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    Andy Dick pode ser preso após assediar motorista de aplicativo

    23 de setembro de 2019 /

    O ator Andy Dick (“Caindo na Estrada”) pode ser preso a qualquer momento devido a um processo movido por um motorista do Uber por assédio durante uma corrida realizada no ano passado. Segundo o boletim de ocorrência, acessado pelo site TMZ, o caso ocorreu em abril do ano passado, quando, de acordo com o motorista, Dick esticou o braço e agarrou sua virilha enquanto ele dirigia. O motorista registrou a denúncia em Los Angeles. Após o fim das investigações, o ator foi acusado de agressão sexual. O mandado de prisão foi emitido em março, mas o ator ainda não foi preso. Este é o terceiro caso em que o ator é acusado de abuso apenas em 2018. Ele foi denunciado por agarrar uma desconhecida em plena rua, em Los Angeles, e também foi alvo de um mandado de segurança pedido por sua mulher, Lina, após episódios violentos. Ele está sem filmar longa-metragens desde que foi demitido do filme “Vampire Dad” em 2017, após vários incidentes envolvendo a equipe de filmagem. Na ocasião, o diretor Frankie Ingrassia disse ao site The Wrap que o ator chegava embriagado e teve conduta inapropriada com os funcionários no set.

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    Sid Haig (1939 – 2019)

    23 de setembro de 2019 /

    O ator Sid Haig, lenda do cinema B americano, morreu no sábado (21/9), aos 80 anos. A morte foi anunciada por sua esposa, Susan L. Oberg, no Instagram: “Isto veio como um choque para todos nós. Como família, nós pedimos privacidade e tempo para que nosso luto seja respeitado”. Segundo a Variety, Haig faleceu de uma infecção pulmonar, após complicações respiratórias causadas por uma queda, sofrida semanas atrás. A vasta filmografia do ator tem quase 150 títulos, a maioria de temática violenta. Mas antes de encarar as telas, ele tentou a música. Na adolescência, foi baterista da banda T-Birds e chegou a gravar um hit, “Full House”, que atingiu o 4º lugar na parada de sucessos em 1958. Graças a essa experiência, conseguiu um de seus primeiros papéis no cinema, aparecendo como baterista dos Righteous Brothers no filme “Farra Musical” (1965). A tendência de viver monstros, psicopatas, assassinos e degenerados teve início no mesmo ano num episódio da sitcom “The Lucy Show”, de Lucille Ball, em que encarnou uma múmia. Mas foi por diversão, assim como sua passagem pelos quadrinhos, como capanga do Rei Tut (Victor Buono) na série clássica “Batman” (em 1966), e pela sci-fi, como alienígena na 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas” (em 1967). Os primeiros papéis aproveitavam-se de seu visual exótico. Descendente de armênios, ele tinha um ar de estrangeiro perigoso. Ao decidir raspar a cabeça, também adquiriu uma aparência demente. Mas sua transformação definitiva em astro de filmes sanguinários se deu pelas mãos do cineasta Jack Hill. O primeiríssimo trabalho de Haig como ator foi num curta universitário de Hill, feito em 1960 como parte do currículo da UCLA. Assim, quando conseguiu financiamento do rei dos filmes B, Roger Corman, o diretor o convocou para participar de seu primeiro longa oficial, “O Rastro do Vampiro” (1966), cujo título original era mais explícito em relação ao tom da produção – “Blood Bath”, literalmente “banho de sangue”. De todo modo, foi o filme seguinte de Hill, “Spider Baby” (1967), que transformou ambos, diretor e ator, em ícones do cinema B americano. Lançado sem fanfarra, “Spider Baby” saiu da obscuridade para se tornar um dos filmes mais cultuados dos anos 1960, ao ser redescoberto pelas novas gerações. A história girava em torno do personagem vivido pelo veterano astro de terror Lon Chaney (“O Lobisomem”), um cuidador de três irmãos mentalmente perturbados, que tenta proteger os jovens de primos gananciosos. De olho na velha mansão da família em que eles vivem, os parentes resolvem trazer advogados para despejá-los da propriedade. Mas a situação sai do controle, com violência generalizada, culminando na explosão da residência por parte do cuidador, numa mistura de ato de desespero, misericórdia e suicídio. Haig viveu o único irmão homem, incapaz de falar, mas capaz de atos terríveis, como o estupro de sua prima. Ator e diretor continuaram a pareceria em outros gêneros de filmes B, como o cultuado filme de prisão feminina “As Condenadas da Prisão do Inferno” (1971) e dois dos maiores clássicos da era blaxploitation “Coffy: Em Busca da Vingança” (1973) e “Foxy Brown” (1974), todos estrelados por Pam Grier. Essa conexão, por sinal, fez com que Haig fosse lembrado por Quentin Tarantino em sua homenagem ao gênero, “Jackie Brown” (1997), protagonizado pela mesma atriz. Sem abandonar violência, Haig também apareceu em clássicos do cinemão classe A, como “À Queima-Roupa” (1967), de John Boorman, “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), de Guy Hamilton, “O Imperador do Norte” (1973), de Robert Aldritch, e até “THX 1138” (1971), primeira sci-fi de um jovem visionário chamado George Lucas (sim, o criador de “Star Wars”). Mas as produções que costumavam escalá-lo com frequência eram mesmo de baixo orçamento, e elas entraram em crise com o fim das sessões duplas noturnas e dos drive-ins na metade final dos anos 1970. Por conta disso, o ator passou boa parte desse período fazendo séries. Chegou a viver nove vilões diferentes em “Missão Impossível”, quatro em “Duro na Queda”, três em “A Ilha da Fantasia”, dois em “MacGyver”, além de enfrentar “As Panteras”, “Police Woman”, “Buck Rogers”, “Os Gatões”, “Esquadrão Classe A”, “O Casal 20″m etc. Ele anunciou oficialmente sua aposentadoria em 1992, dizendo-se cansado de viver sempre o vilão que morria no episódio da semana. Assim, quando Tarantino o procurou para viver Marcellus Wallace em “Pulp Fiction” (1994), ele se recusou. O papel acabou consagrando Ving Rhames. Mas Tarantino não desistiu de tirar Haig da aposentadoria. Ele escreveu o personagem do juiz de “Jackie Brown” pensando especificamente no ator. E ao insistir foi bem-sucedido em convencê-lo a atuar novamente. Após aparecer em “Jackie Brown”, Haig foi convidado a participar de um clipe do roqueiro Rob Zombie, “Feel So Numb” (2001). E a colaboração deu início a uma nova fase na carreira de ambos. Zombie resolveu virar diretor de cinema e escalou Haig em seu papel mais lembrado, como o Capitão Spaulding, guia turístico de “A Casa dos 1000 Corpos” (2003), filme francamente inspirado em “Spider Baby”, entre outras referências de terror ultraviolento. O nome Capitão Spaulding também era citação a outro personagem famoso, o grande contador de “lorotas” vivido por Groucho Marx na célebre comédia “Os Galhofeiros” (1930). Spaulding voltou a matar, acompanhado por seus parentes dementes, na continuação “Rejeitados pelo Diabo” (2005), melhor filme da carreira de Rob Zombie. E Haig seguiu participando dos filmes do roqueiro cineasta, como “Halloween: O Início” (2007), “The Haunted World of El Superbeasto” (2009) e “As Senhoras de Salem” (2012). Ele ainda trabalhou em “Kill Bill: Volume 2” (2004), de Tarantino, no cultuado western de terror “Rastro de Maldade” (2015), de S. Craig Zahler, e em dezenas de títulos de horror lançados diretamente em vídeo na fase final de sua carreira. Para completar sua prodigiosa filmografia, vai se despedir das telas com o personagem que mais viveu, retomando o Capitão Spaulding em “Os 3 Infernais”, final da trilogia de Rob Zombie, que tem estreia prevista para outubro.

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    Emmy 2019: Vitória arrasadora de Fleabag eclipsa prêmios de Game of Thrones

    23 de setembro de 2019 /

    A cerimônia do Emmy 2019 consagrou “Fleabag”. Grande vencedora da cerimônia deste domingo (22/9) em Los Angeles, a série conquistou quatro prêmios, o dobro de “Game of Thrones” e mais que qualquer outra produção, praticamente dominando as categorias de Comédia. Para quem esperava ver uma noite de consagração de “Game of Thrones”, o impacto da série da Amazon praticamente eclipsou as conquistas da produção de fantasia da HBO. A produção britânica venceu os troféus de Melhor Série, Atriz (Phoebe Waller-Bridge), Roteiro (idem) e Direção (Harry Bradbeer) de Comédia, tratorando “Veep” e impedindo Julia Louis-Dreyfus de conquistar seu recorde histórico de vitórias. Além disso, Phoebe Waller-Bridge viu sua outra série na competição, “Killing Eve”, render o prêmio de Melhor Atriz de Drama para Jodie Comer. Ela chegou a dizer que “Isso está ficando ridículo”, ao subir ao palco pela terceira vez. Foi uma grande e bem-vinda surpresa, já que “Fleabag”, apesar de queridinha da crítica, era considerada azarão entre atrações mais consagradas, especialmente “Veep” e “Marvelous Mrs. Maisel”. Se “Veep” passou em branco em sua temporada final, “Mrs. Maisel” conquistou os prêmios de Atriz e Ator Coadjuvantes – após ter vencido na semana passada os troféus de Ator e Atriz Convidados em Comédia. A totalização de seis vitórias somadas entre “Fleabag” e “Mrs. Maisel” no domingo ainda causou um predomínio inesperado de produções da Amazon na categoria de Comédias, contrariando as expectativas de quem apostava num duelo particular entre HBO e Netflix. Para completar, a minissérie “A Very English Scandal” acrescentou mais uma vitória para a plataforma, na categoria de Ator Coadjuvante de Minissérie, vencida pelo inglês Ben Whishaw. Ainda assim, a HBO se saiu como o canal mais premiado da noite, graças a suas produções dramáticas. A principal conquista foi a vitória de “Game of Thrones” como Melhor Série de Drama. Produção com maior número de indicações, a série conquistou apenas outro troféu na cerimônia, dando a Peter Dinklage seu quarto Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Tyrion Lannister. Com isso, o astro se tornou o maior vencedor da categoria. “Chernobyl” foi a segunda produção mais premiada da noite com três troféus: Melhor Minissérie, Direção (Johan Renk) e Roteiro (Craig Mazin). E a HBO ainda somou mais duas vitórias com “Succession”, outras duas com o talk show “Last Week Tonight” e o prêmio de Melhor Ator de Comédia de Bill Hader, por “Barry”, contabilizando nove Emmys ao todo, contra os sete da Amazon. A Netflix acabou em 3º lugar. E seu principal destaque também foi surpreendente. A série “Ozark” rendeu o prêmio de Melhor Direção para o astro Jason Bateman, que superou três cineastas de “Game of Thrones”, e de Melhor Atriz Coadjuvante para a jovem Julia Garner, vencendo nada menos que quatro estrelas de “Game of Thrones”. Grande aposta da plataforma, “Olhos que Condenam” venceu apenas um prêmio: Melhor Ator de Minissérie para Jharrel Jerome. O quarto e último troféu ficou com “Black Mirror: Bandersnatch”, como Melhor Telefilme. Uma das vitórias mais festejadas da noite foi na categoria de Melhor Ator de Drama para Billy Porter, de “Pose”. Ele e Michelle Williams, Melhor Atriz de Minissérie por “Fosse/Verdun”, foram os representantes do canal pago FX. Ambos também fizeram, ao lado de Peter Dinklage e Patricia Arquette, os discursos mais engajados, em prol de maior tolerância, diversidade e igualdade de gêneros, formando um coral pelos direitos e representatividade das minorias na indústria televisiva. Patricia Arquette, por sinal, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjvante de Minissérie por “The Act”, representante solitário da plataforma Hulu. Considerando os prêmios do final de semana passada, onde foram reconhecidos os melhores das chamadas “artes criativas” (prêmios técnicos, jornalísticos, documentários, animações e reality shows), as 10 emissoras com mais conquistas foram: HBO com 34 vitórias, Netflix 27, Amazon 15, National Geographic 8, NBC 7, CNN 5, FX 5, Hulu 4, CBS 4 e Fox 4. Outro dado interessante é que metade dos profissionais premiados por realizações individuais foram britânicos. A Academia da Televisão é dos Estados Unidos, mas se rendeu à qualidade do talento vindo do Reino Unido, especialmente das equipes envolvidas na produção de “Fleabag”, “Chernobyl”, “Last Week Tonight”, “Succession”, “Black Mirror: Bandersnatch” e “A Very English Scandal”. 13 dos 27 troféus da noite acabaram em mãos britânicas. Confira abaixo a lista completa dos vencedores da premiação principal da Academia. E clique nos links a seguir para lembrar os premiados das categorias de documentário e reality show, os vitoriosos em animação e os principais troféus técnicos do Emmy 2019. Vencedores do Emmy 2019 Melhor Série de Drama “Game of Thrones” Melhor Série de Comédia “Fleabag” Melhor Minissérie “Chernobyl” Melhor Telefilme “Black Mirror: Bandersnatch” Melhor Ator em Série de Drama Billy Porter (“Pose”) Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer (“Killing Eve”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner (“Ozark”) Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader (“Barry”) Melhor Atriz em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Jharrel Jerome (“Olhos que Condenam”) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman (“Ozark”) Melhor Direção em Série de Comédia Harry Bradbeer (“Fleabag”) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Johan Renck (“Chernobyl”) Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong (“Succession”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Craig Mazin (“Chernobyl”) Melhor Programa de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Programa de Variedade “Last Week Tonight” Melhor Programa de Competição “RuPaul’s Drag Race”

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    Aron Eisenberg (1969 – 2019)

    22 de setembro de 2019 /

    O ator Aron Eisenberg, que interpretou Nog na série “Star Trek: Deep Space Nine”, morreu no sábado (21/9). Sua morte foi relatada por sua esposa em um post no Facebook. A causa não foi revelada, mas Eisenberg havia recebido dois transplantes de rim. Ele tinha 50 anos. Eiseberg começou a atuar no final dos anos 1980, aparecendo em “Amityville 4: A Fuga do Mal” (1988), “A Casa do Espanto III” (1989) e “Um Sequestro Muito Louco” (1989). Mas só foi se destacar na TV, a partir de um episódio de “Anos Incríveis” (Wonder Years) em que interpretou um elfo de Natal. Ele apareceu em 47 episódios de “Deep Space Nine” como Nog, o primeiro Ferengi a se juntar à Frota Estelar, entre 1993 e 1999. Também apareceu num episódio de “Star Trek: Voyager”, dublou Nog no videogame “Star Trek Online” e integrou o elenco da recente série de fãs “Star Trek: Renegades”, disponibilizada na internet em 2017. Seu último trabalho foi no filme “Walk to Vegas”, do ator Eric Balfour, premiado no Festival de Cinema Independente da Califórnia e exibido na sexta-feira (20/9) na canal pago americano USA Network.

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    Emmy 2019: Veja todas (todas!) opções para acompanhar a premiação da TV americana

    22 de setembro de 2019 /

    A premiação do Emmy Awards 2019 acontece neste domingo (22/9) no Microsoft Theater, em Los Angeles. E é possível acompanhá-la de várias formas no Brasil. A transmissão oficial acontece pelo canal pago TNT ao vivo, desde o tapete vermelho, a partir das 20h. O mesmo programa estará disponível pelo aplicativo da TNT em dispositivos móveis. Quem perder ou quiser rever, também contará com uma reprise na segunda-feira, dia 23, na faixa da manhã. Carol Ribeiro e Hugo Gloss são os responsáveis pelas entrevistas no tapete vermelho, enquanto a narração do evento fica a cargo de Dane Taranha, com comentários de Michel Arouca. Junto com a transmissão na TV, haverá uma live no YouTube e no Twitter da TNT Brasil, também com início às 20h, sob o comando de Didi Effe, que comentará todos os acontecimentos da noite e receberá convidados especiais. Mas há outras formas de acompanhar o Emmy, além da cobertura da TNT. Como já é tradicional, o canal pago E! também transmite o evento direto do tapete vermelho, com entrevistas exclusivas e destaque para o visual das estrelas. O “E! Ao Vivo do Tapete Vermelho do Emmy Awards” começa, inclusive, mais cedo que a programação da TNT, às 19h. Os sites das revistas People e Entertainment Weekly farão a mesma cobertura, com programas ao vivo no tapete vermelho do Emmy. A Academia da Televisão ainda oferece um sinal alternativo para quem quiser acompanhar os bastidores do evento. O programa “Backstage LIVE!” será exibido em streaming nos sites Emmys.com, Fox.com e na página oficial da Academia no Facebook durante a cerimônia. Conteúdos exclusivos também serão postados no Instagram e no Twitter da Academia via a hashtag #Emmys. A rede americana Fox, que é o canal oficial da transmissão nos Estados Unidos, vai exibir o Emmy ao vivo em seu site oficial, mas o acesso ao sinal é oferecido apenas para residentes nos Estados Unidos. Como alguns desses sites podem bloquear visitas de usuários estrangeiros, os interessados em assisti-los podem fazer uso de uma VPN (informações no Google), o que não é proibido por nenhuma lei brasileira ou americana, e dá acesso a todos os endereços citados. Para completar, o site IMDb vai apresentar um programa pós-premiação, “IMDb LIVE After the Emmys Presented by CBS All Access”, que vai debater os resultados. Ele será transmitido simultaneamente no IMDb.com, na Amazon.com, Amazon Live, Twitch e Twitter.

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    Emmy 2019: Conheça os indicados e todos os detalhes da cerimônia de premiação deste domingo

    22 de setembro de 2019 /

    A 71ª edição do Emmy Awards, premiação da Academia da Televisão dos Estados Unidos, conclui-se neste domingo (22/9) no Microsoft Theater, em Los Angeles. Considerado o “Oscar da TV”, o evento é dividido em três noites e já entregou os chamados “prêmios criativos” (basicamente técnicos) no fim de semana passado. Por isso, o líder em indicações, “Game of Thrones”, já levou 10 das 32 estatuetas a que concorre neste ano. Além de “Game of Thrones”, que se despede como série mais premiada da história do Emmy, a cerimônia também pode fazer a atriz Julia Louis-Dreyfus atingir o recorde de sete troféus pelo mesmo papel, na série “Veep”, e igualar o recorde de Cloris Leachman como atriz de TV mais premiada de todos os tempos, com nove vitórias na carreira. O que torna sua disputa com Rachel Brosnahan, a “Maravilhosa Mrs. Meisel”, uma das mais esperadas da noite. Outro confronto que gera expectativas vai se dar entre as minisséries aclamadas “Chernobyl” e “Olhos que Condenam”. Assim como aconteceu o Oscar 2019, a entrega de prêmios da Academia da Televisão deste ano não terá apresentador. Será a quarta vez na História do Emmy que a premiação será realizada dessa forma. A última vez foi em 2003. No caso do Oscar, a decisão aconteceu após a desistência de Kevin Hart – escolhido como apresentador, ele se envolveu numa polêmica. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pediu que o ator se desculpasse por tuítes insensíveis, mas Hart se recusou e decidiu não apresentar o evento. Com isso, a cerimônia foi mais rápida, com vários artistas de Hollywood se revezando, e registrou até mesmo um pequeno aumento na audiência, que vinha caindo nos últimos anos. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), o produtor Don Mischer, responsável pelo evento, disse que já fez outras cerimônias do Emmy sem apresentador e o resultado foi positivo: “Pode ser muito melhor fazer sem um apresentador, já que isso funcionou antes e nos permite ser mais imprevisíveis”. Algumas “surpresas”, porém, já vazaram. Se não vai haver apresentador, o Emmy terá, em compensação, um narrador oficial. O comediante Thomas Lennon (“Santa Clarita Diet”) vai fazer algumas intervenções de áudio entre os anúncios e os discursos dos vencedores – os famosos “comentários” com factoides sobre os premiados. A cerimônia também romperá com a tradição de ter acompanhamento orquestral ao vivo. Em vez disso, o evento será embalado por hits que tenham relação com séries, personagens ou astros premiados. Algumas participações especiais já estão confirmadas. A sessão “In Memoriam”, que homenageia artistas falecidos no último ano, será acompanhada por uma performance ao vivo da cantora Halsey. E o comediante Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) comandará um número musical na introdução das categorias de variedade. O Emmy 2019 será exibido na íntegra a partir das 20h, desde seu tapete vermelho, no canal pago TNT. Mas também poderá ser acompanhado em outras plataformas. Veja aqui todas as alternativas. Aproveite para lembrar abaixo os indicados que competem pelos troféus mais cobiçados do evento. Além destes, já foram anunciados os vencedores das categorias de documentário e reality show, os premiados em animação e os principais prêmios técnicos do Emmy 2019. Clique nos links para saber mais. Indicados ao Emmy 2019 Melhor Série de Drama Game of Thrones This Is Us Killing Eve Ozark Better Call Saul Succession Segurança em Jogo Pose Melhor Série de Comédia Veep Boneca Russa The Marvelous Mrs. Maisel Barry Fleabag The Good Place Schitt’s Creek Melhor Telefilme Black Mirror: Bandersnatch Deadwood – O Filme Brexit Meu Jantar com Herve Rei Lear Melhor Minissérie ou Série Limitada Sharp Objects Escape at Dannemora Chernobyl Olhos que Condenam Fosse/Verdon Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (This Is Us) Milo Ventimiglia (This Is Us) Jason Bateman (Ozark) Billy Porter (Pose) Bob Odenkirk (Better Call Saul) Kit Harington (Game of Thrones) Melhor Atriz em Série de Drama Sandra Oh (Killing Eve) Jodie Comer (Killing Eve) Emilia Clarke (Game of Thrones) Laura Linney (Ozark) Robin Wright (House of Cards) Mandy Moore (This Is Us) Viola Davis (How to Get Away With Murder) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Alfie Allen (Game of Thrones) Peter Dinklage (Game of Thrones) Nikolaj Coster-Waldau (Game of Thrones) Jonathan Banks (Better Call Saul) Giancarlo Esposito (Better Call Saul) Michael Kelly (House of Cards) Chris Sullivan (This Is Us) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Gwendoline Christie (Game of Thrones) Lena Headey (Game of Thrones) Fiona Shaw (Killing Eve) Maisie Williams (Game of Thrones) Sophie Turner (Game of Thrones) Julia Garner (Ozark) Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson (Black-ish) Bill Hader (Barry) Ted Danson (The Good Place) Michael Douglas (The Kominsky Method) Don Cheadle (Black Monday) Eugene Levy (Schitt’s Creek) Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel) Julia Louis-Dreyfus (Veep) Natasha Lyonne (Boneca Russa) Phoebe Waller-Bridge (Fleabag) Christina Applegate (Disque Amiga para Matar) Catherine O’Hara (Schitt’s Creek) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Henry Winkler (Barry) Tony Shalhoub (The Marvelous Mrs. Maisel) Alan Arkin (O Método Kominsky) Tony Hale (Veep) Stephen Root (Barry) Anthony Carrigan (Barry) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Kate McKinnon (Saturday Night Live) Alex Borstein (The Marvelous Mrs. Maisel) Anna Chlumsky (Veep) Betty Gilpin (GLOW) Marin Hinkle (The Marvelous Mrs. Maisel) Sarah Goldberg (Barry) Olivia Colman (Fleabag) Sian Clifford (Fleabag) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Mahershala Ali (True Detective) Jared Harris (Chernobyl) Jharrel Jerome (Olhos que Condenam) Sam Rockwell (Fosse/Verdon) Benicio del Toro (Escape at Dannemora) Hugh Grant (A Very English Scandal) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (Fosse/Verdon) Patricia Arquette (Escape at Dannemora) Amy Adams (Sharp Objects) Joey King (The Act) Aunjanue Ellis (Olhos Que Condenam) Niecy Nash (Olhos Que Condenam) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Asante Blackk (Olhos Que Condenam) Paul Dano (Escape At Dannemora) John Leguizamo (Olhos Que Condenam) Stellan Skarsgård (Chernobyl) Ben Whishaw (A Very English Scandal) Michael K. Williams (Olhos Que Condenam) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (The Act) Patricia Clarkson (Sharp Objects) Emily Watson (Chernobyl) Margaret Qualley (Fosse/Verdon) Marsha Stephanie Blake (Olhos Que Condenam) Vera Farmiga (Olhos Que Condenam) Melhor Direção em Série de Drama Game of Thrones (The Iron Throne) Game of Thrones (The Last of the Starks) Game of Thrones (The Long Night) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Desperate Times) Ozark (Reparations) Succession (Celebration) Melhor Direção em Série de Comédia Barry (The Audition) Barry (ronny/lilly) The Big Bang Theory (The Stockholm Syndrome) Fleabag (Episódio 1) The Marvelous Mrs. Maisel (All Alone) The Marvelous Mrs. Maisel (We’re Going To The Catskills!) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora Fosse/Verdon (Glory) Fosse/Verdon (Who’s Got the Pain) A Very English Scandal Olhos Que Condenam Melhor Roteiro em Série de Drama Better Call Saul (Winner) Segurança em Jogo (Episódio 1) Game of Thrones (The Iron Throne) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Nice and Neat) Succession (Nobody is Ever Missing) Melhor Roteiro em Série de Comédia Barry (ronny/lilly) Fleabag (Episódio 1) The Good Place (Janet(s)) PEN15 (Anna Ishii-Peters) Boneca Russa (Nothing In This World Is Easy) Boneca Russa (A Warm Body) Veep Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora (Episódio 6) Escape at Dannemora (Episódio 7) Fosse/Verdon (Providence) A Very English Scandal Olhos Que Condenam (Parte 4) Melhor Programa de Esquetes Saturday Night Live Drunk History I Love You, America At Home with Amy Sedaris Documentary Now Who Is America? Melhor Programa de Variedade Full Frontal with Samantha Bee Jimmy Kimmel Live! Last Week Tonight The Daily Show with Trevor Noah The Late Late Show with James Corden The Late Show with Stephen Colbert Melhor Programa de Competição RuPaul’s Drag Race American Ninja Warrior Mandou Bem! (Nailed It) Top Chef The Voice The Amazing Race

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    Brasil entra na lista de países intolerantes em nova HQ dos X-Men

    22 de setembro de 2019 /

    A mais nova edição de “House of X”, publicação que marca a volta dos X-Men aos quadrinhos da Marvel, coloca o Brasil entre as nações inimigas e hostis aos mutantes. O país foi listado ao lado de Rússia, Venezuela e Irã como o grupo mais intolerante, que não se dispõe a aceitar o reconhecimento de uma nação mutante na ONU. Na trama concebida por Jonathan Hickman, Charles Xavier luta na ONU para que a Ilha de Krakoa, povoada apenas por mutantes, seja considerada uma nação soberana. Para convencer os outros países, o Professor oferece remédios feitos a partir de uma planta nativa. O Brasil rejeita a proposta, ao lado dos países citados. Sem entrar em detalhes, a recusa é resumida a um quadro que ilustra o mapa da rejeição. Veja abaixo. Como todo fã dos X-Men sabe, os personagens são metáforas para minorias perseguidas. O registro acontece após o prefeito do Rio de Janeiro tentar censurar uma publicação da editora, por conter um beijo gay entre dois super-heróis. A notícia repercutiu nos Estados Unidos. A trama de “House of X” parece refletir uma mudança mundial de percepção sobre o país. Antes celebrado por sua aparente tolerância generalizada, o país passou a ser encarado como um dos mais intolerantes do mundo. Para demonstrar que os quadrinhos não estão exagerando, nesta semana vieram à tona na imprensa os planos do Brasil para comandar uma reação conservadora na ONU, visando impedir que minorias tenham seus direitos reconhecidos. Usando a defesa da família como escudo, o país se juntou ao Egito e aos regimes mais conservadores do Oriente Médio e do mundo islâmico para evitar que direitos LGBTQs e femininos apareçam em documentos da ONU. No Brasil, ONGs solicitaram acesso aos documentos do Itamaraty sobre o assunto, e o acesso foi negado.

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    Ainda inéditos, streamings da Disney e Apple já fazem Netflix se desvalorizar

    21 de setembro de 2019 /

    A Netflix tomou um tombo no mercado de ações de Nova York na sexta-feira (20/9). Suas ações caíram 5,5% em um único dia. A responsabilidade pela desvalorização súbita é atribuída à sinceridade de Reed Hastings, CEO da companhia, ao admitir para a revista Variety que será muito difícil se manter na liderança do mercado de streaming com a chegada da Disney+ (Disney Plus) e outras plataformas. “Embora tenhamos competido com muitas pessoas na última década, é um mundo totalmente novo a partir de novembro, entre o lançamento da Apple e o lançamento da Disney e, é claro, o crescimento da Amazon. Será uma competição difícil. Os consumidores terão muitas opções de escolha”, disse E a competição só vai aumentar. Em 2020, também vão se juntar às ofertas de streaming os serviços HBO Max (da WarnerMedia), Peacock (da Comcast – isto é, NBCUniversal) e a plataforma ainda sem nome da ViacomCBS (inclui a Paramount)

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    Jennifer Lopez arrasa com “vestido da selva” em Semana da Moda de Milão

    20 de setembro de 2019 /

    A cantora e atriz americana Jennifer Lopez (“As Golpistas”) causou sensação nessa sexta-feira (20/9) na passarela da Semana de Moda de Milão ao desfilar para a Versace. A participação da estrela foi uma surpresa do encerramento do evento, que teve como inspiração a selva amazônica. Jennifer desfilou com uma nova versão de seu icônico vestido de seda verde superdecotado, que fez sucesso na cerimônia do Grammy do ano 2000. Ela não só manteve a mesma forma nos últimos 19 anos, como superou a aparição original, praticamente voando na passarela, com as sedas tremulando como se fosse uma capa de super-heroína. Veja o efeito no vídeo abaixo. Mantida em segredo até o último minuto, a apresentação foi introduzida com música da cantora e fotos de sua aparição no Grammy. Para quem não sabe, o vestido verde teve um impacto tão grande que gerou pico de buscas no Google, inspirando a criação do Google Images, a pesquisa de fotos da empresa de serviços online. Como deixa para a entrada da estrela, uma narração chamou o look de “verdadeiro vestido da selva”. A referência à selva se deve ao evento de Milão ter se engajado na defesa da Amazônia. O tema foi, por exemplo, a principal fonte de inspiração do estilista Francesco Risso, que adaptou folhas de bananeira, flores e a exuberância tropical à sua coleção da grife Marni. “Assim nasceu o projeto, em uma viagem que infelizmente terminou com os trágicos incêndios da floresta amazônica”, disse o estilista no final de seu desfile. “Estava comovido e queria falar sobre a urgência de proteger a natureza”, completou.

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    Megan Fox diz que filho de seis anos sofre bullying por gostar de usar vestidos

    20 de setembro de 2019 /

    Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”) revelou que seu filho Noah, de 6 anos, gosta de usar vestidos e sofre bullying dos colegas de escola por causa disso. Apesar da reação, ela afirma que incentiva o filho a ser quem ele quiser ser. A revelação foi feita durante a participação da atriz de 33 anos no programa “The Talk” que foi ao ar na quinta-feira (19/9) na rede americana CBS. “Eu o mando para uma escola hippie, realmente muito liberal, mas mesmo na Califórnia ainda há uma coisa de ‘garotos não usam vestidos’ ou ‘garotos não usam rosa’. Então, estamos passando por isso agora, estou tentando ensiná-lo a ter confiança, não importa o que as pessoas digam”, explicou a estrela, que é casada com o também ator Brian Austin Green (“Barrados no Baile”) e mãe de mais dois meninos. A atriz contou que o filho mais novo sofre bullying dos colegas por causa do estilo, mas ele parece não se importar. “Ele usou há uns dias na escola e quando chegou em casa eu perguntei como tinha sido, se alguns dos amigos da escola tinham tido alguma coisa. Ele disse: ‘Bem, todos os garotos riram quando eu entrei, mas eu não ligo, eu amo muito vestidos”, contou. Megan ainda revelou que Noah desenha roupas. “É muito talentoso”, contou, com orgulho. “Mas ele ainda tem só seis anos”, completou, para quem já imagina uma coleção de roupas criadas pelo menino. Veja o vídeo do bate-papo abaixo.

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    Emma Watson entra na Turma da Mônica

    20 de setembro de 2019 /

    A atriz Emma Watson virou personagem da Turma da Mônica. Ela ganhou um pôster no projeto “Donas da Rua”, que homenageia todo mês uma figura feminina que fez história com traços da Turma da Mônica. Emma, por exemplo, foi retratada com os dentões da dona do coelho Sansão. Conhecida pelos fãs de “Harry Potter” como a bruxinha Hermione Granger e pelo público da Disney como a princesa Bela, de “A Bela e a Fera”, a atriz também tem atuação engajada na luta pelos direitos femininos, participando da ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres. Antes dela, as artes das “Donas da Rua” homenagearam personalidades como Frida Kahlo, Trasila do Amaral, Tathi Piancastelli, Rachel de Queiroz, Marie Curie, Malala Yousafzai e Carolina de Jesus. A iniciativa faz parte do movimento ElePorEla (HeForShe), que estimula homens a apoiarem as causas feministas. Movimento que, por sinal, tem como sua principal porta-voz justamente Emma Watson.

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    Quadrinhos escritos por J.J. Abrams introduzem tragédia e novo Homem-Aranha na Marvel

    18 de setembro de 2019 /

    A estreia do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) como roteirista de quadrinhos chegou nas bancas americanas. E trouxe surpresas para os fãs do Homem-Aranha. Nem todas boas. Spoilers! Trata-se da história de origem de um novo Homem-Aranha. Muitos spoilers abaixo! O diretor assina a trama com seu filho Henry e a arte está a cargo de Sara Pichelli. Os três conceberam um vilão chamado Cadaverous, que em poucas páginas transforma a vida de Peter Parker num pesadelo, ao mutilá-lo – ele perde a mão, como Luke Skywalker – e simplesmente matar Mary Jane. A história avança 12 anos e passa a acompanhar Ben Parker, o filho do casal, já adolescente e enfrentando problemas muito parecidos ao que seu pai vivia nessa idade. O final da primeira edição completa o arco com uma cena da Tia May dando a Ben o uniforme do Homem-Aranha, abandonado após a aposentadoria – por invalidez – de Peter. É, no mínimo, sombrio. Intitulada apenas de “Spider-Man” (Homem-Aranha), a publicação completa terá apenas cinco edições, que depois devem ser reunidas numa graphic novel. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Massagista que processava Kevin Spacey por assédio morre misteriosamente

    18 de setembro de 2019 /

    Os processos por assédio movidos contra o ator Kevin Spacey (“Em Ritmo de Fuga”) tiveram outra reviravolta. O massagista que acusava o ator numa das ações morreu. Até o momento, a causa da morte é um mistério. A informação foi divulgada pelo advogado de Spacey, que informou que a pessoa que o processou “morreu recentemente”. Nenhum detalhe adicional foi fornecido. A Justiça americana solicitou mais informações para o advogado do massagista, que permanece anônimo no processo, mas ainda não obteve retorno. Com a morte do massagista, a ação deve ser arquivada, livrando Spacey de seu segundo processo. Um jovem que acusou o ator de tê-lo assediado em 2016, quando era menor, abandonou outro processo sem maiores explicações. O advogado desse caso disse apenas que seu cliente apresentou documentos para retirar voluntariamente a ação em que acusava Spacey de “comportamento sexual explícito e conduta impudica e lasciva”. A ação civil foi descartada de forma tal que não poderá ser retomada mais tarde. As duas reviravoltas parecem vir de um roteiro da série “House of Cards”, em que Spacey interpretava o presidente corrupto e implacável dos Estados Unidos, capaz de dar um destino trágico a todos que cruzassem seu caminho. Ele também foi acusado de assédio por integrantes dessa produção e acabou demitido pela Netflix. O ator de 59 anos viu sua carreira desmoronar após o colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por Spacey em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias contra ele se multiplicaram. Como consequência, o ator foi demitido de vários projetos e teve sua presença no drama “Todo o Dinheiro do Mundo” extirpada após o fim das filmagens. O diretor Ridley Scott chamou às pressas o ator Christopher Plummer para refazer as cenas de Spacey e o substituto foi até indicado ao Oscar. Com a sucessão de denúncias, Kevin Spacey também foi investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais, que coletaram um total de seis denúncias em Los Angeles. Prescrição e falta de provas impediram os casos de ir a julgamento.

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