Diretor de “Jurassic World” vai filmar história real dos sobreviventes dos Andes
O cineasta espanhol JA Bayona, de “O Impossível” e “Jurassic World: Reino Ameaçado”, anunciou nesta segunda (29/11) o começo de sua nova produção, “Sociedade da Neve” (Society of the Snow), um filme de desastre e canibalismo, que pretende contar a verdadeira história dos sobreviventes dos Andes. O anúncio foi feito pelo Instagram com um vídeo gravado no local exato em que uma equipe de rúgbi uruguaia ficou isolada, após sofrer um acidente de avião em 1972 nas cordilheiras dos Andes. Apenas 16 dos 45 passageiros foram resgatados com vida, após serem forçados a recorrer a medidas extremas para sobreviver num dos locais mais ermos e gelados do mundo por vários meses. Baseado no livro “La Sociedad de la Nieve”, de Pablo Vierci, o filme tem roteiro do próprio Beyona em parceria com Bernat Vilaplana (editor de “Jurassic World: Reino Ameaçado”), Jaime Marques e Nicolás Casariego (ambos de “Intrusos”), e será lançado na Netflix. As filmagens vão incluir locações na Sierra Nevada, na Espanha, em Montevidéu, no Uruguai, e em vários locais da Cordilheira dos Andes, tanto no Chile quanto na Argentina, incluindo o Valle de las Lágrimas, local onde ocorreu o verdadeiro acidente – e onde Bayona gravou seu anúncio. “Foi durante o processo de preparação de ‘O Impossível’ que descobri ‘Sociedade da Neve’, a fascinante crônica de Pablo Vierci sobre a tragédia dos Andes”, disse Bayona sobre o projeto. “Mais de dez anos depois, o meu fascínio pelo romance permanece intacto e fico feliz por enfrentar o desafio que se avizinha: contar um dos acontecimentos mais lembrados do século 20, com toda a complexidade que implica uma história que dá muita relevância para os sobreviventes, bem como para aqueles que nunca voltaram das montanhas. Também enfrento isso em espanhol, idioma ao qual volto com entusiasmo depois de 14 anos sem filmar em meu próprio idioma e com uma equipe de jovens atores uruguaios e argentinos, com quem estou totalmente entusiasmado”. O elenco inclui Enzo Vogrincic Roldán, Matías Recalt, Agustín Pardella, Tomas Wolf, Diego Ariel Vegezzi, Esteban Kukuriczka, Francisco Romero, Rafael Federman, Felipe González Otaño, Agustín Della Corte, Valentino Alonso, Simón Hempe, Fernando Contigiani García, Benjamim Segura, Jerónimo Bosia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por JA Bayona (@filmbayona)
Filme estrelado por Javier Bardem bate recorde de indicações do prêmio Goya
A Academia Espanhola de Cinema anunciou as indicações para seu prêmio anual, o Goya, considerado o Oscar espanhol, e a lista resultou num recorde de nomeações para a comédia “El Buen Patrón”, do diretor Fernando León de Aranoa, que traz Javier Bardem como protagonista. Foram nada menos que 20 indicações em 17 categorias, incluindo Melhor Filme, Diretor, Roteiro Original e um impressionante segundo recorde nas categorias de interpretação, com nada menos que sete integrantes de seu elenco concorrendo a troféus – com destaque, claro, para Bardem. Produzido pela Mediapro, “El Buen Patrón” traz Bardem no papel de um intrigante chefe de fábrica cujos planos de controlar sua força de trabalho começam a sair pela culatra. O filme também foi selecionado para representar a Espanha na busca por uma vaga ao Oscar deste ano, superando outro favorito, “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar. O longa de Almodóvar também vai concorrer com “El Buen Patrón” na disputa do Goya de Melhor Filme, ao lado de “Libertad” de Clara Roquet, “Maixabel” de Iciar Bollain e “Mediterráneo” de Marcel Barrena. A cerimônia de premiação do Goya Awards será realizada em 12 de fevereiro de 2022 na cidade de València. Veja abaixo o trailer de “El Buen Patrón”.
Especial de fim do ano de “Os Waltons” bate recorde de audiência
A rede The CW atingiu sua maior audiência da temporada com a exibição de um especial de fim ano baseado numa das séries mais famosas dos anos 1970, “Os Waltons”. Intitulado “The Waltons: Homecoming”, o especial marcou os 50 anos do telefilme “The Homecoming: A Christmas Story”, que estreou em dezembro de 1971 e apresentou a família Walton ao público da TV. A produção da época era para ser apenas um telefilme de Natal, mas fez tanto sucesso que a rede CBS decidiu continuar a história daquela família numa série, batizada de “Os Waltons”, que durou nove temporadas e gerou vários filmes subsequentes nas décadas de 1980 e 1990. O sucesso do novo especial pode repetir a história. O presidente da CW, Mark Pedowitz, disse à imprensa norte-americana que consideraria aprovar uma série caso a produção tivesse boa audiência, retomando assim a atração criada por Earl Hammer Jr há 50 anos. Primeiro telefilme feito pela rede mais nova de TV americana, “The Waltons: Homecoming” foi assistido por quase um milhão de pessoas ao vivo no domingo passado (29/11). Não parece muito, mas o domingo tem as piores audiências da CW, que, por sinal, não registrava público tão grande ao vivo desde abril passado – em qualquer dia da semana. A produção destacou a narração de Richard Thomas, que marcou época ao interpretar o protagonista John Boy na série original. Longe de se aposentar, ele continua a trabalhar em séries de prestígio, como “The Americans”, “Billions”, “The Comey Rule” e, neste ano, “Tell Me Your Secrets”. Já o novo John Boy, filho mais velho da família, foi vivido por Logan Shroyer (“This Is Us”). O elenco também contou com Bellamy Young (“Prodigal Son”) como a matriarca Olivia Walton e Ben Lawson (“Amigas para Sempre/Firefly Lane”) como o patriarca John Walton, além de Marcelle LeBlanc (“Rua do Medo 1978”) e vários atores mirins como os demais integrantes da numerosa família televisiva. A trama é a mesma do telefilme original. A família se reúne em 1933 à espera da volta do patriarca John Walton, que se viu forçado pela depressão econômica a procurar trabalho em outro estado e talvez não consiga encontrá-los no Natal. Inconformada com a carta que traz essa notícia, Olivia envia o filho mais velho em busca do pai, numa jornada que muda a vida de John Boy para sempre. Produzido pela Magnolia Hill Productions em associação com a Warner Bros. Television, o especial foi escrito por Jim Strain, dirigido por Lev L. Spiro e produzido por Sam Haskell, que trabalharam juntos na série “Dolly Parton: Tocando o Coração”, na Netflix. Veja abaixo o trailer da atração.
“The Outlaws” é renovada para 2ª temporada
A Amazon e a BBC renovaram a série britânica “The Outlaws” antes de sua estreia nos Estados Unidos. Criada por Stephen Merchant (co-criador de “The Office”) e Elgin James (criador de “Mayans M.C.”), a co-produção entre o Amazon Studios e a rede BBC – já exibida integralmente no Reino Unido – segue sete estranhos de diferentes estilos de vida que são forçados a cumprir uma sentença de serviços comunitários em Bristol, na Inglaterra. O elenco fantástico inclui o próprio Merchant, Eleanor Tomlinson (“The Nevers”), Darren Boyd (“Spy”), Rhianne Barreto (“Hanna”), Gamba Cole (“Guerrilha”) e o veterano Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), entre outros. Todos vão retornar na 2ª temporada. Além de críticas positivas, “The Outlaws” virou notícia no Reino Unido devido a um episódio em que os personagens precisam pintar muros grafitados, o que eles fazem apagando uma obra de arte de ninguém menos que Banksy, para valer – o desenho teria sido supostamente criado pelo próprio Banksy para este fim. “Estou impressionado com a resposta maravilhosa a ‘The Outlaws’”, disse Merchant em um comunicado. “O público se apaixonou pelos personagens tanto quanto eu, e meu feed do Twitter está inundado de pessoas pedindo atualizações sobre a 2ª temporada, então estou muito feliz em confirmar que toda a gangue retornará para mais aventuras. Se fizemos os foras-da-lei suarem na 1ª temporada, estamos realmente aumentando ainda mais a temperatura na próxima”. A série vai estrear no Brasil junto do lançamento nos EUA, em 2022. Veja o trailer feito para o Reino Unido abaixo.
“PEN15” vai acabar na 2ª temporada
A série de comédia “PEN15” vai acabar em 3 de dezembro, quando a segunda metade de sua 2ª temporada chegar na plataforma americana Hulu. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Hulu queria fazer pelo menos mais uma temporada após a série ser indicada ao Emmy, mas não conseguiu dobrar as criadoras e estrelas Maya Erskine e Anna Konkle, responsáveis pela decisão. Em entrevistas recentes, elas declararam ter encontrado muita dificuldade para gravar com um elenco repleto de adolescentes durante a pandemia, o que atrasou muito a produção dos episódios finais. Na trama, as duas revisitam suas próprias adolescentes no ano de 2000, vivendo amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos típicos da vida de estudantes da Sétima Série. O detalhe é que sob as roupas de adolescentes e truques pouco convincentes de rejuvenescimento elas tem na verdade em torno de 34 anos. Mesmo assim, contracenam o tempo inteiro com adolescentes de verdade. Isto gera um certo desconforto, pois, como o título (uma referência ao órgão sexual masculino) sugere, o tema principal da série é a curiosidade das duas em relação ao sexo, que elas abordam em tom exagerado de paródia. A produção é da trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone) e tem 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Por conta da repercussão positiva, a Hulu está interessado em trabalhar com Erskine e Konkle em outros projetos. Por enquanto, Konkle pode ser vista na comédia indie “Juntos mas Separados” (Together Together) e Erskine entrou na série “Obi-Wan Kenobi”. No Brasil, “PEN15” é exibido pela MTV e pela plataforma Paramount+.
Arlene Dahl (1925–2021)
A atriz Arlene Dahl, que estrelou a versão clássica de “Viagem ao Centro da Terra”, morreu nesta segunda (29/11) aos 96 anos. O anúncio foi feito por seu filho, o também ator Lorenzo Lamas (“Falcon Crest”) em seu Facebook. “Ela foi a influência mais positiva em minha vida”, ele escreveu. Dahl era conhecida pela beleza e por seus cabelos cor de fogo, que a transformaram em modelo de lingerie nos anos 1940 e namorada de John F. Kennedy, futuro presidente dos EUA, quando ele era senador por Massachusetts. Ela foi “descoberta” em Hollywood por ninguém menos que Jack Warner, fundador do estúdio Warner Bros., que se encantou ao vê-la numa campanha publicitária. Mas após ser aproveitada como simples figurante em seu primeiro filme, “Nossa Vida com Papai” (1947), Dahl fechou com a MGM para viver a personagem-título do musical “Minha Rosa Silvestre” (1947) – a irlandesa Rose Donovan, paixão da vida do tenor Chauncey Olcott (Dennis Morgan) – , chegando ao estrelato instantâneo com a ajuda de um colorido glamouroso. Mas apesar de seus cabelos vermelhos serem perfeitos para o technicolor, ela também estrelou alguns filmes famosos em preto e branco, como o drama de época “A Sombra da Guilhotina” (1949), sobre a Revolução Francesa, o western “Armadilha” (1950), dois dramas noir, “A Cena do Crime” (1949) e “O Mistério da Casa Grande” (1953), e três comédias com Red Skelton (outro ruivo famoso de Hollywood), “Pisando em Brasas” (1948), “Três Palavrinhas” (1950) e “O Homem das Calamidades” (1950). Neste período, ela se casou com o ator Lex Barker, um dos intérpretes mais conhecidos de Tarzan, mas o matrimônio durou só um ano (ele a trocou por Lana Turner). O relacionamento, porém, a influenciou a enveredar por aventuras épicas, colocando-a à frente do primeiro “Pantera Negra” (1952), filme sobre piratas do caribe, e “Legião do Deserto” (1953), em que viveu a princesa de uma cidade perdida do deserto argelino. Num desses filmes, “Sangari” (1953), sobre a luta pela independência dos EUA, conheceu o segundo marido, o argentino Fernando Lamas. Os dois voltaram a contracenar em “O Caçador de Diamantes”, lançado no mesmo ano, e se casaram no ano seguinte. Alguns de seus melhores papéis são desta fase, incluindo a comédia “O Mundo é da Mulher” (1954) e as tramas noir em que se consagrou como femme fatale: “O Poder do Ódio” (1956), “Lodo na Alma” (1956) e “A Fortuna é Mulher” (1957). Lançado em 1959, “Viagem ao Centro da Terra” acabou se tornando seu filme mais popular. Na superprodução da 20th Century Fox, ela interpretou uma viúva determinada que vai para o centro do planeta com Pat Boone e um pato de estimação. Concebido como resposta da Fox a “20.000 Léguas Submarinas” (1954), da Disney – ambos eram adaptações de clássicos literários de Jules Verne – , acabou impressionando público e crítica com seus efeitos visuais, indicados ao Oscar da categoria. Além do sucesso nas telas, a atriz se consagrou como empresária, transformando o convite par escrever uma coluna de beleza no jornal Chicago Tribune num negócio extremamente lucrativo. Ela fundou a Arlene Dahl Enterprises, que passou a comercializar lingerie e cosméticos, inventou o Dahl Beauty Cap, um boné de tricô para as mulheres usarem para dormir e evitar que o cabelo ficasse bagunçado e também desenvolveu uma linha de roupas boudoir, incluindo camisolas, négligées e pijamas relaxantes. Paralelamente, passou a publicar livros com dicas de beleza. O primeiro foi publicado em 1965 e vendeu mais de 1 milhão de exemplares. Vieram mais 14 nos anos seguintes. O começo da década também marcou o fim de seu casamento com Llamas e uma mudança de prioridades. Não por acaso, optou por se afastar das telas, voltando apenas em 1969 pelo prazer de fazer filmes franceses – ela estrelou duas produções na França, “Os Caminhos de Katmandou”, de André Cayette, e “Du Blé en Liasses”, de Alain Brunet. Milionária, Dahl se desinteressou por Hollywood. Entretanto, sua vida sofreu uma reviravolta inesperada. Um de seus seis maridos a deixou com uma pilha de dívidas impagáveis e, em 1980, ela pediu concordata, o que a levou a voltar a atuar. A partir daí, participou como convidada de vários episódios de “O Barco do Amor” e entrou na novela “One Life to Live”, onde permaneceu por alguns anos. Em 1991, contracenou pela primeira e única vez com o filho Lorenzo no thriller de ação “A Noite do Guerreiro Americano”, despedindo-se das telas no final daquela década, com passagens pelas série “Renegade” e “Air America”.
Casa Gucci: Herdeiros da família protestam contra o filme
Os herdeiros da família e do império de moda Gucci pretendem abrir uma ação legal contra os responsáveis pelo filme “Casa Gucci”, dirigido por Ridley Scott. Em comunicado de tom indignado enviado à imprensa italiana nesta segunda-feira (29/11), eles se disseram “perturbados” pela forma como seus familiares foram retratados, chamando o longa de “extremamente doloroso”. “A família Gucci reserva-se o direito de tomar todas as iniciativas (incluindo precesso) para proteger seu nome e imagem e a de seus entes queridos”, manifestaram-se os herdeiros do ex-presidente da Gucci, Aldo Gucci – interpretado no filme por Al Pacino. “Casa Gucci” é centrada no maior escândalo dos bastidores da grife, envolvendo Maurizio Gucci, vivido por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), e sua esposa Patrizia Reggiani, personagem de Lady Gaga. Eles foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Até o herdeiro milionário trocá-la por uma mulher mais nova. Como vingança, Patrizia encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional. Além desta história, a produção também mostrou outros integrantes do clã, em performances exageradas que encontram paralelos em filmes sobre a máfia. A família Gucci afirma que Scott e os produtores de House of Gucci “não se preocuparam em consultar os herdeiros” do império da moda antes de retratar seus familiares como ‘bandidos, ignorantes e insensíveis ao mundo ao redor eles'”. “Isto é extremamente doloroso do ponto de vista humano. E um insulto ao legado sobre o qual a marca é construída hoje”, diz o comunicado. Eles se ressentiram especialmente da forma como Reggiani foi retratada “como uma vítima” no filme, situação que teria sido reforçada por declarações de Gaga e outros membros do elenco feitas durante a promoção do filme. Entretanto, a vítima é Maurizio Gucci, que foi assassinado, enquanto Regianni é reconhecidamente uma criminosa condenada. Ironizando a forma “misteriosa” encontrada pelo roteiro para mostrar Reggiani como “uma vítima tentando sobreviver em uma cultura corporativa machista”, os herdeiros lembraram que Gucci já era uma empresa inclusiva desde os anos 1970, e na década de 1980, retratada no filme, vários dos principais executivos da marca, entre eles a Presidente da Gucci América, a chefe de Relações Pública e Comunicação Global e uma integrante do conselho de diretores da Gucci América eram mulheres. “A Gucci é uma família que vive honrando o trabalho dos ancestrais, cujas memórias não merecem ser perturbadas para um espetáculo falso e injusto com os protagonistas”, finalizaram. O protesto acontece poucos dias após o estilista Tom Ford, ex-diretor criativo da Gucci, escrever uma crítica negativa do filme, apontando incongruências e invenções, além do tom equivocado da produção. “Foi difícil para mim ver a transformação de algo que foi tão sangrento em humor e breguice. Na vida real, nada daquilo foi cafona. Às vezes foi absurdo, mas no final das contas foi trágico”, ele descreveu.
HBO Max anuncia estreia de série com Ivete Sangalo
A HBO Max anunciou nas redes sociais a previsão de estreia de “Onda Boa com Ivete”, série documental com Ivete Sangalo, que vai chegar ao streaming no começo de 2022. Ao longo de cinco episódios, a produção vai mostrar o processo criativo da cantora, adotando uma abordagem intimista. A cada episódio, Ivete receberá outros músicos consagrados para um bate-papo – e estão confirmadas as aparições de Agnes Nunes, Carlinhos Brown, Iza, Gloria Groove e Vanessa da Mata. O primeiro vídeo produzido durante as gravações será revelado na sexta (3/11). Trata-se de um clipe para a música “Mexe a Cabeça”, parceria musical da cantora baiana com Carlinhos Brown. “A Ivete Sangalo é um ícone da música brasileira atual e atrai toda a família com o seu carisma e estilo musical. A música e as parcerias artísticas estão no DNA desta série, que irá contagiar a todos”, disse em comunicado Tomás Yankelevich, chefe de conteúdo da WarnerMedia Latin America. Tem uma Onda Boa chegando.Gente querida, muita música e axé para começar 2022 em alto astral. Estreia no início de 2022, na @HBOMaxBr #OndaBoaComIvete pic.twitter.com/j6lPnTJtwm — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) November 29, 2021
“Chucky” é renovada para 2ª temporada
O perfil oficial da série “Chucky” nas redes sociais anunciou que a atração foi renovada para sua 2ª temporada. “Eu sempre retorno. Nova temporada de Chucky chega em 2022”, diz o texto publicado no Twitter, junto de um pôster do próximo ano de produção. Produção da NBCUniversal para os canais pagos USA Network e SyFy, “Chucky” estreou em 12 de outubro na TV paga dos EUA, e chegou no Brasil 15 dias depois pela plataforma de streaming Star+. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. Na trama, o personagem-título encontra novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. Inesperadamente, Chucky demonstra empatia pela situação do jovem, mas da forma mais sangrenta possível. O elenco também inclui Christine Elise (“Barrados no Baile”), Carina Battrick (“Impulse”), Jana Peck (“A Teacher”), Teo Briones (“Ratched”), Alyvia Alyn Lind (“Daybreak”) e Bjorgvin Arnarson (“O Sétimo Dia”), além de Alex Vincent, que viveu o menino original do filme de 1988, e Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”. Além disso, a série recupera a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). i always come back 😈 new season of #chucky coming 2022 pic.twitter.com/x24mc3uCVN — Chucky (@ChuckyIsReal) November 29, 2021
José Padilha vai dirigir série sobre os bastidores de “Último Tango em Paris”
José Padilha vai se envolver em nova polêmica. Ele vai dirigir uma série sobre os bastidores de “Último Tango em Paris”, clássico de 1972 do diretor Bernardo Bertolucci. A atração vai cobrir 18 meses entre 1971 e 1972, desde que Bertolucci viajou a Los Angeles (EUA) para convencer o então falido e decadente Marlon Brando a estrelar seu filme erótico, até as cenas controversas filmadas na capital da França, incluindo a iniciativa do ator, com a benção do diretor, de usar manteiga e surpreender sua parceira no filme, Maria Schneider, com uma cena convincente de estupro anal que não estava no roteiro. A cena acabou se tornando a mais comentada do filme, mas também foi um dos momentos mais famosos de abuso físico, mental e moral cometidos contra uma atriz na história do cinema. Schneider não tinha concordado previamente com a encenação e tanto sua surpresa quanto sua reação ao ato de Brando, eternizados no filme, foram extremamente reais. O sucesso inesperado do longa, que continua a ser terceiro filme estrangeiro de maior bilheteria nos EUA (US$ 186 milhões), rendeu indicações ao Oscar e lucros fabulosos a Bertolucci e Brando, mas Schneider recebeu apenas US$ 4 mil pelo filme e acabou estigmatizada pelo papel, passando as décadas seguintes lutando contra o vício em narcóticos e problemas de saúde mental. Em comunicado, Padilha frisou que o objetivo é dar voz a Schneider, que não pôde protestar na época. “’Último Tango em Paris’ conta a história de dois homens abusando de uma jovem inexperiente, não por sexo, mas por uma questão de arte. Eles fizeram isso diante das câmeras, e a cena resultante transformou-se em um grande filme, aclamado pela crítica e pelo público. O diretor e os atores se deleitaram com o sucesso, enquanto a dor de Maria foi negligenciada. Estou emocionado por explorar uma história sobre a ética da arte, um assunto importante, mas muitas vezes negligenciado, em parceria com a diretora Lisa Brühlmann”, explicou, citando a diretora da série “Killing Eve” que trabalhará a seu lado no comando dos episódios. Escrito por Jeremy Miller e Daniel Cohn (roteiristas-produtores da série “Boston Public”), a produção está sendo produzida pelo CBS Studios e ainda não tem previsão de estreia. Vale observar que o CBS Studios já está desenvolvendo uma produção semelhante com “The Offer”, que conta os bastidores de outro filme de Brando de 1972, “O Poderoso Chefão”, para a plataforma Paramount+.
Diretor revela começo das filmagens de “Resgate 2”
As filmagens de “Resgate 2”, estrelado por Chris Hemsworth, já começaram. O diretor Sam Hargrave publicou nesta segunda (29/11) um vídeo sobre o primeiro dia de trabalho no Instagram, em que aparece em meio à neve, no set da produção. “Resgate 2” vai continuar a história do primeiro filme, também dirigido por Hargrave, que terminou com – spoiler! – o personagem de Hemsworth morto. Mas, como diria Mark Twain, foi uma morte exagerada, já que ele é mais duro de matar que Bruce Willis. Quem assina o roteiro – e explicação para o milagre – também é o mesmo roteirista do primeiro filme, o cineasta Joe Russo (que codirigiu “Vingadores: Ultimato” com seu irmão Anthony Russo). Ele também produz o longa ao lado do irmão. Fenômeno do streaming, a produção original teria sido vista por 90 milhões de assinantes em seu primeiro mês na Netflix. Ainda não há previsão de estreia para a continuação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sam Hargrave (@samhargrave)
Channing Tatum anuncia produção de “Magic Mike 3”
O ator Channing Tatum anunciou a produção de um terceiro “Magic Mike”. O astro da franquia publicou nas redes sociais uma foto da capa do roteiro da continuação, que foi batizada de “Magic Mike’s Last Dance” (a última dança de Magic Mike). A imagem ainda revela que o diretor Steven Soderbergh vai voltar para dirigir o filme. Soderbergh dirigiu o “Magic Mike” original, de 2012, mas participou apenas como produtor da continuação “Magic Mike XXL”, dirigida por Gregory Jacobs em 2015. Já o roteiro continua a cargo de Reid Carolin, que escreveu os dois primeiros filmes e acabou virando sócio de Tatum numa empresa de produção, a Free Association. A história original foi inspirada nas memórias de Tatum de seus dias de stripper masculino, quando dançava em “Clubes das Mulheres”, antes de virar ator. Não há notícias sobre o resto do elenco, que nos filmes anteriores incluiu Joe Manganiello, Matt Bomer, Adam Rodriguez, Matthew McConaughey e Alex Pettyfer. Segundo apurou o site Deadline, “Magic Mike’s Last Dance” será lançado com exclusividade pelo serviço de streaming HBO Max. A data de estreia ainda não foi definida. Well world, looks like Mike Lane’s tapping back in. @hbomax pic.twitter.com/V9Ce62n710 — Channing Tatum (@channingtatum) November 29, 2021
Série da Netflix volta a juntar diretor e astro de “Cine Holliúdy”
O diretor Halder Gomes e o ator Edmilson Filho vão fazer mais um projeto juntos. Os parceiros de “Cine Holliúdy” e “O Shaolin do Serão” estão gravando uma série de sete episódios para a Netflix em Quixadá, no Sertão Central do Ceará. Chamada de “O Cangaceiro do Futuro”, a atração acompanha um homem que vem do futuro e cai no Sertão. Na produção, Edmilson Filho fará par com Chandelly Braz (“Orgulho e Paixão”). O elenco tem ainda Dudu Azevedo (o “Jesus” da Record) e Fábio Lago (“Dom”).












