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Filme

Trailer de “Enola Holmes 3” traz sequestro de Sherlock

Nova investigação interrompe preparativos de casamento da protagonista vivida por Millie Bobby Brown

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9 de junho de 2026
Filme

Morre o cineasta Orlando Senna, diretor de “Iracema”, aos 86 anos

Renomado realizador baiano foi secretário nacional do Audiovisual e diretor da EBC

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9 de junho de 2026
Filme

Grazi Massafera assume papel principal em dois novos filmes

Atriz vai estrelar suspense e cinebiografia, ambos com filmagens agendadas para 2026

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8 de junho de 2026
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    Sarah Paulson vive mãe psicopata em trailer de suspense

    24 de outubro de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Run” (que deve levar o título de “Mamãe” no Brasil). A prévia ilustra a premissa da produção, que explora como o amor materno pode virar uma ameaça para os filhos. O filme traz Sarah Paulson (“Ratched”) como uma mãe amorosa, que se dedica a cuidar da filha adolescente confinada numa cadeira de rodas, enquanto garante que isso não é fardo algum. Mas as aparências são enganosas, como sua filha começa a descobrir, ao perceber pistas de que pode ter se tornado prisioneira de uma mãe psicopata. Escrito e dirigido por Aneesh Chaganty, responsável pelo inovador suspense “Buscando…” (2018), a produção também destaca a estreante Kiera Allen no papel da filha. A estreia está marcada para 20 de novembro em streaming nos EUA.

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    Soul: Trailer dublado reforça que novo desenho da Pixar é exclusivo da Disney+ (Disney Plus)

    24 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou um novo pôster nacional e o trailer dublado em português de “Soul” para ressaltar que a nova animação da Pixar será lançada com exclusividade na sua plataforma de streaming durante o Natal. Ao contrário de “Mulan”, que foi oferecida à parte e com preço salgado dentro da Disney+ (Disney Plus), “Soul” será oferecido sem custos extras para todos os assinantes do serviço. Apesar de chegar apenas em 25 de dezembro, a produção já começou a ser exibida em festivais de cinema a, por isso, recebeu as primeiras críticas. E elas somam 100% de aprovação no Rotten Tomatoes com elogios rasgados, considerando o filme uma volta aos dias mais ousados da Pixar. Vale lembrar que, pelas novas regras da Academia, o lançamento de “Soul” em streaming não vai impedir a produção de disputar o Oscar 2022. “Soul” gira em torno de Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio, que passou a vida frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz e sofre um acidente trágico no momento em que finalmente consegue o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. Mas ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-la de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. As vozes principais são dubladas por Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”), enquanto a direção está a cargo de Pete Docter (“Divertida Mente”) e o estreante Kemp Powers (roteirista de “Star Trek: Discovery”). Os dois também assinam o roteiro em parceria com Mike Jones (“Viva – A Vida É uma Festa”). O elenco de dubladores originais também inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (da série “Expressso do Amanhã”). O longa animado deveria chegar aos cinemas em 20 de novembro nos EUA e a desistência da Disney reforçou a crise no setor, refletindo a mudança de prioridade da empresa durante a pandemia. Com a falta de público nos cinemas, o streaming se tornou a válvula de escape financeiro da companhia, e lançamentos exclusivos de peso fortalecem essa estratégia. Para os brasileiros, a boa notícia é que o Disney+ (Disney Plus) chegará ao país em 17 de novembro.

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    Diretor do remake de Rebecca vai filmar Megatubarão 2

    24 de outubro de 2020 /

    A Warner Bros resolveu ir adiante com a sequência de “Megatubarão” e, dois anos após o lançamento original, finalmente definiu um diretor. Ben Wheatley, responsável pelo remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, lançado pela Netflix neste fim de semana, foi contratado para comandar a produção. A demora nunca fez sentido, porque o primeiro filme foi um sucesso de bilheterias. Orçado em US$ 130 milhões, o longa rendeu US$ 530 milhões em todo o mundo. Além disso, “Megatubarão” faz parte de uma franquia literária bem-sucedida, iniciada em 1997 por Steve Alten e que vai chegar em breve a seu oitavo volume. Apesar do título, o protagonista dos livros não é o monstro, mas Jonas Taylor, um paleobiologista que estuda a espécie de tubarão Megalodon (vem daí o nome Meg, do título original em inglês), um dos maiores predadores conhecidos da pré-história. No filme, Taylor foi vivido por Jason Statham (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), que deve voltar na sequência. A continuação está sendo escrita pelos roteiristas do primeiro filme, os irmãos Erich e Jon Hoeber, que trabalham sobre um rascunho inicial de Dean Georgaris, pessoa que está ligada há mais tempo na versão cinematográfica de “Megatubarão” – desde um roteiro dos anos 1990 nunca filmado, que serviu de base para o longa de 2018. Ainda não há previsão para a estreia da continuação.

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    007: Sem Tempo para Morrer teve lançamento negociado em streaming

    24 de outubro de 2020 /

    Netflix, Apple e Amazon teriam tentado comprar os direitos exclusivos de exibição de “007: Sem Tempo para Morrer” para lançamento em streaming. Quem apurou as negociações foi a agência de notícias Bloomberg. E ao ir atrás de confirmação, a revista Variety descobriu que o negócio não aconteceu porque a MGM pediu muito caro: US$ 600 milhões. As empresas de streaming teria buscado a MGM após o primeiro adiamento do filme, que inicialmente estava previsto para abril deste ano e foi atrasado por seis meses em março, tornando-se o primeiro grande lançamento de cinema afetado pela pandemia. No início de outubro, porém, o filme sofreu nova mudança de calendário e agora só será lançado um ano após a data original. Oficialmente, porém, a MGM informou que “Não comentamos boatos”. “O filme não está à venda. O lançamento do filme foi adiado até abril de 2021 para preservar a experiência cinematográfica dos espectadores”, diz um comunicado da empresa. O filme custa mais de US$ 250 milhões para ser produzido e, devido aos adiamentos causados pela pandemia do coronavírus, o estúdio teria desperdiçado mais US$ 50 milhões em campanhas promocionais que não serviram para nada, pois, com a nova data, o filme ainda está longe de estrear. Por outro lado, “007: Sem Tempo para Morrer” tem várias parcerias promocionais para ajudar a abater esses custos – entre elas com os carros Land Rover, relógios Omega e cervejas Heineken. Essas empresas esperam que o filme chegue aos cinemas e poderiam argumentar não ter investido para um lançamento por streaming. A negociação, porém, tem precedentes. Após a pandemia, vários estúdios venderam seus filmes para serviços de streaming. A Sony, em particular, conseguiu aval de seus parceiros publicitários, McDonald’s e Crown Royal, para levar “Um Príncipe em Nova York 2” para a Amazon. “007: Sem Tempo Para Morrer” será o último filme de Daniel Craig como James Bond e trará com Rami Malek como o grande vilão da vez. Com direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”), o lançamento está marcado para 1 de abril no Brasil – data que, ironicamente, parece uma pegadinha.

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    Jane di Castro (1947 – 2020)

    24 de outubro de 2020 /

    A atriz Jane di Castro morreu na sexta-feira (23/10) de câncer no Hospital de Ipanema, no Rio, aos 73 anos. Batizada como Luiz de Castro, filha de mãe evangélica e pai militar, sofreu desde cedo e na própria casa repressão por sua identidade social. Ao se assumir Jane Di Castro, começou a trabalhar como cabeleireira, em Copacabana, e logo tornou-se uma das pioneiras dos espetáculos de transformistas do Rio, chegando a ser perseguida durante a ditadura militar, nos anos 1960, por fazer shows nos teatros Rival e da Praça Tiradentes. Mas ela resistiu. Foi dirigida nos palcos por Ney Latorraca, Bibi Ferreira, Miguel Falabella e chegou a se apresentar no Lincoln Center, nos EUA, antes de integrar o espetáculo “Divinas Divas” em 2004, que celebrou a trajetória de travestis e transformistas de Copacabana. Em 2016, Leandra Leal lançou o documentário homônimo, que contou com sua participação. A projeção nos palcos a levou à televisão. Ela fez sua primeira aparição na rede Globo em 1995, na novela “Explode Coração”, de Gloria Perez, interpretando a si mesma. Mas foi só a partir deste século que passou a ser vista de forma mais habitual. Sempre como ela mesma, Jane apareceu em “Paraíso Tropical” (2007), “Salve Jorge” (2013) e “A Força do Querer” (2017), atualmente reprisada na TV, além de ter interpretado Patricia Swanson na série “Pé na Cova” (2014). Na vida pessoal, Jane encontrou a felicidade com Otávio Bonfim, com quem viveu por meio século, formalizando a união em 2014, num casamento coletivo que reuniu 160 casais LGBTQIA+. Infelizmente, o marido morreu em 2018, de câncer, e ela só sobreviveu mais dois anos como viúva. Jane faleceu na véspera da estreia de seu primeiro filme, “De Perto Ela Não É Normal”, escrito e protagonizado por Suzana Pires (“Louca para Casar”) e com lançamento marcado para quinta-feira (29/10). Na trama, ela interpretava a funcionária pública Geralda Maltêz. “Ela é a chefe que toda mulher gostaria de ter. Afetuosa, firme e cheia de sororidade. E assim também era a Jane. Esse filme será lançado em sua homenagem”, disse Suzana Pires.

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    Shang-Chi: Filme da Marvel encerra filmagens

    24 de outubro de 2020 /

    O diretor Destin Daniel Cretton (“Luta por Justiça”) anunciou pelo Instagram que as filmagens de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” foram encerradas. Na foto em que diz apenas que “terminamos”, Cretton aparece com a mulher Nikki Chapman, a irmã Joy Cretton (que é figurinista do filme) e a atriz Zhang Meng (“Ice Fantasy”). Em outra foto, publicada no Instagram de Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”), o astro aparece ao lado do diretor para comemorar: “Nós fizemos um bebê! Mal podemos esperar para introduzi-lo ao mundo em nove meses!”. “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” foi um dos filmes que enfrentou paralisação no começo de seus trabalhos em março, devido a pandemia de coronavírus. O próprio diretor chegou a passar por suspeita de ter contraído o vírus. As filmagens foram retomadas em no final de julho na Austrália e, desde então, não registraram nenhum incidente relacionado à covid-19. A produção é estrelada pelo ator canadense Simu Liu como o herói do título, e o elenco também conta com Awkwafina (“A Despedida”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Fala Chen (“The Undoing”) e o astro de filmes de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”), que terá o papel do vilão Mandarim. Em suas origem clássica, concebida por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, era filho do lendário Fu Manchu, vilão da literatura pulp e primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão oriental com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornaria lugar-comum, seja nos quadrinhos de Flash Gordon (o Imperador Ming) quanto nos filmes de James Bond (o “satânico” Dr. No). Nas publicações da Marvel dos anos 1970, Fu Manchu se apresentava como um grande filantropo para o filho, enquanto o treinava para se tornar uma arma letal. Tudo muda quando Shang-Chi é enviado em sua primeira missão e descobre que o pai não era quem dizia ser. A partir dessa reviravolta, alia-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. A Marvel, porém, não tem os direitos sobre Fu Manchu, que pertencem aos herdeiros do escritor inglês Sax Rohmer. Apesar disso, fontes da revista The Hollywood Reporter dizem que o filme preserva a trama da rebelião do filho altruísta contra o pai maligno. Por conta disso, o pai de Shang-Chi no filme seria o Mandarim. O Mandarim já foi citado no Universo Cinematográfico da Marvel, quando um ator (vivido por Ben Kingsley) foi contratado para lhe dar rosto durante ataques contra o Homem de Ferro (em “Homem de Ferro 3”), mas sua verdadeira identidade permanece um mistério até aqui inexplorado no cinema. O filme do Mestre do Kung Fu (como Shang-Chi era conhecido nos anos 1970) tem estreia marcada para julho de 2021, após várias mudanças no calendário da Marvel provocadas pela covid-19. Ver essa foto no Instagram WE. ARE. WRAPPED! Uma publicação compartilhada por Destin Yori Daniel Cretton (@destindaniel) em 24 de Out, 2020 às 12:50 PDT Ver essa foto no Instagram We made a baby!!! We can’t wait to introduce him to the world in 9 months… 😍😍😍 #WRAPPED Uma publicação compartilhada por Simu Liu (刘思慕) (@simuliu) em 24 de Out, 2020 às 6:24 PDT

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  • Etc,  Filme

    Ariana Grande rouba “estátua” de Borat em tamanho real

    23 de outubro de 2020 /

    A cantora Ariana Grande entrou na brincadeira. O perfil oficial de Borat no Instagram divulgou um vídeo em que ela aparece roubando um cartaz de papelão com a figura recortada do personagem. Na legenda da postagem, Borat pede que seus seguidores “ajudem a identificar o ladrão cigano responsável por roubar uma estátua minha”. O roubo aconteceu de fato. Foi durante uma première do filme em Los Angeles, em que Ariana brincou muito com a “estátua”, ao lado de Katy Perry e seu marido, Orlando Bloom, além do ator Josh Gad e outros. O alter-ego do comediante Sacha Baron Cohen também compartilhou em seu Instagram uma foto da festa em torno do cartaz, alarmado com “os liberais de Hollywood”. “Acham que me pegaram, mas esses pervertidos estão cometendo ataques sexuais contra uma farsa! Grande sucesso!”, ele escreveu ao lado da imagem. “Borat: Fita de Cinema Seguinte” foi lançado nesta sexta (23/10) na Amazon, mas já está nos trending topics do Twitter desde a véspera, devido a uma cena polêmica, envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. Saiba mais. O filme de Sacha Baron Cohen é o mais comentado dos últimos dias e atingiu 83% de aprovação entre os críticos, segundo a média do Rotten Tomatoes. Pelas resenhas publicadas, é possível deduzir que os 17% que não gostaram votam em Trump. A aposta agora é para ver se o lançamento se torna o maior sucesso da Amazon Prime Video em todos os tempos. Ver essa foto no Instagram Please help identify this Gypsy criminal responsible for theft of statue of me during night. Approach him with caution!! Uma publicação compartilhada por Borat (@boratsagdiyev) em 22 de Out, 2020 às 1:26 PDT Ver essa foto no Instagram Hollywood liberals think they catch me, but these perverts actual committing sex attack on a fake! Great success! Uma publicação compartilhada por Borat (@boratsagdiyev) em 19 de Out, 2020 às 9:42 PDT

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    Veja o trailer do musical de Natal de Dolly Parton

    23 de outubro de 2020 /

    Ainda não cansou de ver trailers de produções natalinas da Netflix? A plataforma divulgou mais um, “Christmas on the Square”, um musical natalino estrelado pela cantora country Dolly Parton. A prévia apresenta algumas das músicas e o papel da cantora, que vive um anjo de Natal. O vídeo, que lembra comercial de telefilme, também desfila o elenco e destaca o desempenho de vilã de Christine Baranski (“The Good Fight”), descrita como uma versão feminina do velho Scrooge de “Um Conto de Natal”. A direção é da atriz Debbie Allen (de “Grey’s Anatomy”) e o elenco ainda inclui Treat Williams (“Everwood”), Jenifer Lewis (“Black-ish”), Josh Segarra (“Arrow”) e Jeanine Mason (“Roswell, New Mexico”). A estreia está marcada para 22 de novembro, empilhando-se com as muitas outras produções de Natal da Netflix – e as que a plataforma ainda não começou a divulgar.

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  • Filme,  Música

    MPB4 vai ganhar documentário

    23 de outubro de 2020 /

    A história do grupo musical MPB4, que marcou a música brasileira entre as décadas de 1960 e 1980, vai virar documentário. Dirigido pelo veterano cineasta Paulo Thiago e produzido por Glaucia Camargos, o longa está ainda em fase de pré-produção. Os dois já trabalharam juntos em sete filmes: “Orquestra dos Meninos” (2008), “Coisa Mais Linda: Histórias e Casos da Bossa Nova” (2005), “O Vestido” (2003), “Poeta de Sete Faces” (2002), “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil” (1997), “Vagas Para Moças de Fino Trato” (1993) e “Jorge, um Brasileiro” (1988). A nova produção terá cenas de arquivos e entrevistas com os integrantes do quarteto, além de depoimentos de músicos e cantores que participaram da história do grupo, como seu grande parceiro Chico Buarque. Ainda não há previsão para a estreia, mas os fãs podem matar as saudades da boa música do MPB4 no vídeo clássico abaixo.

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    Filmagens de Jurassic World 3 são retomadas com homenagem a Jurassic Park

    23 de outubro de 2020 /

    O diretor Colin Trevorrow anunciou que as filmagens de “Jurassic World: Domínio” foram retomadas no Reino Unido. A mais recente paralisação durou duas semanas, após alguns membros da equipe receberem diagnóstico de covid-19. Trevorrow tuitou uma foto dos três integrantes mais veteranos da franquia, Sam Neill, Jeff Goldblum e Laura Dern, que estrelaram o primeiro “Jurassic Park” em 1993, diante do estúdio de Pinewood, em que a produção está sendo filmada. Ao lado, escreveu apenas “de volta”. Um detalhe da imagem que merece destaque é a homenagem feita pelo trio a outro integrante do longa original. Eles aparecem embaixo da placa que batiza o galpão/palco da produção, chamado de The Richard Attenborough Stage. Um dos atores-diretores mais famosos do Reino Unido, Sir Richard Attenborough (1923–2014) também é conhecido pelos fãs da franquia como o Professor John Hammond, o criador do Parque dos Dinossauros. O novo filme vai reunir os astros originais de “Jurassic Park” com as estrelas da franquia atual (Chris Pratt e Bryce Dallas Howard) para mostrar o que acontece após os dinossauros serem soltos no mundo contemporâneo. Com direção de Colin Trevorrow, responsável pelo primeiro “Jurassic World”, a produção só chegará aos cinemas em junho de 2022, devido aos atrasos em seu cronograma gerados pela pandemia de coronavírus. Back. pic.twitter.com/OC9f5Z0k6H — Colin Trevorrow (@colintrevorrow) October 23, 2020

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    Filmagens de Missão: Impossível são paralisadas em Veneza por suspeita de covid-19

    23 de outubro de 2020 /

    As filmagens do novo “Missão: Impossível” voltaram a ser suspensas, durante a produção em Veneza, na Itália. Apesar do motivo da paralisação não ter sido confirmado oficialmente, os figurantes italianos foram informados nesta sexta (23/10) que havia a suspeita de um caso de covid-19 entre a equipe. Segundo o jornal La Repubblica, cerca de 150 figurantes italianos foram enviados de volta para casa até que se decida pela retomada. A produção desmontou o set que havia sido criado próximo ao Campo San Giacomo dell’Orio, e não há informação de quando as filmagens serão retomadas. Mas o período de hiato tem sido de duas semanas, tempo em que os suspeitos de infecção permanecem isolados em quarentena, até o final da fase de transmissão. É a terceira vez que a produção é interrompida e a segunda em Veneza. Parte da equipe estava nas locações em fevereiro passado, quando a cidade entrou em lockdown, suspendendo os trabalhos. Em vez de reescrever as cenas para transpor a ação para outro local, o diretor Christopher McQuarrie optou por retomar a produção em agosto na Inglaterra, um dos primeiros países europeus a implementar protocolos de segurança para a volta das filmagens durante a pandemia, e retornar a Veneza só mais tarde – nesta semana – , quando a situação se normalizasse e fosse possível realizar as cenas programadas. Durante as filmagens inglesas, houve um acidente de moto com um dublê, que também paralisou a produção, mas por um curto período. Tom Cruise chegou a Veneza na segunda-feira (19/10), passeou e atendeu aos fãs nas ruas, antes de registrar uma cena em que saltava entre barcos no canal que atravessa a cidade, em meio a uma perseguição. Além dele, outros integrantes dos filmes também estão no local. Ao lado de Tom Cruise como o agente Ethan Hunt, as continuações trazem de volta outros integrantes da saga de espionagem, como Rebecca Ferguson e Simon Pegg, intérpretes de Ilsa Faust e Benji Dunn, e Vanessa Kirby, recentemente introduzida como Alanna Mitsopolis/Viúva Branca. Quem também volta é Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Já as novidades incluem Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”) e Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”). A Paramount deu sinal verde para que dois longas fossem produzidos simultaneamente. Ambos foram escritos e estão sendo dirigidos por Christopher McQuarrie, que reassume as funções após o sucesso dos dois últimos longas da franquia, “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015) e “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (2018). Devido à paralisação inicial das filmagens, as duas sequências receberam novas previsões de estreia da Paramount. “Missão: Impossível 7” ficou para 19 de novembro de 2021, e o filme seguinte, “Missão: Impossível 8”, foi remarcado para 4 de novembro de 2022. Veja abaixo novas imagens da produção em Veneza. Tom Cruise filming some scenes for Mission Impossible 7 earlier today in Venice, Italy! #TomCruise #MissionImpossible7 pic.twitter.com/CMy0DSwbSK — Looper (@looper) October 21, 2020 Mi único héroe en este lío @TomCruise #MissionImpossible7 pic.twitter.com/Jpkeui88qN — ıllıllı Cariolisima ıllıllı (@cariolisima) October 23, 2020 @TomCruise just sexy 🔥 #MissionImpossible7 pic.twitter.com/p7W3q9uOjG — ղíkkմ 💫 (@not_dat_guy) October 22, 2020 THEY'RE BACK I'M CRYINGGG ERHAN AND ILSA ARE GONNA MEET IN VENICE I'M DEAD#MissionImpossible7 #RebeccaFerguson #TomCruise pic.twitter.com/TVj7PI1KPz — Flav⎊ (@Darveyinbed) October 22, 2020 pom klementieff, hayley atwell, and simon pegg in venice #MissionImpossible7 pic.twitter.com/MiC3USPeFK — best of pom (@pomkIementieff) October 20, 2020

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    Estreias online: Volta de Borat é principal lançamento digital da semana

    23 de outubro de 2020 /

    A programação de estreias digitais do fim de semana tem como grande destaque a volta do repórter mais conhecido do Cazaquistão. “Borat 2” – ou melhor, “Borat: Fita de Cinema Seguinte” – é tão esperado que chegou a entrar nos trending topics do Twitter antes mesmo da estreia, devido a uma cena polêmica envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. Mas o filme tem muito mais ultrajes a oferecer. A continuação deve agradar em cheio aos fãs do já clássico original de 2006. O Top 10 ainda inclui o novo filme de Sofia Coppola, “On the Rocks”, o remake do suspense hitchcockiano “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, a animação “A Caminho da Lua” e muitos documentários – metade da lista é composta por documentários. Com a reabertura dos cinemas, o fluxo de lançamentos inéditos diminuiu nos sites de locação virtual, permitindo que as plataformas de streaming voltassem a se tornar o principal destino de quem busca por novidades. Além disso, há outro motivo para a falta dos frequentes títulos europeus de arte nesta semana. As distribuidoras do setor estão prestigiando a realização online da Mostra de São Paulo, que começou a disponibilizar títulos na madrugada desta sexta (23/10) em sua nova plataforma digital, Mostra Play (https://mostraplay.mostra.org/). A seleção de filmes, que será exibida até 4 de novembro, também tem sessões no Spcine Play e Sesc Digital, além projeções presenciais, realizadas no Belas Artes Drive-In e no Sesc Drive-In (do Sesc Parque Dom Pedro). Detalhe: os títulos disponibilizados no Spcine Play e no Sesc Digital podem ser assistidos de graça. Saiba mais. Borat: Fita de Cinema Seguinte | EUA | 2020 O comediante Sacha Baron Cohen volta a azucrinar a direita americana na continuação de seu maior sucesso. Borat Sagdiyev, o repórter racista, antissemita e politicamente incorreto do Cazaquistão vem desta vez acompanhado pela filha (Maria Bakalova). E uma das sequências traz o personagem invadindo um evento do Partido Republicano, disfarçado de Donald Trump, para dar a filha para “Michael Pennis” – na verdade, Mike Pence, o atual vice-presidente dos EUA. O disfarce é um dos muitos usados por Cohen na continuação. O filme explica que Borat se tornou uma celebridade e não pode ir a todos os lugares sem ser reconhecido. Lançado em 2006, o primeiro “Borat” deu certo justamente porque o comediante não era tão conhecido. Encarnando Borat Sagdiyev, um jornalista desajeitado da rede estatal de TV do Cazaquistão, ele desfilou seu inglês ruim e vários preconceitos com a desculpa de fazer um documentário sobre a vida nos EUA. E conseguiu convencer várias pessoas de que Borat era uma pessoa real, registrando suas reações no filme de pegadinha mais eficaz e engraçado de todos os tempos. Depois disso, o comediante usou tática semelhante para enganar conservadores famosos em seu programa de TV “Who’s America”, exibido nos EUA em 2018, sempre fingindo ser um personagem de extrema direita. A “Fita de Cinema Seguinte” surge como uma mistura das duas abordagens, em que Cohen aparece como Borat e como Borat disfarçado de conservador radical, que convence americanos comuns a mostrarem o que tem de pior. Entre as visitas que registra, desta vez estão um “Centro de Saúde da Mulher”, que apesar do nome não é uma clínica que realiza abortos, mas o oposto disso, e locais para “quarentenas” de homens de direita. Disponível na Amazon. On the Rocks | EUA | 2020 A comédia marca uma nova colaboração entre o ator Bill Murray e a diretora Sofia Coppola, 17 anos depois do cultuado “Encontros e Desencontros”. A história é mais convencional que o trabalho anterior, centrado num enredo típico de Hollywood: a suspeita de infidelidade. Na trama, Murray vive o pai da personagem de Rashida Jones (“Parks and Recreation”). Numa conversa casual, ele pondera que o fato de seu genro estar sempre viajando a negócios pode, na verdade, ser o álibi de um caso. Plantando a semente da dúvida, convence a filha a acompanhá-lo numa tocaia pela noite de Nova York para confirmar se o marido dela (Marlon Wayans, de “Seis Vezes Confusão”) está mesmo sendo infiel. Sofia, que é filha do cineasta Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão”), admite que baseou o personagem de Murray no próprio pai, e diz que o filme é uma “jornada divertida” concebida para estreitar os laços entre pai e filha. Disponível na Apple TV+. Rebecca, a Mulher Inesquecível | EUA | 2020 A nova versão do romance clássico de Daphne du Maurier traz Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”) nos papéis eternizados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra-prima de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A trama conhecida, que combina história de amor, crime e mistério gótico, acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata, mas, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. A obra foi adaptada pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigida por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). Mas não foi desta vez que a maldição cinéfila foi quebrada. Até hoje, nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o impacto – ou o sucesso – da filmagem original. Disponível na Netflix. A Caminho da Lua | EUA | 2020 Com um visual de CGI caprichado, a animação acompanha a história de Fei Fei, uma garota que cresceu com histórias românticas sobre a existência de uma mulher na lua, separada de seu grande amor há milênios. Conforme ela cresce e os adultos questionam sua fé na fábula, ela decide provar a todos que a história é real. Para isso, constrói um foguete em seu quintal capaz de levá-la até a lua. A direção é de Glen Keane, animador de clássicos da Disney, como “A Bela e a Fera” e “A Pequena Sereia”, e diretor do curta “Dear Basketball”, vencedor do Oscar 2018. Já o roteiro foi o último trabalho de Audrey Wells (“Quatro Vidas de um Cachorro”), que enfrentava uma doença terminal e quis deixar o filme como uma “carta de amor” para seu marido e sua filha, antes de falecer em 2018. O visual influenciado por animes – ou a versão Disney de animes, como “Operação Big Hero” – é completado por dublagens originais de estrelas asiáticas dos EUA, como Sandra Oh (“Killing Eve”), John Cho (“Star Trek”), Margaret Cho (“Drop Dead Diva”) e Phillipa Soo (“The Code”), além de Cathy Ang (vista na série “Ramy”), que dubla a protagonista. Mas vale avisar que se trata de uma produção à moda antiga, evocando a época pré-Pixar em que todo desenho era um musical repleto de canções. Disponível na Netflix. Kadaver | Noruega | 2020 Terror norueguês e pós-apocalíptico criado pelo jovem diretor de clipes musicais Jarand Herdal, “Kadaver” se passa após uma catástrofe nuclear e acompanha uma família faminta, que encontra esperança num hotel onde são oferecidos refeição grátis e espetáculo teatral para refugiados do caos. Aos poucos, os personagens passam a desconfiar de sua sorte, sem saber se estão sendo entretidos ou se são o entretenimento da noite. Disponível na Netflix. Bruce Springsteen’s Letter to You | EUA | 2020 O documentário registra mais que a gravação do novo disco de Bruce Springsteen. É a testemunha da amizade do cantor e sua banda, a E Street Band, que o acompanha desde o começo de sua carreira, há quase meio século. O Boss já tem 71 anos, mas o filme de Thom Zimny ​​o mostra tão vibrante quanto um jovem capaz de fazer facilmente uma live de quatro horas. Sua capacidade como compositor tampouco envelheceu, como mostram as novas canções, que marcam uma volta ao rock pulsante de sua juventude. Algumas músicas, de fato, datam dessa época. Mas ele não é mais o rebelde do “Born to Run”. Ele agora é um sábio, que discorre sobre a vida com a devida seriedade conferida por uma fotografia deslumbrante em preto-e-branco. Disponível na Apple TV+. A Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha | Brasil | 2019 O título é uma ironia, já que o documentário apresenta a visão do PT sobre a grande imprensa no Brasil. Mas não é uma ironia eficaz, porque a denúncia feita por jornalistas da esquerda em depoimentos para a câmera é exatamente aquilo que a direita propaga, municiando o discurso de “globolixo” e a necessidade de fortalecer o que Bolsonaro chama de “minha imprensa”. No fundo, a tese do filme também serve para demonstrar como os ataques à imprensa brasileira unem os discursos dos extremos, denunciando o jornalismo profissional em nome de uma chamada “imprensa independente”, que é como se autodenominam os blogs de estimação do PT e dos Bolsonaros. Infelizmente, o longa não faz esta autocrítica – nisto, lembra um certo partido que nunca errou. Disponível na Apple TV/iTunes, Looke, SKY Play e Vivo Play. A Verdade da Mentira | Brasil | 2020 Concebido pela jornalista Petria Chaves para investigar como as estruturas de desinformação online operam no Brasil, o documentário serve de complemento para o popular “O Dilema das Redes”, focando-se na explosão de “narrativas alternativas” (fake news) no cenário nacional. Produzido para o canal pago History, tem duração de programa televisivo, com apenas 44 minutos. Disponível na Now. Fabiana | Brasil | 2018 O documentário acompanha a Fabiana do título, uma mulher trans que viaja o Brasil em seu caminhão há mais de 30 anos. Em sua última viagem antes da aposentadoria, ela reflete sobre sua vida e os momentos passados na estrada. O filme de Brunna Laboissière teve première no Festival de Rotterdam, na Holanda. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Now, SKY Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Parceiros da Saúde | EUA | 2017 O documentário premiado acompanha a jornada de um grupo de médicos ativistas, cuja missão de salvar vidas no Haiti se transformou em uma luta global por saúde e justiça. Dirigido pela dupla Kief Davidson (diretor de “O Extermínio do Marfim”) e Pedro Kos (editor de “The Square”, indicado ao Oscar de Melhor Documentário em 2014), o longa tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Netflix.

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  • Filme

    Guy Pearce vive picareta que enganou nazistas em trailer de drama de época

    22 de outubro de 2020 /

    A Sony Pictures divulgou um novo trailer de “The Last Vermeer”, adaptação do best-seller “The Man Who Made Vermeers”, de Jonathan Lopez, que tem roteiro dos criadores da série “The Expanse”, Mark Fergus e Hawk Ostby. Na produção, Guy Pearce (“Duas Rainhas”) interpreta o pintor e falsificador de arte holandês Han van Meegeren, que dava festas para vender tesouros de arte holandeses a Hermann Goring e outros nazistas imponentes. Ao fim da guerra, ele é investigado sob a acusação de ser um colaborador nazista que redistribuiu arte roubada. Só que a verdade pode ser bem diferente, mostrando que ele pode ter sido um anti-herói ousado, que enganou os líderes do 3º Reich com obras-primas falsificadas, entre elas a que dá título à produção, uma suposta última obra do pintor do século 17 Johannes Vermeer. Por conta disso, o oficial responsável pela investigação, vivido por Claes Bang (o Drácula da Netflix), não sabe o que pensar de van Meegeren, até decidir, contra todas as evidências, que ele é inocente dos crimes, agindo para protegê-lo de inescrupulosos com interesses escusos. O elenco também destaca Vicky Krieps (“Trama Fantasma”) e August Diehl (“Bastardos Inglórios”). O filme marca a estreia na direção de Dan Friedkin, produtor de filmes aclamados, como “The Square: A Arte da Discórdia”, que venceu o Festival de Cannes de 2017 (e também foi estrelado por Bang), “Todo o Dinheiro do Mundo”, “O Retorno de Ben” e “A Mula”. Exibido no Festival de Toronto do ano passado, “The Last Vermeer” tinha estreia marcada para 22 de maio nos EUA, mas a pandemia adiou o lançamento para 20 de novembro. O filme ainda não tem previsão para chegar no Brasil.

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