Lionsgate planeja nova série derivada de Orange Is the New Black
Menos de um mês depois do anúncio de que a 7ª temporada de “Orange Is the New Black” vai encerrar a série, a Lionsgate Television revelou que já está discutindo como retomar o drama da prisão feminina de Litchfield num produção derivada. O presidente da Lionsgate TV, Kevin Beggs, disse a repórteres na quinta-feira (8/11) que o estúdio realmente está ponderando uma sequência da série criada por Jenji Kohan. “Estamos realmente orgulhosos da longa carreira de “Orange Is the New Black”. Continua sendo um dos programas mais assistidos da Netflix. Estamos terminando em uma nota alta. Lembre-se de que somos donos da série e vamos distribuí-la pelos próximos anos. Já estamos discutindo e, quando chegar o momento certo, falaremos ainda mais com Jenji sobre uma possível sequência”, disse Beggs durante uma teleconferência sobre o balanço financeiro do estúdio. Fontes próximas à Lionsgate TV dizem que o estúdio e Kohan discutem uma série derivada já há algum tempo, mas nada avançou além disso. A Netflix, que disponibiliza a série e possui um contrato de desenvolvimento com Kohan, não comentou o projeto. Mas o detalhe é que a plataforma de streaming apenas licencia a exibição de “Orange Is the New Black”, cujos direitos pertencem à Lionsgate TV. Kohan criou “Orange Is the New Black” para a Lionsgate TV antes de fechar um novo contrato geral com a Netflix. A série foi o segundo sucesso da produtora para a Lionsgate, após “Weeds”, do canal pago Showtime. A temporada final de “Orange Is the New Black” será exibida em 2019 na Netflix.
Disney confirma série de Loki estrelada por Tom Hiddleston
Ao anunciar o nome oficial e os planos para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), o CEO da empresa, Bob Iger, confirmou que Tom Hiddleston vai voltar a viver Loki numa série do serviço. Porém, ele não revelou mais novidades, como roteiristas, diretores e data de lançamento do projeto. “Disney+ (Disney Plus) também está montando uma série de ação em live-action centrada em um dos personagens favoritos do Universo Cinematográfico da Marvel. A Marvel Studios está desenvolvendo um projeto baseado em Loki, o Deus do Trapaça, estrelado por Tom Hiddleston”, ele afirmou. A ideia é que outros personagens também ganhem séries em streaming. Já foram mencionados projetos envolvendo a Feiticeira Escarlate e uma parceria entre o Soldado Invernal e o Falcão. Segundo a Variety noticiou em setembro, o orçamento previsto para essas produções seria semelhante aos dos filmes dos super-heróis. Além disso, as atrações seriam as primeiras séries da Marvel produzidas por Kevin Feige, o presidente do estúdio e mentor do universo cinematográfico da Marvel. Junto da confirmação da série de Loki, Iger ainda revelou que Diego Luna vai voltar ao universo de “Star Wars” numa série derivada de “Rogue One – Uma História Star Wars”.
Disney anuncia nova série de Star Wars estrelada por Diego Luna
Ao apresentar o nome, logotipo e planos do serviço de streaming Disney+ (Disney Plus), o CEO da empresa Bob Iger anunciou uma nova série com atores derivada dos filmes de “Star Wars”. Ainda sem título definido, a produção será um prólogo de “Rogue One – Uma História Star Wars” (2016) centrado no personagem Cassian Andor, que, assim como no cinema, será interpretado por Diego Luna. As gravações vão começar em 2019 e os episódios seguirão Andor durante a formação da Aliança Rebelde, antes dos eventos apresentados em “Rogue One” e também do primeiro longa da saga clássica, “Guerra nas Estrelas” (1977). “Voltar para o mundo de ‘Star Wars’ é muito especial para mim”, disse o ator, em comunicado. “Ainda guardo muitas lembranças do excelente trabalho que fizemos e das amizades que conquistei durante essa jornada.” “Nós temos uma aventura fantástica pela frente, este novo formato vai nos dar a chance de explorar mais profundamente tais personagens”, completou Diego. No comunicado oficial da produção, a Lucasfilm acrescentou que a série “explorará contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança de uma galáxia nas garras do impiedoso Império”. O projeto vai se juntar a “The Mandalorian”, uma criação original do cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli”), que, por sinal, se passa em período próximo na cronologia de “Star Wars”. As duas séries serão disponibilizadas na plataforma Disney+ (Disney Plus), que deve estrear no segundo semestre de 2019.
Disney revela nome oficial, logotipo e detalhes de seu serviço de streaming
O CEO da Disney, Bob Iger, revelou nesta quinta-feira (8/11) o nome e o logotipo oficiais da plataforma de streaming do estúdio, que vai se chamar Disney+ (Disney Plus). Ou seja, não é “Disney Play”, como saiu publicado em parte da imprensa. A Disney optou por seguir o modelo de sua plataforma já existente de esportes, a ESPN+, extensão da rede de canais pagos esportivos ESPN. A revelação foi feita durante a apresentação de Iger do balanço da empresa para investidores, comemorando a valorização das ações da companhia pelo excelente desempenho nos últimos meses, graças, principalmente, a “Os Incríveis 2” e “Homem-Formiga e a Vespa”. Esta pode ter sido a última apresentação de Iger antes da conclusão da aquisição da Fox, que deve ser finalizada antes do previsto, segundo ele apontou. O CEO da Disney apontou que, como a transação da Fox inclui 30% do Hulu, dando à Disney 60% dessa plataforma, os planos da empresa são para uma coexistência entre o Hulu e o Disney+ (Disney Plus). A Disney terá “considerável influência em como o Hulu será administrado”, uma vez que a Comcast e a AT&T permanecerão como acionistas minoritários, e o executivo sugeriu que um deles ou ambos podem optar por se desfazer de seu investimento na plataforma. Iger disse que vai investir mais em programação original do Hulu e diferenciou a programação das duas plataformas, afirmando que Hulu será para entretenimento em geral, enquanto a Disney Plus será focada em programas para a família: animações, filmes infantis, séries de super-heróis, ficção científica e aventuras juvenis.
Seita satânica processa Netflix em US$ 50 milhões por cópia de estátua na série O Mundo Sombrio de Sabrina
A seita Templo Satânico (Satanic Temple) foi adiante em seu processo contra a Netflix e a Warner. A ação busca uma indenização de US$ 50 milhões pelo uso não autorizado da estátua de Baphomet na série “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Lucien Graves, líder da seita, vem ameaçando a Netflix desde a estreia da série, no final de outubro. A Satanic Temple ficou conhecida nos Estados Unidos por perturbar governos estaduais que permitem adereços religiosos em público. Os integrantes chegaram até a colocar uma estátua de Baphomet ao lado de uma representação dos Dez Mandamentos em Oklahoma. A Netflix e a Warner ainda não se manifestaram publicamente sobre o caso. A razão do processo é a estátua da figura com cabeça de bode venerada pelos satanistas, que aparece com destaque na Escola das Artes Ocultas que Sabrina (Kiernan Shipka) frequenta para aprender a ser bruxa. Segundo Lucien Greaves, ela tem exatamente o mesmo design daquela que se encontra em seu templo em Detroit, nos EUA. Segundo o processo, o templo criou a estátua entre 2013 e 2014, baseando-se em uma iconografia datada do século 19, e por isso defende que o objeto é exclusivo e não pode ser copiado sem permissão, o que caracteriza violação de direito autoral. Por fim, o templo alega que sua obra foi copiada para servir como representação estereotipada do mal.
Diretor de Lego Batman vai filmar versão live action de Jonny Quest
O diretor Chris McKay, que ganhou projeção com a animação “LEGO Batman: O Filme”, foi escolhido pela Warner para dirigir a adaptação de cinema da série animada “Jonny Quest”. “Jonny Quest” foi criado em 1964 pelos estúdios Hanna-Barbera e revolucionou o gênero das séries animadas, até então dominado por comédias de animais falantes, ao focar seus episódios em tramas de aventura e ficção científica, além de se diferenciar de toda a produção da época pelos traços elegantes do desenhista Doug Wildey, um dos maiores mestres dos quadrinhos americanos de western. O personagem-título era um menino que acompanhava seu pai cientista em aventuras ao redor do mundo, enfrentando dinossauros, múmias e robôs de cientistas loucos. Além de Jonny e do Dr. Benton Quest, os personagens incluíam o piloto e agente federal Roger Bannon, o órfão indiano adotado Hadji, o cachorrinho Bandit e eventualmente a misteriosa “Jezebel” Jade, interesse romântico de Bannon. O programa durou apenas uma temporada, mas se tornou cultuado e ganhou inúmeras reprises, até ser resgatado nas décadas de 1980 e 1990 em novas aventuras animadas e histórias em quadrinhos. A Warner tenta materializar o filme, que será estrelada por atores reais, desde 2007, quando encomendou um roteiro para Dan Mazeau (“Fúria de Titãs 2”). Outros que escreveram roteiros para a história foram Robert Rodriguez (“Sin City”) e Terry Rossio (“Piratas do Caribe”). Espera-se que McKay tenha mais sorte com “Jonny Quest” do que com seus outros projetos de cinema. No ano passado, ele foi anunciado pela própria Warner como responsável por um filme solo do herói “Asa Noturna”, que jamais entrou no cronograma do estúdio. Ele também deveria dirigir uma nova versão de “Dungeons & Dragons”, projeto que supostamente estreia em 2021, mas que também parece ter sido esquecido.
Jeremy Irons viverá super-herói Ozymandias na série Watchmen
O ator Jeremy Irons, que interpretou Alfred em “Batman vs. Superman” e “Liga da Justiça”, vai viver um super-herói na série baseada nos quadrinhos de “Watchmen”. Ele interpretará uma versão mais velha de Adrian Veidt, mais conhecido como Ozymandias. Irons já tinha sido anunciado entre o elenco da atração, mas seu papel era desconhecido. Isto pode ser um indício que a série se passará após os eventos dos quadrinhos criados por Alan Moore e Dave Gibbons, já adaptado para o cinema pelo diretor Zack Snyder (também de “Batman vs. Superman” e “Liga da Justiça”). Publicado originalmente em 1986, “Watchmen” era uma abordagem distópica do gênero dos super-heróis, ambientada em uma linha temporal alternativa, durante o auge da Guerra Fria entre os EUA e União Soviética. A história original girava em torno de um grupo de super-heróis americanos, a maioria aposentada, que investiga o assassinato de um deles e, no processo, descobre uma conspiração que pode mudar o curso da história tal como a conhecemos. Poucos detalhes foram revelados sobre o projeto que está sendo desenvolvido por Damon Lindelof (de “Lost” e “The Leftovers”), mas ele já disse que não fará uma adaptação literal dos quadrinhos, preferindo contar uma nova história passada no universo da obra de Moore e Gibbons. Até agora, a única sinopse divulgada afirma que a série é “situada em uma realidade alternativa onde super-heróis são tratados como bandidos”. Além disso, “‘Watchmen’ abraça a nostalgia da graphic novel original inovadora e segue em busca de abrir novos caminhos próprios”. O elenco escalado é vasto. Inclui Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A cineasta Nicole Kassell (de “O Lenhador” e das séries “Westworld” e “The Americans”) comandou o piloto e também será produtora executiva da atração, ao lado de Lindelof. A data da estreia ainda não foi anunciada.
Anitta e Kally’s Mashup são os grandes vencedores dos Meu Prêmios Nick
A premiação infantil Meus Prêmios Nick consagrou celebridades mirins na noite de quarta (7/11) no Credicard Hall, em São Paulo. O evento organizado pelo canal de televisão Nickelodeon foi apresentado pela atriz Maisa Silva, com direito ao tradicional banho de gosma do evento – que, por ser importado dos Estados Unidos, chama sua gosma de slime. Versão brasileira do Kids’ Choice Awards, a premiação reuniu vários famosos que as crianças supostamente adoram, como Luan Santana, MC Kekel, Matheus e Kauan, Vítor Kley, Karol Conka, Fiuk, Claudia Leitte, Luisa Mell, Thalita Rebouças, Nah Cardoso, os integrantes da banda Melim, Larissa Manoela e Eliana. Supostamente, porque, dessa lista toda, só Larissa Manoela e a apresentadora Maisa Silva conquistaram prêmios com os votos das crianças. Apesar do monte de sertanejos reunidos pela produção, a criançada mostrou que prefere mesmo é Anitta, grande vencedora do vento, com três troféus. Só a série da casa “Kally’s Mashup” venceu mais prêmios: quatro. Por “acaso”, os três astros da produção argentina, Maia Reficco, Alex Hoyer e Lalo Brito, estavam no Brasil para participar do evento. Os artistas ainda fizeram uma performance no palco da premiação, a única atração internacional da noite. Exibida pela Nickelodeon, “Kally’s Mashup” é inspirada na trajetória musical do produtor de “Glee”, Adam Anders, e está atualmente na sua 2ª temporada, que acompanham Kally, uma jovem que largou a cidade pequena em busca de um sonho: estudar na escola de música mais prestigiada da Argentina. Confira abaixo a lista dos premiados. Artista de TV Favorito: Maia Reficco (Kally’s Mashup) Artista Internacional Favorito: Ariana Grande Artista Musical Favorito: Anitta Atleta Favorito: Neymar Canal de YouTube Favorito: Maisa Silva Desenho Animado Favorito: Bob Esponja Fandom do Ano: Bts Army Filme Favorito: Fala Sério, Mãe! Gamer do Ano: Bibi Tatto Gata Trendy: Anitta Gato Trendy: Alok Hit do Ano: “Medicina” (Anitta) Instagram Favorito: Larissa Manoela Meme do Ano: Tite Caindo Programa da Nick Favorito: Kally’s Mashup Programa de TV Favorito: Kally’s Mashup Revelação Musical: MC Bruninho Ship do Ano: Kally e Dante (Kally’s Mashup) YouTuber Musical Favorito: Bff Girls
Netflix anuncia animações derivadas de Círculo de Fogo e Altered Carbon
A Netflix anunciou diversos novos projetos asiáticos, e os destaques da lista são séries animadas, entre elas duas versões anime de franquias conhecidas: a franquia cinematográfica “Círculo de Fogo” e a série “Altered Carbon”, produzida pela própria Netflix. Já anunciada anteriormente pelo serviço de streaming, a série em anime de “Círculo de Fogo” ganhou seus primeiros detalhes. A trama será uma continuação dos dois filmes, lançados em 2013 e 2018. A trama mostrará dois irmãos que precisam pilotar um Jaeger (os robôs gigantes da saga) para escapar de um local desolado e tentar encontrar os seus pais desaparecidos. Craig Kyle (“Thor: Ragnarok”) e Greg Johnson (“X-Men: Evolucion”) servirão como showrunners da série, que terá produção de Guillermo Del Toro, diretor do filme original. Já “Altered Carbon” virará um anime de longa-metragem. O filme, escrito por Dai Satô (roteirista dos desenhos clássicos “Cowboy Bebop” e “Wolf’s Rain”), servirá como uma expansão do universo da série, que estreou em 2017 na Netflix e terá uma 2ª temporada no ano que vem. A trama de “Altered Carbon”, inspirada no livro de Richard Morgan, mostra um futuro em que a humanidade essencialmente atingiu a imortalidade, inventando tecnologias que permitem que a consciência de cada indivíduo seja transferida de corpo para corpo. Outros três projetos de anime revelados pela Netflix são “Cagaster of an Insect Cage”, cujo título soa como piada escatológica, e se passa em um futuro no qual uma misteriosa doença transforma humanos em insetos gigantes; “Yasuke”, um conto do Japão feudal, sobre um samurai que tenta proteger uma criança caçada por forças sinistras; e “Trese”, produção filipina sobre uma heroína que enfrenta a máfia local, composta por seres sobrenaturais. A plataforma também produzirá duas séries tailandesas com atores, “The Stranded” e “Shimmers”, que se passam no universo das escolas particulares de elite do país – na primeira, os estudantes são vítimas de um naufrágio e se veem presos em uma ilha deserta, enquanto na segunda gira em torno de ocorrências sobrenaturais no campus. Para completar, ainda foi anunciada a produção de uma comédia adolescente taiwanesa, “Triad Princess”, sobre uma jovem que, contrariando o desejo do pai, um chefão do crime organizado, torna-se guarda-costas de uma atriz famosa. Nenhum dos projetos tem previsão de estreia.
Taron Egerton diz que não participará de Kingsman 3
O ator Taron Egerton, intérprete do protagonista Gary ‘Eggsy’ Unwin em “Kingsman: Serviço Secreto” (2014) e “Kingsman: O Círculo Dourado” (2014), revelou que não vai voltar ao papel em “Kingsman 3”. “Eu não sei se isso é novidade, e acho que estou autorizado a dizer, mas não estou no próximo filme de ‘Kingsman'”, disse o ator britânico ao Yahoo Movies. “Isso não quer dizer que nunca mais estarei na franquia. Eu estive com [o diretor] Matthew Vaughn há alguns dias, continuamos trabalhando juntos, mas a próxima jornada nesse universo não tem a ver comigo”. A declaração contradiz informação anterior. Numa entrevista para a revista Empire, Vaughn disse que o terceiro filme marcaria “a conclusão do relacionamento de Harry Hart e Eggsy”, referindo-se aos personagens de Colin Firth e Taron Egerton. A nova informação que circula sobre a produção revela que Taron Egerton não vai participar do filme pois a terceira parte da franquia será um prólogo, passado no começo do século 20, que contará a origem do serviço secreto Kingsman e introduzirá uma nova agente chamada Conrad. “Kingsman 3” terá novamente roteiro de Jane Goldman e direção de Matthew Vaughn, responsáveis pelos dois primeiros filmes, e boatos recentes incluem os nomes de Brad Pitt e Rachel Weisz no elenco cotado para a produção. Baseados nos quadrinhos escritos por Mark Millar e ilustrados por Dave Gibbons, os dois “Kingsman” faturaram cerca de US$ 410 milhões cada, com orçamentos que variaram dos US$ 81 aos 104 milhões. As filmagens do terceiro devem começar em breve para cumprir o cronograma de lançamento da Fox. O filme tem previsão de estreia em novembro de 2019.
Novo clipe mostra Ariana Grande sozinha no meio da multidão
A cantora Ariana Grande divulgou o clipe de “Breathin”, terceiro single do álbum “Sweetener”, que materializa uma metáfora da expressão “sozinha no meio da multidão”. Sexto trabalho da cantora com direção de Hannah Lux Davis, o vídeo mostra a artista numa estação de trem, enquanto as pessoas ao seu redor passam tão aceleradas que se tornam borrões. Ela também aparece sentada em uma pilha de malas e num balanço pendurado nas nuvens. As imagens refletem a letra de “Breathin”, que fala de problemas de ansiedade e oferece um conselho simples: “Só continue respirando”. Apesar de continuar divulgado o disco “Sweetener”, Ariana já está prestes a lançar um novo trabalho. A faixa “Thank U, Next”, sobre os ex-namorados, que veio à tona no último sábado (3/11), dará título ao seu quinto álbum, que deve ser lançado ainda este ano.
Trailer legendado de A Princesa e a Plebeia traz Vanessa Hudgens em papel duplo
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de mais uma comédia romântica adolescente, “A Princesa e a Plebeia” (The Princess Switch). A prévia revela uma versão moderna da famosa fábula de Mark Twain, “O Príncipe e o Mendigo”, que mostra o que acontece quando uma turista americana troca de lugar com uma nobre europeia para que esta possa descobrir como é viver longe das regras da monarquia. A ex-estrelinha da Disney Vanessa Hudgens (de três “High School Musical”) estrela a produção no papel duplo do título, e obviamente encontra o romance também em dose dupla, incorporado por Sam Palladio (“Nashville”) e Nick Sagar (“Caçadores de Sombras”). Quem assina a trama é a veterana roteirista de TV Robin Bernheim, dividindo créditos com sua assistente Megan Metzger. As duas trabalharam juntas com o diretor Mike Rohl na produção canadense “Quando Chama o Coração: A Série”. A estreia está marcada para 16 de novembro na Netflix.
Missing Link: Nova animação de monstros do diretor de ParaNorman ganha primeiro trailer
A produtora Laika divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer de “Missing Link”, sua nova animação de stop-motion com temática de terror. “Missing Link” mostra a descoberta do Elo Perdido, popularmente conhecido como o monstro Pé Grande, por um explorador britânico que se surpreende pelos modos civilizados da criatura, que sabe falar e até escrever. Cansado de fugir da humanidade, o monstro pede ajuda ao famoso aventureiro para acompanhá-lo numa jornada ao outro lado do mundo, querendo encontrar o resto de sua família perdida, os abomináveis homens da neve, que vivem no vale lendário de Shangri-La. O elenco de dubladores originais destaca o comediante Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Pé-Grande e Hugh Jackman (“Logan”) como o explorador Sir Lionel Frost, além de Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), Matt Lucas (“Doctor Who”) e Stephen Fry (franquia “O Hobbit”). Roteiro e direção são de Chris Butler, que dirigiu “ParaNorman” (2012) e também trabalhou nas outras animações do estúdio, fazendo a animação de “Coraline e o Mundo Secreto” (2009) e o roteiro de “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016). Em comunicado, Butler descreveu o filme como “uma aventura épica com um espírito gentil e doce”, e diz que “Missing Link” é uma homenagem a um dos seus filmes favoritos, “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Ainda sem previsão de lançamento no Brasil, “Missing Link” chega aos cinemas americanos em 12 de abril.












