Keanu Reeves aparece no trailer “cinematográfico” do game Cyberpunk 2077
A CD Projekt Red divulgou um trailer inédito de “Cyberpunk 2077”, que surpreendeu os fãs com uma aparição de Keanu Reeves (“John Wick”). A participação foi revelada com a presença do próprio ator no evento E3 2019, convenção gamer realizada no fim de semana em Los Angeles. De forma rápida, o trailer das cenas “cinematográficas” – isto é, sem jogabilidade – foi disponibilizado com legendas em várias línguas, inclusive português, na página oficial do lançamento no YouTube. O astro de Hollywood dubla e cede sua fisionomia para um personagem chamado Johnny Silverhand. Mas o game da empresa polonesa segue outro personagem, V, um mercenário cyberpunk com aprimoramentos tecno-orgânicos, que rouba um chip que deveria torná-lo milionário, mas apenas o transforma em alvo de criminosos e agentes de segurança. O game é baseado no RPG “Cyberpunk 2020”, escrito por Mike Pondsmith e publicado pela R. Talsorian Games em 1988. A ação se passa na futura expansão urbana de Night City e envolve um perigoso empreendimento criminoso. Mas o maior diferencial é que a CD Projekt Red, que fez fortuna ao adaptar “The Witcher”, pretende oferecer aos jogadores a possibilidade de projetar e personalizar seus próprios personagens – por isso, num trailer do ano passado, V era mulher. O jogo vai ser lançado no dia 16 de abril de 2020 e já está em pré-venda.
Jon Bernthal estrela novo trailer do game Tom Clancy’s Ghost Recon Breakpoint
A Ubisoft lançou um novo trailer do game “Tom Clancy’s Ghost Recon Breakpoint”, narrado e protagonizado pelo ator Jon Bernthal (“Justiceiro”). Bernthal já tinha feito uma aparição no conteúdo gratuito de “Ghost Recon Wildlands” e, na prévia, retoma o Coronel renegado Cole D. Walker, do grupo de ex-Ghosts conhecido como Wolves. O enredo promete girar em torno de um agente das forças especiais que acaba em um lugar do pacífico chamado Arquipélago de Aurora para investigar supostos crimes da gigante da tecnologia Skell Technology, dona de uma infraestrutura tecnológica composta por drones, pesquisas robóticas e segurança ecológica sustentável. Lançado no evento E3 2019, convenção gamer realizada no fim de semana em Los Angeles, o vídeo exibe alguns trechos do gameplay na floresta que cerca a região. “Tom Clancy’s Ghost Recon Breakpoint” será um dos primeiros lançamentos disponibilizados na Google Stadia, a plataforma de games do Google, e tem estreia marcada para 4 de outubro para PC, PlayStation 4 e Xbox One.
Trailer do novo game de Star Wars revela retorno de personagem de Rogue One
A Electronic Arts divulgou um novo trailer do game “Star Wars Jedi: Fallen Order”, em que o principal Jedi da trama é vivido por Cameron Monaghan, o Coringa da série “Gotham”. Apresentado no evento E3 2019, convenção gamer realizada no fim de semana em Los Angeles, o vídeo revela outro importante personagem da trama. Ninguém menos que Saw Gerrera, o personagem de Forest Whitaker no filme “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016) – que também apareceu nas séries animadas “The Clone Wars” e “Star Wars: Rebels”. O game apresenta uma história original, passada logo após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), e segue Cal Kestis (Monaghan), um jovem Padawan que de alguma forma conseguiu sobreviver ao extermínio da ordem dos Jedi e tem se escondido do Império no planeta Bracca. Tanto o personagem quanto o planeta são apresentados pela primeira vez na saga. Cabe aos jogadores “pegar as peças do passado despedaçado de Cal para completar seu treinamento e dominar a arte do icônico sabre de luz – tudo isso enquanto se mantém um passo à frente do Império e seus inquisidores mortais”. Ao longo do caminho, Cal fará novos amigos, como sua misteriosa companheira Cere (Debra Wilson, a voz demoníaca de “A Freira”), além de se deparar com alguns rostos familiares da franquia, tudo isso acompanhado de seu fiel droide BD-1. Mas também será caçado pela Segunda Irmã, uma das inquisidoras de elite do Império, que procura extinguir esse sobrevivente Jedi com ajuda do Exército de Extermínio – forças imperiais treinadas para caçar Jedis. “Star Wars Jedi: Fallen Order” será lançado em 15 de novembro para Xbox One, PS4 e PC. E, cá para nós, o trailer sugere que a história daria um bela produção live-action. Confira abaixo.
Peggy Stewart (1923 – 2019)
A atriz Peggy Stewart, que atuou em mais de 30 westerns do antigo estúdio Republic Pictures, nos anos 1940 e 1950, e foi presença constante na TV até recentemente, morreu em 29 de maio aos 95 anos. A notícia foi divulgada somente agora por sua família. Nascida Peggy O’Rourke em 5 de junho de 1923, em Palm Beach, Flórida, Stewart estava de férias com a família na Califórnia quando conheceu o ator Henry O’Neill, que convenceu a Paramount a escalá-la no papel da filha adolescente de Joel McCrea e Frances Dee em “Uma Nação em Marcha” (Wells Fargo, 1937). Ela seguiu carreira em pequenos papéis em filmes como “Idade Perigosa” (1938), com Deanna Durbin, e o clássico “Tudo Isto e o Céu Também” (1940), com Bette Davis, e após 15 figurações assinou contrato com a Republic para virar estrela. O contrato impulsionou sua carreira, mas também teve impacto em sua vida pessoal. Ela se casou em 1940 com Don “Red” Barry, o primeiro intérprete do cowboy dos quadrinhos Red Rider no cinema. E a crise se instalou quando ela virou coadjuvante feminina nos novos filmes do personagem em 1944. O problema era que seu marido, estrela do seriado original do personagem de 1940, foi substituído por “Wild” Bill Elliott como protagonista de uma nova leva de longa-metragens. O casamento acabou na mesma data. Mas Peggy Stewart tornou-se conhecida em uma dezena de filmes do herói ruivo. Além dos muitos filmes de Red Rider, a Republic a escalou em parcerias com alguns de seus cowboys famosos, como Allan Lane, Sunset Carson e até os cantores Gene Autry e Roy Rogers, sem esquecer de sete seriados de aventura do Velho Oeste que ela estrelou para o estúdio. Um detalhe muito interessante é que ela não era uma mocinha típica, ao estilo das donzelas em perigo da época. Suas personagens geralmente mostravam fibra e eram capazes de vencer tiroteios. Várias fotos de publicidade de sua juventude a retrataram de arma em punho. Quando seu contrato se encerrou nos anos 1950, Peggy migrou para a televisão, aparecendo, claro, em séries de faroeste, a começar por participações nos programas de seu ex-colegas da Republic, “The Gene Autry Show”, em 1950, e “The Roy Rogers Show”, em 1952. A lista se tornou enorme, com as séries de “Cisco Kid”, “Wyatt Earp”, “Gunsmoke”, “Daniel Boone”, “Paladino do Oeste”, etc. Até que o Velho Oeste, como gênero, tornou-se realmente velho e antiquado, substituído por novos ciclos. Longe disso significar uma estagnação em sua carreira, apenas mostrou sua versatilidade, tornando-a uma presença ubíqua nas produções televisivas por décadas a fio. A amplitude de sua carreira na telinha inclui um episódio clássico de “Além da Imaginação”, de 1961, inúmeras séries policiais dos anos 1970, e até um dos capítulos mais icônicos de “Seinfeld”, como a tia de uma namorada de George Costanza (Jason Alexander), em 1993. Também apareceu em “Barrados no Baile”, “Weeds”, “Justified” e retratou a avó de Pam Beesly (Jenna Fischer) em dois capítulos de “The Office”. Incansável, Peggy ainda continuou fazendo cinema. Entre seus papéis de “vovó” mais recentes, incluem-se a biografia roqueira “Runaways: Garotas do Rock” (2010) e a comédia “Este É o Meu Garoto” (2012), estrelada por Adam Sandler e Andy Samberg. Seu último trabalho foi uma participação na série “Getting On”, em 2014, quando completou 90 anos.
Wagner Moura diz que corre risco de vida no Brasil
O ator Wagner Moura (“Narcos”), afirmou que está com medo de viver no Brasil. “Pela primeira vez na minha vida, eu sinto que estou correndo risco”, disse ele ao jornal australiano Daily Telegraph. “Sempre que vou para o Rio de Janeiro ou para São Paulo, preciso tomar muito cuidado. É de partir o coração”, desabafou o ator, referindo-se à ameaças derivadas da polarização política do país. Moura está na Austrália para participar do júri do Festival de Sydney, que começou na quarta-feira (5/6) e segue até o próximo domingo (16). Além disso, o festival vai apresentar, fora da disputa, sua estreia como diretor e roteirista de cinema: “Marighella”, sobre a vida do escritor e guerrilheiro Carlos Marighella (1911-1969), que continua inédito no Brasil. Na época da exibição do filme no Festival de Berlim, em fevereiro, o longa recebeu críticas do presidente Jair Bolsonaro e foi alvo de trolls da internet, que o atacaram em sites de cinema americanos, embora o filme não tivesse sido exibido nos Estados Unidos e ainda não possua lançamento previsto no Brasil. “Eu estava preparado para que o filme dividisse a população e para as críticas, mas não esperava que a distribuidora não tivesse coragem de lançá-lo”, comentou Moura ao jornal australiano. Os comentários do ator contrastam com declaração que ele deu em janeiro, durante entrevista ao programa “Cinejornal”, do Canal Brasil, em que repercutiu a decisão do ex-deputado Jean Wyllys de deixar o país após receber ameaças de morte. “Na minha frente ninguém nunca fez nada e eu não sei como reagiria se o fizessem. Mas eu não tenho medo não”, falou na ocasião, sobre supostas ameaças que estaria recebendo por “Marighella”. Apesar de sua preocupação, Moura ressaltou que isso não vai impedi-lo de voltar ao pais. Entretanto, sua agenda atual só contempla produções americanas, todas rodadas no exterior: a minissérie “Sergio”, da Netflix, sobre o diplomata brasileiro Sergio Moreira Mello, e os filmes “Wasp Network”, do francês Olivier Assayas, e “Sweet Vengeance”, de Brian De Palma.
Pauley Perrette insinua ter sido agredida por Mark Harmon e demitida de NCIS
A atriz Pauley Perrette, que interpretou a cientista Abby Sciutto durante 15 temporadas de “NCIS”, disse em seu Twitter que nunca voltará para a série porque morre de medo de Mark Harmon, protagonista da produção. Ela sugeriu que foi agredida por ele e que, depois de denunciá-lo, acabou demitida da atração. “Não, eu nunca vou voltar [para ‘NCIS’]! Nunca! Por favor, parem de perguntar. Eu morro de medo de Harmon e de que ele me ataque. Tenho pesadelos sobre isso. Estou em uma nova série que é segura e feliz”, escreveu ela em seu perfil no Twitter na noite de sexta-feira (7/6). Duas horas depois, a atriz publicou um outro tuíte, com duas imagens de uma pessoa que Pauley alegou ser um integrante da equipe de ‘NCIS’ que recebeu pontos na região dos olhos após um ataque no set da série. O site TMZ havia noticiado que um profissional havia sido mordido pelo cachorro de Mark Harmon durante as gravações em outubro de 2016. “Vocês acharam que eu não ia protestar? Então não me conhecem. Isso aconteceu com um colega de equipe e eu lutei muito para impedir que acontecesse novamente. Para proteger a minha equipe! E aí eu fui atacada por falar ‘não’ e ainda perdi meu emprego”, continuou ela na rede social. Não é a primeira vez que a atriz menciona supostas agressões. Logo após sair da série, no ano passado, ela fez um desabafo polêmico no Twitter. “Eu sinto que preciso proteger minha equipe e os empregos de tanta gente. Mas a que preço? Eu não sei. Apenas saibam que estou tentando fazer a coisa certa, e o silêncio não é o certo quando se trata de um crime”, escreveu ela em maio de 2018. “Há uma ‘máquina’ que me mantém calada, e publicando informações falsas sobre mim. É uma ‘máquina’ muito rica e poderosa. Sem nenhuma moral, sem compromisso com a verdade. E eu fico aqui, lendo essas mentiras, tentando proteger a equipe e manter a calma. Ele fez isso”, completou ela, sem explicar quem era “ele”. Na ocasião, a rede CBS abafou o caso. “Pauley Perrette teve uma jornada incrível em ‘NCIS’ e nós vamos sentir sua falta. Há mais de um ano, ela nos procurou com uma preocupação sobre o ambiente de trabalho. Nós levamos o assunto a sério e trabalhamos juntamente com ela para resolvê-lo. Temos um compromisso de manter a segurança em todas as nossas séries”, disse a rede em comunicado, sem detalhar nada. A emissora que exibe ‘NCIS’ nos Estados Unidos ainda não comentou as novas declarações da atriz. Além de ser o principal nome do elenco de “NCIS”, no papel de Leroy Jethro Gibbs, Mark Harmon também é produtor da série e do spin-off “NCIS: New Orleans”. Ao se despedir da série no final da 15ª temporada, em maio do ano passado, Pauley Perrette postou várias fotos em que aparecia ao lado de integrantes da atração. Mas nenhuma com Harmon. Ela decidiu mudar até de canal. A atriz voltará à TV como protagonista da comédia “Broke”, que irá ao ar pela rede CBS na temporada norte-americana de outono (entre setembro e novembro). Veja aqui o primeiro trailer do novo programa. “NCIS” foi renovada para sua 17ª temporada, que será a segunda sem a presença de Abby (Perrette), considerada durante anos a personagem favorita do público. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago AXN. NO I AM NOT COMING BACK! EVER! (Please stop asking?) I am terrified of Harmon and him attacking me. I have nightmares about it. I have a new show that is SAFE AND HAPPY! You’ll love it!#HappyPlace Love y’all! — Pauley Perrette (@PauleyP) June 7, 2019 You think I didn’t expect blow back? You got me wrong. THIS happened To my crew member and I fought like hell to keep it from happening again! To protect my crew! And then I was physically assaulted for saying NO!?and I lost my job. pic.twitter.com/PYwJcH95Mi — Pauley Perrette (@PauleyP) June 7, 2019
Olhos que Condenam vai ganhar especial com Oprah Winfrey e entrevistas dos injustiçados
A repercussão da minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us) nos Estados Unidos foi tanta – com direito a demissão da ex-promotora retratada na trama – que a Netflix resolveu produzir um especial, em que a apresentadora Oprah Winfrey irá entrevistar os cinco rapazes que ficaram conhecidos como “Central Park Five” e inspiraram a produção. A história de Antron McCray, Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymond Santana e Korey Wise é contada em detalhes na minissérie da cineasta Ava DuVernay (“Selma”). E a diretora também vai participar do especial, junto do elenco que representou os injustiçados na atração. Além de alimentar a discussão em torno de “Olhos que Condenam”, o programa também ajudará a promover a minissérie como potencial concorrente ao Emmy 2019. A estreia do especial foi marcada para quarta-feira (12/6). Lançada na sexta-feira passada (31/5), “Olhos que Condenam” aborda a prisão injusta de cinco adolescentes negros que foram condenados por estupro de uma mulher branca no Central Park, em 1989. Eles passaram anos presos e só foram inocentados porque o verdadeiro culpado confessou o crime em 2001. O tema da obra ecoa um documentário que Ava DuVernay tinha feito anteriormente para a Netflix, “A 13ª Emenda”, sobre o sistema prisional americano, que foi indicado ao Oscar 2017.
Karen Gillan diverte a internet com vídeo em que mata “Thanos”
A atriz Karen Gillan tornou a internet mais leve e divertida com seu mais recente tuíte. A intérprete de Nebula (Nebulosa em algumas traduções) em “Vingadores: Ultimato” postou um vídeo hilário na noite de quinta (6/6), no qual ataca um dublê incauto que ousou vestir uma camiseta com o vilão Thanos para ir trabalhar. Ela não tem piedade do rapaz sorridente, que ao dizer “oi, Karen” recebe uma facada rápida e certeira no coração – na verdade, exatamente na imagem de Thanos. “Quando um dublê usa esta camiseta no trabalho, só existe uma coisa que a filha de Thanos pode fazer”, escreveu a atriz na legenda. Embora ainda esteja no pique dos Vingadores, a atriz gravou a brincadeira nos bastidores de seu novo filme, “Gunpowder Milkshake”, thriller de ação em que usará as técnicas de luta que aperfeiçoou para viver a heroína/vilã da Marvel. “Gunpowder Milkshake” chega aos cinemas em 2020 e ainda traz no elenco Lena Headey (a Cersei de “Game of Thrones”), Carla Gugino (“Watchmen”), Angela Bassett (“Pantera Negra”) e Paul Giamatti (“O Incrível Homem-Aranha 2”). A direção é do isralense Navot Papushado, do impressionante “Big Bad Wolves” (2013). When a stunt guy wears this t-shirt to work, there’s only one thing a daughter of Thanos can do. #AvengersEndgame #nebula #gunpowdermilkshake pic.twitter.com/DqKdLxNR1n — Karen Gillan (@karengillan) June 6, 2019
Brad Pitt ameaça processar Parada de Orgulho Heterossexual por usá-lo como “mascote”
Brad Pitt não gostou nada de saber que virou “mascote” de um grupo homofóbico. Segundo o TMZ, representantes do ator ameaçam processar os organizadores de uma “Parada de Orgulho Heterossexual” por usarem fotos e o nome do astro de Hollywood para promover o evento. A página do evento destacou Pitt numa montagem, em que ele é disputado por suas duas ex-mulheres, Angelina Jolie e Jennifer Aniston. Ao lado dessa imagem de revista de fofoca, os organizadores do movimento acrescentaram um texto que diz: “A comunidade heterossexual adotou Brad Pitt como o nosso mascote! Parabéns ao Sr. Pitt por ser o rosto deste importante movimento social. Direitos heterossexuais são direitos humanos!”. Veja uma foto do post original abaixo. Os organizadores da parada aparentemente esqueceram que Pitt declarou em 2006 que só se casaria com sua então namorada Angelina Jolie quanto as pessoas de todas as orientações sexuais pudessem se casar nos Estados Unidos. Além disso, envolveu-se ativamente para derrubar a lei que tornou os casamentos gays ilegais na Califórnia, por meio de doações e por participar de uma leitura teatral de uma peça do roteirista Dustin Lance Black (vencedor do Oscar por “Milk”) sobre a legislação. Após a ameaça dos advogados do ator, o grupo tirou a imagem de Pitt de seu site. E explicou sua substituição por Milo Yiannopoulos: “Devido à conflito de agenda, nosso mascote não estará mais disponível…”. O substituto de Pitt é um jornalista britânico que ficou conhecido por posições polêmicas de extrema direita. Demitiu-se da Breitbart News em fevereiro de 2017, depois de ter sido acusado de apologia à pedofilia. A “Parada de Orgulho Heterossexual” também foi criticada por Chris Evans, intérprete do Capitão América, porque vai acontecer em sua cidade natal, Boston. Ele compartilhou um texto do escritor James Fell, que diz que ir numa “parada heterossexual” é a mesma coisa que se assumir “um homofóbico de m*”. O evento está marcado para 10 de agosto e deve percorrer um trajeto semelhante ao da parada do orgulho LGBTQIA+ de Boston. Um dos mentores do “movimento”, Mark Sahady, tem ligações com o grupo Proud Boys, que faz parte da lista monitorada pelo FBI das entidades mais perigosas da extrema direita americana.
Criador de The Walking Dead mata Rick nos quadrinhos
O título é spoiler, mas não há outra forma de lidar com o fato de que Robert Kirkman, o criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, resolveu matar o protagonista Rick Grimes. O personagem, que está vivo na TV – embora “desaparecido” – , foi assassinado na revista em quadrinhos pelo filho de uma rival, que ele depôs no comando de uma comunidade que ainda não apareceu na série. Os detalhes a seguir incluem mais spoilers. A morte de Rick aconteceu em duas partes. O primeiro tiro foi disparado no final da edição 191 pelo jovem Sebastian. E ele continuou atirando até matar Rick na edição 192. O desfecho acompanha sua transformação em zumbi e o fim definitivo nas mãos de Carl, o filho do personagem, que continua vivo nos quadrinhos – ao contrário da série, onde morreu na 8ª temporada. A edição mensal de “The Walking Dead” saiu sem muito alarde e sem revelar o conteúdo na capa. Mas Kirkman pretende relançar o exemplar com uma nova capa em julho, com o rosto do protagonista e os dizeres “Rick Grimes, 2003-2019”. Apesar de impactante, esta revelação não deve preocupar quem acompanha a série do canal pago Fox, pois a trajetória de Rick não segue mais a narrativa dos quadrinhos – voou para outro ponto do universo lucrativo dos mortos-vivos. Nem Carl está entre os sobreviventes de Alexandria para lhe dar o tiro de misericórdia. Cada vez mais distante dos quadrinhos, a série televisiva já não reflete fielmente a história de Kirkman, embora algumas tramas ainda sejam recicladas para situar a produção no mundo descrito pela publicação.
Ex-promotora do caso retratado em Olhos que Condenam se demite após pressão popular
A ex-promotora Linda Fairstein não resistiu à pressão e pediu demissão da ONG Safe Horizon, na qual trabalhava há mais de 20 anos ajudando vítimas de abusos e crimes violentos, e da Universidade Vassar, onde participa do conselho. Ela foi alvo de campanha nas redes sociais para ser demitida, após ser retratada como vilã na série “Olhos que Condenam” (When They See Us). Lançada na última sexta-feira (31/5), a produção da Netflix, dirigida por Ava DuVernay (“Selma”), aborda a prisão injusta de cinco adolescentes negros que foram condenados por estupro de uma mulher branca no Central Park, em 1989. Eles passaram anos presos e só foram inocentados porque o verdadeiro culpado confessou o crime. Fairstein (interpretada na série pela atriz Felicity Huffman) foi implacável em apontar a culpa dos cinco adolescentes e até hoje se nega a assumir os erros na investigação que levaram os jovens a serem condenados. Uma reportagem do TMZ revelou que ela estava sendo fortemente pressionada a pedir demissão. Além de ser alvo da hashtag #CancelLindaFairstein no Twitter, sua presença nas entidades de que participava também indignava colegas e funcionários, após o caso voltar à mídia. O site apurou que o conselho da Safe Horizon planejava demiti-la de qualquer jeito. Ela também teria abandonado outros trabalhos que realizava, nas fundações God’s Love We Deliver e Joyful Heart. Mas seus principais rendimentos vêm de livros de suspense da personagem Alexandra Cooper, que criou após ganhar notoriedade com o caso dos Cinco do Central Park. Uma petição online, no site Change.org, também pede para que esses livros sejam boicotados. 70 mil pessoas já assinaram. A série é impiedosa ao retratá-la, da mesma forma como ela foi impiedosa com os jovens que condenou na vida real. Na época do crime, Linda era chefe da unidade de crimes sexuais de Manhattan e não teria agido corretamente ao investigar quem era o real culpado pelo estupro da mulher no Central Park, coagindo os cinco menores inocentes até que eles confessassem qualquer coisa. Causando comoção nos Estados Unidos, “Olhos que Condenam” detalhou como a polícia e a promotoria de Nova York obrigaram os menores de idade Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymon Santana, Antron McCray e Korey Wise a confessarem o crime, após 30 horas seguidas de tortura psicológica, levando-os a serem condenados, embora exames de DNA, roupas e outras provas físicas indicassem sua inocência. Fairstein teria impedido pessoalmente que os menores vissem seus parentes ou advogados antes de confessarem, num franco abuso de autoridade. Eles ficaram presos entre 5 a 12 anos em reformatórios (um deles, que já tinha 16 anos na época, foi enviado para um presídio de adultos) até que o verdadeiro culpado confessou. Em 2001, um estuprador serial chamado Matias Reyes conheceu Wise quando ambos foram transferidos para a mesma prisão. Depois de ser preso, Reyes tinha se tornado religioso e queria reparar seus crimes. Assim, decidiu assumir que tinha sido ele quem realmente estuprou a mulher do Central Park e foi único responsável pelo ataque. O DNA encontrado na vítima, desprezado na época pela promotora, corroborou sua confissão. De acordo com o TMZ, Raymond Santana, um dos jovens condenados injustamente, afirmou que a ex-promotora finalmente está pagando por seus crimes. “Mesmo que seja 30 anos depois”, disse. Quase 30 anos depois da prisão dos jovens, o atual prefeito de Nova York, Bill de Blasio, concordou em pagar uma indenização de R$ 40 milhões como compensação pela injustiça que eles sofreram. Em processo movido pelos cinco contra o município, eles acusavam a polícia, os promotores e outras autoridades de racismo. Mesmo assim, o prefeito anterior, Michael Bloomberg, recusava-se a pagar qualquer indenização. Após as acusações, a vida dos cinco jovens e de suas famílias foram destruídas. E tem um detalhe: quem mais atacou publicamente os garotos foi o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que publicou em 1989 um anúncio de página inteira no jornal The New York Times pedindo a volta da pena de morte no estado para punir os garotos. Na época, Trump era apenas um empresário arrogante. Mas, caso fosse bem-sucedido em sua campanha, teria o sangue de cinco inocentes em suas mãos. Isto, claro, não lhe serviu de lição alguma, nem ao público. O mesmo tom sanguinário tem mantido Trump popular nos Estados Unidos, ao encomendar campanhas publicitárias que retratam imigrantes latinos como ladrões, assassinos e estupradores, para justificar dar-lhes o pior tratamento possível nos serviços de imigração – como separar crianças dos pais. O detalhe não passa despercebido pela série. Embora a história de “Olhos que Condenam” se passe nos anos 1980, a diretora Ava Duvernay deixa claro que a eleição de Trump prova que muitas coisas permanecem iguais nos Estados Unidos.
Tom Ellis, o Lúcifer, casa-se com a criadora da série Queen America
Tom Ellis, protagonista da série “Lucifer”, se casou no fim de semana. E não foi com a “detetive” nem com Eva. Sua esposa é Meaghan Oppenheimer, criadora da série “Queen America”, do Facebook Watch. Os dois compartilharam fotos da cerimônia no Instagram. Nenhum dos dois anunciou a data publicamente e só revelaram a cerimônia, que foi ao ar livre, após a lua de mel. O portal E!News garante que grande parte do elenco de “Lucifer” esteve na cerimônia. Lauren German, Lesley-Anne Brandt, D. B. Woodside, Aimee Garcia, Kevin Alejandro e Rachael Harris foram alguns dos nomes confirmados, além da showrunner da série, Ildy Modrovich. Na legenda de sua foto, Ellis agradeceu a todos que “fizeram nosso dia especial ser tão precioso” e brincou que a esposa não estava muito confiante no meio de transporte escolhido para partirem para a lua de mel – a canoa da foto. Já Oppenheimer preferiu apenas escrever “Casada!”, ao lado de um registro romântico do casamento. Esse é o segundo casamento de Tom Ellis, que foi casado por oito anos com Tazmin Outhwaite. Os dois são pais de Florence, de 10 anos, e Marnie, de 6. O ator também é pai de Nora, de 14, filha de um outro relacionamento. Veja os posts abaixo. Ver essa foto no Instagram My new wife @moppyoppenheimer was a little unsure about my choice of transport for the honeymoon ? thank you to everyone who made our special day so precious #happy #married photo by @mibellephotographers ❤️ wedding planning by @jogartin Uma publicação compartilhada por Tom Ellis (@officialtomellis) em 3 de Jun, 2019 às 12:23 PDT Ver essa foto no Instagram married!!!!!! ?❤️ Uma publicação compartilhada por Meaghan Oppenheimer (@moppyoppenheimer) em 3 de Jun, 2019 às 9:59 PDT
Série Chernobyl aumenta turismo na região afetada pelo desastre nuclear
O sucesso da minissérie “Chernobyl” na HBO disparou o interesse mundial pela região afetada pelo pior acidente nuclear da história, quase dobrando o número de turistas que querem ver a usina e a cidade abandonada ao seu redor. Segundo a Reuters, uma agência de turismo que faz viagens para Chernobyl relatou um aumento de 40% nas reservas desde que a série estreou em maio com ótimas críticas. As excursões com guias em inglês normalmente custam cerca de US$ 100 por pessoa. Abril marcou o 33º aniversário do desastre, causado por um teste de segurança mal-sucedido no quarto reator da usina atômica, que lançou nuvens de material nuclear sobre boa parte da Europa em 1986. A área ao redor da usina preserva até hoje o clima de terra arrasada pós-apocalíptica, na qual a vegetação brota em edifícios sem janelas, abandonados e repletos de lixo. Na cidade de Pripyat, que já abrigou 50 mil pessoas, a maioria funcionários da usina, um parque de diversões traz a imagem mais emblemática da devastação: uma roda gigante que nunca chegou a funcionar – ela deveria ter sido inaugurada no feriado de 1º de maio. Considerada uma das piores catástrofes causadas pelo homem na História, a tragédia poderia ter sido muito pior, se não fosse pelo sacrifício de alguns homens e mulheres valentes, que deram as próprias vidas para salvar a Europa de um desastre inimaginável. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a minissérie foi uma criação do roteirista Craig Mazin (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) e trouxe em seu elenco Jared Harris (série “The Crown”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”), Stellan Skarsgard (“Thor”), Jessie Buckley (“Guerra e Paz”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Fares Fares (“Westworld”), Billy Postlethwaite (“Tomb Raider: A Origem”), Caoilfhionn Dunne (“Britannia”), Robert Emms (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Michael Socha (“Papillon”). Todos os cinco episódios da minissérie foram dirigidos pelo sueco Johan Renck, que assinou os últimos clipes de David Bowie, além de séries como “The Last Panthers”, “Bloodline”, “Vikings” e “Breaking Bad”. O último episódio foi ao ar na noite de segunda-feira (3/5) nos Estados Unidos e será exibido na próxima sexta (7/5), às 21h, na HBO Brasil.









