlanta para filmar Homem-Aranha 3

    26 de outubro de 2020 /

    Tom Holland publicou no Stories de seu Instagram um vídeo em que anuncia ter chegado em Atlanta para iniciar as filmagens do novo filme do Homem-Aranha. O ator terminou recentemente de filmar a adaptação de “Uncharted”, em que interpreta o personagem dos games, Nathan Drake, mas a empolgação para voltar a viver Peter Parker é evidente no vídeo abaixo. Ainda sem título oficial, “Homem-Aranha 3” terá o retorno do elenco dos dois longas anteriores, incluindo Jacob Batalon e Zendaya, e já tem confirmadas as participações de Benedict Cumberbatch como Doutor Estranho e Jamie Foxx, que retorna ao papel de Electro que ele desempenhou em outra encarnação da franquia, em “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014). O novo filme do herói aracnídeo também contará com direção de Jon Watts, responsável pelos bem-sucedidos “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Homem-Aranha: Longe de Casa”. E sua data de estreia está marcada para dezembro de 2021, cronograma difícil de manter devido à pandemia de coronavírus. Ver essa foto no Instagram Y’all! #spiderman 3 is a go!!!! Via @tomholland2013 Uma publicação compartilhada por ComicBook.com (@comicbook) em 25 de Out, 2020 às 6:54 PDT

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    Tudo Bem no Natal que Vem: Estreia de Leandro Hassum na Netflix ganha trailer

    26 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou as fotos, o pôster e o trailer de “Tudo Bem no Natal que Vem”, longa que marca a estreia de Leandro Hassum na plataforma. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum trabalhou nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha a história do rabugento Jorge, que após um tombo desmaia e acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes. A estreia está marcada para 3 de dezembro e compõe a programação de Natal mais longa de todos os tempos, ao lado de pelo menos mais uma dezena de produções, que começam a ser exibidas já em novembro na Netflix.

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    Trailer do final da trilogia Skyline leva ação para planeta alienígena

    25 de outubro de 2020 /

    A Vertical Entertainment divulgou o trailer de “Skylin3s”, final de uma trilogia sci-fi iniciada por “Skyline – A Invasão”, em 2010. A prévia destaca os novos personagens e a mudança de perspectiva da trama, que desta vez transforma os terráqueos em invasores e leva a guerra para o planeta dos alienígenas. Escrito e dirigido por Liam O’Donnell, que foi roteirista do longa original e da continuação de 2017, “Skyline: Além do Horizonte”, o capítulo final destaca em seu elenco Lindsey Morgan (a Raven de “The 100”), Rhona Mitra (a Mercy Graves de “Supergirl”) e Alexander Siddig (o Ra’s al Ghul de “Gotham”). A estreia está marcada para 18 de dezembro em VOD nos EUA.

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    Astro de The Walking Dead pode se tornar primeiro ator asiático indicado ao Oscar

    25 de outubro de 2020 /

    O ator sul-coreano Steven Yeun, mais conhecido como o Glenn de “The Walking Dead”, pode se tornar o primeiro asiático indicado ao Oscar na categoria de Melhor Ator. O estúdio indie A24 revelou que pretende lançar uma campanha pela indicação de Yeun por seu desempenho no drama “Minari”, que venceu o Festival de Sundance deste ano. Junto com Yeun, o estúdio vai destacar o trabalho de Han Ye-ri na categoria de Melhor Atriz e de seus colegas de elenco, Alan S. Kim, Will Patton e Youn Yuh-Jung, nas categorias de Coadjuvantes. A falta de representação asiática nas categorias de atuação tem sido uma das lacunas mais gritantes na longa história da Academia. Se qualquer um dos atores de “Minari” for nomeado, será a primeira vez que a Academia indicará um coreano em uma categoria de atuação, apesar da vitória de “Parasita” no Oscar deste ano. No filme dirigido por Lee Isaac Chung, Yeun interpreta Jacob, um pai sul-coreano que traz sua família para os EUA, iniciando uma fazenda na década de 1980. Sua luta para vencer os obstáculos comoveu o público e o júri de Sundance, que premiaram duplamente o longa. Mas não é de hoje que Yeun vem chamando a atenção dos festivais. Ele já tinha marcado presença em “Em Chamas”, produção sul-coreana premiada no Festival de Cannes de 2018. Ainda sem previsão de estreia comercial, “Minari” tem 100% de aprovação, em críticas publicadas durante sua passagem por festivais e apuradas pelo site Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer emocionante da produção.

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    Cinemas vazios nos EUA apontam que crise do setor está longe de passar

    25 de outubro de 2020 /

    O desempenho das bilheterias de cinema nos EUA durante o fim de semana disparou alarmes por todo o mercado, deixando claro que o negócio cinematográfico corre risco de nunca mais se recuperar. O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), manteve-se na liderança das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana seguido com uma arrecadação de US$ 2,35 milhões. Mas esta arrecadação, que nem sequer entraria no Top 10 antes da pandemia, foi a única a superar os US$ 2 milhões entre sexta e domingo (25/10) nos EUA e Canadá. O Top 3 ainda inclui a comédia “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert DeNiro, com US$ 1,8 milhão, e o “blockbuster” da covid-19, “Tenet”, com US$ 1,3 milhão. Diante destes números, o site Deadline publicou um texto atacando a decisão de políticos que mantém os cinemas de Los Angeles e Nova York fechados, além de criticar a Disney por lançar seus principais títulos em streaming (“Hamilton”, “Mulan” e “Soul”) e despejar apenas refugos no circuito cinematográfico. A Disney distribuiu a única estreia de sexta (23/10), o terror “O Mensageiro do Último Dia” (The Empty Man), uma produção original de Fox, que chegou sem sessões para imprensa e pouco investimento em divulgação – apesar de incluir o queridinho da Netflix Joel Courtney (o Lee Flynn de “A Barraca do Beijo”) em seu elenco. Foi lançado em 2 mil telas, mas rendeu apenas US$ 1,2 milhão, ocupando o 4ª lugar com salas vazias. As poucas críticas publicadas afirmam que se trata realmente de um horror. Entretanto, a performance negativa de “O Mensageiro do Último Dia” não é exceção. Todas as salas de cinema dos EUA estão vazias e a reabertura de Los Angeles e Nova York não mudaria este quadro. Para completar, os sinais são ainda mais desanimadores em relação ao futuro, após a nova onda de coronavírus que varre a Europa. O fato incontornável é que o público está com medo dos cinemas. Os donos das redes não abrem mão de vender refrigerante e pipoca, e com isso o uso “obrigatório” de máscaras de proteção virou falácia nas salas de exibição. Devido a esses sinais contraditórios, os cinemas continuam a ser vistos como inseguros. E os estúdios não pretendem fazer grandes lançamentos enquanto essa visão não for alterada. O negócio cinematográfico mudou, e enquanto alguns buscam alternativas, como a rede AMC, que fechou um acordo com a Universal para diminuir a janela de exibição de filmes em troca de participação nos lucros de streaming, outros preferem simplesmente fechar as portas a negociar ou repensar seu modelo, como a Regal/Cineworld, acreditando que isso servirá de pressão para sensibilizar os estúdios ou os governos. Mas os cinemas voltaram a fechar na Europa. E John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, acaba de vocalizar que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. Ao mesmo tempo em que a Disney anuncia que seu negócio de streaming superou as expectativas, atingindo em meses o alcance previsto para cinco anos, a Sony se adianta aos demais estúdios para adiar um filme esperado para março (“Caça-Fantasmas: Mais Além”), passando-o para julho de 2021. Em outras palavras, são cada vez menores as chances de “Mulher-Maravilha 1984” ser visto nos cinemas em dezembro. Assim como as chances de os cinemas superarem sua maior crise sem uma grande mudança no setor.

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