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Filme, Série

Guia da Pipoca: “Lanternas” e as estreias de streaming da semana

A série de super-heróis do DC Studios chega junto do final de "Outer Banks" e de uma nova série médica brasileira

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Mark Rydell, diretor de “Num Lago Dourado”, morre aos 97 anos

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15 de agosto de 2026
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    Gal Gadot vai estrelar e produzir nova franquia de ação

    3 de dezembro de 2020 /

    A atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha no cinema, vai estrelar uma nova franquia, desta vez no mundo da espionagem. Ela será a protagonista de “Heart of Stone”, que a Skydance Media pretende explorar em várias continuações. O filme é descrito como uma versão feminina de “Missão: Impossível” e “007”. “Heart of Stone” tem roteiro do autor de quadrinhos Greg Rucka (criador de “The Old Guard”, da Netflix) em parceria com Allison Schroeder (“Estrelas Além do Tempo”), e será dirigido por Tom Harper (“The Aeronauts”). Além de estrelar, Gadot também coproduzirá o filme por meio de sua empresa Pilot Wave. Gadot será vista a seguir em “Mulher Maravilha 1984”, que estreia em 17 de dezembro no Brasil, além de “Morte no Nilo” e “Red Notice”, já inteiramente filmados, mas ainda sem previsão de lançamento. Ela também vai estrelar o filme “Cleópatra”, com direção de Patty Jenkins (da franquia “Mulher-Maravilha”).

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    Tom Felton chora ao rever primeiro filme de Harry Potter

    3 de dezembro de 2020 /

    O ator Tom Felton, que viveu Draco Malfoy nos filmes de “Harry Potter”, não conseguiu parar de chorar ao rever o primeiro título da franquia, “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001), durante uma live no Instagram. Ele convidou fãs para assistirem com ele o filme ao vivo, dizendo que comentaria algumas cenas. Só que foi a primeira vez em 20 anos que reviu o longa e não conseguiu segurar a emoção. “É maluco… Eu estou apenas chorando ao invés de comentar o filme para vocês”, disse o ator durante o vídeo. Felton tinha apenas 13 anos quando filmou o longa. O ator virou amigo para toda vida de seus colegas da saga e, durante a pandemia, tem feito vídeos com participação deles, incluindo Emma Watson, Rupert Grint e Daniel Radcliffe. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Felton (@t22felton) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Felton (@t22felton)

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    Cinemas exibem Trolls 2, Poderoso Chefão 3 e seis filmes brasileiros

    3 de dezembro de 2020 /

    O Brasil continua a receber nos cinemas os títulos que saíram em versão digital nos EUA. A novidade da programação desta semana é “Trolls 2”, animação musical em que os trolls dublados em inglês por Justin Timberlake e Anna Kendrick descobrem que há mais estilos de músicas no mundo que o pop comercial. A produção fez tanto sucesso em PVOD nos EUA, que a Universal se sentiu empoderada para pressionar as redes de cinema a diminuir a janela de exibição cinematográfica, algo que seria impensável antes do coronavírus e que agora é condição para o estúdio liberar seus filmes em tela grande. Os cinemas ainda exibem, por curto período, o relançamento de “O Poderoso Chefão 3”. Reeditada por Francis Ford Coppola, esta versão ganhou novo começo, fim diferente e mais ritmo, e o resultado encantou o elenco original, conforme entrevistas recentes atestam. Coppola ficou meio ano trabalhando na edição, entre 300 latas de negativos originais, e em vez de fazer o filme engordar com a inclusão de muitas cenas, o resultado entra em cartaz como um filme mais magro (isto é, mais curto) e em melhor forma artística. Com um título diferente, “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, também chegará em PVOD para locação digital daqui a cinco dias. Entre as demais estreias, vale conferir “Belle Époque”, romance premiado no César (o Oscar francês), e dois destaques nacionais (entre meia dúzia de lançamentos brasileiros): “M8 – Quando a Morte Socorre a Vida”, drama de Jeferson Dê (“Bróder”) sobre racismo, tema infelizmente muito relevante no país, e o western cangaceiro “Sertânia”, premiada no Festival Guarnicê, com bela fotografia em preto e branco e direção de Geraldo Sarno (“O Último Romance de Balzac”). Confira abaixo os trailers de todos os lançamentos de cinema desta quinta (3/12). Trolls 2 | EUA | 2020 O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone | EUA | 1990-2020 Belle Époque | França | 2019 M8 – Quando a Morte Socorre a Vida | Brasil | 2019 Sertânia | Brasil | 2018 Guerra de Algodão | Brasil | 2018 New Life S.A. | Brasil | 2018 Soldado Estrangeiro | Brasil | 2019 Niède | Brasil | 2019 Amizade Maldita | Canadá | 2019

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    Warren Berlinger (1937 – 2020)

    3 de dezembro de 2020 /

    O veterano ator Warren Berlinger, que fez várias comédias desde a época de Elvis Presley, morreu na quarta-feira (2/12) num hospital de Valência, na Califórnia, aos 83 anos. Nascido no Brooklyn, Berlinger estreou ainda criança na Broadway, como parte do elenco da produção original de “Annie Get Your Gun”, de 1946, estrelada por Ethel Merman. Apaixonado pelo teatro, ele fez carreira em peças famosas, chegando a aparecer na versão cinematográfica de algumas delas. Sua estreia no cinema aconteceu justamente desta forma. Após atuar ao lado de sua futura esposa, Betty Lou Keim, na montagem da Broadway de “A Roomful of Roses”, os dois reprisaram seus papéis na adaptação da Fox, batizada de “Alma Rebelde”, que marcou seu debut nas telas em 1956. Ele também bisou outro papel marcante dos palcos no filme “Blue Jeans – O Que os Pais Desconhecem” (1959), uma história sobre adolescentes e aborto, que tinha lhe rendido o prêmio Theatre World em 1958. Sua carreira cinematográfica foi longa e repleta de comédias, incluindo “O Pior Calhambeque do Mundo” (1960), com Jack Lemmon, “Casa-te Comigo” (1961), com Pat Boone, “Uma Lourinha Adorável” (1965), com Patty Duke, “Minhas Três Noivas” (1966), com Elvis Presley, “Prometo… por Agora” (1976), com Elliot Gould, “Quem Não Corre, Voa” (1981), com Burt Reynolds, “O Mundo Segundo Garp” (1982), com Robin Williams, “Herói por Acidente” (1992), com Dustin Hoffman, e o famoso musical “The Wonders: O Sonho Não Acabou” (1996), com Tom Hanks. Entre as raras incursões dramáticas destacam-se o cultuado noir “Um Perigoso Adeus” (1973), dirigido pelo mestre Robert Altman, e uma adaptação do suspense mais célebre de Agatha Christie, “O Caso dos Dez Negrinhos” (1989). Berlinger ainda fez muitas participações em séries de televisão, mas poucos papéis fixos, como o irmão mais novo de Joey Bishop na sitcom “The Joey Bishop Show” (a partir de 1961) e um marujo da tripulação de “O Caso das Anáguas” (Operation Petticoat, 1978). Seu último trabalho foi uma aparição na 2ª temporada da série “Grace & Frankie”, disponibilizada em 2016 na Netflix. Ele foi casado com Keim de 1960 até a morte dela em janeiro de 2010, e eles tiveram quatro filhos, oito netos e um bisneto.

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    Festival de Sundance anuncia exibições em drive-in e online

    2 de dezembro de 2020 /

    A organização do Festival de Sundance anunciou nesta quarta-feira (2/12) os planos para sua edição de 2021. Refletindo a tendência de adaptação dos eventos de cinema para exibições online, o tradicional festival de filmes independentes confirmou uma versão digital, mas também pretende se espalhar por drive-ins e cinemas de arte nos Estados Unidos, como alternativa às restrições trazidas pela pandemia de covid-19. Cofundado pelo astro Robert Redford há cerca de quatro décadas e conhecido por lançar a carreira dos principais diretores dos EUA desde então, de Quentin Tarantino a Damien Chazelle, o festival vai acontecer de 28 de janeiro a 3 de fevereiro, mas sua programação, que geralmente inclui mais de 70 filmes, ainda não foi anunciada. O detalhe é que, pela primeira vez, Sundance não será o primeiro festival de cinema da temporada, mas o último, considerando que a premiação do Oscar foi adiada para abril. Com isso, o período de elegibilidade para candidatos ao prêmio da Academia – que começou em 1º de janeiro e expiraria em 31 de dezembro de 2020 – foi estendido para 28 de fevereiro de 2021, bem depois da data do festival indie. A Academia também anunciou que consideraria exibições em drive-in como válidas para qualificar candidatos a prêmios, espaço que Sundance pretende adotar. O Sundance Institute planeja utilizar a tradicional cidade do festival, Park City, em Utah, para exibir alguns filmes do evento, mas leva em conta a necessidade de autorização do estado, que aumentou as restrições devido à pandemia. Por isso, também planeja alternativas, como dois cines drive-ins em Los Angeles e Nova York, simultaneamente à estreias online, e transformar as sessões de perguntas e respostas com equipe dos filmes em evento virtual ao vivo. “Mesmo sob essas circunstâncias impossíveis, os artistas ainda encontram caminhos para fazer um trabalho ousado e vital de todas as maneiras que podem”, disse a diretora do festival Tabitha Jackson, em comunicado. Segundo ela, as exibições online e estreias socialmente distantes da Califórnia a Nova York “nos dão a oportunidade de alcançar novos públicos, com segurança, onde eles estão”. Este ano, os principais festivais de verão e outono – com exceção de Veneza – cortaram a maioria de seus eventos presenciais ou, no caso de Cannes e Telluride, foram totalmente cancelados. Já o Festival de Toronto – o maior evento de cinema da América do Norte – aconteceu principalmente online, assim como a Mostra de Cinema de São Paulo, no Brasil.

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    Andy Garcia diz que nova versão encerra insatisfação com O Poderoso Chefão 3

    2 de dezembro de 2020 /

    O ator Andy Garcia comentou a nova versão de “O Poderoso Chefão 3”, após assistir uma sessão especial do longa ao lado de Al Pacino e Diane Keaton. Dizendo-se feliz e satisfeito com a edição feita pelo diretor Francis Ford Coppola, o intérprete de Vincent Corleone espera que o filme seja melhor compreendido, pois nunca entendeu a insatisfação com a versão original, lançada nos cinemas em 1990. “Nunca tive problemas com a versão original, mas estou muito próximo”, disse o ator que foi indicado ao Oscar por interpretar o filho ilegítimo de Sonny Corleone (James Caan). Ele comparou as duas versões em entrevista ao site The Hollywood Reporter, dizendo que “há uma clareza maior nessa versão, que Francis queria”. Os dois primeiros filmes estão entre os melhores já feitos, por isso o terceiro foi lançado sob um microscópio, avalia Garcia. Mas diante das indicações para prêmios, as críticas – e às vezes desdém – sempre parecerem injustificadas para o ator. “Achei que muitas coisas eram injustas sobre o filme, especialmente como Sofia [Coppola] foi tratada”, disse Garcia. A filha de Francis Ford Coppola assumiu o papel de filha de Michael Corleone (Pacino) após Winona Ryder, originalmente escalada como Mary Corleone, desistir no início da produção por ordem médica, devido à exaustão. Quando Sofia assumiu o papel de forma inesperada, ela acabou dilacerada pela crítica. Garcia espera que as pessoas assistam à nova versão e vejam a performance da agora cineasta sob uma nova luz. “Acho que se as pessoas revisitarem este filme, verão uma atuação muito honesta, profunda e comovente de Sofia. Acho que há uma grande tragédia na personagem, uma atuação muito corajosa e estou muito orgulhoso do trabalho que fizemos”, diz Garcia. Ele acredita que a nova versão vai encerrar esta e todas as insatisfações remanescentes sobre o filme original. Já sobre seu personagem, o ator não consegue escolher um momento favorito, mas concorda que a transferência de poder de Michael para Vincent no final foi uma cena “muito delicada”, como foi o momento em que Vincent concorda em abandonar seu amor por Maria em troca de uma responsabilidade maior. Para completar, ele brincou sobre sua relação com seu pai na trama. Ele e James Caan não chegaram a contracenar na trilogia, mas se tornaram amigos ao longo dos anos. Garcia contou rindo como o parentesco cinematográfico acabou virando uma piada entre eles. “A primeira vez que o encontrei, eu disse, ‘Ei, papai. Como você está?’ Ele estava orgulhoso de mim”, contou. Os filhos dos dois atores acabaram frequentando a mesma escola, o que fez com que eles passassem a se encontrar seguidamente. Segundo Garcia, Caan sempre dizia a quem os encontrasse: “Ei, você conhece meu filho?” Coppola ficou seis meses trabalhando na reedição de “O Poderoso Chefão 3”, que contou com a revisão completa dos negativos originais, guardados em mais de 300 caixas. Batizada em português de “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, a edição do diretor terá um lançamento limitado nos cinemas brasileiros na quinta-feira (3/12) e chegará em PVOD para locação digital cinco dias depois. Veja o trailer abaixo.

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    Hugh Keays-Byrne (1947 – 2020)

    2 de dezembro de 2020 /

    O ator Hugh Keays-Byrne, que viveu vilões famosos no primeiro e no último “Mad Max”, morreu pacificamente na manhã desta terça-feira (2/12), aos 73 anos, de acordo com seus representantes. Nascido em 1947 na Caxemira, Índia, Keays-Bryne deu início à carreira de ator na Austrália, onde, aos 20 anos, lançou-se em papéis na televisão local. Ele passou a trabalhar no cinema australiano em 1974, no filme “Stone” (1974), emblematicamente sobre gangues de motoqueiros, e se estabeleceu em filmes de ação com “Traficantes Audazes” (1975), “Marcado Para Morrer” (1976) e “Perigo em Alto-Mar” (1978). Mas foi mesmo sua aparição no primeiro “Mad Max” que o tornou conhecido em todo o mundo. Keays-Bryne interpretou Toecutter, o líder da gangue de motoqueiros do clássico de 1979 dirigido por George Miller. Teve um desempenho tão marcante que, 30 anos depois, Miller o convidou a retornar àquele universo como outro vilão: o decrépito Immortan Joe, de “Mad Max: Estrada da Fúria”. Na distopia de 2015, Immortan Joe liderava outra gangue de motoqueiros e motoristas malucos, que aterrorizavam a terra devastada da saga, controlando a água e escravizando mulheres para sua reprodução. Depois do primeiro “Mad Max”, o ator experimentou uma fase áurea na carreira, com participações no clássico “Onde Sonham as Formigas Verdes” (1984), do alemão Werner Herzog, da aventura “Burke e Wills” (1985), de Graeme Clifford, do drama “Kangaroo” (1986), de Tim Burstall, e da sci-fi “Juggers – Os Gladiadores do Futuro” (1989), de David Peoples. Mais recentemente, ele integrou o elenco da cultuada série sci-fi “Farscape” e do filme provocador “Beleza Adormecida” (2011), de Julia Leigh. “Mad Max: Estrada da Fúria” foi o último filme de sua carreira. Charlize Theron, que viveu Furiosa, líder da rebelião que destronou Immortan Joe no longa de George Miller, foi ao Twitter homenagear o ator. “É incrível você ter sido capaz de interpretar tão bem um senhor da guerra do mal, porque você era uma alma tão gentil e linda”, ela escreveu na rede social.

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    Margot Robbie negocia novo filme sobre Hollywood com Brad Pitt

    2 de dezembro de 2020 /

    A atriz Margot Robbie pode voltar a trabalhar com Brad Pitt após “Era uma vez em Hollywood”. Ela abriu negociações para substituir Emma Stone em “Babylon”, que já tem Brad Pitt escalado num dos papéis principais. Por curiosidade, o filme é outra produção sobre o passado de Hollywood e Robbie voltaria a interpretar uma estrela real de cinema. Depois de viver Sharon Tate no filme de Quentin Tarantino, ela interpretaria Clara Bow, símbolo sexual precoce da era de ouro do cinema americana, conhecida como a “It girl” durante a transição do cinema mudo para o falado. “Babylon” vai se passar neste período, no final dos anos 1920, e acompanhar a ascensão e queda de personagens fictícios e históricos. Assim como em “Era uma Vez em Hollywood”, Pitt vai interpretar um personagem fictício, uma estrela do cinema mudo que não consegue se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização. O personagem seria baseado no ator real John Gilbert. O papel de Clara Bow estava encaminhado para Emma Stone, que também retomaria uma parceria de sucesso com este projeto. No caso, com Damien Chazelle, diretor de “La La Land”, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz. O próprio Chazelle escreveu o roteiro, que será filmado com um orçamento pré-covid, na faixa dos US$ 80 e 100 milhões pela Paramount. Não há informações sobre o motivo da saída de Emma Stone da produção, mas pode ter acontecido um problema de agenda, já que as filmagens sofreram remanejamento. Várias cenas seriam gravadas em locações históricas de Los Angeles, cidade onde há muitos casos de infecção por covid-19, o que levou ao adiamento da produção. Por conta disso, a Paramount até está revendo seus planos iniciais para lançar o filme no Natal de 2021, visando abocanhar prêmios no Oscar 2022. “Babylon” deve ficar para o Oscar 2023. Veja abaixo um trecho do filme “It” (no Brasil, “O Não Sei Que das Mulheres”), que rendeu o famoso apelido de Clara Bow em 1927.

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    Diretor de Operação Overlord fará novo filme de Van Helsing

    1 de dezembro de 2020 /

    O célebre caçador de vampiros Van Helsing vai voltar ao cinema. A Universal contratou o cineasta Julius Avery, do terror de guerra “Operação Overlord”, para dirigir uma nova abordagem do personagem clássico. O longa foi escrito por Eric Pearson, um dos roteiristas de “Thor: Ragnarok” e que também trabalhou na história do vindouro filme da “Viúva Negra”. Já a produção está a cargo de James Wan, o cineasta que criou o universo “Invocação do Mal” na New Line/Warner. Wan supervisionará os trabalhos por meio de sua produtora, Atomic Monster. Criado por Bram Stoker em seu célebre romance gótico “Drácula”, de 1897, o médico holandês enfrentou o vampiro em diversos clássicos do cinema. Peter Cushing foi o ator que mais o interpretou, em cinco produções do estúdio britânico Hammer, entre 1958 e 1974. Mas foi só em 2004 que o matador de monstros ganhou um filme com seu nome, ocasião em que foi vivido por Hugh Jackman e enfrentou Mr. Hyde, o Lobisomem e Drácula. O novo filme de Van Helsing ainda não tem previsão de estreia. Paralelamente, a Universal também desenvolve um novo filme de “Drácula”, que tem potencial de crossover. Esta produção está a cargo da cineasta Karyn Kusama (“Garota Infernal”).

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    Roberto “Puck” Miranda (- 2020)

    1 de dezembro de 2020 /

    O ator Roberto “Puck” Miranda, que interpretou o personagem Cosme Méndez na novela “Rebelde”, morreu na sexta-feira passada (27/11) de causas ainda desconhecidas. A informação foi confirmada pela ANDA (Associação Nacional de Atores do México) no Twitter. O personagem de Miranda na novela mexicana era pai de Giovanni, um dos protagonistas da trama, interpretado por Christian Chávez. O colega de elenco lamentou morte do ator nas redes sociais, escrevendo: “Que Deus o tenha em sua glória”. Além de aparecer em “Rebelde”, Miranda também foi diretor teatral e participou de várias comédias, maioria bem picantes, no cinema mexicano desde os anos 1980. Um dos destaques de sua filmografia foi “La Chilindrina en Apuros” (1994), filme solo da Chilindrina (María Antonieta de las Nieves), conhecida no Brasil como a Chiquinha da série “Chaves”. Ele também teve papéis em “A Intrusa” e “Cúmplices de um Resgate”, novelas mexicanas exibidas com grande sucesso no Brasil. Seu último trabalho foi num produção bem diferente, o terror “Volverá El Povo a la Terra”, de Alejandro Soltero, lançado em 2017.

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    Arnaldo Antunes se junta ao Porta dos Fundos em clipe de novo especial de Natal

    1 de dezembro de 2020 /

    O canal do Porta dos Fundos no YouTube lançou o clipe de “Marcha do Demo”, marchinha carnavalesca dos Titãs, cantada por Arnaldo Antunes, que embala o novo especial de Natal do grupo. O vídeo traz o cantor e os integrantes do Porta dos Fundos em participações à distância, além de incluir cenas dos bastidores das gravações do programa, batizado de “Teocracia em Vertigem”. Com título inspirado no documentário “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, a produção transforma a situação política brasileira atual em paródia bíblica, via reflexões sobre o golpe que levou à crucificação de Jesus – vivido por Fábio Porchat. Outras referências aparecem quando micheques (cheques misteriosos) de Fabrício Queiroz são usados para pagar Judas e nas justificativas de votos em Barrabás, um personagem até então do baixo clero. A estrutura documental do projeto foi uma saída encontrada diante da impossibilidade de gravar normalmente, por causa da pandemia, com a presença de dezenas de pessoas juntas. O formato escolhido permite a gravação de depoimentos individuais, de forma caseira, e deve ser recheado com imagens de outros especiais. A tradição dos especiais de Natal do Porta dos Fundos vem desde 2013 no YouTube, mas só passou a ter repercussão a partir de 2018, com “Se Beber, Não Ceie”, quando o grupo estabeleceu uma parceria com a Netflix e venceu o Emmy Internacional. A parceria foi desfeita após a polêmica do ano passado – a Netflix nem teria inscrito “A Primeira Tentação de Cristo” no Emmy Internacional – e o Porta dos Fundos acabou decidindo voltar a produzir o especial por conta própria e exibi-lo no seu canal no YouTube, que conta com 16,5 milhões de assinantes. Em vez de comemorar a “vitória” de sua pressão, os conservadores deveriam se preocupar, porque no YouTube, que é de graça, o especial será visto por mais pessoas que se tivesse sido lançado na Netflix. A nova produção contará com várias participações especiais, desde a citada Petra Costa a várias figuras da cultura pop nacional, como Emicida, Thati Lopes, Clarice Falcão, Daniel Furlan, Emicida, Gabriel Louchard, Hélio de la Peña, Marcos Palmeira, Raphael Logam, Renato Góes, Teresa Cristina, Yuri Marçal, Marco Gonçalves, entre outros nomes. . O lançamento vai acontecer em 10 de dezembro.

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    Lázaro Ramos e Gloria Pires serão homenageados no Cine Ceará

    1 de dezembro de 2020 /

    Os atores Lázaro Ramos e Gloria Pires vão receber homenagens pelas realizações de suas carreiras no 30º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema, que será realizado de 5 a 11 de dezembro, com evento presencial em Fortaleza (CE) e em formato online no Canal Brasil. Eles já receberam o Troféu Eusélio Oliveira em casa e enviaram vídeos de agradecimento, que serão transmitidos, durante as solenidades do evento, na tela do Cineteatro São Luiz. Lázaro Ramos também terá seu filme mais recente, “Silêncio da Chuva”, exibido na sessão de encerramento do evento. No longa, o ator dá vida ao delegado Espinosa, personagem de uma série de romances policiais de Luiz Alfredo Garcia-Roza. Publicado em 1996, “O Silêncio da Chuva” foi o primeiro livro do personagem. “Em um ano tão difícil para o nosso cinema, receber essa homenagem e ter o filme exibido pela primeira vez no nosso país nesse festival é um estímulo pra gente seguir. Receber o troféu do Cine Ceará, que há 30 anos representa cada vez mais um importante ponto de encontro para o nosso cinema me dá muita satisfação”, disse Lázaro Ramos, em material enviado ao Cine Ceará. “‘Silêncio da Chuva’ é um filme feito em cima de um clássico literário dirigido pelo grande Daniel Filho, eu tô doido pra que as pessoas vejam. Vai ser um momento de emoção e de reafirmar o compromisso de nós que fazemos cinema de levar o nosso melhor para as pessoas”, completou o ator, que também vai virar cineasta. Em 2021, ele estreará como diretor de longas-metragens com o lançamento de “Medida Provisória” (outra parceria com o veterano Daniel Filho, que assina a produção do filme). Curiosamente, Gloria Pires também conduzirá uma investigação policial em seu próximo filme. Ela poderá ser vista em 2021 como protagonista de “A Suspeita”, estreia no cinema do diretor Pedro Peregrino (da novela “Órfãos da Terra”), no papel de uma investigadora que começa a manifestar sintomas de Alzheimer. O 30º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema é uma realização do Ministério do Turismo, através da Secretaria Especial da Cultura, da Associação Cultural Cine Ceará e da Bucanero Filmes. Tem o apoio institucional do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, e da Universidade Federal do Ceará, via Casa Amarela Eusélio Oliveira. Maiores informações sobre o evento podem ser conferidas no site oficial: www.cineceara.com.

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    Hugh Grant vai estrelar documentário fictício do criador de Black Mirror

    1 de dezembro de 2020 /

    O ator britânico Hugh Grant emplacou um projeto na Netflix. Em entrevista ao site Vulture, ele deixou escapar que vai estrelar um documentário fictício sobre o ano de 2020, de autoria de Charlie Brooker, criador da série “Black Mirror”. Grant contou que viverá um historiador na série. “Charlie Brooker escreveu um pseudodocumentário sobre 2020. É para a Netflix e eu sou um historiador que está sendo entrevistado sobre o ano. Eu sou muito repelente, na verdade! E você vai gostar da minha peruca”, afirmou. O ator, que estrelou a série da HBO “The Undoing”, encerrada no fim de semana, disse recentemente que está cansado de ser o “mocinho charmoso” das comédias românticas e tem buscado papéis diferentes. “Eu sinto que a parte da minha carreira em que interpretava o ‘mocinho’ já passou, e estou muito feliz com isso. Estou pegando papéis diferentes nos últimos anos, e me divertindo muito com eles. Não quero mais ser uma versão ficcional do Hugh Grant”, ele falou à revista Entertainment Weekly. Charlie Brooker, por sua vez, também disse no início do ano que não faria tão cedo a 6ª temporada de “Black Mirror”, porque, segundo ele, “o mundo provavelmente não tem apetite por histórias sobre uma sociedade desmoronando no momento”.

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