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6 de novembro de 2026
  • Filme

    Primeiro filme árabe da Netflix causa polêmica no Oriente Médio

    23 de janeiro de 2022 /

    O primeiro filme original em árabe da Netflix, “Perfeitos Desconhecidos”, virou polêmica e enfrenta críticas pesadas de conservadores em todo o Oriente Médio desde seu lançamento na quinta passada (20/1). O longa está sendo acusado, entre outras coisas, de promover a homossexualidade, a perversão e a infidelidade, e até mesmo de fazer parte de um complô para derrubar a sociedade árabe. Um dos muitos remakes internacionais do sucesso italiano de mesmo nome, dirigido por Paolo Genovese em 2016, o filme acompanha um grupo de amigos libaneses que concorda em deixar os celulares desbloqueados na mesa durante um jantar, expondo interações picantes e segredos sombrios. Com um elenco liderado pela cineasta Nadine Labaki (“Cafarnaum”) e a estrela egípcia Mona Zaki (“Sherazade, Conte uma História”), a trama inclui um personagem gay e outras histórias consideradas tabu, que raramente são discutidas abertamente em muitos países do Oriente Médio. No Twitter, o filme foi alvo de uma enxurrada de mensagens homofóbicas, sob a acusação de incentivar a “degradação moral” dos valores islâmicos e “divulgar ideias ocidentais” decadentes. Um usuário acusou o filme de ser um “crime”, acrescentando que não deveria apenas ser banido, mas que todos os envolvidos deveriam enfrentar “processo” e serem julgados como criminosos. A maior surpresa de tudo isso é a Netflix acreditar que isso não aconteceria. Filmes tão inocentes quanto “Eternos” e “Amor, Sublime Amor” foram proibidos nos cinemas de boa parte do Oriente Médio por fazer referências à questões LGBTQIAP+. Como “Perfeitos Desconhecidos” foi lançado direto em streaming, evitou os censores de cinemas, tornando-se um dos poucos filmes a mostrar estas questões para o público árabe. A principal reação aconteceu no Egito (o filme é uma co-produção egípcia), particularmente contra Zaki, que em uma cena do filme tira a calcinha (embora nada seja visto, pois não há nudez). Um usuário do Twitter acusou Zaki – uma grande estrela no Egito – de fazer parte de uma agenda internacional para forçar mudanças sociais. Um advogado egípcio, Ayman Mahfouz, afirmou que o filme era uma “conspiração para perturbar a paz da sociedade árabe” e que Zaki era a “campeã” de tudo. Este mesmo advogado – que em 2020 processou o filho transgênero do ator egípcio Hesham Selim por um post no Instagram por supostamente promover a homossexualidade – está preparando um processo para remover a produção da Netflix. O filme também foi atacado pelo político egípcio Mustafa Bakri, que em comunicado ao presidente da Câmara dos Deputados do Egito disse que ele “incita a homossexualidade e a infidelidade”. No Egito, ao contrário dos países do Golfo Pérsico, a homossexualidade não é oficialmente ilegal, embora seja costumeiramente reprimida na sociedade. Apesar da reação feroz, o longa também recebeu apoio de segmentos progressistas da comunidade árabe, com muitas pessoas elogiando tanto o enredo – por levantar tópicos da vida real muitas vezes ignorados – quanto a própria produção, ao mesmo tempo em que criticam as atitudes retrógradas daqueles que o atacam. “Árabes enlouquecendo por causa de um filme que mostra cônjuges infiéis, adolescentes sendo adolescentes, personagens gays… me faz perceber que não estamos nem 1% perto de discutir temas como seres civilizados em vez de nos fecharmos em uma bolha hipócrita reprimida”, disse um usuário do Twitter, em meio a uma campanha com uma hashtag que se traduz como #EuTambémSouUmPefeitoDesconhecido. Uma das maiores estrelas internacionais do Egito, Amr Waked, foi além e tuitou que qualquer um que estivesse “com medo” de que um filme pudesse mudar sua fé não tinha fé. Graças à polêmica, “Perfeitos Desconhecidos” tem sido um grande sucesso até agora, liderando as paradas de visualização da Netflix na região e chamando a atenção do mundo. Na França, atualmente é o sexto título mais popular da plataforma. Veja abaixo o trailer do filme dublado em português.

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  • Filme

    Gloria Pires vai dirigir primeiro filme

    23 de janeiro de 2022 /

    A atriz Gloria Pires (“Nise: O Coração da Loucura”) vai dirigir o primeiro longa-metragem da sua carreira. Chamado de “Sexa”, o filme que vai contar a história de uma mulher de 60 anos cheia de amor para dar e com medo de envelhecer. Além de dirigir, ela também será a protagonista, uma das roteiristas e produtora do longa. Na trama, sua personagem vai se apaixonar por um homem muito mais jovem, vivido por Thiago Martins (“Operações Especiais”), e terá que decidir se vive essa história de amor ou se deixa o medo da diferença de idade impedi-la de ser feliz. O elenco conta ainda com Isabel Fillardis (“Cinderela Pop”), que viverá a melhor amiga da protagonista, e Betty Faria (“A Dona do Pedaço”), numa participação especial. Com produção da Giros Filmes e da Audaz, o longa deve começar a ser rodado no segundo semestre e tem previsão de estrear em 2023.

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  • Filme

    “Homem-Aranha” vira sexta maior bilheteria de todos os tempos

    23 de janeiro de 2022 /

    O fenômeno continua. “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” voltou ao 1º lugar da bilheteria dos EUA e Canadá, após ser ultrapassado pela estreia de “Pânico” na semana passada. O filme do super-herói fechou seu sexto fim de semana em cartaz com uma arrecadação de US$ 14,1 milhões, elevando seu total para US$ 721 milhões. Em todo o mundo, o faturamento atingiu US$ 1,69 bilhão, o que supera “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão) e “Jurassic World” (US$ 1,67 bilhão), e transforma a coprodução da Sony e da Disney/Marvel na sexta maior bilheteria mundial de todos os tempos. “Pânico” caiu para o 2º lugar no mercado norte-americano, com US$ 12,4 milhões entre sexta e domingo (23/1), totalizando US$ 51,3 milhões domésticos e US$ 84,9 milhões mundiais após dois fins de semana. Os valores são considerados ótimos para o relançamento de uma franquia de terror após um longo hiato. O pódio da América do Norte se completa com “Sing 2”, que somou US$ 5,7 milhões. Após cinco fins de semana, a animação soma US$ 128,4 milhões no mercado doméstico e US$ 241,1 milhões em todo o mundo.

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  • Filme,  Música

    Filme sobre a icônica gravadora Creation ganha primeiro trailer

    22 de janeiro de 2022 /

    A RLJE Films divulgou o primeiro trailer americano de “Creation Stories”, filme sobre a influente gravadora britânica Creation Records, que realizou uma revolução musical nos anos 1980. A prévia revela um foco narrativo centrado na história pessoal de Alan McGee, o fundador e dono da gravadora, que é vivido pelo escocês Ewen Bremner (o Spud de “Trainspotting” e sua continuação) em sua versão mais velha. O ator não é o único egresso de “Trainspotting” no projeto. O roteiro foi escrito por Irvine Welsh, autor do livro que virou “Trainspotting”, e a produção está a cargo de Danny Boyle, o diretor daquele filme. “Creation Stories” é baseado na autobiografia de McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. O lendário empresário escocês ganhou projeção ao montar um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). Ele também tinha uma banda, a Biff Bang Pow, e foi o primeiro empresário do Jesus and Mary Chain, além de ter gravado o primeiro single do grupo. The Jesus and Mary Chain não foi a única banda famosa lançada pela Creation, que ainda gravou discos do Primal Scream, My Bloody Valentine, Teenage Fanclub, House of Love, Ride e até Oasis. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também está produzindo um novo festival de rock, Creation Day, que vai acontecer no último fim de semana de maio no Reino Unido. O filme tem direção do ator Nick Moran, que virou diretor com outra cinebiografia de produtor-prodígio, “Telstar: The Joe Meek Story” (2008). O elenco inclui Suki Waterhouse (“Pokémon: Detetive Pikachu”), Rupert Everett (“O Lar das Crianças Peculiares”), Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Kirsty Mitchell (“Dupla Explosiva”), Mel Raido (“Lendas do Crime”), Matthew Durkan (“Coronation Street”) e Leo Flanagan (“Hanna”) como a versão adolescente de McGee. A première aconteceu no Festival de Glasgow, na Escócia, em fevereiro do ano passado, um ano antes da estreia nos EUA, que vai acontecer em VOD no dia 25 de fevereiro.

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  • Filme

    “Aristogatas” vai ganhar versão com gatos realistas

    22 de janeiro de 2022 /

    A Disney está desenvolvendo um filme live-action inspirado na animação “Aristogatas”. O filme de 1970 girava em torno de gatos mimamos parisienses que, ao se tornarem herdeiros da fortuna de sua dona, são raptados e abandonados no interior pelo mordomo da milionária, precisando contar com a ajuda de um gato de rua para voltar para casa. A nova versão será agora filmada com gatos realistas – ao estilo de “O Rei Leão”. O roteiro da adaptação está a cargo de Will Gluck (“Pedro Coelho”) e Keith Bunin (“Dois Irmãos”). Ainda em fase inicial, a produção ainda não tem diretor definido nem previsão de estreia. A versão original de “Aristogatas” está disponível na Disney+. Veja o trailer abaixo.

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  • Filme

    Wagner Moura vai estrelar nova sci-fi do diretor de “Ex_Machina”

    21 de janeiro de 2022 /

    O ator brasileiro Wagner Moura vai estrelar a próxima sci-fi do diretor Alex Garland (“Ex_Machina”, “Aniquilação”). Intitulado “Civil War”, o filme será ambientado em um futuro distópico, mas não há maiores detalhes sobre o enredo. Escrito pelo próprio Garland e com produção do estúdio indie A24, o filme também traz em seu elenco Kirsten Dunst (“Ataque dos Cães”), Stephen McKinley Henderson (“Duna”) e Cailee Spaeny (“Mare of Easttown”). “Civil War” ainda não tem previsão de estreia. Wagner Moura será visto a seguir em outra produção estrangeira, “The Shining Girls”, série de suspense produzida para a Apple TV+, em que atuará com Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”).

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  • Filme

    Mary Elizabeth Winstead entra em nova série de “Star Wars”

    21 de janeiro de 2022 /

    A atriz Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”) se juntou ao elenco de “Ahsoka”, uma das próximas séries derivadas do universo “Star Wars” na Disney+. Os detalhes da trama e da personagem de Winstead estão sendo tratados com sigilo, mas a série gira em torno de Ahsoka Tano, personagem criada por Dave Filoni na série animada “The Clone Wars”. Ela fez sua primeira aparição live-action na 2ª temporada de “The Mandalorian”, interpretada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). A princípio, “Ahsoka” seria ambientada na mesma época de “The Mandalorian” – isto é, cerca de cinco anos após os eventos do filme “O Retorno de Jedi”. Entretanto, este período é posterior à morte de Vader. E o ator Hayden Christensen foi confirmado no elenco, voltando ao papel que viveu na trilogia-prólogo. Como Ahsoka foi padawan de Anakin, é possível que a participação do personagem aconteça por meio de flashbacks, ou que ele volte como um “fantasma da força”. O elenco ainda inclui a atriz ucraniana Ivanna Sakhno (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e a australiana Natasha Liu Bordizzo (“The Society”) em papéis não revelados. A série “Ahsoka” está sendo desenvolvida pelo criador da personagem, Dave Filoni, que também é produtor de “The Mandalorian” e “O Livro de Boba Fett”.

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  • Filme

    “Missão: Impossível 7” é adiado para 2023

    21 de janeiro de 2022 /

    “Missão: Impossível 7” sofreu novo adiamento. Agora, o filme só será lançado em 2023. A Paramount oficializou a nova data em comunicado nesta sexta (21/1). A mudança é o quinto adiamento sofrido pela produção, que originalmente estrearia em julho do ano passado. Primeiro blockbuster com filmagens ao ar livre rodado durante a pandemia, a produção sofreu várias interrupções por contaminação de covid-19, o que atrasou bastante seu cronograma, além de aumentar seu orçamento. As várias ondas da pandemia também afetaram os planos para seu lançamento. Para complicar ainda mais, o projeto inclui uma continuação filmada em sequência imediata, que, com o atraso do primeiro filme, teve seu cronograma comprometido. A data mais recente de estreia de “Missão: Impossível 7” era 30 de setembro deste ano. Agora, o longa só chegará aos cinemas no dia 14 de julho de 2023. Com isso, “Missão: Impossível 8”, que seria visto em 7 de julho de 2023, agora só sai um ano depois, no dia 28 de junho de 2024. Além do retorno de Tom Cruise ao papel do agente Ethan Hunt, os novos filmes também trarão outros integrantes da saga de espionagem, como Rebecca Ferguson, Ving Rhames e Simon Pegg, intérpretes de Ilsa Faust, Luther Stickell e Benji Dunn, além de Vanessa Kirby, recentemente introduzida como Alanna Mitsopolis/Viúva Branca. Outro retorno confirmado é o de Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Para completar, o elenco ainda incluirá novos personagens interpretados por Hayley Atwell (“Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Esai Morales (“Titãs”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rob Delaney (“Catastrophe”), Charles Parnell (“The Last Ship”) e Mark Gatiss (“Sherlock”). Roteiro e direção são de Christopher McQuarrie, responsável pelos dois filmes anteriores da franquia.

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  • Filme

    Atriz de “Skins” agradece ter sobrevivido a atropelamento

    21 de janeiro de 2022 /

    A atriz Kathryn Prescott usou sua primeira postagem no Instagram desde que foi atropelada por um caminhão em Nova York, em setembro do ano passado, para agradecer por sua recuperação aos médicos, parentes e até à mulher anônima que lhe presentou com uma “pedra da sorte”, instantes antes da entrar na sala de cirurgia. “Uma mulher anônima, cujo rosto eu nunca vi, colocou esta pedra na minha mão enquanto eu estava sendo levantada em uma maca. Ela sussurrou no meu ouvido que era para dar sorte. Quando finalmente cheguei à sala de cirurgia e estava sendo preparada para minha primeira cirurgia, um dos assistentes me perguntou o que estava na minha mão. Percebi que eu estava me agarrando a ela [a pedra] desde então sem nem notar. Obrigado a essa mulher (se alguém sabe quem ela é, por favor me diga)”, contou. Ela também agradeceu “a todos os meus incríveis enfermeiros, médicos, fisioterapeutas/terapeutas ocupacionais e cirurgiões da NYP e do Mount Sinai. Obrigada à minha irmã por mover céus e terra para chegar até mim durante uma pandemia global e proibição de viagens. Obrigada a todos os meus amigos por estarem lá, sem hesitação, e por enviarem suas mães, amigos e irmãs quando não puderam. Obrigada ao meu companheiro de quarto de hospital por ser quem você é e por me fazer rir, mesmo quando não havia muito do que rir. Obrigada a todos que entraram em contato e ajudaram de todas as formas que puderam. Do fundo do meu coração, obrigada”, ela finalizou. Revelada na série britânica “Skins”, Kathryn Prescott também teve destaque em “24 Horas: O Legado”, “Finding Carter”, “The Son” e “Tell Me a Story”, além do filme “O Mínimo para Viver”. O atropelamento fraturou sua pélvis em dois lugares, ambas as pernas, o pé e a mão esquerda. Sua irmã Megan disse que por pouco ela não ficou paraplégica. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kathryn Prescott (@k.prescott77)

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  • Filme

    “Uma História de Natal” terá sequência com mesmo ator

    21 de janeiro de 2022 /

    A HBO Max vai exibir uma continuação do clássico infantil “Uma História de Natal”, de 1983, estrelada pelo mesmo ator. Peter Billingsley tinha 12 anos quando o filme original foi lançado e atualmente tem 50. Para quem não lembra, “Uma História de Natal” se passava na década de 1940 e acompanhava Ralphie, um garoto obcecado em convencer a todos que uma arma de ar comprimido era o presente de Natal perfeito. O novo filme se passará em 1970, com Ralphie levando sua família para uma visita a sua antiga casa de infância. A produção ganhou o título de “A Christmas Story Christmas” (Um Natal de Uma História de Natal, em tradução livre) e será coproduzido pelos estúdios Warner Bros. e Legendary, O roteiro foi escrito por Nick Schenk (“Gran Torino” e “A Mula”) e a direção está a cargo de Clay Kaytis (“Angry Birds: O Filme”) As filmagens vão começar em fevereiro na Hungria (!), mas ainda não há previsão de estreia. Lembre abaixo o trailer do filme original.

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  • Filme

    Mostra de Tiradentes abre calendário audiovisual brasileiro

    21 de janeiro de 2022 /

    A Mostra de Cinema de Tiradentes celebra 25 anos e abre o calendário audiovisual brasileiro nesta sexta-feira (21/1), em nova edição virtual devido à pandemia de covid-19. A programação, que vai até o dia 19, pode ser acompanhada pela plataforma online do evento (www.mostratiradentes.com.br). Ao todo, estão previstos 169 filmes, entre longas, curtas e médias-metragens, em pré-estreias e mostras temáticas, além da versão virtual do 25º Seminário do Cinema Brasileiro, com 38 debates, e outros eventos. A cerimônia de abertura acontece a partir das 20h, com a apresentação do eixo temático de 2022, “Cinema em transição”, performance audiovisual e uma homenagem ao cineasta Adirley Queirós, de filmes como “Branco Sai Preto Fica” e “Era Uma Vez Brasília”. Depois de duas horas de discursos, conversas e performance, tem início as exibições, com a apresentação de “Fragmentos de 2016 em Dois Episódios”, novo trabalho de Adirley Queirós, em parceria com Cássio Oliveira, que se soma às diversas leituras cinematográficas do Impeachment de Dilma Rousseff e seus desdobramentos. O filme será exibido em “sessão única” com sinal disponível até às 23h59 de sexta. A programação do evento destaca a Mostra Aurora, competitiva e dedicada a filmes de realizadores com até três longas-metragens, que exibirá sete selecionados: “Seguindo Todos os Protocolos” (PE), de Fábio Leal; “A Colônia” (CE), de Virgínia Pinho e Mozart Freire; “Sessão Bruta” (MG), de As Talavistas e ela.ltda; “Panorama” (SP), de Alexandre Wahrhaftig; “Maputo Nakurandza” (RJ-SP), de Ariadine Zampaulo; “Bem-vindos de Novo” (SP), de Marcos Yoshi; e “Grade” (MG), de Lucas Andrade. Todos eles vão ser avaliados pelo Júri da Crítica e concorrem ao Troféu Barroco e a prêmios de parceiros da Mostra. Nomeada em tributo ao cineasta Carlos Reichenbach (1945-2012), a Mostra Olhos Livres, com diretores de trajetórias mais significativas, traz “O Dia da Posse” (RJ), de Allan Ribeiro; “Você nos Queima” (SP), de Caetano Gotardo; “Os Primeiros Soldados” (ES), de Rodrigo de Oliveira; “Germino Pétalas no Asfalto” (SP), de Coraci Ruiz e Julio Matos; “Manguebit” (PE-SP-RJ), de Jura Capela; e “Ava – Até que os Ventos Aterrem” (SP), de Camila Mota. Na Mostra Autorias, o destaque é o mais novo filme do cineasta Julio Bressane, “Capitu e o Capítulo” (RJ), que retoma o clássico “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, numa dança ensaística, enquanto “Cafi – Salve o Prazer”, de Lírio Ferreira, resgata a vida e obra do fotógrafo e artista plástico pernambucano Carlos da Silva Assunção Filho (1950-2019), que participou de criações e momentos-chave da música brasileira no século 20. Outro grande artista retratado em Tiradentes, na Sessão Debate, é o cineasta Ruy Guerra, atualmente com 90 anos de idade. “Tempo Ruy” (RJ), documentário de Adilson Mendes, faz um panorama do trabalho do cineasta, escritor, ator e dramaturgo moçambicano radicado no Brasil, desde sua primeira experiência cinematográfica até momentos recentes de seu trabalho. Além disso, serão exibidas sessões especiais e 102 curtas de 18 estados, um acréscimo significativo em relação ao ano passado (79 curtas). Mais informações podem ser conferidas em www.mostratiradentes.com.br.

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  • Filme

    Johnny Depp fará filme de época na França

    21 de janeiro de 2022 /

    Johnny Depp encontrou trabalho. Embora permaneça persona no grata em Hollywood, ele foi convidado a interpretar o rei Luís XV numa produção francesa dirigida pela cineasta e atriz Maïwenn (“DNA”). O filme será rodado em locações no Palácio de Versalhes e nos subúrbios de Paris no verão europeu (nosso inverno), mas o enredo está sendo mantido em sigilo. A produção está a cargo da produtora francesa Why Not Productions (“O Profeta”) e a distribuidora Wild Bunch levará o projeto para o mercado internacional durante o European Film Market, evento de negócios paralelo ao Festival de Berlim, que acontecerá de forma virtual em fevereiro. Luís XV governou a França por 59 anos, de 1715, quando sucedeu seu bisavô Luís XIV aos cinco anos de idade, até sua morte em 1774. Seu reinado terminou em desgraça, com o rei acusado de devassidão e corrupção, legado que passou para seu neto e sucessor Luís XVI, famosamente decapitado durante a Revolução Francesa. Depp também atravessa uma fase de desgraça pessoal, após as revelações chocantes do processo que moveu e perdeu em Londres em 2020 por se sentir ofendido com uma reportagem do jornal The Sun, que o chamou de “espancador de esposa”. A conclusão do juiz do caso foi que ele realmente praticou violência doméstica contra a ex-mulher Amber Heard. As repercussões deste julgamento implodiram sua carreira nos EUA. A Warner Bros o descartou da terceira parte da franquia “Animais Fantásticos” – substituindo-o por Mads Mikkelsen. E seu último filme concluído, “Minamata”, de Andrew Levitas, teve o lançamento adiado e repassado para um estúdio independente, que fez uma estreia limitada e constrangida, sem grande repercussão, em dezembro passado. Apesar disso, a Europa não viu motivos para censurar o ator. Ao contrário. No ano passado, os festivais de cinema Karlovy Vary e San Sebastián decidiram homenagear Depp, sem filmes recentes, com prêmios pelo conjunto de sua obra. Sua volta ao cinema também deverá marcar sua estreia na língua francesa. O ator morou na França por muitos anos, enquanto esteve casado com atriz Vanessa Paradis, e fala francês, mas, segundo a imprensa dos EUA, com um forte sotaque americano.

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  • Filme,  Música

    Meat Loaf (1947–2022)

    21 de janeiro de 2022 /

    O roqueiro Michael Lee Aday, conhecido como Meat Loaf, morreu na quinta-feira (20/1), aos 74 anos, cercado pela família. A causa da morte não foi revelada. Ele lançou um dos discos mais famosos do rock, “Bat Out of Hell”, de 1977, que se tornou um dos 10 álbuns mais vendidos de todos os tempos, com mais de 43 milhões de cópias comercializadas. As músicas foram concebidas em parceria com o compositor Jim Steinman como trilha de uma musical, uma versão futurística de “Peter Pan”. E o sucesso contínuo de “Bat Out of Hell” inspirou o cantor a estender o conceito numa trilogia, com os discos seguintes também vendendo milhões de cópias em todo o mundo. A conexão com o mundo dos espetáculos musicais não foi casual. A carreira no rock foi consequência de seu começo em produções do gênero. Sua performance na montagem de “Hair” em Los Angeles lhe rendeu seu primeiro contrato fonográfico com a Motown em 1971. Mas foi só seis anos depois, quando focou seu lado teatral no rock, que Meat Loaf estourou. Além da transição para roqueiro de sucesso, ele também trocou os palcos pelas telas. Foram mais de 60 papéis em filmes e séries, começando por sua participação no clássico musical “The Rocky Horror Picture Show”, em 1975 – repetindo papel que já tinha vivido no teatro. Meat Loaf chegou a protagonizar “Roadie” (1980), uma comédia musical de Alan Rudolph, e fazer par romântico com Cher em “Dead Ringer” (1982), batizado com o título de seu segundo álbum em parceria com Jim Steinman, mas a maioria de seus trabalhos no cinema foi como coadjuvante. A lista inclui alguns filmes cultuados, como “Quanto Mais Idiota Melhor” (1992), o improvável “O Mundo das Spice Girls” (1997), “Clube da Luta” (1999) e “Tenacious D – Uma Dupla Infernal” (2006). Nos anos 1990, ele voltou a liderar as paradas de sucesso com o hit “I’d Do Anything for Love (But I Won’t Do That)”, que ganhou um clipe dirigido por Michael Bay (“Transformers”). A música integrou o segundo volume da trilogia, “Bat Out of Hell II: Back Into Hell”, lançado em 1993. O capítulo final, por sua vez, só saiu em 2006. Depois disso, foi preciso mais um década para “Bat Out of Hell” completar seu círculo e ser finalmente transformado num musical de teatro, lançado no West End londrino em 2017. O cantor também vinha aparecendo como convidado de diversas séries nos últimos anos, incluindo “Glee”, “House” e “Elementary”, mas só foi ter um papel fixo numa atração televisiva em 2017, no terror “Ghost Wars”, que foi seu último trabalho nas telas. Sua postura conservadora e favorável ao Partido Republicano o afastou, pouco a pouco, de Hollywood. Ao se tornar um dos poucos roqueiros apoiadores de Donald Trump, praticamente caiu no ostracismo. Para complicar, passou por alguns problemas de saúde, principalmente nas cordas vocais. Ele sofreu vários desmaios durante apresentações nos últimos anos.

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