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  • Série

    1983: Primeira série polonesa da Netflix ganha novo trailer legendado

    8 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o novo trailer legendado de “1983”, primeira série polonesa da plataforma. A premissa lembra “O Homem do Castelo Alto”, ao contar uma versão alternativa da História, em que um conflito teve resultado diferente da realidade. No caso, o fim do comunismo. Apesar do título, a trama acontece em 2003, duas décadas após um atentado terrorista impedir a Polônia de se tornar independente da União Soviética. Os personagens centrais são um estudante de Direito e um policial que descobrem a conspiração dos anos 1980 que fez com que o país continuasse sendo um estado comunista da Cortina de Ferro em pleno século 21. O elenco polonês inclui Maciej Musial (“Hotel 52”), Andrzej Chyra (“Estados Unidos Pelo Amor”), Michalina Olszanska (“Eu, Olga Hepnarová”), Agnieszka Zulewska (“Perdoai as Nossas Dívidas”), Robert Wieckiewicz (“Walesa”), Helena Sujecka (“Agnus Dei”), Miroslaw Zbrojewicz (“O Forasteiro”) e Zofia Wichlacz (“Rastros”). Criada por Joshua Long (“Scary Stories to Tell in the Dark”) e produzida por Frank Marshall (“Jurassic World”), Robert Zotnowski (“House of Cards”) e a cineasta Agnieszka Holland (“Rastros”), que também assina a direção de episódios, “1983” tem estreia marcada para 30 de novembro.

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  • Série

    Michael Peña e Diego Luna se enfrentam em novo trailer legendado e 34 fotos de Narcos: México

    8 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou três pôsteres, 34 fotos e um novo trailer legendado da volta de “Narcos”, que passará por uma reinvenção completa ao mudar a ação para um país diferente e apresentar novos personagens. Michael Peña (“Homem-Formiga) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) lideram o elenco, totalmente renovado em relação aos anos anteriores. O personagem interpretado por Luna é Miguel Ángel Félix Gallardo, também conhecido como El Jefe dos Jefes ou El Padrino (como o filme “O Poderoso Chefão” ficou conhecido no México), fundador do primeiro cartel de Guadalajara nos anos 1980. A principal ameaça a seus objetivos será encarnada por Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), intérprete do agente do DEA (departamento de combate à drogas dos EUA) Enrique “Kiki” Camarena, que se infiltra no cartel para derrubá-lo. Como os personagens são reais não é difícil saber como esse conflito acaba. Nada bem. Mas com impacto capaz de motivar uma 5ª temporada. Por curiosidade, os dois astros da temporada trabalharam juntos anteriormente na cinebiografia dramática “Cesar Chavez” (2014), que Peña protagonizou e Luna dirigiu. A 1ª temporada de “Narcos: México” – ou 4ª temporada de “Narcos” – estreia em 16 de novembro em streaming.

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  • Filme

    Versão de Mogli dirigida por Andy Serkis ganha trailer legendado e data de estreia

    8 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional, fotos e o novo trailer legendado de “Mogli – Entre Dois Mundos” (Mowgli – Legend of the Jungle), o primeiro desde que a plataforma adquiriu a produção da Warner, que revela sua data de estreia. E já se nota uma mudança de estratégia. Enquanto os vídeos anteriores se dedicavam a demonstrar as diferenças técnicas e de tom entre este trabalho e o recente filme da Disney, lançado em 2016, a nova prévia toma outro rumo e enfatiza aspectos narrativos que distanciam os dois longas, deixando o novo parecendo uma continuação. A opção se torna ainda mais clara pela escolha do título nacional, que remete ao drama visualizado no trailer atual, com Mogli dividido entre a selva que o criou e a civilização que o acolheu. Um pouco como Tarzan. Ao negociar a produção com a Netflix, a Warner evitou a comparação difícil de sua obra com o filme da Disney, que estourou bilheterias e encantou público e crítica há apenas dois anos. O Mogli da Disney, com direção de Jon Favreau, fez tanto sucesso que terá, inclusive, uma continuação real nos cinemas. Já o Mogli que foi parar no streaming tem direção de Andy Serkis, o intérprete de César na franquia “Planeta dos Macacos”, que além ficar atrás das câmeras também dá vida, via captura de movimentos, ao urso Baloo (Balu). O elenco de vozes originais ainda incluiu grandes astros, como Christian Bale (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”), Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Peter Mullan (série “Ozark”) e Naomie Harris (“Moonlight”). O menino Mogli é interpretado por Rohan Chand (“A 100 Passos de um Sonho”) e o elenco humano ainda inclui Freida Pinto (“Planeta dos Macacos: A Origem”) e Matthew Rhys (série “The Americans”). A estreia vai acontecer em 7 de dezembro na Netflix.

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  • Música

    Clipe de Pabllo Vittar traz cantor animado com música da série Super Drags

    8 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o clipe da música “Highlight”, que Pabllo Vittar canta na série animada “Super Drag”. O vídeo em estilo “cheguei” começa com a versão animada de Vittar na série, a cantora Goldiva, e logo mostra a carne, osso e closes por trás da personagem, com seu arsenal de figurinos e força nas perucas. Além de Pabllo – que, vale lembrar, faz sucesso como drag queen, mas não é transexual – , a série contará com as vozes de ícones LGBTQIA+ brasileiros, como Silvetty Montilla e Suzy Brasil. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série acompanha Patrick, Donny e Ramon, três amigos que trabalham em uma loja de departamento durante o dia. Mas que, à noite, se transformam nas fabulosas drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim para combater os haters com muita purpurina. A animação é para maiores de 16 anos e estreia nesta sexta (9/11) em streaming.

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  • Filme

    Semana concorrida tem O Grinch, Chacrinha, Millennium e Operação Overlord nos cinemas

    8 de novembro de 2018 /

    A programação cinematográfica desta quinta (7/11) está concorridíssima. São quatro estreias com muita divulgação, que disputam espaço num mercado saturado. Três delas chegam aos cinemas brasileiros um dia antes dos Estados Unidos. A quarta é um grande título nacional. E cada uma atrapalha a distribuição da outra. Como resultado, nenhuma tem aquela estreia de blockbuster, em mais de mil telas. O que chega em mais salas tem pouco mais da metade desse alcance. Os demais dividem-se em 200 salas cada. O lançamento mais amplo é “O Grinch”, nova animação sobre a criatura que odeia o Natal. O personagem, que conta com dublagem original do inglês Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), ganhou a entonação baiana de Lázaro Ramos no Brasil. Mais identificado com produções adultas, o ator faz sua primeira dublagem de desenho internacional e finalmente poderá mostrar um de seus filmes para os filhos. O desenho inspirado na criação de Dr. Seuss tem uma abordagem de “malvado favorito”, explorando o mau-humor e maldades cotidianas do personagem-título, que na verdade tem um bom coração, apesar de querer acabar com o Natal. Por sinal, a nova versão foi escrita pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul, que chegam a sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). A crítica norte-americana achou melhor que o filme estrelado por Jim Carrey em 2000 – 63% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já o melhor passatempo, disparado, é “Operação Overlord”. Trata-se de um terror dos bons, com 90% no Rotten Tomatoes e elogios rasgados. Com roteiro de Billy Ray (“Jogos Vorazes”) e Mark L. Smith (“O Regresso”), e direção de Julius Avery (“Sangue Jovem”), o filme acompanha um grupo de soldados americanos durante a 2ª Guerra Mundial, que, ao invadir uma vila francesa ocupada por nazistas, depara-se com uma experiência de cientista louco: a transformação de soldados em mutantes deformados para lutar na guerra. A história sugere um filme B despretensioso e até é reminiscente de “O Exército das Trevas” (Frankenstein’s Army, 2013), mas o orçamento generoso e a direção que enfatiza o suspense e a tensão fazem toda a diferença. A produção é de J.J. Abrams (“Super 8”, “Star Wars: O Despertar da Força”), o Spielberg da atual geração. O terceiro título top americano é “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”. Repleto de cenas de ação, com explosões, tiroteios e perseguições motorizadas, o filme é um reboot acelerado da franquia “Millennium”, que, entretanto, não atinge o mesmo patamar de prestígio de “Os Homens Que Não Amavam As Mulheres” (2011), dirigido por David Fincher e indicado a cinco Oscars. Teve só 54% de aprovação. A trama leva em conta o filme anterior, mas não é uma continuação direta e ainda por cima troca todo o elenco. Difícil imaginar, mas Claire Foy, a intérprete da Rainha Elizabeth II na série “The Crown”, é quem vive a hacker punk bissexual justiceira Lisbeth Salander, papel interpretado por Rooney Mara no filme anterior. E convence, ao menos fisicamente. Também é grande a transformação do jornalista Mikael Blomkvist, coprotagonista da franquia literária. O papel que foi de Daniel Craig se tornou difícil de identificar, após sofrer rejuvenescimento pela escalação do sueco Sverrir Gudnason (“Borg vs. McEnroe”). Mas o principal problema da produção é outro. Como se sabe, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu três livros de suspense centrados na parceria entre Blomkvist e Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, é o quarto livro. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Foi este sucesso que inspirou a Sony a produzir a primeira versão hollywoodiana, mas, apesar de premiado e elogiado pela crítica, o remake de 2011 teve fraco desempenho internacional, porque, obviamente, o mencionado sucesso dos filmes originais já era indicação de que o público-alvo tinha visto as adaptações suecas no cinema e o remake era só uma reprise. “A Garota na Teia de Aranha” era o único dos livros da franquia que nunca foi filmado. E como também virou best-seller, reviveu o interesse da Sony nos personagens. Assim, o estúdio decidiu pular “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, continuações imediadas da trama adaptada no filme de Fincher, para evitar investir em novo remake. O responsável pela adaptação foram os roteiristas Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”), e a direção ficou a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”). Fechando as maiores distribuições, o principal lançamento nacional é “Chacrinha: O Velho Guerreiro”, cinebiografia do famoso apresentador da TV brasileira, que se divide entre o início da carreira de Abelardo Barbosa, quando é interpretado pelo comediante Eduardo Sterblitch, e o final, na pele de Stepan Nercessian. A parte agitada é encarnada por Nercessian, e traz o Velho Guerreiro mergulhado em polêmicas, enquanto é criticado por ser mulherengo, intransigente e surtado. Há cenas de piti, a briga com Boni (diretor da Globo) que levou à sua demissão e a crise no casamento por conta de seu caso com a cantora Clara Nunes – o que por muitos anos foi tratado como fofoca. Logicamente, este não é o fim, pois cinebiografias só terminam quando o personagem do título dá a volta por cima. No caso de Chacrinha, foi uma volta à TV. Além do filme, Nercessian também desempenhou o papel do apresentador nos palcos, em “Chacrinha, o Musical”, e num especial televisivo exibido pela rede Globo em setembro passado, em comemoração ao centenário de Abelardo Barbosa. E, por coincidência ou não, os dois intérpretes do personagem ainda trabalharam juntos nos filmes de “Os Penetras”, que foram dirigidos por Andrucha Waddington, responsável pela cinebiografia atual. Outro lançamento nacional tem destaque na programação. “Todas as Canções de Amor” marca a estreia na ficção da produtora e documentarista Joana Mariani (“A Imagem da Tolerância”) e segue a experiência recente de “Paraíso Perdido”, de usar músicas para contar sua história. Até compartilha um dos atores principais, Júlio Andrade, que volta a demonstrar seus talentos vocais na nova trama – e novamente acompanhado por cantores “de verdade”, desta vez Gilberto Gil. A trama reflete o relacionamento de dois casais que habitaram o mesmo apartamento em tempos distintos, tendo como ligação uma fita K7 com o nome do filme. Ela foi gravada pela personagem de Luiza Mariani (“Um Homem Só”) para o personagem de Júlio Andrade, mas não narra o romance quente do casal e sim o final do relacionamento, com hits famosos como “Baby” (interpretado por Gal Costa), “Codinome Beija-Flor” (Cazuza) e “Você Não Soube Me Amar” (Blitz). As canções evocam uma época em que não havia playlists e as fitas K7 eram o formato possível para se gravar uma coletânea para a pessoa amada. Esta fita sentimental acaba sendo descoberta, anos depois, por um novo casal formado por Marina Ruy Barbosa (novela “Deus Salve o Rei”) e Bruno Gagliasso (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”). Eles se mudam para o antigo apartamento do primeiro par e, assim que passam a tocar as músicas, também começam a refletir seu relacionamento. A cantora Maria Gadú assina a direção musical. Não acabou, mas o restante só chega onde existe “circuito de arte”. Todos têm qualidade, inclusive o terceiro drama brasileiro da programação, “Homem Livre”, primeiro longa de Alvaro Furloni, que envereda pelo suspense psicológico ao acompanhar a paranoia de um ex-presidiário famoso convertido em evangélico (Armando Babaioff, de “Prova de Coragem”). As demais obras de ficção são títulos de prestígio, vencedores de prêmios importantes. Mais intenso da lista, o suspense do italiano “A Garota da Neblina” premiou Donato Carrisi com o David Donatello (o Oscar italiano) de Melhor Diretor Estreante. Cheio de reviravoltas, acompanha a investigação do desaparecimento de uma adolescente numa comunidade rural pelo sempre excelente Toni Servillo (“A Grande Beleza”). O francês “A Prece” rendeu o prêmio de Melhor Ator a Anthony Bajon (“Rodin”) no Festival de Berlim. Ele vive um jovem viciado que entra num programa religioso para dependentes químicos, indo viver numa montanha onde só é permitido trabalhar e rezar. Mas acaba conhecendo uma garota. A obra tem o realismo de um documentário e direção de Cédric Kahn (“Vida Selvagem”). O mexicano “Museu” reencena um crime célebre e em vários pontos lembra o brasileiro “O Roubo da Taça”, mas não é uma comédia. A trama mostra como dois universitários roubaram tesouros históricos inestimáveis do Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México em 1985. Mas se o assalto foi surpreendentemente fácil, livrar-se das obras provou-se impossível. Gael Garcia Bernal (“Neruda”) é um dos assaltantes do filme de Alonso Ruizpalacios (“Güeros”), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Berlim. Completam a programação três documentários, com maior destaque para um filme sobre a história do São Paulo Futebol Clube. Abaixo estão as sinopses oficiais e os trailers de todas as estreias da semana. O Grinch | EUA | Animação O Grinch é um ser verde que não suporta o Natal e, todo ano, precisa aturar que os habitantes da cidade vizinha de Quemlândia comemorem a data. Decidido a acabar com a festa, ele resolve invadir os lares dos vizinhos e roubar tudo o que está relacionado ao Natal. Operação Overlord | EUA | Terror Uma tropa de paraquedistas americanos é lançada atrás das linhas inimigas para uma missão crucial na 2ª Guerra Mundial. Mas, quando se aproximam do alvo, percebem que não é só uma simples operação militar e tem mais coisas acontecendo no lugar, que está ocupado por nazistas. Millennium: A Garota na Teia de Aranha | EUA | Suspense Estocolmo, Suécia. Graças às matérias escritas por Mikael Blomkvist (Sverrir Gudnason) para a revista Millennium, Lisbeth Salander (Claire Foy) ficou conhecida como uma espécie de anti-heroína, que ataca homens que agridem mulheres. Apesar da fama repentina, ela se mantém distante da mídia em geral e levando uma vida às escondidas. Um dia, Lisbeth é contratada por Balder (Stephen Merchant) para recuperar um programa de computador chamado Firefall, que dá ao usuário acesso a um imenso arsenal bélico. Balder criou o programa para o governo dos Estados Unidos, mas agora deseja deletá-lo por considerá-lo perigoso demais. Lisbeth aceita a tarefa e consegue roubá-lo da Agência de Segurança Nacional, mas não esperava que um outro grupo, os Aranhas, também estivesse interessado nele. Chacrinha – O Velho Guerreiro | Brasil | Drama A história de José Abelardo Barbosa (Stepan Nercessian) é narrada desde a época de sua juventude, quando fazia faculdade de medicina e larga tudo para se aventurar como locutor em uma rádio. Depois de então, o filme acompanha a transformação de sua vida e a crianção seu alter ego, Chacrinha, o velho guerreiro. Todas as Canções de Amor | Brasil | Drama Chico (Bruno Gagliasso) e Ana (Marina Ruy Barbosa) se mudam para um novo apartamento em São Paulo. Enquanto arrumam as coisas, ela acha um fita K7 e decide escutar. Trata-se de uma mixtape que Clarisse (Luiza Mariani) fez 20 anos antes para seu marido, Daniel (Julio Andrade). Os dois casais, apesar de distanciados pelo tempo, têm muito em comum. Homem Livre | Brasil | Drama Hélio Lotte já foi rodeado de fama e dinheiro, e esteve por muito tempo no centro dos holofotes. Hoje, livre da cadeia após anos preso por um crime brutal, o ex-ídolo do rock só tem uma intenção: ser esquecido. O que ele não imagina é que, ao se abrigar em uma pequena igreja evangélica, partes do seu passado voltarão à tona trazendo mais um acontecimento ruim. A Garota na Névoa | Itália | Suspense Em uma aldeia alpina no norte da Itália, o Detetive Vogel (Toni Servillo) é chamado para investigar o misterioso caso do desaparecimento de Anna Lou, uma menina de 15 anos de...

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  • Série

    The Walking Dead: Atriz revela que Jadis pretendia sequestrar Negan

    7 de novembro de 2018 /

    A atriz Polyanna McIntosh, intérprete de Anne/Jadis em “The Walking Dead”, fez uma revelação interessante sobre a intenção de sua personagem ao se associar a Negan (Jeffrey Dean Morgan) na 8ª temporada, que também tem a ver com o fato dela manter em segredo seus contatos com o misterioso helicóptero visto na série. Durante um painel da Walker Stalker Con, evento dedicado à série que aconteceu em Atlanta, ela contou que sua personagem tinha planos para capturar Negan e trocá-lo por suprimentos ou sua passagem para longe dali com o pessoal do helicóptero. “Eu tinha planos para pegar o Negan, sim. Eu tinha planos para trocá-lo, mas também era tentador pegar ele para minha segurança. Ele poderia ter sido mais útil para mim como barganha”, comentou McIntosh. Ela também comentou a misteriosa comunicação com o helicóptero por rádio, questionada sobre o que significava ser um integrante do “grupo A e B”. “Funciona como uma ferramente útil para definir dois grupos de pessoas, isso é tudo o que eu posso dizer”, explicou a atriz. Ao final, ela ficou sem ninguém para trocar por sua passagem para longe de Alexandria, e pretendia usar o revólver que carregava para surpreender o piloto e forçá-lo a levá-la embora. Mas teve a sorte de encontrar Rick meio morto, à beira do rio, e o usou como passagem, identificando-o como alguém do grupo B. Assim como Andrew Lincoln, intérprete de Rick, e Lauren Cohan, a Maggie, Polyanna McIntosh não voltará mais a aparecer em “The Walking Dead” nesta temporada. Entretanto, ela estará no filme que revelará o destino de Rick, anunciado no domingo passado (4/11), após a despedida de Andrew Lincoln da série. As filmagens vão começar no começo de 2019 com uma intenção de lançamento para o final do ano.

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  • Série

    Remake da influente série sci-fi The 4400 começa a ser desenvolvido

    7 de novembro de 2018 /

    A cultuada série de ficção científica “The 4400” pode voltar a ser produzida. Mas não será uma continuação. Segundo a revista Variety, a rede CW encomendou um remake, que está sendo escrito pela dupla Taylor Elmore e Craig Sweeny. Os dois trabalharam juntos como produtores e roteiristas de “Limitless”. E Sweeny, que criou “Limitless”, foi roteirista e supervisor de produção da série original, por sua vez criada por René Echevarria e Scott Peters. “The 4400” foi ao ar entre 2004 e 2007 em dois canais diferentes nos Estados Unidos, durando quatro temporadas bastante criativas que até hoje influenciam inúmeras produções televisas, entre elas o atual sucesso da TV americana “Manifest”. A história começava como um episódio de “Arquivo X”, com um casal de agentes federais investigando o surgimento misterioso de 4400 pessoas no mesmo local, após serem dadas como desaparecidas há vários anos. Cada uma dela vinha de épocas diferentes e reaparecia como se o tempo não tivesse passado para elas. Joel Gretsch (que depois estrelou “V: Visitantes”) e Jacqueline McKenzie (atualmente na série australiana “Pine Gap”) viviam os investigadores, mas o destaque acabou sendo o elenco de apoio, com diversos atores de peso, entre eles Mahershala Ali (vencedor do Oscar por “Moonlight”), Patrick John Flueger (“Chicago P.D.”), Billy Campbell (“Helix”, “The Killing”), Megalyn Echikunwoke (“Vixen”), Samantha Ferris (“Salvation”), Laura Allen (“Ravenswood”), Jeffrey Combs (o eterno Herbert West da franquia de terror “Re-Animator”), Peter Coyote (“Law & Order: Los Angeles”), Garret Dillahunt (“Fear the Walking Dead”) e a musa sci-fi Summer Glau (de “Firefly”, “Terminator”, “Dollhouse”, “Alphas” e “Arrow”). Aos poucos, esses desaparecidos começam a manifestar superpoderes, cuja explicação revela uma vasta teoria de conspiração com origem no futuro, sobre como os 4400 seriam a chave para impedir o apocalipse. Entretanto, evocando os X-Men, eles acabavam sendo considerados uma ameaça, perseguidos e tratados como foras-da-lei. A série também fazia um paralelo com a Igreja da Cientologia, ao mostrar um grupo dos 4400 formando uma seita. E acabou com um desfecho bombástico, bastante satisfatório, ainda que os fãs esperassem por uma renovação para a 5ª temporada que jamais veio. De acordo com a Variety, a nova versão será ligeiramente diferente. Em vez de pessoas de várias idades, os desaparecidos serão jovens adultos. E a história terá ligação com o lançamento do satélite Sputnik, pela Rússia, em 1957. Abduzidos misteriosamente no passado, os personagens também não vão reaparecer juntos na floresta, mas nos mesmos lugares em que foram vistos pela última vez. Sem conseguir lembrar de nada do que aconteceu, eles passam a enfrentar uma realidade agressiva, bastante diferente do mundo que conheciam. Por enquanto, apenas o roteiro foi encomendado. A história precisa agradar para que a rede CW banque o piloto, última etapa antes da aprovação ou rejeição do projeto. Caso vire série, a produção estará a cargo da CBS/Paramount Television (sócia da Warner no controle da CW), produtora responsável pela série original.

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  • Filme

    Intérpretes das Princesas da Disney se juntam na première de WiFi Ralph

    7 de novembro de 2018 /

    A Disney reuniu as intérpretes de suas Princesas Encantadas na première de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, animação repleta de personagens do estúdio. A reunião lembra que as Princesas que aparecem no filme são dubladas, em inglês, pelas mesmas vozes que as consagraram em suas animações clássicas. Antes disso, as atrizes só tinham se juntado na D23 Expo (a Comic-Con da Disney) do ano passado, quando anunciaram os planos da animação. O reencontro aconteceu no tapete vermelho do El Capitan, em Los Angeles, na noite de segunda (5/11). A primeira exibição do filme juntou Princesas de várias gerações: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Mandy Moore (Rapunzel) e Auli’i Cravalho (Moana), além de Kate Higgins, que substituiu a aposentada Mary Costa (Aurora) no filme, Jennifer Hale, no lugar da falecida Ilene Woods (Cinderela), e Pamela Ribon, que é roteirista de “WiFi Ralph” e teve a missão de substituir a voz que iniciou essa tradição, no lugar da falecida Adriana Caselotti (Branca de Neve). E, claro, Sarah Silverman, no melhor espírito de Vanellope, também aparece de penetra no meio delas. A festa só não foi completa porque faltaram quatro Princesas: Anika Noni Rose (Tiana), Kelly Macdonald (Merida), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Por sinal, vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Mas esta não é a única curiosidade. Como no filme, que mostra as Princesas pela primeira vez de moletons e trajes de descanso, uma das fotos revela que as atrizes trocaram os saltos atos das fotos do tapete vermelho por tênis confortáveis no interior do cinema. É a primeira da galeria abaixo. Compare. A desculpa narrativa para a reunião monárquica é uma viagem ao reino encantado da internet. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama aproveita para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, juntará pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para 21 de novembro nos Estados Unidos e apenas em 3 de janeiro de 2019 no Brasil.

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  • Filme

    Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 ganha primeiro trailer divertido com novo dublador

    7 de novembro de 2018 /

    A Illumination divulgou o pôster e o primeiro trailer da continuação de “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”. A divertida prévia acompanha um passeio do cão protagonista Max (voz original do humorista Patton Oswalt), que é levado por sua dona ao veterinário e pira ao encontrar outros animais estressados no local, cada um com uma crise comportamental diferente. Vale lembrar que Max era dublado originalmente por outro comediante americano, Louis C.K., que foi demitido da continuação após ser denunciado por abusos sexuais. O vídeo também dá a entender que a produtora irá liderar diversos trailers centrados no ponto de vista de pets diferentes. Fenômeno de bilheterias, o primeiro filme registrou o recorde de maior estreia de animação original na América do Norte e faturou US$ 875,4 milhões em todo o mundo. No Brasil, o longa foi exibido com dublagens de Danton Mello (“Vai que Dá Certo 2”), Tatá Werneck (“Vai que Cola”), Luis Miranda (“Que Horas Ela Volta?”) e Tiago Abravanel (“Amor em Sampa”). Mas não foi divulgado se eles estão bisando seus papéis na continuação. “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2” repete diretor e roteirista, respectivamente Chris Renaud e Brian Lynch, e tem estreia prevista para 27 de junho no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Aquaman ganha coleção de pôsteres com os personagens do filme

    7 de novembro de 2018 /

    A Warner divulgou uma coleção de pôsteres de Aquaman, que destacam individualmente os personagens centrais do filme: Arthur Curry/Aquaman (Jason Momoa), Mera (Amber Heard), Orn/Mestre do Oceano (Patrick Wilson), Atlanna (Nicole Kidman), Vulko (Willem Dafoe), Rei Nereus (Dolph Lundgren) e Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II). Com direção de James Wan (“Invocação do Mal”), “Aquaman” tem estreia marcada para 13 de dezembro no Brasil.

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  • Etc

    Sacha Baron Cohen volta a viver Borat para zoar eleitores de Trump na TV americana

    7 de novembro de 2018 /

    Sacha Baron Cohen retomou seu personagem Borat para zoar os eleitores de Trump, numa gravação ao estilo do filme de 2006, exibida no programa “Jimmy Kimmel Live!” na noite de terça-feira (6/11). Ele voltou ao famoso bigode e guarda-roupa beje do repórter do Cazaquistão para apoiar o partido do presidente Trump em locais de votação marcados por eleitores conservadores, no dia em que aconteceram eleições nos Estados Unidos. Veja abaixo. Em sua primeira visita a um eleitor de Trump, uma mulher atendeu a porta, o que levou Borat a perguntar sobre o “homem da casa”. Quando a mulher respondeu que só ela estava em casa, ele quis saber: “Há alguém nesta casa que possa votar?” Quando ela disse que podia, ele respondeu: “Não é contra a lei? Hm”. No decorrer da conversa, a mulher provou ser uma defensora da polêmica política de “tolerância zero” da Trump, que separava as crianças que haviam entrado ilegalmente nos EUA de seus pais. “É como um acampamento”, disse ela a Borat. “Trump os alimenta três vezes ao dia como ele faz com seus próprios filhos”. Ela chamou Trump de “humanitário”. Em outra parada, um defensor de Trump corrigiu a forma como Borat chamava Trump de “Premier”. “Bem, é o presidente Trump”, disse ele. Borat pressionou o homem sobre se considerava Trump racista, mas o homem afirmou que ele não era. “Eu sou racista e ele é bonzinho”, disse Cohen. No final, ele pediu para usar o banheiro do homem e reapareceu vestindo apenas uma toalha e escovando os dentes. Borat subseqüentemente foi a área de votação. “É bom ver a democracia em ação. Só que não”, afirmou. Citando pesquisas de que a maioria dos judeus americanos votam em democratas, ele colocou bacon nas calçadas e tentou impedir um judeu ortodoxo. “Você não passará”. O homem não lhe deu atenção. Ele também perguntou a um homem perto do local de votação se ele votou “republicano ou judeu” e, em seguida, fez uma pergunta sobre os órgãos genitais de Melania Trump que o homem se recusou a responder. Borat terminou sua aparição, chamando o programa de Kimmel. “Agora, é com você, Jimmy, seu pequeno elitista, porta-voz judeu globalista de Hollywood”. Desde o fenômeno de popularidade do filme de Borat, baseado no personagem criado por Cohen no programa britânico de TV “The Ali G Show”, ele só tinha revivido o personagem uma única vez, e também foi em “Jimmy Kimmel Live!”, em 2015. Neste ano, ele voltou a chamar atenção com seus personagens inusitados no programa “Who Is America?”, em que levou políticos de direita a passarem verdadeiros ridículos, em pegadinhas que entraram para a história da televisão americana.

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  • Filme,  Série

    Breaking Bad vai ganhar capítulo inédito… em filme!

    7 de novembro de 2018 /

    Um novo capítulo de “Breaking Bad” está em sendo escrito pelo criador da série. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, Vince Gilligan está trabalhando em um filme de duas horas, embora a publicação não saiba precisar se ele será lançado nos cinemas ou feito para a televisão. Na verdade, a THR não tem maiores detalhes sobre o projeto. Não está claro se seria um prólogo, ao estilo de “Better Call Saul”, ou uma trama derivada que acompanharia algum dos personagens da trama. Nem há informações sobre se Bryan Cranston ou Aaron Paul estão envolvidas, revivendo seus papéis icônicos de Walter White e Jesse Pinkman. Entre as escassas informações, a THR afirma que Gilligan vai escrever, produzir e possivelmente dirigir o filme, que estaria previsto para começar a ser rodado já no mês que vem no Novo México, mesmo local onde se passava a série original. O New Mexico Film Office confirmou que um projeto com o título de “Greenbrier” está programado para ser filmado na região. Esta é a identificação que a THR afirma ser o título de trabalho do projeto. A premissa do longa seria a fuga de um homem sequestrado e sua busca pela liberdade. Representantes de Gilligan e da Sony Pictures Television, que produziu a série, não responderam aos pedidos de comentários da revista. “Breaking Bad” foi a série mais premiada do canal pago AMC e durou cinco temporadas, entre 2008 e 2013. Teve tanta repercussão que o AMC encomendou um prólogo, “Better Call Saul”, centrado num personagem coadjuvante, o advogado vivido por Bob Odenkirk, que atualmente está renovado para sua 5ª temporada. Curiosamente, o ator Bryan Cranston disse em julho, numa entrevista no programa de Conan O’Brien, que não acreditava que Walter White tinha realmente morrido no final da série. Ele é visto agonizando, com um ferimento à bala, enquanto a polícia se aproxima, sugerindo que aqueles são seus últimos momentos de vida. “Talvez Walter White tenha se safado de tudo no fim”, disse Cranston. “Nós vimos um relatório policial (sobre a morte)? Não. Há um obituário? Não.”

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  • Série

    The Purge: Série baseada na franquia Uma Noite de Crime é renovada para 2ª temporada

    6 de novembro de 2018 /

    O canal pago americano USA Network renovou “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). Desenvolvida por James DeMonaco, diretor e roteirista dos filmes originais, a série se tornou a mais vista da programação atual do canal, com 2,3 milhões de telespectadores por episódio. Situada em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a trama segue vários personagens que vivem na mesma cidade durante a vigência do “expurgo”. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com a violência, enquanto descobre até onde é capaz de chegar para sobreviver à noite em que todo o crime é permitido. “O USA Network está muito orgulhoso por ser o lar televisivo da icônica franquia ‘The Purge'”, disse Chris McCumber, presidente da NBCUniversal Cable Entertainment, em comunicado. “A parceria e a confiança criativa do produtor Jason Blum e de todos na Blumhouse Television e Universal Pictures garantiram a transição bem-sucedida de ‘The Purge’ do cinema para a TV – e, juntamente com a Universal Cable Productions, esperamos aprofundar ainda mais a mitologia na 2ª Temporada”. . “James Demonaco fez isso de novo – a história propulsora e convincente que ele criou para a 1ª temporada de ‘The Purge’ realmente ressoou com o público de uma maneira significativa”, disse Jason Blum. “Estamos entusiasmados por embarcar na 2ª temporada, e mal podemos esperar para trazer mais da visão de James para os EUA e os fãs de ‘The Purge’ .” A 1ª temporada com 10 episódios estreou no dia 4 de setembro nos Estados Unidos e se encerrou nesta terça (6/11), reunindo em seu elenco Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”).

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