Público considera Esquadrão Trovão um dos piores filmes da Netflix
Fracasso de crítica, com apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes, a comédia “Esquadrão Trovão” também está sendo destruída pelo público nas redes sociais. “Esquadrão Trovão” traz Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) e Octavia Spencer (“A Forma da Água”) como super-heroínas e representa a quinta parceria de McCarthy com seu marido, o ator Ben Falcone, que resolveu virar diretor e roteirista após se casar com a estrela. Por coincidência, todos os filmes que ele escreveu e dirigiu compõem o Top 5 dos piores trabalhos de McCarthy – os demais são “Tammy” (2014), “A Chefa” (2016), “Alma da Festa” (2018) e “Superinteligência” (2020). Além de atestar a ruindade do filme, usuários do Twitter listam roteiro e atuação como razões para “Esquadrão Trovão” ser o pior lançamento da Netflix em 2021. Dezenas de comentários negativos ainda trazem promessas de nunca mais assistir a um filme de Ben Falcone, enquanto buscam decidir qual das parcerias com o marido é “a mais horrível” da carreira de McCarthy. Claro que também há quem ache que, por ser tão ruim, o filme na verdade é ótimo. Veja abaixo os comentários do público – e alguns críticos – , a maioria em inglês. Quem não conhece o idioma, basta saber que “awful”, “horrible” e “terrible” são sinônimos de horrível, “bad” é simplesmente ruim e “no funny” e “unfunny” significam sem graça. Conte quantas vezes essas expressões aparecem nos tuítes para ter uma ideia do desastre. Detalhe: teve gente que adorou e chama quem não gostou de “chato”. agora q o embargo caiu posso falar sobre a bomba q é #EsquadrãoTrovão Claro minhas expectativas não eram das maiores, mas pensei q pelo menos eu iria me divertir. Ahá! Até acho Melissa McCarthy engraçada, mas não ri em quase nenhum momento. Tudo muito ruim e embaraçoso. pic.twitter.com/k4rgTwqvI4 — Miguel (@mpmorales) April 9, 2021 Do assistindo o filme #EsquadraoTrovao mds que filme ruim com ótimas atrizes — euwenddy (@_EuWendel) April 10, 2021 Meu Deus que Bomba #EsquadraoTrovao pic.twitter.com/mlDG2rCNGG — slavesofpop (@Slavesofpop_) April 10, 2021 Já assisti muito filme ruim mas este aqui tá de parabéns conseguiu superar todos parabéns nota 0 #EsquadraoTrovao pic.twitter.com/CjkSSVrtOl — Flávio Nicácio (@flavionicacioo) April 9, 2021 Melissa McCartney Porquê Fez isso comigo? Que bomba esse filme. #EsquadraoTrovao pic.twitter.com/KnfbExduda — Danllourenco (@danllourenco) April 10, 2021 um elenco bom não consegue salvar um filme ruim, esse filme #EsquadraoTrovao uma bomba! 😖 — 𝗥𝗼𝗱𝗿𝗶𝗴𝗼 𝗩𝗮𝗿𝗴𝗮𝘀 (@rodrigo_vargas) April 11, 2021 #EsquadraoTrovao fui tentar assistir e desisti de tão chato que é Zzz — Junior (@osvaldojr_) April 11, 2021 Que decepção de filme 🤦🏽♀️ #EsquadraoTrovao — Keila✨ (@Keila_llid) April 11, 2021 Não assistam #EsquadraoTrovao. É muito chato, gente. — Rodrigo Alves (@RodrigoP_Alves) April 11, 2021 Alguém precisa descobrir qual podre que o Ben Falcone tem contra a Melissa McCarthy pra sempre conseguir colocar ela pra protagonizar essas bostas que ele dirige como #EsquadrãoTrovão — Eduardo Silva (@Edu_Sacer) April 11, 2021 Will never watch a Ben Falcone movie again. Holy smokes Thunder Force is awful 😞 I mean holy crap that’s bad.#ThunderForce #Netflix — Kevin ⚒⚒⚒ Wesley (@Kalel12Wesley) April 10, 2021 Thunder Force – Just awful, no plot, not funny. Spencer is slumming it.1/5#filmreview #film #NETFLIX — 10 Word Film Review (@10WordFilmRevi1) April 10, 2021 Wait until you watch Thunder Force. Ugh. It’s awful. Where are the writers? — jamokequeen (@jamokequeen) April 10, 2021 @JeffDLowe Thunder Force 17/100 . Horrible writing , horrible acting — Chris (@hanning_c) April 10, 2021 I kinda knew Thunder Force was going to be uneventful, but it was horrible. #ThunderForce #Netflix — Toni Braxton left booty cheek. (@Ayoowenzde) April 10, 2021 Just left a review of the movie Thunder Force on IMDb. It was awful and cringy. If you’re a fan of Melissa McCarthy then you can tolerate it. Octavia Spencer was horrible, not the role for her. — koach_dbailey (@DbaileyKoach) April 10, 2021 I'm only half way through Thunder Force, but it's already one of the most painfully unfunny and cringeworthy movies I've ever seen. Melissa McCarthy has done it again, folks. pic.twitter.com/y36vgGnMIU — Cynical Reviews (@Cynical_CJ) April 10, 2021 I swear to God I’ve never seen a man holding his wife back limiting her talents than Ben Falcone to Melissa McCarthy. They made five movies together AND THEYVE NEVER GOTTEN BETTER. pic.twitter.com/8bYGfveJNc — Rendy Jones (@Rendy_Jones) April 10, 2021 Well Thunder Force was pretty terrible. It’s not particularly funny, nor does it contain any competent action. A big fail 👎🏼 — Scott Weatherly (@Scottweatherly) April 9, 2021 Thunder force is such a terrible movie lmao — nana, (@fatiabdullah_) April 9, 2021 “Thunder Force”: since the good cast involved, I was hoping, at least, to have a few laughs. No. It’s just really bad in everything. Don’t waste your time. — Matteo Pansa (@Cmdr_Cody) April 10, 2021 Thunder Force on Netflix is one of the worst movies I’ve ever seen I haven’t even finished it yet — Hector Zeroni (@jhutcherdad) April 10, 2021 Thunder Force is the best worst movie I’ve ever seen. It’s so fucking terrible it’s amazing. — Adam ☘️🇵🇸 (@AdamRosenbucket) April 10, 2021 Every so often you need to watch a truly bad movie to help appreciate the good ones. Thunder Force is the bad movie I wish I hadn’t just sat through. But I guess I’ll appreciate whatever I watch next! — Brock Wager (@BrockWager) April 10, 2021 Vcs tão falando mal desse filme mesmo? Vsf gente chataaaaa #EsquadraoTrovao — Henrique (@HenriKairo) April 9, 2021
Elenco de Josie e as Gatinhas comemora 20 anos do filme
Primeira adaptação live-action dos quadrinhos da Archie Comics, “Josie e as Gatinhas” foi lançado nos cinemas em 2001, quando o mundo ainda não estava pronto para ver uma versão sexy, empoderada e punk pop dos personagens da fictícia cidade de Riverdale. O tempo fez toda a diferença e o que o filme antecipou há 20 anos agora faz parte da programação habitual da televisão. Pouco apreciada em sua época, a sátira da indústria pop acabou virando cult e neste domingo (11/4) completou 20 anos, com direito a comemoração da Universal Pictures, que promoveu a reunião das três atrizes principais para falar da produção. Rachael Leigh Cook (Josie), Rosario Dawson (Valerie) e Tara Reid (Melody) se juntaram por Zoom para relembrar o quanto se divertiram no set e, principalmente, como o filme envelheceu bem. De fato, com a mudança de perspectiva do público e da crítica, “Josie e as Gatinhas” é o tipo de produção que faz mais sentido em 2021 que em sua época original. “Fico emocionada em ver que as pessoas continuam a assistir nosso filme e que ele só ganhou força com o passar dos anos”, disse Cook sobre o filme. “Isso é incrivelmente legal.” No bate-papo, Dawson concordou que o filme estava “à frente de seu tempo”, acrescentando: “Você assiste agora e ele ressoa muito com o momento em que estamos, mas, na época, acho que era difícil para as pessoas apreciarem totalmente sua sátira”. Ela deu ao filme dirigido por Harry Elfont e Deborah Kaplan a leitura feminista que ele merece, observando que “cena após cena após cena, nada era sobre a importância dos homens em nossas vidas” e sim sobre “sobre nós, nossos sonhos, nossas paixões e nossos talentos. E os homens apareciam super apoiadores dessas mulheres, e querendo vê-las brilhar, crescer e se maravilhar com isso. Existem tantos níveis no filme que são realmente profundos.” Reid, por sua vez, aproveitou para lembrar que elas próprias tocaram seus instrumentos no filme, o que fez com que, durante as cenas de shows, se sentisse “uma estrela do rock”. Ao final, Cook celebrou a amizade com as duas gatinhas. “Eu sei que levamos vidas diferentes agora, mas eu tenho vocês para sempre. Vocês podem me ligar a qualquer hora… Vou tirá-las da cadeia, vou levá-las ao aeroporto…” Para quem não lembra, “Josie e as Gatinhas” também teve duas famosas séries animadas da Hanna-Barbera nos anos 1970. Veja abaixo o vídeo do reencontro das atrizes e o trailer do filme de 2001, disponível no Brasil em várias plataformas de locação digital.
BAFTA 2021: Nomadland vence o “Oscar britânico”
A Academia Britânica das Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) entregou seus prêmios principais na tarde desde domingo (11/4) num cerimônia híbrida, com participação virtual dos indicados, que consagrou “Nomadland” como o Melhor Filme do ano. O longa de Chloé Zhao venceu quatro troféus no total, a maior quantidade de vitórias de qualquer filme no evento. Além da consagração principal, recebeu os BAFTA Awards de Melhor Direção, Atriz (Frances McDormand) e Fotografia (Joshua James Richards). A vitória se soma ao Globo de Ouro, ao Critics Choice, ao Leão de Ouro no Festival de Veneza e ao Prêmio principal no Festival de Toronto, aumentando o favoritismo do filme no Oscar 2021. “Bela Vingança” também se saiu bem, reconhecido como o Melhor Filme Britânico e o Melhor Roteiro Original – escrito pela cineasta estreante Emerald Fennell. Mas a grande surpresa ficou por conta de “Meu Pai”, que também levou dois troféus: Melhor Roteiro Adaptado, assinado pelo diretor Florian Zellner em parceria com Christopher Hampton, e Melhor Ator para Anthony Hopkins. Ambos os prêmios foram merecidos, mas a vitória de Hopkins surpreendeu por interromper a unanimidade consternada em torno do falecido Chadwick Boseman, que vinha ganhando todas as disputas contra o veterano astro inglês com sua performance final em “A Voz Suprema do Blues”. Os BAFTA Awards de 2021 foram a primeira edição da premiação realizada após o escândalo #BAFTAsSoWhite do ano passado, quando apenas atores brancos foram indicados a prêmios. Este ano, a sul-coreana Yuh-Jung Youn e o preto britânico Daniel Kaluuya foram premiados como Melhores Coadjuvantes, respectivamente por “Minari” e “Judas e o Messias Negro”. Sem esquecer que Chloé Zhao, Melhor Diretora do ano, é uma jovem cineasta chinesa. A premiação, que normalmente acontece em apenas uma noite, foi dividida em dois eventos distintos ao longo do fim de semana, em meio a dramas de bastidores, como a súbita ausência do presidente da Academia Britânica, ninguém menos que o Príncipe William, que decidiu se afastar de suas funções em luto pela morte do avô, o Príncipe Philip, falecido na sexta-feira passada (9/4). Confira abaixo a lista completa dos premiados (com vídeos) nos BAFTA Awards de 2021. Melhor Filme | Nomadland Melhor Filme Britânico | Bela Vingança Melhor Direção | Chloé Zhao | Nomadland Melhor Atriz | Frances McDormand | Nomadland Melhor Ator | Anthony Hopkins | Meu Pai Melhor Atriz Coadjuvante | Yuh-Jung Youn | Minari Melhor Ator Coadjuvante | Daniel Kaluuya | Judas e o Messias Negro Melhor Roteiro Adaptado | Florian Zellner & Christopher Hampton | Meu Pai Melhor Roteiro Original | Emerald Fennell | Bela Vingança Melhor Animação | Soul Melhor Documentário | My Octopus Teacher Melhor Filme em Língua Não-Inglesa | Druk – Mais uma Rodada Melhor Cineasta Britânico Estreante | Remi Weekes | O Que Ficou Para Trás Melhor Intérprete Estreante | Bukky Bakray | Rocks Melhor Trilha Sonora | Jon Batiste, Trent Reznor & Atticus Ross | Soul Melhor Fotografia | Joshua James Richards | Nomadland Melhor Edição | Mikkel E.G. Nielsen | O Som do Silêncio Melhor Design de Produção | Donald Graham Burt & Jan Pascalen | Mank Melhor Figurino | Ann Roth | A Voz Suprema do Blues Melhor Cabelo e Maquiagem | Matiki Anoff, Larry M. Cherry, Sergio Lopez-Rivera & Mia Neal | A Voz Suprema do Blues Melhor Som | Jaime Baksht, Nicolas Becker, Phillip Bladh, Carlos Cortés & Michelle Couttolenc | O Som do Silêncio Melhores Efeitos Visuais | Scott Fisher, Andrew Jackson & Andrew Lockley | Tenet Melhor Escalação de Elenco | Lucy Pardee | Rocks Melhor Curta Britânico | The Present Melhor Curta Britânico de Animação | The Owl And The Pussycat
Godzilla vs. Kong supera US$ 350 milhões mundiais
“Godzilla vs. Kong” segue fazendo estrago nas bilheterias mundiais. A luta dos monstros gigantes ultrapassou neste fim de semana os US$ 350 milhões de bilheteria global. O desempenho de apenas duas semanas tornou o filme da Warner Bros. e da Legendary Pictures o primeiro blockbuster verdadeiro da era da pandemia. “Tenet” ainda está na frente na arrecadação global, mas os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan devem ser superados pelos monstros gigantes antes do próximo fim de semana. A produção já tinha virado, desde sexta-feira (9/4), o filme de maior bilheteria da América do Norte durante o período do coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. “Tenet”, que é outra produção da Warner, terminou sua exibição nos cinemas norte-americanos com US$ 58,4 milhões. Nos últimos três dias, “Godzilla vs. Kong” somou mais US$ 13,4 milhões no mercado doméstico, atingindo US$ 69,5 milhões nos EUA – no momento em que a maior parte dos cinemas do Canadá se encontra fechada. Mas é a China que responde pela maior parte do faturamento mundial, com US$ 165,4 milhões. Outros mercados importantes incluem Austrália (US$ 16 milhões), México (US$ 15,8 milhões), Taiwan (US$ 11,7 milhões) e Rússia (US$ 11,1 milhões). Ao todo, “Godzilla vs. Kong” já soma US$ 357,8 milhões no mundo todo e o montante ainda vai crescer muito. O sucesso impressiona porque os cinemas não estão enfrentando apenas as restrições da pandemia. A venda de ingressos também concorre com a forte campanha da HBO Max, que disponibilizou a produção para seus assinantes simultaneamente ao lançamento nas telas. Sem divulgar números, a WarnerMedia também tem comemorado o aumento de receitas com novas assinaturas do serviço. “Estamos entusiasmados com o fato de ‘Godzilla vs. Kong’ estar trazendo o público de volta aos cinemas, onde é exibido em todo o mundo e também para nossos assinantes do HBO Max em suas casas aqui nos Estados Unidos”, disse Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures Group. “É realmente um prazer para todos nós da Warner Bros. e HBO Max podermos agradecer e parabenizar Adam, Legendary e toda a equipe ‘GvK’ pelos excelentes resultados deste filme incrível.” O filme dirigido por Adam Wingard (“Você é o Próximo”) está atualmente sendo exibido em cerca de 40 mercados, mas ainda não estreou no Brasil, em parte da Europa e no Japão, terra natal de Godzilla. A estreia nacional está marcada para 29 de abril, exclusivamente nos cinemas.
Chloé Zhao vence prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA
Diretora de “Nomadland”, Chloé Zhao venceu a maior honraria de sua categoria, o DGA Awards, que foi entregue na noite de sábado (10/4) em Los Angeles. Com a conquista, ela se tornou a segunda mulher a receber o troféu de Melhor Direção do Sindicato dos Diretores dos EUA (Directors Guild of America), em votação de seus pares. A primeira mulher a conquistar o DGA Awards foi Kathryn Bigelow por “Guerra ao Terror”, em 2010. Zhao usou seu discurso de aceitação para agradecer e homenagear o trabalho de cada um de seus colegas indicados, começando com Emerald Fennell (“Bela Vingança”). “Emerald, você é tão brilhante, tão ousado e com tal controle de seu ofício com uma voz única, mal posso esperar para ver em que jornada instigante você vai nos levar a seguir. Lee [Isaac Chung, de “Minari”], seu filme me tocou em um nível muito pessoal. Você é capaz de nos mostrar tanta beleza e amor de uma forma tão honesta e autêntica, eu acho incrível o que você fez. Aaron [Sorkin, de “Os 7 de Chicago”], você é um poeta, posso sentir meu coração batendo com o seu ao assistir seu filme, é uma viagem tão apaixonante e emocionante, que não quero sair nunca. David [Fincher, de “Mank”], seu filme é uma masterclass. Todos os seus filmes são. Você não é apenas um mestre na arte, você também criou algumas das performances mais matizadas e humanísticas que já vi”. “Obrigado por me ensinar tanto e mostrar seu apoio”, acrescentou Zhao para os colegas cineastas. A premiação costuma ser um bom termômetro dentro da temporada de premiações para avaliar o que pode acontecer no Oscar. Após vencer o DGA, Bigelow, por exemplo, também venceu o Oscar. Nos últimos dez anos, o troféu do Sindicato não coincidiu com a premiação da Academia apenas duas vezes: em 2013 e 2020. A vitória de Chloé Zhao também reforça o favoritismo de “Nomadland” na disputa de Melhor Filme, no Oscar 2021. Indicado a seis troféus ao todo, o longa já venceu os festivais de Veneza e Toronto, o Globo de Ouro e o Critics Choice e é considerado um dos mais fortes candidatos a receber o principal prêmio da Academia, que será entregue no dia 25 de abril. O DGA Awards também premiou Darius Marder com o prêmio de Melhor Estreante por “Sound of Metal” e a dupla Michael Dweck e Gregory Kershaw na disputa de Documentário, por “The Truffle Hunters”. Confira abaixo a lista completa dos premiados, incluindo os vencedores nas categorias televisivas. Melhor Direção Chloé Zhao (“Nomadland”) Melhor Estreia na Direção Darius Marder (“Sound of Metal”) Melhor Direção em Documentário Michael Dweck & Gregory Kershaw (“The Truffle Hunters”) Melhor Direção em Série de Drama Lesli Linka Glatter (“Homeland”) Melhor Direção em Série de Comédia Susanna Fogel (“The Flight Attendant”) Melhor Direção em Telefilme ou Minissérie Scott Frank (“O Gambito da Rainha”) Melhor Direção em Programa Infantil Amy Schatz (“We Are the Dream: The Kids of the Oakland MLK Oratorical Fest”) Melhor Direção em Programa de Variedades Don Roy King (“Saturday Night Live”) Melhor Direção em Especial de Variedades Thomas Schlamme (“A West Wing Special to Benefit When We All Vote”) Melhor Direção em Reality Show Joseph Guidry (“Full Bloom”) Melhor Direção em Comercial Melina Matsoukas (“You Love Me”, Beats by Dr. Dre) Congratulations to Chloé Zhao for winning the DGA Award for BEST DIRECTOR. #NMDLND #DGAAwards pic.twitter.com/oEEYMiC6zI — Nomadland (@nomadlandfilm) April 11, 2021
Música clássica de Mortal Kombat ganha nova versão para o cinema
Primeira adaptação de videogame bem-sucedida de Hollywood, o primeiro “Mortal Kombat”, dirigido por Paul W. S. Anderson em 1995, será lembrado na nova versão da franquia por meio de uma referência musical. O compositor britânico Benjamin Wallfisch refez a famosa música-tema do longa, “Techno Syndrome”, sem perder a abordagem eletrônica, e a Warner Bros. já disponibilizou a gravação nas plataformas de streaming. Ouça abaixo. Em alta em Hollywood, Wallfisch vem assinando vários sucessos de bilheteria, como “Shazam!”, “It: A Coisa”, “It: Capítulo Dois”, “Blade Runner 2049”, “O Homem Invisível” e “Estrelas Além do Tempo”. Além de refazer “Techno Syndrome”, ele criou uma trilha sonora completa para o novo “Mortal Kombat”. O filme tem produção de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), que contratou o pouco experiente Simon McQuoid para dirigir o longa, a partir de um roteiro desenvolvido por Dave Callaham (“Os Mercenários”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). Com um elenco formado por Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Lewis Tan (“Into the Badlands”), Ludi Lin (“Power Rangers”), Mehcad Brooks (“Supergirl”), Sisi Stringer (“Colheira Maldita”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Josh Lawson (“House of Lies”), Jessica McNamee (“Megatubarão”), Max Huang (“Operação Zodíaco”), Chin Han (“Marco Polo”) e Joe Taslim (“The Raid – Operação Invasão”), o novo “Mortal Kombat” vai estrear simultaneamente aos cinemas e na HBO Max em 16 de abril nos EUA. No Brasil, onde apenas 3,6% do circuito cinematográfica encontra-se aberto, o lançamento sofreu adiamento e chegará exclusivamente nos cinemas no dia 13 de maio. Confira abaixo a nova versão de “Techno Syndrome” e a música original, gravada por The Immortals, com cenas do filme de 1995.
Anna Muylaert prepara filme sobre inversão de gêneros
A diretora Anna Muylaert, responsável pelos dramas premiados “Que Horas Ela Volta?” e “Mãe Só Há Uma”, além do documentário “Alvorada”, que integra o Festival É Tudo Verdade 2021, já começou a preparar seu novo filme. Intitulado “O Clube das Mulheres de Negócios”, o longa será produzido pela Glaz Entretenimento (“Cabras da Peste”), em coprodução com África Filmes (“Que Horas Ela Vvolta?”) e Globo Filmes. O projeto veio à tona durante a Berlinale Co-Production Market, seção do Festival de Berlim dedicada a obras em fase de desenvolvimento (ainda não-filmadas) com potencial comercial e abertas a coproduções internacionais. Informações sobre a produção indicam que o filme será uma alegoria sobre a crise do “patriarcado”, ambientada em um mundo imaginário onde os estereótipos de gênero estão invertidos – ou seja, as mulheres ocupam as posições de poder enquanto os homens são criados para serem socialmente submissos. Fellini fez algo parecido, como delírio onírico/fantasia revanchista, em “Cidade das Mulheres” (1980). Em comunicado sobre o projeto, a Vitrine Filmes, responsável pela distribuição, informou que Muylaert trabalha há mais de cinco anos no roteiro, mas os acontecimentos de 2020 a fizeram reescrever o filme. “Durante a pandemia, homens como o presidente do Brasil e o ex-presidente dos EUA, tiveram uma posição negacionista e irresponsável sobre os acontecimentos. Enquanto isso, em outros países, as mulheres tomaram a dianteira das mesmas questões de forma mais realista e efetiva. A partir desse fato, mudei o tom do filme, tornando-o mais distópico em consonância com os tempos atuais”, disse a diretora e roteirista, na nota à imprensa. Ainda não há previsão para o lançamento.
“Godzilla vs. Kong” vira maior bilheteria da pandemia nos EUA
“Godzilla vs. Kong” atingiu uma marca importante na sexta-feira (9/4), ao se tornar o filme de maior bilheteria da América do Norte durante o período da pandemia de coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. Na data em que completou dez dias em cartaz, o longa coproduzido pela Warner e a Legendary Pictures chegou aos US$ 60 milhões de faturamento nos EUA e Canadá. Com isso, superou o antigo recordista da era da covid-19, “Tenet”, outra produção da Warner, que terminou sua exibição nos cinemas norte-americanos com US$ 58,4 milhões. “Tenet” ainda está na frente de “Godzilla vs. Kong” no desempenho global, mas os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan devem ser superados pelos monstros gigantes na próxima semana. O duelos dos titãs teve a vantagem de ser o primeiro filme a estrear depois que os cinemas de Nova York e Los Angeles reabriam – ainda que com capacidade reduzida – , após um ano inteiro fechados. A expectativa é que “Godzilla vs. Kong” seja o primeiro filme a atingir US$ 100 milhões no mercado interno desde “Sonic – O Filme” (US$ 148 milhões), lançado em fevereiro de 2020. O mais interessante neste desempenho é que o filme também está disponível (sem cobrança extra) na HBO Max.
Fantaspoa 2021 exibe 160 filmes de terror de graça por streaming
O Fantaspoa 2021, tradicional festival brasileiro de horror e fantasia, que costuma ser realizado em Porto Alegre, ganhou nova edição virtual, repetindo a experiência do ano passado, devido ao agravamento da pandemia de coronavírus. A nova edição começou neste fim de semana e exibirá até 18 de abril mais de 160 filmes de terror disponíveis gratuitamente em streaming. O acesso à programação, que conta com longas e curtas de mais de 40 países, acontece pela nova plataforma Würlak, do mesmo grupo da Darkflix, que só funciona por aplicativos da Apple ou Android. Além disso, tem um detalhe: os filmes saem do ar ao baterem três mil visualizações cada. O evento também oferece diversas atividades paralelas, como lives com cineastas, debates sobre inclusão no audiovisual, sessões musicadas, uma festa online e a exposição “Riso da Medusa”, com trabalhos de 20 artistas mulheres sobre o universo do fantástico. Além disso, o Youtube do Fantaspoa disponibiliza 14 atividades formativas sobre as mais diversas temáticas do audiovisual, ministradas por grandes nomes da área. Todas as atividades são online e podem ser acessadas gratuitamente. Veja abaixo o comercial do evento.
Dwayne Johnson anuncia começo das filmagens de “Adão Negro”
O ator Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”) revelou neste sábado (10/4) em seu Instagram que um dos próximos grandes lançamentos da DC/Warner, “Adão Negro”, começou a ser filmado. Ao lado do anúncio, ele postou uma foto da claquete do primeiro dia da produção. Como é seu costume, Johnson também exaltou a equipe do longa, incluindo o diretor Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) e o diretor de fotografia Lawrence Sher (“Coringa”). Veja abaixo. O roteiro inicial é de Adam Sztykiel (“Rampage: Destruição Total”), mas, em processo constante de revisão, passou por último pelas mãos de Rory Haines e Sohrab Noshirvani, roteiristas do recente e premiado drama “The Mauritian”. Já o elenco contará também com Pierce Brosnan (o 007 dos anos 1990) no papel do herói Senhor Destino, Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) como Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) na pele de Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Sarah Shahi (“Pessoa de Interesse”) como Adrianna Tomaz (a Poderosa Isis). A estreia está marcada para 29 de julho de 2022 nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock)
Paramount adia continuações de Top Gun e Missão: Impossível
O sucesso de “Godzilla vs. Kong” não foi suficiente para convencer a Paramount a manter seus lançamentos no verão norte-americano. Uma nova leva de mudanças no calendário de lançamentos foi anunciada na sexta-feira (9/4), em que o estúdio alterou estreias de alguns filmes bastante esperados, influenciando decisões da concorrência. A Paramount Pictures adiou “Top Gun: Maverick”, estrelado por Tom Cruise, de julho para novembro. A sequência de “Top Gun: Ases Indomáveis”, sucesso de 1986, estreará em 19 de novembro, dia em que a produtora planejava lançar o sétimo filme “Missão: Impossível”, que por sua vez foi adiado para maio de 2022. Com isso, “Missão: Impossível 8” também mudou de novembro de 2022 para julho de 2023. Por outro lado, “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” foi antecipado de outubro para 23 de julho, enquanto o novo “Jackass” ocupou sua data original, num atraso de um mês em relação à estreia anteriormente prevista para setembro. A concorrência aproveitou as mudanças para mexer suas peças. Alguns filmes, como “Uma Noite de Crime: A Fronteira” (The Forever Purge), da Universal, e “Pedro Coelho 2: O Fugitivo”, da Sony, foram adiantados, respectivamente, em uma e duas semanas. Os mercados do Brasil e da Europa foram citados como motivos para os adiamentos da Paramount. O estúdio não quer lançar filmes de apelo internacional enquanto os cinemas permanecerem fechados em territórios que costumam ter grande arrecadação. Além dos filmes citados, a Paramount revelou datas de lançamentos previstos até 2023, confirmando planos de produção da cinebiografia dos Bee Gees (prevista para novembro de 2022) e um novo filme de “Star Trek” (para junho de 2023).
Ex-BBB Lucas Penteado pode estrelar filme sobre Claudinho e Buchecha
A coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, informa que o ex-“BBB” Lucas Penteado está cotado para viver um dos protagonistas do filme “Nosso Sonho”, a cinebiografia de Claudinho e Buchecha. O contato do ator com a música pesa a favor dele. O longa-metragem da Urca Filmes vai mostrar a trajetória dos cantores, entremeada com histórias de superação e com hits da dupla pioneira do funk melody, gênero antigamente chamado de “charme”. Além disso, em junho e julho, o paulista rodará um filme para a Netflix no papel de um jovem da periferia. Ele também fechou um contrato de três anos como ator e apresentador na Globo, que começa a vigorar a partir de agosto.
Estrela de “Bridgerton” muda visual na primeira foto de sua estreia no cinema
A atriz Phoebe Dynevor, vista loira na série “Bridgerton”, mudou completamente seu visual para o primeiro longa-metragem de sua carreira. A diretora Claire McCarthy (“The Luminaries”) publicou em suas redes sociais uma foto que mostra a atriz com cabelo mais curto e escuro, numa transformação para dar vida à ceramista Clarice Cliff (1899-1972) em “The Colour Room”. O filme vai traçar a ascensão à fama de Clarice Cliff, uma jovem determinada que subverteu as relações trabalhistas na década de 1920 para comandar seu próprio estúdio de criação de cerâmicas personalizadas, tornando-se uma das maiores designers da Art Déco. O elenco também inclui Matthew Goode (“A Descoberta das Bruxas”), David Morrissey (“The Walking Dead”), Darci Shaw (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”), Kerry Fox (“A Vingança Está na Moda”) e Luke Norris (“Poldark”). O filme tem roteiro da novata Claire Peate e está atualmente sendo filmado em Stoke-on-Trent e Birmingham, na Inglaterra, visando um lançamento nos cinemas britânicos ainda neste ano. Além da foto de Dynevor, a diretora também publicou registros dos bastidores da produção. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Claire McCarthy (@clairemccarthygram) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Claire McCarthy (@clairemccarthygram) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Claire McCarthy (@clairemccarthygram)












