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    Daniel Craig se emociona na festa de despedida das filmagens de seu último 007

    1 de outubro de 2019 /

    Um vídeo do discurso de Daniel Craig na festa de encerramento das filmagens de “No Time do Die”, novo filme de 007, na Itália, viralizou nas redes sociais. Tudo porque Craig já começa o discurso afirmando: “Eu só quero dizer, e estou bem bêbado neste momento…”. Ao lado de um bolo gigante, providenciado pela produção, ele: “Não vou me alongar demais, essa foi uma das melhores, mais maravilhosas experiências que eu já tive”. “Todos vocês fizeram um trabalho incrível. Eu não poderia estar mais orgulhoso por ter trabalhado com cada um de vocês nesta produção. Eu gostaria de agradecê-los por esta noite, e agradecer Barbara [Broccoli, produtora da franquia] por dar esta festa”, continuou. “Ainda bem que fizemos hoje, porque eu amei trabalhar com vocês”, completou, puxando aplausos para a equipe do filme. Outros vídeos disponibilizados ainda mostram o bolo da festa, que tem tema da franquia Bond. O filme vai marcar a despedida do ator do papel do icônico espião com licença para matar, após estrelar quatro produções da franquia – “007: Cassino Royale” (2006), “007: Quantum of Solace” (2008), “007: Operação Skyfall” (2012) e “007 Contra Spectre” (2015). O elenco também destaca os retornos de Ralph Fiennes, Ben Whishaw e Naomie Harris, que vivem M, Q e Eve Moneypenny desde “007: Operação Skyfall” (2012). Eles terão a companhia de outros atores recorrentes. Jeffrey Wright reprisará o papel do agente da CIA Felix Leiter, visto em “007: Cassino Royale” (2006) e “007: Quantum of Solace” (2008). Rory Kinnear retomará o agente Bill Tanner, presente desde “007: Quantum of Solace”. E, para completar, Léa Seydoux e Christoph Waltz retomarão os papéis de Madeleine Swann e Blofeld, introduzidos em “007 Contra Spectre” (2015). Além destes, as principais novidades serão a presença de Rami Malek (vencedor do Oscar por “Bohemian Rhapsody”) como um novo vilão e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) interpretando uma nova 007. A direção é de Cary Fukunaga (“Beasts of No Nation”) e a estreia está prevista para abril de 2020. #JamesBond #NoTimeToDie #FilmProduction #Movie #BehindTheScenes Production crew along with producer #BarbaraBroccoli and #DanielCraig had a wrap party last night in #Matera. Done filming in #Italy?, we're not sure. Look at the videos with Daniel's speech & the cool cake pic.twitter.com/wmVnHcCOv8 — Springhouse (@springhousese) September 22, 2019 pic.twitter.com/gJf6Lh8iC3 — Springhouse (@springhousese) September 22, 2019 pic.twitter.com/jjosqvdRSB — Springhouse (@springhousese) September 22, 2019

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    Ruby Rose revela detalhes do acidente que quase a deixou paraplégica no set de Batwoman

    1 de outubro de 2019 /

    A atriz Ruby Rose deu novos detalhes do acidente que sofreu, no set da série “Batwoman”, que a levou a passar por cirurgia na coluna para evitar ficar paraplégica. Falando com Jimmy Fallon, no programa “The Tonight Show”, a australiana de 33 anos contou que ignorou os perigos da cena. Ela contou que, após uma sequência de ação de sete horas de gravação, todos pensaram que ela tinha fraturado uma costela. Mas após semanas de dor crônica, ela passou a não sentir os braços. “Achei estranho”. Então, fez um exame de ressonância magnética – na Romênia, onde trabalhava num novo filme – , enviou para seu médico e ouviu que poderia ficar paraplégica pelo menor esforço – “apenas por dormir mal ou virar minha cabeça para o lado errado”, explicou, confessando que “foi aterrador”. Aconselhada a parar tudo e voar de volta para os Estados Unidos para uma cirurgia de emergência, ela pensou “Bem, ao menos eu não tenho outra opção”. E se resignou a fazer a operação. “Eu não estava prestando atenção ao meu corpo, não estava ouvindo. Estava com muita pressa de fazer tudo”, disse, revelando que filmou o piloto de “Batwoman”, correu para fazer um filme e pretendia voltar rapidamente para continuar a trabalhar na série. “Essa foi a maneira do mundo me dizer que você tem que prestar atenção e diminuir a velocidade. E que realmente não somos super-heróis”. E assim fez a cirurgia. E voltou a trabalhar em 10 dias! Este foi o pior problema da sua carreira como estrela de filmes (e agora série) de ação. Mas “Batwoman” ainda lhe revelou outra surpresa. Após os primeiros dias de gravação, ela descobriu que era alérgica ao material da máscara da heroína. E seu rosto teve uma reação, que a deixou deformada por algumas horas. “Eu parecia vir de um filme de terror”, disse. Substituíram o material e ela voltou a gravar. Ruby Rose contou tudo em tom de piada, divertindo-se muito ao explicar problemas que afetaram a sua saúde. Ela chegou, inclusive, a postar nas redes sociais o vídeo de sua cirurgia. Quem tiver curiosidade – e estômago forte – pode ver como foi sua operação aqui.

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    Game Star Wars Jedi: Fallen Order ganha novo trailer com astro de Gotham

    1 de outubro de 2019 /

    A Eletronic Arts e Respawn Entertainment divulgaram um novo trailer do game “Star Wars Jedi: Fallen Order”, que mostra um pouco mais da missão do protagonista, Cal Kestis, vivido por Cameron Monaghan, o Coringa da série “Gotham”. O game apresenta uma história original, passada logo após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), e segue Cal Kestis, um jovem Padawan que de alguma forma conseguiu sobreviver ao extermínio da ordem dos Jedi e tem se escondido do Império no planeta Bracca. Tanto o personagem quanto o planeta são apresentados pela primeira vez na saga. Cabe aos jogadores “pegar as peças do passado despedaçado de Cal para completar seu treinamento e dominar a arte do icônico sabre de luz – tudo isso enquanto se mantém um passo à frente do Império e seus inquisidores mortais”. Ao longo do caminho, Cal fará novos amigos, como sua misteriosa companheiro Cere (Debra Wilson, a voz demoníaca de “A Freira”), além de se deparar com alguns rostos familiares da franquia, como Saw Gerrera, o personagem de Forest Whitaker no filme “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016) – e que também apareceu nas séries animadas “The Clone Wars” e “Star Wars: Rebels” -, tudo isso acompanhado por seu fiel droide BD-1. Mas também será caçado pela Segunda Irmã, uma das inquisidoras de elite do Império, que procura extinguir esse sobrevivente Jedi com ajuda do Exército de Extermínio – forças imperiais treinadas para caçar Jedis. “Star Wars Jedi: Fallen Order” será lançado em 15 de novembro para Xbox One, PS4 e PC.

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    Ruby Rose posta vídeo de cirurgia após acidente no set de Batwoman

    29 de setembro de 2019 /

    A atriz Ruby Rose, que estrela a vindoura série de “Batwoman”, revelou que sofreu um grave acidente fazendo uma cena de ação no set da série há alguns meses. Na ocasião, ela quase teve danos na sua medula espinhal. Com dores crônicas e correndo o risco de ficar paraplégica, ela passou por uma cirurgia de emergência para reparar as contusões – e gravou! Não só registrou toda a operação cirúrgica, como ainda postou o vídeo no Instagram. Atenção: o conteúdo é forte! “Para todos que estão perguntando sobre a minha nova cicatriz no pescoço. Há dois meses soube que precisava passar por uma cirurgia de emergência ou corria o risco de ficar paralisada… Tinha ficado com hérnia em dois discos e eles estavam perto de romper minha medula espinhal. Estava com dores crônicas e não conseguia sentir meus braços… Obrigada ao Dr. Bray por tudo e por permitir que eu continuasse trabalhando e fazendo o que amo. E para quem estiver se perguntando por que deixei que eles filmassem… Vocês não viram aquele episódio de ‘Grey’s Anatomy’ em que deixam uma toalha dentro do paciente? Além disso, queria ver o que acontece quando a gente apaga”. A série em que Ruby Rose se arrebentou vai estrear no próximo domingo (6/9) na rede americana The CW. Ver essa foto no Instagram To everyone asking about my new Pez dispenser scar on my neck… A couple of months ago I was told I needed an emergency surgery or I was risking becoming paralyzed… I had herniated two discs doing stunts, and they were close to severing my spinal chord. I was in chronic pain and yet couldn’t feel my arms… Thank you Dr Bray for everything you did and for allowing me to keep working and doing what I love. I am forever in your debt. And to anyone asking why I let them video it.. Did you not watch that Greys anatomy episode where they left a towel in a patient?? Also I wanted to see what happens when we go under. Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 26 de Set, 2019 às 10:11 PDT

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    Dwayne Johnson e Vin Diesel fazem as pazes nas redes sociais

    29 de setembro de 2019 /

    A treta iniciada nos bastidores das filmagens de “Velozes & Furiosos 8” encerrou-se neste fim de semana da mesma forma como começou, mais de três anos atrás: com um post de Dwayne “The Rock” Johnson nas redes sociais. Num vídeo postado em seu Instagram, Johnson confirmou que o conflito ficou no passado, e que está ansioso para trabalhar com Diesel novamente num próximo “Velozes e Furiosos”. “Quero agradecer ao meu irmão Vin por todo suporte ao longo dos anos”, ele disse, após comemorar o sucesso do derivado “Hobbs & Shaw”, que ultrapassou US$ 750 milhões de bilheteria mundial. “Vem sendo uma jornada incrível. Lembro da primeira vez que conversamos, dez anos atrás, e você me convidou para fazer parte dessa família. Sou mais do que grato por isso, e desde então meu objetivo tem sido elevar a franquia de todas as formas que estão ao meu alcance. Se eu conseguir isso, então vou ficar com sentimento de dever cumprido. Acredito que com ‘Hobbs & Shaw’ nós seguimos pela direção correta. Mais uma vez irmão, agradeço pelo seu apoio. E é claro, todas as estradas levam para um único caminho… Te vejo em breve, Toretto”, completou, referindo-se ao nome do personagem de Diesel na franquia. Nunca ficou muito claro porque a briga teria acontecido. Em agosto de 2016, na reta final das filmagens, Johnson desabafou no Instagram sobre os bastidores tensos: “Alguns se comportam como homens e profissionais de verdade, outros não. Os que não, são muito covardes para dizer algo a respeito, de toda forma. Bunda-moles”, escreveu, desaforado, lembrando seus dias de luta-livre, quando “candy ass” (bunda-mole) era uma de suas expressões favoritas para atacar seus adversários. “Quando vocês assistirem ao filme no próximo mês de abril e parecer que não estou atuando em algumas cenas e que meu sangue está literalmente fervendo – vocês estarão certos. No final das contas, ficará ótimo no filme e encaixará muito bem neste personagem Hobbs que adentrou meu DNA”, completou. Depois disso, Johnson ainda se “esqueceu” de citar Vin Diesel, astro e produtor da franquia, num post sobre o encerramento da produção, no qual citou nominalmente o estúdio Universal, o diretor F. Gary Gray e os atores Scott Eastwood, Nathalie Emmanuel e Tyrese Gibson (com quem também acabou se desentendendo depois). Vin Diesel ficou na dele, enquanto a briga passou a esquentar entre The Rock e Gibson. Mais que isso, Diesel teria impressionado positivamente Johnson por sua postura profissional, ao promover o derivado que o “rival” estrelou num post sobre a franquia. E ainda mandou parabéns para Johnson por seu casamento. “Eu vi seu post e apreciei. Mostrou muita classe”, admitiu Johnson no vídeo abaixo. Confira na sequência o post em que Diesel estendeu o ramo de oliva e a reação de Johnson… um mês depois. Ver essa foto no Instagram All love, Always. Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 25 de Ago, 2019 às 10:21 PDT Ver essa foto no Instagram #HobbsAndShaw #FastAndFurious #UniverseExpansion @sevenbucksprod Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 27 de Set, 2019 às 10:40 PDT

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    Diretor de Velozes e Furiosos é acusado de abuso sexual

    28 de setembro de 2019 /

    O diretor Rob Cohen, que lançou as franquias “Velozes e Furiosos” (em 2001) e “Triplo X” (em 2002), foi acusado de assédio sexual. A denúncia foi feita por uma mulher de 28 anos ao site The Huffington Post. Chamada de Jane (nome fictício) na reportagem, a vítima afirmou ter sido convidada pelo diretor para um encontro em 2015 com o objetivo de discutir um projeto de filme. O papo entre eles foi marcado em uma tabacaria, onde o diretor pediu um drinque para a mulher e a encorajou a beber. Depois, Cohen decidiu continuar a conversa no restaurante do hotel onde ele estava hospedado, em Nova York. “Onde ele pediu uma jarra de vinho e a teria encorajado a beber mais”, diz o artigo. Em seu relato, Jane conta se lembrar depois de acordar pelada no quarto do diretor, sendo molestada. Ela conseguiu se desvencilhar do agressor ao retomar a consciência, rolou na cama e acabou vomitando. De acordo com a reportagem do Huffington, que teve acesso ao prontuário da vítima, Jane passou por tratamento destinado a vítimas de assédio sexual e pessoas próximas dela confirmaram sua história. Procurado, Cohen negou a acusação por meio de seu advogado. O representante do diretor disse, ainda, que a publicação da reportagem seria apenas “mais uma forma da mídia se aproveitar do barulho do movimento #MeToo”, movimento de denúncias de abusos sexuais de homens poderosos, principalmente em Hollywood. No passado, Cohen já foi acusado de assédio sexual. A própria filha do diretor, Valkyrie Weather, contou ter sido molestada pelo pai quando tinha 2 anos. Ele também refutou as acusações de Valkyrie, uma mulher transexual que tem hoje 32 anos.

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    CEO da Disney revela briga com CEO da Marvel para filmar Pantera Negra e Capitã Marvel

    28 de setembro de 2019 /

    Dois dos maiores sucessos de cinema da Marvel quase não foram lançados. O motivo? Preconceito. Quem fez a revelação foi ninguém menos que o CEO da Disney, Bob Iger, em seu livro de memórias, “The Ride of a Lifetime”, lançado nesta semana nos Estados Unidos. Ele conta em detalhes que precisou se livrar do CEO ultraconservador da Marvel Entertainment, Ike Perlmutter, um dos maiores contribuidores financeiros da campanha eleitoral de Donald Trump, para conseguir lançar “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”. Perlmutter era dono de uma companhia de brinquedos que acabou assumindo as dívidas da Marvel e controlando a empresa a partir de 1997. Ele foi responsável por vender os direitos de personagens como o Homem-Aranha, X-Men, Quarteto Fantástico, Hulk, Demolidor e Justiceiro para empresas de cinema. E quando a Disney comprou a editora, o empresário israelense veio no pacote, criando problemas desde o início. Kevin Feige vivia tendo problemas com sua intromissão no Marvel Studios. Teria sido Perlmutter, por exemplo, quem mandou demitir Terrence Howard do papel de James Rhodes, porque o ator tinha salário que ele considerava muito alto, substituindo-o por Don Cheadle em “Homem de Ferro 2” – negros seriam todos iguais e o público nem notaria, segundo relatos. E ele criava dificuldades para todos os projetos imaginados por Feige, barrando a produção de filmes que tivessem minorias como protagonistas. Foi por isso que a Warner saiu na frente com “Mulher-Maravilha” e o filme da Viúva Negra, pedido pelos fãs, era sempre protelado. O israelense achava que filmes de heroínas ou heróis negros davam prejuízo. Um dos emails vazados na época do ataque hacker da Sony comprova a tese reacionária, mostrando que Perlmutter listava os desempenhos financeiros de “Elektra”, “Mulher-Gato” e “Supergirl” como justificativa para bloquear qualquer iniciativa de atender aos pedidos dos fãs sobre o filme da Viúva Negra ou de outras personagens femininas, além de heróis de minorias raciais. Bob Iger percebeu o problema e ficou do lado de Feige. “Estou nesta indústria há tempo suficiente para ouvir todo tipo de argumento ultrapassado, e eu aprendi sobre eles justamente isso: são apenas velhos que não sabem onde o mundo está hoje”, escreveu em seu livro. “Tínhamos a chance de fazer ótimos filmes e mostrar segmentos sub-representados e esses objetivos não eram mutuamente excludentes. Liguei para Ike e disse a ele para dizer à sua equipe que parasse de colocar obstáculos e ordenei que colocássemos ‘Pantera Negra’ e ‘Capitão Marvel’ em produção”. O CEO da Disney é modesto ao descrever o que fez. Ele não ficou só no pedido. Iger reestruturou todo o organograma da Marvel para tirar Perlmutter do caminho e fortalecer Feige. Na prática, desvinculou o Marvel Studios da Marvel Entertainment, transformando o estúdio presidido por Kevin Feige numa unidade da Disney. Assim, Feige deixou de ter Perlmutter como chefe, passando a responder diretamente aos cabeças do Walt Disney Studios, atualmente Alan Horn e Alan Bergman. E o resultado foram bilheterias cada vez maiores para os filmes da Marvel. Tanto “Pantera Negra” quanto “Capitã Marvel” renderam mais de US$ 1 bilhão, e o filme seguinte, “Vingadores: Guerra Infinita”, quebrou o recorde de faturamento mundial do cinema em todos os tempos. Além disso, “Pantera Negra” se tornou o primeiro título da Marvel indicado ao Oscar de Melhor Filme do ano. Ao mesmo tempo, a Marvel Television, que continuou sob controle de Perlmutter, passou a acumular cancelamentos, além de render o maior vexame recente sob o nome da Marvel: a série dos Inumanos. Feito à moda de Perlmutter, com baixo orçamento, diretor de filmes B e roteirista fraquíssimo, a série destruiu a franquia e virou um constrangimento por associar a Marvel à sua péssima realização. Por conta disso, quando começou a traçar os planos de lançamento da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), Iger decidiu encarregar a divisão de Feige de produzir as séries da Marvel exclusivas da plataforma, em vez da Marvel Television. Atualmente, inclusive, discute-se planos para restringir a Marvel Television à produção de séries animadas. Caso a tendência se concretize, todas as novas séries baseadas em quadrinhos da companhia teriam produção do Marvel Studios. E Ike Perlmutter passaria a ser a “rainha da Inglaterra” da empresa, sem nenhuma influência nos destinos cinematográficos e televisivos dos personagens.

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    Linda Porter (1933 – 2019)

    28 de setembro de 2019 /

    A atriz Linda Porter morreu na sexta-feira (27/9), aos 86 anos, após uma longa batalha contra o câncer. Ela participou de dezenas de séries e filmes, mas ficou mais conhecida por seu papel mais recente, como Myrtle na sitcom “Superstore”. A atriz nasceu em janeiro de 1933, em Cleveland, Ohio, e começou a carreira apenas aos 55 anos de idade, em um episódio de “A Bela e a Fera”, de 1988. A partir daí, acumulou participações em produções que marcaram época, como a comédia “Cara, Cadê Meu Carro?” (2000) e as séries “Arquivo X”, “Plantão Médico” (ER), “Gilmore Girls”, “Two Broke Girls”, “How I Met Your Mother” e “American Horror Story”. Seus últimos trabalhos foram três episódios no revival de “Twin Peaks” e os 35 capítulos em que interpretou a funcionária mais velha da Cloud 9, a loja fictícia de “Superstore”. A personagem Myrtle Vartanian foi introduzida no quinto episódio da série e tinha virado assistente da nova gerente Amy (America Ferrera) após ser demitida na 3ª temporada. Infelizmente, Linda Porter não chegou a gravar nenhum episódio da 5ª temporada, que estreou na quinta-feira (26/9), devido a seu estado de saúde. Assim que a notícia de sua morte foi divulgada, os colegas de “Superstore” prestaram várias homenagens à atriz nas redes sociais. “A equipe da ‘Superstore’ perdeu um de seus melhores membros. Sempre engraçada, sempre vibrante e sempre entusiasmada. Não sei se alguém amou nosso programa mais do que Linda. Você e Myrtle farão muita falta”, resumiu a atriz Lauren Ash. “Linda não era apenas hilária, ela era incrivelmente doce, enérgica e entusiasmada – trabalhar com ela iluminava o dia de todos”, disseram os showrunners Gabe Miller e Jonathan Green, em nome da equipe da produção.

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    Robert Garrison (1960 – 2019)

    28 de setembro de 2019 /

    O ator Robert Garrison, mais conhecido por seu trabalho em “Karate Kid” (1984), morreu na sexta-feira (27/9). Ele tinha 59 anos e nenhuma causa de morte foi divulgada, mas reportagens sugerem que ele estava doente já há algum tempo. Garrison interpretou Tommy, o membro mais sádico do dojo Cobra Kai, que morria de rir ao ver Daniel (Ralph Macchio) se dar mal dentro e fora do ringue. Ele reprisou o papel em “Karate Kid: Part II” (1986) e também na série “Cobra Kai” (2019), seu último trabalho, lançado em abril passado. Garrison começou a carreira aos 17 anos, estreando no cinema em “Invasão dos Extra-Terrestres” (1977), uma sci-fi barata com Robert Vaughn e Christopher Lee. Depois disso, fez pequenas participações no drama clássico “Brubaker” (1980), estrelado por Robert Redford, e no terror “Baile de Formatura” (1980), com Jamie Lee Curtis. Depois de conseguir seu papel de destaque em “Karate Kid”, ele ainda apareceu em “Águia de Aço” (1986) e séries como “St. Elsewhere”, “MacGyver – Profissão Perigo” e “Combate no Vietnã” (Tour of Duty), interrompendo suas atividades após o telefilme “Kung Fu: A Lenda Continua”, em 1995. O convite para participar da série “Cobra Kai” tinha resgatado sua carreira, além de lhe recompensar por participar de convenções de fãs de “Karate Kid” pelos últimos anos. O roteirista-produtor Jon Hurwitz revelou no Twitter que tinha planos para Garrison voltar a viver Tommy na 3ª temporada da série, que vai estrear em 2020. “Estávamos ansiosos para ver seu rosto sorridente novamente, pois tínhamos planos para Tommy voltar. Mas ele permanecerá em nossos pensamentos todos os dias enquanto nos esforçamos para deixá-lo orgulhoso”, escreveu.

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    Paul McCartney revela ter ido disfarçado ver Yesterday no cinema

    25 de setembro de 2019 /

    O músico Paul McCartney revelou que foi recentemente disfarçado ao cinema para assistir ao filme “Yesterday”, que conta a história de como seria o mundo se os Beatles não tivessem existido. Ele contou que queria saber como as pessoas reagiam a essa ideia e riu muito quando foi citado como “o melhor compositor” por alguém que acompanhava o filme próximo dele e de sua esposa Nancy Shevell. “Queríamos ver o filme com as pessoas, não com os executivos do estúdio. Achei ótimo”, ele explicou, durante entrevista no programa “The Late Show with Stephen Colbert”, da rede americana CBS. Sobre a música “Yesterday”, que dá nome ao filme, Paul comentou que a morte de sua mãe pode ter influenciado versos da composição, um dos maiores clássicos dos Beatles. “Na verdade, eu achava que esse triste episódio não tinha afetado minha musicalidade… mas anos depois de compor ‘Yesterday’, alguém me disse que a letra poderia ser sobre minha mãe e eu percebi que sim, poderia ser”, analisou. Na entrevista, ele também falou sobre sua relação com John Lennon. Disse que afinidade musical entre eles era muito grande que ainda sonha com o amigo. “Eu geralmente tenho sonhos com a banda, e eles são loucos. Frequentemente, estou com John e estou falando sobre fazer alguma coisa. Preparo meu baixo para tocar e ele está coberto de fita adesiva. Você sabe, são sonhos! Então, eu estou captando tudo e tentando falar com John. Eu tenho muitos sonhos com ele e sempre são bons”, contou Paul McCartney. A entrevista é divertidíssima. Veja abaixo o trecho em que ele fala de “Yesterday”, mas também confira o vídeo seguinte, que é de rolar de rir – além de confirmar que Paul McCartney é o cara mais legal do mundo.

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    George Lucas se decepcionou com novos filmes de Star Wars, revela CEO da Disney

    24 de setembro de 2019 /

    O criador de “Star Wars”, George Lucas, se decepcionou com os novos filmes da franquia produzidos pela Disney. A revelação foi feita pelo próprio CEO da Disney, Bob Iger, em seu novo livro de memórias, “The Ride of a Lifetime”, lançado na segunda-feira (23/9) nos Estados Unidos. . No livro, Iger conta que Lucas se sentiu traído ao ver os rumos tomado pela franquia, após sua empresa Lucasfilm ser comprada pela Disney. Durante as negociações para a compra, o produtor-cineasta chegou a dar diversas orientações e dicas para a tramas de novos filmes, mas elas teriam sido totalmente ignoradas pelos produtores. Embora não houvesse obrigação contratual, Lucas acreditava que a Disney iria seguir as suas recomendações por conta de um “acordo tácito”. Quando percebeu que a produtora não iria usar nenhuma das histórias que sugeriu, Lucas ficou chateado. E tudo teria piorado após “O Despertar da Força”, o primeiro filme da franquia lançado pela Disney “Não há nada novo”, teria dito ele, decepcionado, para Iger. Apesar do sucesso comercial do longa, Lucas preferia que cada novo filme apresentasse novas histórias, mundos e personagens, além de novas tecnologias. Em vez disso, o objetivo da Disney foi agradar aos fãs que não queriam que a nova fase da franquia se distanciasse demais dos filmes originais. “Criamos intencionalmente um mundo visual e conectado aos filmes anteriores, para não nos afastarmos muito do que as pessoas amavam e esperavam”, explica Iger no livro, “e George estava nos criticando pela mesma coisa que estávamos tentando fazer”.

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    Emmy exibiu foto de maestro vivo em segmento In Memoriam

    24 de setembro de 2019 /

    Um dos maiores fiascos da transmissão do Emmy, na noite de domingo (22/9), foi uma gafe envolvendo o falecido compositor e maestro André Previn. Ele foi citado no segmento “In Memoriam”, que homenageia profissionais da indústria televisiva que morreram no último ano. Mas em vez de exibir uma foto do compositor de “Minha Bela Dama” e maestro de “Jesus Christ Superstar”, falecido em fevereiro desse ano aos 89 anos, a imagem destacada pela cerimônia foi uma foto de outro maestro, Leonard Slatkin, que ainda está vivo. Slatkin, que trabalhou na condução da trilha do filme “O Fim da Escuridão” (2010), é atualmente diretor musical da Orquestra Sinfônica de Detroit. Em seu Twitter, ele comentou o ocorrido: “André merecia mais”. “Tive a oportunidade de apresentá-lo quando ele recebeu uma honraria no Kennedy Center. Talvez ele estivesse se vingando por algumas histórias que contei sobre ele. Andre, R.I.P.” Procurados pela imprensa, a Fox e a Academia da Televisão não se manifestaram sobre a confusão. I saw that @theemmys posted a photo of me "In Memoriam" rather than the intended Andre Previn. Andre deserved better. I had the opportunity to introduce him when he received the @KCHonors. Perhaps he was paying me back for a couple stories I told about him. Andre, R.I.P. pic.twitter.com/MDVX6H0igb — Leonard Slatkin (@LeonardSlatkin) September 23, 2019

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    Emmy 2019 registra pior audiência da história da premiação

    23 de setembro de 2019 /

    A transmissão do Emmy 2019 na noite de domingo (22/9) nos Estados Unidos, pela rede americana Fox, registrou a pior audiência da história da premiação. Ao todo, 6,9 milhões de telespectadores sintonizaram a atração ao vivo. Segundo a consultoria Nielsen, os números representam uma queda de 33% de audiência em relação ao ano passado, quando o Emmy foi exibido pela rede NBC e atraiu 10,2 milhões – que era o recorde negativo até então. Essa também foi a primeira vez na História que o Emmy registrou público inferior a 10 milhões de pessoas. A cerimônia, que não contou com apresentador oficial, recebeu muitas críticas negativas da imprensa americana. O site da revista The Hollywood Reporter chegou a apontar que a produção consistiu de “uma escolha equivocada atrás da outra” em relação a piadas, shows e opções de entretenimento. Ao final, o Emmy contemplou “Game of Thrones” com o prêmio de Melhor Série de Drama, “Chernobyl” como Melhor Minissérie e surpreendeu ao consagrar “Fleabag” não apenas como Melhor Série de Comédia, mas como a atração mais premiada da noite.

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