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23 de julho de 2026
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    Um Espião e Meio: Dwayne Johnson e Kevin Hart se juntam em trailer de comédia de espionagem

    21 de novembro de 2015 /

    A Universal Pictures divulgou os pôsteres e o primeiro trailer legendado da comédia “Um Espião e Meio” (Central Intelligence), que reúne Dwayne Johnson (“Terremoto – A Falha de San Andreas”) e Kevin Hart (“Policial em Apuros”). A prévia apela a piadas repetitivas, na intenção de estabelecer a diferença de personalidades entre um Hart relutante e um Johnson determinado. A comédia gira em torno de dois antigos colegas de escola, um ex-astro do esporte que virou contador (Hart) e um ex-gordinho, vítima de bullying, que ganhou músculos e se tornou um agente mortífero da CIA (Johnson). Quando se vê acuado, o personagem de Johnson resolve alistar o contador numa missão para impedir a venda de importantes segredos militares. O elenco também inclui Aaron Paul (série “Breaking Bad”), Danielle Nicolet (série “The Game”) e Amy Ryan (“Rota de Fuga”). A história foi escrita por Peter Steinfeld (“Quebrando a Branca”) e revisada pela dupla Ike Barinholtz e David Stassen (ambos da série “The Mindy Project/Projeto Mindy”) com a direção a cargo de Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”). A estreia está agendada para 17 de junho nos cinemas americanos e três semanas depois, em 7 de julho, no Brasil.

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    Amy Poehler e Tina Fey são irmãs em trailer de comédia

    21 de novembro de 2015 /

    A Universal Pictures divulgou o novo trailer da comédia “Irmãs”, que junta as atrizes Amy Poehler (série “Parks and Recreation”) e Tina Fey (série “30 Rock”). As duas vivem irmãs na trama e a prévia mostra o que acontece quando elas resolvem dar uma última e grande festa na casa onde cresceram, ao descobrirem os planos de seus pais para vender a residência. Não demora para a festa sair de controle e virar uma espécie de “Projeto X” (2012) da Meia Idade. O elenco ainda conta com Ike Barinholtz (série “The Mindy Project”), Kate McKinnon (humorístico “Saturday Night Live”), John Cena (“Descompensada”), Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), John Leguizamo (“Chef”), Dianne Wiest (“Santos e Demônios”), James Brolin (“Prenda-me Se For Capaz”), Heather Matarazzo (“O Albergue 2”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). Dirigido por Jason Moore (“A Escolha Perfeita”), “Irmãs” estreia em 18 de dezembro nos EUA e um mês depois, em 14 de janeiro, no Brasil.

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    The Boss: Veja o primeiro trailer da nova comédia de Melissa McCarthy

    21 de novembro de 2015 /

    A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer e o pôster de “The Boss”, nova comédia estrelada por Melissa McCarthy. A prévia resume a trama, mostrando como McCarthy era podre de rica, até ser presa por fraude no mercado financeiro e perder tudo. A graça realmente começa após ela precisar morar de favor na casa de uma ex-funcionária, vivida pela sempre ótima Kristen Bell (“Veronica Mars”), onde descobre um jeito de retomar seu império, assumindo os negócios da filha da outra e se lançando com determinação feroz contra a competição, no mercado da venda de biscoitos caseiros por estudantes. A comédia é a segunda produção estrelada por McCarthy e dirigida seu marido Ben Falcone, que também assina o roteiro. A estreia de Falcone como diretor e roteirista foi em “Tammy” (2014), um dos maiores fracasso da carreira da atriz. O bom elenco também inclui Annie Mumolo (série “About a Boy”), Peter Dinklage (série “Game of Thrones”), Kathy Bates (série “American Horror Story”), Kristen Schaal (série “The Last Man on Earth”), Cecily Strong (programa “Saturday Night Live”), Tyler Labine (série “Deadbeat”), Margo Martindale (série “The Americans”) e a jovem Ella Anderson (“A Possessão do Mal”). A estreia está marcada para 8 de abril nos EUA e apenas dois meses depois, em 2 de junho, no Brasil.

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    As Memórias de Marnie trata da adolescência com encanto e magia

    21 de novembro de 2015 /

    Provável último filme do estúdio Ghibli – que legou ao cinema obras-primas como “Meu Amigo Totoro” (1988), “A Viagem de Chihiro” (2001) e o recente “A Lenda da Princesa Kaguya” (2013) – , “As Memórias de Marnie” é um trabalho de uma sensibilidade e delicadeza ímpares. E mesmo que não chegue a ser tão perfeito como os citados acima, é um filme maravilhoso e emocionante – o que nos força a cair novamente no clichê já comum às obras do Ghibli: um verdadeiro poema em movimento. O filme conta a história da garota Anna, filha de pais adotivos, introvertida e solitária, que é enviada, por conta de problemas de saúde, para passar alguns dias na casa dos tios, no interior, que fica próxima a um lago. A rotina e um certo marasmo destes dias logo são quebrados quando a garota conhece Marnie, uma garota de cabelos loiros que parece ser a única habitante da mansão abandonada que fica do outro lado do lago. O filme não faz questão de disfarçar ou enganar o espectador, investindo no tom de magia desde o início. Assim, fica logo claro que Marnie não é uma garota comum. A relação entre as duas cresce com o tempo, com Anna encontrando em Marnie a amizade verdadeira que tanto procurava. Marnie, por sua vez, vê em Anna a possibilidade de (re)viver com alegria momentos que pareciam para sempre desaparecidos. Dirigido por Yomasa Yonebaiashi (“O Mundo dos Pequeninos”), Marnie tem uma traço mais tradicional – longe da ousadia estética de “Kaguya”, por exemplo – , mas compensa isso com uma animação fluída e natural, além de uma paleta de cores absurdamente linda, capaz de transformar cada quadro em um verdadeira pintura. Some-se a isso uma trilha sonora perfeita e o resultado não é menos que fascinante. O filme é baseado no livro homônimo da escritora inglesa Joan G. Robinson, e traça um primoroso registro de diversas questões da adolescência, como a falta de habilidade em lidar com os sentimentos, a necessidade de pertencimento e o desejo quase insuportável de se sentir feliz e amada. Com Marnie, Anna aprende a lidar com seus sentimentos e a enfrentar suas dúvidas e frustrações, principalmente relativas à família que nunca conheceu – um arco que será devidamente trabalhado ao longo do filme. E mesmo quando dá uma derrapada em seu terço final, tornando-se quase redundante em suas revelações – outrora apresentadas de forma bem mais sutil e inteligente – é impossível não se emocionar ao extremo das lágrimas com os desdobramentos da relação entre Marnie e Anna, almas gêmeas que compartilham algo muito maior do que uma simples amizade. Se este for o canto do cisne dos Estúdios Ghibli, que sucumbiu diante de um mercado cada vez mais comercial, que assim o seja: uma despedida leve, despretensiosa, mas tão repleta de magia e emoção quanto se poderia desejar.

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    Ninguém Ama Ninguém resgata o universo atrevido e sensual de Nelson Rodrigues

    21 de novembro de 2015 /

    Nelson Rodrigues é um dramaturgo e contista tão interessante que adaptá-lo para as telas (ou para os palcos) é quase certeza de sucesso. Então, por que diminuíram a quantidade de suas obras adaptadas para o cinema? A última havia sido “Bonitinha, Mas Ordinária”, em versão de 2013, que continha uma sucessão de equívocos que só mesmo um diretor como Moacyr Góes (“Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida”) seria capaz de perpetrar. Pelo menos, trouxe à luz a beleza de Letícia Colin, além de sempre consistente Leandra Leal, claro. Mas é um trabalho que passa longe da antológica versão feita por Braz Chediak em 1981. A adaptação de “Ninguém Ama Ninguém… Por Mais de Dois Anos”, dirigida por Clovis Mello, acerta bem mais, embora esteja longe de ser perfeita. A começar pelos belos e provocadores cartazes, que emulam o estilo dos desenhos da virada das décadas de 1950 e 60, que é justamente o tempo em que se passam as histórias presentes no longa. Como se trata de uma adaptação de várias histórias curtas, amarradas numa única narrativa, difícil não lembrar de “A Vida Como Ela É…”, a série de pequenos e deliciosos episódios produzida por Daniel Filho para o “Fantástico”. Perceber que aqueles episódios são ainda muito mais ousados e picantes que o novo filme não deixa de ser um pouco desanimador, mas pelo menos o lançamento devolve ao cinema o universo rodrigueano, de mulheres safadas (no bom sentido) ou mandonas e de homens cornos ou cafajestes. Nesse universo atrevido, algumas histórias se destacam e ficam mais vivas na memória, enquanto outras se resolvem de maneira tão rápida que caberiam num curta de dez minutos, como o caso da mulher que tem o desejo de transar com o melhor amigo do marido. Aliás, há duas situações desse tipo: uma termina em tragédia, enquanto a outra é levada para o território do humor. Trata-se da história interpretada por Gabriela Duarte, que no filme aparece bem ousada e cheia de sex appeal. Mas a melhor história é mesmo a estrelada por Marcelo Faria. Ele interpreta um sujeito pobre que se casa com uma garota rica, que com o tempo passa a mandar demais na vida dele. Há dois momentos em especial que provocam boas gargalhadas, quando o personagem chuta o balde. No meio disso tudo, ainda há um caso com a bela empregada doméstica. Por sinal, o filme é bem generoso com a sensualidade feminina, em constraste com as produções mais recentes do país, que mesmo ao tratar de sexo se mostram muito comportadas. Já vai longe o tempo em que o cinema brasileiro era considerado um dos mais sensuais do mundo. O que houve desde então? Perdemos a ginga? Ficamos mais hipócritas? Copiamos demais o modelo americano? Ou os produtores assumiram que sexo era um defeito que precisava ser extirpado do nosso cinema? Será por isso que não se filma mais Nelson Rodrigues? Seja por qual motivo, o cinema brasileiro perdeu o tesão. Por isso, sopros de sensualidade e sem-vergonhice, ainda que relativamente tímidos como os de “Ninguém Ama Ninguém”, são sempre bem-vindos.

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    O Bom Dinossauro: Veja sete cenas da nova animação da Pixar

    21 de novembro de 2015 /

    A Disney divulgou sete vídeos com cenas da animação “O Bom Dinossauro”, próximo lançamento produzido pelo estúdio Pixar. As cenas mostram Arlo, o dinossauro do título, lidando com o meio ambiente e os diversos personagens que encontra pelo caminho, ao mesmo tempo em que transmitem uma mensagem sobre a importância de não sentir medo. A premissa da animação parte da pergunta: E se o asteroide que mudou a vida na Terra não tivesse atingido o planeta e os dinossauros gigantes nunca tivessem sido extintos? A partir disso, a trama explora uma jornada épica de amizade, entre o apatossauro chamado Arlo e um pequeno humano. Enquanto viajam pela paisagem misteriosa e repleta de criaturas gigantes, Arlo aprende o poder de confrontar seus medos e descobre do que ele realmente é capaz. O elenco de dubladores inclui o ator Lucas Neff (série “Raising Hope”) como a voz de Arlo, além de Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”), Bill Hader (série “Saturday Night Live”), Judy Greer (série “Arrested Development”), John Lithgow (série “Dexter”) e Frances McDormand (“Moonrise Kingdom”). Dirigido por Peter Sohn, que trabalhou como animador em “Ratatouille” (2007), o filme estreia em 25 de novembro nos EUA e duas semanas depois, em 7 de janeiro, no Brasil.

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    As Mil e Uma Noites usa surrealismo para tratar a realidade

    20 de novembro de 2015 /

    Muitas vezes, quando a gente se aproxima da chamada realidade, ela soa surreal. Com humor e ironia, as desgraças se convertem em estranhamentos. O excêntrico também pode ser visto como redentor. É próprio do cinema mesclar o cotidiano e o sonho, o real e o imaginário, a verdade factual e a ficção, de modo que essas coisas se embaralhem e se tornem indiscerníveis. E alguns cineastas trabalham, de modo evidente, com a realidade surreal; desestabilizam nossa percepção, exigem que deixemos de lado o conforto da narrativa clássica, como o norte-americano Wes Anderson, o sueco Roy Andersson, o chinês Jia Zhang Ke e o mestre espanhol Luís Buñuel, entre outros. Pois o português Miguel Gomes é um lídimo representante dessa vertente. Seus filmes “Aquele Querido Mês de Agosto” (2008) e, sobretudo, “Tabu” (2012) já eram demonstrações claras e bem sucedidas disso. A trilogia de filmes “As Mil e Uma Noites” sacramenta de vez a inovação narrativa do diretor, sem deixar margem a dúvidas. Esclareça-se, de início, que são três filmes distintos, que resultaram de uma metodologia única e da mesma estrutura formal, no caso, emprestada das “1001 Noites”, com Xerazade contando histórias ao rei, mas não é uma adaptação, nem tem nada a ver com os contos árabes. O que Miguel Gomes e sua equipe fizeram foi contratar jornalistas para colher fatos importantes, surpreendentes, significativos ou relevantes, que estivessem acontecendo em qualquer parte de Portugal naquele momento para, a partir deles, construir uma história ficcional que, muitas vezes, é quase documental e, outras vezes, embarca fortemente na fantasia. Quanto mais surreal, mais retrata Portugal em meio à crise de austeridade que assolou o país e a Europa. Mas os momentos se alternam. O primeiro filme, “O Inquieto”, dá conta das maldições que se abatem sobre o país, tem baleias que explodem, desempregados que contam suas histórias, o banho (coletivo) dos magníficos, promovido por um sindicalista em pleno inverno, e um galo que, de tanto exigirem que seja abatido, resolve falar e explicar o que acontece. O mal estar civilizatório é muito claro e as coisas não são o que aparentam ser. No segundo filme, “O Desolado”, o título já diz tudo: não parece haver solução, a desolação toma conta das vidas. Até uma juíza se verá tão aflita que chorará, em vez de ditar a sua sentença, o suicídio se impõe na saga de um cão fiel, que muda de dono e permanece capaz de amar da mesma forma a todos. Os animais acabam sempre abrindo o caminho da esperança, até na desolação. Esse é o mais bem realizado da trilogia e foi indicado por Portugal para representar o país no Oscar de filme estrangeiro. O terceiro filme, “O Encantado”, descobre que há vida e esperança na simplicidade e na paixão: no caso dos passarinheiros, em que aprendemos que os tentilhões podem ser ensinados a cantar, os passarinhos não nascem sabendo, aprendem com os mais velhos e podem aprender o canto de outra espécie, se forem treinados para tal. A poesia encontra seu lugar. A revolução dos cravos é lembrada, as recompensas afetivas ganham destaque. São as diversas faces dos homens e das suas circunstâncias, pensando em Sartre, o que Miguel Gomes mostra nessa trilogia, muito bem realizada, em que pesem alguns maus momentos, como “os homens de pau feito”, no primeiro filme. Já o do “Simão sem Tripas” é uma das histórias saborosas que os filmes têm a contar. Cada um dos filmes vale por si só, independe dos outros. É possível assistir a eles isoladamente e em qualquer ordem. Não são partes sequenciais. São diferentes histórias que se relacionam a diferentes momentos e espaços da vida portuguesa atual. Em conjunto, formam um painel amplo e diverso, bastante ilustrativo da sociedade que procuram retratar. “As 1001 Noites” de Miguel Gomes foi um dos principais destaques da 39ª. Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e o primeiro volume entrou em cartaz em circuito comercial. Não pode faltar no cardápio dos cinéfilos, que se alimentam do cinema autoral.

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    Deadpool: Novo pôster do filme traz o herói como Papai Noel

    20 de novembro de 2015 /

    A 20th Century Fox divulgou um novo pôster engraçadinho de “Deadpool”. A imagem traz o mercenário tagarela vestindo uma toca de Papai Noel, sentado numa cadeira e esperando os fãs… sentarem no seu colo. O filme vai mostrar a origem do anti-herói, com roteiro escrito por Rhett Reese e Paul Wernick (ambos de “G.I. Joe: Retaliação” e “Zumbilândia”) e direção de Tim Miller, técnico de efeitos especiais que convenceu o estúdio após dirigir um curta teste com o personagem. O elenco ainda inclui Morena Baccarin (série “Gotham”), Gia Carano (“Velozes & Furiosos 6”), T.J. Miller (série “Sillicon Valley”) e Ed Skrein (“Carga Explosiva: O Legado”). “Deadpool” tem estreia agendada para 11 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Milla Jovovich compartilha foto de Resident Evil 6 em que aparece envelhecida

    20 de novembro de 2015 /

    A atriz Milla Jovovich compartilhou uma nova foto em seu Instagram, em que revela o visual envelhecido de sua personagem Alice, nos bastidores de “Resident Evil 6: O Capítulo Final”. Ela ainda adiantou que o envelhecimento não foi feito para a conclusão do filme, sem dar maiores detalhes. Além da estrela da franquia, o final também vai trazer de volta Ali Larter (“Resident Evil 4: Recomeço”), Iain Glen (“Resident Evil 3: A Extinção”) e Shawn Roberts (“Resident Evil 4: Recomeço”). Curiosamente, não há informações sobre os retornos de Wentworth Miller e Spencer Locke, vistos pela última vez no quarto filme, além de Sienna Guillory, Li Bingbing e Boris Kodjoe, que estavam no longa anterior. O destino destes três pode estar traçado na sinopse. O novo filme dará continuidade aos eventos de “Resident Evil 5: Retribuição”, mostrando a humanidade em seus últimos suspiros depois de Alice ser traída por Wesker (Shawn Roberts) em Washington. Como a única sobrevivente do que deveria ser a resistência final da humanidade contra as hordas de mortos-vivos, Alice deve retornar ao local em que tudo começou, Raccoon City, onde a Umbrella Corporation está reunindo suas forças para um ataque final contra os últimos sobreviventes do apocalipse zumbi. Em uma corrida contra o tempo, Alice precisa unir forças com velhos amigos e um aliado improvável numa batalha contra hordas de mortos-vivos e novos monstros mutantes para salvar a humanidade do risco de extinção. “Resident Evil 6: O Capítulo Final” tem estreia marcada para 27 de fevereiro 2017 nos EUA, mas ainda não foi definida sua data de lançamento no Brasil.

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    Diretor norueguês filmará reboot de Tomb Raider

    19 de novembro de 2015 /

    O diretor norueguês Roar Uthaug foi contratado para comandar o reboot cinematográfico de Tomb Raider, informou o site The Hollywood Reporter. Uthaug foi responsável por lançar uma bem-sucedida franquia de terror nórdico, iniciada por “Presos no Gelo” (2006), e ganhou aclamação crítica pelo épico viking “Fuga” (2012), ambos estrelados por mulheres fortes. Seu filme mais recente foi a superprodução escandinava “The Wave”, sobre um tsunami devastador. O roteiro do novo “Tomb Raider” foi assinado por Geneva Robertson-Dworet, que recentemente escreveu o script do quinto “Transformers”, ainda inédito. Não há detalhes sobre a trama, mas o filme deve refletir a nova direção dos games e contar a primeira aventura de Lara Croft. Ainda não há nenhuma atriz cotada para o papel da protagonista. Os primeiros dois filmes de “Tomb Raider” foram estrelados por Angelina Jolie e arrecadaram US$ 432 milhões mundialmente.

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    Star Wars: Novo comercial destaca Finn e muitas cenas inéditas

    19 de novembro de 2015 /

    A Disney divulgou um novo comercial de “Star Wars: O Despertar da Força”, que destaca o personagem Finn (John Boyega, de “Ataque ao Bloco”) entre muitas cenas inéditas, mostrando sua interação com Han Solo (Harrison Ford) e Chewbacca (Peter Mayhew). Uma das cenas remete diretamente ao primeiro filme da franquia, com Finn comandando as armas da nave Millennium Falcon, como Luke Skywalker em 1977. Além disso, ainda há novos flashes da luta entre a jovem jedi Rey (Daisy Ridley, da série “Mr Selfridge”) e o vilão Kylo Ren (Adam Driver, da série “Girls”). Filme mais aguardado do ano, “Star Wars: O Despertar da Força” tem roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), e estreia em 17 de dezembro no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.

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    Jogos Vorazes: A Esperança – O Final encerra a franquia sem empolgar

    19 de novembro de 2015 /

    “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” tem muitos problemas, mas o principal deles é exclusivo do Brasil. O filme não foi lançado em 3D nos EUA, contudo é assim que chega aos cinemas brasileiros, que por isso cobram mais caro para exibir uma cópia com perda de cor, contraste e da beleza de sua fotografia em geral, projetada de forma horrendamente escura. Chegamos a um momento em que o 3D deixou de ser uma novidade para virar uma imposição da indústria. Quantas imagens belas perdidas pela ganância do mercado. Isso afeta diretamente o prazer de se assistir ao filme, que, de longe, é o pior da série. A pior estratégia foi mesmo dividir o final da franquia em duas partes, replicando o que foi feito com “Harry Potter” e “Crepúsculo”. Isto rendeu dois filmes fracos, com enredos extremamente frágeis, e não serviu sequer para desenvolver os personagens coadjuvantes, que permaneceram mal delineados. Muitos deles, promissores nos filmes anteriores, chegam a desaparecer ou, pior, implodir. É o caso de Peeta (Josh Hutcherson), que participou junto com Katniss (Jennifer Lawrence) de dois jogos vorazes, experimentando uma aproximação sentimental durante esse processo, mas desde o episódio anterior se mostra mais um estorvo para a trama, não fazendo jus à personalidade forte de Katniss. O possível romance dos dois – há um triângulo amoroso envolvendo Gale (Liam Hemsworth) – não merece torcida nem parece ser comemorado pelo público. As mortes de personagens ao longo do filme também não são sentidas. Esta indiferença é mais mortal que a reação da Capital, pois prejudica o envolvimento do público. Sim, Jennifer Lawrence é maravilhosa e há um elenco de apoio admirável, com nomes como Woody Harrelson, Julianne Moore, Donald Sutherland, Elizabeth Banks, Jeffrey Right, Stanley Tucci e até Philip Seymour Hoffman, em seu último papel, mas destes, apenas Sutherland, como o vilanesco Presidente Snow, inimigo número um de Katniss e de toda a rebelião, vale cada segundo em que surge na tela. Muito pela excelência do ator, mas também pela relação desenvolvida, durante a franquia, com sua jovem adversária. A cena do encontro final dos dois, inclusive, denuncia a simpatia que o grande vilão é capaz de gerar, mas é também uma alternativa um tanto covarde do roteiro, diante do ímpeto vingativo da heroína. Como o consenso é de que o terceiro livro é o pior da trilogia, há que se dar um desconto para os roteiristas Peter Craig (“Atração Perigosa”) e Danny Strong (criador da série “Empire”), além do diretor Francis Lawrence (“Água para Elefantes”). Afinal, o tratamento da tentativa de tomada de poder, pelo grupo de rebeldes, mais parece um videogame de quinta categoria, com direito até a monstros como obstáculos a serem vencidos. É lamentável, porém, que uma franquia que começou com dois filmes tão bem amarrados tenha acabado dessa maneira. Considerando os quatro longas, é possível dizer que até houve um empate. Mas, na verdade, existiu uma clara vencedora: Jennifer Lawrence, que saiu do anonimato indie com o primeiro filme para se tornar a atriz mais bem paga de Hollywood.

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    Alexandra Daddario entra no filme da série Baywatch

    19 de novembro de 2015 /

    A atriz Alexandra Daddario (“Terremoto – A Falha de San Andreas”) entrou na adaptação cinematográfica da série “Baywatch” (conhecida também como “S.O.S. Malibu” no Brasil). Ela é a primeira beldade confirmada entre as candidatas a vestir os maiôs vermelhos da produção. Daddario vai interpretar a personagem Summer, uma das principais protagonistas, vivida por Nicole Eggert na série dos anos 1990. Com a confirmação, a atriz voltará a dividir a tela com o astro Dwayne Johnson, que interpretou seu pai em “Terremoto: A Falha de San Andreas”. Johnson foi o primeiro ator contratado da adaptação. E foi ele mesmo quem revelou, por meio de seu Instagram, a participação da atriz no projeto. Além deles, o ator Zac Efron (“Um Homem de Sorte”) também participará das filmagens. Os produtores planejam anunciar em breve o nome de outra atriz, possivelmente para o papel de C. J. Parker, a personagem de Pamela Anderson na série original. Ainda não há detalhes sobre a história do filme, porém tudo indica que será uma comédia ao estilo de outra adaptação bem-sucedida de série clássica, “Anjos da Lei”. Pelo menos, é o que aponta o envolvimento dos roteiristas Robert Ben Garant (“Uma Noite no Museu”) e Justin Malen (série “Trophy Wife”) e do diretor Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”). O filme “Baywatch” ainda não tem previsão de estreia definida.

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