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Filme

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    Netflix revela origem do primeiro Natal em trailer de fantasia

    1 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Um Menino Chamado Natal”, um dos muitos títulos natalinos que a plataforma vai lançar no final do ano. A prévia traz Maggie Smith (“Downton Abbey”) contando para um grupo de crianças como o Natal começou quando um menino chamado Nicholas e seu rato falante embarcaram numa jornada impossível em busca de um pouco de mágica. Em sua viagem, eles encontram uma rena leal e uma elfinha simpática, além de vários tipos de criaturas místicas, entrando num mundo que só existe na imaginação e onde os humanos são proibidos de visitar. É lá que encontram a magia e descobrem o primeiro Natal. Além de Maggie Smith, o elenco inclui Kristen Wiig (“Mulher-Maravilha 1984”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”), Toby Jones (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Jim Broadbent (“Harry Potter”) e o menino estreante Henry Lawfull. Roteiro e direção são de Gil Kenan (“Poltergeist – O Fenômeno”) e a estreia está marcada para 24 de novembro, um mês inteiro antes do Natal. Veja abaixo o trailer em versão dublada em português e com as vozes originais.

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    Brian Cox critica Johnny Depp “superestimado” e Tarantino “superficial” em autobiografia

    1 de novembro de 2021 /

    Brian Cox incorporou a acidez de Logan Roy, seu personagem em “Succession”, para escrever sua autobiografia, cheia de críticas a seus colegas de Hollywood. Intitulado em inglês “Putting the Rabbit in the Hat”, o livro só sai em janeiro, mas os jornais USA Today e Big Issue anteciparam trechos da obra, em que Cox alfineta estrelas como Johnny Depp, Quentin Tarantino e Steven Seagal. O ator lembra que recusou um papel na franquia “Piratas do Caribe” porque a considerava “um show solo de Johnny Depp como Jack Sparrow” e ele não suportava o colega, a quem definiu como “muito exagerado e muito superestimado”. “Veja-se ‘Edward Mãos de Tesoura’. Vamos ser sinceros: se você chega no set com aquelas próteses nas mãos, e a maquiagem cheia de cicatrizes no rosto, não precisa fazer mais nada. E ele não fez. Subsequentemente, fez menos ainda”, escreveu Cox. “Mesmo assim, as pessoas o amam. Ou costumavam amá-lo”. Sobre Tarantino, disse que considera os filmes do diretor superficiais. “É tudo superfície. Ele usa mecânicas de plot como substitutas para profundidade. Fui embora de ‘Pulp Fiction’ no meio da minha sessão”, contou. Apesar disso, admitiu que participaria de um filme do diretor “se o telefone tocasse com uma proposta”. E explica o motivo: “‘Era Uma Vez em Hollywood’, o último filme dele, não foi tão ruim quanto eu esperava, mas também não foi bom o bastante para me converter totalmente”, disse. Para completar, mirou Steven Seagal, com quem trabalhou no filme “Glimmer Man: O Homem das Sombras” (1996). “Ele sofre daquela síndrome de Donald Trump, de achar que é mais capaz e talentoso do que realmente é, e parece não notar o exército de pessoas que é necessário para que essa ilusão seja mantida”, escreveu o ator escocês. Menos feroz, ele ainda cita o falecido David Bowie, com quem contracenou na série “Redcap” dos anos 1960: “Um garoto magro e um ator particularmente fraco. Ele foi uma estrela pop muito melhor, disso eu tenho certeza”. Alfinetou ainda o lendário ator Michael Caine: “Eu não descreveria Michael como meu favorito, mas ele é Michael Caine. Uma instituição. E ser uma instituição sempre será melhor do que ter talento”. E disse o seguinte de seu colega de “A Última Noite”, Edward Norton: “Um bom rapaz, mas um pouco chato porque se imagina como um escritor-diretor”. Em contrapartida, o trecho do livro revelado tem também elogios. Ele descreveu Spike Lee como “simplesmente um dos melhores diretores com quem já trabalhei”, e o falecido ator Alan Rickman como “um dos homens mais doces, gentis, legais e inteligentes que já conheci”. Justificando o tom ácido do livro ao jornal The Scotsman, Cox disse que não fazer média “foi catártico, e necessário”. “Cheguei em uma idade na qual queria olhar para as coisas sob a luz da experiência, e ser o mais honesto possível”, declarou.

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    “Venom – Tempo de Carnificina” é o filme mais visto do Brasil pela quarta semana seguida

    1 de novembro de 2021 /

    O feriadão diminuiu o público de cinema no Brasil, mobilizando 737,6 mil pessoas para uma arrecadação total de R$ 13,8 milhões em bilheteria no fim de semana, segundo dados da consultoria Comscore. Os números representam uma queda de 13,8% em relação à semana passada, que já representava tendência de queda em relação à anterior. O que não mudou foi a popularidade de “Venom – Tempo de Carnificina”, que se manteve como o filme mais visto do país pela quarta semana, com 238,3 mil espectadores e arrecadação de R$ 4,2 milhões em ingressos vendidos. Ao todo, a adaptação de quadrinhos da Sony já foi vista por 3,4 milhões de espectadores e rendeu mais de R$ 56 milhões por aqui. O 2º lugar também é o mesmo da semana passada. “Duna” arrecadou R$ 3,56 milhões em seu segundo fim de semana, acumulando R$ 10,2 milhões até agora. Maior estreia de quinta passada (28/10), “A Família Addams 2” ficou na 3ª posição com R$ 2,8 milhões. Confira abaixo o Top 10 completo do Brasil, segundo apuração da Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 28 -31/101. Venom 2. Duna3. Familia Adams 2: Pé na Estrada4. 0075. Espiritos Obscuros6. Hallloween Kills: O Terror Continua7. Ron Bugado8. A Mensageira9. O Ultimo Duelo10. De Volta a Italia — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 1, 2021

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    Atores de “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” vão voltar a filmar juntos

    31 de outubro de 2021 /

    Os atores Christopher Walken e Sam Rockwell vão voltar a se juntar em novo filme do diretor Martin McDonagh, após contracenarem na comédia criminal “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” de 2014. O novo longa ainda não teve título nem sinopse divulgados, mas já está completando o elenco, que também inclui Oscar Isaac (“Duna”). As filmagens vão começar assim que McDonagh terminar de rodar “The Banshees of Inisherin”, filme estrelado por outro ator de “Sete Psicopatas e um Shih Tzu”, Colin Farrell. “The Banshees of Inisherin” será o primeiro filme do diretor após ser indicado ao Oscar por “Três Anúncios de um Crime” (2017), que acabou premiando Sam Rockwell como Melhor Ator Coadjuvante. Ainda não há previsão de lançamento para nenhum dos dois filmes.

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    Jake Gyllenhaal vai estrelar filme de guerra de Guy Ritchie

    31 de outubro de 2021 /

    O ator Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) fechou contrato para estrelar “The Interpreter”, próximo thriller de ação do diretor britânico Guy Ritchie (“Infiltrado”). Produção da STXfilms, o filme vai trazer Gyllenhaal como um soldado que retorna a uma zona de guerra para pagar uma dívida com seu intérprete. Seu personagem é o sargento John Kinley, que em sua última missão no Afeganistão se juntou a um intérprete local chamado Ahmed para fazer um levantamento da região. Quando sua unidade é emboscada durante uma patrulha, Kinley e Ahmed são os únicos sobreviventes. Com combatentes inimigos em perseguição, Ahmed arrisca a própria vida para carregar Kinley ferido, por quilômetros de terreno extenuante, até a segurança. Sentindo uma dívida de vida, o militar pretende enviar passagens para Ahmed e sua família escaparem do talibã. Mas ao voltar aos EUA, descobre que o tradutor não recebeu o salvo conduto que lhe foi prometido. Determinado a proteger seu amigo e pagar sua dívida, Kinley retorna à zona de guerra para resgatar Ahmed e sua família antes que as milícias locais os alcancem primeiro. Ritchie encontrou inspiração para a história após conversar com soldados que combateram no Afeganistão e no Iraque, comovendo-se com suas relações com os intérpretes que arriscaram suas vidas para ajudá-los nas regiões de conflitos. Além de dirigir, ele assina o roteiro em parceria com Ivan Atkinson e Marn Davies, com quem fez seus três últimos filmes, “Magnatas do Crime”, “Infiltrado” e o vindouro “Operation Fortune: Ruse de Guerre”, previsto para estrear em janeiro. As filmagens de “The Interpreter” também estão programadas para começar em janeiro, em locações na Espanha.

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    Dwayne Johnson fará novo filme do diretor de “Jumanji”

    31 de outubro de 2021 /

    Depois de trabalhar com a Netflix, Dwayne Johnson vai lançar seu próximo longa pela Amazon Prime Video. Os títulos são até parecidos, sai o “Red Alert” (Alerta Vermelho) e entra o “Red One”. E ambos levam à mesma conclusão: que as plataformas estão pagando mais que os estúdios para filmar astros campeões de bilheteria. Em “Red One”, Johnson ainda vai voltar a trabalhar com o diretor Jake Kasdan após sucesso global dos dois filmes de “Jumanji”, que renderam mais de US$ 1,7 bilhão para a Sony. O roteiro final é de Chris Morgan, outro produtor e roteirista de blockbuster, responsável pelos filmes mais bem-sucedidos da franquia “Velozes e Furiosos” – inclusive o derivado “Hobbs & Shaw”, estrelado por Johnson. O projeto foi concebido por Hiram Garcia, sócio de Johnson na produtora Seven Bucks. Em comunicado, ele afirmou que “queria contar essa história há anos”. Sem dar detalhes da trama, acrescentou que “Red One” é “um épico filme de ação e aventura que pega o adorável conceito dos feriados e vira de cabeça para baixo”. Com essa equipe, a ideia é que “Red One” vire uma franquia. A produção será filmada em 2022 e tem previsão de estreia para o final de 2023. Enquanto isso, Johnson lança “Alerta Vermelho” (o título nacional de “Red Notice”) pela Netflix em 12 de novembro, acompanhado por Gal Gadot e Ryan Reynolds.

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    Jo-Carroll Dennison (1923–2021)

    31 de outubro de 2021 /

    A atriz Jo-Carroll Dennison, que transformou sua coroa de Miss América numa carreira em Hollywood, morreu em 18 de outubro em sua casa em Idyllwild, Califórnia, aos 97 anos, revelou neste fim de semana o jornal New York Times. Dennison nasceu em 16 de dezembro de 1923 num dos locais mais inusitados possíveis: uma prisão masculina em Florence, Arizona. Sua mãe deu a luz enquanto viajava com seu pai de carro do Texas para a Califórnia. Sua carreira também foi levada pelas circunstâncias aos destinos mais improváveis. Ela participou do programa de medicina itinerante de seus pais e pretendia se formar em negócios (economia e finanças) em Tyler, no Texas, quando um homem impressionado por sua beleza a parou na rua, mudando sua vida. Era um banqueiro que queria que ela representasse seu banco no concurso de beleza da cidade. Ela venceu aquele concurso, foi parar numa disputa regional, virou Miss Texas e acabou escolhida como Miss América em 1942. Com a faixa de Miss, foi entreter as tropas americanas no começo da 2ª Guerra Mundial e conseguiu um contrato com a 20th Century Fox, que a escalou como figurante de clássicos como “Canção de Bernadette” e “Entre a Loura e a Morena” em 1943. Ela também figurou no musical “Alegria, Rapazes!” (1944), onde conheceu seu futuro marido, o ator Phil Silvers, e conquistou seu primeiro papel creditado no romance “Encontro nos Céus” (1945). Mas a expectativa de sucesso cinematográfico não se concretizou, encerrando-se após vestir um maiô de peles no trash “Mulheres Pré-Históricas” (1950) e virar femme fatale no noir barato “Eco do Pecado” (1951). Paralelamente, Dennison ainda tentou carreira televisiva, emplacando pelo menos um papel marcante, como a estonteante e perigosa Breathless Mahoney na série de “Dick Tracy” (1950). A personagem foi vivida por ninguém menos que Madonna no filme de 1990. Nesta época, ela iniciou seu segundo casamento, desta vez com o diretor-produtor de TV Russell Stoneham (de “Barnaby Jones” e “São Francisco Urgente”), despedindo-se das telas logo em seguida, com um episódio de 1953 da série “The Abbott and Costello Show”. Jo-Carroll Dennison teve dois filhos do segundo casamento, encerrado em 1981, e lançou um livro autobiográfico, “Finding My Little Red Hat”, no mês passado.

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    “Duna” mantém liderança das bilheterias nos EUA

    31 de outubro de 2021 /

    “Duna” venceu a programação temática de Halloween para superar vários títulos de terror e se manter em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana de exibição. A sci-fi dirigida por Denis Villeneuve arrecadou US$ 15,5 milhões de sexta a domingo (31/10), elevando seu total nos EUA e Canadá para US$ 69,4 milhões. Apesar de ficar no topo, o filme enfrentou uma queda brusca de 62% no faturamento em relação à semana anterior. Mas vale reparar que outros títulos da Warner Bros. distribuídos simultaneamente em streaming na HBO Max americana, como “Mortal Kombat”, “O Esquadrão Suicida” e “Space Jam: Um Novo Legado”, chegaram a cair até 70% em consequência da opção online. A diferença significa que o marketing de “Duna” funcionou. O estúdio reforçou em sua campanha que se tratava de um filme para ser visto em tela grande. A sci-fi também foi lançada na China neste fim de semana, onde abriu com US$ 28 milhões, apesar de 10% do parque exibidor do país estar fechado devido a um novo surto de covid-19. Com isso, “Duna” chega a uma receita internacional de US$ 222 milhões e se aproxima de uma bilheteria de US$ 300 milhões mundiais. Não por acaso, teve sua sequência oficializada. No clima da data festiva, “Halloween Kills” voltou a atrair público, garantindo o 2º lugar em seu terceiro fim de semana com US$ 8,5 milhões. Mesmo destruído pela crítica, o novo filme do psicopata Michael Myers segue com um desempenho razoável, somando US$ 85,6 milhões no mercado norte-americano. Outros dois títulos de terror estrearam no fim de semana, mas não conseguiram atrair muito público. “Espíritos Obscuros”, de Scott Cooper, e “Noite Passada em Soho”, de Edgar Wright, nem sequer entraram no Top 5, disputando o 6º lugar com uma arrecadação similar, em torno dos US$ 4,2 milhões no fim de semana. “Noite Passada em Soho” teve uma distribuição um pouco maior, chegando em 3.016 telas, enquanto “Espíritos Obscuros” está sendo projetado em 2.800 locais. Crítica e público gostaram mais do trabalho de Edgar Wright, que teve 74% de aprovação no Rotten Tomatos contra 60% do filme de Scott Cooper, e nota B+ no CinemaScore contra C+, o que não é um bom presságio para “Espíritos Obscuros”. O que mais chama atenção é que ambos perderam para uma produção estrangeira, “My Hero Academia: World Heroes’ Mission”, terceiro longa derivado da popular série de anime “My Hero Academia”. O desempenho foi surpreendente, porque o desenho japonês teve uma distribuição muito menor, arrecadando US$ 6,4 milhões em 1.602 telas, o suficiente para o 4º lugar. O resto do Top 5 norte-americano inclui os blockbusters “007 – Sem Tempo para Morrer”, com US$ 7,8 milhões em 3º lugar, e “Venom: Tempo de Carnificina”, com US$ 5,7 milhões em 5º lugar. Até agora, a última aventura de Daniel Craig como 007 arrecadou US$ 133 milhões na América do Norte e US$ 472 milhões no exterior, atingindo US$ 605 milhões de faturamento mundial, um número robusto para tempos de pandemia. Por sua vez, “Venom: Tempo de Carnificina” chegou a US$ 190 milhões em vendas de ingressos domésticos, estabelecendo-se como o segundo filme de maior bilheteria doméstica do ano, atrás apenas de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que fez US$ 221 milhões nos EUA e Canadá. Em todo o mundo, o segundo longa de Venom está a um passo de superar os US$ 400 milhões, com US$ 395,8 milhões até este domingo. Veja abaixo o resumo da estimativa de bilheteria para os sete principais filmes deste fim de semana na América do Norte. “Duna” – US$ 15,5 milhões “Halloween Kills” – US$ 8,5 milhões “007 – Sem Tempo para Morrer” – US$ 7,8 milhões “My Hero Academia: World Heroes ‘Mission” – US$ 6,4 milhões “Venom: Tempo de Carnificina” – US$ 5,7 milhões “A Última Noite em Soho” – US$ 4,2 milhões “Espíritos Obscuros” – US$ 4,2 milhões

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    Prólogo de “A Família Soprano” ganha data de estreia no Brasil

    30 de outubro de 2021 /

    A HBO Max finalmente divulgou o lançamento de “The Many Saints of Newark” no Brasil. Prólogo da série “A Família Soprano” (The Sopranos), o longa vai chegar exclusivamente em streaming no dia 5 de novembro. Junto do anúncio nas redes sociais, a plataforma liberou o primeiro trailer legendado da produção, que pode ser visto abaixo. Passado nos anos 1970, “The Many Saints of Newark” acompanha a juventude de Tony Soprano, que ganha interpretação de Michael Gandolfini (“The Deuce”), filho do falecido ator James Gandolfini, responsável por encarnar o personagem de 1999 a 2007 – ele faleceu em 2013. Mas são os integrantes mais velhos da família Soprano que têm maior destaque na trama, especialmente o tio Dickie (Alessandro Nivola, de “Desobediência”), que tenta preparar o jovem para um dia assumir o comando da família mafiosa. O elenco inclui ainda Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Ray Liotta (“Os Bons Companheiros”) e Vera Farmiga (“Bates Motel”), entre outros. Dirigido por Alan Taylor (“Thor: O Mundo Sombrio”), que comandou alguns episódios da série original, o filme foi lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em 1º de outubro nos EUA e, graças ao sucesso em streaming, pode dar origem a uma nova série. Lendas não nascem. Elas são construídas. The Many Saints of Newark é a nova história da Família Soprano. O filme chega na #HBOMax dia 5 de novembro. pic.twitter.com/ynUZJYew87 — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) October 29, 2021

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    Derivado espanhol de “Bird Box” define elenco

    30 de outubro de 2021 /

    A Netflix anunciou os atores de “A Ciegas”, filme derivado do sucesso apocalíptico “Bird Box”, estrelado por Sandra Bullock em 2018. A trama não será uma continuação, mas uma história paralela, passada na cidade de Barcelona e com um elenco espanhol. Marcadas para novembro, as filmagens contarão com alguns astros conhecidos dos filmes de Pedro Almodóvar, como Lola Dueñas (“Abraços Partidos”), Leonardo Sbaraglia (“Dor e Gloria”) e Michelle Jenner (“Julieta”), além de Diego Calva (“Aceleradas”), Mario Casas (“As Bruxas de Zugarramurdi”), Alejandra Howard (“Fátima: A História de um Milagre”), Patrick Criado (“Antidisturbios”), Celia Freijeiro (“Uma Visão Diferente”), Gonzalo de Castro (“Sob Suspeita”), a menina Naila Schuberth e a inglesa Georgina Campbell (“Krypton”). De acordo com post no Twitter da Netflix espanhola, Mario Casas e Georgina Campbell serão os atores principais. “Depois de ver Sandra Bullock atravessar o rio, agora cabe a Mario Casas e Georgina Campbell caminhar pelas ruas de Barcelona para sobreviver”, diz o anúncio. Veja abaixo. Roteiro e direção estão a cargo dos irmãos Álex e David Pastor, responsáveis por “A Casa”, na Netflix, pelo thriller apocalíptico “Virus” e pelas séries “Incorporated” e “The Head: Mistério na Antártida”. Ainda não há previsão de estreia. Después de ver a Sandra Bullock surcar el río, ahora le toca a Mario Casas y Georgina Campbell recorrer las calles de Barcelona para sobrevivir. Los hermanos Pastor dirigen esta expansión del universo de 'A ciegas' que comenzará a rodarse próximamente. pic.twitter.com/PGLea3Oc1f — Netflix España (@NetflixES) October 28, 2021

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    Kristen Stewart busca estrela de seu primeiro filme como diretora

    30 de outubro de 2021 /

    Três anos após anunciar o projeto, a atriz Kristen Stewart (“Seberg”, “Spencer”) se prepara para estrear como diretora de longas-metragens. Em entrevista à revista Variety, ela contou que precisou amadurecer a ideia, mas já começou a escolher o elenco do filme. “Levou o tempo de que precisava. Às vezes um filme desses leva uma década para ficar ponto. Estamos escalando o elenco e achando nossa Lidia Yuknavitch”, contou Stewart, referindo-se ao papel principal, que ela não pretende interpretar. Ainda sem data de lançamento definida, o projeto é uma adaptação de “The Chronology of Water”, livro de memórias da escritora Lidia Yuknavitch. E Stewart pretende se dedicar apenas à direção do filme, sem aparecer diante das câmeras. “Não há papel para mim (no filme). Acho que, dependendo de quem interpretar Lidia, posso talvez viver a irmã mais velha dela, mas provavelmente não”, explicou. Stewart já dirigiu curtas e clipes em preparação para sua estreia como cineasta. O primeiro curta, “Come Swim”, foi exibido simplesmente no Festival de Cannes em 2017. “Come Swim”, por sinal, já ensaiava temas de “The Chronology of Water”, que conta a história de uma ex-nadadora transformada em artista e explora questões de natureza sexual e vício em drogas. Yuknavitch foi nadadora profissional, com aspirações olímpicas, antes de virar escritora. O projeto do filme veio à tona pela primeira vez no Festival de Cannes de 2018. Na época, Stewart revelou que estava trabalhando no roteiro e que queria transformar a personagem principal no papel que ela mais gostaria de interpretar na vida, apenas para dar para outra atriz. “Eu vou escrever o papel feminino mais f*dido. Vou escrever um papel que eu adoraria loucamente interpretar, mas não vou interpretá-lo”, declarou.

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    Mauricio de Sousa anuncia produção de filme sobre sua vida

    30 de outubro de 2021 /

    Mauricio de Sousa anunciou no Twitter que a Disney vai filmar a história da sua vida. Num post em que aparece numa foto de 1980, num antigo estúdio de produção dos quadrinhos da “Turma da Mônica”, ele deu mais detalhes sobre o projeto, inclusive o nome do diretor e a previsão de estreia. “Com estreia prevista para 2023, ‘Mauricio de Sousa – O Realizador de Sonhos’ é uma parceria da MSP [Mauricio de Sousa Produções] com a Disney. O longa-metragem será dirigido por Pedro Vasconcelos”, escreveu o pai da Mônica, do Cascão, do Cebolinha, da Magali e de muitos outros personagens famosos dos quadrinhos brasileiros. A produção não é novidade, mas até então não havia previsão de lançamento. Na verdade, o diretor já vinha falando deste projeto desde o ano passado. “Maurício de Sousa, na minha opinião, é um herói nacional. Desses como nós somos, feitos de carne, osso e emoção. Ele lutou bravamente, por anos, para realizar seu sonho de viver de seus desenhos. O que virou uma realidade para milhões de crianças e adultos que se formaram através de suas histórias e dos seus personagens. Todos crescemos juntos com a Turma da Mônica e cia. De onde veio essa criatividade, as referências para criar esses personagens? Como foi a luta heroica para fazer isso se tornar realidade no Brasil? Ele é um exemplo de que, se você tem um sonho, não deve desistir dele, jamais!! Graças a Deus, ele não desistiu e hoje milhões de brasileiros se beneficiam disso. A história da vida e da criação do universo do Maurício de Sousa merece ser contada. E deve ser vista por todos, adultos e crianças, que trazem sonhos em seus corações”, disse Vasconcelos em entrevista à revista GQ, em maio de 2020. Pedro Vasconcelos é o diretor do remake de “Dona Flor e Seus Dois Maridos” e de “Fala Sério, Mãe!”, ambos lançados em 2017, e recentemente filmou “O Magico Di Ó”, que ainda não tem previsão de estreia. A foto é da década de 1980, quando eu não imaginava que minha história viraria filme. Com estreia prevista para 2023, ‘Mauricio de Sousa – O Realizador de Sonhos’ é uma parceria da MSP com a Disney. O longa-metragem será dirigido por Pedro Vasconcellos. pic.twitter.com/SUJSnR9dyM — Mauricio de Sousa (@mauriciodesousa) October 29, 2021

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    John Woo filmará Joel Kinnaman em thriller de ação sem diálogos

    30 de outubro de 2021 /

    O lendário cineasta chinês John Woo (“Missão: Impossível 2”) vai voltar a dirigir um filme em Hollywood, quase duas décadas depois de “O Pagamento” (2003). O longa se chama “Silent Nights” e será estrelado pelo ator sueco Joel Kinnaman (“O Esquadrão Suicida”). E além das cenas de ação típicas da filmografia do cineasta, o filme vai se caracterizar por não ter nenhum diálogo. “Silent Nights” contará a história de um homem que mergulha no submundo do crime para vingar a morte de seu filho. Com financiamento assegurado pela empresa Capstone e produção de Basil Iwanyk e Erica Lee (ambos da franquia “John Wick”), o longa está em busca de parceria com estúdios antes de escalar o restante do elenco.

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