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Filme

“Chico Bento 2” é anunciado com retorno de Isaac Amendoim

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Filme

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19 de junho de 2026
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    Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia já tem roteiro final

    22 de abril de 2021 /

    O diretor James Gunn revelou ter terminado o roteiro do primeiro Especial de Natal dos “Guardiões da Galáxia”. Ele postou uma imagem do script finalizado nas redes sociais, escrevendo ao lado: “Esse é o embrulho. O presente está lá dentro”. Anunciado em dezembro passado, o especial de final de ano não teve detalhes revelados, mas ele deve ser situado após os acontecimentos de “Thor: Love and Thunder” – que mostrará com os Guardiões indo em busca da “nova” Gamora junto com Thor. Anteriormente, o cineasta revelou ter tido a ideia para a história “anos atrás”. Apesar disso, ele só teve sinal verde para colocá-la no papel no ano passado, após fazer “as pazes” com a Disney e voltar a assumir o comando da franquia. Depois de rodar o especial, ele vai filmar “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Enquanto o especial será transmitido pela Disney+ no final de 2022, o próximo longo dos super-heróis tem estreia prevista para 2023. This is the wrapping. The present is inside. #GotGHS 🎅🏽🚀💜 pic.twitter.com/NqDw5s6ed8 — James Gunn (@JamesGunn) April 22, 2021

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  • Filme

    Russell Crowe revela seu papel no novo filme de Thor

    22 de abril de 2021 /

    O ator Russell Crowe (“Noé”) encerrou o mistério sobre seu personagem em “Thor: Love and Thunder”, quarto filme da franquia do herói da Marvel. Em conversa com uma rádio australiana, ele contou casualmente que interpretará Zeus, o deus supremo da mitologia grega. O personagem estaria ligado à escolha do vilão do novo filme, Gorr, também conhecido como Carniceiro dos Deuses, que será interpretado por Christian Bale (o Batman de “Cavaleiro das Trevas”). O alvo do vilão são deuses de todas as mitologias. Além de revelar seu papel, Crowe também afirmou que está próximo de encerrar suas filmagens. Confira o áudio abaixo, revelado nesta quarta-feira (22//4). O filme dirigido por Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”) vai mostrar Jane Foster (Natalie Portman), ex-namorada do Thor nos primeiros dois filmes, assumindo o martelo e os poderes do herói. Enquanto isso, o personagem de Chris Hemsworth será visto viajando pelo espaço com os Guardiões da Galáxia, na sequência aos eventos de “Vingadores: Ultimato”. Por conta dessa história, o quarto “Thor” também contará com Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Dave Bautista (Drax), Karen Gillan (Nebula) e Pom Klementieff (Mantis), e possivelmente com dublagens de Vin Diesel (Groot) e Bradley Cooper (Rocket). O elenco espetacular ainda contabiliza a volta Tessa Thompson (Valquíria) e Jaimie Alexander (Sif), e apresentará Christian Bale (o Batman de “Cavaleiro das Trevas”) como um novo vilão. A estreia está marcada para maio de 2022. pic.twitter.com/noXGrr7JGd — . (@tlatnews) April 22, 2021

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  • Filme

    Invocação do Mal 3 ganha primeiro trailer legendado

    22 de abril de 2021 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Invocação do Mal 3”, que recebeu o título completo de “Invocação do Mal: A Ordem do Demônio” (em inglês, “The Conjuring: The Devil Made Me Do It”). A prévia mantém o clima assustador dos lançamentos anteriores da franquia. O filme traz de volta Patrick Wilson e Vera Famiga como Ed e Lorraine Warren para investigar mais um caso sobrenatural baseado em fatos reais. Dessa vez, a trama envolve um caso de assassinato por suposta possessão demoníaca que foi levado ao tribunal dos Estados Unidos. O elenco da continuação ainda traz de volta Sterling Jerins ao papel de Judy, a filha dos Warren, após ser substituída por Mckenna Grace em “Annabelle 3”, e conta com John Noble (de “Fringe” e “Sleepy Hollow”) na pele de um especialista em satanismo, Ruairi O’Connor (“The Spanish Princess”) como o jovem assassino, e o menino Julian Hilliard (“WandaVision”). Novamente escrito por David Leslie Johnson, que assinou “Invocação do Mal 2”, o terceiro longa será o primeiro da franquia sem direção de James Wan. O cineasta, que permanece como produtor, escolheu pessoalmente o diretor Michael Chaves como substituto, após este fazer sua estreia no universo de “Invocação do Mal” com o terror “A Maldição da Chorona” (2019). A estreia está marcada para 3 de junho nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    Na véspera do Oscar, cinemas exibem Nomadland, Minari e Judas e o Messias Negro

    22 de abril de 2021 /

    Depois de nova reabertura, os cinemas correm para exibir os filmes do Oscar. Em São Paulo, a normalização só acontece a partir de sábado (24/4), na véspera da premiação, destacando na programação os dramas indies que disputam o reconhecimento da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. A lista de estreias inclui “Minari – Em Busca da Felicidade” e “Judas e o Messias Negro”, que se juntam a “Nomadland”, disponibilizado de forma invisível na semana passada, quando praticamente não havia cinemas abertos. Os três vão se encontrar ainda com o resistente “Meu Pai”, que teve lançamento simultâneo em VOD (video on demand) há duas semanas, na véspera da mais recente fechamento das salas de exibição. “Minari” e “Nomadland” já fizeram história no Oscar 2021. O primeiro, vencedor do Festival de Sundance deste ano, transformou o sul-coreano Steven Yeun (o Glenn de “The Walking Dead”) no primeiro asiático indicado ao Oscar de Melhor Ator, enquanto o segundo, colecionador de prêmios nos festivais de Veneza, Toronto, Critics Choice, Globo de Ouro e sindicatos de Hollywood, rendeu indicação inédita à chinesa Chloé Zhao, primeira cineasta asiática a disputar o troféu de Melhor Direção – e ela é favoritaça. “Judas e o Messias Negro” também se distingue no Oscar pela inclusão de seus dois intérpretes principais, Daniel Kaluuya e LaKeith Stanfield, na disputa como Melhores Atores Coadjuvantes. Kaluuya tem vencido todas as disputas da categoria. Na verdade, os três lançamentos concorrem a muitos outros prêmios, além de travarem disputa direta pelo Oscar de Melhor Filme do ano – consagração reservada para “Nomadland”. Road movie com influência de documentários, “Nomadland” é estrelado por Frances McDormand, que já tem dois Oscars na prateleira por “Fargo” (1996) e “Três Anúncios para um Crime” (2017). Na trama, ela vive uma viúva que perdeu tudo, inclusive o rumo, viajando pelos EUA numa van durante a implosão financeira de sua cidade, estado e país, enquanto encontra outros nômades motorizados na mesma situação. Baseado na infância do diretor Lee Isaac Chung (“Lucky Life”), “Minari” acompanha uma família sul-coreana que enfrenta dificuldades quando o pai (Yeun) decide se mudar para a zona rural do Arkansas, apostando no sonho americano. O resultado é o filme mais dramático e emocional do Oscar. Dramatização da história dos Panteras Negras, “Judas e o Messias Negro” traz Daniel Kaluuya como o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras que consegue unir diferentes minorias e é traído por William O’Neal, o Judas vivido por LaKeith Stanfield, criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. Veja abaixo os trailers das três opções.     Nomadland | EUA | 2020     Minari – Em Busca da Felicidade | EUA | 2020     Judas e o Messias Negro | EUA | 2020

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  • Filme

    Disney fecha acordo e filmes do Homem-Aranha vão aparecer na Disney+

    21 de abril de 2021 /

    A Disney anunciou nesta quarta (21/4) ter chegado a um acordo com a Sony para trazer os novos filmes da franquia “Homem-Aranha” e outros lançamentos do estúdio para a Disney+, Hulu (Star+ no Brasil) e seus vários canais de televisão. O contrato foi fechado após a Netflix ser mais rápida e obter exclusividade das produções da Sony por 18 meses. Com o acordo, a Disney vai virar a terceira janela dos filmes da Sony, após eles passarem nos cinemas e serem disponibilizados na Netflix e/ou por serviços de VOD (vídeo sob demanda). O negócio inclui produções que serão lançadas entre 2022 e 2026 e prevê que a Disney começará a oferecer os novos filmes a partir de 2023. Entre as obras com lançamento agendado no período estão o filme da Marvel “Morbius”, a adaptação do livro best-seller “Um Lugar Bem Longe Daqui”, e o thriller “Bullet Train”, com Brad Pitt, além de nova parte da franquia “Bad Boys”. Filmes anteriores do Homem-Aranha também fazem parte do contrato, assim como animações e outras produções populares do estúdio – “Hotel Transilvânia”, “Jumanji”, etc. Os termos financeiros do negócio não foram revelados.

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    Kiss vai ganhar filme biográfico da Netflix

    21 de abril de 2021 /

    A Netflix adquiriu os direitos de “Shout It Out Loud”, cinebiografia da banda Kiss que será dirigida por Joachim Rønning, o cineasta norueguês de “Malévola: Dona do Mal” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”. O roteiro foi escrito por Ole Sanders (também conhecido como Traktor), diretor do clipe “Die Another Day”, de Madonna, a partir de um esboço concebido por William Blake Herron (“A Identidade Bourne”). O filme vai se concentrar na amizade entre Gene Simmons e Paul Stanley, que surgiu ainda na adolescência, quando eram apenas dois garotos desajustados do Queens, em Nova York, que resolvem formar uma banda inspirada em heróis de quadrinhos após recrutarem o guitarrista Ace Frehley e o baterista Peter Criss. Totalmente maquiados, eles foram considerados uma piada até que ligaram seus instrumentos em amplificadores decentes e deixaram todos “boquiabertos”, de acordo com Simmons. Dos porões do rock nova-iorquino às turnês de estádios lotados, Kiss bateu recorde de venda de ingressos, vendeu mais de 100 milhões de discos e deixou sua marca na História do Rock. Atualmente, a banda está no meio de sua “End of the Road Tour”, turnê de despedida que tinha sido interrompida pela pandemia. Mas há todos os motivos para imaginar que a aposentadoria será adiada mais uma vez para aproveitar a sinergia do lançamento do filme biográfico, que deverá chegar ao streaming em 2023, a tempo de comemorar os 50 anos dos primeiros shows da banda em Nova York. “Shout It Out Loud” será a segunda cinebiografia de rock da Netflix, após o lançamento de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe”, em 2019.

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  • Filme

    Disney+ vai lançar prólogo do filme animado Soul

    21 de abril de 2021 /

    A Disney+ anunciou que vai lançar um curta inédito de animação da Pixar baseado nos personagens de “Soul”, indicado ao Oscar 2021 de Melhor Animação. E já na semana que vem, no dia 30 de abril. Intitulado “22 vs. Earth”, o curta será um prólogo centrado na alma cética 22, que voltará a ter a voz de Tina Fey. A história vai se passar muito antes de 22 conhecer o protagonista de “Soul”, Joe Gardner (dublado por Jamie Foxx). A direção é assinada por Kevin Nolting, editor de “Soul”, que no fim de semana passado venceu o Eddie Award, troféu do Sindicato dos Editores, e o Annie Award, considerado o “Oscar da animação”, por seu trabalho no longa da Pixar. Ele também editou outros dois filmes do mesmo diretor, Pete Docter – “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Divertida Mente” (2015), ambos vencedores do Oscar. “Enquanto fazíamos ‘Soul’, conversamos sobre o porquê de uma nova alma não querer viver na Terra, mas, em última análise, isso não fazia parte daquele filme”, disse Nolting em comunicado. “’22 vs. Earth’ é uma chance de explorar algumas das perguntas sem respostas que tínhamos sobre o que levou 22 a ser tão cínica. Como sou, eu mesmo, uma pessoa bastante cínica, me pareceu um material perfeito para dirigir.” O curta vai mostrar 22 desafiando as regras do Grande Antes e se recusar a ir para a Terra, alistando cinco outras almas novas em sua tentativa de rebelião.

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    Monte Hellman (1929–2021)

    21 de abril de 2021 /

    O diretor Monte Hellman, que dirigiu os clássicos cultuados “O Tiro Certo” (The Shooting) e “Corrida Sem Fim” (Two-Lane Blacktop), morreu na terça-feira, uma semana após sofrer uma queda em casa, aos 91 anos. Chamado de o cineasta americano mais talentoso de sua geração pela influente revista francesa Cahiers du Cinema, Monte Himmelbaum (seu nome verdadeiro) começou sua carreira nos anos 1950, abrindo uma companhia de teatro em Los Angeles. Ninguém menos que Roger Corman, o rei dos filmes B, foi um de seus investidores e eles se juntaram na primeira montagem de “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, na cidade. Quando foi expulso de seu espaço depois de um ano, Hellman foi encorajado pelo produtor a entrar no cinema e assim fez sua estreia em 1959, dirigindo o terror barato “A Besta da Caverna Assombrada” com produção de Corman. Ele também foi um dos envolvidos nas filmagens de “Sombras do Terror”, que aconteceu apenas para aproveitar dois dias de estúdio agendado com cenários góticos, numa sobra do cronograma da produção de “O Corvo”, em 1963. Após Corman filmar dois dias de cenas de Boris Karloff subindo e descendo escadas, andando por corredores e abrindo portas num castelo, vários diretores foram convocados para completar a produção com cenas ao ar livre, entre eles Hellman e Francis Ford Coppola. Foi nessa produção inusitada que Hellman conheceu Jack Nicholson, astro do filme – trajado no uniforme napoleônico de Marlon Brando, contrabandeado de “Désirée, o Amor de Napoleão” (1954). Os dois se tornaram parceiros em várias produções. Hellman e Nicholson rodaram dois filmes consecutivos nas Filipinas para Corman em 1964, “Flight to Fury” e “Guerrilheiros do Pacífico”. O diretor filmou o segundo enquanto editava o primeiro, e antes de terminar o ano ainda completou “Cordilheira”, o que dá ideia do ritmo insano das produções de Corman. Depois de mostrar serviço, Hellman procurou o produtor para financiar um faroeste escrito por uma amiga de Jack Nicholson, a estreante Carole Eastman (que depois escreveria outro clássico, “Cada um Vive como Quer”). O produtor topou, desde que o mesmo orçamento rendesse dois westerns. O resultado foi “O Tiro Certo”, escrito por Eastman, e “A Vingança de um Pistoleiro”, com história concebida rapidamente por Nicholson. Os dois filmes marcaram época pelo uso das paisagens desertas e empoeiradas em Kanab, Utah, e levaram apenas três semanas para serem concluídos em 1966. “O Tiro Certo” também inaugurou a parceria do diretor com outro astro, Warren Oates (1928–1982), que Hellman passou a considerar seu alter ego no cinema. Na trama, o personagem de Oates era contratado para guiar uma mulher misteriosa (Millie Perkins) pelo deserto opressivamente quente, cuja agenda de vingança acaba incluindo um terceiro viajante, um pistoleiro habilidoso retratado por Nicholson. Já “A Vingança de um Pistoleiro” trazia Nicholson e mais dois cowboys em fuga, sendo caçados por vigilantes. “Achávamos que estávamos fazendo ‘Duelo ao Sol’”, Hellman disse uma vez ao LA Weekly sobre as filmagens, citando um western clássico dos anos 1940. Mas embora os dois longas tenham sido exibidos no Festival Cannes em 1966, nenhum recebeu distribuição nos cinemas dos Estados Unidos, porque a companhia europeia que os adquiriu no festival faliu. Eles só chegaram aos EUA na TV, onde estrearam dois anos depois. Por isso, a crítica cinematográfica demorou a descobri-los, o que só aconteceu na era do VHS, quando se tornaram cultuadíssimos e considerados pioneiros do western subversivo que revolucionou o gênero nos anos 1960. A decepção com o destino dos longas fez Hellman levar cinco anos para voltar a dirigir. Nesse meio tempo, trabalhou como editor em cult movies como “Os Anjos Selvagens” (1966) para Corman e “Os Monkees Estão de Volta” (Head, 1968) para Bob Rafelson. Mas quando decidiu que era hora de voltar ao cinema, trouxe ao mundo sua obra mais cultuada, “Corrida Sem Fim”, em 1971. O filme trazia o cantor James Taylor e o baterista dos Beach Boys, Dennis Wilson, como dois hot-rodders, que ganhavam a vida vencendo corridas de arrancada com seu Chevy One-Fifty de 1955 incrementado. Eles acabam desafiados pelo personagem de Warren Oates, proprietário de um novo Pontiac GTO, numa corrida pelas estradas do Arizona a Washington. As sessões de imprensa do longa chamaram atenção pelos aplausos, as primeiras críticas rasgaram elogios e o então chefe da Universal Pictures, Ned Tanen, chegou a dizer que “Corrida Sem Fim” era o melhor filme ao qual ele já tinha se associado. Infelizmente, seu chefe, Lew Wasserman, não compartilhou do mesmo entusiasmo. Ao contrário, achou que o filme era “subversivo”, segundo contava Hellman, e proibiu que o estúdio gastasse publicidade para promovê-lo, resultando num fracasso comercial. Hellman fez mais dois longas com Warren Oates, “Galo de Briga” (1974) e “A Volta do Pistoleiro” (1978), este último um spaghetti western rodado na Espanha. E passou muitos anos envolvido em projetos – mais de 50, segundo uma contagem – que acabaram nunca sendo realizados. Ele ainda trabalhou como editor de “Elite de Assassinos” (1975) para Sam Peckinpah e diretor de segunda unidade nas cenas de ação de “Agonia e Glória” (1980), de Samuel Fuller, e “RoboCop” (1987), de Paul Verhoeven. Além disso, como produtor executivo, ajudou a financiar “Cães de Aluguel” (1992), primeiro filme dirigido por Quentin Tarantino, enquanto pensava que poderia dirigir o roteiro do colega, que vislumbrava como um potencial clássico. Após seus últimos longas fracassarem – a aventura “Iguana: A Fera do Mar” (1988) e o terror “Noite do Silêncio” (1989), lançado direto em vídeo – o diretor só foi ressurgir mais de duas décadas depois, com “Caminho para o Nada” (2010), produzido por sua filha. Exibido no Festival de Veneza, o filme foi recebido com curiosidade, mas sua maior repercussão foi trazer de volta a lembrança de Monte Hellman para os cinéfilos de todo o mundo.

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    Novos filmes de Wes Anderson e Paul Verhoeven são confirmados em Cannes

    20 de abril de 2021 /

    Os novos filmes de Wes Anderson e Paul Verhoeven, “A Crônica Francesa” (The French Dispatch) e “Benedetta”, foram confirmados na programação do Festival de Cannes 2021. Segundo o presidente do festival, Thierry Frémaux, eles faziam parte da seleção do ano passado, que foi cancelada pela pandemia de coronavírus, mas como ainda não foram exibidos em nenhum lugar, tiveram suas premières mundiais agendadas para o evento deste ano. “A Crônica Francesa” tem estrutura de antologia e gira em torno da apuração de jornalistas para um jornal francês de expatriados. A fotografia em tons pastéis, a proporção de tela pré-widescreen, o figurino de época (anos 1960) e a cenografia minunciosamente detalhista aproxima a obra especialmente de “O Grande Hotel Budapeste” (2014), filme live-action anterior de Anderson, que também se passava na Europa de antigamente. O elenco estelar inclui diversos integrantes da trupe que acompanha Anderson na maioria de seus projetos, formada por Bill Murray, Owen Wilson, Jason Schwartzman, Adrien Brody, Willem Dafoe, Tilda Swinton, Edward Norton, Bob Balaban, Anjelica Huston, Frances McDormand, os “novatos” Tony Revolori, Saoirse Ronan, Léa Seydoux, Mathieu Amalric, Fisher Stevens (que entraram na turma em “O Grande Hotel Budapeste”) e Liev Schreiber (em “Ilha dos Cachorros”). Mas também há diversos estreantes no universo do diretor: Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), Benicio Del Toro (“Sicario”), Christoph Waltz (“Django Livre”), Jeffrey Wright (“Westworld”), Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”), Lyna Khoudri (“Papicha”), Cécile de France (“O Garoto da Bicicleta”), Rupert Friend (“Homeland”), Alex Lawther (“The End of the F***ing World”), Henry Winkler (“Barry”), Lois Smith (“Lady Bird”), Griffin Dunne (“This Is Us”), Guillaume Gallienne (“Yves Saint Laurent”), Stephen Park (“O Expresso do Amanhã”), Hippolyte Girardot (“Amar, Beber e Cantar”) e até Morgane Polanski (“Vikings”), filha do cineasta Roman Polanski. “Benedetta”, por sua vez, é um drama erótico do veterano diretor holandês de “Instinto Selvagem” sobre uma freira do século 17 que sofre com perturbadoras visões religiosas. O elenco destaca Virginie Efira (“Elle”), Charlotte Rampling (“Ninfomaníaca”) e Lambert Wilson (“A Odisseia de Jacques”). Os dois longas se juntam a “Annette”, ópera rock de Leos Carax, com músicas da banda Sparks e estrelada por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Marion Cotillard (“Aliados”), que foi anunciado na segunda-feira (19/4) como filme de abertura do festival. O mais famoso festival de cinema do mundo, que habitualmente acontece em maio, este ano foi adiado devido à pandemia e será realizado entre os dias 6 e 17 de julho na Riviera Francesa.

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  • Filme,  Música

    Filme sobre Boy George troca produtora e agenda filmagens

    20 de abril de 2021 /

    O filme biográfico de Boy George, cantor da banda dos anos 1980 Culture Club, mudou sua produção da MGM para a Millennium Media, planejando acelerar o início dos trabalhos. O cronograma atual visa começar as filmagens em Londres durante o próximo verão europeu (nosso inverno). O próprio Boy George contou as novidades num vídeo divulgado nesta terça (20/4), no qual ainda afirma que a busca pelo elenco está em andamento. Ele chegou a revelar que Daniel Mays (“Belas Maldições”, “White Lies”) vai viver seu pai e que “há rumores de Keanu Reeves aparecendo”. Quando o projeto foi anunciado em 2019, a atriz Sophie Turner (a Sansa de “Game of Thrones”) se candidatou a viver o cantor. Intitulada “Karma Chameleon”, a cinebiografia está a cargo do roteirista e diretor Sacha Gervasi (“Hitchcock”, “Meu Jantar com Hervé”) e vai cobrir da juventude de George, trabalhando numa chapelaria no Blitz, club londrino onde aconteceu a explosão da cena “new romantic”, até o seu sucesso com os hits “Karma Chameleon”, “Miss Me Blind” e “Do You Really Want to Hurt Me”, à frente do Culture Club. Conhecido pelo visual andrógino com o qual se apresentava, George se tornou um ícone do movimento LGBTQIA+ no Reino Unido e em todo o mundo. O cantor, que se identificava como bissexual no auge do sucesso do Culture Club, passou a se declarar abertamente gay nos anos 2000. Juntando o sucesso do Culture Club com seus álbuns solo, George já vendeu mais de 100 milhões de singles e 50 milhões de álbuns ao redor do mundo. O músico também escreveu duas autobiografias que se tornaram best-sellers, “Take It Like a Man” (1995) e “Straight” (2004). E teve uma carreira como DJ. Dos anos 1980 até recentemente, ele também lutou contra o vício em drogas, especificamente a heroína. O filme de Boy George é reflexo do sucesso de “Bohemian Rhapsody”, focado em Freddie Mercury, e “Rocketman”, sobre Elton John, e faz parte de uma tendência que levará várias outras cinebiografias musicais aos cinemas nos próximos anos, abrangendo as carreiras de artistas tão diferentes quanto Aretha Franklin, Robbie Williams, os Ramones e os Bee Gees. Veja abaixo o vídeo do anúncio e o clipe da música que dá nome à produção.

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    DiCaprio, Katy Perry, Joaquin Phoenix e outros artistas pedem para Biden isolar Bolsonaro

    20 de abril de 2021 /

    Artistas americanos e brasileiros assinaram uma carta nesta terça-feira (20/4), pedindo para que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, isole e não faça qualquer acordo ambiental com Jair Bolsonaro. Os dois devem se encontrar na Cúpula do Clima, que tem início na quinta-feira (22/4). A iniciativa acontece após a circulação de um vídeo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), compartilhado por artistas, que avisa para Biden não confiar nas mentiras de Bolsonaro. Na semana passada, Bolsonaro escreveu ao presidente americano uma carta com várias promessas vazias, incluindo, por exemplo, o que já estava prometido desde Dilma Rousseff na assinatura do Acordo de Paris sobre o clima: acabar com desmatamento até 2030. Entre os artistas que assinaram a carta contra o acordo com Bolsonaro estão Leonardo DiCaprio, Katy Perry, Gilberto Gil, Joaquin Phoenix, Mark Ruffalo, Jane Fonda, Sigourney Weaver, Sonia Braga, Wagner Moura, Caetano Veloso, Fernando Meirelles e Philip Glass. Eles apelam a Biden para ouvir lideranças indígenas e ambientalistas, e dialogar com governos estaduais em vez do presidente, que está sendo investigado na Suíça por genocídio contra indígenas e que incentiva as passadas de boiada de um Ministro do Meio Ambiente acusado no STF (Supremo Tribunal Federal) de defender o desmatamento criminoso. “Nós apelamos ao seu governo para ouvir o pedido deles (indígenas e ambientalistas) e não se comprometer com nenhum acordo com o Brasil a esta altura”, escrevem eles. “Unimo-nos a uma coalizão crescente ao fazer um apelo ao seu governo para rejeitar qualquer acordo com o Brasil até o desmatamento ser reduzido, os direitos humanos serem respeitados e uma participação significativa da sociedade civil ser alcançada”, acrescenta a carta. Em 2020, o desmatamento na parte brasileira da Amazônia atingiu recordes históricos e destruiu uma área com 14 vezes o tamanho da cidade de Nova York, segundo dados do próprio governo brasileiro.

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    Veja os primeiros 7 minutos violentos do novo “Mortal Kombat”

    20 de abril de 2021 /

    A HBO Max revelou os sete primeiros minutos do novo “Mortal Kombat”, que exploram a origem da rivalidade entre Scorpion (Hiroyuki Sanada, de “Westworld”) e Sub Zero (Joe Taslim, de “The Raid – Operação Invasão”). A cena antecipada mostra Bi-Han, o futuro Sub-Zero, massacrando a família de Hanzo Hasashi, o futuro Scorpion, antes de enfrentá-lo pessoalmente. A prévia não economiza sangue e também serve para apresentar o tom violento do filme, que foi classificado como “R-Rated”, impróprio para menores nos EUA. De acordo com o produtor Todd Garner, a inspiração para a cena de abertura foram os filmes de samurais de Akira Kurosawa. “Mortal Kombat” tem produção de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), direção do novato Simon McQuoid e roteiro de Dave Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). Já o elenco também destaca Lewis Tan (“Into the Badlands”), Ludi Lin (“Power Rangers”), Mehcad Brooks (“Supergirl”), Sisi Stringer (“Colheira Maldita”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Josh Lawson (“House of Lies”), Jessica McNamee (“Megatubarão”), Max Huang (“Operação Zodíaco”) e Chin Han (“Marco Polo”). O lançamento vai acontecer simultaneamente nos cinemas e na HBO Max nesta sexta (23/4) nos EUA. No Brasil, a estreia está marcada para 13 de maio apenas nos cinemas – mas a data pode mudar, devido à pandemia de coronavírus.

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    Emilia Clarke vai estrelar sua primeira produção da Marvel

    20 de abril de 2021 /

    A atriz Emilia Clarke, indicada quatro vezes ao Emmy por seu papel como Daenerys Targaryen em “Game of Thrones”, está negociando estrelar seu primeiro papel na Marvel. A revista Variety apurou que ela recebeu o contrato para integrar o elenco da série “Secret Invasion”, escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) para na plataforma Disney+ (Disney Plus). Sua personagem não foi revelada, mas ela atuará ao lado de Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, que repetirão seus papéis como Nick Fury, o chefe da SHIELD, e Talos, o líder dos alienígenas conhecidos como skrulls, que se tornaram aliados em “Capitão Marvel” (2019). Além deles, o elenco também inclui Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”) e Olivia Colman (“A Favorita”), ambos sem personagens identificados, embora o primeiro seja apontado como vilão da história. A série é uma adaptação dos quadrinhos homônimos, escritos por Brian Michael Bendis em 2008 e lançados no Brasil como “Invasão Secreta”. Na trama original, uma facção maligna dos skrulls (raça de alienígenas com poder de metamorfose) tenta se infiltrar em posições-chave dos governos da Terra para dominar o planeta sem que ninguém saiba.

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