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Filme

Burro de “Shrek” ganhará filme solo com Eddie Murphy

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Filme

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26 de junho de 2026
Filme

Guia da Pipoca: “Supergirl” é o principal lançamento de cinema

Filme do DCU marca a volta dos super-heróis ao circuito cinematográfico

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25 de junho de 2026
  • Filme

    Vin Diesel revela que Velozes e Furiosos vai ganhar spin-off feminino

    1 de outubro de 2018 /

    O ator Vin Diesel afirmou que a franquia “Velozes e Furiosos” ganhará um spin-off focado nas personagens femininas da saga. A informação veio à tona num vídeo que ele postou nas redes sociais, que trouxe algumas notícias diretamente do set de “Bloodshot”, atualmente sendo filmado na África. De passagem, após elogiar seu próprio filme em produção, ele enfiou a notícia: “Obrigado a Universal por aceitar a minha proposta de um spin-off feminino de ‘Velozes e Furiosos’, e a outra proposta que eu enviei”. O ator não especificou nada sobre os novos projetos, já que seu objetivo era criar expectativa para “Bloodshot”, mas o vídeo também revelou uma visita ao set de Cody Walker, irmão de Paul Walker. Ele virou ator após aparecer como dublê de corpo de Paul Walker em “Velozes e Furiosos 6” (2015). Vale lembrar que, durante a pós-produção de “Velozes e Furiosos 8” (2017), a atriz Michelle Rodriguez reclamou da representação feminina na saga. Sua Letty seria a escolha óbvia para liderar o time feminino do spin-off, que ainda teria Ramsey (Nathalie Emmanuel), Mia (Jordana Brewster) e, possivelmente, a vilã Cipher (Charlize Theron). Mas há outras personagens femininas na franquia que poderiam ser integradas na história, como a agente Monica Fuentes (Eva Mendes) e a motorista Suzi (Devon Aoki). “Velozes e Furiosos” prepara-se para lançar o seu primeiro spin-off, “Hobbs and Shaw”, focado nos personagens de Dwayne “The Rock” Johnson e Jason Statham. A estreia está marcada para agosto de 2019, um ano antes do lançamento de “Velozes e Furiosos 9”. Visualizar esta foto no Instagram. Guess who came to surprise me on set… #BLOODSHOT Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 1 de Out, 2018 às 9:09 PDT

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  • Filme,  Música

    Charles Aznavour (1924–2018)

    1 de outubro de 2018 /

    Morreu Charles Aznavour, o último dos grandes nomes da canção francesa do século 20. O cantor e compositor faleceu na madrugada desta segunda-feira (1/10), aos 94 anos em sua casa em Apilles, no sul da França. Filho de imigrantes armênios, seu verdadeiro nome era Shahnour Varinag Aznavourian. Mas também era chamado de o Frank Sinatra da França. A carreira deslanchou após a 2ª Guerra Mundial, quando Edith Piaf foi conferir seus shows de cabaré. Encantada, ela o consagrou ao convidá-lo para abrir o seu show no famoso Moulin Rouge e o levou em uma turnê pelos Estados Unidos e Canadá. Assim, Aznavour passou a compor alguns dos sucessos mais populares da cantora, tornando-se também conhecido por conta de seu talento. A carreira durou oito décadas, vendeu mais de 100 milhões de discos e rendeu canções mundialmente conhecidas como “La Bohème”, “La Mamma” e “Emmenez-moi”. Além de sucessos próprios, ele também compôs para artistas como Maurice Chevalier e Charles Trenet. Aznavour também teve uma carreira paralela muito bem-sucedida como ator, que a maioria dos talentos de Hollywood não consegue igualar. Foram cerca de 80 filmes, a princípio em pequenas participações vivendo a si mesmo, como em “Até Logo, Querida!” (1946). Mas a atuação se tornou uma atividade séria a partir de “Os Libertinos” (1959), de Jean-Pierre Mocky. O cantor logo virou protagonista de clássicos franceses, como “A Passagem do Reno (1960), do mestre André Cayatte, e o famoso nouvelle-noir “Atirem no Pianista” (1960), dirigido simplesmente por François Truffaut. Estes filmes o lançaram de vez como astro de cinema, levando-o a multiplicar sua presença nas telas, a ponto de fazer três filmes por ano na década de 1960. A safra incluiu “As Virgens” (1963), de Mocky, “Breve Encontro em Paris” (1966), de Pierre Granier-Deferre, e seu primeiro filme falado em inglês, o psicodélico “Candy” (1968), de Christian Marquand. A estreia em Hollywood propriamente dita veio logo em seguida, como par romântico de Candice Bergen em “O Mundo dos Aventureiros” (1970), de Lewis Gilbert. Ele também se aventurou pelo cinema inglês, com “Os Jogos” (1970), de Michael Winner, pelo cinema policial italiano, estrelando “Tempo de Lobos” (1970) e “O Belo Monstro” (1971), ambos dirigidos por Sergio Gobbi, e até pelo suspense alemão em “O Último dos Dez” (1974), uma adaptação de “E Não Sobrou Nenhum” (mais conhecido como “O Caso dos Dez Negrinhos”), de Agatha Chistie. Tornou-se um astro de cinema internacional. E embora fizesse filmes dispensáveis em Hollywood, como o thriller “Fortaleza Proibida” (1976), acabou aparecendo em clássicos que marcaram época, como “O Tambor” (1979), do alemão Volker Schlöndorff, “Os Fantasmas do Chapeleiro” (1982), do conterrâneo Claude Chabrol, e “Viva la Vie (1984), do também francês Claude Lelouch. A partir dos anos 1990, passou a fazer mais séries e telefilmes, diminuindo sua presença no cinema. Mesmo assim, estrelou algumas produções recentes, como “Ararat” (2002), do egípcio Atom Egoyan, sobre um tema que lhe interessava em particular, o genocídio armênio. Também contracenou com Henry Cavill (o Superman) em “Laguna” (2001). E estava finalizando um último longa, “Une Revanche à Prendre”, do francês Kader Ayd, com quem tinha trabalhado em 2005 em “Ennemis Publics”. Mesmo quando não era visto, Aznavour também era lembrado pelo cinema em suas trilhas sonoras. Ele é o compositor, por exemplo, de “She”, a canção tema do filme “Um Lugar Chamado Notting Hill”, estrelado por Julia Roberts. Lançada em 1974, a música liderou as paradas britânicas por 14 semanas e ficou entre as mais tocadas em diversos países. E voltou a demonstrar sua atualidade como parte da trilha do filme de 1999, na voz de Elvis Costello. Nos últimos 40 anos, ele ainda teve suas composições gravadas por cantores tão diferentes quanto Elton John, Sting, Bob Dylan, Placido Domingo, Céline Dion, Julio Iglesias, Liza Minnelli e Ray Charles.

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    Com estreia de PéPequeno, Warner chega à 8ª semana no topo das bilheterias do Brasil

    1 de outubro de 2018 /

    A Warner Bros. Pictures vive uma fase fenomenal no Brasil, ao se manter na liderança das bilheterias do país por 8ª semanas consecutivas. Com público superior a 309 mil pessoas e arrecadação de mais de R$ 5 milhões, seu mais recente lançamento, a animação “PéPequeno”, estreou em 1º lugar no fim de semana. “PéPequeno” é o quarto campeão seguido do estúdio, após os recentes sucessos de “A Freira”, “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas” e “Megatubarão”, que não deixaram espaço para nenhum filme de concorrente ocupar o topo das bilheterias nacionais desde 9 de agosto. São quase dois meses completos de domínio total. Que, entretanto, devem acabar no próximo fim de semana, com a chegada de “Venom”, da Sony. Na América do Norte, no entanto, “PéPequeno” não foi tão grande assim, abrindo em 2º lugar, atrás de uma comédia que, por sinal, nem sequer será lançada nos cinemas brasileiros – “Operação Supletivo – Agora Vai!” deve sair direto em vídeo. Por aqui, porém, a Warner fez dobradinha, com o longa de terror “A Freira” na 2ª colocação, assistido por 240 mil pessoas e bilheteria de mais R$ 3,8 milhões. A arrecadação acumulada das quatro semanas em exibição já atingiu os R$ 69,8 milhões. O valor é recorde para o gênero terror no Brasil. A surpresa ficou com o sucesso do drama “O que de Verdade Importa”. Em 3º lugar, foi assistido por 109 mil pessoas, arrecadando R$ 1,7 milhões para uma boa causa. Os produtores prometeram reverter os lucros desse filme para instituições que cuidam de crianças com câncer no país. Principal lançamento nacional da semana, “Dez Segundos para Vencer”, sobre a história do boxeador Éder Jofre, abriu apenas em 10º lugar, com público de 19,6 mil pessoas. Os dados são da consultoria ComScore.

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    Zack Snyder planejava matar Batman em Liga da Justiça 2

    1 de outubro de 2018 /

    Aparentemente, Zack Snyder pretendia matar Batman no segundo filme da “Liga da Justiça” que estava planejando. Em uma conversa com fãs na Vero, a rede social em que é a única celebridade, Zack Snyder confirmou sua intenção. Ao interagir com um usuário, que divulgou a imagem de Batman morto nos braços do Superman, com a legenda: “O que poderíamos ter visto naquele arco de cinco partes” – de “O Homem de Aço” a “Liga da Justiça 2” – , o diretor respondeu: “É claro”. O que seria ridículo, após o diretor matar Superman em “Batman vs. Superman” e trazê-lo de volta em “Liga da Justiça”. Para piorar, a morte de Batman aconteceria depois da Marvel eliminar metade de seus heróis com um estalar de dedos para também trazê-los de volta no filme seguinte. A Warner não só discordou como dispensou Snyder e desistiu de fazer “Liga da Justiça 2”, após o primeiro “Liga da Justiça” tornar-se um fracasso de bilheterias. Este filme já tinha sido realizado sob intervenção, com boa parte das cenas refeitas por Joss Whedon (“Os Vingadores”) – o que ocorreu de forma pouco elegante, durante uma crise pessoal de Snyder. Mas os fãs do cineasta – que pareciam não existir até ele ser afastado de “Liga da Justiça” – ainda imaginam que sua visão do encontro de Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Flash, Aquaman e Ciborgue pudesse ser a salvação da DC Comics – do buraco que ele próprio criou em “Batman vs. Superman”. Agora se vê que o plano de Snyder era tornar o universo cinematográfico da DC Comics ainda mais sombrio. Em outras palavras, criar novas piadas para o Deadpool zoar.

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    Ator de Kinsgman voa ao piano no primeiro teaser legendado da cinebiografia de Elton John

    1 de outubro de 2018 /

    A Paramount divulgou o primeiro teaser de “Rocketman”, cinematografia do músico Elton John estrelada pelo ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”). Na prévia, ele aparece literalmente voando ao piano. Além disso, o figurino e a recriação de época se revelam bastante caprichados. O que destoa é que o ator é fisicamente muito diferente do cantor. Anteriormente cotado para o papel, Justin Timberlake (“Roda Gigante”) viveu um Elton John perfeito em 2001, num clipe do cantor (“This Train Don’t Stop There Anymore”). Mas a escolha do intérprete podia ter sido pior. O musculoso Tom Hardy (“Venom”) chegou a ser escalado na produção. O elenco da produção também inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), que tem o papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe de Elton John e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele de John Reid, o empresário de longa data do artista. A cinebiografia tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (que completou “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia do Queen), e acompanha Elton John desde o começo da carreira até o lançamento de seu disco mais popular, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. A estreia de “Rocketman” está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos e Reino Unido.

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    Djimon Hounsou será um dos Bosleys do novo filme de As Panteras

    30 de setembro de 2018 /

    O elenco do novo “As Panteras” ganhou mais uma adição. O ator Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”) entrou na produção para viver um dos Bosleys do filme. Em uma reviravolta da trama original, o filme terá vários personagens chamados Bosley, nome que costumava identificar o responsável por fazer a conexão entre as Panteras e o enigmático e nunca visto dono da agência de detetives, Charlie Townsend. O ator Patrick Stewart (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) será um deles, assim como a atriz Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do filme. Já as Panteras serão vividas por Kristen Stewart (“Branca de Neve e o Caçador”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a britânica Ella Balinska, que ainda não estrelou nenhum filme de cinema, apenas séries, curtas e um longa lançado direto na internet. Além de estar na frente e atrás da câmera, Banks ainda escreveu a versão final do roteiro com Jay Basu (“Millennium: A Garota na Teia da Aranha”). O novo “As Panteras” tem estreia marcada para setembro de 2019 nos Estados Unidos.

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    Roman Polanski reúne grandes astros franceses para seu próximo filme

    30 de setembro de 2018 /

    Expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, em meio ao surgimento de novas denúncias de abusos de adolescentes nos anos 1970, Roman Polanski prepara seu primeiro filme após a insurgência do movimento #MeToo. E ao contrário de Woody Allen, não encontra nenhuma dificuldade para escalar um elenco estelar. Polanski reuniu uma impressionante constelação de astros franceses para seu novo projeto, que levará para as telas o célebre caso Dreyfus, o mais famoso erro de Justiça na história francesa, que condenou um herói militar inocente à prisão, inspirando uma campanha na imprensa por sua libertação, acompanhada por denúncias de preconceito, perseguição e antissemitismo. O tema obviamente ecoa os últimos anos tumultuados da vida do diretor. Intitulado “J’accuse”, como a célebre carta-aberta-editorial escrita por Emile Zola, o filme vai trazer o vencedor do Oscar Jean Dujardin (“O Artista”) no papel do agente de contra-espionagem que provou que o capitão judeu Alfred Dreyfus havia sido erroneamente acusado de espionar para os alemães. O caso dividiu a França por mais de uma década a partir de 1894, e a amargura e as divisões que criou duraram até a 2ª Guerra Mundial. O papel de Dreyfus será interpretado por ninguém menos que Louis Garrel (“O Formidável”) e o elenco ainda inclui Mathieu Amalric e a esposa de Polanski, Emmanuelle Seigner, que atuaram juntos no premiadíssimo “O Escafandro e a Borboleta” (2007) e num dos filmes mais recentes de Polanski, “A Pele de Vênus” (2013). O roteiro foi escrito pelo romancista britânico Robert Harris, que também já trabalhou com Polanski: no aclamado “O Escritor Fantasma” (2010), premiado com o troféu de Melhor Direção no Festival de Berlim. “Eu venho querendo há muito tempo fazer um filme sobre Dreyfus, não como um drama de época, mas como um thriller de espionagem”, disse Polanski em 2012. A história, argumentou, era “absolutamente pertinente para o mundo de hoje — uma caça às bruxas contra uma minoria, paranoia sobre segurança, tribunais militares secretos e serviços de Inteligência fora de controle, governos mentirosos e uma imprensa enfurecida”. O novo filme será falado em francês e as filmagens começarão em breve em Paris.

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    Bumblebee ganha fotos oficiais

    30 de setembro de 2018 /

    A Paramount divulgou oito fotos oficiais de “Bumblebee”, que tinham sido anteriormente adiantas com logotipos de revistas. As imagens destacam o personagem do título e sua motorista, vivida por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 3”). O primeiro filme derivado da franquia “Transformers” é um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e traz Bumblebee como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. A prévia revisita a premissa do primeiro “Transformers”, em que Shia LaBeouf descobria que seu carro era Bumblebee. Com mudança de sexo do protagonista, agora é Hailee Steinfeld quem se surpreende com o motor robótico de seu veículo. A ideia também remete ao clássico filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse” (1968). Mas não demora para essa fábula motorizada virar um típico “Transformers”, com as inevitáveis explosões, perseguições, lutas contra decepticons e a chegada de Optimus Prime. O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 – , que fará seu primeiro trabalho com atores reais. Já o elenco coadjuvante conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”) e Grace Dzienny (série “Zoo”). A estreia vai acontecer em 25 de dezembro no Brasil, quatro dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Fotos e vídeos revelam visual de Jake Gyllenhaal como vilão do novo filme do Homem-Aranha

    30 de setembro de 2018 /

    Novos vídeos e fotos feitos durante as filmagens de “Homem-Aranha: Longe de Casa” em Liberec, na República Tcheca, revelaram o visual do ator Jake Gyllenhaal (“O Abutre”) como o vilão Mysterio. As imagens registram uma luta entre o herói, vivido por Tom Holland, e seu antagonista, que veste uma fantasia vistosa, com direito a capa vermelha. Ao fundo, um parque de diversões arde em chamas. Veja abaixo. “Homem-Aranha: Longe de Casa” ainda não teve sua sinopse revelada, mas a participação de Mysterio havia sido cogitada em março, desde a contração de Gyllenhaal. O personagem é um especialista em efeitos especiais e usa a técnica de criar de ilusões para cometer seus crimes. Apesar de estrear no cinema com Gyllenhaal, ele já deveria ter aparecido um filme antes. Mysterio seria o vilão do abortado “Homem-Aranha 4”, com interpretação do velho amigo do diretor Sam Raimi, o ator Bruce Campbell (“Ash vs the Evil Dead”), que figurou em todos os filmes da trilogia original – e nos videogames derivados. Mysterio pertence à galeria de vilões clássicos do Aranha, criado por Stan Lee e Steve Ditko em 1964, e foi um dos fundadores do Sexteto Sinistro original. Mais recentemente, ele mergulhou em níveis mais baixos de vilania, sendo responsável por iniciar eventos que culminaram na morte de Karen Page (a namorada original do Demolidor). Mas não se aflijam porque ninguém fica morto muito tempo nos quadrinhos. Nem no cinema, como o próprio Aranha pode atestar, já que sua nova aventura será exibida após ele ter sido apagado da existência por Thanos (em “Vingadores: Guerra Infinita”). Com direção de Jon Watts (responsável pelo filme anterior), “Homem-Aranha: Longe de Casa” tem estreia marcada para julho de 2019. Final scenes from Spider-Man: Far from Home in Liberec, now the end of filming pic.twitter.com/D9SNaHSBJk — Martin Knap (@CZMARTY7) September 30, 2018 Spider-Man: Far from Home: Mysterio in Liberec, Czech Republic, final scene pic.twitter.com/KCzGJmme01 — Martin Knap (@CZMARTY7) September 30, 2018 Spider-Man: Far from Home: Mysterio in Liberec, Czech Republic pic.twitter.com/wpWaWe0oRE — Martin Knap (@CZMARTY7) September 30, 2018 Spider-Man: Far from Home: Mysterio in Liberec, Czech Republic pic.twitter.com/qfgJDQJQLs — Martin Knap (@CZMARTY7) September 30, 2018 Spider-Man: Far from Home: Mysterio in Liberec, Czech Republic pic.twitter.com/p1yxxM9nym — Martin Knap (@CZMARTY7) September 30, 2018

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    A Freira vira maior sucesso mundial da franquia Invocação do Mal

    30 de setembro de 2018 /

    Poucos dias após virar o terror mais visto nos cinemas brasileiros em todos os tempos, “A Freira” bateu um novo recorde. Ao atingir a soma de US$ 330 milhões de bilheteria mundial, o filme se tornou o lançamento mais bem-sucedido da franquia “Invocação do Mal”, superando o antigo detentor da marca, “Invocação do Mal 2” (US$ 320 milhões). Grande parte do sucesso de “A Freira” tem sido impulsionada pelos mercados latinos, de forte influência católica. O México representou o maior mercado internacional, com US$ 21,5 milhões, seguido pelo Brasil, com U $ 17 milhões. A Espanha também aparece entre os primeiros lugares, com US$ 10,5 milhões, enquanto a Columbia arrecadou US$ 6,2 milhões. Até nos Estados Unidos, o público latino tem sido apontado como responsável por grande parte do faturamento – estimativas apontam um terço do total – de US$ 109 milhões. Curiosamente, embora seja o mais bem-sucedido da franquia, “A Freita” também é considerado o pior, com apenas 27% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. E apesar dessa bilheteria toda, o público parece concordar com a má avaliação da crítica. A pesquisa do CinemaScore com pessoas que assistiram à estreia nos Estados Unidos resultou numa nota C, de medíocre. Ou seja, houve empolgação para comprar ingresso, seguida por arrependimento coletivo. Os recordes de agora podem, portanto, virar um problema para o próximo lançamento da franquia, já que a decepção de quem pagou para ver e não gostou é bastante significativa. Atualmente, a Warner prepara mais três filmes do mesmo universo cinematográfico: “Invocação do Mal 3”, “Annabelle 3” e o filme do Homem-Torto visto em “Invocação do Mal 2”.

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    Apóstolo: Terror com astro de Legion ganha trailer legendado e sangrento

    30 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, quatro fotos e o trailer legendado de “Apóstolo”, que marca uma guinada na carreira do diretor Gareth Evans. Responsável pela ultraviolência coreográfica dos dois filmes da franquia de ação indonésia “Operação Invasão”, ele agora mergulha no terror sangrento com elenco britânico e inspiração do cultuado “O Homem de Palha” (1973). Escrita pelo próprio Evans, a trama acompanha Dan Stevens (“Legion”) rumo a uma ilha remota em 1905 com a missão de resgatar sua irmã (Lucy Boynton, de “Sing Street”) de uma seita sinistra, liderada pelo auto-intitulado apóstolo vivido por Michael Sheen (“Masters of Sex”). O suspense da premissa logo cede espaço para rituais de sangue e tortura visceral. Com boa repercussão em festivais de terror, o filme tem 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes e estreia em streaming em 12 de outubro.

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    A Fábrica de Nada reflete o crescimento do desemprego na fase atual do capitalismo

    30 de setembro de 2018 /

    Condição necessária para a existência da produção e, consequentemente, do lucro no sistema capitalista, é a mão de obra geral e especializada, que vem dos trabalhadores. Mas em tempos de tecnologia avançada, robótica e que tais, o próprio trabalhador começa a ser dispensável. Máquinas podem ser eliminadas ou substituídas por equipamentos mais recentes, que chegam a tornar obsoletos a própria estrutura física das fábricas e seu maquinário tradicional. Ou esse maquinário pode ser deslocado para onde a tecnologia não se sofisticou e que mantém custos de mão de obra tão baixos que se aproximam da escravidão. Esse é o pano de fundo da história do filme português “A Fábrica de Nada”, dirigido por Pedro Pinho (“Um Fim do Mundo”) a partir de ideia original do cineasta Jorge Silva Melo (“Agosto”), com base na peça “The Nothing Factory”, da escritora holandesa Judith Herzberg. A referência teatral não impede que o realizador trabalhe o material fílmico de forma documental, inclusive dedicando a obra aos trabalhadores da Fateleva, que, entre 1975 e 2016, levaram a cabo uma experiência de autogestão na fábrica de elevadores Otis portuguesa. Experiência que, certamente, inspirou “A Fábrica de Nada”, tanto quanto a peça original holandesa. Trata-se, de qualquer modo, de uma ficção. Quando equipamentos da fábrica vão desaparecendo, ou são roubados, à noite, esvaziando as condições de trabalho e produção, seus operários decidem fazer vigílias para impedir que isso continue a acontecer. A fábrica, porém, para de produzir. Eles não têm o que fazer e agora são os seus empregos que estão em jogo. Há um plano evidente de desativar a fábrica e dispensar os trabalhadores. Eles partem para a greve, recurso histórico e legítimo dos operários. Mas greve numa fábrica que já parou? A ideia do roteiro é ótima, muito bem desenvolvida e com um elenco convincente, que nos põe no mundo dessa fábrica estranha que, no entanto, é tão representativa dos dias econômicos atuais. E, de quebra, reflexões teóricas sobre a presente etapa do capitalismo, que se caracteriza pelo desemprego, vão sendo lançadas ao longo do filme, ilustrando as encenações, ou melhor, dando a elas um caráter mais geral, extrapolando o caso concreto que está sendo mostrado. Apesar das quase três horas de projeção, o filme flui bem, cria uma situação de expectativa e de suspense que mantém o espectador interessado no que vai ocorrer em seguida.

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    Nova comédia de Kevin Hart estreia em 1ª lugar na América do Norte

    30 de setembro de 2018 /

    A comédia “Night School”, que o estúdio Universal batizou de “Operação Supletivo – Agora Vai!” para o lançamento no Brasil, estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e no Canadá, superando a concorrência da animação “PéPequeno” e a permanência dos demais títulos em cartaz, com US$ 28 milhões. Não é uma estreia de blockbuster, mas é recorde. Trata-se da maior abertura de uma comédia em 2018, superando “Podres de Ricos” (US$ 26,5 milhões), que foi considerada um “fenômeno”. Mas sua popularidade não encontrou respaldo da crítica. Negativado pela imprensa, atingiu uma média de 33% no Rotten Tomatoes. Menos mal, já que o título nacional não é a pior notícia em relação ao seu lançamento no Brasil. Apesar da “tradução”, o longa não tem previsão de estreia no país. Deve sair direto em vídeo ou streaming. O que perpetua o preconceito racial das distribuidoras nacionais, já que se trata de mais uma comédia com atores e diretor afro-americanos barrada no parque exibidor brasileiro. Vale destacar que a comédia é estrelada por dois dos atores mais populares do momento nos Estados Unidos, Kevin Hart (“Jumanji”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). Mesmo assim, Kevin Hart só chega aos cinemas nacionais quando atua ao lado de um comediante branco. Já Tiffany Haddish é uma ilustre desconhecida do público brasileiro que paga ingressos de cinema. Nenhum dos seus filmes jamais foi lançado nas telas grandes do país. Nem mesmo o blockbuster “Viagem das Garotas”, uma das comédias mais bem-sucedidas e mais bem-avaliadas do ano passado nos Estados Unidos – abriu com US$ 31,2 milhões e tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. O diretor de “Operação Supletivo – Agora Vai!” é o mesmo do outro filme, Malcolm D. Lee. Se a Universal comemora localmente o sucesso de “Operação Supletivo”, a Warner já busca a calculadora para ver se dá para recuperar o investimento em seu longa animado. Com exibição em 1,1 mil salas a mais, “PéPequeno” levou um tombo com a estreia de US$ 23 milhões. As avaliações da crítica foram razoáveis, com 69% de aprovação. Mas animações costumam arrastar multidões ao cinema, o que não foi o caso. Por sua vez, a Lionsgate não precisa fazer conta nenhuma. O terror “O Parque do Inferno” abriu em 6º lugar com apenas US$ 5 milhões de arrecadação, maior fiasco da semana. O estúdio tentou esconder a produção da crítica, mas sua ausência na imprensa também reduziu a capacidade do público saber que o filme existia, rendendo salas vazias. Só após chegar nas telas é que as resenhas começaram a vir à tona. Todas negativas, rendendo-lhe 39% no Rotten Tomatoes. Literalmente um horror, que chega ao Brasil em novembro. Para completar a relação de lançamentos, “Little Women” abriu em 14º lugar, com uma distribuição limitada em 643 salas e vaias da crítica – 35%. A inclusão deste título no texto é só para lembrar que esta história, uma das mais filmadas de todos os tempos, baseada no romance bicentenário de Louisa May Alcott, também virou minissérie britânica no fim do ano passado e vai ter outra versão de cinema no ano que vem, com grande elenco e direção de Greta Gerwig (“Lady Bird”), sabe-se lá por quê. Entre os filmes em cartaz, “A Freira” bateu um novo recorde de faturamento – confira aqui. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 28m Total EUA e Canadá: 28m Total Mundo: US$ 33,5m 2. PéPequeno Fim de semana: US$ 23m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 38,6m 3. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 12,5m Total EUA e Canadá: US$ 44,7m Total Mundo: US$ 53,8m 4. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 43m Total Mundo: US$ 62,8m 5. A Freira Fim de semana: US$ 5,4m Total EUA e Canadá: US$ 109m Total Mundo: US$ 330m 6. O Parque do Inferno Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 5m Total Mundo: US$ 5m 7. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 4,1m Total EUA e Canadá: US$ 165,6m Total Mundo: US$ 218,8m 8. O Predador Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 47,6m Total Mundo: US$ 115,8m 9. White Boy Rick Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 21,7m Total Mundo: US$ 21,7m 10. A Justiceira Fim de semana: US$ 1,7m Total EUA e Canadá: US$ 33,5m Total Mundo: US$ 39,5m

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