Emma Stone aparece de cabelos escuros na primeira foto de seu novo filme
A Searchlight divulgou as primeiras fotos do longa “Poor Things”, do diretor Yorgos Lanthimos (“A Favorita”). Em uma imagem, Emma Stone (“La La Land”) aparece caracterizada como Bella Baxter, com cabelos longos e escuros. O filme marca a segunda colaboração do diretor com Stone, que estrela e produz o projeto. Eles trabalharam juntos antes em “A Favorita” (2018). Em “Poor Thimgs”, Bella Baxter (Stone) é uma jovem trazida de volta à vida pelo brilhante e pouco convencional cientista Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe). Sob a proteção de dele, Bella está ansiosa para aprender. Faminta pela vivacidade que lhe falta, Bella foge com Duncan Wedderburn (Mark Ruffalo), um advogado astuto e depravado, em uma aventura louca pelos continentes. Livre dos preconceitos de sua época, Bella se torna firme em seu propósito de lutar pela igualdade e libertação. O filme é uma adaptação do livro de mesmo nome do escritor Alasdair Gray, publicado em 1992. O último trabalho de Lanthimos, “A Favorita” foi um sucesso nos cinemas, arrecadando US$ 34,3 milhões nos Estados Unidos e mais de US$ 95 milhões em todo o mundo, além de ter recebido dez indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Atriz Coadjuvante para Emma Stone, além de ter rendido o Oscar de Melhor Atriz para Olivia Colman. “Poor Things” será lançado nos cinemas em 8 de setembro nos Estados Unidos. Ainda não há data de estreia no Brasil.
Diretores de “Pânico 6” dizem que seu novo terror será “banho de sangue”
Os diretores de “Pânico 6”, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, estão desenvolvendo um novo terror na Universal, baseada nos clássicos de monstros do estúdio dos anos 1930 e 1940. Ainda sem título ou premissa conhecida , o longa tem, no entanto, sua protagonista: Melissa Barrera, que também estrelou “Pânico” (2020) e “Pânico 6” (2023). O roteiro é de Stephen Shields (“Hunted: Quem Tem Medo do Lobo Mau?”) e Guy Busick (“Pânico 6). Em entrevista, os diretores revelaram que a nova produção será bem sangrenta. “Este é um filme divertido. Tem muita energia que as pessoas têm associado ao nosso trabalho. É engraçado, divertido e um banho de sangue. Estamos animados para compartilhar mais sobre isso”, disseram. “É assustador. É violento pra caramba. E temos Melissa Barrera, então vai ser muito divertido”. O foco no “gore” provavelmente não deve ser uma surpresa para quem viu “Pânico 6”. A ênfase dos diretores em sangue também é um sinal encorajador para este próximo projeto, após o tom de comédia de “Renfield – Dando o Sangue pelo Chefe”. E a produção parece já estar bem adiantada. Gillet revelou que eles estão na Irlanda e pretendem começar a filmar nas próximas semanas. Os novos filmes de mosntros da Universal tiveram recepções variadas. Desde a tentativa fracassada de transformar “A Múmia” (2017) num blockbuster com Tom Cruise até a reinvenção brilhante de “O Homem Invisível” (2020) como uma história de relacionamento tóxico. “Acho que, para nós, algumas das reinvenções foram incríveis. ‘O Homem Invisível’ é um filme incrível, incrível”, ponderou Gillett sobre o filme de 2020. Os diretores, juntamente com o produtor Chad Villella, formam o coletivo de terror Radio Silence, que se tornou a primeira equipe a assumir a franquia de “Pânico” desde a morte do diretor Wes Craven, um dos maiores mestres dos filmes de terror.
Jude Law foi Capitão Gancho fora da filmagem pra assustar crianças de “Peter Pan e Wendy”
Em entrevista ao “Tonight Show”, o ator Jude Law (“Animais Fantásticos e os Segredos de Dumbledore”) revelou que não saiu do papel de Capitão Gancho no set de “Peter Pan e Wendy”, novo live-action da Disney. Quem o instruiu a fazer isso foi o diretor David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”), para ter certeza que as crianças que atuam no filme tivessem medo do Capitão Gancho. “Eu apenas fiquei como o Gancho o tempo todo, o que foi uma oportunidade para ser realmente assustador e malvado. Parece meio terrível”, Law falou ao apresentador Jimmy Fallon. “E, sim, muitas das reações que você vê no filme são suas reações a mim pela primeira vez, ou como o próprio homem, sabe?”. Só ao fim das filmagens, o ator pôde se apresentar como ele mesmo – mas percebeu que precisava de ajuda para ganhar os corações das crianças. Então, decidiu apelar. “Eles me conheceram como Jude no final”, explicou o ator. “E eu fiz o que todo adulto deveria fazer para subornar as crianças. Eu contratei uma van de sorvete e a levei ao set e distribuí sorvetes. Nada como sorvete de chocolate para convencer uma criança de que você é legal”. “Peter Pan & Wendy” foi lançado nesta sexta-feira (28/4) na Disney+.
Criador de “True Detective” vai reescrever “Blade”, da Marvel
A Marvel contratou o criador de “True Detective”, Nic Pizzolatto, para escrever o roteiro de “Blade”. O thriller de vampiros será estrelado por Mahershala Ali (“Green Book”), com quem Pizzolatto trabalhou na 3ª temporada de “True Detective”. Com bastidores conturbados, Pizzolatto já é o quarto roteirista do filme. Ele entra para substituir Michael Starrbury (da minissérie “Olhos que Condenam”) que chegou em novembro de 2022. Fontes dizem que Pizzolatto está trabalhando em cima do rascunho de Starrbury, após o primeiro roteiro ser descartado. O filme deveria ser dirigido por Bassam Tariq (“Mogul Mowgli”), que abandonou a produção em setembro, na véspera do início das filmagens. Na época, a Marvel filmaria um roteiro de Stacy Osei-Kuffour (da série “Watchmen”), primeira roteirista negra a trabalhar numa produção do estúdio. Mas fontes do site The Hollywood Reporter indicavam que o roteiro era problemático e que Beau DeMayo, que trabalhou na série “Cavaleiro da Lua”, tinha chegado a reescrever a história. Tudo isso mudou quando Tariq se afastou do filme e o cineasta Yann Demange (do filme “71: Esquecido em Belfast” e da série “Lovecraft Country”) foi contratado em seu lugar. A mudança fez com que o roteiro recomeçasse do zero. “Blade” foi criado pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista Gene Colan nos quadrinhos de “A Tumba de Drácula” de 1973. Ele é meio mortal, meio vampiro e caça os sangue-sugas para vingar sua mãe, que foi morta por um vampiro enquanto lhe dava luz. O personagem já foi adaptado para o cinema em três filmes dos anos 2000, estrelados por Wesley Snipes (“Um Príncipe em Nova York 2”). A nova adaptação ainda está escalando o elenco, mas já foram anunciados a atriz Mia Goth (“Pearl”) e Delroy Lindo (“Destacamento Blood”). A previsão de início das filmagens é para o final de maio em Atlanta, nos EUA, para um lançamento em 5 de setembro de 2024 nos cinemas brasileiros – um dia antes da estreia na América do Norte.
“Guardiões da Galáxia Vol. 3” é final perfeito da franquia, dizem primeiras críticas
As primeiras críticas de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” começaram a ser publicadas nos EUA e parece que a Marvel Studios voltou a ter um sucesso em suas mãos. James Gunn vai se despedir do estúdio após o lançamento do filme na próxima semana, para se concentrar em dirigir o DC Studios e assumir a direção de “Superman: Legacy”. De um modo geral, as críticas consideraram o filme um final perfeito para a franquia e excelente despedida do diretor. O site The Hollywood Reporter afirmou que a “imaginação selvagem das imagens do filme são algo ‘a mais’, com as cenas tão bizarramente psicodélicas em alguns momentos que parece que Gunn está tentando criar um clássico da meia-noite em vez de um blockbuster de super-herói”. No entanto, após elogiar o “estilo anárquico distintivo do cineasta”, o crítico do THR se pergunta “como ele irá atenuar isso quando tiver que lidar com personagens icônicos menos adequados para o humor irreverente, como Superman”. O site IGN deu ao filme uma pontuação de 8/10 e concluiu que “os Guardiões da Galáxia entregam sua última música em ‘Vol. 3’ e é um ótimo momento. As origens trágicas de Rocket, as ótimas cenas de ação e efeitos especiais e o estilo emocional de James Gunn os levam ao ponto mais alto”. “O ‘Vol. 3’ é o final perfeito para uma história maravilhosa sobre um bando de desajustados, motivados puramente por razões egoístas, que agora se reúnem como uma equipe e uma família”, exclamou o Film Threat. O Digital Spy ficou igualmente impressionado e sua avaliação de 4 estrelas promete que o filme “deve dar o impulso que a Marvel precisava, além de dar aos fãs exatamente o que eles querem”. O Empire dá a mesma pontuação e declara: “Um retorno à forma para o MCU e para os Guardiões, isso é emocionante e reconfortante em igual medida, mantendo seus personagens em foco apesar de todo o caos e cor que os envolve.” Também teve quem visse os acertos do filme como sinal dos problemas da Marvel. Alguns mencionaram que o longa é mais efetivo por passar ao largo do multiverso e outras crises de continuidade. “‘Guardiões 3’ é um adeus alegre a muitos dos melhores heróis do estúdio, que de alguma forma conseguiram passar por uma franquia inteira sem serem arruinados pelo universo maior de super-heróis que habitam. Para a Marvel, isso é uma vitória e um problema”, apontou a revista The Atlantic. Alguns críticos ficaram menos entusiasmados, como a resenhista do Mashable, que inicia sua análise dizendo que o filme apresenta os “fragmentos cintilantes de tempos divertidos, mas boa parte é besteira sentimental”. O jornal britânico The Telegraph foi o mais negativo, dando apenas 2 estrelas ao longa, mas ao mesmo tempo afirmou que “pelo menos vale mais a pena do que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ e ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’. Mas a principal indicação de que “Guardiões da Galáxia Vol. 3” está indo bem com os críticos é a pontuação no Rotten Tomatoes. Até a tarde desta sexta-feira (28/4), o final da trilogia tinha 80% de aprovação. Isso certamente vai mudar muito nos próximos dias, à medida que mais críticas forem contabilizadas, mas é um bom sinal para a produção. Confira abaixo o trailer do longa, que estreia no Brasil na quinta-feira (4/5).
James Gunn busca ator que as pessoas “queiram abraçar” como Superman
Apesar de ainda não ter escolhido um novo ator para interpretar o Superman, o diretor James Gunn já sabe o que busca. No tapete vermelho da première de seu novo filme, “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, Gunn contou que já está considerando “escolhas excelentes” para o papel. “O próximo Superman tem que ser alguém que tenha toda a humanidade que o Superman tem, mas que também seja um alienígena”, disse James Gunn à Variety. “Tem que ser alguém que tenha a bondade e a compaixão que o Superman tem e seja alguém que você queira abraçar”. O diretor já confirmou que Chris Pratt, o Peter Quill/Senhor das Estrelas de “Guardiões da Galáxia”, não está concorrendo ao papel. “Se ele fosse mais novo, talvez”. Isso não quer dizer que outros atores não possam trocar a Marvel pela DC. Pom Klementieff, que interpreta a Mantis em “Guardiões da Galáxia”, disse já ter conversado e feito planos com James Gunn sobre a ideia, mas que nada está confirmado. A atriz já tem um personagem em mente, e que “sempre amou e achou legal”. Co-presidente do DC Studios, James Gunn está escrevendo e dirigindo “Superman: Legacy”, o próximo longa do herói. Ainda em estágios iniciais de produção, o filme está previsto para estrear em 2025. James Gunn reveals what he's looking for in the next Superman at the premiere of #GuardiansoftheGalaxyVol3. https://t.co/G3QElsKbUh pic.twitter.com/GkWRmVy5Pq — Variety (@Variety) April 28, 2023
Estrela de “Stranger Things” será imperador romano em “Gladiador 2”
O ator Joseph Quinn (o Eddie de “Stranger Things”) vai estrelar o filme de Ridley Scott (“O Estrangulador de Boston”). O projeto da Paramount é uma continuação de “Gladiador”, vencedor do Oscar de Melhor Filme de 2001. Quinn vai ter o papel do imperador romano Caracalla. Ele se juntará a Paul Mescal (“Aftersun”), que será o protagonista do filme, que contará ainda com Denzel Washington (“A Tragédia de Macbeth”) e Barry Keoghan (“Os Banshees de Inisherin”), além dos retornos de Connie Nielsen (“Mulher-Maravilha 1984”) como Lucilla, a irmã do imperador Commodus (papel de Joaquin Phoenix no filme original), e Djimon Hounsou como Juba, um colega gladiador e ex-aliado de Maximus (Russell Crowe no filme de 2000). A história da sequência deve se passar 25 anos depois dos eventos de “Gladiador”, acompanhando Lucius (Mescal), o filho de Lucilla e sobrinho de Commodus. David Scarpa (que trabalhou com Scott em “Todo o Dinheiro do Mundo”) é o responsável pelo roteiro. O filme original arrecadou US$ 460 milhões nas bilheterias e recebeu 11 indicações ao Oscar, vencendo 11 estatuetas, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Crowe. Relembre abaixo o trailer de “Gladiador”.
Documentário sobre Cleópatra negra é criticado por Conselho de Antiguidades do Egito
A polêmica sobre a escolha de Adele James, uma mulher negra, para o papel de Cleópatra no documentário da Netflix “Queen Cleopatra” continua rendendo. Após o trailer da produção agitar as redes sociais e até fazer com que a plataforma de streaming seja processada no Egito, o Conselho Supremo de Antiguidades do país também se manifestou contra a série. Responsável pelo patrimônio cultural e todos os sítios arqueológicos do país, a instituição de 160 anos divulgou uma nota em seu site em reação à série. “O Secretário-Geral do Supremo Conselho de Antiguidades confirma que a rainha Cleópatra tinha pele clara e características helenísticas (gregas)”. Por conta da polêmica, a Netflix está envolvida em um processo ajuizado na Procuradoria Pública do país por “falsificar a identidade egípcia”. A ação ainda pede que a plataforma de streaming seja banida no país, afirmando ainda que as produções contidas lá não estão de acordo com os “valores e princípios islâmicos”. O comunicado do Conselho Supremo de Antiguidades concorda com as acusações, alegando que a Netflix cometeu “falsificação da história egípcia”, visto que a produção é divulgada como um documentário e não um drama. “Os encarregados de sua produção devem investigar a precisão e confiar em fatos históricos e científicos para garantir que a história e as civilizações dos povos não sejam falsificadas”. O Dr. Mustafa Waziri, Secretário-Geral do Conselho Supremo de Antiguidades, afirmou ainda que existem relíquias que mostram “as características helenísticas (gregas) da rainha Cleópatra em termos de pele clara, nariz desenhado e lábios finos”. A instituição também se defendeu de potenciais acusações de racismo, afirmando que a rejeição à série “vem do ponto de vista da defesa da história da rainha”. Em um comunicado divulgado em seu site, a Netflix afirmou que a intenção do documentário era de mostrar Cleópatra como uma mulher forte e não focar na cor de sua pele – apesar de admitir que a escolha de uma atriz negra foi intencional. Produzida e narrada por Jada Pinkett Smith, “Queen Cleopatra” será lançada na Netflix no dia 10 de maio.
Eva Green ganha processo de US$ 1 milhão por filme não concluído
A atriz Eva Green (“Penny Dreadful”) ganhou uma ação judicial pelo filme de ficção científica “A Patriot” (“Um Patriota”, em tradução livre), que não chegou a ser produzido. Julgado no Tribunal Superior de Londres, o processo definia se Green deveria receber o salário de US$ 1 milhão que foi acordado, mesmo sem ter filmado. A atriz, que também deveria ter sido produtora executiva do longa, afirma que tem direito ao valor pelo tipo de contrato firmado com a produtora, o “pay or play”. Neste tipo de acordo, o estúdio deve pagar o profissional mesmo que, no fim, seus serviços não sejam necessários. Com um roteiro já pronto, a produção do “A Patriot” começou a apresentar problemas em 2019 após complicações com o orçamento. A produtora responsável, White Lantern, precisou ser “resgatada” e recebeu um empréstimo da Sherborne Media Finance, empresa de financiamento de filmes. Para a produção conseguir sair do lugar, porém, diversos cortes orçamentários tiveram de ser feitos – diminuindo o orçamento de US$ 10,8 milhões pela metade, mudando os locais de filmagem e reciclando adereços e cenários de outras produções. Segundo informa a Variety, o resultado seria um “filme de segunda categoria” que tinha o potencial de arruinar a carreira de Eva Green. O juiz responsável pelo processo, Michael Green, decidiu a favor da atriz, afirmando que ela tinha direito à taxa de US$ 1 milhão. As duas empresas ainda entraram com uma ação em resposta ao processo de Green, acusando a atriz de “conspiração, fraude e interferência legal”, alegando que ela não tinha intenção de participar da produção do filme. Caso ela realmente desistisse do longa, seria quebra de contrato e as produtoras não precisariam pagar a quantia acordada. Uma das provas apresentadas pelas empresas foram mensagens de WhatsApp de Eva Green com amigos, em que a atriz dizia que um dos produtores era “um idiota” e “do mal”, além de chamar os funcionários da produção de “camponeses de m*”. O juiz afirmou na sentença que, apesar da atriz ter dito coisas “extremamente desagradáveis”, ela “não renunciou às suas obrigações sob o contrato; nem cometeu qualquer violação dele que pudesse justificar sua rescisão”. Em uma nota conjunta, a White Lantern e Sherborne Media Finance afirmaram estar “considerando cuidadosamente nossas opções em relação aos possíveis próximos passos, incluindo recurso”. Em suas redes sociais, Eva Green afirmou ter sido “forçada a enfrentar um pequeno grupo de homens, financiados por significativos recursos financeiros, que tentaram me usar como bode expiatório para encobrir seus próprios erros”. “A Patriot” tinha Dan Pringle (“K-Shop”) como diretor e Charles Dance (“King’s Man: A Origem”) e Helen Hunt (“Blindspotting”) no elenco. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Eva Green (@evagreenweb)
Liam Neeson vai ao Himalaia na sequência de “Missão Resgate”
O ator Liam Neeson vai estrelar uma sequência de “Missão Resgate” (2021), novamente num terreno congelante e perigoso. Desta vez, ele irá trocar o clima gélido e estradas difíceis do norte do Canadá pelas montanhas igualmente inóspitas do Nepal. Na sequência, Neeson retorna como o motorista de caminhão de gelo Mike McCann, que viaja para o Nepal para espalhar as cinzas de seu irmão falecido no Monte Everest, cumprindo seu último desejo. Enquanto viajam em um ônibus turístico lotado, percorrendo o perigoso terreno de 12.000 pés de altitude, Mike e seu guia de montanha encontram um grupo de mercenários nepaleses e precisam lutar – não apenas para salvar a si mesmos e aos passageiros inocentes, mas também a terra dos habitantes locais. O escritor e diretor Jonathan Hensleigh, responsável pelos roteiros de “Duro de Matar 3: A Vingança” (1995), “Armageddon” (1998) e “Jumanji” (1995), volta a comandar a sequência, que tem como título em inglês “Ice Road 2: Road to the Sky”. “Mal posso esperar para contar este próximo capítulo na saga de ‘Missão Resgate’”, disse ele, em comunicado. As filmagens estão programadas para começar no primeiro trimestre de 2024. Veja abaixo o trailer do primeiro filme.
Documentário sobre Syd Barrett e origens do Pink Floyd ganha trailer
O Mercury Studios divulgou o pôster e o trailer do documentário “Have You Got It Yet?: The Story of Syd Barrett and Pink Floyd”, que conta a história do fundador do Pink Floyd. A produção contou com o espólio de Syd Barrett e dos três membros sobreviventes da banda britânica, Nick Mason, Roger Waters, David Gilmour, todos entrevistados para o projeto. Barrett co-fundou o Pink Floyd com Waters, Mason e Richard Wright em 1965, quando ainda era um adolescente, e foi o visionário responsável pela criatividade dos primeiros clássicos da banda, no álbum “The Piper at the Gates of Dawn e A Saucerful of Secrets”. Com a saúde mental instável e após comportamentos imprevisíveis em shows, Barrett foi substituído pelo guitarrista David Gilmour, deixando a banda de vez em 1968. À medida que sua saúde piorava, Barrett lançou dois álbuns solos, mas muito influentes em 1970: “The Madcap Laughs” e “Barrett”. Em meados daquela década, ele voltou a morar na casa de sua mãe, em Cambridge, onde permaneceu recluso como pintor e herói cult pelos 30 anos seguintes, até sua morte por complicações de diabetes em 2006, com 60 anos. A sinopse promete que “Have You Got It Yet?” revelar detalhes de “sua ascensão ao estrelato, seus impulsos criativos e destrutivos, colapsos, saída da banda e a vida solitária posterior… no contexto social dos explosivos anos 1960”. O documentário foi codirigido por Storm Thorgerson (da Hipgnosis), designer que foi parceiro de longa data do Pink Floyd, assinando várias capas clássicas da banda, em conjunto com Roddy Bogawa – que curiosamente fez um documentário sobre a arte de Thorgerson (“Taken by Storm: The Art of Storm Thorgerson and Hipgnosis”). A estreia acontece em 15 de maio no Reino Unido e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Produtor revela negociações para segundo filme de “Alita: Anjo de Combate”
Três anos depois do lançamento do primeiro filme, uma sequência de “Alita: Anjo de Combate” ainda pode vir a acontecer. Quem revelou a informação foi o produtor Jon Landau (“Avatar”) ao site Screen Rant. “Nós estamos trabalhando nisso”, disse Landau, que explicou estar “conversando com Robert e conversando com Rosa, e está tudo bem”. Robert Rodriguez (“O Livro de Boba Fett”) dirigiu o primeiro filme, enquanto Rosa Salazar (“Vingança Sabor Cereja”) interpretou Alita. O primeiro longa já indicava que não seria o único da franquia, que é baseada em um mangá com vários volumes. O ator Christoph Waltz (“Django Livre”), que interpretou o pai adotivo de Alita no longa, também já indicou estar aberto à reprisar o papel em uma possível sequência. Jon Landau ainda falou da influência dos filmes da franquia “Avatar” em “Alita”. Ambos os filmes usam a captura de movimentos de atores “humanos” para produzir personagens digitais. “‘Alita’ não teria sido possível sem o que fizemos em ‘Avatar’. ‘Avatar: O Caminho da Água’ não teria sido o que foi sem o que fizemos em ‘Alita’. Agora vamos retribuir e devolver [o favor] à ‘Alita’”. O filme custou uma fábula, mais de US$ 200 milhões para materializar o mundo futurista da personagem-título, criada por captura de performance e computação gráfica, com visual relativamente fiel ao mangá cultuado de Yukito Kishiro – inclusive em seus olhos grandes de anime. Só que até hoje, de “Dragonball Evolution” (2009) a “Cavaleiros do Zodíaco” (2023), passando pro “Ghost in the Shell” (2017), nenhuma adaptação americana de quadrinhos japoneses deu retorno nas bilheterias. Na trama, Alita é uma ciborgue abandonada, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista do século 26. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado misterioso. Querendo utilizar suas habilidades para encontrar aceitação, ela se torna caçadora de recompensas, apenas para chamar atenção de quem não devia. Lembre o trailer do longa abaixo.
If: John Krasinski reúne Ryan Reynolds, Emily Blunt e Matt Damon em seu novo filme
Depois de dirigir dois filmes de terror da franquia “Um Lugar Silencioso”, que tiveram a participação da esposa Emily Blunt (“A Inglesa”), John Krasinski (“Jack Ryan” e eterno Jim de “The Office”) se dedica agora à comédia “If”. Durante participação na CinemaCon nesta quinta (27/4), Krasinski brincou que era um filme que os filhos poderiam assistir. Entre as novidades, além de nova escalação de Blunt, o elenco contará com Matt Damon (Air: A História Por Trás do Logo”), Maya Rudolph (“Desencantada”) e Sam Rockwell (“Veja Como Eles Correm”), além dos anteriormente anunciados Ryan Reynolds (“Deadpool”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Phoebe Waller-Bridge (“Killing Eve” e “Fleabag”), Steve Carell (“The Office”), Cailey Fleming (“The Walking Dead”), Louis Gossett Jr. (“O Som da Amizade”), Alan S. Kim (“Minari: Em Busca da Felicidade”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”) e o próprio Krasinski. No evento, o cineasta descreveu o filme como centrado numa jovem (Fleming) que, após passar por uma experiência traumatizante, começa a ver todos os amigos imaginários deixados para trás quando as crianças crescem e viram adultos. “Amigos imaginários não são apenas essas criações adoráveis, são cápsulas do tempo para nossas esperanças, sonhos e ambições”, explicou o diretor. “Eu queria que as pessoas saíssem desse filme acreditando em algo maior e acreditando em algo bonito. É muito real e muito possível.” Krasinski já havia revelado que a inspiração foram filmes que assistiu quando criança, como “E.T.” e a “A Fantástica Fábrica de Chocolate”. Ele disse que brinca com a ideia há sete anos com base no conceito de amigos imaginários de infância. Antes de ser apenas “If”, o longa se chamava “Imaginary Friends”, ou “amigos imaginários” em português. Ryan Reynolds também compartilhou a apresentação, aparecendo várias vezes em vídeo para descrever o filme e seu papel. “Este é um filme sobre o qual John e eu conversamos há anos. Parece um filme live-action da Pixar”, disse, acrescentando que seu personagem interpreta o cúmplice do personagem de Fleming, e os dois iniciam uma amizade inesperada. “If” vai ser lançado em 24 de maio de 2024 nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. No anúncio do elenco em janeiro, ele brincou nas redes sociais. “Ah se um dia eu pudesse juntar o elenco dos sonhos… e se…”, fazendo referência ao nome do filme, que em português pode ser traduzido como “se”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por John Krasinski (@johnkrasinski)












