Críticas racistas e misóginas de “fãs” de Star Wars foram criadas por trolls russos
A reação negativa extrema de uma parcela dos fãs a “Star Wars: Os Últimos Jedi”, especialmente os ataques sofridos pela atriz Kelly Marie Tran, de descendência vietnamita, pode ter sido orquestrada pela ação de trolls russos. É o que alerta um estudo da University of South Carolina, comandado pelo pesquisador Morton Bay. Segundo o relatório, repercutido pelo site Mashable, mais de 50% dos tuítes de ódio a “Os Últimos Jedi” enviados diretamente à conta do diretor Rian Johnson, foram escritos por robôs ou contas falsas, algumas delas administradas por usuários russos. Para chegar nestes usuários, Bay usou uma lista divulgada publicamente pelo Twitter de 2.752 contas conectadas à Agência de Pesquisa de Internet russa, apelidada de “fazenda de trolls” do governo. De mil usuários que enviaram mensagens para Johnson na época do lançamento de “Os Últimos Jedi”, 16 estavam nesta lista. Bay também descobriu, em seu estudo, que algumas das contas que enviaram mensagens para Johnson foram criadas única e exclusivamente com esse intuito. Um usuário chamado @MarcoSo94862885, por exemplo, só postou sobre isso durante os poucos meses em que se manteve ativo na rede social. O mesmo deve ter acontecido com Kelly Marie Tran, mas como a atriz deletou sua conta por causa do bullying intenso que sofreu, é impossível avaliar quantos trolls do governo russo tinham como missão atacá-la nas redes sociais. “Os Últimos Jedi” foi atacado por uma parcela dos fãs de “Star Wars” por ter dado muito destaque personagens que eram ou mulheres ou de etnias diversificadas. Kelly Marie Tran, que estreou no filme como a personagem Rose Tico, foi duplamente alvejada, por ser mulher e asiática, recebendo insultos racistas e misóginos. O momento que deveria ser o mais feliz de sua vida se tornou motivo de grande tristeza, fazendo-a sair das redes sociais. O estudo de Morton Bay decifrou as mensagens enviadas pelos trolls como “uso do debate em torno do filme para propagar mensagens de apoio a causas da extrema direita, além de discriminação por gênero, etnia ou sexualidade”. A franquia “Star Wars” volta aos cinemas com o “Episódio IX”, ainda sem título oficial, com direção de J.J. Abrams e estreia prevista para dezembro de 2019.
Christian Bale aparece velho, careca, gordo e irreconhecível no primeiro teaser de seu novo filme
O ator Christian Bale voltou a surpreender o público com sua mais nova transformação física, no primeiro teaser de “Vice”. Com visual envelhecido, careca, muito acima do peso e de óculos, ele interpreta o personagem do título, Dick Cheney, vice-presidente dos Estados Unidos durante o governo de George W. Bush entre 2001 e 2009. Nem parece o mesmo ator que viveu Batman. Embora seja conhecido por se transformar fisicamente, Bale vinha evitando ganhar peso. Chegou a abandonar o projeto de um filme sobre Enzo Ferrari, após conselhos médicos, porque teria que engordar. No começo do século, quando ainda era jovem, ele apareceu esquelético num par de filmes brilhantes, “O Operário” (2004) e “O Sobrevivente” (2006). Seu papel mais encorpado, até o momento, era o do golpista careca e barrigudo de “Trapaça” (2013) A frase às suas costas no teaser avisa: “Alguns vices são mais perigosos que outros”, num trocadilho com a palavra vice, que em inglês significa também vício. O Brasil sabe muito bem disso. Não só em relação a quem está atualmente no comando do país, mas quem assumiu no lugar de Tancredo Neves e quem pode assumir caso o líder das pesquisas seja eleito em 2018 – bata na madeira três vezes. “Vice” irá acompanhar Cheney durante os governos republicanos de Richard Nixon, Gerald Ford e George W. Bush, e como ele administrou a política externa americana depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. O filme tem roteiro e direção de Adam McKay, que dirigiu Bale no premiado “A Grande Aposta” (2015), e foi quem liberou o teaser abaixo, um dia antes do lançamento do trailer oficial. O elenco da produção ainda inclui Steve Carell (outro de “A Grande Aposta”), Amy Adams (parceira de Bale em “Trapaça”), Bill Pullman (“The Sinner”), Alison Pill (“Zoom”), Jesse Plemons (“Black Mirror”), Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”), Lily Rabe (“American Horror Story”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Eddie Marsan (“7 Dias em Entebbe”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Tyler Perry (“Garota Exemplar”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Justin Kirk (“Kidding”) e LisaGay Hamilton (“The First”). A estreia está marcada para 21 de dezembro nos Estados Unidos, a tempo de disputar uma vaga na temporada de premiações. Já a previsão de lançamento no Brasil é para 40 dias depois, em 31 de janeiro. Excited to announce the VICE trailer is coming tomorrow morning – a snapshot into Dick Cheney’s wild, quiet and shadowy power. pic.twitter.com/ZDqlvFQPIS — Adam McKay (@GhostPanther) 2 de outubro de 2018
Invasão Zumbi vai ganhar remake dos responsáveis por A Freira
O terror sul-coreano “Invasão Zumbi” (Train to Busan, 2016), que surpreendeu com sucesso em todo o mundo, vai ganhar remake americano. O roteiro da adaptação está a cargo de Gary Dauberman e a produção será de James Wang, por meio de sua produtora Atomic Dog. Trata-se da mesma dupla responsável pelo sucesso do universo de terror derivado de “Invocação do Mal”, com os filmes de “Annabelle” e o recente “A Freira”. Wang adquiriu os diretos do filme de Yeon Sang-ho e realizou um leilão no mercado para definir que estúdio pagaria a conta. No final, o projeto não saiu de casa, com a New Line assumindo o financiamento. Trata-se do braço da Warner Media especializado em fantasia e terror, que lança os filmes de “Invocação do Mal”. O filme original atingiu 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a melhor avaliação do gênero desde “A Noite dos Mortos-Vivos”, de 1968, e foi considerado inovador por combinar o terror com uma trama de desastre, acompanhando o desespero dos passageiros de um trem durante a eclosão da epidemia zumbi. Fez tanto sucesso que também ganhou um prólogo animado e terá sequência na Coreia do Sul – as filmagens da continuação, intitulada “Peninsula”, começam em 2019, novamente sob comando de Yeon Sang-ho. Resta saber se o público que já viu o original em todo o mundo vai pagar novamente para ver a cópia americana. Isto aconteceu com “O Chamado” e “O Grito”, que aqueceram o mercado de remakes de terrores orientais há cerca de 15 anos. Mas vale lembrar que o remake do thriller “Old Boy” implodiu há cinco anos. E desde então o mundo se tornou muito mais globalizado, com a Netflix ajudando a diminuir distâncias e popularizando até entre o público americano o hábito de consumir filmes (e séries) estrangeiros.
Henri Castelli vai viver pai de Thammy na cinebiografia de Gretchen
A cinebiografia da cantora Gretchen confirmou mais um nome em seu elenco. Henri Castelli (da novela “Tempo de Amar”) vai interpretar um dos muitos ex-marido da “rainha do bumbum”, o delegado Silva Neto, pai de Thammy Miranda. “Compartilhamos palco por quase dois anos e agora a parceria se repete, tenho certeza que você vai arrebentar meu amigo, obrigada por estar comigo em mais uma jornada, de sucesso obviamente”, a diretora Antonia Fontenelle escreveu em seu Instagram, após liberar a notícia para o “fofoqueiro” profissional Leo Dias. O papel da protagonista caberá a Mel Lisboa (“O Matador”). “É ficção, mas 90% baseado na vida dela. Tô fazendo um elenco muito bom, uma equipe muito boa”, disse anteriormente Fontenelle, que é atriz (“Assalto ao Banco Central”) e fará sua estreia na direção com este projeto. Vale lembrar que Gretchen já virou recentemente personagem de cinema. Ela foi interpretada por Emanuelle Araújo em “Bingo: O Rei das Manhãs”. Visualizar esta foto no Instagram. Compartilhamos palco por quase dois anos e agora a parceria se repete, tenho certeza que você vai arrebentar meu amigo, obrigada por estar comigo em mais uma jornada, de sucesso obviamente. ?❤️ #cinema #henricastelli #mellisboa #gretchenalemdorebolado #antoniafontenelle #comingsoon Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 2 de Out, 2018 às 8:57 PDT
Fãs de Lady Gaga lançam campanha negativa contra Venom nos cinemas. Entenda
“Venom” já teve suas primeiras sessões para a imprensa, mas as críticas continuam embargadas pela Sony, numa estratégia para manter o público distante de possíveis avaliações negativas. Claro que isso não impede o surgimento de comentários nas redes sociais. Alguns jornalistas americanos já escreveram que o filme deve decepcionar os fãs dos quadrinhos, mas divertir quem já achava que ia ser um desastre. Entretanto, tem chamado atenção a quantidade de anônimos que também passaram a se manifestar com opiniões demolidoras contra o filme. Quase todos usando as mesmas palavras. “Eu sou um grande fã da Marvel, mas acabo de assistir ‘Venom’ e não sei o que dizer. Facilmente, o pior filme do ano. Eu esperava muito mais e agora estou desapontado”. O detalhe é que só a imprensa teve acesso ao filme. E tamanha negatividade passou a ser comentada nas próprias redes sociais. O mistério intrigou o site Buzzfeed, que buscou entrar em contato com os usuários em campanha contra “Venom”. E um deles respondeu. “Somos nós, fãs de Lady Gaga, usando identidades falsas para criticar e estreia de ‘Venom’. Ambos os filmes serão lançados no mesmo dia, e queremos mais audiência para ‘Nasce Uma Estrela'”. disse um monstrinho da internet. Os Little Monsters, como se autodenominam os fãs de Gaga, resolveram atacar “Venom” para que “Nasce uma Estrela” vença a batalha das estreias e abra em 1º lugar nas bilheterias dos EUA. Sem empurrão artificial, o filme da cantora chega muito bem cotado, com críticas liberadas há mais de um mês, desde a première elogiadíssima no Festival de Veneza. No Rotten Tomatoes, a avaliação é 95% positiva. O burburinho é tanto que se espera indicações ao Oscar, senão para Gaga (melhor atriz) pelo menos para o surpreendente Bradley Cooper (como melhor ator e melhor diretor). No Brasil, os dois filmes vão estrear em datas diferentes. “Venom” será lançado nesta quinta-feira (5), enquanto “Nasce Uma Estrela” chega só na semana seguinte, dia 11 de outubro.
Noah Centineo entra no novo filme de As Panteras
Sensação das comédias românticas adolescentes da Netflix, Noah Centineo entrou no novo filme de “As Panteras”. O astro de “Para Todos os Garotos que Já Amei” e “Sierra Burgess É uma Loser” vai viver o interesse romântico de uma das protagonistas, mas não foi revelado qual delas. As Panteras serão vividas por Kristen Stewart (“Branca de Neve e o Caçador”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a britânica Ella Balinska, que ainda não estrelou nenhum filme de cinema, apenas séries, curtas e um longa lançado direto na internet. Além delas, o filme terá vários personagens chamados Bosley, nome que costumava identificar o responsável por fazer a conexão entre as Panteras e o enigmático e nunca visto dono da agência de detetives, Charlie Townsend. Os atores Patrick Stewart (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) e Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”) interpretarão Bosleys, assim como Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção e a versão final do roteiro com Jay Basu (“Millennium: A Garota na Teia da Aranha”). O elenco coadjuvante ainda inclui Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Jonathan Tucker (“Westworld”) e Luis Gerardo Mendez (“Cantinflas”). O novo “As Panteras” tem estreia marcada para setembro de 2019 nos Estados Unidos.
Trailer de Chacrinha: O Velho Guerreiro mostra polêmicas do famoso apresentador da TV brasileira
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Chacrinha: O Velho Guerreiro”, cinebiografia do famoso apresentador da TV brasileira. A prévia se divide entre o início da carreira de Abelardo Barbosa, quando é interpretado pelo comediante Eduardo Sterblitch, e o final, na pele de Stepan Nercessian. A parte agitada é encarnada por Nercessian, e traz o Velho Guerreiro mergulhado em polêmicas, enquanto é criticado por ser mulherengo, intransigente e surtado. Há cenas de piti, a briga com Boni (diretor da Globo) que levou à sua demissão e a crise no casamento por conta de seu caso com a cantora Clara Nunes – o que por muitos anos foi tratado como fofoca. Logicamente, este não é o fim, pois cinebiografias só terminam quando o personagem do título dá a volta por cima. No caso de Chacrinha, foi uma volta à TV. Além do filme, Nercessian também desempenhou o papel nos palcos, em “Chacrinha, o Musical”, e num especial televisivo exibido pela rede Globo em setembro passado, em comemoração ao centenário do Chacrinha. E, por coincidência ou não, os dois intérpretes do personagem ainda trabalharam juntos nos filmes de “Os Penetras”, que foram dirigidos por Andrucha Waddington, responsável pela cinebiografia atual. O elenco também destaca Thelmo Fernandes (“Sob Pressão”) como Boni, Gianne Albertoni (“Muita Calma Nessa Hora”) como Elke Maravilha, Laila Garin (“3%”) como Clara Nunes, Marcelo Serrado (“Crô em Família”) como o apresentador Flávio Cavalcanti e a dupla Amanda Grimaldi (“Oxigênio”) e Carla Ribas (“O Mecanismo”) alternando-se como Florinda Barbosa, a mulher do Chacrinha. “Chacrinha: O Velho Guerreiro” estreia em 25 de outubro nos cinemas.
Homem-Aranha no Aranhaverso: Novo trailer legendado explica multiplicação de heróis aracnídeos
A Sony divulgou o pôster e um novo trailer legendado da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” que explica a profusão e mistura de personagens com poderes de aranha no filme. Na prévia, personagens que são de outros universos dos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – encontram-se graças a uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A presença de Peter Porker rende as melhores piadas da prévia. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Mas trata-se de um criação recente – lançado numa minissérie de 2009. Ar//nH é a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento chamado “Aranhaverso” nos quadrinhos da Marvel – que também originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk. Destas, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria. E apesar de ter sido criado em 2011 na linha Ultimate (por Brian Michael Bendis), Miles Morales é o único que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão de sua linha editorial, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, é claro, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função – após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Sam Claflin entra no novo filme de As Panteras
O ator Sam Claflin entrou para o elenco de “As Panteras”, em que será dirigido por sua colega de “Jogos Vorazes”, Elizabeth Banks. O papel de Claflin não foi revelado. Já as Panteras serão vividas por Kristen Stewart (“Branca de Neve e o Caçador”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a britânica Ella Balinska, que ainda não estrelou nenhum filme de cinema, apenas séries, curtas e um longa lançado direto na internet. Além delas, o filme terá vários personagens chamados Bosley, nome que costumava identificar o responsável por fazer a conexão entre as Panteras e o enigmático e nunca visto dono da agência de detetives, Charlie Townsend. Os atores Patrick Stewart (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) e Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”) interpretarão Bosleys, assim como a própria diretora Elizabeth Banks. Além de estar na frente e atrás da câmera, ela ainda escreveu a versão final do roteiro com Jay Basu (“Millennium: A Garota na Teia da Aranha”). O novo “As Panteras” tem estreia marcada para setembro de 2019 nos Estados Unidos.
Velório de Leonardo Machado projeta cena inédita de seu último filme
O velório do ator Leonardo Machado serviu de palco para a primeira exibição pública de uma cena do filme “Legalidade”, seu último trabalho. A exibição foi um pedido do próprio ator, que também selecionou o playlist do evento, planejado diante da certeza de sua morte, que aconteceu na sexta (28/9), ao final de uma luta contra o câncer. Em “Legalidade”, Machado interpreta o político Leonel Brizola, personagem principal do filme. A foto acima o revela caracterizado para a produção, que narra a defesa da democracia do Brasil, encabeçada pelo então governador gaúcho, contra um golpe parlamentar que tiraria João Goulart do poder já em 1961, após a renúncia de Jânio Quadros. A cena selecionada é um discurso de Brizola, que Leonardo sabia de cor. Segundo o diretor Zeca Brito, ele chegou no set com o discurso decorado. Não precisou ler no roteiro. E filmou a cena completa num único take, uma única vez, sem precisar refazer. Este foi um exemplo de como Leonardo Machado se dedicou ao filme, sabendo que era o último de sua vida. Brito revelou que, entretanto, não era para ele ter estrelado o longa. A intenção era escalar um ator mais popular da Globo. Mas Leonardo insistiu em fazer teste. E quando veio se encontrar com a produção, apareceu totalmente caracterizado, convencendo a todos. Ele conquistou a equipe pela dedicação demonstrada. “Isso é muito raro. Ele chegou como Brizola não para fazer o teste, mas para pegar o personagem que era dele. Ele veio buscar um personagem. E isso foi uma coisa que impressionou todo mundo, disse o diretor, em entrevista ao portal G1. Brito também contou que Machado foi transparante em relação à doença, descoberta em 2016. E mesmo debilitado esforçou-se o tempo todo para terminar o filme. “A preocupação dele era que o filme estivesse pronto, que não ficasse faltando nada. Isso, de uma certa maneira, acelerou o processo de montagem do filme quando a gente ficou sabendo. Nós corremos com todas as etapas para que ele pudesse assistir ao primeiro corte. Isso me deixa tranquilo. Eu pude mostrar para ele o filme alguns meses atras e tenho certeza que ele ficou muito satisfeito”, contou o diretor, emocionado. “Hoje o filme tem um motivo maior para ser lançado, para existir, que é essa homenagem a esse grande ator do Rio Grande do Sul”, concluiu. “Legalidade” deve ser lançado nos cinemas apenas no ano que vem. Mas Leonardo deixou dois trabalhos inéditos. O longa-metragem “A Cabeça de Gumercindo Saraiva”, com direção de Tabajara Ruas, rodado em 2017, estreia já em 25 de outubro. E a série documental “Sonho Americano”, com direção de Paulo Nascimento, chega no canal Travel Box Brazil nas próximas semanas.
Novo filme de Hellboy ganha primeiro pôster
O novo filme de Hellboy ganhou seu primeiro pôster. O cartaz é uma ilustração do protagonista e confirma que o lançamento não terá subtítulo. Em vez disso, a arte usou uma abreviatura de rede social para dizer que o herói do inferno é “lendário pra c***”. A produção trará o ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”) no papel do personagem criado por Mike Mignola. E vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt” sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas – que, segundo a lenda arthuriana, era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que passam a encará-la como ameaça e decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Este status muda quando, séculos depois, Hellboy ameaça a existência das bruxas e elas decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” inclui em seu elenco Ian McShane (série “American Gods”), Sasha Lane (“American Honey”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), Penelope Mitchell (“The Vampire Diaries”), Sophie Okonedo (“Depois da Terra”), Kristina Klebe (“Halloween – O Início”) e Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”), intérprete da vilã Nimue. “Hellboy” volta aos cinemas em abril de 2019.
Ansel Elgort vai estrelar remake de Amor, Sublime Amor dirigido por Steven Spielberg
O ator Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) vai protagonizar a segunda versão do musical “Amor, Sublime Amor” (West Side Story) no cinema, que terá direção de Steven Spielberg. “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta”, passada em Nova York no final dos anos 1950, que acrescenta à história clássica de amor proibido elementos de delinquência juvenil e preconceito racial. A obra estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e já foi levada ao cinema em 1961, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). O personagem de Elgort será o jovem Tony, o Romeu interpretado por Richard Beymer no longa de 1961. Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, o longa original venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. E nem mesmo Spielberg será capaz de superar essa façanha, ainda mais que nunca dirigiu um musical antes. Talvez este fato seja o único motivo que justifique seu interesse em refilmar o que já foi antes e muito bem feito. A adaptação está a cargo de Tony Kushner, colaborador frequente de Spielberg, tendo trabalhado com o diretor em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012). Os dois também estavam desenvolvendo “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, que acabou preterido por “The Post – A Guerra Secreta” (2017) e pode ter sido abandonado. Ainda não há previsão para a estreia do remake.
Rebel Wilson indica que A Escolha Perfeita 4 vai acontecer
A franquia “A Escolha Perfeita” vai virar quadrologia. A atriz australiana Rebel Wilson sugeriu enfaticamente a novidade com uma foto em suas redes sociais, em que aparece ao lado de mais três colegas de elenco, Anna Camp, Brittany Snow e Chrissie Fit. As quatro fazem o número 4 com as mãos, e Wilson ainda usou quatro emojis de coração para legendar a foto (acima) Detalhe é que “A Escolha Perfeita 3” tinha sido vendido como o último capítulo da saga, já que as personagens se formaram e as atrizes não tem mais idade para continuar interpretando adolescentes. Só que a própria Brittany Snow disse, em entrevista recente, que o elenco tinha vontade de se reunir para mais um filme. “Eu acho que todas nós toparíamos. Nós nos divertimos muito fazendo esses filmes, e fizemos alguns dos nossos melhores amigos durante as filmagens. Com o terceiro filme, parecia que a jornada tinha acabado, mas a verdade é que nós faríamos esses filmes para sempre se nos deixassem”, comentou. O primeiro “A Escolha Perfeita” foi lançado em 2012. Com orçamento de apenas US$ 17 milhões, rendeu US$ 115 milhões em todo o mundo. Já o segundo estourou as bilheterias com US$ 287 milhões em 2015, o que animou o estúdio Universal à investir na produção do tereiro, o mais caro de todos, orçado em US$ 45 milhões. Entretanto, o filme rendeu US$ 100 milhões a menos que o segundo, fechando as contas com US$ 184 milhões em 2017.












