Novo trailer de Descendentes 3 tem pedido de casamento e maldição da Bela Adormecida
O Disney Channel divulgou um novo trailer de “Descendentes 3”, novo telefilme sobre os filhos reformados dos vilões clássicos das fábulas encantadas. A prévia dá mais detalhes da trama, ao mostrar Mal (filha de Malévola) pedida em casamento por Ben (filho da Bela e da Fera) e a volta da maldição da Bela Adormecida. Para impedir que a população do reino de Auradon caia em sono eterno, Mal reúne seus amigos para ir atrás do vilão Hades e obter um objeto mágico capaz de reverter a maldição. Além de Dove Cameron como Mal, Cameron Boyce, Sofia Carson, Booboo Stewart e Mitchell Hope também retornam na continuação, repetindo seus papéis como Carlos, Evie, Jay e Ben, enquanto Cheyenne Jackson (de “American Horror Story”) veste uma peruca púrpura new wave para encarnar Hades. Para completar, Kenny Ortega volta para trás das câmeras como diretor. A estreia vai acontecer em 2 de agosto nos Estados Unidos, mas a Disney ainda não divulgou a data oficial da exibição no Brasil.
Mysterio entra nos Vingadores em novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa
A Sony divulgou um novo trailer de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, voltado para o mercado asiático. A prévia mostra o Homem-Aranha (Tom Holland) dando as boas-vindas a Mysterio (Jake Gyllenhaal) como um novo integrante dos Vingadores. Vale lembrar, mais uma vez, que Mysterio é conhecido nos quadrinhos por ser um grande farsante. Ele está sendo apresentado como herói no marketing da produção, mas sempre foi vilão nas publicações da Marvel – um especialista em efeitos especiais, que usa truques para fingir ser superpoderoso. E os fãs já deduziram que as ameaças enfrentadas pelo Aranha no filme não são exatamente o que parecem. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
George R.R. Martin elogia atriz de Game of Thrones que considera “verdadeira heroína”
O escritor George R.R. Martin encontrou uma heroína de verdade entre os intérpretes de “Game of Thrones”. Ele dedicou uma postagem em seu blog oficial à atriz alemã Sibel Kekilli, que interpretou a ex-prostituta Shae, amor de Tyrion na série da HBO. “Sibel Kekilli é uma verdadeira heroína”, escreveu Martin, autor dos livros “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que deram origem a “Game of Thrones”. “A maioria de vocês só conhece Sibel Kekilli por sua interpretação de Shae em ‘Game of Thrones’. Mas na sua terra natal, a Alemanha, Sibel é reconhecido por uma grande variedade de outros papéis, incluindo um longo arco na popular série policial “Tatort”, o “Law & Order” alemão. Ela também é duas vezes vencedora do Prêmio Lola (o Oscar Alemão) de Melhor Atriz por seus papéis nos filmes “Contra a Parede” (2004) e “A Estrangeira” (2010)”, continuou. “No entanto, Sibel é mais do que apenas uma atriz talentosa. Ela é uma mulher de coragem rara. Sibel Kekilli é uma verdadeira heroína”. A atriz trabalha há anos para a Terre des Femmes, ONG que auxilia mulheres vítimas de violência, e agora também está em um novo projeto chamado Papatya, que resgata meninas (dos 13 aos 21 anos) que são forçadas se casar à força. “Sibel tem usado verba do seu próprio bolso para comprar computadores para essas garotas, além de criar um site de aconselhamento online que oferece ajuda para quem precisa”, escreveu o autor. O autor elogiou a iniciativa da alemã. “Ela é mais do que uma atriz talentosa. Ela é uma pessoa do tipo gentil e bondosa também. Eu tenho orgulho em dizer que a conheço por ser uma mulher corajosa. Nesta era altamente politizada onde os famosos poderiam simplesmente ficar em silêncio e sorrir, Sibel nunca hesitou em falar o que pensa, doando seu tempo, seu dinheiro e sua fama para ajudar os outros”, escreveu. “Toda vez que ela faz isso, ela se sujeita a outra onda de abuso, insultos, ameaças de morte e coisas do tipo … mas ela persiste, mesmo assim”, concluiu o escritor. Sibel sofre diversas retaliações por seu engajamento. Por causa de seu ativismo em defesa das mulheres, a atriz recebeu uma onda de ataques e ameaças em seu Instagram em 2017. A atriz fechou sua conta tornando-a privada e definiu seus agressores como “intolerantes e cheios de ódio”. Sua motivação vem da reação de seus próprios pais a suas escolhas. No início de carreira, a atriz fez filmes considerados pornográficos, o que fez com que sua família rompesse relações com ela. Mas isso não a impediu de ser reconhecida pela indústria cinematográfica de seu país.
Roteirista de Bright é acusado de abuso sexual por oito mulheres em reportagem polêmica
O roteirista Max Landis, de filmes como “Poder sem Limites” (2012), “Victor Frankenstein” (2015) e “Bright” (2017), foi acusado de assédio, abuso e violência sexual por oito mulheres numa reportagem do site Daily Beast. A reportagem buscou aprofundar denúncias que surgiram em 2017, quando Landis foi chamado de “psicopata” sexual no rastro do movimento #MeToo, em meio a desabafos nas redes sociais. O gancho para a investigação foi uma postagem de Ani Baker em seu Instagram. “Se você encontrou minha página via Max Landis, oi”, ela escreveu. “Eu vou te falar algumas informações sobre ele, porque a experiência/relacionamento com essa pessoa é realmente destrutivo, cheia de dor e um trabalho emocional que merece a sua energia e tempo”. Após este post, Ani passou a receber diversos relatos de outras mulheres que também teriam sofrido abuso do roteirista. Uma delas foi Julie (que teve o nome real trocado), que manteve um relacionamento com o roteirista por dois anos. Ela disse que ele mostrava filmes pornográficos pesados e constantemente testava seus limites. “Isso se tornou obscuro e sombrio, conforme nosso relacionamento se tornava mais tumultuado”, disse. “Isso me levou a ser mais abusada. Ele disse que me ver chorando o excitava e ele gritava e me humilhava até que eu chorava. Depois ele fazia sexo comigo enquanto eu continuava a chorar, sem nenhum respeito ou esforço para fazer as coisas direito. Ele me sufocou até eu desmaiar e fez coisas degradantes que eu não consigo escrever no papel”. Descrevendo o espectro de abuso que ela experimentou durante o relacionamento, Julie escreveu: “[Landis] levantava a mão e fingia que ia me bater, e ria quando me encolhia. Ele constantemente ameaçava romper comigo, falar sobre suas ‘perspectivas’ para mim e flertar abertamente na minha frente. Em várias ocasiões, ele se referia a mim como sua ex-namorada na frente de garotas em festas que nós íamos juntos como um casal. Ele criticava abertamente o meu corpo na frente das pessoas e me dizia, em particular, que eu tinha o potencial de ser “tão quente” se me comprometesse a trabalhar mais. Ele descrevia graficamente o sexo com suas ex-namoradas e classificaria suas habilidades em comparação às minhas, tanto para mim quanto para seus amigos e colegas de trabalho. ” Outra garota foi Verônica (também nome fictício). Ela alegou que Max Landis a levou numa viagem para a Disneylândia, a encurralou no hotel e tentou dominá-la com sexo violento. “Eu disse que estava desconfortável com a situação e não queria novamente. Ele ficou furioso e começou a gritar comigo e jogou as coisas no quarto do hotel. Eu encolhi em um canto do quarto e ele se queixou que eu não estava sendo um bom encontro”. Tasha Goldthwait, que trabalhou como figurinista na estreia de Landis como diretor, “Me Him Her” (2015), o acusou de abusá-la fisicamente, sexualmente e verbalmente durante toda a produção. “Ele falava sobre seu pênis o tempo todo, gabava-se do tamanho dele”, ela afirmou. “E me tocava o tempo todo no set, chegando até a levantar minha camisa para expor meus seios e me levantar e carregar de cabeça para baixo. Até que, numa ocasião, me atirou numa cama do cenário e ficou em cima de mim, diante de várias pessoas”. Ela se demitiu. A lista de relatos é enorme. O Daily Beast apurou que a revista The Hollywood Reporter começou reportagem similar há dois anos, mas ela nunca foi publicada. Algumas das personagens citadas na reportagem disseram-se frustradas por contarem suas histórias para um artigo que nunca saiu do papel, e aliviadas por alguém finalmente trazer os abusos de Landis à tona. Mas o site não ficou apenas nos relatos. Conseguiu acesso também a uma boletim criminal de estupro, datada de 2008, que foi cancelado. A vítima não quis ser entrevistada, mas uma amiga dela deu detalhes, sobre como pegou a amiga sedada e Max se forçando sobre ela. E como ele ameaçou destruí-la quando o caso virou criminal. Um post anônimo do Medium teve narrativa similar, com direito a droga para facilitar o estupro e muita violência física. Landis foi acusado de conseguir se safar com esse comportamento abusivo devido às suas conexões em Hollywood – seu pai é o diretor John Landis, dos cultuados “Clube dos Cafajestes” (1978) e “Irmãos Cara de Pau” (1980) – e dinheiro – recebeu uma fortuna da Netflix pelo roteiro de “Bright”. O site também revelou como ele conseguiu tantas vítimas dispostas a se sujeitarem a seus abusos. Ele teria, basicamente, criado uma espécie de seita, aliciando seguidores com festas milionárias e explorando a sensação de privilégio que era fazer parte de seu círculo íntimo, que batizou de The Colour Society, formado por amigos que ele premiava e abusava. Landis controlava o grupo com uma tática que envolvia escolher seus 10 amigos favoritos para levar em festas exclusivas da indústria cinematográfica ou em viagens, e os estimulava a falar mal dos amigos que não tinham sido escolhidos. Ele rotacionava o grupo de escolhidos, de modo a forçar todos a bajulá-lo para que pudessem se tornar um de seus favoritos. Era entre esses amigos que também escolhia suas “namoradas”. Max Landis ainda não se manifestou sobre a reportagem.
Vingadores: Ultimato é o grande vencedor do MTV Movie & TV Awards 2019
A MTV exibiu na noite de segunda-feira (17/6) sua premiação anual de cinema e televisão, o MTV Movie & TV Awards. E o filme “Vingadores: Ultimato” foi o grande vencedor, com três troféus de pipocas douradas. Além de Melhor Filme do ano, venceu a disputa de Melhor Herói com Robert Downey Jr., o Homem de Ferro, e de Melhor Vilão com Josh Brolin, o Thanos. Curiosamente, porém, o troféu pipoca de Melhor Luta não envolveu nenhum dos dois. Foi vencido pela briga da Capitã Marvel contra Minn-Erva, no filme solo da super-heroína vivida por Brie Larson. De todo modo, foi a noite dos super-heróis, inclusive na apresentação dos prêmios, realizada pelo ator Zachary Levi (o “Shazam!”). O evento, que aconteceu em Santa Monica, na Califórnia, ainda destacou Lady Gaga em “Nasce uma Estrela” e Noah Centineo em “Para Todos os Garotos que Já Amei”. Os astros ajudaram seus filmes a vencerem dois troféus cada. Gaga foi eleita a Melhor Intérprete e também criou o Melhor Momento Musical (“Shallow”), enquanto Centineo deu o Melhor Beijo (em Lana Condor) e foi votado como Revelação do ano. A MTV também premiou o ator Dwayne “The Rock” Johnson com o Troféu Geração pelas realizações de sua carreira, repleta de blockbusters – da franquia “Velozes & Furiosos” ao reboot de “Jumanji” – e a atriz Jada Pinkett Smith com o Troféu Desbravadora por seu trabalho diante e fora das câmeras. Já a vencedora na categoria de Melhor Série foi “Game of Thrones”. Os premiados foram escolhidos por votação online do público. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Filme “Vingadores: Ultimato” Melhor Série “Game of Thrones” Melhor Interpretação – Filme Lady Gaga – “Nasce Uma Estrela” Melhor Interpretação – Série Elisabeth Moss – “The Handmaid’s Tale” Melhor Herói/Heroína Robert Downey Jr. – “Vingadores: Ultimato” Melhor Vilão/Vilã Josh Brolin – “Vingadores: Ultimato” Melhor Beijo Noah Centineo & Lana Condor – “Para Todos os Garotos que Já Amei” Melhor Interpretação Cômica Dan Levy – “Schitt’s Creek” Melhor Revelação Noah Centineo – “Para Todos os Garotos que Já Amei” Melhor Luta “Capitã Marvel” – Capitã Marvel vs. Minn-Erva Melhor Herói da Vida Real Ruth Bader Ginsburg – “RBG” Melhor Interpretação Assustada Sandra Bullock – “Bird Box” Melhor Documentário “Surviving R. Kelly” Melhor Meme “The Bachelor” – Colton Underwood pula a cerca Melhor Reality “Love & Hip Hop: Atlanta” Melhor Apresentador de TV Nick Cannon – “Wild ‘n Out” Melhor Momento Musical “Shallow” – “Nasce uma Estrela
Problemas de bastidores vêm à tona após fracasso de MIB: Homens de Preto – Internacional
Como costuma acontecer após grandes fracassos de bilheteria, as fofocas de bastidores de “MIB: Homem de Preto – Internacional”, que justificariam o desastre, começaram a vir à tona após o fim de semana de estreia da produção. Fontes da revista The Hollywood Reporter revelaram diversos problemas na produção, afirmando que o diretor F. Gary Gray chegou a quase abandonar o projeto em várias ocasiões, por diferenças criativas com o produtor Walter Parkes, que colaborou no primeiro filme da franquia. A reportagem sugere que o roteiro original de Art Marcum e Matt Holloway era muito mais ousado e atual que a comédia pastelão filmada. Havia discussões sobre o problema mundial da imigração e até um grupo de vilões inspirados nos Beatles. “Você não atrairia Chris Hemsworth e Tessa Thompson para filmar se o roteiro não fosse bom”, disse uma das fontes do site. No entanto, Parkes teria exigido mudanças não apenas na pré-produção, como também durante as filmagens, pesando a mão no roteiro. Páginas seriam reescritas diariamente, antes das filmagens, arrancando todas as partes consideradas modernas da história. O processo resultou em irritação e confusão tão grandes que Thompson e Hemsworth contrataram seus próprios escritores para escreverem seus diálogos. O produtor também teria batido de frente contra Gray, querendo orientar o trabalho de direção e até dirigindo algumas cenas, embora isso fosse proibido pelo sindicato da categoria. A intromissão levou o diretor de blockbusters como “Velozes & Furiosos 8” e “Straight Outta Compton” a querer abandonar o filme. Só não largou tudo porque foi convencido pelo estúdio a ficar. Mas, segundo uma das fontes, a Sony não deu qualquer orientação ou mediou as muitas discussões entre diretor e produtor. Até a escolha da palheta de cores da fotografia virou briga. “O estúdio foi um senhorio ausente”, disse a voz anônima. “MIB: Homem de Preto – Internacional” teve a pior abertura da franquia, com um faturamento de US$ 28,5M (milhões), muito abaixo do esperado. Estimativas anteriores previam uma abertura com pelo menos US$ 40 milhões, o que já era bem menos que seu antecessor – “MIB: Homens de Preto 3” fez US$ 69M em sua estreia norte-americana, há sete anos. Embora o resultado na bilheteria tenha ficado aquém das expectativas, um executivo da Sony disse estar confiante na sobrevivência da franquia. “Homens de Preto será revisitado de novo em algum ponto, seja em série, no streaming ou em outro filme”. Mas provavelmente apenas como série… em streaming.
Mauricio de Sousa chora na pré-estreia de Turma da Mônica: Laços
O diretor Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”) compartilhou em seu Instagram um vídeo que flagra o artista Mauricio de Sousa chorando ao assistir à pré-estreia de “Turma da Mônica: Laços”, primeira adaptação live-action de seus personagens dos quadrinhos. “Emoção pura. Muito amor pelo maior contador de histórias do Brasil”, escreveu Rezende na legenda do vídeo. Mauricio assistiu a première nacional do filme acompanhado dos filhos. E o vídeo mostra Mauro Sousa, diretor de produções da Turma da Mônica, zoando o pai – “Eu não vou chorar…”, brincou. A sessão aconteceu nesta segunda-feira (17/6) em São Paulo, apenas para convidados. Mas o grande público já poderá ver o filme em dez dias. A estreia comercial está marcada para 27 de junho. O novo filme de Daniel Rezende tem como base a graphic novel homônima, uma releitura dos quadrinhos originais de Mauricio de Sousa, criada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi, que foi adaptada pelo roteirista Thiago Dottori (“Vips”, “Trago Comigo”). Na trama, os quatro melhores amigos do bairro do Limoeiro embarcam numa aventura cheia de perigos em busca do cãozinho Floquinho, que desapareceu. Os personagens são vividos por Giulia Benite, Kevin Vechiatto, Laura Rauseo e Gabriel Moreira, todos estreantes, selecionados após um longo processo de testes entre várias crianças candidatas de todo o Brasil. Já o elenco adulto inclui astros conhecidos do público: Monica Iozzi (“Mulheres Alteradas”) como a Dona Luísa, Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”) como seu Cebola, Ravel Cabral (“Vai que Dá Certo 2”) como o Homem do Saco e Rodrigo Santoro (“Westworld”) como o Louco. Se o filme for um sucesso – e deve ser – , a estreia live-action da Turma da Mônica vai ganhar continuação nos cinemas, revelou Rezende na entrevista coletiva que acompanhou a première. Ver essa foto no Instagram Mauricio de Sousa após a projeção de Turma da Mônica Laços na pré-estreia de SP Emoção pura. Muito ? pelo maior contador de histórias do Brasil 27 de junho nos cinemas Video de @maurosousa #turmadamonicalaços @turmadamonicaofilme Uma publicação compartilhada por Daniel Rezende (@danirez) em 16 de Jun, 2019 às 3:54 PDT
Eric Dane revela que usou prótese em cena de close íntimo da estreia de Euphoria
O ator Eric Dane, que virou símbolo sexual dos fãs de “Grey’s Anatomy” no papel de Mark Sloan, o McSteamy, entre a 2ª e a 8ª temporada da série médica, mostrou mais de perto os seus dotes, literalmente num close durante a estreia de “Euphoria”, nova série da HBO, exibida no domingo passado (16/5). No novo papel de Cal Jacobs, ele participou de uma cena de nu frontal, com o pênis completamente ereto, para fazer sexo com Jules (Hunter Schafer), uma garota trans de 17 anos, na trama da produção. Mas Dane garante que aquele não é realmente seu pênis. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ele disse que usou uma prótese para as gravações. “Usar uma próteses é meio que um protocolo. É protocolar e demonstra cuidado com seu parceiro de cena”, contou o ator. “Houve uma tomada específica em que eu disse ‘se fizer sentido não usar prótese, estou disposto a isso’. Mas no fim das contas, pelo contexto, decidimos que usar a próteses era o caminho, e tomamos essa decisão em conjunto”. Para orientar as cenas de Dane com a atriz Hunter Schafer, a série contou com uma especialista de intimidade. “Essas cenas são muito difíceis de fazer”, afirmou o ator. “Ajuda ter uma voz na sua orelha, uma voz para quem você pode se expressar. Simplifica muitas coisas e cria um ambiente seguro e confortável para uma gravação que geralmente é muito desconfortável. O que fizemos no piloto não é exceção; é uma cena muito intensa”. Questionado sobre as controvérsias em torno de “Euphoria”, que chocou espectadores ao retratar sexo e uso de drogas – o close íntimo em Dane não foi a única cena forte da estreia – , o ator disse que aprovava a honestidade com que a série trata o assunto. “A série traz uma visão crua sobre o que significa ser adolescente hoje – vício em drogas, conflitos pessoais. Quando você fala de assuntos assim, é um desserviço não ser honesto sobre isso. Você não pode atenuar coisas assim. Acredito que as pessoas estão mais abertas a discutir assuntos como vício, sexualidade e saúde mental. Graças a Deus, nos últimos anos se criou um diálogo aberto em torno disso”, completou. Apesar disso, a produção está sendo descrita como uma série chocante pela crítica americana. A revista The Hollywood Reporter chegou a publicar um artigo perguntando, no título: “O quanto de sexo adolescente e drogas pode ser considerado demais?” “Euphoria” é versão de uma polêmica série israelense de mesmo nome, com adaptação de Sam Levinson, filho do cineasta Barry Levinson (“Rain Man”) e diretor-roteirista de “Assassination Nation”, sensação do Festival de Sundance de 2018 sobre a fúria da juventude da era digital. Além de Eric Dane, o elenco da atração destaca Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (“Arranha-Céu: Coragem sem Limites”).
Mais um ator de Empire é preso pela polícia de Chicago
A polícia de Chicago prendeu um segundo ator da série “Empire”, que é gravada na cidade. Após a confusão envolvendo Jussie Smollett (intérprete de Jamal na série), acusado de forjar um ataque racial, o ator Bryshere Gray (o Hakeem de “Empire”), foi parado pela polícia por supostamente dirigir um Rolls-Royce com placa de outro carro. Segundo o site TMZ, Gray também não tinha uma carteira de motorista para apresentar aos policiais e seu veículo estava sem seguro (o que é ilegal na cidade). O incidente aconteceu na quinta-feira passada (13/6). Gray foi liberado após pagar fiança e deve comparecer a um tribunal em Chicago no dia 18 de julho, quando um juiz decidirá sua pena. Seus representantes não retornaram pedidos de comentários. Em “Empire”, Bryshere Gray e Jussie Smollet vivem irmãos. O problema policial de Smollett rendeu muitas manchetes, após ele se envolver num escândalo e ser preso por suspeita de forjar o ataque homofóbico e racista que sofreu em 29 de janeiro. Graças a um acordo com a promotoria e problemas nas evidências materiais, ele se livrou de ir a julgamento. Mesmo após o fim do processo, o ator não deve voltar a aparecer na 6ª e última temporada da série da rede Fox, que só deve ir ao ar em 2020.
Nova versão de Amor, Sublime Amor com Ansel Elgort ganha primeira foto oficial
A produtora de cinema Amblin divulgou a primeira foto oficial do remake de “Amor, Sublime Amor” (West Side Story), dirigido por Steven Spielberg. A imagem destaca o elenco jovem, trazendo em primeiro plano o casal central, vivido por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), como Tony, e a estreante Rachel Zegler, que superou mais de 30 mil candidatas em testes para o papel de Maria. À esquerda e à direita do casal estão os Jets e os Sharks, gangues rivais da história, que incluem os personagens Anybodys (Ezra Menas), Mouthpiece (Ben Cook), Action (Sean Harrison Jones), Riff (Mike Faist), Baby John (Patrick Higgins), Tony (Ansel Elgort) e Maria (Rachel Zegler), Bernardo (David Alvarez), Quique (Julius Anthony Rubio), Chago (Ricardo Zayas), Chino (Josh Andrés Rivera), Braulio (Sebastian Serra) e Pipo (Carlos Sánchez Falú). O elenco do filme ainda conta com Ariana DeBose (Anita), Ana Isabelle (Rosalia), Corey Stoll (Tenente Schrank), Brian d’Arcy James (Policial Krupke), Curtiss Cook (Abe) e Rita Moreno, que interpreta Valentina e é também uma das produtoras executivas do filme – após vencer o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante na primeira adaptação cinematográfica do musical da Broadway. “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta”, passada em Nova York no final dos anos 1950, que acrescenta à história de amor proibido elementos de delinquência juvenil, preconceito racial, além, claro, de música e dança. A obra original estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e foi levada ao cinema em 1961, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, o longa original venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. A nova versão foi escrita por Tony Kushner, que trabalhou com Spielberg em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012). Os dois também estavam desenvolvendo “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, que foi preterido por “The Post” e acabou abandonado. As filmagens começaram neste mês, mas ainda não há previsão para o lançamento do longa-metragem.
Jogos Vorazes vai ganhar prólogo literário
A escritora americana Suzanne Collins anunciou nesta segunda (17/6) que está trabalhando num novo livro da saga “Jogos Vorazes”. Ainda sem título definido, a nova obra será um prólogo da trilogia literária original, que foi adaptada em quatro filmes estrelados por Jennifer Lawrence. Segundo a autora, o novo “Jogos Vorazes” se passará 64 anos antes de Katniss Everdeen se voluntariar para participar da batalha dos 12 Distritos. “Com este livro, eu queria explorar o estado da natureza, quem somos e o que percebemos que é necessário para nossa sobrevivência. O período de reconstrução, dez anos após a guerra, comumente referido como os Dias Sombrios – enquanto Panem se recupera – fornece terreno fértil para os personagens lidarem com essas questões e, assim, definirem suas visões da humanidade”, ela disse em um comunicado. Os três livros originais, “Jogos Vorazes”, “Em Chamas” e “A Esperança”, venderam juntos mais de 100 milhões de exemplares e foram traduzidos para mais de 50 idiomas. O novo volume será lançado pela editora americana Scholastic, que publicou nas redes sociais uma ilustração de capa que destaca apenas uma pena de passarinho – aludindo ao tordo (mockinbird), que virou símbolo da luta de Katniss. Veja abaixo. O lançamento foi marcado para maio de 2020. Exciting news, Hunger Games fans: A prequel novel set 64 years before the events of The Hunger Games is coming May 2020! Read more here: https://t.co/nA7wAYX4Fz pic.twitter.com/3JdeCTcAQp — Scholastic (@Scholastic) June 17, 2019
Daniel Rezende e Mauricio de Sousa revelam planos para novos filmes da Turma da Mônica
O diretor Daniel Rezende, revelou que já há planos para um novo filme da Turma da Mônica após “Laços!”. “Estamos trabalhando numa continuação. Queremos fazer e vai rolar se o resultado deste filme for bom”, disse, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (17/6). O diretor de “Turma da Mônica: Laços” também contou os produtores tem interesse em fazer adaptações de outros personagens de Mauricio de Sousa, como Chico Bento, Penadinho e Astronauta. Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, confirmou os projetos. “Tomamos gosto pelo cinema. Eu tinha dúvidas em fazer cinema com atores de carne e osso, mas não sabia se encontraríamos os atores corretos. Até que encontramos esses atores. E sim. Estamos tendo conversas sim para continuações”, disse. Aproveitando a deixa, o ator Kevin Vechiatto, intérprete de Cebolinha, afirmou que está super afim de fazer a continuação e provocou o diretor. “Daqui alguns anos estaremos adolescentes e, quem sabe, se a gente não faz a ‘Turma da Mônica Jovem’?”. Gabriel Moreira, o Cascão, não perdeu tempo e emendou. “Aproveitando a pergunta: você já tem o roteiro da continuação?”. Sem graça, Daniel Rezende resolveu encerrar o assunto. “Gente, vamos passar para a próxima pergunta; porque ficou sério agora”. Além dos mencionados, o elenco infantil do filme também inclui Giulia Benite como Mônica e Laura Rauseo como Magali. Todas as crianças são estreantes e foram selecionadas num longo processo de testes e entrevistas com diversos candidatos. Os escolhidos juram que têm características similares aos seus personagens em suas vidas pessoais. “Em casa eu ganhei o apelido de Limãozinho, porque eu era muito azeda”, disse Giulia, a Mônica. “Quando eu era bebê, quando vinham fazer carinho, eu rosnava. Mas hoje eu estou mais calminha”. Já Gabriel, contou que também não gosta de tomar banho e Laura que é comilona. “Eu como, como e não engordo”. Primeiro filme live-action com os personagens de Mauricio de Sousa, o longa tem como base a graphic novel homônima, uma releitura dos quadrinhos originais, criada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi, que foi adaptada pelo roteirista Thiago Dottori (“Vips”, “Trago Comigo”). Na trama, os quatro melhores amigos do bairro do Limoeiro embarcam numa aventura cheia de perigos em busca do cãozinho Floquinho, que desapareceu. “Eu acho que o brasileiro precisava ver na tela grande esses personagens”, afirmou o diretor Daniel Rezende. “Nosso termômetro para acertarmos o filme foi: se o olho de Maurício brilhar, estamos caminho certo”. “Turma da Mônica: Laços” estreia nos cinemas em 27 de junho.
Cuba Gooding Jr. volta a ser acusado de abuso sexual uma semana após queixa criminal
O ator americano Cuba Gooding Jr. recebeu uma segunda acusação de abuso sexual, uma semana após o registro do primeiro caso. Mas, diferente da denúncia anterior, o abuso teria acontecido há muitos anos e foi registrado como desabafo e não como queixa-crime. A nova acusação partiu da apresentadora e comediante Claudia Oshry, que afirmou ter sido abusada pelo ator quando tinha 16 anos. Oshry relatou o incidente em seu podcast, The Morning Toast. “Quando eu estava no ensino médio, quando eu tinha só 16 anos, Cuba Gooding Jr. colocou o dedo dele na minha bunda, e eu fiquei furiosa. Eu me senti… não sei nem qual é a palavra certa. E isso se tornou parte de quem eu sou, parte da minha história”. A apresentadora ainda disse ter recebido outras denúncias contra o ator. “Pelo menos uma vez a cada show que faço vem alguém me dizer ‘meu Deus, eu estava na balada e isso aconteceu comigo’ ou ‘ a mesma coisa aconteceu com a minha amiga’. Não é a primeira vez que escuto isso”. Ao site E! News, o advogado do ator, Mark Heller, negou as acusações. “Cuba diz que esse incidente nunca ocorreu e que ele tampouco se lembra dessa pessoa”. Na última quinta (13/6), Gooding Jr. apresentou-se à polícia voluntariamente para responder à acusação anterior. Ele chegou a ser algemado, mas foi liberado sem pagar fiança. O caso aconteceu no domingo (9/6), em um bar em Nova York, onde uma mulher afirma ter sido apalpada pelo ator. Ela ligou para o número da emergência pouco depois. Um vídeo da câmera de segurança do bar capturou o momento. Veja aqui. Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).












