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Filme

Astro da franquia “Evil Dead” é diagnosticado com câncer incurável

Bruce Campbell informou aos fãs sobre a doença pelas redes sociais e anunciou pausa na carreira

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3 de março de 2026
Filme, Série

Criador de “House of Cards” desenvolve filme de “Game of Thrones”

Projeto escrito por Beau Willimon deve focar na unificação de Westeros sob o domínio da família Targaryen

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3 de março de 2026
Filme

Trailer de “Todo Mundo em Pânico 6” marca retorno da franquia com elenco original

Primeira prévia traz Anna Faris, Regina Hall e os irmãos Wayans em meio à cenas com paródias de filmes recentes de terror

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2 de março de 2026
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    “Agente Oculto” terá continuação e filme derivado

    26 de julho de 2022 /

    A Netflix anunciou a produção de uma sequência e um spin-off de “Agente Oculto” (The Gray Man), thriller de ação lançado na sexta-feira (22/7) em streaming. O filme original já tinha sido produzido com o potencial de virar uma franquia, já que faz parte de uma coleção literária com vários volumes escritos por Mark Greaney. Após o primeiro lançamento, Ryan Gosling (“La La Land”) vai voltar na continuação como o personagem-título, também conhecido como o agente secreto Six, assim como os irmãos Joe e Anthony Russo (“Vingadores: Ultimato”), que dirigiram e idealizaram a produção via sua empresa AGBO. Quanto ao spin-off, os detalhes estão sendo mantidos em sigilo, mas os escritores de “Deadpool”, Paul Wernick e Rhett Reese, serão os responsáveis pelo roteiro. “Com tantos personagens incríveis no filme, sempre quisemos que o ‘Agente Oculto’ fizesse parte de um universo expandido, e estamos emocionados que a Netflix esteja anunciando uma sequência com Ryan”, disseram os Russos, em comunicado. Scott Stuber, chefe de cinema global, acrescentou: “Com ‘Agente Oculto’, os Russos entregaram um espetáculo de tirar o fôlego, que o público de todo o mundo está adorando. Estamos empolgados em continuar a fazer parceria com eles e a equipe da AGBO enquanto eles constroem o universo do ‘Agente Oculto’.” Segundo a Netflix, o filme alcançou a primeira posição entre os filmes mais assistidos da plataforma em 92 países no fim de semana. Mas os críticos foram bem menos entusiasmados, classificando a produção como medíocre. O thriller dos Russo atingiu apenas 48% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes. A AGBO também está por trás de outra franquia de ação da Netflix, “Resgate”, estrelada por Chris Hemsworth, que tem uma sequência prevista para 2023.

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    Filme de “Os Cavaleiros do Zodíaco” apresenta bastidores de muita ação

    25 de julho de 2022 /

    A produtora japonesa Toei divulgou um vídeo de bastidores do filme live-action que adapta “Os Cavaleiros do Zodíaco”. A prévia mostra ensaios e filmagens de várias cenas de ação, além de uma combinação de atores ocidentais e asiáticos. Baseado no popular mangá de Masami Kurumada, o anime dos Cavaleiros do Zodíaco foi uma grande febre no Brasil da década de 1990. A trama acompanha jovens recrutados para se tornar cavaleiros de Atena e defensores da humanidade, com destaque para Seiya, que recebe a Armadura de Pégaso e, ao lado de seus amigos, luta para proteger Saori Kido, a reencarnação da deusa, de seus inimigos. O filme tem direção do curtametragista polonês Tomasz Baginski, mas quem aparece em destaque comando as cenas na prévia é o veterano Andy Cheng, que trabalhou como coordenador de dublês de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. Já os destaques do elenco são Famke Janssen (Jean Grey/Fênix Negra na primeira trilogia de “X-Men”), Sean Bean (“Game of Thrones” e “Expresso do Amanhã”), Madison Iseman (“Jumanji: Próxima Fase”), Mark Dacascos (“John Wick 3”), Nick Stahl (“O Exterminador do Futuro 3”) e Mackenyu Arata (“Círculo de Fogo: A Revolta”), que vive o protagonista Seiya. A previsão de estreia é para 2023.

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    Netflix revela 4 minutos do final da trilogia “365 Dias”

    25 de julho de 2022 /

    A Netflix divulgou os primeiros quatro minutos de “365 Dias Finais”, último filme da trilogia “365 Dias”. Sem cenas calientes, o vídeo apresenta paisagens e atuações canastronas, com destaque para o personagem Massimo (Michele Morrone). Ele surge de cara fechada, em meio a discussões e num cemitério, diante do túmulo de seu irmão. O filme vai encerrar a história picante de Massimo e Laura (Anna-Maria Sieklucka), um “Cinquenta Tons de Cinza” bem trash da Polônia, que virou fenômeno do streaming em 2020 e conseguiu a façanha de ter 0% de aprovação no Rotten Tomatoes. “365 Dias Finais” tem estreia marcada em 19 de agosto, menos de quatro meses após o lançamento da segunda parte, “365 Dias: Hoje”. E seu lançamento vai enfrentar um desafio histórico: virar a primeira trilogia a somar 0% de aprovação crítica em todos os capítulos. A prévia abaixo indica que suas chances de entrar para a História são bem grandes.

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    Cate Blanchett é maestrina no teaser de “Tár”

    25 de julho de 2022 /

    O estúdio americano Focus Features divulgou o teaser de “Tár”, o terceiro longa do diretor Todd Field, que foi indicado ao Oscar por “Entre Quatro Paredes” (2001) e “Pecados Íntimos” (2006) e estava há 16 anos sem filmar. A prévia é uma cena longa da atriz Cate Blanchett (“Carol”) exalando fumaça dos pulmões, enquanto uma narração explica o que é poder. Após um minuto e meio de seu rosto sendo coberto por fumaça em câmera lenta, a cena se altera para mostrar a atriz conduzindo energicamente uma orquestra sinfônica. Embora os detalhes da trama de Field sejam escassos, “Tár” traz a estrela australiana como a fictícia Lydia Tár, uma aclamada compositora que se torna a primeira maestrina feminina de uma orquestra alemã. A história vai segui-la durante sua vida cotidiana em Berlim, levando à gravação de sua última sinfonia. O elenco de apoio inclui a alemã Nina Hoss (“Fênix”), a francesa Noémie Merlant (“Retrato de uma Jovem em Chamas”), os ingleses Mark Strong (“Shazam!”) e Julian Glover (“Game of Thrones”), o sueco Allan Corduner (“Homeland”) e instrumentistas reais em papéis de músicos da orquestra. Tão importante quanto a direção e o roteiro, a música do filme será fornecida por Hildur Guðnadóttir, a compositor islandesa que venceu o Oscar 2020 de Melhor Trilha por “Coringa”. “Tár” deve ser exibido no Festival de Veneza, antes de chegar aos cinemas americanos em 7 de outubro. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Marvel revela três músicas de “Pantera Negra 2”

    25 de julho de 2022 /

    A Marvel adiantou três músicas da trilha de “Pantera Negra: Wakanda Forever” em suas redes. Uma delas é a versão de “No Woman No Cry”, de Bob Marley, gravada pela cantora nigeriana Tems, que foi ouvida no trailer oficial da produção, revelado no fim de semana – agora em lançamento oficial, sem o sample de “Alright”, de Kendrick Lamar, que foi incluído na prévia do filme. Junto desta gravação, a Marvel também liberou “A Body, A Coffin”, da cantora ganense Amaarae, e “Soy”, do rapper mexicano Santa Fe Klan. O disco com as músicas do primeiro filme foi um grande sucesso comercial e rendeu o hit “All the Stars”, de Kendrick Lamar e SZA, que foi indicado ao Oscar de Melhor Canção Original. Além disso, a composição orquestral do sueco Ludwig Göransson conquistou o Oscar de Melhor Trilha Sonora – e ele volta à função na continuação. Escrito e dirigido por Ryan Coogler, “Pantera Negra: Wakanda Forever” estreia em 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ludwig Goransson está a bordo como compositor do filme.

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    “O Telefone Preto” é maior estreia de terror de 2022 no Brasil

    25 de julho de 2022 /

    A animação “Minions 2: A Origem de Gru” voltou a liderar as bilheterias dos cinemas brasileiros no último fim de semana. A produção da Universal arrecadou mais de R$ 11 milhões com um público de 561 mil pessoas entre quinta-feira e domingo (24/7), segundo levantamento da Comscore. Lançado há 20 dias, a continuação de “Minions” recuperou o 1º lugar após duas semanas em 2º. Mas foi por uma pequena diferença. “Thor: Amor e Trovão”, que vinha sendo o mais assistido, registrou uma bilheteria de R$ 10,9 milhões e quase 510 mil espectadores. O musical “Elvis” ficou em 3º lugar com uma renda de R$ 4,18 milhões, seguido de perto pelo terror “O Telefone Preto”, que fez R$ 4,1 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição. Em termos de público, porém, as crianças fantasmas levaram mais pessoas aos cinemas que o rock de Elvis Presley: foram 203 mil espectadores contra 164 mil. “O Telefone Preto” também comemorou o fato de ser a maior estreia de terror do ano até o momento. Somando suas sessões de “pré-estreias” (na verdade, um lançamento simplesmente antecipado em uma semana), o filme já foi assistido por mais de 360 mil espectadores no Brasil, atingindo uma renda de R$ 6,9 milhões. Ao todo, os 10 filmes mais vistos no fim de semana venderam 1,55 milhão de ingressos e faturaram R$ 32,92 milhões nas bilheterias do país. Confira abaixo a lista com as 10 maiores arrecadações. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 21 a 24/7:1. #MINIONS2 2. #ThorLoveAndThunder #Thor3. #Elvis 4. #OTelefonePreto 5. #TopGunMaverick 5. #PluftOFantasminha 7. #JurassicWorldDominion 8. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 9. #Lightyear10. #BoaSorteLeoGrande (pré estreia) — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 25, 2022

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    Produção da Netflix vai abrir o Festival de Veneza 2022

    25 de julho de 2022 /

    O filme “Barulho Branco” (White Noise), de Noah Baumbach, foi escolhido para abrir a 79ª edição do Festival de Cinema de Veneza, como parte da seleção oficial em competição pelo Leão de Ouro. E marca um avanço do streaming sobre o mais antigo festival de cinema do mundo. Será a primeira vez que um lançamento da Netflix vai abrir a programação do prestigiado evento italiano. “Barulho Branco” é segunda parceria entre Baumbach, Netflix e o ator Adam Driver, que foi indicado ao Oscar por seu desempenho em “História de um Casamento” (2019), drama de streaming que também teve sua première mundial no Festival de Veneza. Baseado no romance homônimo de Don DeLillo (“Cosmópolis”), a produção americana é uma comédia absurda, horripilante, lírica e apocalíptica, que acompanha as tentativas de uma família americana contemporânea em lidar com os conflitos da vida cotidiana e os mistérios universais do amor, da morte e da possibilidade de felicidade num mundo incerto. Além de Adam Driver, o elenco destaca a participação da mulher do diretor, Greta Gerwig, que não atuava numa produção live-action desde “Mulheres do Século 20” (2016) – basicamente, desde que também decolou como cineasta com “Lady Bird: A Hora de Voar” (2017). A produção ainda inclui Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jodie Turner-Smith (“Sem Remorso”), Alessandro Nivola (“Os Muitos Santos de Newark”) e seus filhos Sam e May Nivola, entre outros. A 79ª edição do Festival de Cinema de Veneza vai acontecer entre os dias 31 de agosto e 10 de setembro.

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    Paul Sorvino: Ator de “Os Bons Companheiros” morre aos 83 anos

    25 de julho de 2022 /

    O ator Paul Sorvino, pai da vencedora do Oscar Mira Sorvino (“Poderosa Afrodite”) e conhecido por viver um mafioso brutal em “Os Bons Companheiros” (1990), morreu nesta segunda-feira (25/7) de causas naturais, aos 83 anos. Ele nasceu em 13 de abril de 1939 no Brooklyn, Nova York, e sonhava se tornar um cantor de ópera. Chegou a ter aulas de canto, mas a asma mudou seu destino, fazendo-o se concentrar em atuar. Apesar disso, tentou equilibrar os dois talentos na Broadway, estreando como ator e cantor no musical “Bajour” em 1964. Sorvino apareceu nas telas pela primeira vez na comédia “Como Livrar-me da Mamãe” (1970), de Carl Reiner, e em seguida emplacou um papel atrás do outro – como o pai de Joseph Bologna em “Feitos um para o Outro” (1971), o amigo de George Segal em “Um Toque de Classe” (1973) e um agente do governo no thriller “O Dia do Golfinho” (1973), de Mike Nichols. Mas desde cedo chamou mais atenção ao desempenhar personagens com problemas com a lei – a partir de “Os Viciados” (1971). Seu primeiro mafioso impactante ganhou vida em “O Jogador” (1974), aceitando apostas que James Caan não tinha como pagar. E seu desempenho mais lembrado é o papel de Paul “Paulie” Cícero, o mafioso que adorava uma boa refeição e cortava seu alho com uma lâmina de barbear em “Os Bons Companheiros” (1990), de Martin Scorsese. Ser filho de italianos ajudava no sotaque, mas Sorvino achava que não parecia durão o suficiente para interpretar mafiosos. Em um reportagem do New York Times sobre o 25º aniversário do filme, ele disse que “Os Bons Companheiros” foi uma virada em sua carreira. “Eu fiz muitas comédias e dramas, mas nunca tinha vivido um cara realmente durão. Eu nunca tive isso em mim”, contou. “E esse [papel] pedia uma letalidade que eu sentia que estava muito além de mim. Liguei para meu empresário três dias antes de começarmos a filmar e disse: ‘Me tire daqui. Vou arruinar a imagem desse grande homem [Scorsese] e vou arruinar a mim mesmo’. Eu estava simplesmente inconsolável. Então, olhei no espelho e literalmente pulei para trás. Eu vi um olhar que eu nunca tinha visto, algo em meus olhos que me alarmou. Um olhar terrível que me fez suspirar: ‘Você encontrou'”. “Muitas pessoas pensam que sou mesmo um gângster ou um mafioso, em grande parte por causa de ‘Os Bons Companheiros’”, ele disse em outra ocasião. “Suponho que esse é o preço que você paga por ser eficaz em um papel.” Ele ainda interpretou mafiosos caricatos de quadrinhos em “Dick Tracy” (1990), segundo dos quatro filmes em que foi dirigido por Warren Beatty – após interpretar o fundador do Partido Comunista Americano em “Reds” (1981) e antes de “Politicamente Incorreto” (1998) e “Regras Não Se Aplicam” (2016) – e na adaptação de “Rocketeer” (1991), de Joe Johnston. Além disso, encerrou a carreira interpretando o chefão Frank Costello na série “Godfather of Harlem” (2019-2021). Mas também esteve do lado da lei, vivendo o detetive Mike Logan nas primeiras temporadas de “Law & Order” (de 1992 a 1993). Mais versátil do que lhe dão crédito, Sorvino interpretou pessoas reais, como o secretário de Estado Henry Kissinger no filme “Nixon” (1995), de Oliver Stone, e até personagens shakespeareanos, como o pai de Julieta (Claire Danes) em “Romeu e Julieta” (1996), de Baz Luhrmann, entre muitos outros papéis. De fato, uma obra teve maior importância em sua carreira que “Os Bons Companheiros”: a peça “O Campeão da Temporada”, de Jason Miller. Após ser indicado ao Tony em 1973 pela atuação como o inescrupuloso Phil Romano – um dos quatro ex-jogadores de basquete do ensino médio que se reúnem para visitar seu antigo treinador – , ele reprisou o papel num filme de 1982 e dirigiu sua própria versão do texto em 1999, num telefilme do canal pago Showtime. Depois disso, Sorvino só dirigiu outro filme, “The Trouble With Cali”, em 2012. Mas pôde realizar seus maiores sonhos: cantar e gravar discos de ópera, e ver a filha vencer o Oscar. Sua imagem chorando na plateia do Kodak Theatre pela vitória de Mira Sorvino por “Poderosa Afrodite” (1995) convenceu o mundo inteiro de que o malvadão de “Os Bons Companheiros” era, na verdade, uma homem muito sensível. Entretanto, o violento Paulie voltou a ser evocado em 2018, em defesa da mesma filha. Após descobrir que o produtor Harvey Weinstein havia assediado e prejudicado a carreira de Mira, por ela se recusar a fazer sexo, Sorvino ameaçou matá-lo. “É melhor que ele vá para a cadeia”, disse o ator a um repórter do site TMZ. “Porque se nos encontrarmos, acho que ele ficará estendido no chão. Se não for preso, eu vou matar esse filho da p*ta. Simples assim”. Weinstein foi condenado e preso.

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    David Warner: Ator de “A Profecia”, “Tron” e “Titanic” morre aos 80 anos

    25 de julho de 2022 /

    O ator britânico David Warner, que estrelou vários clássicos e se especializou em viver vilões, morreu no domingo (24/7) numa casa de repouso em Londres, aos 80 anos. Uma nota escrita por seus filhos Luke e Melissa Warner esclareceu que a morte foi decorrência de câncer. “Nos últimos 18 meses, ele abordou seu diagnóstico com uma característica graça e dignidade… pai, cujo legado de trabalho extraordinário tocou a vida de tantos ao longo dos anos. Estamos com o coração partido”, declararam à BBC. David Hattersley Warner nasceu em 29 de julho de 1941 e se formou em artes dramáticas. Sua formação clássica o levou a trabalhar com Peter Hall, responsável pela prestigiosa Royal Shakespeare Company, e com Tony Richardson, um dos mais respeitados diretores do West End londrino. Os dois foram padrinhos de sua transição para as telas. A estreia de Warner no cinema foi em “As Aventuras de Tom Jones” (1963), de Tony Richardson, que lhe deu o papel do irmão antagonista de Tom Jones (Albert Finney) após dirigi-lo no teatro. Foi também o primeiro dos inúmeros vilões da carreira do ator. E após atuar em montagens de Shakespeare – e ser considerado o melhor Hamlet dos palcos – , foi escalado por Peter Hall numa minissérie da BBC que adaptou quatro peças do famoso dramaturgo, “War of the Roses” (1965), além de uma versão de cinema para “Sonhos de uma Noite de Verão” (1968). Por conta disso, só foi viver seu primeiro papel contemporâneo em 1966, como o marido de Vanessa Redgrave na comédia “Deliciosas Loucuras de Amor”. Após trabalhar com os cineastas americanos John Frankenheimer (em “O Homem de Kiev”) e Sydney Lumet (“A Gaivota”) no Reino Unido, Warner foi convidado a filmar em Hollywood por Sam Peckinpah. Mas teve um ataque de pânico ao entrar no avião e ameaçou desistir, sendo convencido pelo diretor a viajar de navio até os EUA e completar de trem o trajeto até o local das filmagens, no deserto de Nevada. Peckinpah insistiu tanto que conseguiu Warner para o papel do pregador itinerante Joshua Duncan Sloane em “A Morte Não Manda Recado” (1970). E ainda estendeu a parceria, indo ao Reino Unido filmar “Sob o Domínio do Medo” (1971), um dos melhores filmes de sua carreira, em que o ator viveu um personagem-chave: um homem ingênuo com problemas mentais, metido no meio de uma disputa entre o turista americano vivido por Dustin Hoffman e os homens violentos de uma cidadezinha rural. Na época, Warner estava envolvido num escândalo – teria quebrado as pernas ao pular da janela de um hotel ao ser flagrado pela esposa com outra mulher, supostamente Claudia Cardinale – e não queria chamar atenção com um filme, mas o diretor não se importou. Aproveitou o ferimento como característica do personagem e ainda sugeriu que ele atuasse sem que seu nome aparecesse nos créditos. Por conta disso, Warner declarou numa entrevista antiga: “Peckinpah tem um lugar, se não no meu coração, na minha vida”. Depois disso, o americano ainda o escalou como um oficial alemão em “Cruz de Ferro” (1977), filme de guerra brutal que Peckinpah filmou na Europa. Os ataques de pânico foram se tornando piores e, em 1972, Warner fugiu de uma montagem mal recebida de “Eu, Claudius”, dirigida por Tony Richardson. Um mês depois, ao assistir outra peça, começou a transpirar e passar mal. “Eu pensava: ‘Como eles podem ficar lá na frente de todas essas pessoas? Como eles aprendem as falas?’ Entrei em pânico e saí no intervalo.” Isto o fez abandonar o teatro. Como resultado, sua filmografia disparou, rendendo-lhe quase 100 participações em filmes, muitos deles considerados clássicos absolutos, como o terror “A Profecia” (1976), de Richard Donner, no qual viveu o malfadado jornalista que descobre a conspiração satanista para colocar o filho do diabo numa família influente. Depois de interpretar o serial killer Jack, o Estripador na fantasia de viagem no tempo “Um Século em 43 Minutos” (1979), de Nicholas Meyer, e o maligno Evil em “Bandidos do Tempo” (1981), de Terry Gilliam, ele ainda se destacou como o vilão de “Tron” (1982), que rouba o trabalho inovador de Kevin Flynn (Jeff Bridges) e o corrompe. Ele também viveu vilões cômicos, como o cientista louco de “O Médico Erótico” (1983), de Carl Reiner, e três personagens diferentes na franquia “Star Trek”. Depois de estrear como um representante humano da Federação em “Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira” (1989), foi um chanceler klingon em “Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida” (1991) e um oficial cardassiano em dois episódios da série “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração” (em 1992). Também apareceu em muitas tramas de terror, como “Terrores da Noite” (1979), de Arthur Hiller, “A Companhia dos Lobos” (1984), de Neil Jordan, “A Passagem” (1988), de Anthony Hickox, “À Beira da Loucura” (1994), do mestre John Carpenter, e até na comédia “Meu Doce Vampiro” (1987), chegando a ser sondado por Wes Kraven para viver Freddy Krueger no primeiro “A Hora do Pesadelo” (1984), o que acabou não acontecendo. Mesmo assim, foi dirigido por Kraven em “Pânico 2” (1997). Warner ainda foi um dos vilões do blockbuster “Titanic” (1997), de James Cameron: o implacável guarda-costas do industrial Cal Hockley (Billy Zane). E um dos vilões símios do remake de “O Planeta dos Macacos” (2001), de Tim Burton. Sua especialidade em malvadões estendeu-se para a televisão e lhe rendeu um Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho como o perverso Pomponius Falco na minissérie “Masada” (1981). Outros destaques entre seus mais de 100 papéis televisivos incluem ainda participações recorrentes em “Twin Peaks” (em 1991) e “The Larry Sanders Show” (em 1993 e 1994) e a dublagem de dois supervilões: Cerebelo, em “Freakazoid!”, e Ra’s al Ghul em três séries animadas de Batman e Superman nos anos 1990. Seus trabalhos finais foram personagens das séries “Wallander” (de 2008 a 2015), “Ripper Street” (2016) e “O Alienista” (2018), seguidos por uma participação no filme “O Retorno de Mary Poppins” (2018) e uma última dublagem em “Os Jovens Titãs em Ação!” (2020), em que reviveu Cerebelo.

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    Namor: Vilão de “Pantera Negra 2” foi primeiro herói da Marvel

    24 de julho de 2022 /

    O trailer de “Pantera Negra: Wakanda Forever”, divulgado neste fim de semana, introduziu no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) um personagem clássico dos quadrinhos: Namor, o Príncipe Submarino. Apresentado como vilão, ele foi na verdade o primeiro herói da Marvel. Namor foi criado pelo escritor-artista Bill Everett em abril de 1939, numa revista em quadrinhos chamada “Motion Picture Funnies Weekly”, editada pelo estúdio independente Funnies Inc. para ser distribuída de graça nos cinemas. A experiência foi um fracasso, mas o pessoal da Funnies Inc foi trabalhar em seguida para o editor de pulps Martin Goodman, que resolveu entrar num novo mercado e lançar sua primeira publicação de quadrinhos. Para a nova empreitada, Everett retomou seu personagem marinho, transformando-o num dos destaques da primeira edição da revista “Marvel Comics”, lançada em outubro de 1939. O primeiro número da “Marvel Comics” vendeu 80 mil exemplares. Goodman se entusiasmou e mandou reimprimir a edição. A segunda tiragem vendeu 800 mil exemplares. Assim, o editor resolveu voltar todo seu negócio para os quadrinhos e contratou o escritor Joe Simon com a missão de criar em média cinco novos heróis por mês. Alguns deles eram parcerias com um jovem artista chamado Jack Kirby. Mas a dupla só atingiu sucesso dois anos depois da estreia de Namor, quando lançaram o Capitão América. No começo, o sucesso de Namor só era rivalizado por uma criação de Carl Burgos, o Tocha Humana. Corre a lenda que Burgos e Everett criaram personagens de fogo e água em 1939 para valer uma disputa sobre qual elemento era o mais poderoso, numa noite de muitas bebidas no Webster Bar, em Nova York. Os dois costumavam discutir, no bar que ficava na esquina do estúdio que compartilhavam, quem venceria a luta, o Tocha Humana ou o Príncipe Submarino, e resolveram testar suas teorias em várias histórias em que os heróis se enfrentaram. De fato, os dois personagens protagonizaram o primeiro combate entre super-heróis da História, evento que virou tradição dos quadrinhos Marvel. Mais que isso, o confronto começava na história de um e terminava na história do outro, o que deu origem ao conceito dos crossovers dos quadrinhos. As lutas, claro, terminavam sempre em empate – nenhum dos artistas queria que seu personagem perdesse. Mas as primeiras edições em que os dois se enfrentaram foram os gibis mais vendidos do verão de 1940. Como grande diferencial para as criações da época, a trama de Namor mostrava uma mitologia complexa em detalhes. Não se sabia se o príncipe do fundo do mar era bom ou mau, pois suas ações eram violentas e motivadas por vingança, numa guerra contra os “homens brancos”, que quase extinguiram sua raça. Mas um dia ele resolveu parar de lutar contra o Tocha Humano e se tornar seu aliado, com os heróis juntando forças para enfrentar um inimigo em comum: os nazistas. Namor foi um dos poucos personagens dessa época resgatados pelo novo editor a assumir a empresa nos anos 1960. Quando Stan Lee rebatizou a editora de Goodman (originalmente chamada de Timely e, mais tarde, Atlas) com o título da primeira revista publicada pela empresa, Marvel Comics, não demorou a retomar o Príncipe Submarino. O herói retornou à superfície em maio de 1962, na quarta edição da revista do “Quarteto Fantástico”, quando o novo Tocha Humana, Johnny Storm, o descobre como um sem-teto desmemoriado em Nova York. Ao recobrar a memória, ele volta a seu reino submarino – identificado pela primeira vez como Atlantis – , apenas para encontrá-lo destruído por testes nucleares. Isto o impulsiona a se tornar um anti-herói e querer vingança contra a humanidade – um de seus acessos de raiva foi responsável por ajudar a descongelar o Capitão América, que fez seu retorno aos quadrinhos após décadas de gelo literal. Mas como descobre o Quarteto Fantástico em seus primeiros confrontos, Namor reluta em abraçar o papel de vilão. Nas histórias de Stan Lee, o personagem torna-se um nobre incompreendido, poderoso, mas frustrado, um monarca sem país, que demora, mas finalmente encontra seu objetivo com a ajuda do editor-roteirista Roy Thomas: juntar seu povo e reconstruir sua nação. O Príncipe Submarino também foi um membro por vários anos do grupo político clandestino Illuminati, apresentado no recente filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, além de ter sido membro dos Invasores (o protótipo dos Vingadores nos anos 1940 – embora essas histórias só tenham sido publicadas depois dos anos 1960) e dos Defensores (originalmente formado pelo Doutor Estranho, Valquíria, Surfista Prateado, Hulk e Namor nos anos 1970). Por sinal, as tensões entre Wakanda e Atlantis começaram na época em que Namor era membro dos Defensores, quando o Pantera Negra perseguiu atlantes que roubaram tecnologia de seu país e um pulo do Hulk foi confundido com um míssil, levando os wakandanos a lançar um ataque de retaliação. Ele também foi considerado o primeiro mutante da Marvel e chegou a integrar os X-Men a partir de 2011, tornando-se um dos guardiões da energia da Fênix. Foi neste período em que Atlantis e Wakanda finalmente declararam a guerra que vinham ensaiando. Enquanto os Vingadores acreditavam que a Força Fênix era incrivelmente perigosa, os X-Men queriam usar o poder cósmico para melhorar o mundo e o dividiram entre cinco mutantes – Namor foi um deles. Mas quando os Vingadores planejavam um ataque, escondidos em Wakanda, Namor desencadeou um enorme maremoto no país, que matou inúmeras pessoas. Com isso, o Pantera Negra declarou oficialmente guerra a Atlantis. Sob o comando da princesa Shuri, Wakanda dizimou o reino de Namor. Mas o Príncipe Submarino não deixou barato, convencendo Thanos que uma de suas joias se encontrava escondida em Wakanda. Assim, o vilão devastou o país africano. Quando Namor finalmente revelou seu papel no evento para T’Challa, o Pantera Negra jurou matá-lo e quase conseguiu. Mas em vez de morrer, Namor foi parar em outro universo, preparando o caminho para a minissérie “Guerras Secretas”, de 2015, que será adaptada num filme da Marvel anunciado neste fim de semana na Comic-Con: “Vingadores: Guerras Secretas”, com estreia marcada para novembro de 2025. Como se vê, trata-se um herói clássico, importante e cheio de conexões com o universo dos quadrinhos – e dos filmes – da Marvel.

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    Marvel já tem planos para Harry Styles no cinema

    24 de julho de 2022 /

    O chefão da Marvel, Kevin Feige, revelou que tem planos para a volta de Harry Styles ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). O cantor foi introduzido como o super-herói Eros/Starfox, irmão de Thanos, em “Eternos”, e deve voltar em breve em aventuras ao lado do trol Pip (Patton Oswalt). “As aventuras de Eros e Pip são algo que está nos animando muito”, adiantou Feige em entrevista ao “MTV News”. Ainda segundo o executivo, Eros se encaixa na parte cósmica do MCU. Mencionando a expansão dos filmes da Marvel para várias linhas narrativas, ele também citou a retomada do Motoqueiro Fantasma, mostrando-se entusiasmado com a sugestão de que Ryan Gosling (“Agente Oculto”) estaria interessado no papel. Feige revelou uma lista de lançamentos até 2025 durante a Comic-Con Internacional, em San Diego, mas guardou seis títulos, com datas já reservadas nos cinemas, para revelar na D23, evento da Disney que vai acontecer em setembro. A volta de Harry Styles e o futuro do Motoqueiro Fantasma podem fazer parte dessas novidades. Will @RyanGosling be #GhostRider and what does the future hold for #HarryStyles in the #MCU? #KevinFeige give @joshhorowitz the scoop at #SDCC2022. pic.twitter.com/KEVBWEJr5d — MTV NEWS is at Comic Con (@MTVNEWS) July 24, 2022

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    Bob Rafelson: Criador dos Monkees e diretor de filmes clássicos morre aos 89 anos

    24 de julho de 2022 /

    O cineasta Bob Rafelson, criador dos Monkees e considerado o responsável por trazer sensibilidade europeia ao cinema americano nos anos 1970, morreu na noite de sábado (23/7) em sua casa em Aspen, Colorado, aos 89 anos, cercado por sua família. Robert Rafelson era sobrinho de Samson Raphaelson (“A Loja da Esquina”), o roteirista favorito de Ernst Lubitsch. Nascido em Nova York em 1933, ele estudou Filosofia, trabalhou como radialista, fez traduções de filmes japoneses e começou a escrever para a TV em 1959, adicionando diálogos na série de teleteatro “Play of the Week”. Ele passou a trabalhar como produtor nos anos 1960, em atrações como “The Greatest Show on Earth” e “Channing”, antes de conceber seu primeiro sucesso: “Os Monkees”. A série dos Monkees foi imaginada como a resposta americana ao fenômeno dos Beatles, e seus integrantes foram selecionados por meio de audições de diferentes músicos, que também precisavam demonstrar suas capacidades de atuação para serem aprovados. Lançada em setembro de 1966, “Os Monkees” não demorou a virar febre e popularizar diversos hits cantados em seus episódios. Mas foi cancelada após dois anos e dois Emmys (Melhor Série de Comédia e Direção). Ironicamente, o final da série marcou o começo da carreira cinematográfica de Rafelson, que reuniu os músicos mais uma vez para lançar seu primeiro longa-metragem como diretor em 1968, “Os Monkees Estão Soltos” (Head), co-escrito pelo ator Jack Nicholson. A trama altamente psicodélica refletia ideais contraculturais de Rafelson e seu parceiro, o produtor Bert Schneider, com quem formou a Raybert (posteriormente rebatizada como BBS), produtora responsável por marcos como “Easy Rider – Sem Destino” em 1969 e “A Última Sessão de Cinema” em 1971. Seu segundo filme, “Cada um Vive como Quer”, estrelado pelo parceiro Jack Nicholson, foi o ponto mais alto de sua carreira – e do cinema da época. O filme atingiu um sucesso de crítica impressionante e projetou a carreira de Nicholson, ao incorporar pela primeira vez a influência da nouvelle vague francesa no cinema americano. Até o mestre sueco Ingmar Bergman elogiou e expressou admiração pela obra de Rafelson. “Cada um Vive como Quer” era um road movie com personagens que refletiam a visão de Rafelson sobre um outsider (Nicholson) aflito por uma dor profunda, criativa e não revelada. Em entrevista, ele confessou era a história dele mesmo, como alguém que não suportava a família e buscava fugir para longe de tudo. “Eu estava tentando escapar do meu passado desde os 14 anos”, disse o diretor, lembrando do alcoolismo de sua mãe. Indicado a quatro Oscars, incluindo Melhor Filme, a obra também sinalizou a entrada de Jack Nicholson ao time dos grandes astros, com sua primeira indicação ao troféu de Melhor Ator. Em menor escala, os filmes seguintes de Rafelson também foram reconhecidos por sinalizarem uma nova profundidade no cinema americano, incluindo “O Rei da Ilusão” em 1972 e “O Guarda-Costas” em 1976. Mas sua carreira foi afetada logo no começo por uma tragédia, quando sua filha de 10 anos, Julie, morreu na explosão de um fogão a gás em sua casa em Aspen em 1973. A partir daí, seus lançamentos passaram a ser mais esparsos e pessimistas. Rafelson se fixou em temas do cinema noir em dois lançamentos seguidos: a nova parceria com Nicholson em “O Destino Bate à sua Porta” (1981) e o filme de femme fatale “O Mistério da Viúva Negra” (1987), estrelado por Debra Winger e Theresa Russell. A fase rendeu bilheteria saudável e muitos elogios na Europa, onde a reputação de Rafelson permaneceu em alta. Entre os dois filmes, o cineasta ainda participou da História dos clipes musicais, ao dirigir o vídeo do hit de 1983 de Lionel Richie, “All Night Long (All Night)”, combinando a balada pop contagiante com um retrato colorido e abstrato de uma festa ao pôr do sol. Ele assinou seu filme de maior orçamento em 1990: “As Montanhas da Lua”, mistura de drama biográfico e aventura sobre o explorador Sir Richard Burton e sua missão de encontrar a nascente do Rio Nilo, na África. Para compensar o trabalho mais convencional, fez mais dois filmes com Nicholson: “O Cão de Guarda” (1992) e “Sangue & Vinho” (1996). E embora o ator considerasse Rafelson parte de sua “família”, o filme de 1992 foi o pior trabalho da carreira de ambos. Depois disso, o diretor voltou ao gênero noir para comandar o telefilme “Poodle Springs”, da HBO, que trazia James Caan como o detetive Philip Marlowe. E só assinou mais um longa nos cinemas, o thriller policial “Sem Risco Aparente”, estrelado por Samuel L. Jackson e Milla Jovovich, que implodiu nas bilheterias em 2002. Refletindo sobre sua própria carreira em uma entrevista de 2004, Rafelson foi filosófico: “Se acontece de as pessoas se identificarem com seu trabalho, bem, você tem muita sorte… isso lhe dá permissão para continuar fazendo filmes. Mas se você não receber os aplausos, bem, há outras coisas. Quero dizer, afinal, há sua vida para viver.”

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    Novo filme de Jordan Peele estreia em 1º lugar nos EUA

    24 de julho de 2022 /

    O mais novo filme do cineasta Jordan Peele, “Não! Não Olhe!” (Nope), estreou em 1º lugar na América do Norte com cerca de US$ 44 milhões de bilheteria no fim de semana. Trata-se da maior abertura de um longa de roteiro original – que não é adaptação, continuação, remake/reboot – desde o filme anterior de Peele, “Nós”, que faturou US$ 71 milhões em seu lançamento em 2019. Chegou, inclusive, a superar os US$ 41 milhões do lançamento de “Era uma Vez… em Hollywood”, de Quentin Tarantino. “Não! Não Olhe!” também é o terceiro sucesso seguido do diretor após redefinir o gênero do terror com “Corra!” – que abriu com US$ 33 milhões em 2017. Desta vez, ele insere sci-fi na mistura, sem perder de vista os temas de raça e cultura, e sem alienar a crítica, que novamente o aplaudiu, resultando numa média de 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil, porém, ainda vai demorar. O lançamento nacional está marcado para daqui a um mês, em 25 de agosto. A produção sci-fi da Universal foi o único novidade nos cinemas norte-americanos neste fim de semana, mantendo vários títulos remanescentes no ranking dos mais vistos nos EUA e Canadá. “Thor: Amor e Trovão” caiu para o 2º lugar depois de duas semanas de liderança. A aventura da Marvel adicionou US$ 22,1 milhões, elevando seu total doméstico para US$ 276,2 milhões. Globalmente, o quarto filme de “Thor” arrecadou US$ 598 milhões e cruzará a marca de US$ 600 milhões na segunda-feira (25/7). Outro filme da Universal, “Minions 2: A Origem de Gru”, ficou em 3º lugar com US$ 17,7 milhões. Após quatro semanas em cartaz, a animação arrecadou US$ 297,8 milhões na América do Norte e US$ 640,2 milhões em todo o mundo. O drama “Um Lugar Bem Longe Daqui” ficou em 4º lugar com US$ 10,33 milhões e acumula US$ 38,3 milhões desde a chegada nos cinemas no fim de semana passado. Ainda inédito no Brasil, o filme da Sony só desembarca por aqui em 1 de setembro. “Top Gun: Maverick” completa o Top 5 com US$ 10 milhões, elevando sua contagem doméstica para US$ 635 milhões. Com esse desempenho, a produção da Paramount estrelada por Tom Cruise ultrapassou “Os Vingadores” (US$ 623,3 milhões) para virar a 9ª maior maior bilheteria na história da América do Norte. Em todo o mundo, já soma US$ 1,28 bilhão.

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