Trailer da temporada final de House of Cards mostra atentado contra Claire
A Netflix divulgou o trailer da 6ª e última temporada de “House of Cards”, que mostra Claire Underwood (Robin Wright) como presidente dos Estados Unidos. Ela aparece renegando a herança política de seu ex-marido, após a revelação de que Frank Underwood (personagem de Kevin Spacey) morreu. Mas seu súbito empoderamento desagrada de adversários a aliados políticos, que cobram compromissos assumidos por Frank. Sua vontade de mudar tudo acaba tornando-a alvo de um atentado à bala, conforme mostra a prévia. A reviravolta na trama aconteceu em decorrência de eventos da vida real. Kevin Spacey caiu em desgraça e foi demitido da atração após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando ele dirigiu o estabelecimento, que revelaram assédios em série. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a confirmarem abusos de Spacey nos bastidores da série premiada. Diante disso, houve a decisão de cancelar a série, mas após negociações ficou estabelecido que ela teria uma última temporada, com Robin Wright à frente do elenco. A temporada final acabou reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Além disso, os episódios foram reescritos, mudando o foco da narrativa para a personagem de Wright e dando um fim no protagonista original. As mudanças também incluem novidades do elenco. Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Diane Lane (“Batman vs Superman”) e Cody Fern (revelação de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) entraram na trama como uma poderosa família de empresários, cuja ambição se provará uma pedra no caminho da agora presidente Claire Underwood. Os novos episódios estreiam em 2 de novembro na Netflix.
Campanha pela recontratação de James Gunn em Guardiões da Galáxia terá outdoors na Disneylândia
Os fãs de “Guardiões da Galáxia” ainda não desistiram de ver o diretor James Gunn de volta a franquia para finalizar sua trilogia, apesar das declarações definitivas do presidente do estúdio e do CEO da Disney. Após sua petição com mais de 400 mil assinaturas ser ignorada pelos poderosos, eles pretendem adotar nova estratégia: colocar outdoors pedindo a volta do diretor ao redor dos parques temáticos da Disney. Um grupo de fãs começou uma campanha de financiamento com este objetivo no site Go Fund Me, visando inicialmente arrecadar US$ 2 mil para colocar outdoors ao redor dos parques da Disney na Flórida e na Califórnia. Em seis dias no ar, a campanha já superou seu objetivo, estabelecendo um novo teto de US$ 6 mil para cobrir inteiramente as áreas definidas. O plano dos organizadores é colocar os outdoors durante a época de Natal, quando os parques da Disney enfrentam pico de lotação. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, depois que tuítes de humor impróprio sobre pedofilia e estupro, escritos há uma década, foram trazidos à tona pela extrema direita americana. Horn classificou os posts como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e a petição dos fãs na internet. Recentemente, o CEO da Disney, Robert Iger, afirmou ter apoiado a decisão de demitir o cineasta. “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que originalmente deveria chegar aos cinemas em 2020, continua sem diretor. Além disso, o trabalho de pré-produção do longa foi cancelado, com a dispensa de todos os que trabalhavam no desenvolvimento de figurinos, cenários e efeitos visuais.
Crossover de Arrow, The Flash e Supergirl terá personagem clássico da Crise nas Infinitas Terras
Os produtores de “Elseworlds”, próximo crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, anunciaram a escalação de um personagem que vai deixar os fãs dos quadrinhos alarmados. O ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) vai interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor. Ele é descrito pelos responsáveis pelo crossover como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama. Nos quadrinhos da DC Comics, os monitores estão encarregados de observar o Multiverso, ocasionalmente intervindo em tempos de crise. O título “Elseworlds” – nome de um selo para histórias alternativas dos heróis da editora, independentes da cronologia oficial – , sugere a inclusão de Terras paralelas. Mas é a palavra “infinito” da sinopse que sela o direcionamento. O Monitor foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez, mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980, com sua transformação em Novos Titãs e a introdução de diversos personagens, como o Ciborgue, vivido por Ray Fisher no filme da Liga da Justiça. Segundo a WBTV (Warner Bros Television), Pérez vai, inclusive, ilustrar algumas artes do crossover. A história em que Pérez desenhou o Monitor é, claro, uma das mais conhecidas dos quadrinhos. O personagem teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso de todos os tempos, concebido para materializar o primeiro reboot dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da editora, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recria uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl” (é a imagem acima). Nos quadrinhos, a solução para eliminar o conceito do Multiverso foi uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todos os universos paralelos, reunindo alguns poucos sobreviventes de outras dimensões na única Terra sobrevivente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime), evento tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando a lembrança de outras Terras. Tudo precipitado pela curiosidade de um cientista e seu desejo de conhecer a origem de tudo. “Crise nas Infinitas Terras” revela que, ao viajar no tempo até o big bang, o homem chamado Kronas foi responsável por criar o Multiverso, dando origem também a duas entidades poderosas, o Monitor e sua antítese, o Antimonitor. Enquanto o primeiro simboliza o encantamento com a criação original, o segundo visa sua destruição, obcecado pela entropia universal. E para enfrentar esta ameaça, o Monitor recruta todos os super-heróis do Multiverso, que precisam unir forças e fazer sacrifícios brutais para impedir o fim de tudo. A história ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – e, alguns reboots depois, também já voltaram à ativa nas publicações da DC. Estariam os produtores planejando transformar “Elseworlds” na versão do Arrowverso da “Crise nas Infinitas Terras”? Provavelmente não, já que o conceito de “Elseworlds” é mais lúdico, similar ao contexto que rende uma multiversidade de Harrisons Wells em “The Flash”. Mas há grande probabilidade de “Elseworlds” ser um prelúdio para a verdadeira “Crise nas Infinitas Terras”, indicando que o próximo crossover televisivo já estaria determinado: um megaevento como nunca se viu antes na TV. Dividido em três episódios, o crossover irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.
Primeiro trailer legendado de X-Men: Fênix Negra é origem dramática de supervilã
A Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “X-Men: Fênix Negra”. Bastante dramática, a prévia ignora completamente a sinopse anteriormente divulgada. Não há viagem espacial, acidente que desperta superpoderes escondidos ou qualquer outra referência à historia clássica dos quadrinhos que batiza o filme. Em vez disso, surgem cenas da origem de uma nova supervilã: Jean Grey. O trailer é todo focado na transformação da heroína na vilã Fênix Negra, mostrando sua evolução desde a infância até sua explosão de raiva contra a humanidade e o momento em que os X-Men decidem enfrentá-la. Vale destacar que os personagens usam uniformes inspirados nos desenhos de Frank Quitely do início dos anos 2000, caracterizado por um “X” amarelo bem grande no peito. O que também não combina com a trama original. Esta é a segunda adaptação cinematográfica da “Saga da Fênix Negra”, criada por Chris Claremont, Dave Cockrum e John Byrne em 1980. A nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg ainda é responsável pela direção, em sua estreia na função. O filme mantém os intérpretes de “X-Men: Apocalipse” (2016), Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). As cenas de flashback ainda destacam a precoce Summer Fontana (a versão mirim de Hope Michaelson em “The Originals”). E Jessica Chastain (“A Grande Jogada”) vive uma vilã misteriosa. A estreia está marcada para 14 de fevereiro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos.
Um Pequeno Favor destaca-se entre as 13 estreias de cinema da semana
Muitos filmes, 13 ao todo, estreiam nesta quinta (27/9). O que chega em mais cinemas é a animação “PéPequeno”, que segue de perto a fórmula de “Monstros S.A.” ao exibir monstros assustados com seres humanos. Não é Pixar, mas tem um mensagem de valorização da capacidade crítica que é bem mais profunda que as músicas de sua trilha. Para os adultos, o destaque da semana é “Um Pequeno Favor”, uma comédia criminal de suspense que explora o “mommy noir”, o subgênero das mamães detetives. A trama traz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) como uma mamãe vlogger que resolve investigar o súbito sumiço de sua nova melhor amiga sofisticada, vivida por Blake Lively (“Águas Rasas”). Cheio de reviravoltas e muita diversão, surpreende principalmente por ser uma obra do diretor Paul Feig, conhecido pelas comédias mais populares de Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”). Seu primeiro filme sem a atriz, desde “Missão Madrinha de Casamento” (2011), interdita as piadas escatológicas em favor de uma atmosfera hitchockiana e chique, regada a martinis. Melissa McCarthy, por sinal, também está na programação, investigando assassinatos de fantoches em “Crimes em Happytime”. Infelizmente, a premissa reciclada de “Uma Cilada para Roger Rabbit” é completamente desperdiçada, ao sujeitar as marionetes suspeitas às piadas escatológicas de costume. Uma das grandes decepções do ano. Completa a relação de produções hollywoodianas “A Primeira Noite de Crime”, prólogo da franquia “Uma Noite de Crime”, que tem violência suficiente para saciar os fãs de filmes B. A seleção brasileira também é sortida, mas “10 Segundos para Vencer” é a principal atração. Cinebiografia do boxeador Éder Jofre, maior campeão e ídolo do boxe do Brasil, traz Daniel de Oliveira (que já foi até Cazuza no cinema) como protagonista e se foca no relacionamento do lutador com o pai, o exigente treinador Kid Jofre (Osmar Prado, premiado no Festival de Gramado). Dirigido por José Alvarenga Jr. (“Divã”, “Cilada.com”), o filme acompanha a jornada de Éder ao título mundial dos galos, nos anos 1960, a interrupção precoce em sua carreira para curtir a vida com a mulher e os filhos, e também o retorno triunfal aos ringues para um novo título mundial. A lista tem até um musical sertanejo, “Coração de Cowboy”, com Gabriel Sater, filho do violeiro Almir Sater, que resulta melhor que a sinopse. E um indefectível besteirol romântico, “O Homem Perfeito”, no nível dos filmes da produtora Downtown, que geralmente mostram mulheres desesperadas com medo de ficarem sem homens. Às vezes, as tramas também as retratam como megeras revoltadas. A nova história combina as duas situações, pois não perde a chance de mostrar Luana Piovani (que já foi “A Mulher Invisível”) como uma espremedora de masculinidade – tem até cena literal de “ball busting”, como diriam os gringos. A história ainda é uma inversão da premissa de “Qualquer Gato Vira-Lata”, das mesmas roteiristas (Tati Bernardi e Patricia Corso), demonstrando que, sim, comédia brasileira parece tudo igual. A opção alternativa é “A Moça do Calendário”, filme de arte, que alguns críticos chamam de libertário e comparam até à poesia, talvez por ser narrado pela própria diretora – a veterana atriz Helena Ignez (“Ralé”) – com palavras como “subcapitalista” e “pirâmide social”. Mas o destaque do circuito limitado pertence ao uruguaio “Uma Noite de 12 Anos”, premiado no Festival de Berlim. O longa de Álvaro Brechner (“Sr. Kaplan”) conta a terrível história real da prisão de José Mujica e dois amigos, que passaram os 12 anos do título como prisioneiros políticos. O longa explora as torturas do cativeiro, reforçando a mensagem política de resistência à ditadura. Mujica não só resistiu como virou presidente de seu país. Por fim, vale mencionar ainda que toda a renda obtida com a venda de ingressos de “O Que de Verdade Importa” será revertida para instituições que cuidam de crianças com câncer no país. Trata-se de um caso raro, em que o público não joga dinheiro fora mesmo se odiar o filme. Tem mais. Confira abaixo as sinopses e veja os trailers para conhecer todas as estreias da semana. PéPequeno | EUA | Animação Um Yeti, também conhecido como Pé Grande, está convencido de que as criaturas evasivas conhecidas como “seres humanos” ou Pé Pequeno realmente existem. Um Pequeno Favor | EUA | Suspense Stephanie (Anna Kendrick) é uma jovem mãe que divide o tempo entre a criação do filho e o trabalho como vlogueira. Quando sua melhor amiga Emily (Blake Lively) desaparece, ela parte em uma jornada para descobrir o motivo. Crimes em Happytime | EUA | Comédia Phil Phillips é um ex-policial fantoche que agora trabalha como detetive particular. Após seu irmão ser assassinado, ele descobre que o responsável é um serial killer que pretende eliminar todos os integrantes do “The Happytime Gang”, série de TV de fantoches de grande sucesso nos anos 1980. Para investigar o caso, Phil é obrigado a trabalhar com sua ex-parceira Connie Edwards (Melissa McCarthy), responsável por sua expulsão da polícia, anos atrás. A Primeira Noite de Crime | EUA | Suspense Prólogo da franquia “Uma Noite de Crime” mostra como tudo começou. Quando um novo partido político chega ao poder, é anunciado um novo experimento social. São 12 horas sem lei, em que o governo incentiva as pessoas a perderem toda e qualquer inibição. 10 Segundos para Vencer | Brasil | Drama Cinebiografia de Eder Jofre, conhecido como “Galinho de Ouro”, por ter sido eleito o maior peso galo da história do boxe. Nem a infância difícil no bairro do Peruche, em São Paulo, conseguiu deter Eder, que se consagrou campeão mundial em 1961, nos Estados Unidos, e se tornou um dos maiores boxeadores de todos os tempos. O Homem Perfeito | Brasil | Comédia Diana (Luana Piovani), aos 42 anos, é uma mulher bem-sucedida, com uma carreira estruturada, culta e que mantém um casamento feliz com seu marido (Marco Luque). Ao menos, é o que ela acha – até que descobre que ele está lhe traindo com uma jovem aspirante a bailarina, de 23 anos. Coração de Cowboy | Brasil | Musical Lucca (Gabriel Sater) é um cantor sertanejo conhecido por suas músicas “chicletes” compostas a partir das demandas de sua empresária, Iolanda (Françoise Forton), e não pelos seus sentimentos e gostos musicais. Depois de um desentendimento na gravação de seu novo disco, Lucca foge da cidade grande e volta ao interior, onde ele procura inspirações para voltar a compor canções mais autênticas e, assim, se reconectar com seu pai (Jackson Antunes). Na volta, Lucca também encontra uma antiga parceira de composições e amor de infância (Thaila Ayala) com quem vai tentar reatar laços. A Moça do Calendário | Brasil | Drama Sem emprego fixo, o quarentão Inácio (André Guerreiro Lopes) trabalha como dublê de dançarino à noite e mecânico durante o dia. Quando não está nas pistas ou operando veículos, seus pensamentos voam para um relacionamento platônico para a bela garota que estampa o calendário da oficina. Uma Noite de 12 Anos | Uruguai | Drama 1973, Uruguai. José Mujica (Antonio de la Torre), Mauricio Rosencof (Chino Darín) e Eleuterio Fernández Huidobro (Alfonso Tort) são militantes dos Tupamaros, grupo que luta contra a ditadura militar local. Eles são presos em ações distintas e encarcerados junto a outros nove companheiros, de forma que não possam sequer falar um com o outro. Ao longo dos anos, o trio busca meios de sobreviver não só à tortura, mas também ao encarceramento que fez com que ficassem completamente alheios à sociedade, sem a menor ideia se um dia seriam soltos. O Que de Verdade Importa | Espanha, Canadá | Drama Alec Bailey é um engenheiro frustrado que vive em Londres. Ele trabalha consertando eletrodomésticos, mas o dinheiro que ganha não é suficiente para pagar as suas contas. Tudo muda quando um tio distante aparece em sua vida com uma proposta irrecusável: pagar todas as dívidas de Alec desde que ele se mude para Nova Escócia, no Canadá, por um ano. Sem muitas alternativas, o jovem aceita o acordo e inicia uma jornada de descoberta. Sansão | Estados Unidos | Religioso Sansão (Taylor James) é um homem com uma força sobrenatural que recebeu um chamado divino para libertar seu povo da escravidão. Quando ele perde seu amor para um cruel príncipe filisteu, o jovem hebreu parte em uma jornada, sacrificando o que for preciso para vingar seu amor, seu povo e seu Deus. A Fábrica de Nada | Portugal | Comédia Uma noite, os trabalhadores de uma fábrica de elevadores em Portugal veem as máquinas serem colocadas em furgões e levadas. Sem conseguirem impedir a ação, eles questionam os patrões e descobrem que os equipamentos estão sendo transportados a fábricas mais baratas. A intenção é fechar o local, deixando dezenas de trabalhadores desempregados. Começa a luta do grupo para manter seus empregos, sua dignidade e questionar o sistema que permite que essa situação aconteça. Marcha Cega | Brasil | Documentário Durante as manifestações que ocorreram em São Paulo nos últimos anos, a Polícia Militar foi responsável por agredir violentamente, ferir e prender uma série de manifestantes. Através do uso excessivo de gás lacrimogêneo e outras técnicas duvidosas, a cidade transformou-se em um verdadeiro campo de batalha e as marchas, inicialmente pacíficas, foram consumidas pela violência derivada das forças policiais.
Crossover de Arrow, The Flash e Supergirl ganha título sugestivo
A DC Comics revelou nesta quarta-feira (26/9) o título do crossover anual de suas séries de super-heróis. Batizado de “Elseworlds”, o título referencia um selo da DC que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos. A imagem divulgada até utiliza o logo do selo da DC como ilustração do crossover. Veja abaixo. Nas histórias publicadas com a marca Elseworlds, os roteiristas tem liberdade para imaginar os heróis da editora em situações e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O fato de se chamar “Elseworlds”, levar os heróis a Gotham City e introduzir a Batwoman (vivida por Ruby Rose, de “Megatubarão”) sugere que a trama pode se passar em uma Terra paralela, já que não há menção a Batman na produção. As séries que formam o Arrowverse já estabeleceram que Supergirl não vive na mesma Terra que Flash e Arqueiro Verde, e o crossover do ano passado revelou a Terra X, onde os nazistas venceram a 2ª Guerra Mundial. Mas uma curiosidade relacionada a esta linha editorial é que a próxima temporada de “Supergirl” já vai adaptar uma história dos Elseworlds, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. Neste ano, o crossover da DC vai incluir “apenas” três séries: “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” , deixando “Legends of Tomorrow” de fora do encontro. Além da Batwoman, que depois deverá ganhar sua própria série, o crossover também contará com as participações de Superman e Lois Lane, com Tyler Hoechlin reprisando o papel do Homem de Aço (que ele já desempenhou em “Supergirl”) e Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter. Dividido em três episódios, o crossover irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner. It's OFFICIAL! This year's #DCTV crossover event will be titled "Elseworlds," coming to @CW_TheFlash, @CW_Arrow and @TheCWSupergirl this December! #Elseworlds pic.twitter.com/t31wimGska — DC (@DCComics) 26 de setembro de 2018
Mark Hamill aparece irreconhecível em sua primeira foto na série Knightfall
O History Channel divulgou a primeira foto de Mark Hamill caracterizado como seu personagem da 2ª temporada da série “Knightfall”. Irreconhecível, o intérprete de Luke Skywalker nos filmes de “Star Wars” ficou parecendo o Gandalf de “O Senhor dos Anéis”, com barba e cabelos longos e grisalhos, além de exibir uma cicatriz no rosto. O personagem de Hamill é Talus, um cavaleiro veterano da Ordem dos Templários, que se torna mentor do protagonista Landry (Tom Cullen, visto em “Downton Abbey”) enquanto ele passa por seu treinamento. “Knightfall” foi um dos lançamentos mais bem-sucedidos da TV paga americana em 2017, com uma média de 2 milhões de telespectadores por episódio (durante três dias contínuos de exibição). A série conta a história da ordem dos Templários, formada por cavaleiros das Cruzadas com o propósito original de libertar a Terra Santa e, após a conquista de Jerusalém, proteger os cristãos que faziam peregrinações ao local. Ficaram conhecidos como Templários em decorrência do local em que se estabeleceram (o monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa). O fervor religioso os tornou poderosíssimos, aumentando seus seguidores e riquezas, por meio de doações de terras e financiamento de suas campanhas. Mas isto causou inveja entre os monarcas da Europa, que alimentavam rumores sobre suas supostas atividades secretas, envolvendo relíquias descobertas na Terra Santa. Como mostrou a 1ª temporada, sua principal missão é encontrar o Cálice Sagrado, também conhecido como Santo Graal, que teria sido usado por Jesus Cristo durante a Santa Ceia. O destino desses guerreiros religiosos foi trágico, como a série começa a demonstrar, após o rei Filipe IV de França passar a persegui-los para apossar-se de suas riquezas e aumentar seu próprio poder. A traição aconteceu numa sexta-feira 13 de 1307, razão pela qual as sextas-feiras 13 têm sido lembradas, mais de 700 anos depois, como amaldiçoadas. Curiosamente, a série foi concebida pelo ator Jeremy Renner (“Os Vingadores”) em parceria com o produtor Don Handfield (do thriller “O Mensageiro”, estrelado por Renner) e o roteirista Richard Rayner (“Absolutamente Los Angeles”). O elenco também contra com Pádraic Delaney (“O Homem que Viu o Infinito”), Sarah-Sofie Boussnina (série “Bron/Broen”), Simon Merrels (série “Spartacus”), Olivia Ross (minissérie “War and Peace”), Julian Ovenden (“Amor e Revolução”), Ed Stoppard (“Juventude”), Sabrina Bartlett (série “Da Vinci’s Demons”) e Bobby Schofield (“Mar Negro”). A 2ª temporada de “Knightfall” está atualmente sendo gravada na cidade de Praga, na República Tcheca, e só vai estrear no ano que vem. No Brasil, a série também é exibida pelo History Channel.
Trailer legendado de Creed II resgata vilão clássico de Rocky IV
A Warner divulgou novas fotos oficiais e o segundo trailer legendado de “Creed II”, sequência do filme de 2015, que traz Adonis Creed (Michael B. Jordan) em sua luta mais perigosa, novamente com o apoio de Rocky Balboa, o icônico personagem de Sylvester Stallone. A prévia explora a tensão que cerca o próximo desafio do jovem campeão, pessoal demais para ignorar. O drama continua a acompanhar os passos de Adonis, filho de Apollo Creed, para seguir a trajetória vitoriosa de seu pai no boxe. Entretanto, desta vez seu adversário tem uma conexão com a morte de Apollo, o que só vai estimular ainda mais sua vontade de vencer. O roteiro é assinado pelo próprio Stallone em parceria com Cheo Hodari Coker (criador da série “Luke Cage”) e resgata o vilão de “Rocky IV”, Ivan Drago, novamente vivido por Dolph Lundren. A luta de Adonis será contra o filho de Drago, encarnado no longa pelo boxeador romeno Florian Munteanu. O elenco também traz de volta Tessa Thompson como Bianca, que agora tem um filho com Adonis. Dirigido por Steven Caple Jr. (“The Land”), “Creed II” tem estreia prevista para novembro nos Estados Unidos, mas só chega em janeiro de 2019 no Brasil.
Warner troca etnias de Canário Negro e Caçadora ao anunciar elenco do filme Aves de Rapina
“Aves de Rapina” nem começou a ser rodado, mas já causa controvérsia entre os fãs da DC Comics. É que a Warner cumpriu a ameaça e escalou a atriz Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), que é negra, para viver a heroína Canário Negro, branca nos quadrinhos – e na série “Arrow”, santa descontinuidade. O motivo, segundo o site The Hollywood Reporter, foi diversificar o elenco para refletir o público de cinema atual. Bonito. Mas aí o estúdio fez o seguinte: escalou a atriz Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), que é branca, para viver a heroína Caçadora, que no mais recente reboot da DC Comics ressurgiu negra nos quadrinhos. Como motivo, é possível escolher as seguintes opções: desconhecimento total do que a DC Comics publica, pouca importância para o que a DC Comics publica, a Warner sendo Warner em sua missão de destruir a viabilidade da DC Comics no cinema, as mães das duas personagens se chamam Martha, o que não tem nada a ver com nada. A preferida do estúdio, porém, parece ser uma citação sofista, a respeito de etnia não ser importante na definição dos personagens. A menos que se trate, claro, do Pantera Negra. Ou de uma adaptação de quadrinhos japoneses com Scarlett Johansson. Enfim… Estas personagens vão se juntar à Arlequina vivida por Margot Robbie (repetindo seu papel de “Esquadrão Suicida”), uma Batgirl asiática – que, por incrível que pareça, reflete os quadrinhos – e uma policial latina, resultando numa produção de protagonistas mais diversificados que o drama indie mais engajado do ano, ainda que oficialmente “Aves de Rapina” seja um filme de super-heróis. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e com direção da cineasta chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), o lançamento está marcado para fevereiro de 2020.
Manifest bate recorde de audiência e vira primeira estreia de sucesso da nova temporada de séries nos EUA
A temporada de outono (fall season) começou oficialmente na segunda-feira (24/9) nos Estados Unidos e já registrou as primeiras estreias de sucesso na TV americana. No primeiro dia de exibição de novos programas, “Manifest” surpreendeu com uma audiência muito acima do esperado, assistida por 10,3 milhões de telespectadores ao vivo às 22h, e marcando 2,2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). A TV americana não via um sucesso de sci-fi deste porte desde “Lost”, produção com a qual “Manifest” tem sido comparada, já que também trata de passageiros de um avião desaparecido. A diferença é que, em vez de chegarem numa ilha misteriosa, os protagonistas da nova série pousam em seu destino original… muitos anos depois. “Manifest” teve desempenho inesperado por aumentar o público da NBC após a exibição do carro-chefe “The Voice”. A série foi vista por quase um 1 milhão de pessoas a mais que a audiência do reality de competição musical e atingiu um recorde, como a maior estreia da rede em três anos. Em todo o dia, a novata só perdeu para os retornos de “The Big Bang Theory” (12,5 milhões) e “Young Sheldon” (10,5 milhões) na rede CBS, exibidos mais cedo. A estreia de “Magnum P.I.”, remake da série de sucesso dos anos 1980, também teve um bom começo em números gerais na CBS, assistida por 8 milhões de telespectadores. Entretanto, não conseguiu reter o público das séries que a precederam e quem a sintonizou não foi muito qualificado – isto é, a maioria ficou fora da demo. O novo “Magnum” marcou apenas 1,2 ponto na demo – cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Ficou, inclusive, abaixo dos 1,4 pontos da volta de “Good Doctor”, que, por sua vez, registrou a menor audiência de toda a série na estreia de sua 2ª temporada, com 7,78 milhões de telespectadores. Já na terça-feira (25/9), a CBS voltou a contar com a eficácia do produtor Dick Wolf (criador das franquias “Law & Order” e “Chicago”) para lançar sua nova série procedimental “F.B.I”. A atração foi vista por 10,3 milhões de telespectadores. Mas também teve dificuldades na demo, registrando 1,3 ponto. Este paradoxo é uma característica atual das séries procedimentais – que costumam tratar de um caso (geralmente criminal) por episódio – , vistas por um público mais velho. Para ter uma comparação, a estreia da 2ª temporada de “This Is Us” atraiu quase o mesmo público na rede NBC: 10,4 milhões. Porém, registrou 2,9 pontos na demo. A NBC ainda exibiu a outra estreia do dia, “New Amsterdam”, assistida por 8,4 milhões. Mas se a série médica perdeu em quantidade de telespectadores para “F.B.I”, venceu com folga na demo, com 1,9 ponto. Para completar, a Fox lançou a 3ª temporada de “Lethal Weapon” (“Máquina Motífera”) e a 2ª de “The Gifted”, ambas com queda de audiência em relação às temporadas anteriores. No caso de “The Gifted”, os 2,6 milhões da sintonia representaram o segundo pior público de toda a série. Mas seus telespectadores são jovens, o que rende melhor posicionamento na demo que “Lethal Weapon” – 0,9 contra 0,8 ponto – , apesar de a série policial ter sido vista por 3,4 milhões ao vivo. Decisões sobre renovações e cancelamentos dão mais peso ao público da demo que à audiência total. Clique nos títulos destacados das séries para saber mais sobre cada uma delas.
Fear the Walking Dead: Vídeos e fotos revelam detalhes do final da 4ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou 22 fotos uma cena e um trailer promocional do último episódio da 4ª temporada de “Fear the Walking Dead”. A prévia volta a destacar a ameaça da assassina lunática chamada Martha (Tonya Pinkins), a fuga solitária de Al (Maggie Grace), o cerco dos morto-vivos aos sobreviventes e o desespero de Morgan (Lennie James) enquanto tenta salvar todo mundo. A série tem voltado a atrair público, após perder metade da audiência conquistada na estreia da temporada, vista por mais de 4 milhões de telespectadores. O desinteresse, que refletiria a saída de dois personagens do elenco original, mortos na trama, levou ao encolhimento da sintonia, que chegou a 1,5 milhão há quatro semanas. Mas, desde então, reverteu a tendência de queda e passou a registrar mais público a cada episódio. O capítulo do domingo passado foi o primeiro a registrar mais de 2 milhões de telespectadores desde a midseason. Intitulado “…I Lose Myself”, o capítulo final da 4ª temporada será exibido no próximo domingo (30/1) nos Estados Unidos e na segunda-feira no Brasil, também pelo canal pago AMC. “Fear the Walking Dead” já está renovada para a 5ª temporada.
Bodyguard encerra 1ª temporada como maior sucesso da TV britânica desde Downton Abbey
A série inglesa “Bodyguard”, estrelada por Richard Madden (“Game of Thrones”) e Keeley Hawes (“Line of Duty”), encerrou sua 1ª temporada com recorde de audiência no domingo passado (23/9). A exibição do último episódio no canal BBC One registrou o maior público de uma série dramática da TV britânica desde o auge de “Downton Abbey”, com 11 milhões de telespectadores. “Bodyguard” virou um fenômeno ao registrar crescimento constante de audiência ao longo de seus seis capítulos. A série tinha estreado com 6,7 milhões de telespectadores, sendo que outros 3 milhões assistiram as reprises – números que já faziam de “Bodyguard” a maior estreia da TV britânica em mais de uma década. Criada por Jed Mercurio (do sucesso “Line of Duty”), “Bodyguard” traz Richard Madden como o personagem-título. Ele interpreta David Budd, um veterano de guerra que agora trabalha como guarda-costas, conquistando destaque como especialista na proteção de políticos e da realeza na Polícia Metropolitana de Londres. Quando é designado a proteger a ambiciosa e poderosa Secretária do Estado Julia Montague (Keeley Hawes), cuja política representa tudo o que ele despreza, Budd se vê dividido entre seu dever e suas crenças. A série vai chegar ao Brasil em 24 de outubro, pela Netflix, que negociou com a BBC os direitos de distribuição internacional. Veja abaixo o trailer da estreia original no canal BBC One.
Série premiada Killing Eve vai chegar no Brasil pelo GloboPlay
Após lançar com exclusividade “The Good Doctor”, o GloboPlay vai trazer “Killing Eve” ao Brasil. Série nova mais elogiada da temporada passada, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, indicada a dois Emmys e premiada como a Melhor de 2018 pela Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos (TCA), “Killing Eve” não foi só um fenômeno de crítica. A atração encerrou sua 1ª temporada com uma façanha raríssima, ao conseguir aumentar seu público em todos os episódios exibidos. Isto significa que cada capítulo foi visto por mais pessoas que o anterior, o que fez o final da temporada ter 85% mais telespectadores que a sintonia da estreia. A série também quebrou recorde na plataforma digital do canal pago BBC America, que a produz, tornando-se o programa mais assistido da história de seu serviço de streaming. Na versão digital, “Killing Eve” é a única série da BBC America que atingiu mais de 1 milhão de espectadores por episódio. Criada pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”) e estrelada por Sandra Oh (série “Grey’s Anatomy”) e Jodie Comer (série “The White Princess”), a série é baseada no romance homônimo de Luke Jennings e gira em torno de duas mulheres: Eve (Oh), uma oficial de segurança do MI5, o serviço secreto britânico, cujo trabalho burocrático não cumpre suas fantasias de ser uma espiã, e Villanelle (Comer), uma assassina talentosa que se apega aos luxos que seu trabalho violento lhe dá. Essas duas mulheres ferozmente inteligentes se tornam obcecadas uma com a outra e acabam se envolvendo em um jogo perigoso de gato e rato. O elenco também inclui Fiona Shaw (série “True Blood”), Kirby Howell-Baptiste (“Downward Dog”), Kim Bodnia (“The Bridge”) e David Haig (“Penny Dreadful”). A série rendeu a Sandra Oh sua sexta indicação ao Emmy — a primeira como atriz principal, o que a transformou na primeira atriz de origem asiática reconhecida na categoria. A 1ª temporada conta com oito episódios, e a 2ª já está confirmada para 2019. Em entrevista para o site Meio & Mensagem, João Mesquita, responsável pelo GloboPlay, prometeu a estreia de “Killing Eve” até o final do ano na plataforma. Ele também confirmou a disponibilização da série clássica “House” e disse que outras novidades serão anunciadas em breve, com o objetivo de atingir 100 títulos novos até dezembro deste ano.












