Investigação de estupro contra Gérard Depardieu é encerrada por falta de provas
A Justiça francesa encerrou a investigação de uma denúncia de estupro contra o ator Gérard Depardieu, que corria desde agosto do ano passado, por falta de provas. Em comunicado oficial, a promotoria disse que “diversas investigações foram feitas dentro do procedimento recomendado para este tipo de caso”, mas que não foi encontrada evidência significativa para sustentar um processo oficial. Herve Temine, advogado de Depardieu, criticou a demora da investigação e disse que seu cliente sofreu “dano irreparável com a divulgação dessas acusações”. O astro francês foi denunciado por uma atriz de 22 anos em agosto, que disse ter sido atacada durante ensaios para um novo projeto. Depardieu colaborou com a investigação e deu depoimento oficial em novembro. Indicado ao Oscar por “Cyrano” (1990), ele é um dos astros mais conhecidos do cinema francês e completou 70 anos durante a investigação, em dezembro. O ator seria amigo do pai da jovem acusadora, que ele resolveu apadrinhar, aconselhando-a em seus primeiros passos na profissão. O nome da acusadora não foi revelado.
Promotora que acusou inocentes de estupro pode perder emprego após série da Netflix
A estreia da série “Olhos que Condenam” (When They See Us) na última sexta-feira (31/5) está dando o que falar nos Estados Unidos. A produção da Netflix, dirigida por Ava DuVernay (“Selma”), aborda a prisão injusta de cinco adolescentes negros que foram condenados por estupro de uma mulher branca no Central Park, em 1989. Eles passaram anos presos e só foram inocentados porque o verdadeiro culpado confessou o crime. Por conta do impacto da série, a opinião pública vêm pressionando pela demissão da “vilã” da história, a ex-promotora Linda Fairstein (interpretada na série pela atriz Felicity Huffman), que foi implacável em apontar a culpa dos cinco adolescentes. Até hoje, ela se nega a assumir os erros na investigação que levaram os jovens a serem condenados. De acordo com uma reportagem do site TMZ, Fairstein está sendo pressionada a pedir demissão da organização sem fins lucrativos “Safe Horizon”, na qual ela trabalha há mais de 20 anos ajudando vítimas de abusos e crimes violentos. Além de ser alvo da hashtag #CancelLindaFairstein no Twitter, sua presença na entidade também estaria indignando colegas e funcionários, após o caso voltar à mídia. O CEO da ONG disse que vai avaliar o caso, mas o TMZ apurou que o conselho planeja demiti-la de qualquer jeito. A série é impiedosa ao retratá-la, da mesma forma como ela foi impiedosa com os jovens que condenou na vida real. Na época do crime, Linda era chefe da unidade de crimes sexuais de Manhattan e não teria agido corretamente ao investigar quem era o real culpado pelo estupro da mulher no Central Park, coagindo os cinco menores inocentes até que eles confessassem qualquer coisa. De acordo com o TMZ, Raymond Santana, um dos jovens condenados injustamente, disse que a ex-promotora finalmente está conseguindo o que merece. “Mesmo que seja 30 anos depois”, disse. Causando comoção nos Estados Unidos, “Olhos que Condenam” detalhou como a polícia e a promotoria de Nova York obrigaram os menores de idade Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymon Santana, Antron McCray e Korey Wise a confessarem o crime, levando-os a serem condenados, embora exames de DNA, roupas e outras provas físicas indicassem sua inocência. Eles ficaram presos entre 5 a 12 anos em reformatórios (um deles, que já tinha 16 anos na época, foi enviado para um presídio de adultos) até que o verdadeiro culpado confessou. Testes posteriores de DNA confirmaram que o autor do crime era mesmo Matías Reyes, que já cumpria prisão perpétua desde 1989 por outros crimes, inclusive estupros. Quase 30 anos depois do crime, o atual prefeito de Nova York, Bill de Blasio, concordou em pagar uma indenização de R$ 40 milhões aos rapazes. O processo movido pelos cinco acusava a polícia, os promotores e outras autoridades de racismo. Mesmo assim, o prefeito anterior, Michael Bloomberg, recusava-se a pagar qualquer indenização. Após as acusações, a vida dos cinco jovens e de suas famílias foram destruídas. E tem um detalhe: quem mais atacou publicamente os garotos foi o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que publicou em 1989 um anúncio de página inteira no jornal The New York Times pedindo a volta da pena de morte no estado para punir os garotos. Na época, Trump era apenas um empresário arrogante. Mas, caso fosse bem-sucedido em sua campanha, teria o sangue de cinco inocentes em suas mãos. Isto, claro, não lhe serviu de lição alguma, nem ao público. O mesmo tom sanguinário tem mantido Trump popular nos Estados Unidos, ao encomendar campanhas publicitárias que retratam imigrantes latinos como ladrões, assassinos e estupradores, para justificar dar-lhes o pior tratamento possível nos serviços de imigração – como separar crianças dos pais. O detalhe não passa despercebido pela série. Embora a história de “Olhos que Condenam” se passe nos anos 1980, a diretora Ava Duvernay deixa claro que a eleição de Trump prova que muitas coisas permanecem iguais nos Estados Unidos.
Sônia Guedes (1932 – 2019)
A atriz Sônia Guedes, que trabalhou na série clássica “Malu Mulher”, morreu na segunda (3/6) aos 86 anos, em São Paulo, em decorrência de um câncer. A informação foi confirmada pela assessoria do SBT, emissora onde a atriz realizou o último trabalho na televisão. Com mais de 40 anos de carreira, Sonia teve importantes passagens pelo teatro, cinema e TV no Brasil, recebendo prêmios como o APCA e o Mambembe. Seu papel mais famoso foi Elza, a mãe de Malu (Regina Duarte), protagonista do icônico seriado “Malu Mulher” (1979), a primeira atração feminista da TV brasileira. Sônia teve passagens por diversas emissoras, tendo trabalhado em novelas como “Mulheres Apaixonadas” (2003), “Esmeralda” (2004), “Amor e Intrigas” (2008) e “Poder Paralelo” (2009). Seu último trabalho na televisão aberta foi na novela “Chiquititas”, exibida em 2013 pelo SBT, onde interpretou a personagem Nina Correia. Já a carreira cinematográfica foi iniciada com o drama “Noite em Chamas” (1977), de Jean Garret, e inclui alguns clássicos do cinema brasileiro, como “A Hora da Estrela” (1985), de Suzana Amaral, e o mais recente (e belo) “Histórias que Só Existem Quando Lembradas” (2011), primeiro longa de Júlia Murat. Ela também participou do drama “O Circo da Noite” (2013) e da comédia “O Amor no Divã” (2016). Personalidades do meio artístico lamentaram a morte da atriz pelas redes sociais. “Querida Sonia, boa viagem. Um beijo, estrela”, afirmou o ator Tuca Andrada. A atriz Tania Bondezan também lamentou: “Sonia Guedes nos deixou, grande atriz, amiga querida”.
Atores de Deadly Class e The Magicians anunciam noivado
O amor está no ar nos bastidores das séries do canal pago americano SyFy. O crossover romântico que ninguém esperava foi formalizado. A atriz Stella Maeve, que interpreta Julia em “The Magicians”, e Benjamin Wadsworth, que vive Marcus em “Deadly Class”, anunciaram seu noivado. O novo status do casal foi celebrado com uma postagem no Instagram da atriz. Além da foto que mostra o anel de noivado, o texto revela que “isso” aconteceu em 10 de maio. “Meu amor, vida, esposa!”, ela escreveu. “Minha esposa”, Wadsworth acrescentou, em resposta. Stella Maeve também retuitou uma notícia do noivado, publicada pelo site Page Six. E o criador de “Deadly Class”, Rick Remender, tratou de parabenizar aos dois “groovy kids”. Como dois geeks, os dois se conheceram na Comic-Con de San Diego, no ano passado, quando foram participar da apresentação do SyFy sobre suas séries. “Deadly Class”, recentemente disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay, ainda aguarda notícias sobre sua renovação, enquanto “The Magicians” vai para sua 5ª temporada em 2020. Ver essa foto no Instagram May 10th, this happened. My love, life, wife!? Uma publicação compartilhada por Stella Maeve (@stellamaeve) em 30 de Mai, 2019 às 9:37 PDT Congratulations to these groovy kids! https://t.co/zoVvadUxCS — Rick Remender (@Remender) June 3, 2019
Academia vai homenagear carreiras de David Lynch, Lina Wertmüller, Wes Studi e Geena Davis
Os cineastas David Lynch e Lina Wertmüller e o ator Wes Studi serão homenageados com Oscars honorários pelas realizações de suas carreiras. Além deles, a atriz Geena Davis receberá o Prêmio Humanitário Jean Hersholt, anunciou nesta segunda-feira (3/6) a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. “O Prêmio dos Governadores, que a Academia concede anualmente, reconhece indivíduos que se entregam a uma vida de realizações artísticas e ainda forneceram espetaculares contribuições à nossa indústria e além”, disse o presidente da Academia, John Bailey, no comunicado que anunciou os homenageados do ano. Considerado um dos diretores mais criativos do cinema americano, David Lynch deu à luz uma filmografia marcada pelo surrealismo e onirismo, em filmes como “O Homem Elefante” (1980), “Veludo Azul” (1986), “Coração Selvagem” (1990), “Estrada Perdida” (1997), “Cidade dos Sonhos” (2001) e a série “Twin Peaks”. Indicado quatro vezes ao Oscar, Lynch nunca venceu o troféu. A italiana Lina Wertmüller foi a primeira mulher indicada ao Oscar de Melhor Direção com o longa “Pasqualino Sete Belezas” (1975). Sua carreira inclui ainda títulos como “Mimi, o Metalúrgico” (1972), “Amor e Anarquia” (1973) e “Por um Destino Insólito” (1974), que ganhou remake americano (“Destino Insólito”) estrelado por Madonna em 2002. Já o americano Wes Studi é um dos mais conhecidos atores nativo-americanos, graças a uma longa carreira marcada por westerns revisionistas, como “Dança com Lobos” (1990), “O Último dos Moicanos” (1992) e o recente “Hostis” (2017), mas também produções de outros gêneros, como a sci-fi “Avatar” (2009). Por fim, a atriz Geena Davis, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “O Turista Acidental” (1988) e indicada na categoria de Melhor Atriz por “Thelma & Louise” (1991), será reconhecida por seus trabalhos fora das telas, em favor da igualdade entre homens e mulheres por meio do Geena Davis Institute on Gender in Media e sua parceria com a Organização das Nações Unidas. O Prêmio Humanitário Jean Hersholt não era entregue desde 2015, quando a Academia reconheceu a atriz Debbie Reynolds (do clássico “Cantando na Chuva”). Os Oscars honorários, também chamado de Prêmio dos Governadores, são entregues em um evento mais discreto, sem transmissão ao vivo e com menos convidados do que a cerimônia do Oscar, mas os homenageados também são posteriormente reverenciados no evento tradicional da Academia. A 11ª edição do Prêmio dos Governadores acontecerá em 27 de outubro, enquanto o 92º Oscar está marcado para 23 de fevereiro, ambos em Los Angeles.
Gabi Costa (1985 – 2019)
A atriz Gabi Costa, que participava da novela “Órfãos da Terra”, da Globo, morreu no domingo (2/6) em decorrência de uma parada cardiorrespiratória. A informação foi confirmada pela assessoria da artista, que tinha 33 anos. Ela foi encontrada desacordada em casa e levada para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, no Rio, onde teve o óbito confirmado. Não foi informado o que teria acontecido com a atriz. Sua carreira se restringiu à Globo. Entre 2010 e 2012, ela atuou nos humorísticos “Aventuras do Didi”, “Zorra Total” e “A Grande Família”. Em 2013, interpretou Jessica na novela “Tapas e Beijos”. Participou do remake de “O Rebu” em 2014 e, no ano seguinte, repetiu a parceria com o diretor da novela, José Villamarim, na série “Nada Será Como Antes”, vivendo Gabriela, uma figurinista de TV nos anos 1960. Em “Sol Nascente”, de 2016, foi a repórter Vanessa. Em 2017, entrou para “Malhação” como Antônia, mãe de uma das protagonistas. Na atual novela das 18h, “Órfãos da Terra”, Gabi Costa interpretava a síria Nazira, mulher do médico Faruq (Eduardo Mossri). Paralelamente, ela ainda fazia dublagens de games (era a Ciri de “The Witcher”) e iniciou uma carreira como roteirista, lançando seu primeiro curta-metragem, “Amor Suspenso”, em 2015. O filme fala sobre um casal formado por duas mulheres (Gabi e Lorena Comparato), que sofre por não ser aceito pela família. Filmado em um único plano sequência de 11 minutos, está disponível em seu canal no Youtube. A jovem atriz se preparava ainda para lançar dois novos projetos escritos por ela: seu curta “Enquanto Chovia” e o monólogo “Formigas”, que fala sobre a violência contra a mulher. Gabi também realizava trabalhos voluntários em ONGs após ter sido vítima de uma relação abusiva. A equipe de “Órfãos da Terra” se manifestou sob o impacto da perda nas redes sociais. “Meu Deus, estou chocado e sem palavras. Ainda não estou acreditando (…) Sem palavras, amiga”, escreveu Kaysar Dadour. “Eu também, querido”, respondeu Thelma Guedes, autora da novela. Intérprete do personagem Ali Al Aud, o ator Mouhamed Harfouch também assumiu seu choque com a notícia. “Fui pego de assalto por esta notícia tão triste, de uma mulher talentosa, cheia de vida e possibilidades, com tanto a caminhar e construir. Conheci Gabi neste trabalho, e o que vi foi uma mulher comprometida, sensível, parceira e consciente. Mas quem somos nós para entendermos os mistérios da vida?! Desejo toda luz pra você, Gabi, e todo conforto para os familiares e amigos nesta hora. Descanse em paz.” “Não consigo acreditar. Gabi fez algumas participações na nossa novela e estava em ‘Órfãos da Terra’ também. Tão nova. Nossa segunda perda de hoje. Gabi e Flora. Meus sentimentos”, escreveu Camila Queiroz, lembrando ainda a morte da atriz Flora Diegues, que também aconteceu neste domingo. Igualmente, a atriz Bia Arantes ficou impressionada pela perda dupla. “E agora a notícia de Gabi Costa. Difícil entender e lidar com essas perdas. Que Deus as acolha e permita que elas façam uma passagem cheia de amor e paz. Conforte também as famílias.”
Flora Diegues (1986 – 2019)
A atriz Flora Diegues, filha do cineasta Cacá Diegues, morreu neste domingo (2/6), aos 34 anos. Ela lutava há três anos contra um câncer no cérebro. Em 2016, chegou a ser operada às pressas por conta de um aneurisma e teve de ser afastada da novela “Além do Tempo”, exibida pela Globo. Flora começou sua carreira em 1996, como a versão mirim de Tieta no filme “Tieta do Agreste”, dirigido por seu pai. Mas só se dedicar à atuação após duas décadas, quando, em 2014, protagonizou a série “Só Garotas”, do Multishow. Depois disso, ela também apareceu em episódis das séries “Trair e Coçar É Só Começar” e “Sob Pressão”. Os últimos papéis foram na novela “Deus Salve o Rei” e no filme “O Grande Circo Místico”, também de seu pai. No ano passado, ela esteve no Festival de Cannes para divulgar a produção. Além de atuar, com passagens inclusive pelo teatro, Flora ensaiou seguir os passos do pai e comandou, como diretora e roteirista, dois curtas (“Sobe, Sofia” e “Assim Como Ela”) e um documentário (“No Meio do Caminho Tinha um Obstáculo”). “Flora viveu intensamente, sempre se divertiu, lutou com muita coragem e alegria. Fez de tudo, escreveu, atuou, dirigiu. Gostava muito de viver”, disse Cacá Diegues ao jornal O Globo.
Death Stranding: Game estrelado por Norman Reedus e Mads Mikkelsen ganha trailer impressionante
O videogame mais esperado do ano da década, “Death Stranding” ganhou um novo trailer impressionante de 8 minutos, que destaca o realismo e a enorme quantidade de detalhes da produção, além de informar a data de seu lançamento. Entre as cenas cinematográficas, há mostras da jogabilidade, quase que para provar que não se trata de um filme. Afinal, a produção tem visual e elenco de cinema. A lista de astros que estrelam o jogo, transformados na animação gráfica mais realista já vista, inclui Norman Reedus (série “The Walking Dead”), Mads Mikkelsen (“Rogue One”), Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”), Margaret Qualley (“The Leftovers”), os cineastas Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), Nicolas Winding Refn (“Demônio de Neon”) e até a atriz Lindsay Wagner, que, rejuvenescida digitalmente, volta a ter a aparência que os fãs lembram da série clássica “A Mulher Biônica” (1976-78). “Death Stranding” é a nova obra do gênio dos games Hideo Kojima, um dos cérebros por trás do sucesso da empresa japonesa Konami, criador do fenômeno “Metal Gear Solid” e reconhecido como o primeiro grande autor do universo dos games. Ele trabalha em “Death Strandling” desde que saiu da Konami para lançar sua própria empresa, Kojima, tendo revelado a primeira prévia há três anos. Já na época era impressionante. A premissa de “Death Strandling” é um grande mistério, mas envolve bebês e um futuro pós-apocalíptico. O game será disponibilizada para o PlayStation 4 no dia 8 de novembro, e já está em pré-venda.
Star Wars ganha novo e grandioso parque temático na Disneylândia
A Disney inaugurou seu maior parque temático de “Star Wars”. Chamado de “Star Wars: Galaxy’s Edge”, ele passou a receber seus primeiros visitantes neste fim de semana na Disneylândia, na Califórnia. “‘Galaxy’s Edge’ é absolutamente maravilhoso e estamos emocionados por finalmente podermos compartilhá-lo com o mundo”, disse Bob Iger, CEO da The Walt Disney Company, durante cerimônia para convidados na quarta-feira (29/5), ao lado de George Lucas, criador da franquia, e astros como Mark Hamill e Harrison Ford, respectivamente Luke Skywalker e Han Solo na saga. “Pela primeira vez, os fãs poderão mergulhar nas histórias icônicas que cativaram a imaginação do público por décadas e viver suas próprias aventuras de ‘Star Wars’ no lugar mais criativo, inovador e ambicioso que já construímos”. O parque custou US$ 1 bilhão e, por enquanto, apenas a primeira atração está pronta. A segunda, porém, não vai ficar na Disneylândia, mas no Disney World da Flórida. O parque atual permite aos fãs viajarem ao remoto planeta Batuu, onde poderão pegar carona na nave mais famosa de toda a galáxia, a Millennium Falcon, assim como provar comidas e bebidas espaciais, como o leite azul, e outros drinques na taverna de Oga. E, sim, isso significa que, pela primeira vez, o parque venderá álcool. Segundo a Disney, os usuários poderão se unir à Resistência ou à Primeira Ordem, e ver de perto personagens como Rey, Finn, BB-8 e Chewbacca. Além disso, há workshops que ensinam fãs a criar seu próprio sabre de luz no ateliê de Savi ou um androide à la carte – por mais alguns dólares além do preço do ingresso. Além disso, o veterano compositor John Williams criou temas originais para a atração, que vão se misturar com a tradicional trilha da saga. A visita é limitada a quatro horas e Stormtroopers controlam o tempo. Mas não há ingressos disponíveis, porque fãs fizeram reservas com meses de antecedência e esgotaram todas as entradas. A segunda atração tem lançamento previsto para 29 de agosto na Flórida e é ainda mais ambiciosa. Nela, os visitantes serão testemunhas de uma batalha entre a Primeira Ordem e a Resistência. De todo modo, vale lembrar que, embora “Star Wars: Galaxy’s Edge” seja assombroso, não é a primeira atração derivada de “Star Wars” disponível na Disneylândia. Muito antes de a Disney comprar a Lucasfilm em 2012 por US$ 4 bilhões, as duas empresas já tinham uma antiga parceria, que rendeu a atração “Star Tours” em 1987, o primeiro parque de diversões da saga espacial. Veja abaixo um vídeo do novo parque.
Novos estudos ligam 13 Reasons Why ao aumento de suicídios entre jovens
Duas pesquisas diferentes, divulgadas nos últimos dias, apontaram aumento no número de suicídios de jovens americanos após a estreia da série “13 Reasons Why”, cujo tema é exatamente este. Os estudos não vinculam diretamente o aumento de mortes à popularidade da atração, mas fazem sugestões neste sentido. A primeira pesquisa foi realizada em conjunto por diversas universidades e hospitais dos Estados Unidos e o Instituto Nacional de Saúde Mental (INSM). Publicada na semana passada no periódico científico Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, mostrou que o número de mortes por suicídio nos Estados Unidos em abril de 2017 superou o registrado em qualquer outro mês durante o período de cinco anos analisado pelos pesquisadores. Ao individualizar os índices de acordo com o sexo da vítima, foi notado um aumento significativo entre homens jovens no mês seguinte à estreia da série. Houve um crescimento entre o sexo feminino, mas ele foi considerado estatisticamente insignificante. “Os resultados devem servir de alerta de que os jovens são especialmente sensíveis ao que é exibido pela mídia”, disse Lisa Horowitz, cientista do INMS e autora do estudo. “Todos os profissionais, inclusive da mídia, devem se preocupar em serem construtivos e cuidadosos ao lidar com temas relacionados a crises de saúde pública.” O segundo estudo, publicado nesta quinta (30/5) na revista Jama Psychiatry, tem dados diferentes, mas afirma que houve um aumento de 13% nos suicídios de jovens de 10 a 19 anos entre abril e junho de 2017, com uma maior incidência em mulheres. O estudo foi realizado por uma equipe dirigida por Thomas Niederkrotenthaler, do Centro de Saúde Pública da Universidade de Medicina de Viena, usando os dados de suicídios dos Centros de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. “As associações identificadas aqui devem ser interpretadas com certa cautela, mas parecem demonstrar um aumento dos suicídios que é consistente com o potencial de contágio da mídia”, escreveram. No começo da semana, Brian Yorkey, criador de “13 Reasons Why”, e Rebecca Hedrick, psiquiatra consultora na série, defenderam a atração na revista The Hollywood Reporter, apontando que “o impacto positivo da série [também] foi observado em inúmeras pesquisas. Em um estudo, a maioria dos que admitiram ter praticado bullying antes de assistir à 1ª temporada disse que mudou seu comportamento após a série”. “Outro estudo apontou que assistir ’13 Reasons Why’ deu a estudantes uma melhor compreensão do suicídio, mas não gerou pensamentos ou comportamentos suicidas”, escreveram na coluna. Os dois ainda apontaram que em 2018 a série ganhou um prêmio por encorajar conversas “entre pais, estudantes e defensores da saúde mental acerca da epidemia de suicidio, depressão e bullying em adolescentes”. Além disso, contestam relatos de aumento de suicídios depois da estreia da série com a informação de que a série gerou mais ligações para canais de ajuda. Em outras palavras, a série teria incentivado as pessoas a procurarem ajuda. À imprensa, a Netflix disse analisar os resultados de todos os estudos. E citou outros que conflitam com os dados atuais. “Especialistas concordam que não existe uma única razão para as pessoas tirarem suas próprias vidas – e que as taxas de adolescentes que tomam essa atitude vêm aumentando tragicamente por anos nos Estados Unidos. Os dois estudos levantam questões importantes, mas são conflitantes entre eles, ainda que sejam baseados nos mesmos dados fornecidos pelo governo dos Estados Unidos. Eles também não explicam o aumento de casos entre meninas em novembro de 2016, e entre meninos em março de 2017 – antes do lançamento da série”, disse a plataforma em comunicado oficial. “’13 Reasons Why’ aborda a realidade desconfortável da vida para muitos jovens hoje e nós ouvimos deles, e de médicos especialistas, que a série ajudou muitos espectadores a terem coragem de falar sobre o assunto e procurar ajuda”, conclui o texto. A 1ª temporada de “13 Reasons Why” foi ao ar em 31 de março de 2017. Ela conta a história de uma adolescente que se mata e deixa 13 gravações que explicam os motivos que a levaram a fazer isso. A 2ª temporada foi lançada em maio de 2018 e uma 3ª está atualmente em produção.
Ator é demitido de série, filme e perde empresário por mau comportamento
O ator Jason Mitchell, que chamou atenção ao interpretar o rapper Eazy-E em “Straight Outta Compton”, foi demitido da série que ele estrelava, “The Chi”, após o final da 2ª temporada. Além disso, também foi dispensado do filme “Desperados”, longa da Netflix em que estava trabalhando há menos de uma semana, e perdeu seus agente, advogado e contrato com a firma que cuida de sua carreira. O motivo de seu atual desemprego são denúncias contra seu comportamento nos sets em relação às mulheres. Ele foi acusado de ser desrespeitoso com as colegas e até com as chefes. A produção de “The Chi” tentou contornar o problema por meio de palestras obrigatórias para o elenco, opção inicial da criadora da série, Lena Waithe, para lidar com os comentários sobre o ator no set da 1ª temporada. Ela também teve a ideia de contratar uma mulher para chefiar a produção em sua 2ª temporada e, assim, inibir o mau comportamento. De fato, a nova showrunner, Ayanna Floyd, não levou desaforos para casa. Levou para o departamento de Recursos Humanos, após as atitudes do ator piorarem. Ao falar com a revista The Hollywood Reporter, a showrunner disse ter feito tudo que podia para tentar enquadrar o ator. Porém, também acabou virando alvo da raiva e do comportamento inapropriado de Mitchell. Mesmo com sua demissão, as acusações permanecem vagas. Mas publicações americanas apuraram que o ator assediou a atriz Tiffany Boone, sua colega de elenco. Ela prestou queixa e, como o resultado inicial foi a palestra mencionada, pediu para sair da série mesmo com a demissão do ator. Entretanto, ela não foi a única a reclamar. E não apenas em “The Chi”. As atrizes do filme “Desperados”, que inclui em seu elenco Nasim Pedrad (de “Aladdin”) e Anna Camp (“A Escolha Perfeita”), também registraram reclamações. A denúncia inicial de Tiffany Boone fez os fãs de Mitchell atacarem a atriz nas redes sociais. Por conta disso, ela não quer mais participar da série. No entanto, embora tenha sido a primeira a se revoltar, a revista The Hollywood Reporter revelou que a produção de “The Chi” só dispensou o ator após ele ter sido demitido pela Netflix. Fontes da publicação afirmaram que o ator começou a deixar as atrizes de “Desperados” desconfortáveis assim que elas chegaram ao México, onde o filme está sendo rodado. “Houve dois incidentes em quatro dias”, disse o informante anônimo. Uma das ocasiões envolveu observações altamente inapropriadas de Mitchell ao querer entrar nos dormitórios femininos. O acúmulo levou ao desemprego e provavelmente ao fim da carreira do ator de 32 anos, que também estrelou os dramas “Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississippi”, “Rebelião em Detroit” e a fantasia “Kong: A Ilha da Caveira”. Mitchell já foi substituído por Lamorne Morris (de “New Girl”) em “Desperados”. Renovada para a 3º temporada pelo canal pago Showtime, “The Chi” terá agora que lidar com as ausências do ator e, possivelmente, de Tiffany Boone em seus próximos episódios.
Ashton Kutcher testemunha em julgamento do serial killer que matou sua namorada
O ator Ashton Kutcher participou nesta quarta (29/5) do julgamento de um serial killer em Los Angeles. Ele foi testemunha da acusação contra Michael Gargiulo, suspeito de matar várias mulheres, incluindo uma namorada do ator, a estudante de moda Ashley Ellerin. Ashton é considerado uma testemunha importante, porque chegou a visitar a casa de sua então namorada logo após o assassinato, em 2001, e por isso pode estabelecer detalhes importantes do crime. O ator confirmou os detalhes que já havia fornecido para a polícia durante a investigação. Ele contou que havia marcado de sair com Ellerin na noite de 21 de fevereiro de 2001, e que falou com ela pela última vez às 8 horas da noite daquele dia, confirmando o encontro. A polícia acredita que a jovem foi morta pouco depois de desligar o telefone, e que foi surpreendida por Gargiulo quando estava saindo do banho. O acusado teria esfaqueado a vítima nada menos do que 47 vezes, antes de fugir. Por volta das 11 horas da noite, o ator chegou na casa de Ellerin e tocou a campainha. Sem conseguir resposta, Kutcher notou que as luzes estavam acesas no apartamento, e espiou pela janela para a sala de estar. O ator conseguiu observar uma mancha vermelha no carpete do cômodo, mas presumiu que ela havia sido causada por vinho tinto. “Isso não me surpreendeu, porque fui a uma festa na casa dela alguns dias antes, e estava tudo uma bagunça. Não pensei duas vezes”, comentou ele no testemunho. Na verdade, era o sangue da jovem de 22 anos. No dia seguinte, segundo Kutcher, a polícia o procurou para notificar que o corpo de Ellerin havia sido encontrado por sua colega de quarto. O ator confessou que “entrou em pânico”, achando que a polícia o considerava um suspeito. A investigação de seu assassinato só foi concluída recentemente, quando a polícia encontrou ligações entre o crime e três outros assassinatos de mulheres, graças a evidências de DNA que apontaram para Michael Gargiulo. Ele enfrenta julgamento não só pelo caso envolvendo Ellerin, mas também por esfaquear outra mulher, chamada Maria Bruno, em 2005. A polícia suspeita que o homem também seja responsável por outros crimes. Por conta da notoriedade do caso, graças ao envolvimento de Kutcher, o assassino de 43 anos foi batizado de “estripador de Hollywood” pelos tabloides.
Mandy Moore vira primeira atriz famosa a subir o monte Everest
Mandy Moore se tornou a primeira atriz famosa a visitar o Monte Everest. A estrela da série “This Is Us” e voz da princesa Rapunzel na franquia animada “Enrolados” fez história no último domingo (26/5) ao chegar ao acampamento-base do Monte Everest, no Nepal, onde as condições climáticas atuais estão ainda mais rígidas do que em outras épocas. A atriz e cantora postou várias fotos da façanha no Instagram, escrevendo numa das legendas que a experiência representou uma mudança completa de perspectiva para sua vida. “É uma conquista enorme que pretendo adaptar ao mundo real, seja como inspiração para um treino pesado na academia ou simplesmente no caso de estar tendo um dia daqueles”, disse a atriz de 35 anos do alto de um dos pontos mais elevados do planeta, a 5.395 metros acima do nível do mar. Acompanhada de dois amigos e de dois guias profissionais – inclusive a primeira americana a fazer a escalada sem tubos de oxigênio – , Moore fez sua incursão no Everest em um ano especialmente conturbado, em que 11 pessoas já morreram tentando escalar o monte. O número elevado de mortes é resultado de um recorde de autorizações concedidas pelo governo do Nepal para a escalada ao pico do mundo. Mas Moore fez questão de explicar que não fez alpinismo. Ela seguiu a trilha que existe na montanha, um exercício de trekking radical, que permite chegar à principal base de apoio aos alpinistas a pé. Ali, onde a verdadeira escalada começa, foi onde sua aventura terminou. Entretanto, seguir a trilha sinuosa montanha acima não é nada fácil e também inclui vários perigos, como quedas, falta de oxigênio, frio intenso, surpresas meteorológicas e desafio de resistência. A jornada dura dez dias de caminhada. Moore diz que subiu sem saber o que encontraria e desceu com a certeza de ter encontrado a si mesma. Ver essa foto no Instagram There is so much magic in these mountains. They represent adventure in the grandest form and in a language all their own. The idea of standing at the base of the world's tallest peak with @eddiebauer, a brand that has been outfitting record-setting climbers since the beginning – from the first American ascent in 1963 (Jim Whittaker) to our guide @melissaarnot, the first American Woman to ascend and descend Everest without oxygen, is truly beyond my wildest imagination. Traversing this terrain has its challenges. Breathing at altitude, for instance, is not easy. One of the greatest gifts/lessons that Melissa simultaneously bestowed on us during this trek was the fine art of pressure breathing. It makes all the difference as you climb higher. It’s essentially a big inhale and a sharp, forceful exhale, like you’re blowing out a candle across the room, to open up your lungs, allowing you to use more oxygen, etc… Besides hydration and staying nourished, breathing is THE vital key in the fight against altitude sickness. It’s also a major takeaway that I will be employing back to the real world whether I’m in the midst of a tough workout or a weird day. Mind blown. So as we weaved around the Himalayas from 14,400ft-16,200ft-17,600ft: this particular technique was essential in propelling us forward. Needless to say, this part of the world holds a very special place in @melissaarnot’s heart so her willingness to share it, as well as her time, knowledge and endless trove of stories were so appreciated by all of us lucky enough to walk alongside her this past week. Her belief in our abilities to keep moving and ultimately make it to the base of the Mighty, Mighty Mt. Everest was so powerful. Spoiler alert: we made it!!! It’s impossible to be lucky enough to arrive at the foot of these mammoth peaks and not be attuned to the palpable energy of all of those who came before and lost their lives in these mountains. The wave of emotion: respect, reverence, appreciation….that washed over us as we took in the prayer flags and yellow domed tents of basecamp AND sat on the rocks regarding the chortens that dot the hillside of the Tukla Pass the day before, profoundly Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 27 de Mai, 2019 às 3:15 PDT Ver essa foto no Instagram One of the reasons I’m passionate about working with @eddiebauer is due to the authenticity of their programs – they've been supporting @thejuniperfund since its inception, understanding that we must support the mountain communities that support us. Founded by two @eddiebauer guides (Melissa Arnot & David Morton), the Juniper Fund provides financial support, vocational training and small business grants to the families of local workers who are killed working in the Himalayas. This week we’ve gotten a small glimpse into the impact on the lives of the families that TJF supports with the help of Eddie Bauer and other partners. • This week over 400 people summited Everest and around HALF of them were local workers. @thejuniperfund supports families of those workers when things go wrong- to contribute or learn more see link in bio. #whyihike #ebpartner Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 24 de Mai, 2019 às 7:22 PDT Ver essa foto no Instagram Not to take away from our journey but I felt compelled to explain the difference between our trekking trip to Everest Base Camp vs the experienced and professional mountaineers and alpinists who are CLIMBING Everest. If all goes well, we will have completed what is only 1/6 of the entire trip for someone who actually climbs (8 weeks total). We stand in awe of the fortitude and training and superhuman strength it takes to attempt a feat like Everest and are deeply honored just to be here and feel the Khumbu vibes. #whyihike #everestviewtrek Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 23 de Mai, 2019 às 7:20 PDT Ver essa foto no Instagram I went into this Everest viewing trek relatively blind. Not unprepared, mind you…but I wanted to venture forward into the unknown with an open mind and heart and as free of expectations as possible. I also knew we were in extraordinary hands with our friend/ @eddiebauer alpine guide and Everest extraordinaire @melissaarnot (she’s summited 6 times and guided the Basecamp trek between 35-40 times so this isn’t her first rodeo). Once we arrived in Kathmandu and had our de-brief about what the next 10 days of our life we’re going to look like, it became abundantly clear that this experience was going to be one of physical discomfort, personal challenge AND fundamental spiritual growth. Sign me up. We also decided as a group to refer to our trip as a Everest viewing trek incase our plans deviated from the original goal of making it to base camp, placing greater importance on the journey and not the destination. In addition to living out this bucket list dream, being gently placed in this middle of this extraordinary country of Nepal and bearing witness to the customs and culture of the Sherpa people has been spellbinding. So much to take in, in every way. 3 days in, I’m writing this from 11,500 feet, tucked away in the terraced village of Namche (also known as the Sherpa center of the Khumbu Valley) as transparent clouds of mist seem to obscure our view of the hustle and bustle below and then just as quickly, glide away to reveal the towering peaks of Kongde Ri and Kwande La. We’ve been acclimatizing here for the past 2 days, taking on some day treks to help prepare our bodies and breath for the travels ahead. Not sure what awaits us on the road today but this group is in it all together (with all the snacks and milk tea one could ever want)! Stay tuned…. #whyihike #ebpartner Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 22 de Mai, 2019 às 7:43 PDT Ver essa foto no Instagram There’s no way to distill this experience down to a few sentences. There’s no way to encapsulate what coursed through our veins and brains living in the mountains this past week. It will come in time. I think I’m slowly learning that I feel most like me when I’m outdoors. It’s couldn’t be any more outside my every day realm and yet there’s something entirely refreshing about being tasked with nothing more than breathing and slowly putting one foot in front of the other. One thing I know for certain is that this trip was what it was thanks in large part to the company. Being able to adventure alongside those you love deeply (@streicherhair, @chaseweideman, @thejendaltonshow) and new friends alike (@starfire_reid, @julianapse, @tyler__reid, @sherpatseringdolker), is an absolute gamechanger. We shared everything: laughs, toilet paper, snacks, skincare, the silly songs that got stuck in our heads, milk tea, selfies, the “happy naturals”, etc…. all the makings of a quality trip to the most remarkable place any of us have ever been. I’m also left inspired by the collective perseverance this group had to help each other every step of the way and to watch as we all met this shared goal of reaching base camp together is something I’ll never forget. Thank you to our friends at @eddiebauer for making this happen! And to the true MVP of this trek, @melissaarnot: thank you for sharing such a substantial piece of yourself and this second home of yours with us. It’s every bit as magical as you described: Your expertise, your stories, your wisdom, your belief in us…. set the tone for this entire experience…. The funny thing is, Melissa kept mentioning this idea of meditating and making goals while we were in the midst of the “pain cave”. It’s easy to daydream and make big plans when you’re down at sea level but it’s a much taller order to do it while in the grips of something truly difficult. Message received. I dug deep while in the midst of all of those pressure breaths and made a mental list of things that scared me but I was anxious to tackle. Now that I’m back on solid ground, I can’t wait to home and get to it. #whyihike #ebpartner Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 29 de Mai, 2019 às 12:27 PDT







