Will Smith doou parte de seu salário para elenco de “King Richard”
O astro Will Smith decidiu doar parte de seu salário como ator e produtor de “King Richard: Criando Campeãs” para os demais integrantes do elenco do filme. A decisão foi tomada após a WarnerMedia definir que o longa seria lançado simultaneamente nos cinemas e na plataforma HBO Max nos EUA. Com isso, atores com cláusulas de pagamentos atrelados ao desempenho das bilheterias seriam prejudicados. Smith, que recebeu US$ 40 milhões pelo filme, procurou compensar esta perda financeira oferecendo um pagamento extra para cada colega. A iniciativa aconteceu de forma privada e já há algum tempo, e só veio à público porque um dos atores resolveu contar para a revista The Hollywood Reporter, pedindo para não ter o nome revelado. Descrevendo o pagamento como “um bom bônus”, a fonte disse que Smith assinou cheques generosos para todos os colegas de elenco, incluindo Saniyya Sidney, Demi Singleton, Tony Goldwyn, Jon Bernthal, Aunjanue Ellis e outros. Procurado, o ator disse que não se pronunciaria sobre a notícia. Bastante elogiado pela crítica, “King Richard: Criando Campeãs” deve render indicação ao Oscar para Will Smith. O filme conta a história real da perseverança do pai que possibilitou o sucesso das irmãs Venus e Serena Williams, primeiras tenistas negras campeãs mundiais, e traz Smith como Richard Williams, lutando contra todas as expectativas raciais e sociais. A estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA. Veja o trailer legendado do filme abaixo.
“Mulher-Maravilha 3” terá volta de Lynda Carter
Atualmente em processo de roteiro, “Mulher-Maravilha 3” contará com participação de Lynda Carter, atriz que viveu a Mulher-Maravilha na popular série de TV do final dos anos 1970. Carter já tinha aparecido brevemente no final de “Mulher-Maravilha 1984” como a lendária guerreira amazona Asteria e deve retomar o papel na continuação. A diretora Patty Jenkins já havia indicado a volta de Carter durante bate-papo na DC Fandome, e agora Gal Gadot reforçou a escalação. “Ela é uma verdadeira defensora do que eu e Patty estamos fazendo, e foi muito legal que encontramos a oportunidade de trazer ela no último filme, e agora também para o terceiro”, disse Gadot ao site The Hollywood Reporter. “Ela foi minha mentora desde o primeiro momento em que eu fui escalada como Mulher-Maravilha”. Sem revelar detalhes da trama, a protagonista da franquia disse apenas que a participação de Carter “é ainda melhor desta vez”, sugerindo um destaque maior que a cena pós-créditos do primeiro filme. De acordo com a história de “Mulher-Maravilha 1984”, Asteria foi a heroína que ficou para trás no mundo dos homens para garantir que as amazonas partissem com segurança para a ilha de Themyscira. Embora tenha procurado Asteria, tudo o que Diana, a Mulher-Maravilha, encontrou foi seu traje dourado, que ela usa no combate final. Mas a guerreira ainda vive entre os mortais, como revelou o desfecho dos créditos da produção. Veja abaixo a curta cena de Lynda Carter em “Mulher-Maravilha 1984”.
Vin Diesel faz apelo para Dwayne Johnson voltar à “Velozes e Furiosos”
O astro Vin Diesel fez um apelo público pelo retorno de Dwayne “The Rock” Johnson à franquia “Velozes e Furiosos” para seu final. Compartilhando uma foto em que aparecem juntos em “Velozes e Furiosos 5” no seu Instagram, o intérprete de Dom Toretto pediu que ator que vive Hobbs retorne para “realizar o seu destino”. “Meu irmãozinho Dwayne… O momento chegou. O mundo aguarda o fim em ‘Velozes 10’. Como você sabe, minhas crianças se referem a você como Tio Dwayne na minha casa. Não há um feriado que eu não te mande mensagens… Mas a hora chegou. O legado aguarda. Eu te disse anos atrás que eu ia cumprir minha promessa para Pablo. Eu jurei que me esforçaria e faria o melhor ‘Velozes’ no final, que é o 10! Eu digo isso com amor… Mas você precisa comparecer, não deixe a franquia, você tem um papel importante a cumprir. Hobbs não poderia ser interpretado por outro. Eu espero que você faça o que é preciso e realize seu destino”. Recentemente, Johnson disse ter se arrependido de ter tornado pública sua briga com Diesel nas filmagens de “Velozes e Furiosos 8”. A treta acabou vindo à tona, com muitos desdobramentos midiáticos, a partir de um desabafo desaforado de Johnson em seu Instagram, publicado durante a reta final das filmagens, em que ele chamou um colega de “bunda mole”. Embora não tenha nomeado Diesel, logo ficou claro que o problema era entre os dois. “Isso causou uma tempestade. Mas é interessante que cada um dos integrantes da equipe [de Velozes e Furiosos 8] conseguiu chegar até mim e agradecer, ou enviar uma mensagem positiva”, afirmou Johnson. “Mas eu não deveria ter revelado isso. Porque, no fim do dia, é algo que vai contra o meu DNA. Eu não compartilho coisas como essa, e cuido disso longe do olhar do público. Eles não precisam saber. Por isso digo que não foi meu melhor dia”, admitiu. Depois disso, ele acrescentou que tinha uma ideia para uma continuação de “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”, seu filme solo da franquia, e que não gostaria de deixar seu personagem sem um encerramento. As filmagens de “Velozes & Furiosos 10” devem começar em janeiro, data anunciada por Diesel em junho passado. Mas até então este filme era tratado como o penúltimo e não o último da saga. O anúncio de que “Velozes e Furiosos” terminaria no 11º filme foi feito há um ano. Mas a expectativa é que os dois próximos longas sejam duas partes da mesma história, filmadas simultaneamente. O final contará com o retorno de Justin Lin, que dirigiu “Velozes e Furiosos 9”, e de todo o elenco principal. Além disso, Cardi B, que fez uma pequena aparição no lançamento mais recente, também está confirmada e com papel maior na continuação, bem como Jason Statham, que estrelou com Johnson o spin-off “Hobbs & Shaw”. Apesar dos planos para o fim da saga, os personagens de “Velozes e Furiosos” devem continuar a existir em filmes derivados, como o citado “Hobbs & Shaw”. Já há conversas para uma produção centrada nas personagens femininas da franquia, como Michelle Rodriguez, Jordana Brewster e Nathalie Emmanuel. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel)
“Eternos” estreia em 1º lugar com pior bilheteria da Marvel em 2021
O filme de super-heróis “Eternos” estreou no topo das bilheterias da América do Norte com uma arrecadação US$ 71 milhões neste fim de semana. O valor equivale à quarta maior estreia de cinema nos EUA e Canadá desde o início da pandemia da covid-19. Só que tem um detalhe. Os três títulos acima de “Eternos” são filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), o que torna “Eternos” o filme da Marvel que menos faturou no período, atrás dos lançamentos de “Venom: Tempo de Carnificina” (US$ 90 milhões), “Viúva Negra” (US$ 80,3 milhões) e “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (US$ 75 milhões). “Eternos” também ganhou a reputação de ser o pior filme da Marvel em todos os tempos, tanto em avaliação da crítica quanto do público norte-americanos. No CinemaScore, que é uma pesquisa de opinião feita com o público na saída das sessões de cinema nos EUA, a produção registrou o primeiro “B” do Marvel Studios, abaixo do “B+” conferido ao primeiro filme de Thor, em 2011. Todos os outros filmes do MCU receberam A-, A ou A+. A avaliação dos críticos profissionais é ainda pior. Desde que as primeiras críticas começaram a ser publicadas, em 24 de outubro, a nota no Rotten Tomatoes não parou de cair. No sábado (6/11), um dia após a estreia do filme nos EUA, “Eternos” se tornou o primeiro lançamento do MCU considerado “podre”, desabando para 48% de aprovação. O impacto dessas notas pode levar a uma queda de arrecadação nos próximos dias e encurtar a carreira do filme no cinema. A boa notícia para o Marvel Studios e a Disney é que a arrecadação foi mais robusta no exterior. Mesmo sem lançamentos na China e na Rússia, onde uma nova onda de covid-19 obrigou outra rodada de fechamentos de cinemas, o longa faturou US$ 90,7 milhões internacionalmente, chegando a US$ 161,7 milhões mundiais. Foi o filme mais visto em todos os lugares, exceto na Índia. A produção chegou a bater o recorde de bilheteria da Coreia do Sul na pandemia, com US$ 14,1 milhões. E também teve bons desempenhos no Reino Unido (US$ 7,1 milhões), França (US$ 6,7 milhões), México (US$ 5,7 milhões) e Austrália (US$ 5 milhões). Sob a sombra de “Eternos”, os outros filmes em cartaz viram suas fortunas encolherem drasticamente na América do Norte. Em seu terceiro fim de semana, “Duna” caiu para o 2º lugar com US$ 7,6 milhões, elevando sua arrecadação doméstica para US$ 83,9 milhões e a mundial para US$ 338,4 milhões. “007 – Sem Tempo para Morrer” ficou em 3º lugar com US$ 6,2 milhões, aumentando seus rendimentos para US$ 143,1 milhões nos EUA e Canadá e US$ 667,1 milhões em todo o mundo. “Venom – Tempo de Carnificina” fez US$ 4,5 milhões em 4º lugar, chegando a US$ 197 milhões no mercado interno e US$ 424,6 milhões no total. E a animação “Ron Bugado” fechou o Top 5 com US$ 3,6 milhões, sem passar de um total de US$ 17,6 milhões. O maior lançamento do circuito limitado foi “Spencer”. O drama indie em que Kristen Stewart vive a princesa Diana chegou a US$ 2,1 milhões em cerca de mil salas e ocupou o 8º lugar no ranking da arrecadação. Para completar, a Netflix liberou “Alerta Vermelho” nos cinemas uma semana antes de lançar a superprodução em streaming, mas ninguém sabe qual foi sua bilheteria oficial, já que a empresa escondeu os números. A comédia de ação estrelada por Dwayne Johnson , Ryan Reynolds e Gal Gadot foi exibida em 750 cinemas dos EUA, e fontes das publicações de Hollywood estimam que não deva ter faturado mais que US$ 1,3 milhão, um número desanimador em circunstâncias normais. E com um detalhe: a crítica achou pior que “Eternos”, com apenas 42% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Leandro Firmino viverá primeiro palhaço negro do Brasil
A história de Benjamin de Oliveira, o primeiro palhaço negro do Brasil, vai virar filme. De acordo com a colunista Patricia Kogut, a produção, que tem o título provisório de “Mister Benjamin”, será dirigida por Luis Lomenha (“Minha Rua”) e trará Leandro Firmino (o Zé Pequeno de “Cidade de Deus”) no papel principal. Integrante da série “Impuros”, que lançou sua 3ª temporada em agosto na Star+, Firmino está atualmente filmando “Rio em Furia”, estreia na direção do diretor de fotografia Daniel José dos Santos (“Lado a Lado”). A história de Benjamin de Oliveira é mesmo cinematográfica. Nascido escravo e alforriado na infância, Benjamin de Oliveira fugiu de casa ainda criança com a “troupe” do circo Sotero no final do século 19, quase foi “roubado” e vendido por ciganos, e ainda chegou a ser confundido com um escravo fugitivo. Ele se livrou ao mostrar malabarismos que havia decorado do circo e acabou ficando entre os artistas circenses. Um dia, substituiu o palhaço oficial, que havia adoecido, dando início à sua trajetória na profissão. Mas no começo enfrentava protestos do público racista. Depois de passar por vários circos, fez uma apresentação no Rio de Janeiro diante do então presidente da república Marechal Floriano Peixoto, que ao ser surpreendido pelo palhaço negro, mandou transferir a localização do circo, situado numa favela, para a frente do Palácio do Itamaraty, ordenando que os materiais usados pela trupe fossem transportados pelo Exército Brasileiro. Benjamin ficou famoso e até virou ator de cinema. Em agosto de 1908, viveu o Peri de “O Guarani”, numa produção filmada no Circo Spinelli e lançada sob o título “Os Guaranis”, inspirado na obra de José de Alencar. Histórica, aquela foi a primeira filmagem de um romance no Brasil. Ele também escreveu peças e foi o criador do primeiro circo-teatro. Falecido em 1954, continua lembrado até hoje, tendo inspirado no ano passado o samba-enredo da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, “O Rei Negro do Picadeiro”. A expectativa de lançamento de “Mister Benjamin” é para 2023. Veja abaixo registros fotográficos do verdadeiro Benjamin de Oliveira.
“Eternos” é pior filme da Marvel no CinemaScore e vira “podre” no Rotten Tomatoes
Não foi só a crítica. “Eternos” também destoou dos outros filmes da Marvel na recepção do público. O filme dirigido por Chloé Zhao recebeu a nota mais baixa dentre todas as produções do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) no CinemaScore, que é uma pesquisa de opinião feita com o público na saída das sessões de cinema nos EUA. “Eternos” registrou o primeiro “B” do Marvel Studios, superando a pior nota do estúdio no CinemaScore, um “B+” conferido ao primeiro filme de Thor, em 2011. Todos os outros filmes do MCU receberam A-, A ou A+. A avaliação da crítica é ainda pior. Desde que as primeiras críticas começaram a ser publicadas, em 24 de outubro, a nota no Rotten Tomatoes não parou de cair. Se as resenhas iniciais causavam preocupação, com 72% de aprovação, a situação só piorou desde então. Neste sábado (6/11), um dia após a estreia do filme nos EUA, “Eternos” se tornou o primeiro lançamento do MCU considerado “podre”, desabando para 48% de aprovação. É nota de filme medíocre, condição evocada pelas críticas, que acusam o filme de ser genérico, mas principalmente uma grande decepção pela expectativa criada pela direção da vencedora do Oscar 2021 por “Nomadland” e pelo elenco estelar, incluindo Angelina Jolie, Salma Hayek e dois astros de “Game of Thrones”. Até então, as notas mais baixas da Marvel no Rotten Tomatoes pertenciam a “O Incrível Hulk” (67% de aprovação) e “Thor: O Mundo Sombrio” (66%). Apesar disso, as opiniões negativas não devem abalar muito a bilheteria da estreia da produção, que tem expectativa de faturar em torno de US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte. O impacto, se houver, será sentido a partir da segunda semana de exibição. “Eternos” também está em cartaz nos cinemas brasileiros.
“Marighella” já é o filme brasileiro mais visto de 2021
Oficialmente lançado na quinta-feira (5/11), “Marighella” já virou o filme brasileiro mais assistido nos cinemas em 2021, com 36,7 mil espectadores. Foi visto por mais gente que a comédia “Depois a Louca Sou Eu”, que teve 29 mil espectadores em todo seu tempo de exibição, segundo dados do Filme B. O feito resulta de uma distorção. Extraoficialmente, o filme já estava em cartaz desde o começo da semana. A distribuidora Paris Filmes chama isso de “pré-estreia”, alterando o sentido da expressão, que deixa de ser um evento especial para convidados para designar todas as sessões pagas em exibição normal antes de uma data determinada. Na prática, “Marighella” começou a ser exibido na segunda-feira (1/11) e só nas sessões da chamada “pré-estreia”, até quarta, movimentou 26,3 mil espectadores. Na quinta-feira, dia da estreia oficial, mais 10,4 mil passaram pelas catracas. No ranking geral do dia 4, incluindo filmes estrangeiros, o filme só foi menos visto que “Eternos”, novo lançamento da Marvel, que levou 180 mil pessoas aos cinemas. Mas “Marighella” está em cartaz em apenas 275 salas, enquanto “Eternos” tem a maior distribuição do ano no país, ocupando 1,7 mil telas. O interesse do público foi alimentado pela irritação de integrantes do governo pelo tema da produção. Ao mobilizarem disputas de narrativas nas redes sociais, eles acabaram fazendo propaganda da produção. O filme recupera a história de Carlos Marighella, guerrilheiro comunista que pegou em armas contra a ditadura militar. Retratado como um herói no longa, em interpretação magistral de Seu Jorge, Marighella é considerado um simples bandido pelos negacionistas da ditadura, que atualmente ocupam cargos públicos e, de acordo com Wagner Moura, chegaram a tentar censurar a produção, dificultando seu lançamento o máximo que puderam. Rodado em 2017, o longa teve pré-estreia (no sentido clássico da palavra) mundial no Festival de Berlim de 2019 e, inclusive, até já foi exibido nos EUA, onde atingiu 88% de aprovação da crítica, na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. No Brasil, no entanto, enfrentou entraves burocráticos da Ancine, que represaram a liberação de sua verba e impediram o lançamento originalmente planejado há dois anos, atrasando a estreia para 2021. A expectativa dos produtores é que “Marighella” possa vender 100 mil ingressos, o que seria um feito diante das dificuldades enfrentadas pelo cinema nacional – e a Cultura em geral – desde a posse do fã de Jim Carrey, o “Debi e Loide” e “O Mentiroso”.
Acidente de Letitia Wright interrompe filmagens de “Pantera Negra 2”
A atriz Letitia Wright ainda não se recuperou de um acidente que sofreu nas filmagens de “Pantera Negra: Wakanda Forever” em agosto passado. Ela teria se machucado enquanto gravava uma cena de acrobacias no set da continuação de “Pantera Negra e precisou ser levada a um hospital em Atlanta, na Geórgia, onde o filme está sendo realizado. Na época, um porta-voz da Disney mencionou “ferimentos leves”, mas ela não voltou ao set até hoje. Por conta disso, a produção está sendo interrompida nesta semana, visando ser retomada no início de 2022 com a presença da atriz. Em um comunicado oficial, representantes de Wright afirmaram que ela se recupera em Londres desde setembro e que “está animada para voltar ao trabalho no começo de 2022”. Segundo o site The Hollywood Reporter, a produção vinha contornando a ausência da intérprete da Princesa Shuri com filmagens de cenas com outros personagens. Mas ela faz parte de momentos importantes do filme, tendo ganhado maior protagonismo após a morte de Chadwick Boseman, e o diretor Ryan Coogler já esgotou as sequências que podia realizar sem sua presença. As filmagens da sequência de “Pantera Negra” começaram no final de junho sob direção de Coogler, que retomou a função após o sucesso do primeiro longa. Além de Wright, a produção traz de volta vários atores do elenco original, à exceção notável de Boseman, que interpretou o Pantera Negra no blockbuster de 2018 e faleceu no ano passado de câncer. Os detalhes da trama da sequência estão sendo mantidos em segredo, mas nos quadrinhos a Princesa Shuri, irmã de T’Challa, já herdou o manto do herói. Apesar dos atrasos nas filmagens, a estreia de “Pantera Negra: Wakanda Forever” segue marcada para novembro de 2022.
Diretora confirma participação secreta do final de “Eternos”
Recém-lançado nos cinemas, “Eternos” segue a tradução do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) de incluir cenas pós-créditos com reviravoltas ou surpresas, que servem de gancho para outras produções. O filme de Chloé Zhao (“Nomadland”) tem duas, ambas apresentando personagens inéditos. A primeira participação já tinha vazado, graças a um jornalista da revista Variety que publicou o segredo da produção no Twitter. Trata-se de… spoiler! Sim, o cantor Harry Styles entrou mesmo no MCU como Eros, irmão de Thanos, também conhecido como o super-herói Starfox. Em sua participação, ele é acompanhado pelo troll anão Pip, personagem que acompanhava Adam Walock nos quadrinhos. Já a segunda cena pós-créditos introduz apenas uma voz como novidade. No instante em que Dane Whitman (Kit Harington) está prestes a empunhar a icônica Espada de Ébano do Cavaleiro Negro, uma voz questiona: “Tem certeza disso, Sr. Whitman?”. Diante de várias teorias sobre o dono da voz, incluindo personagens como Merlin e os cavaleiros da Távola Redonda, a diretora Chloé Zhao revelou sua verdadeira identidade: ninguém menos que Blade, o caçador de vampiros. “Aquela era a voz de um dos meus heróis favoritos, o próprio Sr. Blade. Blade, Blade, Blade!”, afirmou a cineasta, em entrevista ao site Fandom. A confirmação estabelece a primeira participação de Mahershala Ali (“Green Book”) como Blade no MCU. O filme solo do personagem está atualmente em desenvolvimento pelas mãos do diretor Bassam Tariq (“Mogul Mowgli”).
Trailer traz Michael B. Jordan dirigido por Denzel Washington
A Sony divulgou o pôster e novo trailer de “A Journal for Jordan”, filme dirigido por Denzel Washington (“Um Limite Entre Nós”) e estrelado por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”). Na trama, Jordan vive um soldado que deixa cartas com conselhos para seu filho pequeno enquanto vai lugar na guerra. O melodrama sentimental, que o estúdio resolveu rotular de “uma experiência de Natal”, é baseado no romance real da jornalista vencedora do Pullitzer Dana Canedy com o Sargento Charles Monroe King, que escreveu um diário com lições de vida para o seu filho Jordan, enquanto estava em missão no exterior. Ele morreu no Iraque em 2006. A atriz Tamara Tune (da série “Law & Order: SVU”) vive a viúva do soldado na adaptação cinematográfica. “A Journal for Jordan” é o quarto longa dirigido por Washington, mas o primeiro em que ele se dedica apenas a esta função, sem acumular o trabalho de ator. A estreia está marcada para, sim, o Natal nos Estados Unidos, mas não há previsão para lançamento nos cinemas brasileiros.
Filmes online: 25 estreias para assistir em casa no fim de semana
A programação desta semana reúne bons títulos exclusivos de streaming, numa disputa entre serviços de assinatura para fazer frente às ofertas das locadoras digitais. A Netflix traz “Vingança & Castigo” (The Harder They Fall), primeiro filme dedicado a reunir os mais famosos pistoleiros negros do Velho Oeste, com elenco composto por alguns dos maiores astros negros de Hollywood, entre eles Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Regina King (“Watchmen”), Jonathan Majors (“Lovecraft Country”), Zazie Beetz (“Coringa”), LaKeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”) e Delroy Lindo (“Destacamento Blood”). A trama gira em torno do fora-da-lei Nate Love (Majors), que descobre que seu maior rival, Rufus Buck (Elba), escapou do trem que o levava para a prisão. Reunindo aliados, ele parte para enfrentar o bando do rival na expectativa de um tiroteio épico. Só que há outro interessado nos criminosos: o lendário delegado Bass Reeves (Lindo). A produção é do rapper Jay-Z. Opção da Apple TV+, “Finch” mostra Tom Hanks, um cachorro e um robô contra o apocalipse. Na trama, o engenheiro de robótica Finch (Hanks) é um dos poucos sobreviventes de um evento solar cataclísmico que transformou o mundo num deserto. Vivendo em um abrigo subterrâneo há uma década, ele construiu um mundo próprio, que divide com seu cachorro Goodyear, e decide criar um robô para cuidar do melhor amigo quando ele não puder mais. O longa tem produção de Robert Zemeckis, que curiosamente já dirigiu Hanks em situação parecida, como um náufrago isolado que tinha apenas a companhia de uma bola que batizou de Wilson, em “Náufrago” (2000). Já a direção é de Miguel Sapochnik, premiado com o Emmy por seu trabalho monumental na série “Game of Thrones”. Prioridade da HBO Max compartilhada com plataformas de VOD, “Os Muitos Santos de Newark” (The Many Saints of Newark) é um prólogo da série “A Família Soprano” (The Sopranos) centrado na juventude de Tony Soprano. O personagem retorna em interpretação de Michael Gandolfini (“The Deuce”), filho do falecido ator James Gandolfini (astro da série exibida de 1999 a 2007 na HBO), enquanto é preparado pelo tio Dickie (Alessandro Nivola, de “Desobediência”) para um dia assumir o comando da família mafiosa. O principal título para locação é “Anônimo”, thriller de ação do criador de “John Wick”, em que um pai trabalhador (Bob Odenkirk, de “Better Call Saul”) surpreende a família ao revela-se um matador profissional, quando tem a casa invadida por criminosos. Há também a fraca continuação do terror “Escape Room” e o fenômeno infantil “Patrulha Canina – O Filme”. Mas como são 25 opções, não faltam descobertas a serem exploradas. Uma delas é “Zola”, indicado para adultos: um road movie de humor sombrio que mostra como o relacionamento de duas strippers implode quando elas decidem explorar sua intimidade para ganhar dinheiro no mercado sexual da Flórida. A produção foi inspirada por um tópico do Twitter de 2015 que conquistou a internet apesar de ter apenas 148 palavras. Os tuítes eram de A’ziah King, na época uma garçonete do Hooters, que escreveu sobre seu encontro casual com uma stripper e a orgia de dois dias que se seguiu, envolvendo prostituição, assassinato e um cafetão violento conhecido simplesmente como Z. Na tela, as protagonistas são vividas por Taylour Paige (“A Voz Suprema do Blues”) e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A lista também inclui quatro títulos brasileiros, incluindo dois bons filmes de esportes. Entre as atrações nacionais, destaca-se “A Última Floresta”, documentário que pode chegar ao Oscar 2022. Vencedor da Mostra Panorama, do Festival de Berlim, o longa de Luiz Bolognesi registra a luta dos yanomamis no Norte da Amazônia contra o avanço criminoso dos garimpeiros sobre suas terras, e está disponível na Netflix. Confira abaixo as 25 dicas para assistir no fim de semana, acompanhadas por seus respectivos trailers. Vingança & Castigo | EUA | Western (Netflix) Finch | EUA | Sci-Fi (Apple TV+) Os Muitos Santos de Newark | EUA | Crime (Apple TV, HBO Max, Vivo Play) Zola | EUA | Crime (Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Anônimo | EUA | Ação (Apple TV, Looke, Sky Play, Vivo Play) Escape Room 2: Tensão Máxima | EUA | Terror (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Creepy | Japão | Suspense (Google Play, Look, MUBI, NOW, Vivo Play) Yara | Itália | Suspense (Netflix) 7 Boxes | Paraguai | Suspense (MUBI) Efeito Flashback | EUA | Suspense (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Fruto da Memória | Grécia | Sci-Fi Dramática (Apple TV, Google Play, NOW, Sky Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Patrulha Canina – O Filme | EUA | Animação (Amazon Prime Video, Apple TV, Google Play, NOW, Sky Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Descendentes: O Casamento Real | EUA | Animação (Disney+) Um Match Surpresa | EUA | Comédia (Netflix) O Último Jogo | Brasil, Argentina | Comédia (NOW, Sky Play, Telecine, Vivo Play) 4×100: Correndo por um Sonho | Brasil | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Sky Play, Telecine, Vivo Play, YouTube Filmes) O Jardim Secreto de Mariana | Brasil | Drama (NOW, Vivo Play) As Verdadeiras Aventuras do Menino Lobo | EUA | Drama (HBO Max) Algum Lugar Especial | Reino Unido, Itália | Drama (Apple TV, Google Play, NOW, Sky Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Retrato de um Campeão | Hong Kong | Drama (Netflix) Não Devíamos ter Crescido | Japão | Drama (Netflix) Amina | Nigéria | Ação (Netflix) O Pombo – Um Refúgio para Sobreviver | Turquia | Drama (Apple TV, NOW) Um Filme de Policiais | México | Documentário (Netflix) A Última Floresta | Brasil | Documentário (Netflix)
Alice Braga anuncia estreia de “Eduardo e Mônica” em janeiro
A atriz Alice Braga revelou no Instagram a nova data de estreia de “Eduardo e Mônica”, longa inspirado na música homônima do Legião Urbana. No post, uma arte mostra as sombras de Braga e do ator Gabriel Leone, anunciando que a produção chegará aos cinemas em 6 de janeiro. “Finalmente temos nossa data de estreia”, ela comemorou ao lado da imagem. Seu colega de cena ecoou nos comentários: “Finalmente”, pontuando com três exclamações. Vencedor o Festival de Edmonton, no Canadá, “Eduardo e Mônica” deveria ter estreado nos cinemas brasileiros em abril de 2020. Com o começo da pandemia, foi adiado para 12 de junho, junto do Dia dos Namorados. Mas como os cinemas continuaram fechados, a produção acabou desistindo de remarcar uma nova data. A estreia ficou oficialmente para “em breve” até receber a atual data definitiva. No filme, Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”) dão vida ao casal que ficou conhecido pela música homônima de Renato Russo, gravada pela banda Legião Urbana em 1986. A direção é de René Sampaio, que já levou com sucesso outra música da banda brasiliense para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante do novo filme inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alice Braga (@alicebraga)
Cynthia Erivo e Ariana Grande estrelarão filme do musical “Wicked”
As atrizes-cantoras Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”) e Ariana Grande (“Sam & Cat”) serão as estrelas da adaptação cinematográfica de “Wicked”, um dos musicais de maior sucesso da Broadway. Elas interpretarão as bruxas Elphaba e Glinda, respectivamente, na superprodução de cinema da Universal Pictures. Foram as próprias artistas que anunciaram suas escalações em posts no Instagram na noite de quinta-feira (4/11), acompanhados por vídeos de reações e por fotos das flores que uma enviou à outra, ao comemorarem a conquista dos papéis. “Querida Cynthia, dizer que estou honrada mal faz justiça a isso. Mal posso esperar para te abraçar. Nos vemos em Oz”, escreveu Grande em sua mensagem dirigida a Erivo. “Wicked” conta a história de “O Mágico de Oz” pela ótica de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste, que acaba se revelando menos cruel que a fama alardeada por seu apelido maldoso. Em cartaz desde 2003, a peça é baseada no livro “Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West”, de Gregory Maguire, uma espécie de prelúdio de “O Mágico de Oz”. O enredo traz referências ao filme clássico de 1939 e apresenta eventos que se passam antes e após a chegada de Dorothy em Oz, mostrando que toda história tem diversos pontos de vista e que ser diferente é que torna cada pessoa um ser único. Além do grande sucesso, o papel de Elphaba rendeu a Idina Menzel (a dubladora de Elsa, em “Frozen”) o Tony de Melhor Atriz em Musical. A propósito, o papel de Glinda, a Bruxa Boa do Sul, foi vivido na temporada original na Broadway por Kristin Chenoweth (“Schmigadoon!”). A produção cinematográfica tem direção de Jon M. Chu, que filmará seu segundo musical seguido. Neste ano, ele já assinou “Em um Bairro de Nova York”. A roteirista Winnie Holsman (criadora da cultuada série “My So-Called Life”) e o compositor Stephen Schwartz, autor das músicas do espetáculo teatral, assinam o roteiro e a adaptação musical. Ainda não há previsão para a estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cynthia Erivo (@cynthiaerivo)












