Spielberg vira um dos diretores mais premiados do Globo de Ouro
Ao vencer o Globo de Ouro como Melhor Diretor por “Os Fabelmans”, Steven Spielberg se juntou a Clint Eastwood, Martin Scorsese, Oliver Stone, Milos Forman e David Lean numa lista dos cineastas mais premiados do evento em todos os tempos. Todos venceram três vezes. Indicado 14 vezes, mais que qualquer outro, Spielberg conquistou sua terceira vitória na madrugada desta quarta (11/1), após vitórias anteriores por “A Lista de Schindler” em 1994 e “O Resgate do Soldado Ryan” em 1999. “Os Fabelmans” é baseado nas lembranças da juventude do diretor. Em seu agradecimento, ele explicou por que demorou tanto para contar sua história pessoal na tela grande e por que finalmente teve a coragem de fazê-lo. “Eu me escondo dessa história desde os 17 anos”, disse Spielberg. “Eu coloquei muitas coisas no meu caminho da história. Contei a história em partes e episódios durante toda a minha carreira. ‘ET’ tem muito a ver com a história, ‘Encontros Imediatos’ tem muito a ver com a história. Mas nunca tive coragem de bater de frente com a história. Até que Tony Kushner, quando estávamos trabalhando em ‘Munique’, que foi há muito tempo, sentou comigo e disse: ‘Comece a me contar sobre todas essas histórias que ouvi sobre sua vida’. E começamos uma conversa que durou toda a filmagem de ‘Munique’, ‘Lincoln’ e ‘Amor, Sublime Amor'”. Ele continuou: “Acho que tudo o que fiz até agora me preparou para finalmente ser honesto sobre o fato de que não é fácil ser criança, o fato de que todo mundo me vê como uma história de sucesso e todo mundo vê tudo nós da maneira como eles nos percebem com base em como obtêm informações, mas ninguém realmente sabe quem somos até que tenhamos coragem suficiente para contar a todos quem somos, e passei muito tempo tentando descobrir quando poderia contar essa história. E eu descobri quando fiz 74 anos, eu disse, ‘é melhor você fazer isso agora. É melhor você fazer isso agora!’ Estou realmente muito feliz por ter feito isso. Em sua vitória no Globo de Ouro de 2023, Spielberg superou James Cameron (“Avatar: O Caminho da Água), Daniel Kwan e Daniel Scheinert (“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”), Baz Luhrmann (“Elvis”) e Martin McDonagh (“Os Banshees de Inisherin”).
Michelle Yeoh dedica Globo de Ouro aos atores asiáticos em Hollywood
Michelle Yeoh venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Comédia por seu papel em “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”. Em seu discurso, ela fez um panorama de sua carreira desde que chegou em Hollywood, muitas décadas atrás, antes de dedicar o prêmio à luta dos atores asiáticos por reconhecimento e papéis em Hollywood. “Tem sido uma jornada incrível, uma luta incrível, estar aqui hoje, mas acho que valeu a pena”, disse Yeoh. “Lembro que quando vim para Hollywood pela primeira vez, foi um sonho que se tornou realidade até chegar aqui. Eu vim aqui e me disseram: ‘Você é uma minoria’. Alguém me perguntou: ‘Você fala inglês?’”. E eu respondi ‘Sim, o voo até aqui durou cerca de 13 horas, então aprendi no caminho’.” Como ela se estendeu em seus agradecimentos, uma música começou a tocar para ela perceber e sair do palco, o que rendeu um momento cômico. “Cale a boca, por favor. Posso bater em você”, disse ela, que é conhecida por filmes de artes marciais. Yeoh também agradeceu seu colega de elenco Ke Huy Quan, que no início da noite de terça (10/1) ganhou seu próprio Globo de Ouro como Melhor Ator Coadjuvante, além de Stephanie Hsu e Jamie Lee Curtis, e os diretores Daniel Kwan e Daniel Scheinert. A vencedora concluiu seu discurso como uma dedicação aos colegas asiáticos. “Isto é para todos os que carrego, todos os que vieram antes de mim e se parecem comigo e todos os que estão nessa jornada conosco”, disse, sob aplausos. Em sua vitória, ela superou Lesley Manville (“Sra. Harris Vai a Paris”), Margot Robbie (“Babilônia”), Anya-Taylor Joy (“O Menu”) e Emma Thompson (“Boa Sorte, Leo Grande”).
Austin Butler vence o Globo de Ouro por “Elvis”
Austin Butler venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator de Drama por “Elvis” e agradeceu ao próprio Elvis Presley em seu discurso na madrugada desta quarta (11/1). “Você era um ícone e um rebelde, e eu te amo muito”, disse Butler no final de seus agradecimentos, que também foram dirigidos ao diretor Baz Luhrmann, à co-estrela Tom Hanks e até Denzel Washington, por “me defender quando você não tinha porquê”. A razão desse agradecimento é que Washington e Butler trabalharam juntos numa montagem da Broadway e o astro veterano ligou para Luhrmann para atestar a capacidade de Butler para o papel. Butler também agradeceu à família Presley, diante de Lisa Marie e Priscilla, presentes na cerimônia. “Obrigado por abrirem seus corações, suas memórias e sua casa para mim.” No filme biográfico, Butler interpreta Elvis ao longo dos anos e também canta as músicas do Rei do Rock com sua própria voz. Em sua conquista, ele superou Brendan Fraser (“A Baleia”), Hugh Jackman (“Um Filho”), Bill Nighy (“Living”) e Jeremy Pope (“The Inspection”).
Cate Blanchett bate recorde ao vencer Globo de Ouro
Com sua vitória na categoria de Melhor Atriz de Drama por “Tár”, Cate Blanchett quebrou um recorde na madrugada desta quarta (11/1) no Globo de Ouro de 2023. Ela chegou a três vitórias no prêmio, juntando-se a Meryl Streep, Ingrid Bergman e Jane Fonda no pódio como a atriz mais premiada na categoria. Os prêmios anteriores de Blanchett foram por “Elizabeth” em 1999 e “Blue Jasmine” em 2014. O detalhe é que ela também tem um Globo de Ouro na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante por “Não Estou Lá”, em 2008. Fora suas vitórias, Meryl Streep tem o maior número de indicações na categoria: 14, no total. Assim como Zendaya, premiada como Melhor Atriz de Série de Drama, Blanchett também não compareceu à premiação, num boicote ao Globo de Ouro. Ela é uma das várias estrelas que boicotou a cerimônia, após acusações de racismo, falta de diversidade, corrupção, assédio e abuso sexual de membros da entidade responsável pelo evento, a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), que geraram revolta geral e resultaram numa competição esvaziada no ano passado, “realizada” sem a presença de artistas. A HFPA fez diversas reformas internas e na premiação para retomar a transmissão televisiva neste ano. Mas alguns países não se entusiasmaram com o perspectiva. No Brasil, o canal pago TNT também optou por se distanciar do evento, que ficou sem transmissão no país. Diante da ausência da estrela, o apresentador Henry Golding recebeu o prêmio em seu nome. Ele deu como desculpa o fato de que ela não pôde estar presente porque estava filmando no Reino Unido. Em “Tár”, Blanchett interpreta uma maestrina em crise. Ela superou na categoria as atrizes Olivia Colman (“Império de Luz”), Viola Davis (“A Mulher Rei”), Ana de Armas (“Blonde”) e Michelle Williams (“Os Fabelmans”).
Ator de “Homem-Formiga” viverá outro personagem no novo filme
O ator David Dastmalchian, que interpretou o personagem Kurt nos filmes “Homem-Formiga” (2015) e “Homem-Formiga e a Vespa” (2018), vai retornar para o terceiro filme da franquia, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, de maneira diferente. Em vez de retomar o papel do ex-condenado russo, Dastmalchian vai interpretar um novo personagem, chamado Veb. Detalhes sobre esse novo personagem ainda não foram divulgados. Curiosamente, essa não é a primeira vez que um mesmo ator ou atriz interpreta diferentes papéis dentro dos filmes da Marvel. Mas é a primeira vez que isso acontece dentro de uma mesma franquia. Antes, a atriz Gemma Chan havia aparecido em “Capitã Marvel” (2019) como a kree Minn-Erva e depois interpretou Sersi em “Eternos” (2021). Já o ator Mahershala Ali viveu o vilão Cottonmouth na série “Luke Cage”, da Netflix, e agora vai estrelar o novo filme do vampiro “Blade”. A carreira de Dastmalchian mudou bastante desde a sua primeira aparição na Marvel. Até então, ele era conhecido por pequenos papéis em filmes como “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2018), de Christopher Nolan, e “Os Suspeitos” (2013), de Denis Villeneuve. Porém, quando o cineasta Edgar Wright (“Noite Passada em Soho”) o escalou para “Homem-Formiga”, isso marcou um ponto de virada, pois se tratava de um papel cômico, diferente dos personagens sombrios que ele havia interpretado antes. Wright acabou saindo do projeto, mas o novo diretor, Peyton Reed, conhecia o trabalho de Dastmalchian de “O Cavaleiro das Trevas” e de “Os Suspeitos”, e o manteve no filme e na sua continuação. Depois disso, o ator passou a estrelar grandes produções. Ele também participou de “O Esquadrão Suicida” (2021), de James Gunn, e voltou a se reunir com Dennis Villeneuve em “Blade Runner 2049” (2017) e “Duna” (2021), e com Christopher Nolan no inédito “Oppenheimer”. Seus projetos futuros ainda incluem “Boston Strangler”, baseado na história de um serial killer real, “The Last Voyage of Demeter”, um terror inspirado por “Drácula” e dirigido por André Øvredal (“Histórias Assustadoras para Contar no Escuro”), e “The Boogeyman”, baseado em um conto de Stephen King. Novamente dirigido por Peyton Reed, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” voltará a reunir Paul Rudd (Scott Lang, o Homem-Formiga), Evangeline Lilly (Hope van Dyne, a Vespa), Michael Douglas (Dr. Hank Pym) e Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), e introduzirá Kathryn Newton (estrela de “Freaky – No Corpo de um Assassino”) como a versão adolescente da filha do Homem-Formiga, além de contar com Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) no papel de Kang, o Conquistador. “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” tem estreia marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira abaixo o trailer mais recente do filme.
Novo filme de Francis Ford Coppola perde equipe e estoura orçamento
O filme “Megalopolis”, grandioso projeto que cineasta Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão”) resolveu financiar com seu próprio dinheiro, estaria enfrentando diversos problemas de produção devido à falta de planejamento e um orçamento inflado. Segundo o site The Hollywood Reporter, a produção ainda está na metade da sua filmagem em Atlanta, mas perdeu diversos membros da equipe criativa e periga não terminar de ser rodado. Coppola já vinha tentando tirar “Megalopolis” do papel há várias décadas, mas nenhum estúdio aceitou financiar o projeto. A solução encontrada pelo veterano diretor foi financiar por conta própria um orçamento estimado em US$ 120 milhões, usando o dinheiro que ele ganhou pela venda dos seus vinhedos na Califórnia. Porém, ainda que Coppola tenha conseguido o dinheiro necessário para dar início à produção, o orçamento aumentou à medida que as filmagens avançaram e, nesse momento, não se sabe se ele vai conseguir terminar o filme. Entre as demissões feitas pelo diretor para se manter dentro do orçamento, inclui-se o supervisor de efeitos especiais Mark Russell (“Em Um Bairro de Nova York”), a designer de produção Beth Mickle (“O Esquadrão Suicida”) e o diretor de arte David Scott (“Homem Aranha: Sem Volta para Casa”). Essa não é a primeira vez que Coppola demite sua equipe técnica. Ele também se livrou de toda a equipe de efeitos especiais do filme “Drácula de Bram Stoker” (1992). Porém, agora ele corre o risco de responder judicialmente pelos seus atos. “O Sindicado dos Diretores de Arte apoia todos os departamentos de arte para garantir pessoal e agendamento adequados, e está atualmente analisando a situação com ‘Megalopolis’ para determinar os próximos passos”, disse um porta-voz do sindicado. “Não temos mais comentários neste momento”, completou. Já o representante de um membro da equipe que foi demitido afirmou que a saída do projeto foi uma benção, afinal, “foi uma loucura absoluta estar no set”, disse a fonte não identificada. A trama acompanha um arquiteto que busca reconstruir a cidade de Nova York como uma utopia após um desastre. Fontes dizem que Coppola inicialmente empregou uma nova tecnologia de efeitos especiais semelhante à usada em “The Mandalorian”. Mas, à medida que os custos aumentaram, ele teria mudado para uma abordagem tradicional (usando tela verde e CGI). “Não há uma boa resposta aqui”, disse um executivo de produção. “[Coppola] vai gastar muito mais dinheiro do que pretendia. Você pode imaginar o quanto ele já investiu. Seria uma pílula muito amarga não terminá-lo.” Parte do orçamento também pode ter sido gasto nos salários dos atores, visto que o filme reuniu um elenco de peso formado por Adam Driver (“Casa Gucci”), Aubrey Plaza (“The White Lotus”), Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Nathalie Emmanuel (“Velozes e Furiosos 9”), Jon Voight (“Ray Donovan”), Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”), Giancarlo Esposito (“Caleidoscópio”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Talia Shire (“Rocky: Um Lutador”), Dustin Hoffman (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”) e Laurence Fishburne (“Matrix”). Apesar das demissões, Coppola já teria começado a contratar substitutos com o intuito de dar continuidade à produção. Em março de 2022, Coppola disse ao The Hollywood Reporter que estava investindo seu próprio dinheiro no filme, e que não tinha distribuidor, porque queria fazer tudo do seu jeito. “Há uma certa maneira que todo mundo pensa que um filme deveria ser, e isso vai contra a corrente se você tiver outra ideia”, disse ele na época. “As pessoas podem ser muito refratárias, mas às vezes a outra ideia representa o que está por vir no futuro. Isso é digno de ser considerado.” Vale lembrar que Coppola não é alheio a problemas de produção. Filmes como “O Poderoso Chefão” (1972) e, principalmente, “Apocalypse Now” (1979) enfrentaram inúmeros percalços, mas a qualidade do produto final acabou justificando a dificuldade ao longo do caminho. O problema é que as vezes o resultado nem sempre compensa do ponto de vista financeiro. Em 1981, o diretor financiou o filme “O Fundo do Coração”, que foi um fracasso de bilheteria, mas impressionou esteticamente, seguido por “Cotton Club” (1984), que também fracassou, desta vez com menos adeptos entre a crítica.
Diretor revela visual da cidade do filme do Flash
O diretor Andy Muschietti (“It – A Coisa”), publicou no Instagram uma nova foto dos bastidores do filme “The Flash” que mostra uma pequena prévia de Central City, a cidade do herói vivido por Ezra Miller (“Liga da Justiça”). “The Flash” vai adaptar um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint), onde o velocista volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. O filme também vai introduzir uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”), que será a primeira intérprete latina da heroína. Embora essa mudança não tenha sido explicada, o visual da personagem é igual ao de Lara Lane-Kent, uma filha “imaginária” de Clark Kent/Superman e Lois Lane. A personagem foi criada por Tom Taylor e Bruno Redondo em “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”, e a semelhança é tão evidente que chamou atenção de Taylor nas redes sociais. Só que Lara Lane-Kent apareceu numa breve sequência de sonho. Por isso, muita gente ainda aposta em Cir-El, outra “filha” de Superman, que como Superboy (Kon-El) acabou se revelando um clone humano alterado por Lex Luthor. Cir-El também era uma morena de cabelos curtos. Os fãs mais antigos vão lembrar ainda de Laurel Kent da Legião dos Super-Heróis, a primeira mulher descendente de Superman, introduzida em 1976 com o mesmo corte de cabelo – ainda que tenha se provado uma herdeira fake como Cir-El. O que as três personagens citadas têm em comum é o fato de serem supostamente “filhas” (ou descendentes) de Superman. A idade avançada de Batman, na versão de Michael Keaton, reforça a teoria de que o filme não terá Kara Zor-El, mas uma filha de Superman no papel de Supergirl. A produção também terá dois Batmans, interpretados por Ben Affleck (“Liga da Justiça”) e Michael Keaton (o Batman do final dos anos 1980). A estreia está marcada para 15 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andy Muschietti (@andy_muschietti)
Homem-Formiga enfrenta Kang em novo trailer do próximo filme da Marvel
A Marvel divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”. A prévia é cheia de novidades, incluindo a primeira aparição do vilão M.O.D.O.K. no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), e dá grande destaque para a participação de Cassie Lang, a filha do Homem-Formiga. O vídeo apresenta o filme praticamente como uma aventura de pai e filha. Esse relacionamento é a grande tentação apresentada pelo vilão Kang para convencer o herói a fazer o que ele quer. Como Scott/Homem-Formiga perdeu cinco anos da vida de Cassie, durante o estalo de Thanos, ele não pôde acompanhar boa parte da infância da filha, e uma das cenas sugere que Cassie tomou decisões erradas sem a presença do pai para orientá-la. Kang lhe oferece a possibilidade de voltar no tempo e viver esses anos com a filha ainda criança. Mas se fizer o que o vilão pede, Scott pode estar auxiliando-o a conquistar o mundo. Novamente dirigido por Peyton Reed, o filme voltará a reunir Paul Rudd (Scott Lang, o Homem-Formiga), Evangeline Lilly (Hope van Dyne, a Vespa), Michael Douglas (Dr. Hank Pym) e Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), e introduz a nova intérprete de Cassie Lang. Kathryn Newton (estrela de “Freaky – No Corpo de um Assassino”) se juntou ao elenco, interpretando a versão adolescente da filha do Homem-Formiga. Nunca é demais lembrar que, nos quadrinhos, Cassie herda os poderes do pai e passa a integrar os Jovens Vingadores como a heroína Estatura e posteriormente Ferroada. Kathryn Newton chegou a sugerir que este seria o destino da personagem e a prévia a mostra usando o uniforme de Ferroada. Já Kang, o Conquistador, é interpretado por Jonathan Majors (“Lovecraft Country”), que foi anunciado no MCU por uma de suas variantes no capítulo final de “Loki”, posicionando-o para assumir o lugar de Thanos como novo big bad da Marvel. “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” tem estreia marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Eli Roth vai dirigir terror baseado em trailer falso de 2007
O cineasta Eli Roth (“O Mistério do Relógio na Parede”) vai dirigir o filme de terror “Thanksgiving”. E a grande curiosidade é que o projeto teve início em 2007, quando Roth dirigiu um trailer falso para ser lançado junto com o projeto “Grindhouse” de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez. A ideia de “Grindhouse” era fazer uma homenagem às salas de cinema baratas dos EUA que exibiam terrores de baixo orçamento e baixa qualidade. Tarantino e Rodrigues realizaram dois filmes, “À Prova de Morte” e “Planeta Terror”, respectivamente, com o intuito de que fossem exibidos numa sessão dupla, à moda das exibições desses cinemas. Para completar a homenagem às “grindhouses”, eles convidaram amigos e criaram trailers falsos de filmes inexistentes, para serem exibidos nos “intervalos” da sessão. Para quem não sabe, foi assim que surgiram originalmente “Machete” (2010) e “Hobo with a Shotgun” (2011). “Thanksgiving” será o próximo dos trailers a ganhar filme. A versão da prévia de 2007 mostrava um serial killer que atacava os habitantes de uma cidade do estado americano do Massachusetts durante o feriado de Ação de Graças. O próprio Roth aparecia no trailer, sendo decapitado pelo assassino. Mas se isso tudo parece novidade, é porque no Brasil a proposta inicial do projeto “Grindhouse” foi completamente descartada. Em vez disso, “Planeta Terror” e “À Prova de Morte” foram lançados separadamente – com três anos de diferença um do outro! – e sem o acompanhamento dos trailers falsos em suas exibições cinematográficas. O roteiro do filme de foi escrito por Jeff Rendell, que também foi responsável pelo roteiro do falso trailer. As filmagens vão começar em março, provavelmente visando um lançamento no feriado de ação de graças, em novembro. Por conta desse projeto, Roth precisou abandonar as refilmagens previstas da adaptação do game “Borderlands”, que ele dirigiu, passando a função para o cineasta Tim Miller (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”).
Rooney Mara diz que quase largou carreira após “A Hora do Pesadelo”
A atriz Rooney Mara (“O Beco do Pesadelo”) quase desistiu da carreira de atriz após estrelar “A Hora do Pesadelo” (2010), remake de um clássico do terror da década de 1980. A revelação foi feita durante participação no podcast “LaunchLeft”, mas Mara não entrou em detalhes a respeito do que aconteceu no set do filme, dizendo apenas que “não foi uma boa experiência”. “Tenho que ter cuidado com o que digo e como falo sobre isso”, explicou. “Não foi a melhor experiência fazer o filme e meio que cheguei a esse lugar, onde ainda estou, em que eu não queria atuar a menos que fosse fazendo coisas que sentisse que deveria fazer. Então, depois de fazer aquele filme, eu meio que decidi: ‘Ok, não vou mais atuar, a menos que seja algo que faça me sentir bem'”. Ela diz que teve sorte de em seguida trabalhar com o diretor David Fincher no filme “A Rede Social” (2010), fazendo uma participação pequena, porém marcante, no início do filme. A parceria com o diretor acabou se repetindo em “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011), em que viveu a protagonista e recebeu uma indicação ao Oscar. A atriz contou que David Fincher “teve que lutar muito para que eu conseguisse o papel, porque o estúdio não me queria para isso”. Ela também reconheceu que o papel de Lisbeth Salander “foi um ponto de virada real e definitivo na minha vida e na minha carreira”. “Trabalhei nisso por um ano direto”, lembrou ela. “David realmente me colocou sob sua proteção. Ele se tornou meu mentor de várias maneiras. Ele tomou muito cuidado para garantir que eu soubesse que tinha voz e que minha opinião significava alguma coisa. Ele estava constantemente me capacitando, o que eu acho que realmente afetou o resto das minhas escolhas depois disso”. Rooney Mara estrelou recentemente o drama “Entre Mulheres”, dirigido por Sarah Polley, que está sendo muito elogiado e pode lhe render sua terceira indicação ao Oscar. O filme chega aos cinemas brasileiros em 2 de março. Veja abaixo o trailer de “A Hora do Pesadelo”.
Roteirista de “M3GAN” diz que existe versão mais violenta do filme
A roteirista Akela Cooper (“Maligno”), que escreveu o terror “M3GAN”, disse que existe uma versão do filme mais sanguinária, e que pode ser lançada mais adiante. Em entrevista ao jornal Los Angeles Times, ela confirmou que a versão lançada com sucesso nos cinemas dos EUA, na sexta passada (6/1), foi suavizada para conseguir uma classificação indicativa mais baixa e atingir o público adolescente. Segundo Cooper, no seu roteiro original a “contagem de corpos era muito maior”. “Nada contra a Universal, eu os amo, e entendo que uma vez que o trailer se tornou viral, os adolescentes se envolveram e você quer que eles possam ver o filme”, disse ela. “Deve sair uma versão sem censura em algum momento. Ouvi dizer que está nos planejamentos. Mas sim, [o filme] era muito mais sangrento. A contagem de corpos no roteiro era maior do que [acabou] no filme.” A roteirista explicou que até mesmo alguns dos personagens preferidos do produtor James Wan (também de “Maligno”) morriam. “[A boneca M3GAN] matava muito mais gente, incluindo alguns dos personagens que James lamentava perder: ‘eu gostei do que você fez com essas pessoas, mas eu quero que eles vivam’. Eu fui impiedosa, mas essa sou eu. Meu humor é extremamente sombrio”. Cooper também falou sobre as etapas de desenvolvimento e de tudo que atrapalhou a produção de filme. Num primeiro momento, os executivos do estúdio reclamaram que “M3EGAN” era muito violento e que filmes violentos não estavam em alta. Depois disso, a violência deixou de ser um problema e passou a ser um atrativo, assim como o humor que permeia toda a obra. “Estou feliz de poder ajudar a trazer de volta um terror divertido que não se leva tão a sério”, contou ela. “Tenho visto filmes de terror que são ideias malucas e extravagantes sendo lançados ou encomendados. E alguns deles são originais, o que é bom! Estou feliz por poder servir para que os executivos do estúdio possam dizer: ‘Oh! Na verdade, pode haver dinheiro nisso.’” E, de fato, há dinheiro “nisso”. “M3GAN” já rendeu US$ 45 milhões nas bilheterias e conta com uma aprovação crítica de 93% no site Rotten Tomatoes. Dirigido pelo neozelandês Gerard Johnstone (“Housebound”), o terror tecnológico acompanha uma boneca com inteligência artificial, desenvolvida por uma especialista em robótica (vivida por Allison Williams, de “Corra!”). Tendo que cuidar da sobrinha pequena (Violet McGraw, de “Doutor Sono”), que perdeu os pais num acidente, a cientista apresenta a menina à sua invenção, que logo se prova um brinquedo muito fiel — talvez fiel até demais. Basta alguém ameaçar a criança para que M3gan saia em sua caçada. Para completar, o robô humanoide também começa a desobedecer comandos quando deixa de ser tratada como alguém da família. A produção também traz Jenna Davis (“A Casa de Raven”) como a voz de M3gan e chega aos cinemas em 19 de janeiro no Brasil, duas semanas após a estreia nos EUA. Confira abaixo o trailer.
Monark diz ter simpatia por vândalos em Brasília: “Normal o povo se rebelar”
O Youtuber Bruno Aiub, mais conhecido como Monark, usou as redes sociais para incentivar a invasão de vândalos e quebra-quebra de prédios públicos de Brasília. Após ver o que aconteceu, ele começou a dizer que era contra os excessos. Mas sua timeline exibe os incentivos. “Eu sinto simpatia pelas pessoas que estão protestando, esse nosso estado é uma ditadura nefasta e autoritária, só roubam o povo. Algo deve ser feito, mas nossa classe política se provou covarde e conivente, com isso é normal o povo se sentir sem esperanças e rebelar”, ele escreveu no começo do domingo (8/1). Escreveu ainda: “Eu sinto um desprezo e raiva profunda pela forma com que o sistema pisa e humilha o brasileiro, então qualquer ato de rebeldia contra o estado me traz um sentimento muito catártico. Espero que ninguém seja ferido nesse evento, que todos possam voltar para casa em segurança.” Ele também culpou o STF pelas invasões. “A culpa disso que está acontecendo é do STF. Lembra do ‘perdeu mane’ [que] os caras esfregaram na cara de milhões de brasileiros que eles tão cagando pro povo. O resultado tá aí, caos social”. Diante da constatação de que a Globo definiu o ataque como terrorista, ele ainda ironizou: “As manifestações de 2013 eram compostas por terroristas também?” Depois de ver a dimensão da destruição, Monark buscou se distanciar do estrago. “Quero deixar claro que eu não apoio a invasão, meus comentários tem como propósito apenas analisar e situação. Espero que todos os envolvidos voltem para suas casas em segurança, e que os atos de violência sejam punidos”. Conhecido por manifestar opinião equivocada sobre praticamente tudo, Monark foi expulso do programa “Flow” no começo de 2022, após defender a legalização do nazismo no Brasil. Em sua defesa, alegou que estava bêbado. “Peço também um pouco de compreensão: são quatro horas de conversa e eu estava bêbado”, publicou na ocasião.
Ex-BBB incentiva e participa de invasão do Congresso em Brasília
O artista plástico Adriano Castro, ex-participante do primeiro “BBB”, é um dos baderneiros envolvidos com a invasão do Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) neste domingo (8/1), pedindo um golpe militar no Brasil. A GloboNews está chamando a ação de terrorismo. Conhecido como Didi Red Pill, o baiano colocou no ar uma live com mais de quatro horas de duração em que mostrou seu trajeto da porta de um quartel militar em Brasília até a sede do Congresso, onde golpistas avançaram contra seguranças, furaram bloqueios, quebraram vidros e invadiram o prédio que é símbolo da capital federal. “A galera estava ansiosa para sair do quartel, ninguém aguentava mais. E acabou, chega!”, falou. “Estamos fazendo história, quem achou que isso não ia acontecer nunca se enganou”, ele disse na live, sobre a reação violenta dos bolsonaristas, que tem como objetivo acabar com a democracia no Brasil. Além de invadirem o Congresso Nacional, os apoiadores golpistas de Jair Bolsonaro também destruíram o plenário do Supremo Tribunal Federal. O local, onde são realizadas as sessões da Corte, foi completamente destruído, com cadeiras, câmeras e janelas do térreo quebradas. Os responsáveis pelos atos terroristas em Brasília ainda tentaram invadir o Palácio do Planalto, sede do governo federal, quebrando a entrada do imóvel, mas policiais formaram uma barreira para impedir acesso ao interior do edifício, de onde despacham o presidente da República e vários ministros. Sem conseguir entrar em seu interior, os golpistas subiram a rampa do Planalto, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu a faixa presidencial há uma semana. Lula não está em Brasília neste domingo. Ele viajou para Araraquara, no interior de São Paulo, para avaliar o impacto das chuvas que atingiram a região nos últimos dias. Políticos bolsonaristas foram avisados durante toda a campanha eleitoral que estavam incentivando uma repetição do que o trumpismo ocasionou nos EUA, com a invasão do Capitólio, sede do Congresso dos EUA, mas não se importaram. Não por acaso, a invasão do Capitólio também aconteceu nos primeiros dias de janeiro, há dois anos.











