Zoolander 2: Ben Stiller volta à moda em trailer e pôster da sequência de sua comédia mais cultuada
A Paramount Pictures divulgou dois pôsteres e o trailer de “Zoolander 2”, continuação da cultuada comédia de 2001 sobre um supermodelo espião, que volta a ser estrelada e dirigida por Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”). A prévia explica como Derek Zoolander (Stiller) e Hansell (Owen Wilson, de “Meia Noite em Paris”) saíram de moda e voltaram às passarelas com apoio da CIA, para ajudar a capturar um assassino de pessoas bonitas, que antes de morrer registram selfies com o look mais famoso de Zoolander: o biquinho Blue Steel. O vídeo revela o cantor Justin Bieber como uma das vítimas, Benedict Cumberbatch (“O Jogo da Imitação”) como um top model andrógino, Penélope Cruz (“O Conselheiro do Crime”) como espiã de roupa colante, Kristen Wigg (“Missão Madrinha de Casamento”) na pele de uma estilista exótica e a volta de Will Ferrell (“Tudo por um Furo”) como o supervilão Mugatu. Com roteiro de Stiller e Justin Theroux, que trabalharam juntos no hilário “Trovão Tropical” (2008), “Zoolander 2” estreia em 11 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Até Que A Sorte Nos Separe 3: Trailer revela que Leandro Hassum é o responsável pela falência do Brasil
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Até Que A Sorte Nos Separe 3”, continuação das desventuras de Tino, personagem de Leandro Hassum que fica milionário e perde tudo em todos os seus filmes. A prévia revela que, desta vez, sua impulsividade também é responsável por criar déficit nas contas públicas, levando o país à falência. A vocação para esquete de TV não dispensa sequer a participação da Presidenta Dilma, outra famosa personagem das comédias brasileiras, com direito até à piada de mandioca. Novamente escrito por Paulo Cursino e dirigido por Roberto Santucci, responsáveis pelas comédias mais bem-sucedidas do cinema brasileiro recente – e outros filmes sem graça – , “Até Que A Sorte Nos Separe 3” estreia em 31 de dezembro.
Deuses do Egito: Primeiro trailer da aventura épica sugere equívoco dourado e branco
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “Deuses do Egito”, aventura épica, repleta de efeitos visuais e tons dourados, assinada pelo diretor Alex Proyas (“Eu, Robô”). A prévia explora a escala grandiosa e o espetáculo de artifícios digitais, ao invocar deuses superpoderosos e monstros gigantes. Mas apesar de toda sua computação gráfica, a produção parece seguir mesmo o padrão das velhas aventuras de Hollywood, do bem contra o mal e dos atores loiros escalados como egípcios. Neste “Fúria de Titãs” egípcio, o deus Set (Gerard Butler, de “300”) escraviza a humanidade e cabe a um mortal (Brenton Thwaites, de “O Doador de Memórias”) convencer o deus Horus (Nikolaj Coster-Waldau, da série “Game of Thrones”) a lutar contra o rival. O elenco também inclui as top models australianas Courtney Eaton e Abbey Lee (ambas vistas em “Mad Max: A Estrada da Fúria”), Geoffrey Rush (franquia “Piratas do Caribe”), Rufus Sewell (“Hércules”), Elodie Yung (“G.I. Joe: Retaliação”) e um único ator negro, Chadwick Boseman (“James Brown”). Parte do elenco, por sinal, pode ser conferida nos pôsteres de personagens divulgados (abaixo). Escrito pela dupla Matt Sazama e Burk Sharpless, responsáveis pelos similares “O Último Caçador de Bruxas” e “Drácula: A História Nunca Contada”, “Deuses do Egito” estreia em 25 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Confira as estreias de cinema da semana
Um terço do circuito de cinema do Brasil passa a exibir, a partir dessa semana, “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”, desfecho da franquia juvenil que projetou ao estrelato a atriz Jennifer Lawrence. O filme entra em cartaz em todos os shopping centers do país, em estimadas mil salas (leia a crítica aqui). A concentração é tão alta que os demais lançamentos ficaram restritos ao circuito limitado. O mais amplo chega a 63 salas: a comédia brasileira “Ninguém Ama Ninguém”, adaptação de Nelson Rodrigues passada nos anos 1960. Nem o aguardado “Chatô – O Rei do Brasil” (saiba mais sobre o filme lendo a crítica) vai dar conta da eventual curiosidade do público, estreando em apenas 16 salas. O microcosmo cinéfilo é contemplado com outras estreias recomendadas, como “Mistress America”, nova parceria indie entre o diretor Noah Baumbach e a atriz Greta Gerwig após o delicioso “Frances Ha” (2012). Distribuído em 27 salas, o longa acompanha uma estudante solitária em Nova York, que retoma o entusiasmo pela vida quando conhece a filha de seu padrasto. Ainda mais relevante, o anime (animação japonesa) “As Memórias de Marnie”, fábula infantil de contornos góticos, encerra as produções do premiado estúdio Ghibli com lançamento em apenas cinco salas. A lista ainda traz obras de grande valor humanista, como o documentário “Malala”, sobre a adolescente paquistanesa que, ao querer estudar, foi vítima de atentado, sobrevivendo à intolerância talibã para virar um símbolo e ganhar o prêmio Nobel da Paz – em 21 salas. Sem esquecer de “Taxi Teerã”, que o cineasta Jafar Panahi rodou ao custo de sua própria segurança, ao desafiar o governo do Irã. Para filmá-lo, ele precisou escapar da prisão domiciliar e desrespeitar a proibição que lhe foi imposta – não fazer filmes por duas décadas. Tanto risco lhe rende uma exibição em três salas somente, em São Paulo e Brasília. Confira abaixo os trailers destes e dos demais lançamentos da semana no Brasil. Estreias de cinema Grande circuito Circuito limitado
Quase uma lenda, Chatô sobrevive a polêmicas e se prova atual
Não é sempre que se tem a oportunidade de assistir a um filme mítico, quase uma lenda do cinema brasileiro, como “Chatô – O Rei do Brasil”. O lançamento, que finalmente estreia em circuito comercial, comprova que assombrações existem. Pois enquanto permaneceu invisível para o público, “Chatô” assombrou a carreira de Guilherme Fontes de forma tortuosa. Adaptação do livro homônimo de Fernando Morais sobre o empresário das comunicações Assis Chateaubriand, responsável pela inauguração do primeiro canal de TV do Brasil e um dos brasileiros mais poderosos do século 20, a produção se estendeu por duas décadas completas, consumiu milhões e rendeu diversos processos por má gestão financeira. Numa das contas recentes do Ministério Público, Fontes foi apontado como devedor de cerca de R$ 72 milhões em verbas incentivas sem comprovação, somadas a multas e juros. Primeiro e único longa-metragem dirigido por Fontes, “Chatô” teve a filmagem mais tumultuada já registrada no país, com cenas rodadas conforme o então ator de novelas conseguia negociar verbas, desde 1995, recebendo retoques até à véspera do lançamento, com a inclusão de uma narração de Marco Ricca (intérprete de Chateaubriand) para amarrar a trama. O mais impressionante nessa epopeia toda é o filme ter coesão. Não virou um desastre épico, consegue entreter e tem marca autoral. Um filme sobre seus bastidores não teria dificuldades em mostrar Fontes como um Howard Hughes brasileiro, rodando infinitamente o mesmo projeto, muito além do limite aceitável, em busca da perfeição ilusória – megalomania que vai além das filmagens, na criação de uma distribuidora própria para levar o longa às telas. Mas Fontes pode preferir se ver como um Orson Welles nacional, apostando que seu primeiro longa viraria a obra-prima que definiria toda a sua carreira. E, de certa forma, definiu mesmo. São claros os paralelos entre o Chateaubriand do cinema e “Cidadão Kane” (1941), tanto pelo tema quanto pela estrutura do filme, que começa com os suspiros finais do protagonista. A diferença é que, em seu delírio de morte, Chatô se vê em uma espécie de julgamento televisivo, comandado por um apresentador feérico (o próprio Fontes, emulando Chacrinha), que desfila todas as pessoas que passaram por sua vida, tendo Getúlio Vargas como seu advogado e Carlos Rosemberg como promotor. A narrativa picotada, que mergulha em flashbacks e delírios, é ousada, demonstrando outra semelhança com “Cidadão Kane”, mas também destaca a principal diferença entre os dois longas. Fontes não é Welles, e o vai e vem de imagens se mostra desconexo, cansativo, levando à dispersão. Num filme assumidamente alegórico, isto pode ser um problema grave. Entretanto, há um fio condutor que, bem ou mal, consegue amarrar as pontas. A estrutura também permite romper com o padrão de realismo e interpretação naturalista que se espera de uma cinebiografia. Graças à dramatização exótica, centrada num programa onírico de auditório, o exagero cênico se torna aceitável. Os personagens caricatos não causam mais estranhamento que o contexto. Assim, Marco Ricca pode aparecer afetadíssimo, exagerando em tudo – no sexo, no cinismo e na ganância. Do mesmo modo, os coadjuvantes que o cercam viram projeções arquetípicas: Getúlio Vargas (Paulo Betti) surge como uma caricatura populista, Lola Abranches (Leandra Leal) como a esposa histérica, etc. Até a única personagem fictícia da história, Dona Vivi (Andréa Beltrão), manifesta-se em registro extremo, como femme fatale. Isto não tira o mérito dos intérpretes. Ao contrário, Marco Ricca dá sangue e pulsação a seu Chatô, numa performance febril, adequada à opção narrativa. Outra qualidade encontra-se na reconstituição de época, que é realista quando precisa, mas também embarca na proposta surreal, como na cena de avião em meio a uma tempestade, realizada como num filme dos anos 1940. Ironicamente, graças a estes maneirismos, “Chatô – O Rei do Brasil” resistiu melhor à passagem de tempo de sua produção, chegando as telas sem o desgaste esperado de um filme supostamente datado. O longo processo de gestação, porém, criou um apego maior que o recomendável entre o diretor e seu material. A projeção se beneficiaria muito de uma montagem mais enxuta, eliminando sobras de roteiro e cenas que parecem supérfluas. O corte já é irregular o suficiente, levando a duração a parecer muito maior que seus 102 minutos. Embora os bastidores conturbados e eventuais defeitos de execução jamais se dissociem da obra final, também se deve reconhecer o esforço e o resultado total. “Chatô” consegue cobrir os momentos mais polêmicos da história do Brasil, da revolução de 1930 ao golpe militar de 1964, contando ao mesmo tempo a história das comunicações no país, com ênfase na corrupção com que foram conduzidos a política e os negócios do período. A produção pinta Chateaubriand como uma espécie de jagunço da mídia, um visionário chantagista, capaz de usar jornais, rádios e TV para manipular e dobrar poderosos, impondo sempre a sua vontade. Ao mesmo tempo, foi quem deixou, como legado, a TV brasileira e o MASP, um dos museus mais importantes do país. Não era mesmo fácil contar sua história num único filme. Nem que este filme durasse 20 anos para ganhar forma. Ao final, é até possível encontrar um lado positivo na demorada gestação. Tropicalista tardio, “Chatô” destoa do convencionalismo das últimas cinebiografias brasileiras, concebidas como minisséries televisivas, com começo, desenvolvimento e conclusão lineares, além de extirpadas de qualquer indício de polêmica. “Chatô” nasceu polêmico e assume ainda mais polêmicas na tela, servindo de analogia para situações que ainda existem, perpetuando-se no país em pleno século 21. Neste sentido, quem diria, “Chatô” acaba se revelando um filme bem atual.
Ryan Gosling confirma que estrelará Blade Runner 2
O ator Ryan Gosling confirmou os rumores sobre sua participação em “Blade Runner 2”. Mas embora tenha contado à imprensa que estará presente na nova produção, ele não revelou o nome do seu personagem ou mais detalhes sobre a trama. “Existe um chip dentro de mim e, se eu disser mais alguma coisa, eu vou explodir”, brincou o ator em entrevista ao site Collider. Depois de três décadas de expectativa, a continuação começará a ganhar forma com as filmagens previstas para o começo de 2016, com direção de Denis Villeneuve (“Sicário”). O roteiro foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e Hampton Fancher (autor da primeira adaptação de “Blade Runner”), e a produção está a cargo de Ridley Scott, diretor do longa original. “Blade Runner” foi lançado em 1982 com base num conto do escritor Philip K. Dick. Na época, o longa não teve grande sucesso de bilheterias nem foi reconhecido pela crítica. Mas com o passar do tempo se tornou cultuadíssimo, chegando a ganhar nova edição, com a versão do diretor Ridley Scott, que recuperou o filme das intervenções feitas pelos produtores nos anos 1980. A continuação também contará com participação de Harrison Ford, que voltará a viver o caçador de andróides Rick Deckard. Desta vez, porém, ele não será o protagonista. Segundo Scott, ele deve aparecer apenas no final da trama, que envolverá, justamente, a procura por seu paradeiro.
Continuação de Prometheus ganha sinopse oficial
A 20th Century Fox divulgou a sinopse oficial da continuação de “Prometheus” (2012), do diretor Ridley Scott, que finalmente encontrou seu título definitivo, sendo chamada de “Alien: Covenant”. O texto do estúdio também informa que a saga completa será uma trilogia. A sinopse oficial diz: “Ridley Scott retorna ao universo de ‘Alien’ com ‘Alien: Covenant’, segundo capítulo de uma trilogia que começou com ‘Prometheus’ e que se conecta diretamente com o clássico de ficção cientifica de 1979. Com destino a um planeta remoto do outro lado da galáxia, a tripulação da nave Covenant descobre o que eles acreditam ser um paraíso inexplorado, mas que é, na verdade, um mundo perigoso e sombrio, cujo único habitante é o ‘sintético’ David (Michael Fassbender), sobrevivente da expedição condenada Prometheus”. O novo planeta a ser apresentado em “Alien: Covenant” é o lar dos “Engenheiros” do primeiro filme, apelidado de “Paradise” (Paraíso) pelo roteirista Michael Green (“Lanterna Verde”). O longa trará ainda novas criaturas aterrorizantes e, apesar de Fassbender ser o único citado na sinopse, Noomi Rapace também deve aparecer na sequência, reprisando o papel da cientista Elizabeth Shaw. “Alien: Covenant” começa a ser rodado em fevereiro para um lançamento para maio de 2017.
O Caçador e a Rainha do Gelo: Veja o trailer da continuação de Branca de Neve e o Caçador
A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer legendado e os pôsteres dos personagens de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, continuação da fantasia “Branca de Neve e o Caçador” (2012). A prévia apresenta o novo confronto entre o Caçador Eric e a Rainha Ravenna, que desta vez contam como novos aliados. Em vez de Branca de Neve, o Caçador lutará ao lado de uma Guerreira genérica, enquanto Ravenna se junta a sua irmã, a Rainha do Gelo do título. A produção dispensou Kristen Stewart, que se envolveu com o diretor de “Branca de Neve e o Caçador”, mas manteve Chris Hemsworth como o herói e Charlize Theron como a vilã, apesar da personagem ter morrido no primeiro filme. Até Sam Claflin retorna como o Príncipe Encantado, além de Nick Frost como um dos sete anões (que agora são apenas quatro). Na trama, a Rainha do Gelo descobre como ressuscitar a irmã vencida e reúne um exército para retomar o Espelho Mágico. Emily Blunt (“Sicario”) interpreta a nova antagonista, enquanto Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”) vive a heroína guerreira. O lançamento marca a estreia na direção de Cedric Nicolas-Troyan, diretor assistente e supervisor de efeitos visuais do longa original. A estreia está marcada para 22 de abril nos EUA e seis dias depois, em 28 de abril, no Brasil.
Personagens de Velozes e Furiosos devem ganhar filmes individuais
“Velozes e Furiosos” vai se expandir numa série de spin-offs. O astro Vin Diesel confirmou o desenvolvimento de outros filmes baseados nos personagens da franquia. “Nós escrevemos histórias para vários personagens. Nós estamos lidando com isso há algum tempo. É uma franquia muito rica e estamos empenhados em tratá-la com muita classe”, ele disse, em entrevista para a revista Variety. Diesel não informou quais personagens podem ganhar aventuras próprias pela franquia, mas o astro Dwayne Johnson já havia mostrado interesse em estrelar filmes solo de seu personagem Luke Hobbs. Até o momento, porém, a única produção confirmada é o oitavo filme da série, que será dirigido por F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”) e, novamente segundo Diesel, dará início a uma nova trilogia. O lançamento de “Velozes e Furiosos 8” está marcado para 17 de abril de 2017.
Perdido em Marte e Joy disputarão o Globo de Ouro como comédias
O comitê da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood, que organiza anualmente a premiação do Globo de Ouro, decidiu que os filmes “Joy: O Nome do Sucesso” e “Perdido em Marte” vão competir como Comédias na cerimônia deste ano. Comédias… ou Musicais, afinal, o nome da categoria é Filmes de Comédia ou Musical. O musical marciano e a comédia cinebiográfica cumprirão, assim, a missão de preencher vagas e garantir prêmios em categorias esvaziadas, como Melhor Atriz de Comédia ou Musical, praticamente já definido para Jennifer Lawrence no anúncio desta semana. A tática é uma forma de evidenciar filmes que poderiam ter dificuldades de premiação como dramas. No Globo de Ouro de 2014, por exemplo, “Nebraska” e “O Lobo de Wall Street” concorreram como Comédias – ou Musicais! Se a decisão de definir “Joy: O Nome do Sucesso” como comédia acompanha a tradição de dar prêmios aos filmes do superestimado David O. Russell, é mais difícil imaginar “Perdido em Marte” como uma produção engraçada – ou musical! A definição acabou acontecendo por apenas um voto, e seguiu solicitação do estúdio 20th Century Fox, que ao manifestar sua preferência já projeta prêmios na disputa com as piadas do ano. A cinebiografia “Trumbo” também queria concorrer como comédia, mas até o Globo de Ouro tem limites. Não deixa de ser desmoralizante, porém, que dramas possam disputar como comédias, na contramão da decisão do Emmy 2015, que impediu as redes de TV de buscarem essa facilidade. Graças à firmeza do Emmy, “Orange Is the New Black” deixou de ser comédia para se assumir drama, inclusive vencendo prêmios na nova e correta categoria. Os indicados ao Globo de Ouro 2016 serão anunciados no dia 10 de dezembro e a cerimônia de premiação será realizada um mês depois, no dia 10 de janeiro, com apresentação do comediante Ricky Gervais.
Convergente: Novo trailer da Série Divergente revela o que existe além da muralha
A Paris Filmes divulgou o novo trailer legendado do filme “A Série Divergente: Convergente”, próximo capítulo da franquia estrelada por Shailene Woodley (“A Culpa É das Estrelas”). A prévia revela pela primeira vez o que existe além da grande muralha que protege Chicago, e como a aventura de exploração acaba se transformando numa batalha pela sobrevivência de toda a cidade. A muralha, por sinal, também é tema do novo poster, produzido pela Lionsgate. “Convergente” representa uma grande mudança de rumos para a trama da franquia distópica, colocando todos os personagens que sobreviveram até aqui do mesmo lado. Além de Shailene Woodley, a continuação traz de volta Theo James, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Keiynan Lonsdale e Naomi Watts, além de adicionar Jeff Daniels (série “The Newsroom”), Jonny Weston (“Projeto Almanaque”), Nadia Hilker (“Spring”) e Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”) ao elenco. Assim como tem sido praxe nas adaptações de franquias literárias juvenis, o livro final de Veronica Roth foi dividido em duas partes. O próximo capítulo chega aos cinemas brasileiros em 17 de março, um dia antes do lançamento nos EUA, deixando o final, batizado como “A Série Divergente: Ascendente”, para 2017. Ambos os filmes tem direção de Robert Schwentke, que já assinou “A Série Divergente: Insurgente”.
The Night Before: Veja o novo trailer da comédia natalina de Seth Rogen
A Sony Pictures divulgou o trailer de “The Night Before”, a nova comédia para adultos de Seth Rogen (“A Entrevista”). A prévia mostra como três amigos decidem passar uma noite louca na véspera de Natal, numa espécie de “Se Beber, Não Case” natalino. A trama acompanha Rogen, Joseph Gordon-Levitt (“Como Não Perder Essa Mulher”) e Anthony Mackie (“Capitão América: O Soldado Invernal”) levando adiante uma tradição de participar do maior número possível de festas de Natal, na véspera do feriado em Nova York. Há drogas, escatologia e até karaokê com música de Miley Cyrus. A própria Miley está no elenco, mas não aparece na prévia. O filme também inclui Jillian Bell (“Anjos da Lei 2”), Lizzy Caplan (também de “A Entrevista”), Lorraine Toussaint (série “Orange Is the New Black”) e o rapper Kanye West. O roteiro foi escrito por Evan Goldberg, parceirão de Rogen – os dois dividiram a história e a direção de “É o Fim” (2013) e “A Entrevista” (2O14). Já a direção é de Jonathan Levine (“Meu Namorado É um Zumbi”), que comandou Rogen e Gordon-Levitt na dramédia indie “50%” (2011). Ainda sem título em português, “The Night Before” estreia em 20 de novembro nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Horas Decisivas: Chris Pine enfrenta a fúria do mar em trailer legendado
A Disney divulgou o novo trailer legendado de “Horas Decisivas”, drama baseado em fatos reais sobre o resgate ousado a um navio petroleiro em 1952. A prévia destaca Chris Pine (“Star Trek”) como o guarda costeiro destemido que atende ao chamado de socorro do navio, partido ao meio por uma tempestade violenta, levando seu barco contra as ondas gigantes para tentar chegar antes da embarcação afundar. O roteiro adapta o livro homônimo e foi escrito por Eric Johnson e Paul Tamasy, dupla de “O Vencedor” (2010). A direção é de Craig Gillespie (“A Hora do Espanto”) e o elenco ainda conta com Casey Affleck (“Tudo por Justiça”), Ben Foster (“O Grande Herói”), Eric Bana (“Livrai-Nos do Mal”), Holliday Grainger (“Cinderela”), Kyle Gallner (“Sniper Americano”) e Josh Stewart (“Transcendence”). A estreia está marcada para 29 de janeiro nos EUA e 4 de fevereiro no Brasil.












