Soul: Nova animação da Pixar revela primeiras imagens e elenco de vozes
O painel da Pixar na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, trouxe novidades de “Soul”, um dos projetos anunciados recentemente pelo estúdio de animação. A apresentação divulgou o visual dos personagens principais e seus dubladores: Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”). Foxx vai interpretar Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio que vive frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz. E aparentemente morre antes de conseguir o trabalho de seus sonhos, transformando-se em alma e indo parar no “seminário Você”, que todas as almas precisam cursar. Lá, ele conhece 22 (voz de Fey), uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra. A sinopse de “Soul” sugere uma versão metafísica de “Divertida Mente”, apresentando a trama com perguntas existenciais. E o diretor é o mesmo de “Divertida Mente”. Pete Docter, que assina o roteiro e a direção de “Soul”, venceu o Oscar de Melhor Animação pelo filme de 2015 – e também por sua produção anterior no estúdio, “Up: Altas Aventuras” (2009). O elenco também inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (“Extraordinário”). A estreia foi marcada para junho de 2020. Just Announced: @iamjamiefoxx and Tina Fey will lead the cast of #PixarSoul, coming to theaters June 19, 2020. Here’s a first look at their characters, Joe Gardner and 22, and a new piece of concept art. #D23Expo pic.twitter.com/Ls8JDvOsCe — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) August 24, 2019
Novo pôster de Star Wars: A Ascensão Skywalker destaca volta do Imperador Palpatine
A Disney divulgou um pôster de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” na D23 Expo, a “Comic Con” do estúdio que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. A imagem é uma ilustração sem muito brilho, que mostra uma luta entre Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver), e traz o Imperador Palpatine (Ian McDiarmid) ao fundo, em tamanho gigante. A presença de Palpatine confirma teorias de fãs e lança outras. Entre elas, as que defendem que Rey é uma Skywalker esquecida, uma neta de Obi-Wan Kenobi ou até uma descendente do imperador sangrento. Vale lembrar que a morte do personagem foi um dos pontos altos da trilogia original, assassinado por seu pupilo Darth Vader em “O Retorno de Jedi” (1983). Algumas cenas do filme também foram exibidas durante a apresentação. O destaque é justamente um momento em que Rey aparece lutando com Kylo. O detalhe é que Rey usa um sabre de luz vermelho (característicos dos Sith, as contrapartes malignas dos Jedi) com lâminas dos dois lados. Na apresentação, o diretor J.J. Abrams ainda falou sobre a presença de Carrie Fisher na trama. A atriz, que morreu em 2016, vai surgir em imagens de arquivo, que sobraram das gravações de “Os Últimos Jedi” (2017). “A personagem de Leia é o coração dessa história”, disse Abrams. “Não poderíamos fazer o fim desses nove filmes sem Leia”.
Disney anuncia nova animação com princesa asiática e dragões
A Disney anunciou a produção de um novo longa animado na D23 Expo, a “Comic Con” do estúdio que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. O filme se chama em inglês “Raya and the Last Dragon” e também ganhou sua primeira imagem conceitual. Veja acima e, em versão com movimento, logo abaixo. A trama vai se passar na fictícia terra de Kumandra, em que os dragões eram venerados por seu poder e sua sabedoria. No entanto, ela foi tomada por forças sombrias e os dragões sumiram. Uma garota chamada Raya sai então em busca do último dragão, que pode salvar o mundo. Apesar do reino ser fictício, a produção viajou até o sudeste asiático para buscar inspirações para a trama do filme. Por conta disso, Raya também foi apresentada como a primeira princesa asiática da Disney desde “Mulan” (1998). “Raya and the Last Dragon” foi escrito pela roteirista Adele Lim, nascida na Malásia, que assinou diversos episódios de séries antes de estrear no cinema com o sucesso “Podres de Ricos” (2018), e vai marcar a estreia na direção da dupla Paul Briggs e Dean Wellins, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A atriz canadense Cassie Steele (da série “Degrassi: A Próxima Geração”), descendente de filipinos, vai dublar Raya, enquanto a americana Awkwafina (“Poders de Ricos”), descendente de chineses e coreanos, ficará com o papel de sua companheira, Sisu, a última “dragoa”. Sisu é inspirada em mitos sobre criaturas da água do sudeste da Ásia. Ou seja, “ela não é como qualquer dragão que você já viu antes”, disse Awkwafina na D23. O que é confirmado pela imagem do personagem exibida no evento, que pode ser conferida abaixo. A estreia foi marcada para novembro de 2020, no Dia de Ação de Graças americano. Just Announced: Disney’s Raya and the Last Dragon, starring @cassandrasteele (Raya) and @Awkwafina (Sisu, the Last Dragon). Check out all-new concept art, and see the film in theaters November 2020. #D23Expo pic.twitter.com/VPqCroDkeH — Disney (@Disney) 24 de agosto de 2019
Frozen 2 vai mostrar a mãe das princesas Anna e Elsa
Além de divulgar um novo pôster, a D23 Expo, “Comic Con da Disney” que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, anunciou a inclusão de dois novos dubladores famosos no elenco de “Frozen 2”: Evan Rachel Wood (a Dolores de “Westworld”) e Sterling K. Brown (o Randall de “This Is Us”). A atriz vai dar voz à rainha Iduna, mãe das princesas Anna (Kristen Bell) e Elsa (Idina Menzel). Como os fãs do filme original sabem, iduna morreu em um naufrágio. Por isso, ela deve aparecer apenas em flashbacks. Já o ator vai encarnar um novo personagem militar, conectado aos pais das protagonistas. Um vídeo exibido no evento mostrou Idina cantando uma canção de ninar para as jovens Anna e Elsa. A Disney aproveitou para divulgar uma foto da cena, que pode ser vista acima. A continuação de uma das animações de maior bilheteria de todos os tempos traz de volta os diretores Jennifer Lee e Chris Buck, dupla responsável pelo filme de 2013, além dos dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). A estreia está marcada apenas para 2 janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Emma Stone vira a vilã Cruella na primeira foto da versão “punk rock” dos 101 Dálmatas
A Disney divulgou a primeira imagem de Emma Stone (“La La Land”) como Cruella De Vil, a icônica vilã do filme “101 Dálmatas”. A novidade foi apresentada na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. Intitulado “Cruella”, o filme vai contar a história da personagem, que ficou famosa graças ao desenho animado “A Guerra dos Dálmatas” (1961), primeira adaptação do livro infantil de Dodie Smith realizada pela Disney, que a introduziu no Brasil com o ótimo nome de Malvina Cruela. Os tradutores, porém, abandonaram a denominação nacional quando a personagem ganhou carne-e-osso pela primeira vez, vivida por Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”) na produção de 1996, que também preservou o título original do livro, “101 Dálmatas”. O filme ainda teve uma continuação em 2000, batizada de “102 Dálmatas”. Stone gravou um vídeo para o evento, direto do set da produção, em Londres, explicando que a história vai se passar na época do movimento punk britânico. “É nos anos 1970, e é bem punk rock”, disse a atriz. Escrito por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e com direção de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”), o filme também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”) e Joel Fry (“Yesterday”) em seu elenco. A estreia está marcada para maio de 2021.
Kit Harington viverá o herói Cavaleiro Negro no filme dos Eternos
A Marvel oficializou o elenco de “Eternos” na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. E há uma novidade importante em relação ao grupo apresentando na Comic-Con, em San Diego, no mês passado. Kit Harington, o Jon Snow de “Game of Thrones”, foi incluído na produção. A participação confirma rumores que circularam um dia antes, sobre uma negociação de Harington para entrar no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ele vai interpretar um personagem clássico dos quadrinhos, Dane Whitman. Mas o ator não subiu no palco junto com os demais integrantes do filme. Isto porque Whitman não é um dos Eternos, os seres superpoderosos que protagonizam o longa, mas o super-herói Cavaleiro Negro, que, inclusive já foi um dos Vingadores. A espada e o cavalo alado usado pela Valquíria nos quadrinhos pertenciam originalmente ao personagem, que é sobrinho de um supervilão homônimo. Volta e meia, o personagem é transportado no tempo, indo parar na era medieval, ou para outra dimensão. O mais importante para o filme em desenvolvimento é sua relação com Sersi, uma das integrantes mais poderosas dos Eternos, que será vivida por Gemma Chan (a Minn’Erva de “Capitã Marvel”). Os dois formam um par romântico trágico, e Sersi chegou até a integrar os Vingadores por causa desse relacionamento. Outra curiosidade dessa escalação é que ela irá reunir Harington com seu “irmão” (primos, na verdade) de “Game of Thrones”, Richard Maddin (o Robb Stark), que interpretará Ikaris, o principal herói masculino do grupo dos Eternos. Os demais integrantes da produção são Angelina Jolie (“Malévola”) como Thena, Kumail Nanjiani (o Dinesh de “Silicon Valley”) como Kingo, Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”) como Phastos, Ma Dong-seok (“Invasão Zumbi”) como Gilgamesh, Salma Hayek (“Dupla Explosiva”) como Ajak, Lauren Ridloff (“The Walking Dead”) como Makkari, Barry Keoghan (“Dunkirk”) como Druig e a menina Lia McHugh (“American Woman”) como Sprite, que além de ser homem nos quadrinhos teve seu nome traduzido nas edições brasileiras como Duende. As filmagens ainda não começaram, mas a estreia foi marcada para 6 de novembro de 2020. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção. Veja abaixo uma foto e um vídeo da apresentação do elenco de “Eternos” na D23 Expo. The cast of Marvel Studios’ The Eternals takes the stage at the #D23Expo pic.twitter.com/TR1gYEEq1w — Marvel Studios (@MarvelStudios) August 24, 2019 A closer look at the cast of Marvel Studios’ THE ETERNALS on stage at the #D23Expo pic.twitter.com/bTSkoXh6xI — Marvel Studios (@MarvelStudios) August 24, 2019
Produtores independentes protestam contra paralisação do setor audiovisual pelo governo Bolsonaro
Um abaixo assinado de produtoras independentes do Brasil chamou atenção para um fato que apenas a Pipoca Moderna, entre toda a imprensa brasileira, tem destacado desde o primeiro dia da suspensão do edital de financiamento de séries, que incluem produções de temática LGBTQIA+. O fato de que a portaria assinada pelo ministro da Cidadania Oscar Terra “afeta diretamente a cadeia audiovisual em todo o país”. As aspas são do documento publicado na sexta-feira (23/8). Para suspender o edital que permitiria a produção de séries LGBTQIA+ atacadas pelo presidente Jair Bolsonaro, o ministro deu como justificativa a necessidade de recomposição dos membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia), para poder liberar o financiamento. A portaria também afirma que, uma vez recomposto, o comitê revisará os critérios e diretrizes para a aplicação dos recursos do fundo, assim como os parâmetros de julgamento dos projetos e seus limites de valor. O detalhe é que a formação do comitê depende das indicações de seis integrantes do governo, vindos de diferentes ministérios. Em oito meses de governo, Bolsonaro ainda não indicou nenhum representante. O decreto assinado por Osmar Terra prevê a suspensão do edital por 180 dias, podendo prorrogar o prazo caso o comitê gestor continue sem as indicações dos membros do governo. Na prática, isto significa que todo o investimento do FSA foi paralisado pelo governo. Isto não afeta apenas as séries que tiveram seu edital suspense. Todos os projetos audiovisuais estão impedidos de receber financiamento, com base na justificativa apresentada. Para ficar bem claro: trata-se da paralisia completa do setor. A tranca foi feita propositalmente pelo governo, que usou sua incompetência como esperteza para congelar o FSA, ao informar que não há comitê para liberar a verba. E não há comitê porque o próprio governo não o nomeou. A recomposição do Comitê Gestor do FSA (CGFSA) depende da posse do Conselho Superior de Cinema (CSC), que ainda não tem data. E só depois disso será marcada reunião para abordar o tema, sem pressa alguma para cumprir obrigações de janeiro passado. Apesar do abrangência e do impacto desse congelamento, a “grande imprensa” ainda não deu a devida importância para o assunto, assim como ignorou completamente o anúncio do ministro Osmar Terra sobre seus planos para acabar com o cinema de arte feito no Brasil. Apenas a Pipoca Moderna chamou atenção para os dois escândalos de graves consequências para o cinema nacional. As produtoras independentes, por sua vez, repercutiram também a inobservância das regras editalícias, de caráter vinculante para a administração pública, que nortearam a suspensão arbitrária do edital. O ato autoritário já gerou inquérito do MPF (Ministério Público Federal) do Rio de Janeiro. “Passados quase 17 meses do início do processo licitatório e quando diversas etapas já foram rigorosamente cumpridas por todos os concorrentes, não há por que reavaliar os critérios de apresentação de propostas”, lembra o abaixo-assinado, tendo como base a legislação. “É primordial dar seguimento transparente à execução de um processo que estava em curso, à publicação imediata da lista de contemplados, à contratação, à liberação dos recursos, à produção e à consequente difusão das obras selecionadas para o conjunto da sociedade brasileira.” A carta é assinada pelo Coletivo de Empresas Produtoras Independentes Brasileiras, participantes do concursopúblico BRDE/FSA PRODAV – TVS PÚBLICAS – 2018. E conta com o apoio das seguintes entidades: Associação Brasileira de Animação (ABRANIMA); Associação Brasileira de Cineastas (ABRACI/RJ); Associação Brasileira de Documentaristas e Curta Metragistas; Associação Pernambucana de Cineastas (ABD-PE/Apeci); Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV); Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro (API); Associação Mato-grossense de Cinema e Audiovisual (MTCine); Brasil Audiovisual Independente (BRAVI); Comissão de Empregados da Empresa Brasil de Comunicação EBC; Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte, Nordeste (CONNE); Fale Rio Frente Ampla pela Liberdade de Expressão e Direito à Comunicação do Rio deJaneiro; Fórum Audiovisual de Minas Gerais, Espírito Santo e dos estados do Sul do Brasil (FAMES); Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC); Sindicato da Indústria Audiovisual de Minas Gerais (SINDAV); Sindicato da Indústria Audiovisual de Santa Catarina (SANTACINE); Sindicato da Indústria Audiovisual RS (SIAV-RS); Sindicato dos Trabalhadores do Rádio e da Televisão do Estado do Rio de Janeiro (SINRADTV-RJ).
Agente Carter vira Capitã Bretanha nas primeiras imagens da série What If…?
A Disney revelou as primeiras imagens da série “What If…?”, baseada na linha de quadrinhos conhecida no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. Primeira animação do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) a série será lançada pelo serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) em 2021, focada na exploração do multiverso. Os episódios vão mostrar versões alternativas da vida dos super-heróis, apresentando universos paralelos em que eles vivem vidas completamente diferentes. O detalhe é que os personagens serão interpretados pelos atores que lhes deram vida nos filmes. As primeiras imagens mostram Peggy Carter como Capitã Bretanha. E o capítulo que contará essa história será dublado por Hayley Atwell (“Agente Carter”). Vale reparar que as artes são bastante fiéis aos traços da atriz. As fotos foram feitas por celular, durante a D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, e ainda não possuem versões oficiais. Os quadrinhos de “O Que Aconteceria Se…” foram lançados em 1977 e possuem mais de 200 edições, que exploram como a vida seria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria linha de histórias alternativas, “Elseworlds”. Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, explicou como esse conceito vai funcionar no MCU. “Em cada episódio, um dos 23 filmes sofrerá uma mudança, mostrando como as coisas poderiam ser diferentes. Quase todo o nosso elenco está participando com suas vozes na produção.” A opção pela animação visa permitir que os atores do MCU possam emprestar suas vozes aos personagens, agilizando suas participações sem que o estúdio tenha que enfrentar grandes problemas de agendas conflitantes. Além de todos os personagens conhecidos dos filmes, a série introduzirá um inédito, o Vigia, dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. A espécie dos Vigias já chegou a aparecer brevemente numa cena pós-créditos de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, dando a entender que Stan Lee era um deles. O Vigia será interpretado por Jeffrey Wright (“Westworld”). Nos quadrinhos, ele é praticamente uma entidade cósmica que observa os acontecimentos do multiverso, e também é referido como Uatu – para distingui-lo dos demais, que surgiram posteriormente. Este primeiro Vigia, que morava na lua, também se provou o mais problemático, já que deveria registrar tudo sem interferir, mas na maioria das vezes não resistia a dar uma ajudazinha à humanidade. Esta “falha” pode ser explorada na série. Além de Hayley Atwell, a lista de participações confirmadas na série inclui Michael B. Jordan (Killmonger), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Josh Brolin (Thanos), Mark Ruffalo (Hulk), Tom Hiddleton (Loki), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Hemsworth (Thor), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Karen Gillan (Nebulosa), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Rudd (Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Josh Brolin (Thanos), Dominic CooperNeal McDonough (Dum Dum), Dominic Cooper (Howard Stark), Sean Gunn (Kraglin), Natalie Portman (Jane Foster), David Dastmalchian (Kurt), Stanley Tucci (Dr. Erskine), Taika Waititi (Korg), Toby Jones (Dr. Zola), Djimon Hounsou (Korath), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Michael Rooker (Yondu) e Chris Sullivan (Taserface). A previsão de estreia é para 2021.
Série do Falcão e Soldado Universal trará Sharon Carter e Agente Americano
O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, anunciou dois personagens importantes dos quadrinhos do Capitão América na série do Falcão e Soldado Universal. Durante a D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, Feige confirmou que Emily Van Camp retornará ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América. A personagem da atriz foi pouco aproveitada em “Capitão América: Soldado Invernal” e “Capitão América: Guerra Civil”, e não apareceu nos filmes dos Vingadores, apesar de ser muito importante nos quadrinhos. Sharon Carter foi a namorada mais duradoura do Capitão América e uma das primeiras e principais agentes da SHIELD a se popularizar entre o público – além de ter destacada participação no arco de origem do Soldado Invernal, papel que acabou ocupado pela Viúva Negra no cinema. Sua participação era especulada desde maio, quando também vazou a notícia sobre o retorno de Daniel Bruhl ao papel do Barão Zemo – que acabou confirmada com mais antecedência. Feige ainda introduziu o ator Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, em outro papel icônico. Chamando Wyatt ao palco, o executivo revelou que ele interpretará John Walker na série. Questionado sobre seu papel, o ator desconversou. “Eu achei que você ia me contar mais sobre ele”, disse para Kevin Feige. Mas os leitores da Marvel sabem muito bem quem é John Walker. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, ele foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Ao se aposentar em “Vingadores: Ultimato”, Steve Rogers (Chris Evans), deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). Mas o Soldado Invernal (Sebastian Stan) era outro forte candidato para a vaga. A série deve continuar a história a partir daí. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a produção será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. “Falcão e Soldado Invernal” tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020.
Disney revela período em que vai se passar a série de Obi-Wan Kenobi
A Disney revelou em que período se passa a série de Obi-Wan Kenobi, que vai trazer Ewan McGregor de volta ao papel do mestre Jedi. Um painel apresentado durante a D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia, apresentou a cronologia de toda a saga espacial, localizando cada produção, das séries animadas aos filmes clássicos, numa mesma linha temporal. E o “slide” da apresentação revela que a trama se passa entre os episódios III e IV do cinema – isto é, entre “A Vingança dos Sith” (2005) e “Uma Nova Esperança” (também conhecido apenas como “Guerra nas Estrelas”, de 1977). Este é também o mesmo período do filme “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). A versão “jovem” de Obi-Wan Kenobi, interpretada por Ewan McGregor, foi vista pela última vez justamente em “A Vingança dos Sith”. Na ocasião, ele se exilou após achar que tinha matado o seu ex-aprendiz, Anakin Skywalker (Hayden Christensen), o pai de Luke e Leia, que não só morreu como virou Darth Vader. A partir desse ponto, a história cinematográfica dá um salto para revelar Obi-Wan com outro nome, Ben Kenobi (na pele de Alec Guinness), um eremita envelhecido e esquecido, que se torna o mentor de Luke (Mark Hamill) na trama que originou toda a franquia, em 1977. A série vai explorar o que aconteceu com Obi-Wan em seus “anos perdidos”, durante a caça aos mestres jedi pelas forças do Imperador Palpatine. Ainda não há previsão para o lançamento da produção, que será disponibilizada na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). sweats loudly pic.twitter.com/iTjuz1smzN — august (in the wake of) dawn (@inthewakeofdawn) 24 de agosto de 2019
Versão live-action de A Dama e o Vagabundo ganha primeiro trailer
A Disney divulgou o pôster e o trailer da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia mostra que, apesar de estrelada por animais de verdade, os cães protagonistas tem, sim, certos movimentos animados por computação, como suas bocas falantes, além de sofrerem ligeiras alterações em suas aparências – o olhar apaixonado durante a célebre cena do jantar italiano, por exemplo – para aproximar as expressões do desenho clássico de 1955. O vídeo também revela forte anacronismo em sua recriação de época. Isto porque a produção manteve o período da animação, passada no ano de 1909, ao mesmo tempo em que mudou a etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos depois, “O Nascimento da Nação” seria elogiado por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. De todo modo, a opção permite uma analogia em relação às diferenças – de raça e de classe – do casal canino. No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e a direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e o vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.
Série baseada em High School Musical ganha primeiro trailer e imagens
A Disney divulgou o pôster, as fotos e o trailer da série baseada na franquia “High School Musical”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia apresenta a premissa, como um drama teen que se passa nos bastidores da produção de uma versão escolar do telefilme do Disney Channel. Assim, além de mostrar novos protagonistas e trama, cada capítulo também trará um número musical com as canções conhecidas dos filmes, durante os ensaios para a estreia de peça. Também serão incluídas canções inéditas na atração, que terá ao todo 10 episódios. O elenco é encabeçado por um ator já conhecido do Disney Channel. Joshua Bassett, que participou da série “A Irmã do Meio” (Stuck in the Middle) vive Ricky, que tem um plano ousado para reconquistar sua namorada Nini (Olivia Rodrigo, de “Bizaardvark”, também do Disney Channel), fazendo o teste para ser seu par na produção de “High School Musical” da escola – nos papéis que consagraram Zac Efron e Vanessa Hudgens em 2006. Dá certo. E assim se inicia a trama. O resto do elenco inclui Kate Reinders (“Work It”) como professora e os jovens Sofia Wylie (“Andi Mack”), Matt Cornett (“Life in Pieces”), Dara Renee (“Black-ish”), Julia Lester (“Mom”), Frankie Rodriguez (“Modern Family”), Larry Saperstein (“Porno”) e Mark St. Cyr (“Marshall: Igualdade e Justiça”). Com o título de “High School Musical: The Musical: The Series”, a série vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.
The Mandalorian: Série derivada de Star Wars ganha primeiro trailer
A Disney divulgou o pôster e o trailer de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. A prévia traz o protagonista mascarado vivido por Pedro Pascal (“Narcos”) em meio a muitas cenas de ação, repletas de efeitos visuais e referências à franquia cinematográfica. A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, e o vídeo reforça essa sensação, ao apresentar o personagem-título como um caçador de recompensas espacial que atira primeiro e faz perguntas depois. Vale lembrar que o título refere-se a um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett, evocados no visual de Pascal. O ator nunca aparece sem um elmo de metal sobre o rosto. Os demais intérpretes do elenco também são vistos no trailer. A lista inclui Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a trama se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Os episódios foram dirigidos por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). Além de “The Mandalorian”, a Disney desenvolve mais duas séries live-action de “Star Wars: uma sobre o personagem Cassian Andor, novamente vivido por Diego Luna após “Rogue One: Uma História Star Wars”, e outra dedicada a Obi Wan-Kenobi, que será interpretado por Ewan McGregor, como na trilogia que serviu de prólogo para a saga. A série vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.










