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  • Filme

    “A Febre” vence o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    29 de novembro de 2021 /

    O filme de temática indígena “A Febre”, de 2019, foi o vencedor da 20ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em cerimônia realizada no domingo (28/11). A conquista se soma a outros 25 troféus da obra de Maya Da-Rin, que também venceu os festivais de Brasília, Biarritz, Lima e IndieLisboa, além de ter rendido vários prêmios para sua diretora e seu ator principal, o estreante Regis Myrupu. A febre é o que sente o protagonista, um indígena do povo Desana que trabalha como vigia em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Muito branco para sua tribo, muito índio para os brancos, ele adoece quando sua única companhia, a filha Vanessa, prepara-se para estudar Medicina em Brasília, e passa a ter visões que lhe impulsionam a reencontrar suas raízes. A premiação da Academia Brasileira de Cinema (ABC) também consagrou “Pacarrete”, outro filme de 2019, que teve o maior número de vitórias: oito troféus ao todo, incluindo o prêmio do Júri Popular e Melhor Comédia para o trabalho do diretor Allan Deberton, além do troféu de Melhor Atriz para Marcélia Cartaxo pelo papel-título. Já o Melhor Ator foi Marcos Palmeira por outro papel-título, desempenhado em “Boca de Ouro”, mais um lançamento de 2019. O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro ainda destacou “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, de Bárbara Paz — escolhido pela própria ABC para representar o Brasil no Oscar 2021 — como Melhor Documentário, e Filme de Estreia, além de Som e Montagem. Veja abaixo a lista completa dos vencedores do evento, que como sempre acontece um ano após a temporada original de premiações e praticamente dois anos após as estreias dos principais agraciados, conformando-se em ser a mais datada de todas as premiações nacionais. Melhor Longa-Metragem Ficção “A Febre”, de Maya Da-Rin. Melhor Direção Jeferson De, por “M8 – Quando A Morte Socorre A Vida” Melhor Longa-Metragem Comédia “Pacarrete”, de Allan Deberton Melhor Ator Marcos Palmeira, por “Boca de Ouro” Melhor Atriz Marcélia Cartaxo, por “Pacarrete” Melhor Ator Coadjuvante João Miguel, por “Pacarrete” Melhor Atriz Coadjuvante Hermila Guedes, por “Fim De Festa” Melhor Longa-Metragem Documentário “Babenco: Alguém Tem Que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, de Bárbara Paz Melhor Filme Pelo Voto Popular “Pacarrete”, de Allan Deberton Melhor Filme Internacional “Jojo Rabbit”, de Taika Waititi (EUA) Melhor Filme Ibero-Americano “O Roubo do Século”, Ariel Winograd (Argentina) Melhor Longa-Metragem Animação Os Under-Undergrounds, “O Começo”, de Nelson Botter Jr Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem Bárbara Paz, por “Babenco: Alguém Tem Que Ouvir o Coração e Dizer Parou” Melhor Som Rodrigo Ferrante, Miriam Biderman, e Ricardo Reis, por “Babenco: Alguém Tem Que Ouvir o Coração e Dizer Parou” Melhor Montagem – Ficção Karen Akerman, por “A Febre” Melhor Montagem – Documentário Cao Guimarães E Bárbara Paz, por “Babenco: Alguém Tem Que Ouvir O Coração e Dizer Parou” Melhor Roteiro Original Allan Deberton, André Araújo, Natália Maia e Samuel Brasileiro, por “Pacarrete” Melhor Roteiro Adaptado Jeferson De e Felipe Sholl, por “M8: Quando A Morte Socorre A Vida” Melhor Direção de Fotografia Barbara Alvarez, por “A Febre” Melhor Maquiagem Tayce Vale, por “Pacarrete” Melhor Figurino Kika Lopes, por “Boca De Ouro” Melhor Efeito Visual Marcelo Siqueira, por “A Divisão – O Filme” Melhor Direção de Arte Rodrigo Frota, por “Pacarrete” Melhor Trilha Sonora Fred Silveira, por “Pacarrete” Melhor Longa-Metragem Infantil “10 Horas Para O Natal”, de Cris D’amato Melhor Curta-Metragem – Ficção “República”, de Grace Passô Melhor Curta-Metragem – Documentário “Filhas de Lavadeiras”, de Edileuza Penha de Souza Melhor Curta-Metragem – Animação “Subsolo”, de Erica Maradona e Otto Guerra Melhor Série Documentário TV Paga/Streaming “Milton e O Clube da Esquina” – 1ª Temporada (Canal Brasil). Direção Geral: Vitor Mafra Melhor Série Animação da TV Paga/Streaming “Rocky & Hudson: Os Caubóis Gays” – 1ª Temporada (Canal Brasil). Melhor Série Ficção TV Aberta “Sob Pressão – Plantão Covid” – Temporada Especial (TV Globo). Melhor Série Ficção TV Paga/Streaming “Bom Dia, Verônica” – 1ª Temporada (Netflix).

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  • Filme

    Estreia de “Encanto” lidera as bilheterias brasileiras

    29 de novembro de 2021 /

    A estreia de “Encanto” redeu a maior bilheteria do Brasil entre quinta e domingo (28/11). A produção animada da Disney foi vista por 270 mil espectadores e vendeu R$ 4 milhões em ingressos. A posição foi a mesma obtida pelo filme nos EUA neste fim de semana. O sucesso de “Encanto” tirou outra produção da Disney, “Eternos”, do topo do ranking, onde ficou por três fins de semana consecutivos. Apesar de cair para o 2º lugar, o filme de super-heróis da Marvel continuou lotando cinemas, atraindo 227 mil pessoas e arrecadando R$ 3,4 milhões. “Casa Gucci”, que assim como “Encanto” estreou na quinta (18/11), foi o terceiro filme mais visto, com 132 mil espectadores e faturamento de R$ 2,7 milhões. O longa estrelado por Lady Gaga também abriu em 3º nas bilheterias da América do Norte. Vale ainda observar que, em seu último fim de semana antes do lançamento em streaming, “Marighella” ocupou o 7º lugar, levando 12,7 mil pessoas aos cinemas para somar mais R$ 210 mil em sua arrecadação. Veja abaixo o Top 10 dos filmes mais vistos do país, segundo a consultoria Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 26-29/11:1. Encanto2. Eternos3. Casa Gucci4. Ghosbusters5. A Sogra Perfeita6. Venom7. Mariguella8. Clifford (pré estréia)9. Familia Adams 210. Noite Passada em Soho — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 29, 2021

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  • Série

    Temporada de Verão: Netflix revela fotos de série brasileira com ator de “Elite”

    29 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou nas redes sociais as primeiras imagens de “Temporada de Verão”, sua nova série nacional. As imagens destacam o elenco formado por Giovanna Lancellotti, Gabz (ambas de “Tudo por um Pop Star”), Jorge López (o Valério de “Elite”) e André Luiz Frambach (“Modo Avião”), além da locação em praias de Santa Catarina. Os episódios irão acompanhar o cotidiano de hóspedes e funcionários do Hotel Maresia, entre eles a destemida Catarina (Lancellotti), a perspicaz Yasmin (Gabz), o sonhador Diego (López) e o veterano da praia, Miguel (Frambach). Além dos protagonistas, a série também é estrelada por Giovanna Rispoli (“Carcereiros”), Maicon Rodrigues (“Malhação: Seu Lugar No Mundo”), Cynthia Senek (“3%”), Felipe Rocha, Léo Bittencourt (“A Menina Que Matou Os Pais”) e Mayana Neiva (“Rotas do Ódio”). Com direção de Isabel Valiante (“Onisciente”) e Caroline Fioratti (“Meus 15 Anos”), “Temporada de Verão” chega à Netflix na temporada de verão de 2022. pic.twitter.com/MQIuuSXV0x — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 29, 2021

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  • Série

    “O Livro de Boba Fett” ganha pôsteres e novo vídeo

    29 de novembro de 2021 /

    A Disney+ divulgou dois pôsteres e um novo spot de “O Livro de Boba Fett” (The Book of Boba Fett), próxima série baseada no universo “Star Wars”. A produção é continuação da 2ª temporada de “The Mandalorian”, após Boba Fett (Temuera Morrison) e Fennec Shand (Ming-Na Wen) tomarem o castelo de Jabba, o Hutt, em Tatooine. A dupla ilustra os pôsteres, enquanto a prévia também destaca um novo personagem da atriz Jennifer Beals (“The L Word”), que ainda não teve detalhes revelados, além do fato dela ser da raça Twi’lek. “O Livro de Boba Fett” vai mostrar os planos de Boba Fett para assumir o controle do submundo do crime de Tatooine. A série será comandada pelo criador e o showrunner de “The Mandalorian”, respectivamente o cineasta Jon Favreau e o produtor-roteirista Dave Filoni, além do diretor Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), que entrou na equipe após dirigir um episódio daquela série. O trio deu liga durante as filmagens do episódio “The Tragedy”, da 2ª temporada de “The Mandalorian”, que foi justamente o capítulo responsável por reintroduzir Boba Fett após sua suposta morte na trilogia original de George Lucas. A estreia está marcada para o dia 29 de dezembro. Testemunhe a volta de Boba Fett e Fennec Shand em um mês.#OLivroDeBobaFett, uma Série Original. Em 29 de dezembro. Só no #DisneyPlus. pic.twitter.com/atWufIikQH — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) November 29, 2021

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  • Etc,  Filme

    David Gulpilil (1953–2021)

    29 de novembro de 2021 /

    David Gulpilil, ator australiano de longa carreira e filmografia repleta de clássicos, reencontrou seus ancestrais durante o fim de semana. Ele tinha 68 anos e sofria de câncer de pulmão desde 2017. Integrante do clã Mandhalpingu do povo YolNGu, ele foi criado da maneira tradicional na terra de Arnhem e, graças a uma carreira de mais de 50 anos em filmes e séries, tornou-se o aborígene mais conhecido do mundo. Gulpilil apareceu pela primeira vez nas telas em 1971 no clássico absoluto “A Longa Caminhada”, de Nicolas Roeg, como um jovem aborígene que ajuda dois irmãos, uma adolescente e um menino brancos criados na cidade grande, a sobreviverem na região desértica do outback. Exibido em festivais do mundo inteiro, inclusive em Cannes, foi o cartão de visitas de uma carreira que teria muitos outros filmes marcantes. Um destes marcos foi “A Última Onda” (1977), de Peter Weir. Mistura de fantasia apocalíptica e drama jurídico, o longa girava em torno de um advogado (Richard Chamberlain) que passava a ter sonhos místicos e premonitórios após ser designado para defender um grupo de aborígenes acusado de assassinato, entre eles Gulpilil. O filme foi premiado nos festivais de Avoriaz e Sitges, os principais eventos mundiais do cinema fantástico, e fez deslanchar a carreira do ator – assim como a do diretor. Ele fez sua estreia em Hollywood numa sequência mística do filme “Os Eleitos” (1983), história do programa espacial americano, que venceu quatro Oscars. E em seguida teve um dos papéis principais de “Crocodilo Dundee” (1986), um dos filmes australianos mais populares de todos os tempos. Sua filmografia ainda destaca “Até o Fim do Mundo” (1991), do alemão Wim Wenders, e o impactante drama “Geração Roubada” (2002), de Phillip Noyce, como o rastreador de garotas aborígenes em fuga de serviços forçados (escravidão mesmo) nos anos 1930, além da carta de amor do cineasta Baz Luhrmann a seu país natal, “Austrália” (2008), com Nicole Kidman e Hugh Jackman. Mas seu principal trabalho como ator só veio em 2013, quando estrelou (e roteirizou) seu primeiro papel de protagonista em “O País de Charlie”, de Rolf de Heer, como um velho aborígene que, descontente com as leis dos brancos, parte para o interior australiano para viver segundo seus costumes, iniciando uma série de desventuras e eventos. Pelo desempenho, foi premiado como Melhor Ator na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard) do Festival de Cannes e Melhor Ator nos AACTA Awards (o Oscar australiano), além de ser coberto de honrarias na Austrália. Entre seus últimos papéis, estão uma participação importante na última temporada da série “The Leftlovers”, em 2017, como o sábio Christopher Sunday, o filme de zumbis “Cargo” (2017), com Martin Freeman, e o drama “Amigos Para Sempre” (2019), onde atuou ao lado de Geoffrey Rush e Jai Courtney. Com a saúde deteriorando, ele ainda gravou depoimentos para um documentário dedicado à sua vida e carreira, “My Name is Gulpilil”, lançado em maio deste ano. Veja o trailer emocionante abaixo.

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  • Série

    “A Volta ao Mundo em 80 Dias” é renovada para 2ª temporada

    29 de novembro de 2021 /

    Originalmente concebida como minissérie, a adaptação do clássico literário “A Volta ao Mundo em 80 Dias” virou série anual ao ser renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia. A ideia não é dividir a trama de Jules Verne em duas partes, mas contar uma nova aventura totalmente inédita, envolvendo os mesmos personagens em outra volta ao mundo, no ano que vem. As produtoras Slim Film + Television e Federation Entertainment ainda revelaram que a equipe da série já começou a adaptar o outro clássico de Verne, “Viagem ao Centro da Terra”, com o mesmo showrunner: Ashley Pharoah (“Life on Mars”). “A Volta ao Mundo em 80 Dias” é uma das obras mais filmadas de Verne, que chegou às telas pela primeira vez em 1918. A versão mais famosa é de 1956, estrelada por David Niven, Shirley MacLaine e Cantinflas, que inclusive venceu o Oscar de Melhor Filme. Já entre as adaptações televisivas, o destaque é uma minissérie de 1989, que juntou Pierce Brosnan, Julia Nickson e Eric Idle. A nova versão é uma coprodução europeia, financiada pelos canais públicos France Télévisions (da França), ZDF (da Alemanha) e RAI (da Itália), e destaca o inglês David Tennant (o melhor “Doctor Who”) como o cavaleiro Phileas Fogg, que no final do século 19 aposta ser capaz de fazer o que diz o título, utilizando-se de um balão. Além dele, participam da aventura a alemã Leonie Benesch (“Babylon Berlin”) como a jornalista Abigail Fix e o francês Ibrahim Koma (“Gare du Nord”) como o valete Passepartout. Com direção de Steve Barron (“Cônicos e Cômicos”), a estreia está marcada para 2 de janeiros nos EUA e Reino Unido, mas ainda não há previsão para o Brasil.

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  • Filme

    Sony fará mais três filmes do Homem-Aranha com Tom Holland

    29 de novembro de 2021 /

    A Sony Pictures encomendou a produção de pelo menos mais três filmes do Homem-Aranha, acabando com o suspense em torno do fim da franquia após a estreia de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”. A informação foi confirmada por Amy Pascal, ex-presidente da Sony e produtora dos filmes do herói, em entrevista ao site Fandango. Questionada sobre o futuro do personagem, ela afirmou que “este não é o último filme que faremos com a Marvel, nem o último filme do Homem-Aranha”. “Estamos nos preparando para fazer o próximo filme do Homem-Aranha com Tom Holland e a Marvel. Estivemos pensando nisso como uma trilogia e agora vamos passar para os próximos três. Este não é o último de nossos filmes dentro do Universo Cinematográfico da Marvel”, explicou. A revelação acontece um mês depois de Tom Holland dizer que todos estavam tratando “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” como o fim da franquia. “Estávamos todos tratando [o filme] como o fim de uma franquia, digamos”, disse Holland em outubro à revista americana Entertainment Weekly. “Acho que se tivéssemos a sorte de mergulhar nesses personagens novamente, você veria versão muito diferente. Mas não seria mais a trilogia ‘Homecoming’. Nós daríamos algum tempo e tentaríamos construir algo diferente para mudar os filmes”, continuou. “Se isso acontecerá ou não, eu não sei. Mas nós definitivamente estávamos tratando [Sem Volta Para Casa] como se estivesse chegando ao fim da linha, e parecia ser mesmo”, concluiu. A informação de Pascal complementa a declaração do ator, demonstrando que “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” realmente encerra uma fase, mas vem aí outra trilogia com Tom Holland e a Marvel. Cercado de rumores, o novo longa do herói contará com o retorno de vários astros de versões anteriores da franquia, como Jamie Foxx, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”, de volta ao papel do vilão Electro, Alfred Molina, de “Homem-Aranha 2”, como o Doutor Octopus, e Willem Dafoe, do primeiríssimo “Homem-Aranha”, como o Duende Verde. O elenco confirmado também conta com Zendaya (MJ), Marisa Tomei (Tia May), Jacob Batatalon (Ned Leeds), Tony Revolori (Flash Thompson), Angourie Rice (Betty Brant), J.K. Simmons (J.J. Jameson) e Jon Favreau (Happy Hogan). Mas a abertura do multiverso também faz os fãs sonharem com as presenças de Tobey Maguire e Andrew Garfield, repetindo seus papéis como Homens-Aranhas de outras dimensões. Novamente dirigido por Jon Watts, o fecho da trilogia do herói aracnídeo tem lançamento previsto para 16 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Líder nas pesquisas, Matthew McConaughey não concorrerá a governador do Texas

    29 de novembro de 2021 /

    O ator Matthew McConaughey decidiu não se candidatar ao governado do Texas. Em 1ª lugar numa pesquisa eleitoral divulgada na semana passada, o vencedor do Oscar por “Clube de Compra de Dallas” anunciou em sua conta do Instagram que a eleição é um “caminho que estou optando por não seguir neste momento”. Seu nome foi incluído como político independente numa pesquisa contra os principais concorrentes ao cargo, o atual governador Greg Abbott, do Partido Republicano, e o opositor Beto O”Rourke, do Partido Democrata. E McConaughey venceu os dois com folga – 43% contra 35% na disputa contra Abbott, e 49% contra 27% de O’Rourke. “Como um garoto simples, nascido na pequena cidade de Uvalde, Texas, nunca me ocorreu que um dia seria considerado para a liderança política”, disse o ator em um vídeo de três minutos, em que falou sobre os valores de serviço e responsabilidade, além de problemas na política local e nacional, deixando claro que pensa em concorrer, mas não desta vez. Ele explicou que pode servir ao seu estado natal de maneiras diferentes do que como político. “Vou continuar a trabalhar e investir a generosidade que tenho, apoiando empreendedores, negócios e fundações que acredito estarem criando caminhos para que as pessoas tenham sucesso na vida. Organizações que têm a missão de servir e construir confiança e, ao mesmo tempo, gerar prosperidade. Esse é o sonho americano”, disse McConaughey. Caso disputasse a eleição e fosse eleito, McConaughey não seria o primeiro astro de Hollywood a ocupar um cargo executivo nos Estados Unidos. Clint Eastwood foi eleito prefeito de Carmel, uma cidadezinha de 4 mil habitantes, Arnold Schwarzenegger foi governador da Califórnia e Ronald Reagan, além de também governar a Califórnia, teve dois mandatos como presidente do país. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matthew McConaughey (@officiallymcconaughey)

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  • Música

    Playlist: 10 clipes de música eletrônica pesada e underground

    28 de novembro de 2021 /

    A seleção de clipes indies da semana é um passeio pelo lado mais sombrio da música eletrônica. São batidas pesadas de EBM (electronic body music), com ritmo frenético industrial, minimalismo minimal wave e sintetizadores sinistros da dark wave, acompanhados por referências de filmes de terror dos anos 1980 e iconografia sadomasoquista. A seleção combina lançamentos recentes de novatos e “veteranos” de porões extremamente escuros. De um lado, há a estreia da alemã BorgBorg. Do outro, a volta de HVOB (Her Voice Over Boys), dupla austríaca formada em 2012 por Anna Müller e Paul Wallner. E no meio, o primeiro lançamento “solo” de Ren Toner, integrante da banda francesa de cold wave Divine Shade. Ainda há uma dupla de body music argentina, Balvanera, na ativa desde 2016. Mas é a “banda” da gótica ucraniana Anastasia Romanova (pseudônimo inspirado pela “princesa esquecida” da Rússia), formado durante a quarentena do ano passado, que chama mais atenção por provocar desde a escolha do nome: Sexual Purity. Um detalhe relevante é que a maioria dessas “bandas” são duplas. Quando não são artistas solos, como a americana Luna Blanc, mais conhecida como S Y Z Y G Y X. Como sempre, os vídeos seguem uma sequência de discotecagem contínua. É só dar play e dançar. BorgBorg | Alemanha | HVOB | Áustria | Sexual Purity | Ucrânia | S Y Z Y G Y X | EUA | Balvanera | Argentina | Ren Toner & Shan Moue | França | Ghost Cop | EUA | She Past Away | Turquia | Damascus Knives | EUA | Hante. | França | Sexual Purity | Ucrânia

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  • Etc

    Marco Pigossi comenta repercussão de seu namoro com italiano: “Existir e resistir”

    28 de novembro de 2021 /

    O ator Marco Pigossi (“Cidade Invisível”) se manifestou nas redes sociais após a repercussão de seu namoro com o ator e dramaturgo italiano Marco Calvani (da série “Borgia”), que já tem meses, mas só foi assumido pelo brasileiro na última quinta-feira (25/11). “Sobre existir e resistir”, ele titulou. “Em relação às últimas notícias, quero agradecer a todas as mensagens de carinho e respeito. Que a discussão se faça cada vez mais presente e mais natural. Que o amor seja cada vez mais forte. Afinal, sabemos que o ódio vem do medo. Medo do diferente e do novo. Que não tenhamos mais medo de existir! Um beijo a todxs”, completou. Na quinta, ao publicar nos Stories uma foto de mãos dadas com Calvani em uma praia da Califórnia, Pigossi brincou: “Chocando um total de zero pessoas”. A mesma foto foi publicada no perfil de Calvani, que deu graças pelo relacionamento. “Obrigado por isso”, escreveu na legenda, celebrando o Dia de Ação de Graças, feriado americano. Vale apontar que a foto não foi o primeiro registro do brasileiro no Instagram do italiano. Anteriormente, Calvani já tinha compartilhado outras fotos de Pigossi, em apoio a projetos do namorado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marco Pigossi (@marcopigossi)

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  • Filme

    “Licorice Pizza” tem melhor estreia de todos os tempos nos EUA

    28 de novembro de 2021 /

    Lançado em circuito limitado nos EUA durante o fim de semana, “Licorice Pizza”, de Paul Thomas Anderson, virou a melhor estreia de todos os tempos no país. A afirmação é dos estúdios MGM e United Artists, responsáveis por sua produção e antigos o suficiente para fazer esse tipo de comparação com conhecimento histórico. Exibido em apenas quatro telas – três em Nova York e uma em Los Angeles – , suas sessões renderam US$ 84 mil para cada cinema. Isto representa a maior bilheteria por sala pelo menos desde o início da pandemia. O detalhe é que a MGM e a UA dizem que esse valor nunca tinha sido atingido mesmo em situações normais. Para justificar o tamanho do feito, os estúdios apontam que, quando as bilheterias são contabilizadas, os números vêm de multiplexes, que possuem várias salas por cinema. No caso de “Licorice Pizza”, o filme estreou em cinemas antigos de rua, que ainda possuem telas gigantes e capacidade de projetar filmes em 70 mm. Cada um desses cinemas tem somente uma sala. Portanto, o desempenho da produção foi muito superior aos recordes que consideram o desempenho por cinema (isto é, complexos com mais de uma sala). Por sinal, o feito histórico de sua arrecadação foi atestada pela comemoração do tradicional cinema Regency Village de Los Angeles, que revelou que “Licorice Pizza” foi o filme que mais vendeu ingressos em sua bilheteria em 25 anos. O montante total de US$ 335 mil da estreia de “Licorice Pizza” também bateu aberturas anteriores dos filmes de Paul Thomas Anderson, como “Vício Inerente” de 2014 (US$ 328 mil em cinco cinemas), “Trama Fantasma” de 2017 (US$ 216 mil em quatro cinemas), “Sangue Negro” de 2007 (US$ 190,7 mil em dois cinemas) e outros. Mas ficou atrás de “O Mestre” de 2012 (US$ 736 mil em cinco cinemas) e “Embriagado de Amor” de 2002 (US$ 367 mil em cinco cinemas), que foram lançados em multiplexes (mais salas por cinema). Vagamente inspirado pelas lembranças de juventude de Gary Goetzman, produtor dos filmes de Tom Hanks, o filme reflete a paixão de um aspirante adolescente a ator por uma mulher mais velha nos anos 1970. O título, em particular, remete à uma velha loja de discos de San Fernando Valley, na Califórnia, que era um grande atrativo para os jovens locais. A crítica se identificou e aplaudiu enfaticamente o longa, que atingiu 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção marca a estreia da cantora Alana Haim (do grupo musical Haim) e de Cooper Hoffman (filho do falecido ator Philip Seymour Hoffman) como atores de cinema. O pai do jovem estrelou cinco filmes de Anderson, que, por sua vez, dirigiu oito clipes das irmãs Haim. Além dos novatos, o elenco inclui os famosos Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”), Sean Penn (“O Gênio e o Louco”), Maya Rudolph (“O Halloween do Hubbie”), Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”), John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) e até o cantor Tom Waits (“Os Mortos Não Morrem”). A má notícia para quem ficou interessado é que “Licorice Pizza” só vai estrear no Brasil em 20 de janeiro. Veja o trailer nacional abaixo.

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  • Filme

    “Encanto” é maior estreia animada da pandemia nos EUA

    28 de novembro de 2021 /

    A nova animação da Disney, “Encanto”, foi o filme mais visto dos EUA no feriadão do Dia de Ação de Graças. A produção com músicas de Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”) liderou as bilheterias da América do Norte com US$ 40,3 milhões, valor que representa o melhor começo da era pandêmica para um título de animação. Este montante foi atingida graças à estratégia de lançamento antecipado na quarta-feira (24/11), justamente para aproveitar o tradicional feriado americano, que caiu na quinta. Portanto, é um valor de cinco dias. Em relação à arrecadação de sexta à domingo (28/11), “Encanto” somou US$ 27 milhões. Trata-se de um faturamento três vezes maior que o lançamento animado anterior da Disney nos cinemas, “Raya e o Último Dragão”, que abriu com US$ 8,5 milhões em março passado. E US$ 10 milhões acima da maior bilheteria do gênero durante a pandemia – “A Família Addams 2”, com US$ 17 milhões em outubro. A diferença em relação aos lançamentos anteriores é que o novo desenho da Disney foi o primeiro título de animação a receber distribuição exclusiva nos cinemas desde o começo da pandemia, graças ao avanço da vacinação entre as crianças nos EUA. Globalmente, “Encanto” começou com US$ 70 milhões, demonstrando que sua trama latina (os personagens são colombianos) teve apelo mundial. O filme agradou em cheio ao público e à crítica. Seu recepção positiva foi representada pela nota A no CinemaScore, pesquisa feita após a saída dos cinemas nos EUA, e nos 92% de aprovação na média do Rotten Tomatoes – continuando o legado de alta qualidade que caracteriza as produções do mais tradicional estúdio de animação de Hollywood. Apesar de não contar com o mesmo entusiasmo da crítica (62% no Rotten Tomatoes), “Casa Gucci” também registrou recordes de arrecadação para seu gênero. Foram US$ 21,8 milhões no feriadão e US$ 14,2 milhões no fim de semana, ambos recordes para um lançamento dramático focado no público adulto durante a pandemia. Analistas do mercado creditam esse desempenho ao apelo da estrela Lady Gaga entre todas as faixas etárias. O valor, porém, deixou “Casa Gucci” em 3º lugar, atrás de “Ghostbusters – Mais Além”, que faturou US$ 35,3 milhões desde quarta e US$ 24,5 milhões nos últimos três dias. Em dez dias, a continuação de “Os Caça-Fantasmas” produzida pela Sony já soma US$ 87,8 milhões na América do Norte e US$ 115,7 milhões mundiais. Em compensação, o estúdio amargou um grande fracasso com o reboot de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”, que teve uma estreia de US$ 8,8 milhões em cinco dias e US$ 5,3 milhões no fim de semana. O filme de terror abriu em 5º, atrás de “Eternos”, da Marvel. Um verdadeiro fiasco em comparação ao sucesso dos filmes anteriores estrelados por Milla Jovovich. Logo abaixo do Top 10, a MGM/United Artists comemorou com comunicados à imprensa o desempenho de “Licorice Pizza”, de Paul Thomas Anderson, chamando atenção para seus recordes. Lançado em apenas quatro telas – três em Nova York e uma em Los Angeles – , suas sessões exclusivas com projeção de 70 mm atraíram o maior número de pessoas por sala desde o início da pandemia – ou o maior número de todos os tempos, segundo o estúdio – , rendendo US$ 84 mil por cinema. Por sinal, esta arrecadação representou um recorde histórico para um cinema específico: a melhor receita de fim de semana do tradicional Regency Village de Los Angeles em 25 anos. O montante de US$ 335 mil da estreia de “Licorice Pizza” chegou até a bater aberturas anteriores dos filmes de Paul Thomas Anderson, como “Vício Inerente” de 2014 (US$ 328 mil em cinco cinemas), “Trama Fantasma” de 2017 (US$ 216 mil em quatro cinemas) e “Sangue Negro” de 2007 (US$ 190,7 mil em dois cinemas). A crítica foi em peso aplaudir o longa, que atingiu 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção marca a estreia da cantora Alana Haim (do grupo musical Haim) e de Cooper Hoffman (filho do falecido ator Philip Seymour Hoffman) como atores de cinema. O pai do jovem estrelou cinco filmes de Anderson, que, por sua vez, dirigiu oito clipes das irmãs Haim. A má notícia em meio ao feito de “Licorice Pizza” é que ele só vai estrear no Brasil em 20 de janeiro.

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  • Filme

    Tom Ford detona “Casa Gucci”: “Fiquei profundamente triste”

    28 de novembro de 2021 /

    O estilista Tom Ford, que também já se mostrou um cineasta de bom gosto ao dirigir dois longas premiados, escreveu uma crítica ácida sobre o filme “Casa Gucci” no Air Mail, em que comparou a falta de sutileza da história com os exageros melodramáticos do novelão “Dinastia”, dos anos 1980 – época retratada no longa. Em seu texto, ele observou que “muitas vezes” se pegou rindo, mas não achava que se era isso que a produção tinha em mente. “Às vezes, quando Al Pacino como Aldo Gucci e Jared Leto como seu filho Paolo Gucci estavam na tela, eu tinha a impressão de estar vendo um esquete do ‘Saturday Night Live'”, apontou, citando o programa humorístico mais antigo e famoso da TV americana. Ford também apontou invenções do roteiro, especialmente nas cenas que o envolviam. Ele foi diretor criativo da Gucci na época do assassinato de Maurizio (interpretado por Adam Driver no filme), mas afirmou que nunca teve interações com o herdeiro da grife, que estava afastado da empresa quando ele começou a trabalhar lá. “A parte de Maurizio havia sido comprado da empresa quando assumi o cargo de diretor de criação da Gucci e fiz minha primeira coleção de sucesso”, lembra o estilista. “Ele certamente nunca me brindou depois daquele show como faz no filme”. “Como acontece com a maioria dos filmes baseados em uma história real, os fatos são alterados, os personagens são exagerados, os cronogramas distorcidos – e, no final, quem se importa, contanto que essas alterações rendam um grande filme”, acrescenta, ao mesmo tempo em que questionou se “Casa Gucci” é um grande filme. De positivo, ele destacou o talento dos atores, inclusive Lady Gaga, que em sua opinião entregaram boas atuações, além de toda a técnica do diretor Ridley Scott e sua equipe, perfeitos na recriação de época e dos figurinos. Ele aplaudiu ainda a ironia da escalação de Salma Hayek na produção, “pelo fato de seu marido ser o atual proprietário da Gucci, um fato que se perderá entre o grande público”. Mas lamentou o roteiro, que falhou no desenvolvimento dos personagens. “O resultado, infelizmente, é uma história em que não nos identificamos com ninguém”. Em última análise, Ford lamentou ter decidido assistir ao filme, porque acabou afetado pela experiência. “Fiquei profundamente triste por vários dias depois de assistir a ‘Casa Gucci’, uma reação que acho que só aqueles de nós que conheciam os personagens e a história real vão sentir”, resumiu. “Foi difícil para mim ver a transformação de algo que foi tão sangrento em humor e breguice. Na vida real, nada daquilo foi cafona. Às vezes foi absurdo, mas no final das contas foi trágico”. Tom Ford foi um dos entrevistados de Sara Gay Forden para o livro “A Sensational Story of Murder, Madness, Glamour, and Greed” que inspira o roteiro filme.

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